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	<title>Blog Fiel</title>
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	<description>Editora Fiel - Apoiando a Igreja de Deus</description>
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		<title>Sobrou para o Batman&#8230;</title>
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		<pubDate>Thu, 03 May 2012 15:39:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jáder Borges</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoas]]></category>

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		<description><![CDATA[<div align="justify"><p><a href="http://www.blogfiel.com.br/2012/05/sobrou-para-o-batman.html"><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Sobrou-para-o-Batman.jpg" alt="Sobrou para o Batman" title="Sobrou para o Batman" width="210" height="308" class="alignleft size-full wp-image-2804" /></a> Perdi o sono nesta Sexta-Feira, 27 de Abril, ali por volta das 4 da manhã. Aí fui ler e também preparar estudos, etc., etc. Pesquisando por fontes para alguns, estava eu no site da Revista &#34;Veja&#34; <sup><a href="#l1_1" id="l1" name="l1" target="_self" title="1">1</a></sup> quando deparei-me com uma notícia bombástica: &#34;Roteirista tira Batman do armário: 'ele é gay'.</p>
<p>Bem &#34;bombástica&#34; para mim, que fui criança nos anos 70, e 'eterno fã' do homem-morcego, senão o meu maior herói dos quadrinhos, 'brigando' com o Homem-Aranha pelo posto na minha escala de super-heróis. &#34;Mas logo o Batman&#34;?! Pensei.</p>
<p>Lembrei-me de imediato de uma manhã fria em Minneapolis, quando abri um jornal ao acaso e li uma notícia surpreendente: &#34;Adam West estará dando autógrafos hoje no Megamall&#34;... e eu nem terminei de ler o resto. Fui para lá. Devo ser o único caruaruense a ter um autógrafo do Batman-Adam West!</p>
<p>Para complicar a vida do referido ator, a foto que ilustrava a matéria era a dele! Confesso que na minha conversa com o Batman naquele dia em Minneapolis - que durou uns 3 minutos, nada percebi que confirmasse ou permitisse suspeitas, como a que estava no site da &#34;Veja&#34;.</p>
<p><strong>As loucuras, inversões e perversões dos nossos dias.</strong></p>
<p>Já escrevi neste espaço, não faz ainda muito tempo, sobre uma &#34;outra descoberta surpreendente&#34;: a da primeira caveira gay do mundo. Mas, o que me impressiona mesmo é a facilidade com que um lobby é criado, mantido e insistido. Nos seus devaneios e também nas suas pretensões, homens e mulheres que defendem os seus gostos, práticas pecaminosas e ideologias, procuram de tudo para fazer valer as suas opiniões como as certas e as únicas (e se você discordar, poderá sofrer processos e terá que responder diante de um juiz). Tais pessoas não conseguem mais diferenciar entre a mão esquerda e a direita. Inculcando-se por sábios, estão é ficando mais doidos, ainda! Não sabem mais separar ficção de prática de pecado, e preferência por um estilo de vida, muitos protagonizam afirmações estapafúrdias, que chegam a ser até ridículas (surpreendentemente, com tantas notícias mais importantes e sérias em nosso país, esta matéria foi das mais lidas e comentadas recentemente no referido site). [...]</p></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="justify">
<p><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Sobrou-para-o-Batman.jpg" alt="Sobrou para o Batman" title="Sobrou para o Batman" width="210" height="308" class="alignleft size-full wp-image-2804 colorbox-2789" /> Perdi o sono nesta Sexta-Feira, 27 de Abril, ali por volta das 4 da manhã. Aí fui ler e também preparar estudos, etc., etc. Pesquisando por fontes para alguns, estava eu no site da Revista &quot;Veja&quot; <sup><a href="#l1_1" id="l1" name="l1" target="_self" title="1">1</a></sup> quando deparei-me com uma notícia bombástica: &quot;Roteirista tira Batman do armário: &#8216;ele é gay&#8217;.</p>
<p>Bem &quot;bombástica&quot; para mim, que fui criança nos anos 70, e &#8216;eterno fã&#8217; do homem-morcego, senão o meu maior herói dos quadrinhos, &#8216;brigando&#8217; com o Homem-Aranha pelo posto na minha escala de super-heróis. &quot;Mas logo o Batman&quot;?! Pensei.</p>
<p>Lembrei-me de imediato de uma manhã fria em Minneapolis, quando abri um jornal ao acaso e li uma notícia surpreendente: &quot;Adam West estará dando autógrafos hoje no Megamall&quot;&#8230; e eu nem terminei de ler o resto. Fui para lá. Devo ser o único caruaruense a ter um autógrafo do Batman-Adam West!</p>
<p>Para complicar a vida do referido ator, a foto que ilustrava a matéria era a dele! Confesso que na minha conversa com o Batman naquele dia em Minneapolis &#8211; que durou uns 3 minutos, nada percebi que confirmasse ou permitisse suspeitas, como a que estava no site da &quot;Veja&quot;.</p>
<p><strong>As loucuras, inversões e perversões dos nossos dias.</strong></p>
<p>Já escrevi neste espaço, não faz ainda muito tempo, sobre uma &quot;outra descoberta surpreendente&quot;: a da primeira caveira gay do mundo. Mas, o que me impressiona mesmo é a facilidade com que um lobby é criado, mantido e insistido. Nos seus devaneios e também nas suas pretensões, homens e mulheres que defendem os seus gostos, práticas pecaminosas e ideologias, procuram de tudo para fazer valer as suas opiniões como as certas e as únicas (e se você discordar, poderá sofrer processos e terá que responder diante de um juiz). Tais pessoas não conseguem mais diferenciar entre a mão esquerda e a direita. Inculcando-se por sábios, estão é ficando mais doidos, ainda! Não sabem mais separar ficção de prática de pecado, e preferência por um estilo de vida, muitos protagonizam afirmações estapafúrdias, que chegam a ser até ridículas (surpreendentemente, com tantas notícias mais importantes e sérias em nosso país, esta matéria foi das mais lidas e comentadas recentemente no referido site).</p>
