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	<description>Editora Fiel - Apoiando a Igreja de Deus</description>
	<lastBuildDate>Wed, 25 Jan 2012 11:40:20 +0000</lastBuildDate>
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		<title>O Reino de Cristo</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Jan 2012 11:40:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editora Fiel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Teologia]]></category>

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		<description><![CDATA[<div align="justify"><p><strong>D. A. Carson</strong></p><p>Jesus falou sobre o reino como algo que já havia começado. O reino já está aqui, operando em secreto. Ele é como fermento posto em uma massa; está operando quietamente e tendo seus efeitos. Contudo, em outros momentos, Jesus falou do reino como algo que vem no final, quando haverá consumação e transformação tremenda. Portanto, o reino já está presente; mas, visto de outra maneira, ele ainda não veio. Todas essas noções do reino centralizam-se em Jesus, o rei.</p>
<p>Depois da Segunda Guerra Mundial, um teólogo suíço chamado Oscar Cullmann usou um dos momentos decisivos da guerra para explicar algumas destas noções. Ele chamou atenção para o que aconteceu no Dia D, 6 de junho de 1944. Nesse tempo, os aliados do Ocidente já tinham expulsado os inimigos do Norte da África e começavam a penetrar a bota da Itália. Os russos estavam vindo das estepes. Já tinham defendido Stalingrado e avançavam para e através da Polônia e outros países da Europa Oriental. No Dia D, os aliados ocidentais chegaram às praias da Normandia e, em três dias, descarregaram 1,1 milhões de homens e inúmeras toneladas de material bélico. Havia uma segunda fronte do Ocidente. Toda pessoa inteligente podia ver que a guerra estava acabada. Afinal de contas, a guerra já estava acabada em termos de energia, material bélico, número de soldados e destinos para os quais todas essas frentes e trajetórias convergiam. Isso significou que Hitler disse: &#8220;Opa! Fiz o cálculo errado!&#8221; e pediu paz? O que aconteceu depois foi a Batalha do Bulge, na qual ele quase conquistou a costa da França novamente, mas recuou por falta de combustível. Depois, houve a Batalha de Berlim, que foi uma das mais sangrentas de toda a guerra. Portanto, a guerra ainda não estava terminada. Um ano depois, a guerra terminou finalmente na Europa, depois de os combatentes haverem atravessado esse grande intervalo entre o Dia D e o Dia da Vitória na Europa.</p>
<p>Cullmann disse que a experiência cristã é como essa guerra. O rei prometido veio. Este é o nosso Dia D: a vinda de Jesus, sua cruz e sua ressurreição. Depois de ressuscitar dos mortos, Jesus declarou, conforme os últimos versículos do evangelho de Mateus: &#8220;Toda a autoridade me foi dada no céu e na terra&#8221; (Mt 28.18). Ele é o rei. Mas isso significa que o Diabo diz: &#8220;Opa! Fiz o cálculo errado! Acho que é melhor pedir paz&#8221;? Isso significa que os seres humanos dizem: &#8220;Bem, bem, você ressuscitou dos mortos. Você venceu. É melhor render-nos&#8221;? Não, o que isso significa é que você tem alguns dos mais violentos conflitos, porque Jesus ainda não derrotou todos os seus inimigos. Ele reina. Toda a soberania de Deus é mediada pelo rei Jesus. O reino já começou. Está aqui. Ou você está nesse reino, no sentido do novo nascimento, ou você está fora dele. Alternativamente, quando pensamos no reino total de Jesus (toda autoridade pertence a ele), você está nesse reino, quer goste quer não. A questão é se você se prostrará agora, alegremente, com arrependimento, fé e ações de graça, ou esperará até ao final para se prostrar em terror. O fim está chegando. O Dia da Vitoria cristã está chegando, e não há dúvida de quem será visto como Rei no último dia.</p>
<p>(Trecho do livro &#8220;O Deus Presente&#8221;, que será lançado pela Editora Fiel em fevereiro de 2012).</p></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="justify">
<p><strong>D. A. Carson</strong></p>
<p>Jesus falou sobre o reino como algo que já havia começado. O reino já está aqui, operando em secreto. Ele é como fermento posto em uma massa; está operando quietamente e tendo seus efeitos. Contudo, em outros momentos, Jesus falou do reino como algo que vem no final, quando haverá consumação e transformação tremenda. Portanto, o reino já está presente; mas, visto de outra maneira, ele ainda não veio. Todas essas noções do reino centralizam-se em Jesus, o rei.</p>
<p>Depois da Segunda Guerra Mundial, um teólogo suíço chamado Oscar Cullmann usou um dos momentos decisivos da guerra para explicar algumas destas noções. Ele chamou atenção para o que aconteceu no Dia D, 6 de junho de 1944. Nesse tempo, os aliados do Ocidente já tinham expulsado os inimigos do Norte da África e começavam a penetrar a bota da Itália. Os russos estavam vindo das estepes. Já tinham defendido Stalingrado e avançavam para e através da Polônia e outros países da Europa Oriental. No Dia D, os aliados ocidentais chegaram às praias da Normandia e, em três dias, descarregaram 1,1 milhões de homens e inúmeras toneladas de material bélico. Havia uma segunda fronte do Ocidente. Toda pessoa inteligente podia ver que a guerra estava acabada. Afinal de contas, a guerra já estava acabada em termos de energia, material bélico, número de soldados e destinos para os quais todas essas frentes e trajetórias convergiam. Isso significou que Hitler disse: &ldquo;Opa! Fiz o cálculo errado!&rdquo; e pediu paz? O que aconteceu depois foi a Batalha do Bulge, na qual ele quase conquistou a costa da França novamente, mas recuou por falta de combustível. Depois, houve a Batalha de Berlim, que foi uma das mais sangrentas de toda a guerra. Portanto, a guerra ainda não estava terminada. Um ano depois, a guerra terminou finalmente na Europa, depois de os combatentes haverem atravessado esse grande intervalo entre o Dia D e o Dia da Vitória na Europa.</p>
<p>Cullmann disse que a experiência cristã é como essa guerra. O rei prometido veio. Este é o nosso Dia D: a vinda de Jesus, sua cruz e sua ressurreição. Depois de ressuscitar dos mortos, Jesus declarou, conforme os últimos versículos do evangelho de Mateus: &ldquo;Toda a autoridade me foi dada no céu e na terra&rdquo; (Mt 28.18). Ele é o rei. Mas isso significa que o Diabo diz: &ldquo;Opa! Fiz o cálculo errado! Acho que é melhor pedir paz&rdquo;? Isso significa que os seres humanos dizem: &ldquo;Bem, bem, você ressuscitou dos mortos. Você venceu. É melhor render-nos&rdquo;? Não, o que isso significa é que você tem alguns dos mais violentos conflitos, porque Jesus ainda não derrotou todos os seus inimigos. Ele reina. Toda a soberania de Deus é mediada pelo rei Jesus. O reino já começou. Está aqui. Ou você está nesse reino, no sentido do novo nascimento, ou você está fora dele. Alternativamente, quando pensamos no reino total de Jesus (toda autoridade pertence a ele), você está nesse reino, quer goste quer não. A questão é se você se prostrará agora, alegremente, com arrependimento, fé e ações de graça, ou esperará até ao final para se prostrar em terror. O fim está chegando. O Dia da Vitoria cristã está chegando, e não há dúvida de quem será visto como Rei no último dia.</p>
<p>(Trecho do livro &ldquo;O Deus Presente&rdquo;, que será lançado pela Editora Fiel em fevereiro de 2012).</p>
</div>
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		<title>Lançamento: Cave Mais Fundo</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Jan 2012 14:34:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editora Fiel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>

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		<description><![CDATA[<div align="justify"><p><a href="http://www.blogfiel.com.br/2012/01/cave-mais-fundo.html"><img class="aligncenter size-full wp-image-2580" src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2012/01/cave-blog.jpg" alt="Sobre o que você edificará sua vida?" width="439" height="123" /></a></p>
<p><strong>Trecho do livro "<a title="Cave Mais Fundo" href="http://www.lojafiel.net/produto.aspx?ProCodigo=285" target="_blank">Cave Mais Fundo</a>" escrito por Joshua Harris:</strong></p>
<p><a href="http://www.blogfiel.com.br/2012/01/cave-mais-fundo.html"><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2012/01/CaveMaisFundo.png" alt="Cave Mais Fundo" title="Cave Mais Fundo" width="201" height="300" class="alignleft size-full wp-image-2596" style="border:0;" /></a> Jesus não foi um vítima apanhada nas armadilhas da injustiça romana. Ele era Deus mesmo, que entregou espontaneamente a sua vida. Deus, o Pai, não era um divindade cruel e abusiva que não teve compaixão de seu próprio filho. Em vez disso, no mistério da Divindade, o Pai e o Filho resolveram juntos redimir a humanidade por meio da substituição. O pecado humano exigia que um preço fosse pago. Mas Deus pagaria o preço, com sua própria vida.</p>
<p>O Filho se tornou pecado no sentido de que ele representou a humanidade e assumiu o lugar da humanidade pecadora. Deus, o Pai, ministrou a justiça. A ira e a punição justas que a traição e a rebelião humana merecia foram derramadas sobre o Deus, o Filho. Na cruz, Deus mesmo tanto deu como recebeu o golpe.</p>
<p>Jesus não foi apanhado numa armadilha. Ele estava no controle. E escolheu, por causa de amor, entregar sua vida por mim. Jesus disse: "Por isso, o Pai me ama, porque eu dou a minha vida para a reassumir. Ninguém a tira de mim; pelo contrário, eu espontaneamente a dou. Tenho autoridade para a entregar e também para reavê-la. Este mandato recebi de meu Pai" (Jo 10.17,18).</p>
<p>Jesus entregou sua vida. Ele amou a glória de seu Pai. O Pai amou seu Filho. E, juntos, motivados por amor a um mundo perdido, eles pagaram o maior preço para expiar o pecado.</p><p>Extraído do Capítulo 6, "Uma maneira de ser bom novamente".</p>
<p><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2012/01/JoshuaHarris.jpg" alt="Joshua Harris" title="Joshua Harris" width="144" height="171" class="alignright size-full wp-image-2597" /> O AUTOR: Joshua Harris é o pastor da Covenant Life Church, em Gaithersburg, que pertence à rede de igrejas Sovereign Grace. Um pregador dotado com uma paixão por tornar a verdade teológica fácil ao entendimento, Joshua é, talvez, mais famoso por seu best-seller Eu Disse Adeus ao Namoro (Atos), que ele escreveu aos vintes e um anos de idade. Seus últimos livros incluem Garoto encontra garota (Atos), Sexo não é problema, lascívia sim (Cultura Cristã) e Stop Dating the Church. Sendo ele o fundador das conferências Next para adultos jovens, está comprometido com uma nova geração de cristãos. Ele e sua esposa, Shannon, têm três filhos.</p>

<p>Preço promocional até domingo (dia 22): <a href="http://bit.ly/wDLOIM" target="_blank">http://bit.ly/wDLOIM</a><br />
Divulgue no Twitter: <a href="http://bit.ly/A51uPP" target="_blank">http://bit.ly/A51uPP</a><br />
Divulgue no Facebook: <a href="http://on.fb.me/xh7ma7" target="_blank">http://on.fb.me/xh7ma7</a></p>
<p>Leia um trecho do livro:</p>
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			<content:encoded><![CDATA[<div align="justify">
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2580" src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2012/01/cave-blog.jpg" alt="Sobre o que você edificará sua vida?" width="439" height="123" /></p>
<p><strong>Trecho do livro &#8220;<a title="Cave Mais Fundo" href="http://www.lojafiel.net/produto.aspx?ProCodigo=285" target="_blank">Cave Mais Fundo</a>&#8221; escrito por Joshua Harris:</strong></p>
<p><a title="Cave Mais Fundo" href="http://www.lojafiel.net/produto.aspx?ProCodigo=285" target="_blank"><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2012/01/CaveMaisFundo.png" alt="Cave Mais Fundo" title="Cave Mais Fundo" width="201" height="300" class="alignleft size-full wp-image-2596" style="border:0;" /></a> Jesus não foi um vítima apanhada nas armadilhas da injustiça romana. Ele era Deus mesmo, que entregou espontaneamente a sua vida. Deus, o Pai, não era um divindade cruel e abusiva que não teve compaixão de seu próprio filho. Em vez disso, no mistério da Divindade, o Pai e o Filho resolveram juntos redimir a humanidade por meio da substituição. O pecado humano exigia que um preço fosse pago. Mas Deus pagaria o preço, com sua própria vida.</p>
<p>O Filho se tornou pecado no sentido de que ele representou a humanidade e assumiu o lugar da humanidade pecadora. Deus, o Pai, ministrou a justiça. A ira e a punição justas que a traição e a rebelião humana merecia foram derramadas sobre o Deus, o Filho. Na cruz, Deus mesmo tanto deu como recebeu o golpe.</p>
<p>Jesus não foi apanhado numa armadilha. Ele estava no controle. E escolheu, por causa de amor, entregar sua vida por mim. Jesus disse: &#8220;Por isso, o Pai me ama, porque eu dou a minha vida para a reassumir. Ninguém a tira de mim; pelo contrário, eu espontaneamente a dou. Tenho autoridade para a entregar e também para reavê-la. Este mandato recebi de meu Pai&#8221; (Jo 10.17,18).</p>
<p>Jesus entregou sua vida. Ele amou a glória de seu Pai. O Pai amou seu Filho. E, juntos, motivados por amor a um mundo perdido, eles pagaram o maior preço para expiar o pecado.</p>
<p>Extraído do Capítulo 6, &#8220;Uma maneira de ser bom novamente&#8221;.</p>
<p><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2012/01/JoshuaHarris.jpg" alt="Joshua Harris" title="Joshua Harris" width="144" height="171" class="alignright size-full wp-image-2597" /> O AUTOR: Joshua Harris é o pastor da Covenant Life Church, em Gaithersburg, que pertence à rede de igrejas Sovereign Grace. Um pregador dotado com uma paixão por tornar a verdade teológica fácil ao entendimento, Joshua é, talvez, mais famoso por seu best-seller Eu Disse Adeus ao Namoro (Atos), que ele escreveu aos vintes e um anos de idade. Seus últimos livros incluem Garoto encontra garota (Atos), Sexo não é problema, lascívia sim (Cultura Cristã) e Stop Dating the Church. Sendo ele o fundador das conferências Next para adultos jovens, está comprometido com uma nova geração de cristãos. Ele e sua esposa, Shannon, têm três filhos.</p>
<p>Preço promocional até domingo (dia 22): <a href="http://bit.ly/wDLOIM" target="_blank">http://bit.ly/wDLOIM</a><br />
Divulgue no Twitter: <a href="http://bit.ly/A51uPP" target="_blank">http://bit.ly/A51uPP</a><br />
Divulgue no Facebook: <a href="http://on.fb.me/xh7ma7" target="_blank">http://on.fb.me/xh7ma7</a></p>
<p>Leia um trecho do livro:</p>
<p><object classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" style="width:440px;height:331px" id="39b9097d-d68d-2c2b-d974-0721cfc26f46" ><param name="movie" value="http://static.issuu.com/webembed/viewers/style1/v2/IssuuReader.swf?mode=mini&amp;shareMenuEnabled=false&amp;printButtonEnabled=false&amp;shareButtonEnabled=false&amp;searchButtonEnabled=false&amp;backgroundColor=%23222222&amp;documentId=120117125300-56cd49121cbf4de08a43332a63743978" /><param name="allowfullscreen" value="true"/><param name="menu" value="false"/><param name="wmode" value="transparent"/><embed src="http://static.issuu.com/webembed/viewers/style1/v2/IssuuReader.swf" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" menu="false" wmode="transparent" style="width:440px;height:331px" flashvars="mode=mini&amp;shareMenuEnabled=false&amp;printButtonEnabled=false&amp;shareButtonEnabled=false&amp;searchButtonEnabled=false&amp;backgroundColor=%23222222&amp;documentId=120117125300-56cd49121cbf4de08a43332a63743978" /></object></div>
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		<title>Ora vem, Senhor Jesus</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Jan 2012 17:41:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Gardner</dc:creator>
				<category><![CDATA[Igreja]]></category>

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		<description><![CDATA[<div align="justify"><p align="center"><strong>&#34;Aquele que testifica estas coisas diz: Certamente cedo venho. Amém. Ora vem, Senhor Jesus.&#34; Ap 22.20</strong></p>
<p><a href="http://www.blogfiel.com.br/2012/01/ora-vem-senhor-jesus.html"><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2012/01/ora-vem-Senhor-Jesus.jpg" alt="Ora vem, Senhor Jesus" width="439" height="123" class="aligncenter size-full wp-image-2567" /></a></p>
<p>Entre os últimos versículos da Bíblia, encontramos essa promessa divina: Certamente cedo venho. Nosso Salvador, depois de detalhar os desafios e mistérios do apocalipse, nos assegura a iminência da sua volta. Num momento, num abrir e fechar de olhos  ele virá! Essa promessa é um grande conforto àqueles que têm o Espírito de adoção de filhos, pelo qual clamam &#34;Aba, Pai&#34; mas serve como um alerta solene àqueles que vivem ainda em rebelião contra seu Criador. Ele virá mais cedo do que você imagina e mais cedo do que você espera.</p>
<p>Paralelo a esta promessa divina, notamos neste versículo que há um desejo particular: Ora vem, Senhor Jesus. Este desejo denota, primeiramente, uma concordância com a proclamação do Deus Soberano. É o filho que olha para seu Pai e diz: &#34;Venha o teu reino; seja feita a tua vontade, assim na terra, como no céu&#34; (Lc 11.2). Mas não somente por submissão à vontade de Deus, mas por genuinamente ansiar que o Deus infalível cumpra seu querer. O filho verdadeiro sente conforto quando seu Pai está no controle. Creio que a oração Ora vem, Senhor Jesus é o desejo profundo do filho de Deus que tem deixado de ajuntar tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem tudo consomem, e onde os ladrões minam e roubam. É como se ele clamasse: Não há nada na depravação deste mundo que me satisfaz. Ora vem Senhor Jesus! Venha e salva-nos da miséria da nossa própria depravação. Venha e resgata-nos dos nossos planos e sonhos egoístas. Venha e mostre-nos o que é glória verdadeira e paz eterna. Ora vem Senhor Jesus!</p>
<p>Ao começar um ano novo, devemos refletir sobre a promessa que Deus nos deixou. Antes que termine o dia, pode ser que Cristo volte. Antes que chegue o final da semana, pode ser que ele venha. Antes que acabe este mês, pode ser que ele cumpra sua promessa. Que a iminência da sua volta leve-nos a clamar como clamou o apóstolo João: Ora vem, Senhor Jesus.  Venha antes do nascer do sol e leva-nos àquela cidade onde não há sol, porque a glória de Deus a tem iluminado, e o Cordeiro é a sua lâmpada (Ap 21.23). Ora vem, Senhor Jesus!</p></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="justify">
<p align="center"><strong>&#8220;Aquele que testifica estas coisas diz: Certamente cedo venho. Amém. Ora vem, Senhor Jesus.&#8221; Ap 22.20</strong></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2567" src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2012/01/ora-vem-Senhor-Jesus.jpg" alt="Ora vem, Senhor Jesus" width="439" height="123" /></p>
<p>Entre os últimos versículos da Bíblia, encontramos essa promessa divina: <em>Certamente cedo venho</em>. Nosso Salvador, depois de detalhar os desafios e mistérios do apocalipse, nos assegura a iminência da sua volta. Num momento, num abrir e fechar de olhos  ele virá! Essa promessa é um grande conforto àqueles que têm o Espírito de adoção de filhos, pelo qual clamam &#8220;Aba, Pai&#8221; mas serve como um alerta solene àqueles que vivem ainda em rebelião contra seu Criador. Ele virá mais cedo do que você imagina e mais cedo do que você espera.</p>
<p>Paralelo a esta <em>promessa divina</em>, notamos neste versículo que há um <em>desejo particular</em>: <em>Ora vem, Senhor Jesus</em>. Este desejo denota, primeiramente, uma concordância com a proclamação do Deus Soberano. É o filho que olha para seu Pai e diz: &#8220;Venha o teu reino; seja feita a tua vontade, assim na terra, como no céu&#8221; (Lc 11.2). Mas não somente por submissão à vontade de Deus, mas por genuinamente ansiar que o Deus infalível cumpra seu querer. O filho verdadeiro sente conforto quando seu Pai está no controle. Creio que a oração <em>Ora vem, Senhor Jesus</em> é o desejo profundo do filho de Deus que tem deixado de ajuntar tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem tudo consomem, e onde os ladrões minam e roubam. É como se ele clamasse: <em>Não há nada na depravação deste mundo que me satisfaz. Ora vem Senhor Jesus! Venha e salva-nos da miséria da nossa própria depravação. Venha e resgata-nos dos nossos planos e sonhos egoístas. Venha e mostre-nos o que é glória verdadeira e paz eterna. Ora vem Senhor Jesus!</em></p>
<p>Ao começar um ano novo, devemos refletir sobre a promessa que Deus nos deixou. Antes que termine o dia, pode ser que Cristo volte. Antes que chegue o final da semana, pode ser que ele venha. Antes que acabe este mês, pode ser que ele cumpra sua promessa. Que a iminência da sua volta leve-nos a clamar como clamou o apóstolo João: <em>Ora vem, Senhor Jesus</em>.  Venha antes do nascer do sol e leva-nos àquela cidade onde não há sol, <em>porque a glória de Deus a tem iluminado, e o Cordeiro é a sua lâmpada</em> (Ap 21.23). Ora vem, Senhor Jesus!</p>
</div>
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		<title>Pergunta: Devemos Guardar o Sábado?</title>
		<link>http://www.blogfiel.com.br/2012/01/pergunta-devemos-guardar-o-sabado.html</link>
		<comments>http://www.blogfiel.com.br/2012/01/pergunta-devemos-guardar-o-sabado.html#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 11 Jan 2012 11:58:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editora Fiel</dc:creator>
				<category><![CDATA[História da igreja]]></category>
		<category><![CDATA[Vida Cristã]]></category>
		<category><![CDATA[Você Pergunta]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.blogfiel.com.br/?p=2554</guid>
		<description><![CDATA[<blockquote><p><strong>Pergunta:</strong> "Olá, venho a vocês trazer uma pergunta simples, mas que às vezes gera dúvidas em minha mente limitada, a Bíblia diz que Jesus veio cumprir a lei e ele não aboliu a lei, como fica a questão de guardar o sábado? Agradecido desde já, Deus os abençoe." - Alciro Ventura, Santo Antônio da Platina - PR</p></blockquote>
<p>O pastor Wilson Porte Jr., responde a esta pergunta.</p>
<hr width="40%" size="1" align="center" />
<p><strong>Resposta:</strong></p>
<div align="justify"><p>Querido Alciro, excelente pergunta. Podemos, de modo bem simples e breve, resumir as Leis do Antigo Testamento em Leis Morais (ex.: Dez Mandamentos) e Leis Cerimoniais (ex.: sacrifício de animais). As Leis Morais não foram abolidas. As Leis Cerimoniais sim. Com a obra perfeita da redenção, Jesus Cristo aboliu todas as Leis Cerimoniais. É por isso que, por exemplo, não sacrificamos animais após a morte e ressurreição de nosso Salvador.</p>
  <p>Quanto ao sábado, ele se encontra dentro das Leis Morais. Ou seja, ele não foi abolido. Contudo, precisamos entender muito bem este ponto a fim de não cairmos no mesmo erro que caíram os judeus e entendermos o <em>sensus plenior</em> (o sentido mais completo, pleno, ou, o significado mais profundo pretendido por Deus) desta passagem.</p>
  <p>A guarda do sétimo dia encontra-se nos Dez Mandamentos. Está relacionada ao descanso do sétimo dia (após seis dias de trabalho). Todavia, embora se encontre dentro das Leis Morais, o sábado (no Antigo Testamento) era repleto de elementos cerimoniais, os quais foram abolidos na morte de Cristo. O aspecto moral, ou seja, que Deus espera que cessemos nossos esforços após seis dias trabalhados, isso não foi abolido. Em suma: o dia de descanso não foi abolido, mas os elementos cerimoniais envolvidos no mesmo sim. Lembrando que esse descanso envolvia devoção pessoal a Deus de um modo mais dedicado do que durante os &#34;seis dias trabalhados&#34;.</p>
  <p>O apóstolo Paulo afirma aos colossences (Cl 2.16-17) que ninguém deveria julgá-los por causa da comida, bebida, dia de festa, lua nova ou <strong><em>sábado</em></strong>. Por quê? Paulo diz que é pelo fato destas coisas serem sombra das coisas que haviam de vir (Cristo). Que coisas constituem a <em>sombra</em>? O sábado? Certamente que não. Mas os elementos cerimoniais incluídos nele e o modo supersticioso com o qual os judeus o tratavam.</p>
  <p>Não podemos deixar de lado o fato supersticioso envolvido no sábado. Algo que deveria ser feito com devoção santa, tornou-se em algo feito supersticiosamente, como se o simples fato de não se trabalhar no sábado já fosse um culto a Deus. Calvino, comentando isso nas <em>Institutas</em>, afirma que, em seu tempo, muitos estavam querendo fazer isso com o domingo. Tais pessoas eram tão supersticiosas quanto os judeus da Antiga Aliança. Elas guardavam o domingo (ou sábado) simplesmente por que entendiam que é um mandamento de Deus guarda-lo, sem meditarem e compreenderem o que Deus pretendia com esse &#8220;descanso&#8221;. Fazendo assim, de nada diferiam dos antigos fariseus.</p>
  <p>Segundo o Dicionário VINE, a raiz da palavra sábado em hebraico e grego (shabbath e sabbaton, respectivamente) tem a ver com &#34;cessação de atividade&#34;, e não &#34;de relaxamento ou repouso&#34;. É óbvio que, com a cessação das atividades vem o descanso. Mas esse descanso não deve estar relacionado necessariamente ao cansaço físico. Deus descansou em um shabbath (Gn 2). Embora Ele não estava cansado, Ele cessou sua atividade criadora.</p>
  <p>Posto isso, afirmamos que o <em>sensus plenior</em> do sábado é destinar um dia ao descanso, à devoção ao Senhor, livrando-nos, dentre outras coisas, de nos envolvermos de tal modo com este mundo a ponto de abandonarmos completamente uma vida diária de comunhão com Deus.</p>
  <p>Crisóstomo cria que o sábado foi substituído pelo domingo, o Dia do Senhor. Calvino, comentando 1Co 16.2 afirma que não precisamos pensar assim. Calvino diz: &#8220;É bem provável que no princípio os apóstolos retivessem o dia que já lhes era familiar, mas que, mais tarde, as observâncias escrupulosas dos judeus os forçaram a desistir dele e substituí-lo por outro [dia]. Ora, o Dia do Senhor foi escolhido em preferência a todos os demais, visto que a ressurreição de nosso Senhor pôs fim às sombras da lei. Portanto, este dia nos leva a recordar de nossa liberdade cristã&#8221;.</p>
  <p>E é isso que vemos no Novo Testamento, os apóstolos valendo-se do domingo (o Dia do Senhor) para seus encontros de adoração.</p>
  <p>Espero ter respondido à sua questão. Um forte abraço,</p>
  <p>Wilson Porte Jr.</p>
<p><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2012/01/Wilson_Porte.jpg" alt="Wilson Porte" title="Wilson Porte" width="93" height="112" class="alignleft size-full wp-image-2559" /> Wilson Porte Jr. é ministro da Convenção Batista Brasileira, membro da Comunhão Reformada Batista do Brasil, pastor da Igreja Batista Liberdade, Araraquara-SP, Bacharel em Teologia pelo Seminário Bíblico Palavra da Vida e concluindo o Mestrado em Teologia pelo Centro de Pós-Graduação Andrew Jumper (Universidade Presbiteriana Mackenzie). É casado com Rosana, pai do Natan e da Ana.</p></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><strong>Pergunta:</strong> &#8220;Olá, venho a vocês trazer uma pergunta simples, mas que às vezes gera dúvidas em minha mente limitada, a Bíblia diz que Jesus veio cumprir a lei e ele não aboliu a lei, como fica a questão de guardar o sábado? Agradecido desde já, Deus os abençoe.&#8221; &#8211; Alciro Ventura, Santo Antônio da Platina &#8211; PR</p>
</blockquote>
<p>O pastor Wilson Porte Jr., responde a esta pergunta.</p>
<hr width="40%" size="1" align="center" />
<p><strong>Resposta:</strong></p>
<div align="justify">
<p>Querido Alciro, excelente pergunta. Podemos, de modo bem simples e breve, resumir as Leis do Antigo Testamento em Leis Morais (ex.: Dez Mandamentos) e Leis Cerimoniais (ex.: sacrifício de animais). As Leis Morais não foram abolidas. As Leis Cerimoniais sim. Com a obra perfeita da redenção, Jesus Cristo aboliu todas as Leis Cerimoniais. É por isso que, por exemplo, não sacrificamos animais após a morte e ressurreição de nosso Salvador.</p>
<p>Quanto ao sábado, ele se encontra dentro das Leis Morais. Ou seja, ele não foi abolido. Contudo, precisamos entender muito bem este ponto a fim de não cairmos no mesmo erro que caíram os judeus e entendermos o <em>sensus plenior</em> (o sentido mais completo, pleno, ou, o significado mais profundo pretendido por Deus) desta passagem.</p>
<p>A guarda do sétimo dia encontra-se nos Dez Mandamentos. Está relacionada ao descanso do sétimo dia (após seis dias de trabalho). Todavia, embora se encontre dentro das Leis Morais, o sábado (no Antigo Testamento) era repleto de elementos cerimoniais, os quais foram abolidos na morte de Cristo. O aspecto moral, ou seja, que Deus espera que cessemos nossos esforços após seis dias trabalhados, isso não foi abolido. Em suma: o dia de descanso não foi abolido, mas os elementos cerimoniais envolvidos no mesmo sim. Lembrando que esse descanso envolvia devoção pessoal a Deus de um modo mais dedicado do que durante os &quot;seis dias trabalhados&quot;.</p>
<p>O apóstolo Paulo afirma aos colossences (Cl 2.16-17) que ninguém deveria julgá-los por causa da comida, bebida, dia de festa, lua nova ou <strong><em>sábado</em></strong>. Por quê? Paulo diz que é pelo fato destas coisas serem sombra das coisas que haviam de vir (Cristo). Que coisas constituem a <em>sombra</em>? O sábado? Certamente que não. Mas os elementos cerimoniais incluídos nele e o modo supersticioso com o qual os judeus o tratavam.</p>
<p>Não podemos deixar de lado o fato supersticioso envolvido no sábado. Algo que deveria ser feito com devoção santa, tornou-se em algo feito supersticiosamente, como se o simples fato de não se trabalhar no sábado já fosse um culto a Deus. Calvino, comentando isso nas <em>Institutas</em>, afirma que, em seu tempo, muitos estavam querendo fazer isso com o domingo. Tais pessoas eram tão supersticiosas quanto os judeus da Antiga Aliança. Elas guardavam o domingo (ou sábado) simplesmente por que entendiam que é um mandamento de Deus guarda-lo, sem meditarem e compreenderem o que Deus pretendia com esse &ldquo;descanso&rdquo;. Fazendo assim, de nada diferiam dos antigos fariseus.</p>
<p>Segundo o Dicionário VINE, a raiz da palavra sábado em hebraico e grego (shabbath e sabbaton, respectivamente) tem a ver com &quot;cessação de atividade&quot;, e não &quot;de relaxamento ou repouso&quot;. É óbvio que, com a cessação das atividades vem o descanso. Mas esse descanso não deve estar relacionado necessariamente ao cansaço físico. Deus descansou em um shabbath (Gn 2). Embora Ele não estava cansado, Ele cessou sua atividade criadora.</p>
<p>Posto isso, afirmamos que o <em>sensus plenior</em> do sábado é destinar um dia ao descanso, à devoção ao Senhor, livrando-nos, dentre outras coisas, de nos envolvermos de tal modo com este mundo a ponto de abandonarmos completamente uma vida diária de comunhão com Deus.</p>
<p>Crisóstomo cria que o sábado foi substituído pelo domingo, o Dia do Senhor. Calvino, comentando 1Co 16.2 afirma que não precisamos pensar assim. Calvino diz: &ldquo;É bem provável que no princípio os apóstolos retivessem o dia que já lhes era familiar, mas que, mais tarde, as observâncias escrupulosas dos judeus os forçaram a desistir dele e substituí-lo por outro [dia]. Ora, o Dia do Senhor foi escolhido em preferência a todos os demais, visto que a ressurreição de nosso Senhor pôs fim às sombras da lei. Portanto, este dia nos leva a recordar de nossa liberdade cristã&rdquo;.</p>
<p>E é isso que vemos no Novo Testamento, os apóstolos valendo-se do domingo (o Dia do Senhor) para seus encontros de adoração.</p>
<p>Espero ter respondido à sua questão. Um forte abraço,</p>
<p>Wilson Porte Jr.</p>
<p><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2012/01/Wilson_Porte.jpg" alt="Wilson Porte" title="Wilson Porte" width="93" height="112" class="alignleft size-full wp-image-2559" /> Wilson Porte Jr. é ministro da Convenção Batista Brasileira, membro da Comunhão Reformada Batista do Brasil, pastor da Igreja Batista Liberdade, Araraquara-SP, Bacharel em Teologia pelo Seminário Bíblico Palavra da Vida e concluindo o Mestrado em Teologia pelo Centro de Pós-Graduação Andrew Jumper (Universidade Presbiteriana Mackenzie). É casado com Rosana, pai do Natan e da Ana.</p>
</div>
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		<title>Agora Eu Só Assisto Culto em Inglês</title>
		<link>http://www.blogfiel.com.br/2012/01/agora-eu-so-assisto-culto-em-ingles.html</link>
		<comments>http://www.blogfiel.com.br/2012/01/agora-eu-so-assisto-culto-em-ingles.html#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 09 Jan 2012 13:42:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jáder Borges</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Evangelização e Missões]]></category>
		<category><![CDATA[Igreja]]></category>
		<category><![CDATA[Pregação]]></category>