<p>Ora, não foi o criador do personagem, não foi a empresa detentora de seus direitos autorais, mas foi um único roteirista chamado Grant Morrison (um, de entre os muitos que Batman já teve) que fez a afirmação. E este roteirista foi mais longe ainda: chegou a dizer sobre a Mulher-Maravilha, que escreveria uma história sobre o confronto da Mulher Maravilha com suas origens feministas e fetichistas, trabalho no qual se dedica agora.</p>
<p>Enfim, cegos por seus estilos de vida, pessoas são capazes de procurar em tudo e em qualquer parte, brechas que lhes permitam apoios para uma &quot;normalidade&quot; de vida e de comportamento, que a Palavra de Deus jamais tratou e tratará como &quot;normal&quot; e &quot;opcional&quot;. Continuará chamando de &quot;modo contrário ao natural&quot; e considerará qualquer prática moral e sexual contrária à Criação original de Deus, como imundícia e torpeza, também resultantes de uma disposição mental reprovável. Não haverá outra versão. Não haverá outro roteiro.</p>
<p>Romanos 1.24-30 destaca alguns pontos importantíssimos a este repeito:</p>
<p>&quot;&#8230;Por isso, Deus entregou tais homens à imundícia, pelas concupiscências de seu próprio coração, para desonrarem o seu corpo entre si; pois eles mudaram a verdade de Deus em mentira, adorando e servindo a criatura em lugar do Criador, o qual é bendito eternamente. Amém! Por causa disso, os entregou Deus a paixões infames; porque até as mulheres mudaram o modo natural de suas relações íntimas por outro, contrário à natureza; semelhantemente, os homens também, deixando o contato natural da mulher, se inflamaram mutuamente em sua sensualidade, cometendo torpeza, homens com homens, e recebendo, em si mesmos, a merecida punição do seu erro. E, por haverem desprezado o conhecimento de Deus, o próprio Deus os entregou a uma disposição mental reprovável, para praticarem coisas inconvenientes, cheios de toda injustiça, malícia, avareza e maldade; possuídos de inveja, homicídio, contenda, dolo e malignidade; sendo difamadores, caluniadores, aborrecidos de Deus, insolentes, soberbos, presunçosos, inventores de males&quot;&#8230;</p>
<p>Nesses dias difíceis <sup><a href="#l2_2" id="l2" name="l2" target="_self" title="2">2</a></sup>, nada foge dos ideólogos das tentativas de se normalizar o pecado e passar a chamá-lo de &quot;natural&quot;. Muitos defensores de causas têm se valido de meios de comunicação em massa, mídia eletrônica e até do universo infanto-juvenil, para disseminar ideias. Não é de hoje que alterações vêm sendo percebidas, no rumo de certas histórias, antes, apenas e simplesmente &quot;em quadrinhos&quot;, mas hoje, a serviço de movimentos que vão se tornando cada vez mais poderosos.</p>
<p>Conseguindo espaços como roteiristas, muitos defensores da causa homossexual têm alterado, mexido e mudado o até então neutro universo dos quadrinhos e da ficção, e isto é muito sério, pois, tantos pais compram revistas tidas como &quot;inocentes&quot;, &quot;ingênuas&quot; e &quot;celebradoras da infância&quot;, sem perceberem que outros conceitos estão sendo ali difundidos.</p>
<p>Até a tão querida e comemorada &quot;Turma da Mônica&quot; tem servido, vez por outra, para divulgação, ou pelo menos, aceitação de um estilo de vida já passado ou procurando ser cada vez mais passado como &quot;natural e normal-opcional&quot;, quando o assunto é sexualidade. Um roteirista das edições Maurício de Souza, tal roteirista assumidamente homossexual, tem utilizado gírias do universo gay em personagens da revista Mônica Jovem <sup><a href="#l3_3" id="l3" name="l3" target="_self" title="3">3</a></sup> e, vez por outra percebe-se uso de expressões inusitadas em tais e famosos &quot;gibis&quot;. Veremos alguns exemplos encontrados também na Turma da Mônica logo adiante, com as personagens infantis.</p>
<p>Algumas perguntas me vêm à mente, eu que li por boa parte da infância e adolescência as histórias da Turma da Mônica e comprei para as minhas filhas durante tanto tempo &#8211; elas, como eu, fãs do Chico Bento. Diante do que percebi nos últimos anos, convoco os que conhecem bem o estilo, as histórias e personagens para ver se não reconhecem mesmo mudanças drásticas, que vão além das necessárias dinamizações e atualizações de leitura. São questões mais para ideologias embutidas, do que qualquer outra coisa.</p>
<p>Vejamos, por questão de espaço, duas narrativas em revistas diferentes e épocas próximas:</p>
<p><strong>Exemplo 1</strong> &#8211; Conotações diferentes na maneira do Cebolinha e do Cascão se expressarem:</p>
<p><strong>Enredo da história (e seu contexto) </strong><sup><a href="#l4_4" id="l4" name="l4" target="_self" title="4">4</a></sup><strong>:</strong> é aniversário da Magali e Mônica e Denise disputam pelo título de &quot;melhor amiga&quot;, ou aquela que melhor preparará uma festa de aniversário para Magali.</p>
<p>Mas,percebam esta sequência:</p>
<p>a) No auge da briga entre Mônica e Denise, Cebolinha e Cascão não estão conseguindo entender o motivo da rivalidade. Cebolinha chega a criticar a atitude das meninas&#8230;<br />b) Perceba a maneira do Cascão rir. Isto não é mesmo usual para o referido personagem.</p>
<p><a href="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2012/05/1.jpg"><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2012/05/1.jpg" alt="Imagem 1" title="Imagem 1" width="360" height="276" class="aligncenter size-full wp-image-2795 colorbox-2789" /></a></p>
<p>Agora, vejam como a história prossegue: Cebolinha diz que &quot;isto é coisa de meninas&quot;, pois os rapazes são bem resolvidos quanto a este negocio de amizade:</p>
<p><a href="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2012/05/2.jpg"><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2012/05/2.jpg" alt="Imagem 2" title="Imagem 2" width="357" height="135" class="aligncenter size-full wp-image-2796 colorbox-2789" /></a></p>
<p>Mas depois, vem um &quot;chilique&quot; fora do comum e nunca antes visto nas histórias, por um motivo como estes (perceba as reações seguintes do Cascão):</p>
<p><a href="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2012/05/3.jpg"><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2012/05/3.jpg" alt="Imagem 3" title="Imagem 3" width="365" height="164" class="aligncenter size-full wp-image-2797 colorbox-2789" /></a></p>
<p>Cascão falará de maneira totalmente fora do usual, para quem conhece o personagem a tanto tempo:</p>
<p><a href="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2012/05/4.jpg"><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2012/05/4.jpg" alt="Imagem 4" title="Imagem 4" width="376" height="323" class="aligncenter size-full wp-image-2798 colorbox-2789" /></a></p>
<p>Pergunta: &quot;Discutir a relação&quot;? Isto não é &quot;vocabulário moderno&quot; de enredo de crises entre casais?</p>
<p><strong>Exemplo 2</strong> &#8211; Diferença de comportamento e de posturas entre meninos e meninas na história do Chico Bento. Este história ocorreu no auge do grupo musical norte-americano Jonas Brothers.</p>
<p><strong>Enredo da história (e seu contexto) </strong><sup><a href="#l5_5" id="l5" name="l5" target="_self" title="5">5</a></sup><strong>:</strong> Um feiticeiro transforma os cantores em bodes, mas depois, aparece uma fada e retorna tudo à normalidade:</p>
<p>Agora, percebamos:</p>
<p style="margin-left:10px;">a) Normalmente as meninas em todo o mundo tinham admiração apaixonada pelos Jonas Brothers, a quem a história parodia;<br />b) Porém, quando a fada &#8216;desmancha o feitiço&#8217; e eles voltam ao normal, mesmo &#8216;bonitões&#8217;, notem que as meninas comentam apenas A BELEZA da música.</p>
<p><a href="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2012/05/5.jpg"><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2012/05/5.jpg" alt="Imagem 5" title="Imagem 5" width="356" height="264" class="aligncenter size-full wp-image-2799 colorbox-2789" /></a></p>
<p><a href="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2012/05/6.jpg"><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2012/05/6.jpg" alt="Imagem 6" title="Imagem 6" width="367" height="264" class="aligncenter size-full wp-image-2800 colorbox-2789" /></a></p>
<p><a href="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2012/05/7.jpg"><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2012/05/7-300x99.jpg" alt="Imagem 7" title="Imagem 7" width="300" height="99" class="aligncenter size-medium wp-image-2801 colorbox-2789" /></a></p>
<p>Mas a reação dos meninos é bem diferente: Quando eles estão escutando só os bodes, estão sem interesse algum e apenas admirados com o &quot;fenômeno&quot; de animais cantando.</p>
<p><a href="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2012/05/8.jpg"><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2012/05/8.jpg" alt="Imagem 8" title="Imagem 8" width="356" height="268" class="aligncenter size-full wp-image-2802 colorbox-2789" /></a></p>
<p>Mas percebam agora AS REAÇÕES dos meninos na mesma história:</p>
<p><a href="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2012/05/9.jpg"><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2012/05/9-300x101.jpg" alt="Imagem 9" title="Imagem 9" width="300" height="101" class="aligncenter size-medium wp-image-2803 colorbox-2789" /></a></p>
<p>Perguntas para quem Conhece [bem] Chico Bento e Zé Lelé há tanto tempo:</p>
<p style="margin-left:10px;">1) Desde quando Zé Lelé usa expressões como &quot;fofo&quot;?<br />2) Desde quando Chico Bento revira os olhos, quando vê rapazes?<br />3) Desde quando Zé Lelé parece dar gritinhos histéricos, em um contexto como este?</p>
<p>Com isso, eu não estou dizendo que todos os roteiristas de ficção e dos quadrinhos agem assim e defendem ideologias ou preferências, jamais. Temos muitos e grandes roteiristas que sabem separar muito bem as questões, e tantos outros que investem só e mesmo – e bem – no lazer, mesmo. E também, afirmo que não são todos os roteiristas e histórias da Maurício de Souza Produções que apresentam enredos, pelo menos dúbios, ou tendenciosos. Muitos e excelentes profissionais naquela casa escrevem de uma maneira excepcional, nesta difícil e sufocante arte de criar histórias em profusão.</p>
<p><strong>Encerrando&#8230;</strong></p>
<p>Eu diria cinco coisas para os irmãos que leem estas linhas:</p>
<ol>
<li>Os dias são maus, e irão de mal a pior. Vigiemos mais, e oremos, mais;</lI>
<li>Não sejamos reacionários, ao ponto de agora querermos queimar revistas (alguns, até bancas de revistas); pois isto nada resolverá ou mudará. Sejamos sábios, isto sim, para observarmos os nossos dias e respondermos à luz da Palavra de Deus, sempre. Aprendamos também a separar o que convém, do que não convém <sup><a href="#l6_6" id="l6" name="l6" target="_self" title="6">6</a></sup>.</li>
<li>Tenhamos critérios, todos eles bíblicos, para instruirmos as nossas crianças e orientarmos os nossos pré-adolescentes e jovens, pois eles já convivem com toda esta pressão, faz tempo. Que a voz que os nossos filhos escutem, seja a de lábios que confessam o nome de Jesus <sup><a href="#l7_7" id="l7" name="l7" target="_self" title="7">7</a></sup>,pois outras vozes eles ouvirão constante e ininterruptamente. Se ouvirem de nós e aprenderem conosco, saberão pesar todas as informações e darão mais crédito a quem eles mais confiam e conhecem. Portanto, não descuidemos do culto doméstico, tenhamos sempre o diálogo aberto e franco; amigo, em casa, e cultivemos sempre o bom hábito da oração em família.</li>
<li>Os que ensinam na EBD – e os que pregam no púlpito – esmerem-se no fazê-lo <sup><a href="#l8_8" id="l8" name="l8" target="_self" title="8">8</a></sup>, orientando e instruindo o povo de Deus em toda a Palavra de Deus, auxiliando-os a crescer em graça e em conhecimento <sup><a href="#l9_9" id="l9" name="l9" target="_self" title="9">9</a></sup>. A Igreja tem o que dizer aos seus e a este mundo. Algumas vezes ela tem medo de dizer, ou, infelizmente, muitos dos pregadores, não têm o que dizer, por falta de preparo e de estudo eficiente na Palavra e na Doutrina. Não precisamos agredir ninguém, até porque a nossa luta não é principalmente contra carne e o sangue. Não precisamos ser &#8216;grosseiros&#8217;. Mas também, não nos deixemos intimidar.</li>