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		<description><![CDATA[<div align="justify"><p align="center"><strong><em>O perigo de enveredarmos por modismos e outras formas de humanismo na </em>Igreja.</strong></p>
<p><a href=" http://www.blogfiel.com.br/2012/01/agora-eu-so-assisto-culto-em-ingles.html"><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2012/01/Ingles.jpg" alt="Agora Eu Só Assisto Culto em Inglês" title="Agora Eu Só Assisto Culto em Inglês" width="186" height="214" class="alignleft size-full wp-image-2546" /></a> Encontrei com um amigo que eu não via há muitos anos e, claro, atravessei a rua para dar-lhe um abraço e relembrar em minutos, grandes momentos e boas lembranças! Claro que reclamei que ele estava sumido e que nunca mais o vira na igreja. Ele teve a humildade de responder-me em português mesmo, sendo nós dois pernambucanos: &#8220;<em>rapaz, é que agora eu freqüento outra igreja e só assisto o culto em inglês</em>&#8221;.</p>
<p>&#8220;<em>Vixe</em>&#8221; ou &#8220;<em>vôte</em>&#8221;, foram duas expressões bem típicas nossas que logo brotaram na minha cabeça, e que só dá para traduzir uma delas, que é o &#8220;vixe&#8221;. &#8220;Vixe&#8221; é uma corruptela da expressão &#8220;Virgem&#8221;, quando no Nordeste muito católico de séculos atrás, esta era uma &#8220;invocação&#8221; enquanto se denotava grande espanto, mas que foi caindo no uso popular para revelar apenas espanto, mesmo, deixando a &#8220;invocação&#8221; de fora. Já, &#8220;<em>vôte</em>&#8221;, não tem com eu tentar traduzir, e só os pernambucanos &#8216;da gema&#8217; conseguirão ir até o talo no uso desta expressão, enquanto sorriem da lembrança desta palavra. Denota, digamos, &#8220;estranheza&#8221;.</p>
<p>Nós dois éramos do interior do estado. Inglês para nós, era &#8220;<em>boy</em>&#8221;, &#8220;<em>girl</em>&#8221; e &#8220;<em>the book is on the table</em>&#8221;. Convertidos e criados no Palavra da Vida Nordeste, o máximo de inglês que ele e eu conhecíamos era observar Magoo conversando com Dona Janice na língua lá dos Estados Unidos.</p>
<p>Mas aquele meu amigo agora, só assistia cultos em inglês. E falou com um certo ar de superioridade, de quem sabia diferenciar um pouco mais o idioma de Shakespeare. Agora ele podia me dizer que: &#8220;The Bible is on the table!&#8221;</p>
<p>Décadas depois e por circunstâncias do ministério, tendo viajado ao longo do tempo e ao redor do mundo, pude ver como o inglês é mesmo útil. Prático para conversar com tailandeses, como tentei evangelizar um, na Ásia, e conciso nas explicações. Lembro-me que a certa altura de uma conversa com um português, de cujo Português eu não estava entendendo absolutamente nada, quase solicitei muito constrangido ao meu interlocutor luso se &#8220;não daria para continuarmos a conversar em inglês?&#8221;. Prático para a comunicação, eficiente para a escrita, mas para cultuar ao Senhor, que bom que eu posso fazer isso em bom português, e até com o meu sotaque pernambucano. Deus entende. [...]</p></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="justify">
<p align="center"><strong><em>O perigo de enveredarmos por modismos e outras formas de humanismo na </em>Igreja.</strong></p>
<p><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2012/01/Ingles.jpg" alt="Agora Eu Só Assisto Culto em Inglês" title="Agora Eu Só Assisto Culto em Inglês" width="186" height="214" class="alignleft size-full wp-image-2546" /> Encontrei com um amigo que eu não via há muitos anos e, claro, atravessei a rua para dar-lhe um abraço e relembrar em minutos, grandes momentos e boas lembranças! Claro que reclamei que ele estava sumido e que nunca mais o vira na igreja. Ele teve a humildade de responder-me em português mesmo, sendo nós dois pernambucanos: &ldquo;<em>rapaz, é que agora eu freqüento outra igreja e só assisto o culto em inglês</em>&rdquo;.</p>
<p>&ldquo;<em>Vixe</em>&rdquo; ou &ldquo;<em>vôte</em>&rdquo;, foram duas expressões bem típicas nossas que logo brotaram na minha cabeça, e que só dá para traduzir uma delas, que é o &ldquo;vixe&rdquo;. &ldquo;Vixe&rdquo; é uma corruptela da expressão &ldquo;Virgem&rdquo;, quando no Nordeste muito católico de séculos atrás, esta era uma &ldquo;invocação&rdquo; enquanto se denotava grande espanto, mas que foi caindo no uso popular para revelar apenas espanto, mesmo, deixando a &ldquo;invocação&rdquo; de fora. Já, &ldquo;<em>vôte</em>&rdquo;, não tem com eu tentar traduzir, e só os pernambucanos &lsquo;da gema&rsquo; conseguirão ir até o talo no uso desta expressão, enquanto sorriem da lembrança desta palavra. Denota, digamos, &ldquo;estranheza&rdquo;.</p>
<p>Nós dois éramos do interior do estado. Inglês para nós, era &ldquo;<em>boy</em>&rdquo;, &ldquo;<em>girl</em>&rdquo; e &ldquo;<em>the book is on the table</em>&rdquo;. Convertidos e criados no Palavra da Vida Nordeste, o máximo de inglês que ele e eu conhecíamos era observar Magoo conversando com Dona Janice na língua lá dos Estados Unidos.</p>
<p>Mas aquele meu amigo agora, só assistia cultos em inglês. E falou com um certo ar de superioridade, de quem sabia diferenciar um pouco mais o idioma de Shakespeare. Agora ele podia me dizer que: &ldquo;The Bible is on the table!&rdquo;</p>
<p>Décadas depois e por circunstâncias do ministério, tendo viajado ao longo do tempo e ao redor do mundo, pude ver como o inglês é mesmo útil. Prático para conversar com tailandeses, como tentei evangelizar um, na Ásia, e conciso nas explicações. Lembro-me que a certa altura de uma conversa com um português, de cujo Português eu não estava entendendo absolutamente nada, quase solicitei muito constrangido ao meu interlocutor luso se &ldquo;não daria para continuarmos a conversar em inglês?&rdquo;. Prático para a comunicação, eficiente para a escrita, mas para cultuar ao Senhor, que bom que eu posso fazer isso em bom português, e até com o meu sotaque pernambucano. Deus entende.</p>
<p><strong>Deus e os idiomas.</strong></p>
<p>Foi Deus quem criou os idiomas e dialetos. E todos têm sentido. Do árabe ao dialeto falado pelos índios ianomâmis no interior da selva amazônica, cada língua tem o seu jeito e sentido de ser e de expressar. A língua onde nascemos é a língua do coração. É onde nos comunicamos plenamente.</p>
<p>Os idiomas surgiram de um ato de arrogância humana. Hoje, há o perigo de esta arrogância retornar até mesmo em igrejas, pois &lsquo;dá certo status&rsquo; tentar introduzir em qualquer conversa que seja, que agora &lsquo;<em>só se assiste o culto em inglês&rsquo;</em>, ou que &lsquo;<em>na minha igreja tem culto em inglês</em>&rsquo;. Que pena. Culto não se &ldquo;assiste&rdquo;. Culto se presta ao Senhor!</p>
<p>E se em Babel houve divisão por causa do desentendimento que os idiomas e dialetos causaram, em Jerusalém, no dia de Pentecostes, após a ascensão do Senhor e a vinda do Espírito para desempenhar maravilhoso ministério entre o povo de Deus, a barreira do idioma foi superada, a pregação do evangelho tornou-se realidade internacional e a união e unidade da Igreja foi estabelecida. Mas, uma coisa me chama a atenção neste episódio fantástico de Atos 2: Deus usou a língua para transmitir as suas maravilhas. Usou a língua de cada povo, para cada povo que ali se encontrava!  A reação dos que ouviram o mais precioso anúncio de todos, chegou aos ouvidos das pessoas e o registro sagrado é desta maneira:</p>
<p>&ldquo;&#8230;Todos [os crentes em Cristo] ficaram cheios do Espírito Santo e passaram a falar em outras línguas, segundo o Espírito lhes concedia que falassem.  Ora, estavam habitando em Jerusalém judeus, homens piedosos, vindos de todas as nações debaixo do céu.  Quando, pois, se fez ouvir aquela voz, afluiu a multidão, que se possuiu de perplexidade, <u>porquanto cada um os ouvia falar na sua própria língua</u>.  Estavam, pois, atônitos e se admiravam, dizendo: Vede! Não são, porventura, galileus todos esses que aí estão falando? E como os ouvimos falar, <u>cada um em nossa própria língua materna</u>? Somos partos, medos, elamitas e os naturais da Mesopotâmia, Judéia, Capadócia, Ponto e Ásia,  da Frígia, da Panfília, do Egito e das regiões da Líbia, nas imediações de Cirene, e romanos que aqui residem,  tanto judeus como prosélitos, cretenses e arábios. <u>Como os ouvimos falar em nossas próprias línguas as grandezas de Deus</u>?<strong> </strong> (Atos 2.4-11- destaques nosso). </p>
<p>Diante deste relato e contra os modismos dos cultos em inglês, compartilho quatro motivos porque penso que este modismo é mesmo prejudicial:</p>
<p><strong>1. Cultos em inglês são prejudiciais porque cada pessoa entende bem e entende muito melhor o que se é dito em seu próprio idioma</strong>.</p>
<p>Pode ser a pessoa mais capaz em dominar idiomas; pode se comunicar bem e expressar-se em quantas línguas conseguir, mas, com certeza, na hora da dor, da solidão, da tristeza, da alegria, da transmissão de uma grande notícia&#8230; cada pessoa prefere falar em sua própria língua materna. É natural e espontâneo, isto!</p>
<p>A partir do livro de Atos vimos que as nações de debaixo do céu tiveram este privilégio: ouvir em sua própria língua materna sobre as grandezas de Deus! Incentivo, alías, para Missões e missionários em todos os tempos: &ldquo;<em>vão e aprendam a falar na língua do povo para onde vocês forem. Contem para eles o evangelho de uma maneira que eles também e tão bem escutem</em>&rdquo;. </p>
<p>A minha esposa consegue comunicar-se em quatro idiomas, mas seu tempo devocional e suas orações ao Senhor são feitos na língua do seu coração. Você já percebeu que a melhor língua para se orar é a nossa própria língua?! Não tem comparação, mesmo que dominemos vários idiomas, é tão bom falar com o Pai na língua que Ele nos deu! E ele entende Português muito bem.</p>
<p><strong>2. Cultos em inglês são prejudiciais porque podem desviar o coração, alimentar a vaidade, o egoísmo e a idolatria pessoal, que eu chamaria de &ldquo;egolatria&rdquo;.</strong></p>
<p>Mesmo crentes e perdoados, continuamos pecadores. E neste mundo, não tem jeito. Somos constantemente tentados pelo pecado da vaidade. Esta, aliás, é uma das tentações que mais rápido cedemos e um pecado que tão rapidamente caímos. A vaidade pode dominar um coração, mesmo que o rosto tente demonstrar &ldquo;piedade&rdquo; por fora. Enganoso é o coração e desesperadamente corrupto, diz o profeta Jeremias (17.9). Ainda hoje, tem pessoas que se sentem bem em &ldquo;parecer&rdquo; que domina outro idioma (e com isso, aparecer, também); que consegue falar em outro idioma, que tudo faz para comentar algo em uma rodinha de amigos (todos brasileiros), conversando em inglês, só para mostrar que &ldquo;também Sabe falar muito bem em inglês, tá?!&rdquo; Pode trazer uma certa satisfação perigosa, do tipo &ldquo;<em>eu faço parte deste seleto grupo</em>&rdquo;&#8230; Isto pode ocorrer sim, com o ser humano que a partir desta atitude, não estará mais prestando culto ao Senhor, mas  a si mesmo.</p>
<p><strong>3. Cultos em inglês são prejudiciais porque podem se transformar em curso de idioma e &ldquo;<em>conversação e cantoria gospel</em>&rdquo;, ao invés de culto.</strong></p>
<p>Qual deve ser a motivação ao se participar de um culto ao Senhor? Prestar-lhe honras, gratidões e glórias e aprender e ser edificado na Sua Palavra, para poder servir-Lhe melhor. E se na nossa cidade isto tudo é possível em Português, não há mesmo necessidade de brasileiros passarem a cultuar ao Senhor em outro idioma, em nosso solo. Isto porque, Deus conhece o Português muito bem e, também, porque não impressionaremos Deus, jamais, com o nosso &ldquo;inglês&rdquo;. Cultos em inglês terminam levando pessoas a mudarem a intenção do culto; terminam desviando o que seria <strong>culto</strong>, para <strong>curso</strong> de inglês. Ora, igrejas que adotaram esta prática, penso que fariam melhor uso do idioma da rainha da Inglaterra, se abrissem as suas portas para ensinar mesmo o inglês em diversos horários, mas não em culto. Ou, melhor, ainda: que passassem a dar aulas de inglês como reforço escolar em escolas públicas aos sábados à tarde, como forma de ajudar a comunidade ali residente a melhorar o conhecimento nesta língua tão importante para esta geração de jovens que, com certeza, precisará do idioma. Poderiam tirar dúvidas, esclarecer como a gramática inglesa funciona&#8230; conquistar com isso amizades e corações e, tendo oportunidades, começariam a evangelização daquela gente, em Português mesmo. Eles entenderiam melhor e poderiam compreender em Português as maravilhas de Deus.</p>
<p>Culto é algo muito sério. Tão sério que Deus logo percebe e julga a intenção; a motivação. Tantas vezes Ele exortou a nação de Israel que aquele povo estava até se aproximando e honrando com os lábios, mas com o coração estava bem distante ( Is 29.13); que o povo podia ajuntar-se para o culto, com belas canções, até, mas depois ia embora do mesmo jeito – pecador, ambiciosos, calculista e frio – de antes ( não deixe de ler: Ez 33.31,32). É algo tão sério que Ele pergunta (quando vê vida suja): &ldquo;&#8230;quem vos deu autorização de pisar nos meus átrios? (Is 1.12) É tão sério que, quando a mulher samaritana perguntou a Jesus sobre ADORAÇÃO, o Senhor respondeu-lhe utilizando uma palavra pouco usual na Bíblia, em referência a Deus: o verbo PROCURAR. Pouquíssimas vezes você lerá na Bíblia &ldquo;Deus procurando&rdquo; (uma, porque Ele é onisciente), mas, quando chegou nesta hora e neste assunto tão importante, Jesus lhe disse que o Pai procura adoradores que o adorem em espírito e em verdade (João 4.23). Em &ldquo;espírito&rdquo;, ou seja: no mais profundo do nosso ser; na nossa alma; aquela parte mais íntima, mais intensa e mais profunda da nossa existência. E ali no mais profundo da nossa existência, Aquele que nos formou e fez para a sua glória, nos deu um idioma. O idioma onde nós nascemos é a língua com a qual nos comunicamos melhor com Deus e o adoramos. Não deve ser outra, pois &lsquo;<em>outra&rsquo;</em> não expressa tão bem as verdades que brotem nos nossos corações. </p>
<p>Então, participamos dos cultos em nossa própria língua para podermos aprender melhor da Palavra de Deus, para fortalecermos melhor o nosso espírito e assim, podermos adorá-Lo de verdade e verdadeiramente. Não que não seja possível em outro idioma. Mas, se temos o nosso próprio e Ele nos deu o privilégio de conhecermos a Sua própria Palavra e santa vontade em Português, por que precisaríamos de outra?  </p>
<p>Louvo a Deus porque homens e mulheres sérios e incansáveis deixaram as suas pátrias e vieram ao Brasil, e aprenderam Português, para pregarem sobre as grandezas de Deus no nosso vernáculo. Nomes como os do Dr Robert e Sarah Kalley (congregacionais),  Simonton e Helen (Presbiterianos) e William e Ana Bagby, incansáveis missionários batistas na Bahia, chegando no ano de 1881, entre outros.</p>
<p>Quer falar inglês? Vá e matricule-se em um curso! Quer conversar em inglês? Faça amizade com americanos, ingleses, australianos&#8230; com outros brasileiros que dominem o idioma&#8230; mas, por favor, culto não é curso. Casa de Deus é casa de adoração, e não casa de demonstração.</p>
<p>Naquele grande Dia, povos da Terra estarão diante do Cordeiro, e todos louvarão em suas próprias  línguas, vindo estes salvos de raças, tribos e nações. O Cordeiro entende e nós louvaremos com a língua do coração (é só ver o livro do apocalipse e conferir).</p>
<p><strong>4. Cultos em inglês são prejudiciais porque podem causar separação.</strong></p>
<p>Algo precioso para Deus é quando a família sobe junto para adorar ao Senhor (salmo 122). Quando vem unida para a Igreja. Com o modismo dos &ldquo;cultos em inglês&rdquo;, filhos podem dizer a seus pais que preferem &lsquo;participar&rsquo; do culto em inglês, geralmente em outro horário, ou, pelo menos, em outro local – tem que ser. Cria-se uma espécie de &ldquo;elite gospel&rdquo;, mesmo que se afirme &ldquo;de pés juntos&rdquo; que não é este o propósito, mas é o que termina acontecendo tantas vezes, e aqui já comentamos sobre este perigo (da vaidade). </p>
<p>E assim, a própria igreja não se reúne mais; não &lsquo;toma a refeição&rsquo; unida; não persevera nesta santa, linda e bendita comunhão (At 2.42,43) A parte do Corpo &ldquo;que não fala inglês&rdquo; vai ficando meio de lado, ou totalmente de lado. Jovens já não conversam mais com os mais velhos, que não aprenderam inglês e quase nada sabem deste idioma – mas que falam muito bem o Português&#8230; De um lado, irmãos na mesma igreja identificam: &ldquo;<em>ah, aqueles são os do &lsquo;culto em inglês</em>&rsquo;&#8230; Que pena. Passa a existir o &ldquo;aqueles&rdquo;, quando deveria existir bem e de maneira muito bonita o &ldquo;nós&rdquo; da comunhão autêntica! O &ldquo;nós juntos&rdquo;, no Espírito, em espírito e em bendita comunhão, de uns cumprimentando e conhecendo os outros pelo nome e também pelas histórias de vida.</p>
<p><strong>Meu amigo Lee.</strong></p>
<p>Moro em uma cidade que está sendo &lsquo;invadida&rsquo; por chineses! Montadoras de automóveis e demais firmas chinesas estão trazendo mão-de-obra chinesa para cá. O meu bairro parece agora uma &ldquo;China Town&rdquo;.  Fiz amizade com alguns deles. Conversamos em &ldquo;gesticulês&rdquo; e eu estou tentando conseguir Bíblias em chinês para muitos deles. Um, em especial (conversamos em inglês) é o jovem Lee. Até consegui um chinês que fala Português, para servir de intérprete entre nós. Mas o problema foi que este chinês não fala &ldquo;o chinês&rdquo; da região do Lee. Resultado: ficamos falando em inglês, mesmo&#8230;</p>
<p>Ah, como seria bom se a mentalidade mudasse para &ldquo;cursos de idiomas para que transmitamos  a mensagem do evangelho na língua materna dos povos que Deus está trazendo para o nosso meio! Ah, como seria bom se a maioria dos freqüentadores dos &ldquo;cultos em inglês&rdquo; (grande parte de jovens), tomasse a iniciativa de aprender chinês! Tem regiões em nosso Brasil, onde o idioma oficial do bairro ou da área é o árabe! E como esses povos que falam árabe e não conseguem se comunicar em Português, mesmo vivendo no Brasil, poderiam ser eternamente beneficiados se encontrassem gente falando em árabe, as maravilhas de Deus!</p>
<p>No culto de Natal, consegui levar Lee à nossa Igreja. Ele não domina muito bem o inglês, mas é bem simpático. E, graças a Deus, nossos irmãos o cercaram de muito amor e consideração pelo visitante. Tiveram paciência em conversar com Lee e alguns até entabularam &lsquo;uma conversa em chinês mandarim&rsquo;, deixando o jovem oriental muito impressionado. Na volta para casa com a nossa família, no carro Lee comentou sobre o culto de Natal. Ele me disse: &ldquo;<em>Jáder, eu não entendi uma só palavra do que foi falado no culto. Mas eu entendi algumas coisas: que vocês não são Hollywood</em>&rdquo;. Eu achei aquilo engraçado e estranho, e perguntei, querendo saber mais: &ldquo;<em>como assim, Lee, nós não somos Hollywood</em>?!&rdquo; E ele prosseguiu: &ldquo;<em>&#8230;eu tenho visto na televisão e em alguns locais que vocês cristãos tem feito de tudo para se parecer com Hollywood, tentando impressionar a muitos. Mas, na Igreja, esta noite, eu vi gente sincera e simples, que demonstra amar este Jesus que vocês crêem</em>&rdquo;.</p>
<p>Eu fiquei com os olhos marejados. Que bom que Lee havia entendido que é possível um povo se reunir para adorar Aquele em quem crê; Jesus Cristo.</p>
<p>Lee continua ateu. Cresceu ouvindo sobre o evolucionismo. Pouco ou nada sabe sobre Jesus de Nazaré. Esta semana eu encontrei um outro chinês que fala bem Português e é crente em Jesus Cristo. Juntos iremos procurar o Lee e falar na sua própria língua sobre as maravilhas de Deus e sobre o nosso maravilhoso Jesus. </p>
<p>Ore por nós. Ore por isto. E ore em Português mesmo, se este for o idioma da sua alma, querido leitor. </p>
</div>
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		<title>Resoluções</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Jan 2012 18:52:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Vida Cristã]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.blogfiel.com.br/2012/01/resolucoes-3.html" title="Resoluções"><img class="alignleft" src="http://www.dialogosuniversitarios.com.br/UserFiles/91/Image/comportamento/mao_escrevendo%5B1%5D.JPG" alt="" width="400" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Terminou o ano de 2011.</p>
<p style="text-align: justify;">Começa 2012.</p>
<p style="text-align: justify;">Essas épocas de começo de ano são também épocas de novas resoluções, fruto normalmente de áreas de nossa vida que desejamos desempenhar melhor, ou projetos novos que desejamos começar. Pelo seu simbolismo, o começo de cada ano parece fornecer o momento ideal para as resoluções - afinal, sempre queremos começar novas coisas pelo começo, não é? Não é à toa que a segunda-feira é o dia favorito para aquelas decisões que tomamos ao longo do ano.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, enfim, todos os anos saímos com aquelas listas cheias de atividades e decisões. Não raramente, repetimos algumas das decisões tomadas no ano anterior e que, por alguma razão, não fomos capazes de realizar.</p>
<p style="text-align: justify;">Nossas decisões de começo de ano podem ser bem abrangentes, envolvendo atividades ligadas a rotinas e hábitos, como abandonar algum vício ou hábito ruim, ou fazer a leitura de um ou alguns livros, uma mudança no horário de acordar ou dormir, a realização de uma viagem ou mesmo a aquisição de novos bens, ou coisas ligadas à saúde ou aparência, como iniciar novas dietas, freqüentar uma academia, começar a praticar algum esporte, a renovação do guarda-roupas, ou ainda decisões relativas à formação ou ao trabalho, como iniciar algum curso, aprender um novo ofício, buscar uma promoção ou um novo emprego e ainda tem aquelas resoluções relacionais, que vão desde reparação de um relacionamento quebrado - perdoar e buscar perdão - até a decisão de formar uma nova família, noivar e casar. [...]</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft" src="http://www.dialogosuniversitarios.com.br/UserFiles/91/Image/comportamento/mao_escrevendo%5B1%5D.JPG" alt="" width="400" height="300" /></p>
<p style="text-align: justify;">Terminou o ano de 2011.</p>
<p style="text-align: justify;">Começa 2012.</p>
<p style="text-align: justify;">Essas épocas de começo de ano são também épocas de novas resoluções, fruto normalmente de áreas de nossa vida que desejamos desempenhar melhor, ou projetos novos que desejamos começar. Pelo seu simbolismo, o começo de cada ano parece fornecer o momento ideal para as resoluções &#8211; afinal, sempre queremos começar novas coisas pelo começo, não é? Não é à toa que a segunda-feira é o dia favorito para aquelas decisões que tomamos ao longo do ano.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, enfim, todos os anos saímos com aquelas listas cheias de atividades e decisões. Não raramente, repetimos algumas das decisões tomadas no ano anterior e que, por alguma razão, não fomos capazes de realizar.</p>
<p style="text-align: justify;">Nossas decisões de começo de ano podem ser bem abrangentes, envolvendo atividades ligadas a rotinas e hábitos, como abandonar algum vício ou hábito ruim, ou fazer a leitura de um ou alguns livros, uma mudança no horário de acordar ou dormir, a realização de uma viagem ou mesmo a aquisição de novos bens, ou coisas ligadas à saúde ou aparência, como iniciar novas dietas, freqüentar uma academia, começar a praticar algum esporte, a renovação do guarda-roupas, ou ainda decisões relativas à formação ou ao trabalho, como iniciar algum curso, aprender um novo ofício, buscar uma promoção ou um novo emprego e ainda tem aquelas resoluções relacionais, que vão desde reparação de um relacionamento quebrado &#8211; perdoar e buscar perdão &#8211; até a decisão de formar uma nova família, noivar e casar.</p>
<p></a></p>
<p style="text-align: justify;">As resoluções renovam a determinação e são boas. Elas podem ser um instrumento de honestidade e auto-análise que não praticamos com freqüência e podem ajudar a dar foco e a disciplinar a conduta e melhorar em áreas carentes da vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas é preciso ter cuidado. Algumas dessas resoluções podem nos absorver de modo tal que a sua realização pode se tornar um fim em si mesmo. O sábio Salomão, no ocaso da vida, ao escrever o livro de Eclesiastes, lembra que tudo é vapor, tudo é vaidade, névoa. Que a vida é passageira, fugaz e seu brilho é transitório. Efêmero – e olha que Salomão experimentou de tudo. Ele é alguém que teve o mundo aos seus pés e conheceu sexo, riqueza e poder. O salmista também lembra que <em>tudo passa rapidamente e nós voamos</em> (Sl 90). Uma prova disso, aliás, são nossos 4 bisavós. Eles nasceram, viveram sua infância, juventude, tiveram seus sonhos, suas aspirações, suas realizações, fracassos e desapontamentos, formaram família, trabalharam, enfim, fizeram sua história e, provavelmente, tudo o que (via de regra) sabemos deles é seu primeiro nome!, se é que lembramos.</p>
<p style="text-align: justify;">Não, o sábio Salomão não quer desanimar seu leitor (nem eu o quero). Ele está dizendo que há coisas que são essenciais. Ele está dizendo que, para a nossa existência ter sentido, é preciso que algo maior do que essas decisões e situações da vida vá à sua frente e as governe. Ele lembra que há algo que deve cortar de modo transversal, por assim dizer, todas as decisões e projetos do homem e que, sem as coisas essenciais, tudo perde o sentido, tudo perde sua <em>raison d’etre</em>. Salomão ensina que a suma de todas as coisas é temer a Deus e guardar seus mandamentos (Ec 12) e que, sem Deus, tudo o mais é vaidade, névoa e vapor. É Deus quem dá sentido à vida e à história. Ele deve ser o crivo, a principal referência de todas as ações do homem.</p>
<p style="text-align: justify;">O senso da glória de Deus dá uma perspectiva toda nova para as nossas resoluções. No começo do século XVIII, um jovem nascido nos Estados Unidos colonial chamado Jonathan Edwards, com apenas 18 anos de idade, escreveu suas famosas resoluções. Ele produziu 70 resoluções e decidiu que elas seriam suas diretrizes para o resto de sua vida. E, de fato, as usou como um elemento disciplinador de suas ações. Durante toda sua vida, as suas resoluções foram uma espécie de guia para sua conduta e um memorial de suas motivações. Ao invés de renovar suas resoluções a cada ano, Edwards renovava seu compromisso com as resoluções tomadas na juventude e permaneceu com suas 70 resoluções até seu último dia de vida. E qual era a característica central de suas resoluções? Era a glória de Deus! Em todas as suas ações, ele desejava engrandecer e glorificar o Deus que o criou e se revelou ao homem pelas Escrituras. Edwards percebeu que Deus é o bem supremo do homem. Ele entendeu bem as palavras do salmista, que disse “Deus é minha porção e herança”. Isto quer dizer nada nesta terra era mais valioso para ele do que o Senhor. Deus era seu bem mais valioso, sua maior riqueza, o objeto supremo de seu amor e devoção, o sumo bem de sua vida. Amar e glorificar a Deus eram a grande aspiração de Edwards e o que dava sentido à sua existência. Esse senso da glória de Deus era a pedra de toque de todas as decisões do jovem Edwards.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste começo de 2012, quero propor ao leitor que tome suas decisões, faça suas resoluções com o mesmo espírito de Jonathan Edwards. Que as resoluções sejam governadas pelo senso da existência de Deus, de sua glória e de sua revelação, a Bíblia. Que suas resoluções reflitam o ensino do apóstolo Paulo, que diz que devemos fazer todas as coisas movidos pela fé, pois “o que não provém da fé é pecado” e ensina ainda que “quer comamos, quer bebamos, que façamos tudo para a glória de Deus”.</p>
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		<title>Pergunta: Por que em Gênesis 1.1 a Palavra &#8220;Céu&#8221; Está no Plural?</title>
		<link>http://www.blogfiel.com.br/2011/12/pergunta-por-que-em-genesis-1-1-a-palavra-ceu-esta-no-plural.html</link>
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		<pubDate>Tue, 27 Dec 2011 12:10:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editora Fiel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bíblia]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Você Pergunta]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.blogfiel.com.br/?p=2473</guid>
		<description><![CDATA[<blockquote><p><strong>Pergunta:</strong> "Em Gênesis 1.1 - "No princípio criou Deus os céus e a terra." a palavra "céu" está no plural, enquanto "terra" está no singular. Venho buscando entender esse plural. Podem me ajudar?" - Valdemar Donizeti Bassetto, São Paulo - SP</p></blockquote>
<p>O professor Adauto Lourenço, responde a esta pergunta.</p>
<hr width="40%" size="1" align="center" />
<p><strong>Resposta:</strong></p>
<div align="justify"><p>Gênesis 1:1 é um resumo de toda a criação de Deus, descrita nos capítulos 1 e 2 de Gênesis.<br />A palavra céu ocorre no plural por serem vários, mais especificamente três, na terminologia bíblica.<br />O primeiro céu é o que chamamos de atmosfera da Terra (onde ficam as nuvens e voam aves e aviões).<br />O segundo céu é o espaço sideral (onde ficam os corpos celestes - planetas, luas, estrelas, galáxias - e onde viajam as naves espaciais).<br />O terceiro céu é mencionado apenas pelo apóstolo Paulo em II Coríntios 12.</p><p>Veja porque o primeiro e o segundo céus foram criados no segundo dia:</p><p>Verso 8: "E chamou Deus o firmamento Céus." (Segundo dia).<br />Verso 14: "Haja luzeiros no firmamento dos céus." (Quarto dia. Note que os céus já existiam).<br />Verso 20: "Voem as aves sobre a terra, sob o firmamento dos céus."  (Quinto dia. Note que os céus já existiam).</p><p>Este assunto é tratado no livro "<a href="http://www.lojafiel.net/produto.aspx?ProCodigo=283" title="Gênesis 1&#038;2: A Mão de Deus na Criação" target="_blank">Gênesis 1&#038;2: A Mão de Deus na Criação</a>", capítulo 9, "Os Três Primeiros Dias de Criação".</p>
<p><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Adauto_Lourenço.jpg" alt="Adauto Lourenço" title="Adauto Lourenço" width="93" height="112" class="alignleft size-full wp-image-2474" /> Adauto Lourenço é formado em Física pela Bob Jones University; possui mestrado em Física, obtido na Clemson University, EUA. Realizou pesquisas no Max Planck Institut für Strömungsfurchung, em Göttingen, Alemanha e no Oak Ridge National Laboratory, EUA. É professor, pesquisador, escritor, e tem realizado seu ministério na área de apologética (fé e ciência; criacionismo; etc.) através de palestras em igrejas e seminários de todo o Brasil e outros países. Adauto é casado com Sueli, e o casal tem três filhas: Quezia, Joyce e Sarah.</p></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><strong>Pergunta:</strong> &#8220;Em Gênesis 1.1 &#8211; &#8220;No princípio criou Deus os céus e a terra.&#8221; a palavra &#8220;céu&#8221; está no plural, enquanto &#8220;terra&#8221; está no singular. Venho buscando entender esse plural. Podem me ajudar?&#8221; &#8211; Valdemar Donizeti Bassetto, São Paulo &#8211; SP</p>
</blockquote>
<p>O professor Adauto Lourenço, responde a esta pergunta.</p>
<hr width="40%" size="1" align="center" />
<p><strong>Resposta:</strong></p>
<div align="justify">
<p>Gênesis 1:1 é um resumo de toda a criação de Deus, descrita nos capítulos 1 e 2 de Gênesis.<br />A palavra céu ocorre no plural por serem vários, mais especificamente três, na terminologia bíblica.<br />O primeiro céu é o que chamamos de atmosfera da Terra (onde ficam as nuvens e voam aves e aviões).<br />O segundo céu é o espaço sideral (onde ficam os corpos celestes &#8211; planetas, luas, estrelas, galáxias &#8211; e onde viajam as naves espaciais).<br />O terceiro céu é mencionado apenas pelo apóstolo Paulo em II Coríntios 12.</p>
<p>Veja porque o primeiro e o segundo céus foram criados no segundo dia:</p>
<p>Verso 8: &#8220;E chamou Deus o firmamento Céus.&#8221; (Segundo dia).<br />Verso 14: &#8220;Haja luzeiros no firmamento dos céus.&#8221; (Quarto dia. Note que os céus já existiam).<br />Verso 20: &#8220;Voem as aves sobre a terra, sob o firmamento dos céus.&#8221;  (Quinto dia. Note que os céus já existiam).</p>
<p>Este assunto é tratado no livro &#8220;<a href="http://www.lojafiel.net/produto.aspx?ProCodigo=283" title="Gênesis 1&#038;2: A Mão de Deus na Criação" target="_blank">Gênesis 1&#038;2: A Mão de Deus na Criação</a>&#8220;, capítulo 9, &#8220;Os Três Primeiros Dias de Criação&#8221;.</p>
<p><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Adauto_Lourenço.jpg" alt="Adauto Lourenço" title="Adauto Lourenço" width="93" height="112" class="alignleft size-full wp-image-2474" /> Adauto Lourenço é formado em Física pela Bob Jones University; possui mestrado em Física, obtido na Clemson University, EUA. Realizou pesquisas no Max Planck Institut für Strömungsfurchung, em Göttingen, Alemanha e no Oak Ridge National Laboratory, EUA. É professor, pesquisador, escritor, e tem realizado seu ministério na área de apologética (fé e ciência; criacionismo; etc.) através de palestras em igrejas e seminários de todo o Brasil e outros países. Adauto é casado com Sueli, e o casal tem três filhas: Quezia, Joyce e Sarah.</p>
</div>
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		<title>Por Quem Cristo Morreu?</title>
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		<pubDate>Sun, 25 Dec 2011 12:00:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editora Fiel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bíblia]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Pregação]]></category>
		<category><![CDATA[Teologia]]></category>

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		<description><![CDATA[<div align="justify"><p><strong>Por John Owen</strong></p><p><a href="http://www.blogfiel.com.br/2011/12/por-quem-cristo-morreu.html"><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Fiel-blog-header.jpg" alt="Por Quem Cristo Morreu?" title="Por Quem Cristo Morreu?" width="439" height="123" class="aligncenter size-full wp-image-2457" /></a></p><p>O Pai impôs sua ira devida a, e o Filho suportou a punição por:</p>
<p>Todos os pecados de todos os homens,<br />Todos os pecados de alguns homens ou<br />Alguns dos pecados de todos os homens.</p>
<p>Neste caso, podemos dizer:</p>
<p>Que, se o último caso é verdadeiro, todos os homens têm alguns dos pecados pelos quais tem de responder, e, portanto, ninguém é salvo.</p>
<p>Que, se o segundo caso é verdadeiro, então Cristo, sofreu em lugar deles por todos os pecados de todos os eleitos no mundo. E isto é a verdade.</p>
<p>Mas, se o primeiro caso é verdadeiro, por que todos os homens não são livres da punição devida aos seus pecados?</p>
<p>Você responde: &#8220;Por causa de incredulidade&#8221;.</p>
<p>Eu pergunto: esta incredulidade é pecado ou não? Se é, então Cristo sofreu a punição devida a ela, ou ele não sofreu. Se ele sofreu, por que isso tem de impedi-los, mais do que quaisquer outros pecados pelos quais Cristo morreu? Se Cristo não sofreu tal punição, ele não morreu por todos os pecados deles!</p>
<p><em>Este é um trecho da obra de John Owen &#8220;A Morte da Morte na Morte de Cristo&#8221;, Livro 1, Capítulo 3.</em></p></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="justify">
<p><strong>Por John Owen</strong></p>
<p><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Fiel-blog-header.jpg" alt="Por Quem Cristo Morreu?" title="Por Quem Cristo Morreu?" width="439" height="123" class="aligncenter size-full wp-image-2457" /></p>
<p>O Pai impôs sua ira devida a, e o Filho suportou a punição por:</p>
<p>Todos os pecados de todos os homens,<br />Todos os pecados de alguns homens ou<br />Alguns dos pecados de todos os homens.</p>
<p>Neste caso, podemos dizer:</p>
<p>Que, se o último caso é verdadeiro, todos os homens têm alguns dos pecados pelos quais tem de responder, e, portanto, ninguém é salvo.</p>
<p>Que, se o segundo caso é verdadeiro, então Cristo, sofreu em lugar deles por todos os pecados de todos os eleitos no mundo. E isto é a verdade.</p>
<p>Mas, se o primeiro caso é verdadeiro, por que todos os homens não são livres da punição devida aos seus pecados?</p>
<p>Você responde: &ldquo;Por causa de incredulidade&rdquo;.</p>
<p>Eu pergunto: esta incredulidade é pecado ou não? Se é, então Cristo sofreu a punição devida a ela, ou ele não sofreu. Se ele sofreu, por que isso tem de impedi-los, mais do que quaisquer outros pecados pelos quais Cristo morreu? Se Cristo não sofreu tal punição, ele não morreu por todos os pecados deles!</p>
<p><em>Este é um trecho da obra de John Owen &ldquo;A Morte da Morte na Morte de Cristo&rdquo;, Livro 1, Capítulo 3.</em></p>
</div>
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		<title>Pergunta: Como Direcionar as Pessoas a Serem mais Bibliocêntricas e Cristocêntricas?</title>
		<link>http://www.blogfiel.com.br/2011/12/pergunta-como-direcionar-as-pessoas-a-serem-mais-bibliocentricas-e-cristocentricas.html</link>
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		<pubDate>Thu, 22 Dec 2011 16:12:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editora Fiel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ministério]]></category>
		<category><![CDATA[Você Pergunta]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.blogfiel.com.br/?p=2464</guid>
		<description><![CDATA[<blockquote><p><strong>Pergunta:</strong> "Como direcionar as pessoas a serem mais bibliocêntricas em suas vidas, e, sendo assim, cristocêntricas, para que a base de suas vidas e práticas não seja meramente a busca de experiências, visões, profecias, etc.? Por atuar principalmente num meio onde tais manifestações são comuns, meu alvo é poder ver cristãos, mesmo congregando em igrejas que tenham tais práticas, a serem mais bíblicos e fiéis." - Robson Alves de Lima, Navegantes - SC</p></blockquote>
<p>Pr. Josafá Vasconcelos, responde a esta pergunta.</p>
<hr width="40%" size="1" align="center" />
<p><strong>Resposta:</strong></p>
<div align="justify"><p>Uma forma objetiva e direta de fazer com que a Igreja priorize as Escrituras é fazendo-a conhecer a doutrina da SUFICIÊNCIA DAS ESCRITURAS.</p>
<p>É preciso que a Igreja creia que a Bíblia é a Palavra infalível, inerrante, autoritativa e final de Deus! Que a ela nada se acrescentará em tempo algum, portanto não devemos seguir outra orientação porque só ela é: lampada para os pés e Luz para o caminho e também porque "Toda Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para repreensão, para correção, para a educação na justiça, a fim de que o homem de Deus seja prefeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra" (2 Tm 3:16,17). Só ela é a ÚNICA regra de Fé e Prática.</p> 
<p>Dificilmente os crentes vão valorizar devidamente as Escrituras enquanto houver uma "competição" entre a Bíblia e os chamados dons de revelação. Não há "duas Palavras de Deus"! Os dons de revelação existiram e foram dados pelo Espírito Santo para a Igreja, num momento em que as Escrituras não estavam ainda completas, mas tendo chegado o conhecimento "perfeito", o que era em parte foi aniquilado! (1 Cor. 13: 8-10; Hb 1:1). Só assim, haverá o devido apreço e amor pelas Escrituras na Igreja de Jesus Cristo.</p>
<p>Pr. Josafá Vasconcelos.</p></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><strong>Pergunta:</strong> &#8220;Como direcionar as pessoas a serem mais bibliocêntricas em suas vidas, e, sendo assim, cristocêntricas, para que a base de suas vidas e práticas não seja meramente a busca de experiências, visões, profecias, etc.? Por atuar principalmente num meio onde tais manifestações são comuns, meu alvo é poder ver cristãos, mesmo congregando em igrejas que tenham tais práticas, a serem mais bíblicos e fiéis.&#8221; &#8211; Robson Alves de Lima, Navegantes &#8211; SC</p>
</blockquote>
<p>Pr. Josafá Vasconcelos, responde a esta pergunta.</p>
<hr width="40%" size="1" align="center" />
<p><strong>Resposta:</strong></p>
<div align="justify">
<p>Uma forma objetiva e direta de fazer com que a Igreja priorize as Escrituras é fazendo-a conhecer a doutrina da SUFICIÊNCIA DAS ESCRITURAS.</p>
<p>É preciso que a Igreja creia que a Bíblia é a Palavra infalível, inerrante, autoritativa e final de Deus! Que a ela nada se acrescentará em tempo algum, portanto não devemos seguir outra orientação porque só ela é: lampada para os pés e Luz para o caminho e também porque &#8220;Toda Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para repreensão, para correção, para a educação na justiça, a fim de que o homem de Deus seja prefeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra&#8221; (2 Tm 3:16,17). Só ela é a ÚNICA regra de Fé e Prática.</p>
<p>Dificilmente os crentes vão valorizar devidamente as Escrituras enquanto houver uma &#8220;competição&#8221; entre a Bíblia e os chamados dons de revelação. Não há &#8220;duas Palavras de Deus&#8221;! Os dons de revelação existiram e foram dados pelo Espírito Santo para a Igreja, num momento em que as Escrituras não estavam ainda completas, mas tendo chegado o conhecimento &#8220;perfeito&#8221;, o que era em parte foi aniquilado! (1 Cor. 13: 8-10; Hb 1:1). Só assim, haverá o devido apreço e amor pelas Escrituras na Igreja de Jesus Cristo.</p>
<p>Pr. Josafá Vasconcelos.</p>
</div>
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		<item>
		<title>Pergunta: Temos uma Desculpa para Pecar?</title>
		<link>http://www.blogfiel.com.br/2011/12/pergunta-temos-uma-desculpa-para-pecar.html</link>
		<comments>http://www.blogfiel.com.br/2011/12/pergunta-temos-uma-desculpa-para-pecar.html#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 20 Dec 2011 12:00:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editora Fiel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vida Cristã]]></category>
		<category><![CDATA[Você Pergunta]]></category>