<li>Não negligenciemos meios de Graça que o Senhor nos deu. Entendo que os cultos que prestamos e participamos, a igreja que frequentamos, a boa e eficiente Escola Bíblica Dominical e as sociedades internas, que atendem e abastecem a nossa gente [bem] jovem, são meios excelentes e eficazes para auxiliarem pais e ajudarem a formar nos infantis e juvenis uma mentalidade cristã, gerando e equipando vidas que também existirão para a glória de Deus.</li>
</ol>
<p>Irmãos, não desfaleçamos <sup><a href="#l10_10" id="l10" name="l10" target="_self" title="10">10</a></sup>. A seu tempo, o Senhor Deus nos dará bons frutos. Invistamos o que pudermos e bem pudermos em nossas crianças (nas nossas casas) e nos Departamentos Infantis ( nas nossas igrejas). Pois tem quem queira fazer com elas (crianças e Igreja) exatamente o contrário.</p>
<p>Recebam o meu fraterno abraço,<br /> Jáder.</p>
</div>
<hr size="1" width="30%" align="left" />
<p><a href="#l1" id="l1_1" name="l1_1" target="_self" title="1">1</a> &#8211; http://veja.abril.com.br/noticia/celebridades/roteirista-de-hq-tira-batman-do-armario-ele-e-gay.<br /><a href="#l2" id="l2_2" name="l2_2" target="_self" title="2">2</a> &#8211; Ver, 2 Tm 3.1ss.<br /><a href="#l3" id="l3_3" name="l3_3" target="_self" title="3">3</a> &#8211; http://acapa.virgula.uol.com.br/cultura/roteirista-explica-origens-de-girias-gays-na-turma-da-monica/3/26/8202.<br />
  <a href="#l4" id="l4_4" name="l4_4" target="_self" title="4">4</a> &#8211; Edição nº 41, das Edições Panini.<br /><a href="#l5" id="l5_5" name="l5_5" target="_self" title="5">5</a> &#8211; Edição nº 40, das Edições Panini.<br /><a href="#l6" id="l6_6" name="l6_6" target="_self" title="6">6</a> &#8211; Ver, 1 Coríntios 10.23.<br /><a href="#l7" id="l7_7" name="l7_7" target="_self" title="7">7</a> &#8211; Hebreus 13.15.<br /><a href="#l8" id="l8_8" name="l8_8" target="_self" title="8">8</a> &#8211; Rm 12.7.<br /><a href="#l9" id="l9_9" name="l9_9" target="_self" title="9">9</a> &#8211; 2 Pe 3.18.<br /><a href="#l10" id="l10_10" name="l10_10" target="_self" title="10">10</a> &#8211; Vide, 2 Co 4.1.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Primeiros Meses</title>
		<link>http://www.blogfiel.com.br/2012/04/primeiros-meses.html</link>
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		<pubDate>Fri, 20 Apr 2012 19:08:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editora Fiel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Evangelização e Missões]]></category>
		<category><![CDATA[Institucional]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.blogfiel.com.br/?p=2758</guid>
		<description><![CDATA[<div align="justify"><p><strong>Por Edvânio Silva</strong></p>
<p><a href="http://www.blogfiel.com.br/2012/04/primeiros-meses.html" target="_self" title="Primeiros Meses"><img alt="Primeiros Meses" src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2012/04/Primeiros_Meses.jpg" title="Primeiros Meses" class="alignnone" width="439" height="308" /></a></p>
<p>O mês de fevereiro começou com nossa &#34;corrida&#34; por uma casa para morar. Depois de algumas pesquisas e contatos com irmãos, imobiliárias e internet, e depois de algumas visitas a imóveis para &#34;arrendamento&#34; (aluguel), decidimos morar na Quinta da Marialva, onde achamos um apartamento que se encaixava em nossa necessidade. O &#34;sítio&#34; (lugar) é muito bom, relativamente calmo e com boa estrutura na vizinhança. Fica muito próximo da escola, da igreja, de um parque para caminhadas e lazer, da estação de &#34;comboios&#34;(trem), enfim, muito bem localizado. Conseguimos mudar na última semana de fevereiro, depois de ter vencido as etapas de instalação de luz, água, gás e internet, visto que o apartamento nunca havia sido habitado. A partir de então, começa a etapa da montagem de nossa casa, e nesse caso, montagem é literal. Descobrimos que fica mais barato comprar móveis desmontados, o que para mim significa uma boa terapia, fazendo algo com as mãos. Aos poucos o apartamento vai ficando com a nossa cara. É gratificante. [...]</p></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="justify">
<p><strong>Por Edvânio Silva</strong></p>
<p><img alt="Primeiros Meses" src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2012/04/Primeiros_Meses.jpg" title="Primeiros Meses" class="alignnone colorbox-2758" width="439" height="308" /></p>
<p>O mês de fevereiro começou com nossa &quot;corrida&quot; por uma casa para morar. Depois de algumas pesquisas e contatos com irmãos, imobiliárias e internet, e depois de algumas visitas a imóveis para &quot;arrendamento&quot; (aluguel), decidimos morar na Quinta da Marialva, onde achamos um apartamento que se encaixava em nossa necessidade. O &quot;sítio&quot; (lugar) é muito bom, relativamente calmo e com boa estrutura na vizinhança. Fica muito próximo da escola, da igreja, de um parque para caminhadas e lazer, da estação de &quot;comboios&quot;(trem), enfim, muito bem localizado. Conseguimos mudar na última semana de fevereiro, depois de ter vencido as etapas de instalação de luz, água, gás e internet, visto que o apartamento nunca havia sido habitado. A partir de então, começa a etapa da montagem de nossa casa, e nesse caso, montagem é literal. Descobrimos que fica mais barato comprar móveis desmontados, o que para mim significa uma boa terapia, fazendo algo com as mãos. Aos poucos o apartamento vai ficando com a nossa cara. É gratificante.</p>
<p><strong>Igreja</strong></p>
<p>O envolvimento com a igreja continua, de forma gradual. Temos tido o cuidado de fazer as leituras de todas as situações para avaliarmos como podemos ajudar. Por enquanto, tenho ajudado com o Banco Alimentar, um trabalho de ação social da igreja que ajuda famílias &quot;carenciadas&quot;. Uma espécie de extensão do trabalho do governo que recebe alimentos dos supermercados e indústrias e os distribui, através de igrejas e associações, à famílias previamente mapeadas por estas instituições. Todas as quartas-feiras, a &quot;carrinha&quot; (van) da igreja vai à sede do Banco Alimentar recolher as doações.</p>
<p>Tenho também ajudado na pregação das reuniões de oração das quartas-feiras à tarde. Há também um ponto de pregação que se reúne na casa da irmã Basiliza, numa localidade chamada Azoia, a uns 30 km de casa. Esses irmãos se reunem todas as segundas-feiras, à tarde.<br />
  A Rosilene já participou de duas reuniões de mulheres, uma na igreja e outra na nossa casa. As mulheres reunem-se uma vez por mês. Foi uma grande alegria poder receber um grupo de 13 irmãs, onde a Rose pode trazer-lhes uma palavra.</p>
<p><strong>Chá de Panela?</strong></p>
<p>Todo último domingo de cada mês, a igreja promove um &quot;convívio&quot;, um tempo maior com os irmãos, após o culto, onde é servido um lanche. No convívio de fevereiro, tivemos a grata surpresa de receber muitos presentes de vários irmãos da igreja para ajudar a montar nossa casa. Um verdadeiro chá de panela, com direito a brincadeiras e perguntas e respostas sobre o casal. Uma singela demonstração de amor e carinho que alegrou nosso coração.</p>
<p><strong>Visitas a Igrejas</strong></p>
<p>Ainda estamos iniciando nossa agenda de visitas a igrejas. Esperamos que depois que todos esses entraves iniciais tiverem passado, possamos desenvolver melhor essa área. Por outro lado, haveremos de dar algum tempo para que os irmãos de outras igrejas possam ir se acostumando com nossa presença no país. Já tivemos a oportunidade de falar do ministério da Fiel à Igreja Baptista de Mem-Martins (Pr. Mário Jorge), Igreja Baptista de Tires (Pr. Daniel Pascoal) e Igreja Baptista de Rio de Mouro (Pr. Sérgio Gomes), onde também levamos alguns livros para oferecer à igreja com desconto nos preços. Também já estivemos visitando, de forma casual, a Igreja Baptista do Cacém (Pr. José Pinto Ferreira), Igreja Evangélica de Seixal (Pr. Paulo Nunes), Igreja Bíblica Baptista de Santa Marta (Pr. Robert Fry) e  Igreja Evangélica Congregacional de Paio Pires (Pr. Daniel Calado). Também conhecemos a Igreja Baptista de Queluz, que está sem pastor, onde aconteceu a reunião regional das mulheres baptistas. Falamos, eu a Rose, rapidamente sobre a Fiel, especialmente a Conferência, que este ano terá a participação da autora Martha Peace, falando especificamente às mulheres. Ainda tivemos a oportunidade de estar presentes no encerramento da reunião Anual da Convenção Baptista Portuguesa. Aos poucos, mais e mais pessoas são informadas sobre a Fiel e seu ministério. Oremos para que, ao fazermos mais conhecida a Fiel, a sã doutrina possa ir se espalhando mais e mais em Portugal.</p>
<p><strong>Cebapes, Loja Online e Conferência</strong></p>
<p>Tenho espalhado durante nossa rotina diária, algumas visitas à Livraria do Cebapes (Centro Baptista de Publicações), no centro de Lisboa, que revende os livros da Fiel. Promovemos algumas mudanças na nossa parceria para facilitar o trabalho de representação do Cebapes. Estamos finalizando a conferência do estoque, que, apesar de ser pequeno, dá bastante trabalho para controlar. Vamos também fazer um pequeno estoque em nossa casa para poder entregar aos pastores adotados no Projeto Adote um Pastor. Desejo fazer esse trabalho de entrega pessoalmente para poder acompanhar esses pastores em sua caminhada, compartilhar suas lutas e vitórias, ou seja, andar junto com eles. Nas próximas semanas vamos também revitalizar nossa loja online, que esteve parada nos últimos meses.</p>
<p>Nossa conferência, que está marcada para os dias 03 a 06 de setembro deste ano, teve que mudar de local. Desde sua primeira edição, em  2001, ela tem acontecido nas dependências do Acampamento Baptista, que fica em Leiria, distante 160 km de Lisboa. Este ano, pela primeira vez, ela terá lugar em Lisboa, no Seminário Torre d&#8217;Aguilha. Apesar de ser um seminário católico, já tem sido utilizado por muitas organizações evangélicas para realizarem seus eventos. Tem ótimas instalações e um preço que não aumenta muito em relação ao do Acampamento. Oremos para que essa mudança possa dar mais dinamismo à Conferência, atraindo mais participantes, especialmente da grande Lisboa. Que os irmãos do Norte, que precisarão viajar mais alguns quilômetros, sintam-se animados para estar na Conferência.</p>
<p><strong>Escola das crianças e Adaptações</strong></p>
<p>As meninas (Raíssa e Marina) começaram a frequentar a Escola assim que as crianças daqui voltaram das &quot;Férias da Páscoa&quot;, um período de duas semanas durante a páscoa em que não há aulas. Como pais, sempre ficamos preocupados em como nossas crianças se sentirão na nova escola. Graças a Deus, elas estão gostando &quot;imenso&quot; (bastante) da nova experiência. Foram bem recebidas pelos colegas e pelos professores. Aqui devemos destacar o cuidado do Senhor para conosco, mais uma vez. Há poucos meses, uma irmã de nossa igreja, a Guilhermina, que trabalha na escola, foi destacada para a Diretoria. Dessa forma ela pôde dar-nos uma grande assistência na inserção das meninas no ambiente escolar e oferece grande apoio em todas as questões envolvendo documentos e outras coisas mais. Levou-as a conhecer todas as instalações no primeiro dia e mantem-se como uma referência caso haja alguma necessidade. É interessante notar que Deus colocou essa irmã nessa posição poucos meses antes de chegarmos. Esse é o nosso Deus!</p>
<p>Nossa adaptação tem sido facilitada pelas várias demonstrações de carinho que recebemos, não só da igreja onde estamos congregando, como das igrejas por onde temos passado. Sabemos que, com o passar do tempo, a medida que as novidades vão passando, e o dia-a-dia vai se estabelecendo, as coisas vão se tornando mais reais, mas temos a consciência do trabalho que temos em nossa frente, das grandes possibilidades de ajudar e da visão que o Senhor tem frutos a colher nesta terra, frutos de uma igreja mais fortalecida e de uma boa e sã doutrina espalhada para a Glória do Senhor. Essas coisas e as orações dos irmãos, vão manter-nos animados, ocupados e trabalhando. Nosso conforto está no fato de que somos parte do exército do Senhor nessa trincheira.</p>
<p><strong>Algumas fotos:</strong></p>