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		<description><![CDATA[<blockquote><p><strong>Pergunta:</strong> "Lá em Romanos: 7.14-20, fala que o pecado que habita em mim esse eu o faço: Isso é uma desculpa para um cristão continuar pecando? Por que lá em Colossenses: 3.5, fala pra matar a nossa natureza terrena por que agora que somos de Cristo, somos nova criatura (I Cor:5.17). Então me explique o que Paulo quis dizer em Romanos: 7.14-20?" - Silviney de Souza Ferreira, Caucaia - CE</p></blockquote>
<p>Sillas Campos, pastor da P.I.B. de Tupã, responde a esta pergunta.</p>
<hr width="40%" size="1" align="center" />
<p><strong>Resposta:</strong></p>
<div align="justify"><p>Prezado irmão Silviney:<br />Graça e paz!<br />Em Romanos 7:14 Paulo inicia um tratado sobre o conflito das duas naturezas.  Este trecho de Romanos tem sido uns dos versos mais debatidos no Novo Testamento.  João Calvino e vários outros bons teólogos defendem que Paulo está descrevendo o conflito que todo pecador regenerado tem com as inclinações pecaminosas ainda presentes em seu corpo mortal.  Por isso o texto de Colossenses 3:5, e por isso também Paulo disse, em 1 Cor. 9:27,  que subjugava seu próprio corpo, e o reduzia à servidão para que de alguma maneira não viesse a ficar reprovado. </p>
<p>Logo, quanto a Romanos 7:14-25 poderíamos dividí-lo assim:.</span></p>
<p><strong>&#160;&#160;&#160;(a) </strong>Romanos 7:14-17 - Paulo fala da sua incapacidade de evitar aquilo que ele desaprova.<br /><strong>&#160;&#160;&#160;(b) </strong>Romanos 7:18-20 - Paulo fala de sua incapacidade de praticar aquilo que ele aprova.<br /><strong>&#160;&#160;&#160;(c) </strong>Romanos 7:21-25 - Finalmente ele conclui essa discussão mostrando a solução e livramento de Deus para esta crise.</p>
<p>Mas devo dizer que estamos expostos  a dois extremos perigosos:  Primeiro, cuidado para não usar este texto de Romanos como justificativa para uma vida cristã relaxada.  Segundo, cuidado para não usar versos da Bíblia sem contexto (como alguns fazem com 1 Cor.5:17, por exemplo) para desenvolver a teologia da vida cristã vitoriosa, sem pecado. Isso é uma ilusão falaciosa.</p>
<p>Romanos 8 fala sobre mortificarmos o pecado que ainda existe em nós. Temos este pecado remanescente que precisa ir sendo eliminado de nossas vidas. Isso não acontece do dia para a noite, mas temos de nos esforçar, com diligência, para eliminarmos aqueles ranços de pecado que ainda permanecem em nós. Em Gálatas 5.16 Paulo fala sobre não darmos lugar à carne e manda que vivamos no Espírito. Temos de viver em submissão à Palavra e ao Espírito de Deus diariamente,  lutando contra nossos três inimigos: o Diabo, o mundo, e a carne.</p>
<p>A grande diferença entre a carne antes e depois da salvação é que depois da salvação nós a odiamos e rejeitamos e desejamos obedecer a Deus e nos assemelharmos a Cristo para honrarmos e glorificarmos nosso Pai. E nosso Pai provê tudo que precisamos para vivermos em obediência. Ele nos deu aquilo que chamamos de meios da graça: oração, leitura bíblica, comunhão com os irmãos em Cristo, participar dos cultos de sua igreja local, ceia do Senhor, evangelismo. O apóstolo Paulo também fala em Efésios 6 como podemos nos revestir de toda a armadura de Deus para fugirmos das setas inflamadas do diabo. Devemos seguir seu conselho sábio.</p>
<p><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Sillas_Campos.jpg" alt="Sillas Campos" title="Sillas Campos" width="93" height="112" class="alignleft size-full wp-image-2445" /> Sillas Campos recebeu treinamento teológico no San Diego Christian College, EUA. É um dos diretores da Editora Fiel. Foi pastor e fundador da Igreja Batista da Graça, em S. José dos Campos-SP, de 1986 de 1994. Serviu na Igreja Batista de Bragança Paulista e, desde o ano 2000, assumiu o pastorado da P.I.B. de Tupã, onde permanece até hoje. Atualmente, ele é mestrando em Teologia pela Liberty University (Masters of Arts in Theological Studies). É casado com Wanger Campos, com quem tem quatro filhas.</p></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><strong>Pergunta:</strong> &#8220;Lá em Romanos: 7.14-20, fala que o pecado que habita em mim esse eu o faço: Isso é uma desculpa para um cristão continuar pecando? Por que lá em Colossenses: 3.5, fala pra matar a nossa natureza terrena por que agora que somos de Cristo, somos nova criatura (I Cor:5.17). Então me explique o que Paulo quis dizer em Romanos: 7.14-20?&#8221; &#8211; Silviney de Souza Ferreira, Caucaia &#8211; CE</p>
</blockquote>
<p>Sillas Campos, pastor da P.I.B. de Tupã, responde a esta pergunta.</p>
<hr width="40%" size="1" align="center" />
<p><strong>Resposta:</strong></p>
<div align="justify">
<p>Prezado irmão Silviney:<br />Graça e paz!<br />Em Romanos 7:14 Paulo inicia um tratado sobre o conflito das duas naturezas.  Este trecho de Romanos tem sido uns dos versos mais debatidos no Novo Testamento.  João Calvino e vários outros bons teólogos defendem que Paulo está descrevendo o conflito que todo pecador regenerado tem com as inclinações pecaminosas ainda presentes em seu corpo mortal.  Por isso o texto de Colossenses 3:5, e por isso também Paulo disse, em 1 Cor. 9:27,  que subjugava seu próprio corpo, e o reduzia à servidão para que de alguma maneira não viesse a ficar reprovado. </p>
<p>Logo, quanto a Romanos 7:14-25 poderíamos dividí-lo assim:.</span></p>
<p><strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;(a) </strong>Romanos 7:14-17 - Paulo fala da sua incapacidade de evitar aquilo que ele desaprova.<br /><strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;(b) </strong>Romanos 7:18-20 &#8211; Paulo fala de sua incapacidade de praticar aquilo que ele aprova.<br /><strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;(c) </strong>Romanos 7:21-25 - Finalmente ele conclui essa discussão mostrando a solução e livramento de Deus para esta crise.</p>
<p>Mas devo dizer que estamos expostos  a dois extremos perigosos:  Primeiro, cuidado para não usar este texto de Romanos como justificativa para uma vida cristã relaxada.  Segundo, cuidado para não usar versos da Bíblia sem contexto (como alguns fazem com 1 Cor.5:17, por exemplo) para desenvolver a teologia da vida cristã vitoriosa, sem pecado. Isso é uma ilusão falaciosa.</p>
<p>Romanos 8 fala sobre mortificarmos o pecado que ainda existe em nós. Temos este pecado remanescente que precisa ir sendo eliminado de nossas vidas. Isso não acontece do dia para a noite, mas temos de nos esforçar, com diligência, para eliminarmos aqueles ranços de pecado que ainda permanecem em nós. Em Gálatas 5.16 Paulo fala sobre não darmos lugar à carne e manda que vivamos no Espírito. Temos de viver em submissão à Palavra e ao Espírito de Deus diariamente,  lutando contra nossos três inimigos: o Diabo, o mundo, e a carne.</p>
<p>A grande diferença entre a carne antes e depois da salvação é que depois da salvação nós a odiamos e rejeitamos e desejamos obedecer a Deus e nos assemelharmos a Cristo para honrarmos e glorificarmos nosso Pai. E nosso Pai provê tudo que precisamos para vivermos em obediência. Ele nos deu aquilo que chamamos de meios da graça: oração, leitura bíblica, comunhão com os irmãos em Cristo, participar dos cultos de sua igreja local, ceia do Senhor, evangelismo. O apóstolo Paulo também fala em Efésios 6 como podemos nos revestir de toda a armadura de Deus para fugirmos das setas inflamadas do diabo. Devemos seguir seu conselho sábio.</p>
<p><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Sillas_Campos.jpg" alt="Sillas Campos" title="Sillas Campos" width="93" height="112" class="alignleft size-full wp-image-2445" /> Sillas Campos recebeu treinamento teológico no San Diego Christian College, EUA. É um dos diretores da Editora Fiel. Foi pastor e fundador da Igreja Batista da Graça, em S. José dos Campos-SP, de 1986 de 1994. Serviu na Igreja Batista de Bragança Paulista e, desde o ano 2000, assumiu o pastorado da P.I.B. de Tupã, onde permanece até hoje. Atualmente, ele é mestrando em Teologia pela Liberty University (Masters of Arts in Theological Studies). É casado com Wanger Campos, com quem tem quatro filhas.</p>
</div>
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		<title>Enriquecendo-se com a Bíblia</title>
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		<pubDate>Sat, 17 Dec 2011 12:00:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bíblia]]></category>
		<category><![CDATA[Igreja]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Teologia]]></category>
		<category><![CDATA[Tiago Santos]]></category>
		<category><![CDATA[Vida Cristã]]></category>

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		<description><![CDATA[<div align="justify"><p><strong>Toda a Escritura é Inspirada por Deus...</strong></p>
<p><a href="http://www.blogfiel.com.br/2011/12/enriquecendo-se-com-a-biblia.html"><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/11/Enriquecendo-se-com-a-Bíblia.jpg" alt="Enriquecendo-se com a Bíblia" title="Enriquecendo-se com a Bíblia" width="160" height="213" class="alignleft size-full wp-image-2320" /></a> No Brasil, houve um tempo em que o cristão era conhecido como &#8220;Bíblia&#8221; ou &#8220;aquela gente do livro de capa preta&#8221;.</p> <p>Embora esse apelido fosse empregado de forma depreciativa pelos de fora da igreja, assim como quando o próprio termo &#8220;cristão&#8221; foi cunhado pela primeira vez, em Antioquia, ou &#8220;Puritanos&#8221;, na Inglaterra do século XVI, permanece o fato de que o apelido evidenciava a ênfase, os valores, as crenças daquele povo. De alguma maneira, o motivo da chacota era também o que tornava os cristãos distintos no mundo em que viviam. É uma pena que, em nossos dias, tal distinção já não seja tão evidente.</p> <p>Mas, enfim, se há algo que pode ser dito sobre o verdadeiro cristão é de que este ama a Bíblia, o livro dos livros. A Bíblia tem o peso da autoridade da Palavra divina. Este é o argumento do apóstolo Paulo a Timóteo, quando disse que &#8220;Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda a boa obra.&#8221; (2 Tim 3.16,17)</p><p>Paulo, numa única sentença, afirma de forma clara e inquestionável a autoridade absoluta das Escrituras. E, uma vez esclarecido que Deus é o autor da Bíblia, o apóstolo passar a listar como podemos nos beneficiar dela. Por outro lado, podemos dizer que as Escrituras não serão nada proveitosas ou de muito pouca utilidade em nossas vidas, se antes não a reconhecermos como a Palavra de Deus. João Calvino desenvolveu bem esse raciocínio, ao comentar esse trecho das Escrituras: [...]</p></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="justify">
<p><strong>Toda a Escritura é Inspirada por Deus&#8230;</strong></p>
<p><a href="http://www.lojafiel.net/produto.aspx?ProCodigo=284" target="_blank"><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/11/Enriquecendo-se-com-a-Bíblia.jpg" alt="Enriquecendo-se com a Bíblia" title="Enriquecendo-se com a Bíblia" width="160" height="213" class="alignleft size-full wp-image-2320" /></a> No Brasil, houve um tempo em que o cristão era conhecido como &ldquo;Bíblia&rdquo; ou &ldquo;aquela gente do livro de capa preta&rdquo;.</p>
<p>Embora esse apelido fosse empregado de forma depreciativa pelos de fora da igreja, assim como quando o próprio termo &ldquo;cristão&rdquo; foi cunhado pela primeira vez, em Antioquia, ou &ldquo;Puritanos&rdquo;, na Inglaterra do século XVI, permanece o fato de que o apelido evidenciava a ênfase, os valores, as crenças daquele povo. De alguma maneira, o motivo da chacota era também o que tornava os cristãos distintos no mundo em que viviam. É uma pena que, em nossos dias, tal distinção já não seja tão evidente.</p>
<p>Mas, enfim, se há algo que pode ser dito sobre o verdadeiro cristão é de que este ama a Bíblia, o livro dos livros. A Bíblia tem o peso da autoridade da Palavra divina. Este é o argumento do apóstolo Paulo a Timóteo, quando disse que &ldquo;Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda a boa obra.&rdquo; (2 Tim 3.16,17)</p>
<p>Paulo, numa única sentença, afirma de forma clara e inquestionável a autoridade absoluta das Escrituras. E, uma vez esclarecido que Deus é o autor da Bíblia, o apóstolo passar a listar como podemos nos beneficiar dela. Por outro lado, podemos dizer que as Escrituras não serão nada proveitosas ou de muito pouca utilidade em nossas vidas, se antes não a reconhecermos como a Palavra de Deus. João Calvino desenvolveu bem esse raciocínio, ao comentar esse trecho das Escrituras: </p>
<p>Para asseverar a autoridade da Palavra, Paulo ensina que ela [Palavra] é inspirada por Deus. Porque, se esse é o caso, então não há qualquer dúvida que os homens devem recebê-la com reverência. Eis aqui o princípio que distingue nossa religião de todas as demais, ou seja: sabemos que Deus nos falou e estamos plenamente convencidos de que os profetas não falaram de si próprios, mas que, como órgãos do Espírito Santo, pronunciaram somente aquilo para o qual foram do céu comissionados a declarar. Todos quantos desejam beneficiar-se das Escrituras devem antes aceitar isto como um princípio estabelecido, a saber: que a lei e os profetas não são ensinos passados adiante ao bel-prazer dos homens ou produzidos pelas mentes humanas como sua fonte, senão que foram ditados pelo Espírito Santo <sup><a href="#_ftn1" name="_ftnref1" title="" id="_ftnref1">1</a></sup>. </p>
<p>Deus quis se revelar a ao homem. E ele só pode ser achado através da revelação que fez de si mesmo, nas Escrituras. O apóstolo Paulo, em sua epístola aos Romanos, demonstra que a criação atesta os atributos invisíveis de Deus, seu eterno poder e divindade, porém, somente por meio da Palavra é que Deus, o autor da criação, pode ser realmente conhecido.</p>
<p>As Escrituras são pródigas em afirmar sua própria autoridade, poder e fonte divinas. O autor aos Hebreus chama a Palavra de &ldquo;viva, e eficaz, e mais cortante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até ao ponto de dividir alma e espírito, juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e propósitos do coração&rdquo;. (Hb. 4.12)</p>
<p>O Salmo 119 é uma celebração da Lei do Senhor. Davi utiliza as mais belas técnicas da poesia hebraica para exaltar a Palavra, a Lei do Senhor <sup><a href="#_ftn2" name="_ftnref2" title="" id="_ftnref2">2</a></sup>. Neste salmo, Davi enaltece recorrentemente a Lei, santificando-a e afirmando sua capacidade transformar, vivificar, animar, sustentar, guiar, nutrir, fortalecer, iluminar, encorajar, ensinar, advertir, exortar, corrigir.</p>
<p>O ponto é que Deus resolveu que tudo quanto devemos saber acerca de seu ser, seus atributos, seu caráter, sua grandeza, majestade, poder e glória; e tudo quanto deveríamos saber sobre a criação, sobre nós, os homens, nosso relacionamento original com ele, nossa queda em Adão, a realidade do pecado – e a ruptura humanamente irreparável que se estabeleceu entre ele e os homens; a salvação que ele prometeu desde o Gênesis por meio do Redentor, a sua aliança com o povo que ele escolheu para si, a vinda do cordeiro santo, o verbo eterno de Deus, que se fez homem, viveu entre nós, padeceu, morreu e ressuscitou, e ascendeu aos céus, está assentado à direita de Deus Pai e voltará para julgar os vivos e os mortos; o evangelho, o nascimento da igreja, a disseminação da fé apostólica, enfim, todas essas coisas que importam para a salvação do homem, sua nutrição, crescimento espiritual, cultivo da santidade, comunhão, ensino e edificação, Deus transmitiu por meio do livro dos livros, a Bíblia Sagrada!</p>
<p>Ele usou homens e mulheres, camponeses, fazendeiros, pastores de ovelha, guerreiros, profetas, reis, príncipes, sacerdotes, prisioneiros, pescadores, cobradores de impostos, médico, e tantos outros, para, inspirados por seu santíssimo Espírito, produzir uma única Palavra, inerrante, infalível, perfeita, viva e salvadora.</p>
<p>E ele o fez sem desconsiderar o contexto cultural, político, histórico e social do momento em que cada livro foi escrito. Ele utilizou-se até mesmo das características, formação, estilo dos homens que chamou para compor o seu santo livro. Ele compôs os 66 livros da Bíblia num período de aproximadamente 1.500 anos, em lugares diversos, em pelo menos três idiomas diferentes (hebraico, aramaico e grego) e ainda valeu-se dos mais diversos estilos literários para tanto: textos discursivos; narrativos; sapienciais e seus subgêneros (como o provérbio, a parábola, o paralelismo); poesia; cronologias; epístolas, história, onomástica, etc.</p>
<p>A Bíblia, todavia, tem enfrentado os mais brutais ataques ao longo dos séculos. Não são poucos os registros históricos que dão conta da ferocidade com que a Bíblia e seus portadores foram atacados, caluniados, vilipendiados, perseguidos, silenciados, aviltados, infamados e assassinados. Pior, contudo, que o ataque frontal e aberto que a Bíblia sofreu e sofre, foram as tentativas de desacreditá-la, diminuir sua relevância,  esvaziá-la de seu poder. O desprezo pela Bíblia se tornou mais e mais forte com o advento do secularismo e, mais recentemente, pela negação de valores absolutos e a rejeição de uma verdade objetiva, universal e referencial que caracterizam o pós-modernismo, o qual Albert Mohler chama de &ldquo;estado de espírito de nosso tempo&rdquo;.</p>
<p>Pior e mais letal ainda do que essa saraivada de chumbo pesado contra a Bíblia é o deconstrucionismo que a Bíblia sofreu dentro da própria comunidade cristã, mormente entre liberais e neo-ortodoxos e, mais recentemente, nos movimentos híper-pentecostais que suprimiram a autoridade e suficiência das Escrituras, substituindo-as ou equiparando-as a experiências místicas, novas revelações e autoridades que exageram o <em>argumentum magister dixit. </em></p>
<p>Mas a Bíblia tem permanecido contra todos esses vis ataques. John Blanchard, em seu livreto sobre a Bíblia, revela dados interessantes sobre a preservação das Escrituras, sua unidade, harmonia,  atualidade e alcance de sua mensagem. Ele chama a atenção para o fato de a Bíblia ser o livro mais lido, distribuído e difundido de todos os tempos <sup><a href="#_ftn3" name="_ftnref3" title="" id="_ftnref3">3</a></sup>. As traduções também impressionam. Blahchard diz: &ldquo;Há 200 anos, a Bíblia, ou parte dela, estava disponível em apenas 68 idiomas; ao fim de 2002 este número havia subido para 2.203 <sup><a href="#_ftn4" name="_ftnref4" title="" id="_ftnref4">4</a></sup>&rdquo;.</p>
<p>Sendo revelação de Deus, ele mesmo se envolveu no projeto de proteção e preservação de sua Palavra. Deus estabeleceu que sua mensagem chegaria aos confins da Terra. Uma mensagem que ele considera imprescindível, necessária e vital. Por isso, devemos nos aproximar da Bíblia com reverência, temor, cuidado, atenção, dedicação, submissão, humildade e solicitude.</p>
<p>Temos de amar a Bíblia. Assim fizeram os servos fieis do Senhor ao longo da história. Assim fizeram os pais da igreja e também os monges fiéis da idade média, que preservaram intacto e copiaram à exaustão e com rigorosa precisão o texto sagrado. Assim também fizeram os reformadores, que redescobriram a Bíblia e fizeram raiar a luz da aurora no horizonte tenebroso que assolava a Igreja, quando bradaram com vigor e convicção: <em>Sola Scriptura</em>! Assim fizeram os puritanos. Talvez não tenha havido um período na historia da Igreja em que a Bíblia fosse tão lida, tão consumida, tão valorizada, tão estudada, tão reverenciada, tão venerada como no período dos puritanos. Eles amaram a Bíblia e ensinaram o camponês, o comerciante, o artesão, o mineiro, enfim, o povo a amar e valorizar as Escrituras.</p>
<p>Desejo muito ver um despertamento para a Bíblia entre o povo de Deus em todo lugar e, especialmente, no Brasil. Todo verdadeiro avivamento foi precedido pela redescoberta da Bíblia e de sua autoridade, relevância e poder.  É preciso que o cristão seja conhecido por seu amor e respeito à Bíblia. É preciso que o povo de Deus volte a ser conhecido pelos de fora como o povo do livro. Como &ldquo;Bíblias&rdquo;!</p>
<p>O relançamento deste importante estudo de A. W. Pink é um convite ao leitor para apreciar, compreender e aplicar a mensagem da Bíblia em sua vida. Este livro foi originalmente publicado na forma de artigos para o Jornal &ldquo;<em>Studies in Scriptures</em>&rdquo;, entre os anos de 1930 a 1932 <sup><a href="#_ftn5" name="_ftnref5" title="" id="_ftnref5">5</a></sup>. De modo muito didático, Pink organizou os 10 capítulos em 7 pontos, precedidos por uma introdução ao capítulo. Cada capítulo trabalha um importante tema da fé cristã, onde o autor, com farta evidência bíblia, leva o leitor de volta à Palavra, para de lá extrair sua instrução, exortação e correção nos caminhos de Deus.</p>
<p>Pink faz desses seus estudos um pequeno manual, que visa ajudar o leitor a obter o maior proveito possível com a leitura das Escrituras. Mas essa ajuda é oferecida com uma palavra de alerta: Só o Espírito pode convencer da verdade, da justiça e do juízo. Só o Espírito pode aplicar as verdades da Escritura e torná-las mais desejáveis do que ouro e o destilar dos favos. Então o leitor sincero deverá pedir a Deus que mande seu Espírito soprar em seu coração e despertá-lo para provar e ver a bondade do Senhor, na Palavra.</p>
<p>Que Deus abençoe aplique sua Palavra ao coração de cada leitor. </p>
<p align="right">Tiago J. Santos Filho<br />
 Editor-Chefe </p>
</p></div>
<div id="ftn1">
  <a href="#_ftnref1" name="_ftn1" title="" id="_ftn1">1</a> &#8211; João Calvino. As Pastorais (São José dos Campos, SP: Editora Fiel, 2009) pp 262 a 263. </div>
<div id="ftn2">
<p><a href="#_ftnref2" name="_ftn2" title="" id="_ftn2">2</a> &#8211; O Salmo 119 é construído na forma de acróstico; neste tipo de composição, as linhas ou estrofes iniciam, cada uma, com letras em ordem alfabética. Essa técnica, a exemplo do paralelismo, auxilia na memorização do ensino.</p>
</div>
<div id="ftn3">
<p><a href="#_ftnref3" name="_ftn3" title="" id="_ftn3">3</a> &#8211; Somente de 1997 a 2002 quase 3 bilhões de Bíblias foram impressas e distribuídas pelas Sociedades Bíblicas Unidas. Em John Blanchard. Por que Acreditar na Bíblia (São José dos Campos, SP: Editora Fiel, 2006) p. 5</p>
</div>
<div id="ftn4">
<p><a href="#_ftnref4" name="_ftn4" title="" id="_ftn4">4</a> &#8211; John Blanchard. Por que Acreditar na Bíblia (São José dos Campos, SP: Editora Fiel, 2006) p. 5.</p>
</div>
<div id="ftn5">
<p><a href="#_ftnref5" name="_ftn5" title="" id="_ftn5">5</a> &#8211; Texto online de Chapel Library, acessado na internet no site: <a href="http://www.chapellibrary.org/files/archive/pdf-english/pftw.pdf" target="_blank" title="Texto online de Chapel Library">http://www.chapellibrary.org/files/archive/pdf-english/pftw.pdf</a></p>
</div>
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		<title>Anorexia &#8211; As Garras Afiadíssimas de uma Terrível Doença</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Dec 2011 13:16:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jáder Borges</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoas]]></category>

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		<description><![CDATA[<div align="justify"><p><em>&#8220;...Por que tanto emagreces de dia para dia?&#8221;</em> ( 1 Samuel 13.4).</p> <p><a href="http://www.blogfiel.com.br/2011/12/anorexia-as-garras-afiadissimas-de-uma-terrivel-doenca.html"><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Anorexia.jpg" alt="Anorexia - As Garras Afiadíssimas de uma Terrível Doença" title="Anorexia - As Garras Afiadíssimas de uma Terrível Doença" width="198" height="164" class="alignleft size-full wp-image-2432" /></a> Eu não devo ler e estudar a Bíblia como quem caça palavras aqui e acolá, com a finalidade de escrever um artigo &#8216;com respaldo bíblico&#8217;. Não. Ela é a Palavra de Deus que fala sobre a Sua Graça Salvadora, e fala sobre o Salvador. Diz sobre como podemos nos preparar para viver bem com Deus aqui, e também na eternidade, entre outros importantes assuntos doutrinários e para a alma. Eu não vou encontrar em nenhuma chave-bíblica palavras como &#8220;<em>anorexia</em>&#8221;, &#8220;<em>automóvel</em>&#8221;, &#8220;<em>patente</em>&#8221;, &#8220;<em>creme dental</em>&#8221;, etc. e, a partir daí, tentar provar que o apóstolo Paulo dirigia um Volkswagen, patenteou a Carta aos Tessalonicenses no Instituto Palestino de Marcas, e escovava os dentes com Colgate.</p> <p>Mas a Bíblia também é um livro para a família, e quando um de seus membros sofre, tantos sofrem junto. Nas páginas das Escrituras encontraremos também histórias, todas colocadas por Deus para algum ensino proveito nosso (veja, Rm 15.4), de maneira que nas partes onde ela narra conflitos e lutas pessoais, fraquezas e fracassos de homens e de mulheres - e tem até um magnífico tratado de corrida pela felicidade e pela paz de espírito nas páginas do Eclesiastes, possamos encontrar apoio, orientações e conforto para os dramas da vida. É possível notar que homens e mulheres podem vir a sofrer na alma e na mente. Cabem perguntas na Bíblia como &#8220;<em>Por que estás abatida, ó minha alma</em>?&#8221; E ver isto se manifestando no corpo. [...]</p></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="justify">
<p><em>&ldquo;&#8230;Por que tanto emagreces de dia para dia?&rdquo;</em> ( 1 Samuel 13.4).</p>
<p><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Anorexia.jpg" alt="Anorexia - As Garras Afiadíssimas de uma Terrível Doença" title="Anorexia - As Garras Afiadíssimas de uma Terrível Doença" width="198" height="164" class="alignleft size-full wp-image-2432" /> Eu não devo ler e estudar a Bíblia como quem caça palavras aqui e acolá, com a finalidade de escrever um artigo &lsquo;com respaldo bíblico&rsquo;. Não. Ela é a Palavra de Deus que fala sobre a Sua Graça Salvadora, e fala sobre o Salvador. Diz sobre como podemos nos preparar para viver bem com Deus aqui, e também na eternidade, entre outros importantes assuntos doutrinários e para a alma. Eu não vou encontrar em nenhuma chave-bíblica palavras como &ldquo;<em>anorexia</em>&rdquo;, &ldquo;<em>automóvel</em>&rdquo;, &ldquo;<em>patente</em>&rdquo;, &ldquo;<em>creme dental</em>&rdquo;, etc. e, a partir daí, tentar provar que o apóstolo Paulo dirigia um Volkswagen, patenteou a Carta aos Tessalonicenses no Instituto Palestino de Marcas, e escovava os dentes com Colgate.</p>
<p>Mas a Bíblia também é um livro para a família, e quando um de seus membros sofre, tantos sofrem junto. Nas páginas das Escrituras encontraremos também histórias, todas colocadas por Deus para algum ensino proveito nosso (veja, Rm 15.4), de maneira que nas partes onde ela narra conflitos e lutas pessoais, fraquezas e fracassos de homens e de mulheres &#8211; e tem até um magnífico tratado de corrida pela felicidade e pela paz de espírito nas páginas do Eclesiastes, possamos encontrar apoio, orientações e conforto para os dramas da vida. É possível notar que homens e mulheres podem vir a sofrer na alma e na mente. Cabem perguntas na Bíblia como &ldquo;<em>Por que estás abatida, ó minha alma</em>?&rdquo; E ver isto se manifestando no corpo.</p>
<p>O versículo que encima este texto não fala sobre anorexia, mas fala de um distúrbio. Amon se apaixonou de tal maneira por Tamar, que isto virou uma obsessão. Uma paixão doentia foi ficando tão evidente, que chegou a transparecer no corpo. Emagrecia, não por meio de uma dieta saudável e estável, mas por causa de um distúrbio.</p>
<p><center><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/12/2.gif" alt="Anorexia" title="Anorexia" width="305" height="185" class="alignnone size-full wp-image-2434" /><br />Fonte: Marie Caire on line.</center> </p>
<p><strong><em>Por que tanto emagreces?&#8230;</em></strong></p>
<p>Hoje vejo que esta mesma pergunta cabe para esta geração jovem de meninas na puberdade e para meninas adolescentes, que estão caindo, vítimas da obsessão do culto à magreza e ao corpo magro. E isto vai virando doença. E desta doença com alto grau de letalidade que é a anorexia, ninguém está livre. Nem as meninas – suas maiores vítimas (95% dos casos, no mínimo) e nem os seus pais e familiares.</p>
<p>Então, nos dias confusos e perigosos para a mente e para o corpo que vivemos, precisamos ser como os filhos de Issacar. Gosto como eles são referidos no livro das Crônicas:<strong> &ldquo;</strong>dos filhos de Issacar, conhecedores da época, para saberem o que Israel devia fazer&rdquo;&#8230; (1 Cr<strong> </strong>12.32) podemos tirar incentivos para também vermos o nosso tempo, estudando o nosso momento. Algumas considerações sobre o risco da anorexia, aqui.</p>
<p><strong>1. A Vaidade está tomando muito espaço nos corações.</strong> Por falta de ensino bíblico eficiente, por falta de mais base, de mais informação na Palavra de Deus; por falta de mais tempo em família para o culto doméstico e a oração; por falta de princípios para a vida (e o principal deles, é glorificar ao Senhor) e de valores cristãos, toda uma geração de meninos e de meninas está crescendo sem parâmetros bíblicos, ficando totalmente à mercê dos valores mundanos, egocêntricos, vaidosos e prejudiciais à mente e ao corpo. Por falta de estabilidade nos lares e cercados pela instabilidade do mundo e seus perversos valores, muitas vidas jovens e preciosas estão sucumbindo ao culto ao corpo e à magreza. A modéstia e a satisfação pessoal com o que tem o como se é, tem sumido de muitos lares. O consumismo tem aumentado entre os cristãos, que vão sendo arrastado nesta correnteza que só leva para depressões e angústias, quando ninguém fica satisfeito com mais nada e reclama de tudo. Também, está faltando quem oriente melhor esta juventude; quem leve à reflexão de que tudo isso é igual à bobagem e a correr atrás do vento. Precisamos, no caso das meninas, de mais mulheres de Deus que instruam essas meninas na verdade, para aprenderem a ser mulheres de fato, e não, manequins anoréxicos que se locomovem, e quase apenas isso.Precisamos repensar o conteúdo de muitas aulas de EBD, ou de grupos familiares, para que a instrução seja mais bíblica, de fato, e mais prática. Precisamos de mais livros como &ldquo;Deus, o Estilista&rdquo;; precisamos de mulheres de Deus, bem decididas e que sabem ser modestamente elegantes, e que ajudem essas meninas a compreenderem que &ldquo;corpo&rdquo; não é para culto pessoal e vaidoso, mas par o serviço e a glória de Deus. Aí estará a verdadeira beleza a e verdadeira satisfação. Sem o equilíbrio que vem da Palavra de Deus, e expostas a propagandas enganosas dessa vida, meninas poderão cair vítimas de desequilíbrios mentais, e um dos piores deles, é sem dúvidas a anorexia. A anorexia afeta e muito a mente. Causa transtornos tremendos, ali. O reflexo disso virá no corpo, e virá de forma avassaladora e arrasadora.</p>
<p><strong>2. O Acompanhamento devido em dias de crise é muito importante</strong> – Somos pecadores e podemos ceder a tentações. Podemos inverter o culto; podemos perverter valores, podemos passar a achar que a mídia e a moda – e não a Palavra de Deus – tem a resposta. E os nossos filhos também podem E até mais. Pais, não descuidem aqui e nem descansem (relaxem; se acomodem). Vocês devem estar acompanhando o crescimento dos seus filhos de perto e vendo as manifestações doentias ou pecaminosas, se ou quando ocorrerem, também.  A anorexia, nosso assunto aqui, para não divagarmos mais, não surge da noite para o dia. É um processo. Mas pode ser um processo muito rápido! Então, percebendo sintomas de rebeldia; de insatisfações e a coisa seguindo para rumos de comportamentos que vão virando pequenas (e constantes e crescentes) obsessões, a hora é de agir. Façam isso também preventivamente. Leiam o que puderem de bons tratados e informações em livros ou na internet; não deixem a alimentação dos seus filhos aos cuidados de terceiros (isto vale para as questões das crianças obesas, também) e muita atenção se a menina não quer mais tomar refeições com os demais na mesa. Cuidado com alegações como as de &ldquo;que <em>está sem fome&rdquo;,</em>  &ldquo;que vai comer depois&rdquo;, ou que &ldquo;<em>já comeu</em>&rdquo; (mas ninguém viu isso, ou viu o prato); nada desse negócio de &lsquo;<em>ir comer no quarto</em>&rsquo;, pois tudo isso podem ser indícios de que uma sombra monstruosa pode estar pairando sobre o seu lar e se chama anorexia muitas meninas chegam a esconder a comida até debaixo dos colchões, em meias, etc). Crianças não deveriam se alimentar vendo televisão, pois isso distrai. Alimentar-se deve ser um hábito saudável e deve ocorrer com a devida calma e tranqüilidade. Comer &lsquo;engolindo rápido&rsquo; é não degustar, não é bom para ninguém. Também, atenção se, durante as refeições a menina (ou o menino) começa a se retirar da mesa, alegando que precisa ir ao toalete. Muitas vezes fará isso para vomitar o que comeu. Isso tem um nome e é um distúrbio: bulimia. Se as saídas da mesa durante as refeições para ir ao toalete estão acontecendo, vá atrás e fique ouvindo na porta. Se perceber sinais de forçar o vômito, ou algo estranho acontecendo, não demore para agir. </p>
<p><strong>3. Falhas que sempre serão faltas.</strong></p>
<p>Procure assistência médica especializada se perceber o distúrbio. Não disfarce, achando que isto é uma &ldquo;<em>crisesinha</em> de nada&rdquo;, que logo irá passar, pois pode ser que não passe. E eu diria mais: &ldquo;logo irá é se instalar&rdquo;; &ldquo;logo poderá piorar&rdquo;, pode fazer mais sentido. Muitas mães falham aqui, por não quererem admitir que a filha está com algum problema, com algum distúrbio alimentar. Mães podem estar errando nesta hora também e este assunto é tão sério que alguém já disse até que &ldquo;anorexia é doença de mãe&rdquo;.</p>
<p><strong>4. Algumas dicas.</strong></p>
<p>Outras informações que eu daria aos adultos, é que cuidem melhor sobre as conversas que tenham como tema [constante] dietas; fazer regime urgente!!!; que &ldquo;está gordo/gorda&rdquo;; que &ldquo;precisa emagrecer urgentemente&rdquo;, etc. Estas manifestações verbais da sua parte mãe (e pai) podem ter um peso e um significado interpretativo totalmente outro, para a sua filha que ouve. Mães, cuidado para vocês não intentarem fazer dietas malucas e pedirem para a filha acompanhar, como uma espécie de &lsquo;apoio moral&rsquo; ou &lsquo;incentivo de parceira&rsquo;, pois você poderá largar a tal da &ldquo;dieta da lua&rdquo; (ou,para muitos,<em> &lsquo;do mundo da lua&rsquo;</em>) um dia, mas pode ser que a obsessão por dietas e regimes nunca mais larguem da mente da sua filha.</p>
<p> Cuidado com o narcisismo; cuidado com as idas ao &ldquo;Templo Academia&rdquo;, pois este poderá ser o início de uma longa obsessão depois é para a sua filha. Não digo que vocês (pais) não se cuidem, Digo é que vocês não se idolatrem ou sigam no mesmo rumo da vaidade que aí está. </p>
<p>Também, moderação nos comentários, por favor. Isto é essencial! Ah, e pais (homens) muito cuidado: nada de brincar e soltar gozações quanto ao corpo da filha, dizendo que &ldquo;ela está gordinha&rdquo; (já ouvi pai dizendo: &lsquo;<em>como vai a minha porquinha?!)&rsquo;</em>&#8230;&rdquo;<em>Mas você está precisando mesmo emagrecer, hein?!&rdquo;</em>, ou coisas do gênero Muitos homens acham que, soltando piadinhas quanto ao corpo da filha, estarão ajudando a menina-moça a fazer um regime. Ledo engano, este. Para regime, melhor do que piadinhas ou obsessões do malhar, procurar a devida informação é o melhor caminho. Médicos, nutricionistas, preparadores físicos foram dados por Deus (toda inteligência e toda capacidade vem dEle!) poderão ajudar muito mais do que as piadinhas fora de hora. </p>
<p>Por fim, pais: NADA de computador no quarto das crianças, ou em locais isolados da casa. Computador é ferramenta e toda ferramenta deve ser utilizada com cuidado e atenção. Prestem atenção nos históricos de internet dos seus filhos com regularidade (vocês têm este direito sim, e este dever!). Saibam tudo sobre as redes sociais, chats e demais conversas e grupos na internet que os seus filhos e filhas participarem. Existem centenas de sites incentivando a anorexia e estes são perigosos. Poucos pais sabem da existência de gírias como &ldquo;ANA&rdquo; e MIA&rdquo;, que nada mais são do que formas cifradas para anorexia (ANA) e bulimia (MIA) na internet. &ldquo;Miar&rdquo;, nada tem a ver com &ldquo;a língua dos gatos&rdquo;, mas é agora um verbo: &ldquo;eu miei&rdquo;, eu seja: &ldquo;eu comi e depois, coloquei tudo para fora&rdquo;. Seria algo como: &ldquo;eu buli<strong>miei </strong>hoje duas vezes&rdquo;, se existisse este verbo, mas existe sim a sua prática! Existem grupos de meninas anoréxicas que se encontram em <em>shoppings</em> para passarem informações e dicas de como enganar os pais, de umas para as outras. Existem pulseirinhas identificando que é &lsquo;<em>ana&rsquo;</em> e quem é &lsquo;<em>mia&rsquo;</em>, etc.</p>
<p>Pais, prestem mais atenção na vida dos seus filhos. Preparem-se mais e acompanhem as suas vidas mais de perto. Vale mais à pena perder algumas coisas, do que perder os filhos. Vale mais à pena abrir mão de certas coisas, que a traça corrói e o ladrão rouba, do que ver a filha ou o filho cair em um turbilhão terrível e extremamente doloroso. Tem pais que cuidam melhor do carro, do que dos filhos. Tem mães que cuidam melhor da decoração da casa, do que do coração das crianças, infelizmente.</p>
<p>A anorexia é uma realidade. Uma realidade que cresce e se expande. Ela pode pegar os nossos filhos e as suas garras são afiadíssimas. Muita atenção aqui. E oração e vigilância.</p>
<p>Receba o meu abraço. De pastor e de pai.</p>
<p><strong>&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;</strong></p>
<p>Jáder Borges Filho é pastor da IPB Jardim Satélite, em São José dos Campos-SP, e secretário sinodal de UCPS do Sínodo Vale do Paraíba.</p>
</div>
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		<title>A Vida Cristã Não é Feita de Eventos</title>
		<link>http://www.blogfiel.com.br/2011/12/a-vida-crista-nao-e-feita-de-eventos.html</link>
		<comments>http://www.blogfiel.com.br/2011/12/a-vida-crista-nao-e-feita-de-eventos.html#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 13 Dec 2011 15:50:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Vida Cristã]]></category>