<a href='http://www.blogfiel.com.br/2012/04/primeiros-meses.html/back-camera-2' title='Primeiros Meses - 1'><img width="150" height="150" src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2012/04/01-montagem-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail colorbox-2758" alt="Primeiros Meses - 1" title="Primeiros Meses - 1" /></a>
<a href='http://www.blogfiel.com.br/2012/04/primeiros-meses.html/02-cultoa-moinho' title='Primeiros Meses - 2'><img width="150" height="150" src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2012/04/02-cultoA-Moinho-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail colorbox-2758" alt="Primeiros Meses - 2" title="Primeiros Meses - 2" /></a>
<a href='http://www.blogfiel.com.br/2012/04/primeiros-meses.html/03-quarta' title='Primeiros Meses - 3'><img width="150" height="150" src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2012/04/03-quarta-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail colorbox-2758" alt="Primeiros Meses - 3" title="Primeiros Meses - 3" /></a>
<a href='http://www.blogfiel.com.br/2012/04/primeiros-meses.html/04-azoia' title='Primeiros Meses - 4'><img width="150" height="150" src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2012/04/04-azoia-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail colorbox-2758" alt="Primeiros Meses - 4" title="Primeiros Meses - 4" /></a>
<a href='http://www.blogfiel.com.br/2012/04/primeiros-meses.html/05-mulheres' title='Primeiros Meses - 5'><img width="150" height="150" src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2012/04/05-mulheres-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail colorbox-2758" alt="Primeiros Meses - 5" title="Primeiros Meses - 5" /></a>
<a href='http://www.blogfiel.com.br/2012/04/primeiros-meses.html/06-mulheres' title='Primeiros Meses - 6'><img width="150" height="150" src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2012/04/06-mulheres-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail colorbox-2758" alt="Primeiros Meses - 6" title="Primeiros Meses - 6" /></a>
<a href='http://www.blogfiel.com.br/2012/04/primeiros-meses.html/07-mulheres' title='Primeiros Meses - 7'><img width="150" height="150" src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2012/04/07-mulheres-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail colorbox-2758" alt="Primeiros Meses - 7" title="Primeiros Meses - 7" /></a>
<a href='http://www.blogfiel.com.br/2012/04/primeiros-meses.html/08-cha' title='Primeiros Meses - 8'><img width="150" height="150" src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2012/04/08-cha-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail colorbox-2758" alt="Primeiros Meses - 8" title="Primeiros Meses - 8" /></a>
<a href='http://www.blogfiel.com.br/2012/04/primeiros-meses.html/09-cha' title='Primeiros Meses - 9'><img width="150" height="150" src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2012/04/09-cha-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail colorbox-2758" alt="Primeiros Meses - 9" title="Primeiros Meses - 9" /></a>
<a href='http://www.blogfiel.com.br/2012/04/primeiros-meses.html/10-cha' title='Primeiros Meses - 10'><img width="150" height="150" src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2012/04/10-cha-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail colorbox-2758" alt="Primeiros Meses - 10" title="Primeiros Meses - 10" /></a>
<a href='http://www.blogfiel.com.br/2012/04/primeiros-meses.html/11-memmartins' title='Primeiros Meses - 11'><img width="150" height="150" src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2012/04/11-MemMartins-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail colorbox-2758" alt="Primeiros Meses - 11" title="Primeiros Meses - 11" /></a>
<a href='http://www.blogfiel.com.br/2012/04/primeiros-meses.html/12-memmartins' title='Primeiros Meses - 12'><img width="150" height="150" src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2012/04/12-MemMartins-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail colorbox-2758" alt="Primeiros Meses - 12" title="Primeiros Meses - 12" /></a>
<a href='http://www.blogfiel.com.br/2012/04/primeiros-meses.html/13-santamarta' title='Primeiros Meses - 13'><img width="150" height="150" src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2012/04/13-SantaMarta-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail colorbox-2758" alt="Primeiros Meses - 13" title="Primeiros Meses - 13" /></a>
<a href='http://www.blogfiel.com.br/2012/04/primeiros-meses.html/14-convencao' title='Primeiros Meses - 14'><img width="150" height="150" src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2012/04/14-convencao-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail colorbox-2758" alt="Primeiros Meses - 14" title="Primeiros Meses - 14" /></a>
<a href='http://www.blogfiel.com.br/2012/04/primeiros-meses.html/15-riomouro' title='Primeiros Meses - 15'><img width="150" height="150" src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2012/04/15-RioMouro-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail colorbox-2758" alt="Primeiros Meses - 15" title="Primeiros Meses - 15" /></a>
<a href='http://www.blogfiel.com.br/2012/04/primeiros-meses.html/16-riomouro' title='Primeiros Meses - 16'><img width="150" height="150" src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2012/04/16-RioMouro-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail colorbox-2758" alt="Primeiros Meses - 16" title="Primeiros Meses - 16" /></a>
<a href='http://www.blogfiel.com.br/2012/04/primeiros-meses.html/17-riomouro' title='Primeiros Meses - 17'><img width="150" height="150" src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2012/04/17-RioMouro-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail colorbox-2758" alt="Primeiros Meses - 17" title="Primeiros Meses - 17" /></a>
<a href='http://www.blogfiel.com.br/2012/04/primeiros-meses.html/18-mulheres-queluz' title='Primeiros Meses - 18'><img width="150" height="150" src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2012/04/18-Mulheres-Queluz-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail colorbox-2758" alt="Primeiros Meses - 18" title="Primeiros Meses - 18" /></a>