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		<description><![CDATA[<div align="justify"><p>O título é meu. Mas creio que traduz bem o texto que segue abaixo, trecho do livro "<a title="Cave Mais Fundo" href="http://www.lojafiel.net/produto.aspx?ProCodigo=285" target="_blank">Cave Mais Fundo</a>", de Joshua Harris. Uma boa palavra sobre a velha e mui necessária rotina da vida em igreja. – Tiago Santos</p>
<p><strong>Joshua Harris</strong></p>
<p>Olhando para trás, compreendo que meu estágio [na igreja local] não foi apenas um treinamento para o ministério. Foi um treinamento no entendimento do que é a vida da igreja. Em muitas maneiras, foi uma experiência árdua. Aprendi que a vida em uma igreja local não era, de modo algum, como uma conferência.</p>
<p>Nas conferências, era relativamente fácil ir a uma cidade num fim de semana, parecer impressionante às pessoas que não me conheciam e parecer bom quando ensinava uma mensagem que havia apresentado centenas de vezes. Ser um pastor em uma igreja local era totalmente diferente. Não parecia impressionante, quando as pessoas me viam diariamente. Não bastava eu ter algumas poucas mensagens inspiradoras. Eu precisava estudar a Palavra de Deus e ajudar as pessoas a aplicarem-na às situações da vida real. Tinha de aprender como a morte e a ressurreição de Jesus faziam a diferença nos vales de sofrimento sombrios – coisas que eu não tinha encarado quando ia de uma cidade para outra realizando conferências.</p>
<p>A vida na igreja local é muito mais difícil e menos glamorosa. Entretanto, é mais prazerosa e mais recompensadora do que qualquer coisa de que tenho participado. Vi o evangelho mudando pessoas. Não somente lágrimas e promessas de mudança nas respostas aos apelos ao final de cultos, mas também mudança verdadeira e permanente em pessoas e famílias. Vi o corpo de Cristo vivendo, respirando e agindo. Vi o amor de Jesus tornado real à medida que os membros choraram uns com os outros devido à morte de uma criança, socorreram uns aos outros em tempos de necessidade, encorajaram uns aos outros em tempos de tentação e dúvida. Como diz um antigo ditado, a igreja não é um edifício ou uma reunião – é um povo. Mas você nunca consegue ver isso se o seu envolvimento limita-se às reuniões em um prédio. A verdadeira beleza de pessoas sendo uma igreja só é vista quando você permanece por tempo suficiente para vê-los amando e servindo uns aos outros.</p></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="justify">
<p>O título é meu. Mas creio que traduz bem o texto que segue abaixo, trecho do livro &#8220;<a title="Cave Mais Fundo" href="http://www.lojafiel.net/produto.aspx?ProCodigo=285" target="_blank">Cave Mais Fundo</a>&#8220;, de Joshua Harris. Uma boa palavra sobre a velha e mui necessária rotina da vida em igreja. – Tiago Santos</p>
<p><strong>Joshua Harris</strong></p>
<p>Olhando para trás, compreendo que meu estágio [na igreja local] não foi apenas um treinamento para o ministério. Foi um treinamento no entendimento do que é a vida da igreja. Em muitas maneiras, foi uma experiência árdua. Aprendi que a vida em uma igreja local não era, de modo algum, como uma conferência.</p>
<p>Nas conferências, era relativamente fácil ir a uma cidade num fim de semana, parecer impressionante às pessoas que não me conheciam e parecer bom quando ensinava uma mensagem que havia apresentado centenas de vezes. Ser um pastor em uma igreja local era totalmente diferente. Não parecia impressionante, quando as pessoas me viam diariamente. Não bastava eu ter algumas poucas mensagens inspiradoras. Eu precisava estudar a Palavra de Deus e ajudar as pessoas a aplicarem-na às situações da vida real. Tinha de aprender como a morte e a ressurreição de Jesus faziam a diferença nos vales de sofrimento sombrios – coisas que eu não tinha encarado quando ia de uma cidade para outra realizando conferências.</p>
<p>A vida na igreja local é muito mais difícil e menos glamorosa. Entretanto, é mais prazerosa e mais recompensadora do que qualquer coisa de que tenho participado. Vi o evangelho mudando pessoas. Não somente lágrimas e promessas de mudança nas respostas aos apelos ao final de cultos, mas também mudança verdadeira e permanente em pessoas e famílias. Vi o corpo de Cristo vivendo, respirando e agindo. Vi o amor de Jesus tornado real à medida que os membros choraram uns com os outros devido à morte de uma criança, socorreram uns aos outros em tempos de necessidade, encorajaram uns aos outros em tempos de tentação e dúvida. Como diz um antigo ditado, a igreja não é um edifício ou uma reunião – é um povo. Mas você nunca consegue ver isso se o seu envolvimento limita-se às reuniões em um prédio. A verdadeira beleza de pessoas sendo uma igreja só é vista quando você permanece por tempo suficiente para vê-los amando e servindo uns aos outros.</p>
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		<title>Lançamento: Gênesis 1 &amp; 2: A Mão de Deus na Criação</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Dec 2011 12:54:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editora Fiel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Teologia]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>

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		<description><![CDATA[<object width="440" height="360"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/VjZNuMUfCoU?version=3&#38;hl=pt_BR&#38;rel=0"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/VjZNuMUfCoU?version=3&#38;hl=pt_BR&#38;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" width="440" height="360" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object>

<div align="justify"><p><a href="http://www.lojafiel.net/produto.aspx?ProCodigo=283" target="_blank"><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/12/genesis12.png" alt="Gênesis 1 &#38; 2: A Mão de Deus na Criação" title="Gênesis 1 &#38; 2: A Mão de Deus na Criação" width="201" height="300" class="alignleft size-full wp-image-2402" style="border:0;" /></a> Você provavelmente já leu ou ouviu muitos teólogos ensinando sobre os dois primeiros capítulos do livro de Gênesis. E talvez você já tenha se perguntado: O que um cientista diria ao ler esses capítulos? O que ele diria sobre a criação da luz antes dos corpos celestes? Ou da criação da mulher de uma das costelas de Adão? Ou, ainda, sobre a criação dos dinossauros e outros animais do registro fóssil? Haveria alguma possível relação entre Gênesis 1 e 2 e a Ciência? Adauto Lourenço oferece respostas para essas e muitas outras perguntas que envolvem a difícil – mas viável - relação entre o texto bíblico e os fatos científicos.</p>
<p>Adauto Lourenço - <a href="http://www.facebook.com/ProfAdauto" title="Prof. Adauto Lourenço" target="_blank">Facebook</a> - <a href="http://twitter.com/#!/prof_adauto" title="Prof. Adauto Lourenço" target="_blank">Twitter - @prof_adauto</a>.</p>
Leia um trecho do livro:
<div><object classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" style="width:440px;height:331px" id="7d5b996e-a708-9e0d-08cf-a4226ee70a76"><param name="movie" value="http://static.issuu.com/webembed/viewers/style1/v2/IssuuReader.swf?mode=mini&#38;printButtonEnabled=false&#38;backgroundColor=%23222222&#38;documentId=111205140052-eee9cff7abf04c23984fbe82d04ae507" /><param name="allowfullscreen" value="true"/><param name="menu" value="false"/><param name="wmode" value="transparent"/><embed src="http://static.issuu.com/webembed/viewers/style1/v2/IssuuReader.swf" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" menu="false" wmode="transparent" style="width:440px;height:331px" flashvars="mode=mini&#38;printButtonEnabled=false&#38;backgroundColor=%23222222&#38;documentId=111205140052-eee9cff7abf04c23984fbe82d04ae507" /></object></div>
Clique e veja em tela cheia.

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			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="440" height="360"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/VjZNuMUfCoU?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/VjZNuMUfCoU?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" width="440" height="360" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<div align="justify">
<p><a href="http://www.lojafiel.net/produto.aspx?ProCodigo=283" target="_blank"><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/12/genesis12.png" alt="Gênesis 1 &amp; 2: A Mão de Deus na Criação" title="Gênesis 1 &amp; 2: A Mão de Deus na Criação" width="201" height="300" class="alignleft size-full wp-image-2402" style="border:0;" /></a> Você provavelmente já leu ou ouviu muitos teólogos ensinando sobre os dois primeiros capítulos do livro de Gênesis. E talvez você já tenha se perguntado: O que um cientista diria ao ler esses capítulos? O que ele diria sobre a criação da luz antes dos corpos celestes? Ou da criação da mulher de uma das costelas de Adão? Ou, ainda, sobre a criação dos dinossauros e outros animais do registro fóssil? Haveria alguma possível relação entre Gênesis 1 e 2 e a Ciência? Adauto Lourenço oferece respostas para essas e muitas outras perguntas que envolvem a difícil – mas viável &#8211; relação entre o texto bíblico e os fatos científicos.</p>
<p>Adauto Lourenço &#8211; <a href="http://www.facebook.com/ProfAdauto" title="Prof. Adauto Lourenço" target="_blank">Facebook</a> &#8211; <a href="http://twitter.com/#!/prof_adauto" title="Prof. Adauto Lourenço" target="_blank">Twitter &#8211; @prof_adauto</a>.</p>
<p>Leia um trecho do livro:</p>
<div><object classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" style="width:440px;height:331px" id="7d5b996e-a708-9e0d-08cf-a4226ee70a76"><param name="movie" value="http://static.issuu.com/webembed/viewers/style1/v2/IssuuReader.swf?mode=mini&amp;printButtonEnabled=false&amp;backgroundColor=%23222222&amp;documentId=111205140052-eee9cff7abf04c23984fbe82d04ae507" /><param name="allowfullscreen" value="true"/><param name="menu" value="false"/><param name="wmode" value="transparent"/><embed src="http://static.issuu.com/webembed/viewers/style1/v2/IssuuReader.swf" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" menu="false" wmode="transparent" style="width:440px;height:331px" flashvars="mode=mini&amp;printButtonEnabled=false&amp;backgroundColor=%23222222&amp;documentId=111205140052-eee9cff7abf04c23984fbe82d04ae507" /></object></div>
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		<title>Pergunta: As igrejas devem convidar as pessoas a virem à frente?</title>
		<link>http://www.blogfiel.com.br/2011/12/pergunta-as-igrejas-devem-convidar-as-pessoas-a-virem-a-frente.html</link>
		<comments>http://www.blogfiel.com.br/2011/12/pergunta-as-igrejas-devem-convidar-as-pessoas-a-virem-a-frente.html#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 06 Dec 2011 14:02:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editora Fiel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Igreja]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério]]></category>
		<category><![CDATA[Você Pergunta]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.blogfiel.com.br/?p=2358</guid>
		<description><![CDATA[<blockquote><p><strong>Pergunta:</strong> &#8220;Venho de um contexto avivalista e estou cansado de convites para que pessoas venham à frente e de convites manipuladores. No entanto, meu desejo não é deixar as igrejas mergulhadas nesta tradição, e sim continuar ministrando com uma teologia de conversão mais forte.</p>
<p>Como aluno de seminário, tenho oportunidades de pregar em igrejas onde é costume fazer um convite no final da mensagem. Sinto-me frequentemente inseguro e intranquilo em relação à maneira de terminar uma mensagem, não querendo cometer os erros comuns ao avivalismo, sem, ao mesmo tempo, ofender desnecessariamente.</p>
<p>Vocês poderiam me oferecer alguns princípios para reter uma forte teologia de conversão, quando termino cultos de igrejas acostumadas com convites públicos?&#8221;</p></blockquote>
<p>Jonathan Leeman, diretor editorial do ministério <a href="http://www.9marks.org/" title="9 Marcas" target="_blank">9 Marcas</a> e candidato a PhD em Eclesiologia, responde a esta pergunta.</p>
<hr width="40%" size="1" align="center" />
<p><strong>Resposta:</strong></p>
<div align="justify"><p>Antes de eu chegar, os pastores anteriores sempre fizeram convites para pessoas virem à frente. Estava em meu primeiro mês de um pastorado interino, e as pessoas começaram a me perguntar se eu faria convites ou não. Recordo uma conversa que tive com um irmão querido – um bom amigo até hoje – durante uma longa carona. A conversa foi dedicada a este assunto.</p> <p>Eu disse a este irmão e aos demais presbíteros que eu não faria convites para pessoas virem à frente. Por que não?</p> <p>Por que eu penso que isso é errado? Não, acho que um pastor é livre para fazer um desses convites. Não é pecado.</p> <p>Por que não creio que as pessoas têm de fazer uma decisão por Cristo? Não, acho que as pessoas têm de decidir arrepender-se e crer para serem salvas.</p> <p>Por que eu não acho que Jesus nos chama a fazer uma confissão pública? Não, as pessoas têm de confessar publicamente a sua fé. Foi por isso que Jesus instituiu o batismo.</p> <p>Por que eu acho que convidar pecadores ao arrependimento é inerentemente manipulador? Não, creio que os pregadores devem convidar, <em>por meio dos</em> seus sermões, os não cristãos a se arrependerem e crerem. E fiz isso durante o pastorado interino e o fiz no último domingo, quando preguei como pastor convidado em outro igreja. No meio do sermão, convidei com bastante clareza os não cristãos a se arrependerem e crerem; e lhes disse que falassem comigo depois do culto, ou com o pastor, ou com outro amigo cristão que os trouxera à igreja.</p> <p>Então, por que não convido pessoas a virem à frente? Em resumo, eu creio que esta prática criada pelo homem, esta inovação procedente do século XIX tem causado mais mal do que bem às igrejas cristãs no Ocidente. O convite para vir à frente confia nos poderes das emoções, na persuasão retórica e na pressão social para induzir as pessoas a uma decisão apressada e prematura. E produzir profissões não é o mesmo que fazer discípulos. Certamente, diversos fatores são responsáveis pela existência de muitos cristãos nominais que caracterizam o cristianismo no Ocidente, mas eu creio que o convite para vir à frente é um desses fatores.</p> <p>Quantas pessoas, no último século, vieram à frente e passaram o resto de sua vida convencidas de que eram cristãs, sem jamais se importarem com sua maneira de viver!</p> <p>A alternativa para o convite de vir à frente é perseverarmos nas práticas que vemos exemplificadas nas Escrituras:</p> 
<ul>
<lI>Durante o sermão, convide as pessoas a se arrependerem e serem batizadas, como Pedro o fez em Jerusalém (At 2.38). Mas, quando você fizer isso, não fique em pé no púlpito, esperando com música carregada de emoção, fitando as pessoas até que elas cedam. Pelo contrário, faça várias sugestões a respeito de como e onde conversar mais sobre o assunto.</lI>
<li>Pergunte às pessoas o que elas creem quando se apresentam para pedir o batismo, como Jesus se assegurou de que os discípulos soubessem quem ele era (Mt 16.13-17; também 1 Jo 4.1-3).</li>
<li>Tenha certeza de que as pessoas entendem o que está envolvido em seguir a Jesus (Mt 16.24, 25; Jo 6.53-60).</li>
<li>Explique-lhes que os frutos produzidos em sua vida e a perseverança até ao fim indicarão se elas creem verdadeiramente ou não (Mt 7.24, 25; 10.22).</li>
<li>Você pode até explicar que Jesus mandou a igreja remover de sua comunhão pessoas cuja vida não se harmoniza com o que elas professam crer (Mt 18.15-17).</li>
</ul>
<p>Sim, oremos muito por conversões. Mas, depois, façamos tudo que a Escritura exige de nós na obra de fazer discípulos – uma obra que, geralmente, exige muito ensino, muito tempo, muitos convites, muitas refeições juntos e, por fim, o compromisso de todo o corpo da igreja.</p>
<p><a href="http://www.9marks.org/" title="9 Marcas" target="_blank"><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Jonathan-Leeman.jpg" alt="Jonathan Leeman" title="Jonathan Leeman" width="95" height="135" class="alignleft size-full wp-image-2417"  /></a> Jonathan Leeman é o diretor editorial do ministério <a href="http://www.9marks.org/" title="9 Marcas" target="_blank">9 Marcas</a>. Ele é o autor de <em>The Church and the Surprising Offense of God&#8217;s Love</em> (lançamento previsto para Maio 2012 pela Fiel). Leeman será um dos preletores do quarto módulo do <a href="http://www.editorafiel.com.br/CFL/2012/" title="Curso Fiel de Liderança" target="_blank">Curso Fiel de Liderança</a> - CFL em 27 de outubro de 2012.</p></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><strong>Pergunta:</strong> &ldquo;Venho de um contexto avivalista e estou cansado de convites para que pessoas venham à frente e de convites manipuladores. No entanto, meu desejo não é deixar as igrejas mergulhadas nesta tradição, e sim continuar ministrando com uma teologia de conversão mais forte.</p>
<p>Como aluno de seminário, tenho oportunidades de pregar em igrejas onde é costume fazer um convite no final da mensagem. Sinto-me frequentemente inseguro e intranquilo em relação à maneira de terminar uma mensagem, não querendo cometer os erros comuns ao avivalismo, sem, ao mesmo tempo, ofender desnecessariamente.</p>
<p>Vocês poderiam me oferecer alguns princípios para reter uma forte teologia de conversão, quando termino cultos de igrejas acostumadas com convites públicos?&rdquo;</p>
</blockquote>
<p>Jonathan Leeman, diretor editorial do ministério <a href="http://www.9marks.org/" title="9 Marcas" target="_blank">9 Marcas</a> e candidato a PhD em Eclesiologia, responde a esta pergunta.</p>
<hr width="40%" size="1" align="center" />
<p><strong>Resposta:</strong></p>
<div align="justify">
<p>Antes de eu chegar, os pastores anteriores sempre fizeram convites para pessoas virem à frente. Estava em meu primeiro mês de um pastorado interino, e as pessoas começaram a me perguntar se eu faria convites ou não. Recordo uma conversa que tive com um irmão querido – um bom amigo até hoje – durante uma longa carona. A conversa foi dedicada a este assunto.</p>
<p>Eu disse a este irmão e aos demais presbíteros que eu não faria convites para pessoas virem à frente. Por que não?</p>
<p>Por que eu penso que isso é errado? Não, acho que um pastor é livre para fazer um desses convites. Não é pecado.</p>
<p>Por que não creio que as pessoas têm de fazer uma decisão por Cristo? Não, acho que as pessoas têm de decidir arrepender-se e crer para serem salvas.</p>
<p>Por que eu não acho que Jesus nos chama a fazer uma confissão pública? Não, as pessoas têm de confessar publicamente a sua fé. Foi por isso que Jesus instituiu o batismo.</p>
<p>Por que eu acho que convidar pecadores ao arrependimento é inerentemente manipulador? Não, creio que os pregadores devem convidar, <em>por meio dos</em> seus sermões, os não cristãos a se arrependerem e crerem. E fiz isso durante o pastorado interino e o fiz no último domingo, quando preguei como pastor convidado em outro igreja. No meio do sermão, convidei com bastante clareza os não cristãos a se arrependerem e crerem; e lhes disse que falassem comigo depois do culto, ou com o pastor, ou com outro amigo cristão que os trouxera à igreja.</p>
<p>Então, por que não convido pessoas a virem à frente? Em resumo, eu creio que esta prática criada pelo homem, esta inovação procedente do século XIX tem causado mais mal do que bem às igrejas cristãs no Ocidente. O convite para vir à frente confia nos poderes das emoções, na persuasão retórica e na pressão social para induzir as pessoas a uma decisão apressada e prematura. E produzir profissões não é o mesmo que fazer discípulos. Certamente, diversos fatores são responsáveis pela existência de muitos cristãos nominais que caracterizam o cristianismo no Ocidente, mas eu creio que o convite para vir à frente é um desses fatores.</p>
<p>Quantas pessoas, no último século, vieram à frente e passaram o resto de sua vida convencidas de que eram cristãs, sem jamais se importarem com sua maneira de viver!</p>
<p>A alternativa para o convite de vir à frente é perseverarmos nas práticas que vemos exemplificadas nas Escrituras:</p>
<ul>
<lI>Durante o sermão, convide as pessoas a se arrependerem e serem batizadas, como Pedro o fez em Jerusalém (At 2.38). Mas, quando você fizer isso, não fique em pé no púlpito, esperando com música carregada de emoção, fitando as pessoas até que elas cedam. Pelo contrário, faça várias sugestões a respeito de como e onde conversar mais sobre o assunto.</lI></p>
<li>Pergunte às pessoas o que elas creem quando se apresentam para pedir o batismo, como Jesus se assegurou de que os discípulos soubessem quem ele era (Mt 16.13-17; também 1 Jo 4.1-3).</li>
<li>Tenha certeza de que as pessoas entendem o que está envolvido em seguir a Jesus (Mt 16.24, 25; Jo 6.53-60).</li>
<li>Explique-lhes que os frutos produzidos em sua vida e a perseverança até ao fim indicarão se elas creem verdadeiramente ou não (Mt 7.24, 25; 10.22).</li>
<li>Você pode até explicar que Jesus mandou a igreja remover de sua comunhão pessoas cuja vida não se harmoniza com o que elas professam crer (Mt 18.15-17).</li>
</ul>
<p>Sim, oremos muito por conversões. Mas, depois, façamos tudo que a Escritura exige de nós na obra de fazer discípulos – uma obra que, geralmente, exige muito ensino, muito tempo, muitos convites, muitas refeições juntos e, por fim, o compromisso de todo o corpo da igreja.</p>
<p><a href="http://www.9marks.org/" title="9 Marcas" target="_blank"><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Jonathan-Leeman.jpg" alt="Jonathan Leeman" title="Jonathan Leeman" width="95" height="135" class="alignleft size-full wp-image-2417" /></a> Jonathan Leeman é o diretor editorial do ministério <a href="http://www.9marks.org/" title="9 Marcas" target="_blank">9 Marcas</a>. Ele é o autor de <em>The Church and the Surprising Offense of God&rsquo;s Love</em> (lançamento previsto para Maio 2012 pela Fiel). Leeman será um dos preletores do quarto módulo do <a href="http://www.editorafiel.com.br/CFL/2012/" title="Curso Fiel de Liderança" target="_blank">Curso Fiel de Liderança</a> &#8211; CFL em 27 de outubro de 2012.</p>
</div>
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		<title>O Grande Destruidor do Ministério</title>
		<link>http://www.blogfiel.com.br/2011/12/o-grande-destruidor-do-ministerio.html</link>
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		<pubDate>Mon, 05 Dec 2011 12:58:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editora Fiel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Igreja]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério]]></category>