</div>
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		<title>O Amor Leal</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Apr 2012 12:40:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editora Fiel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Teologia]]></category>
		<category><![CDATA[Vida Cristã]]></category>

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		<description><![CDATA[<div align="justify"><p><strong>Por Iain Duguid</strong></p>
<p><a href="http://www.blogfiel.com.br/2012/04/o-amor-leal.html"><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2012/04/hesed.jpeg" alt="Hesed" title="Hesed" width="200" height="107" class="alignleft size-full wp-image-2752" style="border:0;" /></a> No Antigo Testamento, <em>hesed</em> é uma palavra teológica central. É um atributo-chave na autodescrição do Senhor em Êxodo 34.6-7; e, conforme Miquéias 6.8, é uma obrigação colocada sobre todo o povo de Deus. No entanto, por não haver um termo exato para expressar a ideia em outros idiomas, alguns tradutores bíblicos tiveram dificuldade para traduzi-la com precisão. Em várias versões, ela aparece como &#8220;benignidade&#8221;, &#8220;fidelidade&#8221;, &#8220;misericórdia&#8221;, &#8220;bondade&#8221;, &#8220;lealdade&#8221; e &#8220;amor firme&#8221;. Em seguida, exploraremos como amor e lealdade se combinam nesta palavra única.</p>
<p>Normalmente, <em>hesed</em> descreve algo que acontece dentro de um relacionamento existente, quer seja entre seres humanos, quer seja entre Deus e o homem. Nos relacionamentos humanos, <em>hesed</em> significa amar nosso próximo, não apenas em termos de sentimentos emocionais calorosos, mas também em atos de amor e serviço que devemos à outra pessoa apenas porque ela faz parte da comunidade da aliança. O povo de Deus tem de praticar a justiça, amar a <em>hesed</em> e andar humildemente com o seu Deus (Mq 6.8). [...] </p></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="justify">
<p><strong>Por Iain Duguid</strong></p>
<p><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2012/04/hesed.jpeg" alt="Hesed" title="Hesed" width="200" height="107" class="alignleft size-full wp-image-2752 colorbox-2751" style="border:0;" /> No Antigo Testamento, <em>hesed</em> é uma palavra teológica central. É um atributo-chave na autodescrição do Senhor em Êxodo 34.6-7; e, conforme Miquéias 6.8, é uma obrigação colocada sobre todo o povo de Deus. No entanto, por não haver um termo exato para expressar a ideia em outros idiomas, alguns tradutores bíblicos tiveram dificuldade para traduzi-la com precisão. Em várias versões, ela aparece como &ldquo;benignidade&rdquo;, &ldquo;fidelidade&rdquo;, &ldquo;misericórdia&rdquo;, &ldquo;bondade&rdquo;, &ldquo;lealdade&rdquo; e &ldquo;amor firme&rdquo;. Em seguida, exploraremos como amor e lealdade se combinam nesta palavra única.</p>
<p>Normalmente, <em>hesed</em> descreve algo que acontece dentro de um relacionamento existente, quer seja entre seres humanos, quer seja entre Deus e o homem. Nos relacionamentos humanos, <em>hesed</em> significa amar nosso próximo, não apenas em termos de sentimentos emocionais calorosos, mas também em atos de amor e serviço que devemos à outra pessoa apenas porque ela faz parte da comunidade da aliança. O povo de Deus tem de praticar a justiça, amar a <em>hesed</em> e andar humildemente com o seu Deus (Mq 6.8).</p>
<p>Um exemplo disso que redefine profundamente o limite da comunidade de obrigação é a parábola que nosso Senhor contou sobre o bom samaritano (Lc 10.30-37). Um bom vizinho tinha a obrigação de ajudar um membro da comunidade que estava em problemas. Contudo, esta obrigação de mostrar <em>hesed</em> foi rejeitada pelo sacerdote e pelo levita que passaram de largo do homem ferido. Na ocasião, o verdadeiro próximo foi o samaritano que &ldquo;usou de misericórdia&rdquo; para com o estranho (v. 37). Não coincidentemente, a palavra grega que significa &ldquo;misericórdia&rdquo; é a mesma que foi usada para traduzir <em>hesed</em> no Antigo Testamento grego.</p>
<p><em>Hesed</em> também pode descrever lealdade de uma pessoa às obrigações para com Deus. Isso inclui ações fiéis para com os outros membros da comunidade da aliança; pois, como podemos dizer que amamos o nosso Senhor da aliança, se ignoramos os seus mandamentos de amar nossos irmãos (1 Jo 4.20)? A pessoa que é <em>hasid</em> (de <em>hesed</em>) é leal ao seu Deus e roga ao Senhor que lhe mostre fidelidade similar em retorno (Sl 4.4; 32.6). Por isso, o nome <em>hasidim</em> tem sido atribuído aos judeus mais austeros no judaísmo contemporâneo.</p>
<p>No entanto, o uso mais precioso da palavra <em>hesed</em> no Antigo Testamento é uma descrição do que Deus faz. Havendo entrado em um relacionamento de aliança com seu povo, Deus se comprometeu a agir para com eles de certas maneiras. E Deus é totalmente fiel ao seu compromisso pessoal.</p>
<p>Salmos 136 explora o que a <em>hesed</em> do Senhor significa em seus termos mais amplos, pois cada verso termina com as palavras: &ldquo;Sua <em>hesed</em> dura para sempre&rdquo;. Por causa da <em>hesed</em> do Senhor, ele criou o universo e o governa diariamente por meio de sua providência (Sl 136.5-9, 25). Por causa da sua <em>hesed</em> para com Israel, ele os redimiu do Egito e os trouxe, através do mar Vermelho e do deserto, à Terra da Promessa. Por essa mesma razão, ele lançou os egípcios no mar e destruiu os reis cananeus diante dos israelitas (vv. 11-21). Tanto a libertação por parte do Senhor como a destruição dos inimigos de Israel são aspectos da fidelidade do Senhor à sua promessa de fazer de Abraão uma grande nação, de abençoar os que o abençoassem e de amaldiçoar os que o amaldiçoassem (Gn 12.1-3).</p>
<p>Mesmo quando o povo de Deus peca contra ele e sofre as consequências de seu pecado, eles podem ainda apelar à <em>hesed</em>do Senhor, como o fez o escritor de Lamentações em meio à destruição de Jerusalém, em 586 a.C. Cercado pela evidência da fidelidade do Senhor em julgar a impiedade, a rebelião e o pecado, o profeta se lança sobre o imutável caráter de Deus, afirmando: &ldquo;A <em>hesed</em> do Senhor nunca cessa; suas misericórdias nunca chegam ao fim; elas se renovam cada manhã; grande é a tua fidelidade&rdquo; (Lm 3.22-23).</p>