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		<description><![CDATA[<div align="justify"><p><strong>Por John Piper</strong></p><p><a href="http://www.blogfiel.com.br/2011/12/o-grande-destruidor-do-ministerio.html"><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/12/O-Grande-Destruidor-do-Ministério.jpg" alt="O Grande Destruidor do Ministério" title="O Grande Destruidor do Ministério" width="241" height="238" class="alignleft size-full wp-image-2346" /></a> O dinheiro é um grande destruidor do ministério. Vejam o que aconteceu com todos os líderes espirituais de Israel:</p>
<p>Os seus cabeças dão as sentenças por suborno, os seus sacerdotes ensinam por interesse, e os seus profetas adivinham por dinheiro; e ainda se encostam ao Senhor, dizendo: Não está o Senhor no meio de nós? Nenhum mal nos sobrevirá (Miquéias 3.11).</p>
<p>E o que é mais chocante – e relevante – é que eles não tinham abandonado a linguagem de &#8220;se encostar ao Senhor&#8221;. Eles citavam Provérbios 3.5-6 (&#8220;Confia no Senhor de todo o teu coração e não te estribes no teu próprio entendimento&#8221;). Eles falavam isso. E declaravam: &#8220;O Senhor está em nosso meio&#8221;.</p>
<p>No entanto, eles trabalhavam por dinheiro.<br />
Irmãos, criem salvaguardas contra isso em sua alma e em seus sistemas.<br />
Julguem por amor à justiça; ensine por amor à verdade; abandonem à adivinhação por amor à Palavra revelada.<br />
É o sublime amor da justiça e da verdade e a Palavra que cortarão a raiz da avareza.<br />
Valorizem a reputação da infinita dignidade de nosso Salvador. Vivam para mostrá-la.</p></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="justify">
<p><strong>Por John Piper</strong></p>
<p><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/12/O-Grande-Destruidor-do-Ministério.jpg" alt="O Grande Destruidor do Ministério" title="O Grande Destruidor do Ministério" width="241" height="238" class="alignleft size-full wp-image-2346" /> O dinheiro é um grande destruidor do ministério. Vejam o que aconteceu com todos os líderes espirituais de Israel:</p>
<p>Os seus cabeças dão as sentenças por suborno, os seus sacerdotes ensinam por interesse, e os seus profetas adivinham por dinheiro; e ainda se encostam ao Senhor, dizendo: Não está o Senhor no meio de nós? Nenhum mal nos sobrevirá (Miquéias 3.11).</p>
<p>E o que é mais chocante – e relevante – é que eles não tinham abandonado a linguagem de &ldquo;se encostar ao Senhor&rdquo;. Eles citavam Provérbios 3.5-6 (&ldquo;Confia no Senhor de todo o teu coração e não te estribes no teu próprio entendimento&rdquo;). Eles falavam isso. E declaravam: &ldquo;O Senhor está em nosso meio&rdquo;.</p>
<p>No entanto, eles trabalhavam por dinheiro.<br />
Irmãos, criem salvaguardas contra isso em sua alma e em seus sistemas.<br />
Julguem por amor à justiça; ensine por amor à verdade; abandonem à adivinhação por amor à Palavra revelada.<br />
É o sublime amor da justiça e da verdade e a Palavra que cortarão a raiz da avareza.<br />
Valorizem a reputação da infinita dignidade de nosso Salvador. Vivam para mostrá-la.</p>
</div>
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		<title>Conhecendo a Cristo</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Dec 2011 13:36:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editora Fiel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Institucional]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>

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		<description><![CDATA[<div align="justify"><p><strong>Por A. W. Pink</strong></p>
<p>Ora, a quantidade de proveito que obtemos de nossa leitura e estudo das Escrituras pode ser verificada pela extensão em que Cristo se torna mais real e mais precioso para o nosso coração. O &#8220;crescimento na graça&#8221; é definido como um desenvolvimento &#8220;na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo&#8221; (2 Pe 3.18). A segunda cláusula não é um acréscimo à primeira; antes, é uma explicação da primeira. &#8220;Conhecer&#8221; a Cristo (Fp 3.10) era o anseio supremo e o grande alvo do apóstolo Paulo, um anelo e um alvo ao qual ele subordinava todos os demais interesses. Todavia, convém atentarmos ao fato de que o &#8220;conhecimento&#8221; referido nestes versículos não é o conhecimento intelectual, e sim espiritual; não é o conhecimento teórico, e sim experiencial; não é conhecimento de natureza geral, e sim pessoal. É um conhecimento sobrenatural, dado ao coração regenerado pela operação do Espírito Santo, à media que Ele interpreta e aplica em nós as passagens bíblicas concernentes a Cristo.</p>
<p><em>Trecho do livro de A. W. Pink &#8220;Enriquecendo-se com a Bíblia&#8221;.</em></p></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="justify">
<p><strong>Por A. W. Pink</strong></p>
<p>Ora, a quantidade de proveito que obtemos de nossa leitura e estudo das Escrituras pode ser verificada pela extensão em que Cristo se torna mais real e mais precioso para o nosso coração. O &ldquo;crescimento na graça&rdquo; é definido como um desenvolvimento &ldquo;na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo&rdquo; (2 Pe 3.18). A segunda cláusula não é um acréscimo à primeira; antes, é uma explicação da primeira. &ldquo;Conhecer&rdquo; a Cristo (Fp 3.10) era o anseio supremo e o grande alvo do apóstolo Paulo, um anelo e um alvo ao qual ele subordinava todos os demais interesses. Todavia, convém atentarmos ao fato de que o &ldquo;conhecimento&rdquo; referido nestes versículos não é o conhecimento intelectual, e sim espiritual; não é o conhecimento teórico, e sim experiencial; não é conhecimento de natureza geral, e sim pessoal. É um conhecimento sobrenatural, dado ao coração regenerado pela operação do Espírito Santo, à media que Ele interpreta e aplica em nós as passagens bíblicas concernentes a Cristo.</p>
<p><em>Trecho do livro de A. W. Pink &ldquo;Enriquecendo-se com a Bíblia&rdquo;.</em></p>
</div>
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		<title>Indo Além</title>
		<link>http://www.blogfiel.com.br/2011/11/indo-alem.html</link>
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		<pubDate>Thu, 24 Nov 2011 12:18:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Franklin Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Franklin Ferreira]]></category>
		<category><![CDATA[Vida Cristã]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>

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		<description><![CDATA[<object width="441" height="254"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/-a76K1WihJ0?version=3&#38;hl=pt_BR&#38;rel=0"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/-a76K1WihJ0?version=3&#38;hl=pt_BR&#38;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" width="441" height="254" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object>

A Editora Fiel visita a Igreja Reformada de Safenwil, Suíça.]]></description>
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<p>A Editora Fiel visita a Igreja Reformada de Safenwil, Suíça.</p>
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		<title>Uma Causa Digna de Vida e de Morte</title>
		<link>http://www.blogfiel.com.br/2011/11/uma-causa-digna-de-vida-e-de-morte.html</link>
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		<pubDate>Wed, 23 Nov 2011 12:18:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Franklin Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Franklin Ferreira]]></category>
		<category><![CDATA[História da igreja]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>

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A Editora Fiel visita a Igreja St. Maurice em St. Maurice na Suíça.]]></description>
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<p>A Editora Fiel visita a Igreja St. Maurice em St. Maurice na Suíça.</p>
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		<title>10 Lições sobre o Amor à Igreja</title>
		<link>http://www.blogfiel.com.br/2011/11/10-licoes-sobre-o-amor-a-igreja.html</link>
		<comments>http://www.blogfiel.com.br/2011/11/10-licoes-sobre-o-amor-a-igreja.html#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 21 Nov 2011 17:12:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bíblia]]></category>
		<category><![CDATA[Igreja]]></category>
		<category><![CDATA[Tiago Santos]]></category>
		<category><![CDATA[Vida Cristã]]></category>

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		<description><![CDATA[<div align="justify"><p><a href="http://www.blogfiel.com.br/2011/11/10-licoes-sobre-o-amor-a-igreja.html"><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/11/10-licoes-sobre-o-amor-da-igreja.jpg" alt="10 Lições sobre o Amor à Igreja" title="10 Lições sobre o Amor à Igreja" width="439" height="123" class="aligncenter size-full wp-image-2301" /></a></p><p>Paulo nos ensina, em 1 Tessalonicenses 3, dez importantes lições sobre como podemos expressar nosso amor ao povo de Deus:</p>
<p>1. Devemos amar nossos irmãos em Cristo. Temos de amar a igreja de nosso Senhor, a qual ele comprou com o seu sangue (Atos 20.28).</p>
<p>2. Devemos nos preocupar com o estado da fé da igreja. Nosso amor pela igreja passa direto pela condição de sua fé.</p>
<p>3. Devemos agir em favor da igreja. Paulo mandou Timóteo para lá. Diante de uma situação grave, Paulo fez sacrifícios pessoais que o privaram de seu principal ajudador para apoiar o povo de Deus em Tessalônica.</p>
<p>4. Devemos usar nossas próprias experiências de sofrimento, lutas e até mesmo nosso lidar com o pecado como um meio para encorajar e fortalecer nossos irmãos que passam pelos mesmos problemas. Podemos ter a tendência de ser duros com quem está fraco na fé ou esmorece, mas nossa fé é dádiva de Deus e deve ser um instrumento para ganhar nossos irmãos. Que, como Paulo, nos identifiquemos com nossos irmãos em sua fraqueza e compartilhemos com eles o que temos recebido graciosamente de Deus.</p>
<p>5. Devemos viver e andar por fé. Nossa conduta deve ser determinada por princípios, não por circunstâncias. Não devemos responder aos problemas e aflições da vida segundo o calor do momento, mas tendo a eternidade diante de nós.</p>
<p>6. Devemos nos alegrar com o progresso da fé do povo de Deus. As vitórias e graça que Deus concede ao seu povo deve ser sempre motivo de regozijo e felicidade para nós. Temos de ter prazer nessas coisas, e isso só é possível se nosso coração e alegria estiverem no Senhor (Sl 37.4).</p>
<p>7. Devemos orar fervorosamente em favor do povo de Deus. Nossa lista de oração deve contemplar os problemas e situações da vida, certamente – mas, mais importante ainda, deve contemplar as necessidades espirituais e anelar pelo crescimento do povo na Palavra e nos dons divinos. Veja que Paulo, mesmo sabendo das lutas, ora por crescimento no amor. Ele sabia que era a fé forte e o amor inflado que dariam meios de resistência em meio as lutas.</p>
<p>8. Temos de ter um senso da providência de Deus. O Deus trino está governando toda nossa vida. Temos de entender os caminhos de Deus e reconhecer que ele é soberano em toda e qualquer situação. Isso deve afetar nossa conduta, a forma como vivemos e respondemos diante de adversidades. Jó disse: &#8220;Bem sei que tudo podes e que nenhum de seus planos podem ser frustrados&#8221;.</p>
<p>9. Devemos guardar nosso coração e pedir que Deus faça crescer nele amor para com nosso irmão na fé – isso nos levará a uma vida de &#8220;santidade e sem culpa&#8221; no meio da comunidade cristã, a igreja.  </p>
<p>10. Temos de ter a eternidade diante de nossos olhos. O toque da última trombeta deve ser tema de nossa mais profunda meditação. Jonathan Edwards, grande servo de Deus do passado, tinha esse senso da chegada de Cristo diante de si o tempo todo. Em suas resoluções, ele afirmou: &#8220;Resolvi jamais fazer qualquer coisa da qual eu deva ter medo, no caso de não restar mais do que uma hora para eu ouvir a última trombeta.&#8221;.</p>
<p>Encerro com as palavras do próprio Edwards, ao meditar sobre o retorno triunfante e definitivo de nosso Senhor Jesus Cristo:</p>
<p><em>&#8220;Cristo aparecerá na glória de seu Pai, junto de seus santos anjos, vindos nas nuvens do Céu...Essa será a mais inesperada visão para o mundo ímpio, a qual virá como um grito à meia noite. Mas com respeito aos santos, será uma visão de júbilo e a mais gloriosa de todas. Ver o Redentor vindo nas nuvens do Céu, encherá nosso coração da mais profunda e indizível alegria&#8221;.</em></p></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="justify">
<p><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/11/10-licoes-sobre-o-amor-da-igreja.jpg" alt="10 Lições sobre o Amor à Igreja" title="10 Lições sobre o Amor à Igreja" width="439" height="123" class="aligncenter size-full wp-image-2301" /></p>
<p>Paulo nos ensina, em 1 Tessalonicenses 3, dez importantes lições sobre como podemos expressar nosso amor ao povo de Deus:</p>
<p>1.Devemos amar nossos irmãos em Cristo. Temos de amar a igreja de nosso Senhor, a qual ele comprou com o seu sangue (Atos 20.28).</p>
<p>2.Devemos nos preocupar com o estado da fé da igreja. Nosso amor pela igreja passa direto pela condição de sua fé.</p>
<p>3.Devemos agir em favor da igreja. Paulo mandou Timóteo para lá. Diante de uma situação grave, Paulo fez sacrifícios pessoais que o privaram de seu principal ajudador para apoiar o povo de Deus em Tessalônica.</p>
<p>4.Devemos usar nossas próprias experiências de sofrimento, lutas e até mesmo nosso lidar com o pecado como um meio para encorajar e fortalecer nossos irmãos que passam pelos mesmos problemas. Podemos ter a tendência de ser duros com quem está fraco na fé ou esmorece, mas nossa fé é dádiva de Deus e deve ser um instrumento para ganhar nossos irmãos. Que, como Paulo, nos identifiquemos com nossos irmãos em sua fraqueza e compartilhemos com eles o que temos recebido graciosamente de Deus.</p>
<p>5.Devemos viver e andar por fé. Nossa conduta deve ser determinada por princípios, não por circunstâncias. Não devemos responder aos problemas e aflições da vida segundo o calor do momento, mas tendo a eternidade diante de nós.</p>
<p>6.Devemos nos alegrar com o progresso da fé do povo de Deus. As vitórias e graça que Deus concede ao seu povo deve ser sempre motivo de regozijo e felicidade para nós. Temos de ter prazer nessas coisas, e isso só é possível se nosso coração e alegria estiverem no Senhor (Sl 37.4).</p>
<p>7.Devemos orar fervorosamente em favor do povo de Deus. Nossa lista de oração deve contemplar os problemas e situações da vida, certamente – mas, mais importante ainda, deve contemplar as necessidades espirituais e anelar pelo crescimento do povo na Palavra e nos dons divinos. Veja que Paulo, mesmo sabendo das lutas, ora por crescimento no amor. Ele sabia que era a fé forte e o amor inflado que dariam meios de resistência em meio as lutas.</p>
<p>8.Temos de ter um senso da providência de Deus. O Deus trino está governando toda nossa vida. Temos de entender os caminhos de Deus e reconhecer que ele é soberano em toda e qualquer situação. Isso deve afetar nossa conduta, a forma como vivemos e respondemos diante de adversidades. Jó disse: &ldquo;Bem sei que tudo podes e que nenhum de seus planos podem ser frustrados&rdquo;.</p>
<p>9.Devemos guardar nosso coração e pedir que Deus faça crescer nele amor para com nosso irmão na fé – isso nos levará a uma vida de &ldquo;santidade e sem culpa&rdquo; no meio da comunidade cristã, a igreja.  </p>
<p>10. Temos de ter a eternidade diante de nossos olhos. O toque da última trombeta deve ser tema de nossa mais profunda meditação. Jonathan Edwards, grande servo de Deus do passado, tinha esse senso da chegada de Cristo diante de si o tempo todo. Em suas resoluções, ele afirmou: &ldquo;Resolvi jamais fazer qualquer coisa da qual eu deva ter medo, no caso de não restar mais do que uma hora para eu ouvir a última trombeta.&rdquo;.</p>
<p>Encerro com as palavras do próprio Edwards, ao meditar sobre o retorno triunfante e definitivo de nosso Senhor Jesus Cristo:</p>
<p><em>&ldquo;Cristo aparecerá na glória de seu Pai, junto de seus santos anjos, vindos nas nuvens do Céu&#8230;Essa será a mais inesperada visão para o mundo ímpio, a qual virá como um grito à meia noite. Mas com respeito aos santos, será uma visão de júbilo e a mais gloriosa de todas. Ver o Redentor vindo nas nuvens do Céu, encherá nosso coração da mais profunda e indizível alegria&rdquo;.</em></p>
</div>
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