<p>Em Salmos 23.6, o salmista declarou que o Senhor a bondade e a <em>hesed</em> do Senhor o seguiriam todos os dias da sua vida. A palavra <em>seguir</em> descreve normalmente a ação de exércitos de pilhagem e maldição da aliança, mas o salmista estava convencido de que, em vez da maldição da aliança que ele merecia, o amor e a bondade fiel do Senhor o seguiriam incansavelmente.</p>
<p>A plenitude da <em>hesed</em> do Senhor é vista na cruz. Ali, o verdadeiro <em>hasid</em>, o próprio Jesus Cristo – o único homem que foi verdadeiramente leal ao Senhor e ao seu próximo em todos os aspectos da vida –, foi tratado como um transgressor da aliança e amaldiçoado pelo pecado, para que nós, que somos infiéis, fôssemos vestidos de sua fidelidade e redimidos. Desta maneira, o propósito da aliança original de Deus – ter um povo para o seu louvor – se cumpriu fielmente.</p>
<p>A <em>hesed</em> do Senhor nunca nos abandonará. Em meio às aflições e tragédias da vida, podemos clamar ao nosso Deus amoroso, na confiança de que nada, em toda a criação, pode jamais nos separar do amor leal que nos escolheu antes de existir tempo, que está nos santificando no presente e nos levará fielmente ao nosso lar eterno (Rm 8.28-30).</p>
<p><strong>Dr. Iain Duguid</strong> é professor de Antigo Testamento no Grove City College e o pastor da Christ Presbiterian Church in Grove City (Pennsylvania).</p>
</div>
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		<title>Lançamento: Jonas &#8211; O Missionário Bem Sucedido que Fracassou</title>
		<link>http://www.blogfiel.com.br/2012/04/lancamento-jonas-o-missionario-bem-sucedido-que-fracassou.html</link>
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		<pubDate>Mon, 09 Apr 2012 19:38:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>

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		<description><![CDATA[<div align="justify"><p><a href="http://www.blogfiel.com.br/2012/04/lancamento-jonas-o-missionario-bem-sucedido-que-fracassou.html" target="_self"><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2012/04/Jonas.png" alt="Jonas - O Missionário Bem Sucedido que Fracassou" title="Jonas - O Missionário Bem Sucedido que Fracassou" width="201" height="300" class="alignleft size-full wp-image-2743" style="border:0;" /></a> No ano 397, Ambrósio, governador justo e de boa reputação da cidade de Milão, foi pessoalmente à igreja onde seria realizada a eleição para o novo bispo, pois havia uma agitação muito grande por causa do arianismo e da disputa entre partidos interessados no cargo. Na igreja, Ambrósio pediu a palavra e exortou o povo com a eloquência que mais tarde o faria famoso. À medida que Ambrósio falava, o clima agitado amainou-se e o povo o ouvia com atenção e interesse. Até que, num dado momento, um menino gritou: "Ambrósio bispo!". Em seguida, todos do povo também exclamaram, cada vez com mais força: "Ambrósio bispo! Ambrósio bispo! Ambrósio bispo!".</p>
<p>Esse clamor seria o fim da carreira política de Ambrósio, então ele saiu correndo da igreja e foi até a prisão, onde mandou torturar vários presos, na esperança de manchar sua reputação. Visto que ainda era seguido pelo povo, Ambrósio trancou-se em casa com várias prostitutas, esperando que assim o povo deixaria de clamar o seu bispado, mas o efeito foi contrário e o povo permanecia inquieto e cada vez mais convencido de que Ambrósio deveria ser o seu pastor e bispo. Ele ainda tentou fugir e esconder-se, mas em vão. Por fim, o futuro mentor de Agostinho, teve de render-se à insistência do povo e concordou em ser o bispo da cidade.</p>
<p>A curiosa história de Ambrósio é mais bem contada no livro do historiador Justo Gonzalez, mas é preciso notar que ele não está sozinho. As Escrituras e a história da igreja registram a relutância e temor de muitos que foram chamados ao ministério profético e de ensino, mas poucas histórias são tão emblemáticas como a do profeta Jonas. Stuart Olyott afirmou que Jonas foi o maior missionário de todos os tempos - que fracassou! Jonas é alguém que, tendo sido chamado, não queria ir, não queria pregar, não queria ver o arrependimento do povo ninivita - com o agravante de que, enquanto no caso do teimoso bispo de Milão havia um clamor popular, para o profeta israelense houve um chamado direto da parte de Deus, convocando-o para a missão de chamar a ímpia cidade ao arrependimento.</p>
<p>Mas o que Olyott destaca nesta história é mesmo a graça e misericórdia de Deus, que oferece a salvação a um povo ímpio pelos lábios de um pregador que nem desejava ver sua conversão, ao tempo em que também trabalha o coração deste pregador, ensinando-lhe lições muito preciosas na medida em que o conduz por esta aventura fascinante, que envolve um chamado extraordinário, uma fuga alucinada, um encontro com a morte, uma oração sincera, uma aparição impressionante, e um final aparentemente sem conclusão.</p>
<p>Este livro é resultado de adaptações que fiz a partir da talentosa transcrição feita por Ingrid Andrade das mensagens que Stuart Olyott pregou na 27ª Conferência Fiel para Pastores e Líderes em Águas de Lindóia, SP, Brasil, entre os dias 3 a 7 de outubro de 2011. Procurei manter as nuanças, detalhes e comentários feitos por Olyott ao longo de suas exposições, preservando a evidente personalidade do autor que, dono de um apuradíssimo senso de humor britânico, contou a história de Jonas de um modo especial, com ricas e instrutivas ilustrações, exortações práticas e aplicações que haverão de provarem-se muito úteis a todo leitor. Ele dividiu suas mensagens em quatro pontos principais, que aqui foram divididos em quatro capítulos, nos quais temos as seguintes lições: Capítulo 1: "Você sabe o que Deus quer que você saiba?", Capítulo 2: "Você ora?", Capítulo 3: "O que você sabe sobre arrependimento?" e Capítulo 4: "Você está disposto a deixar Deus te ensinar?".</p>
<p>Que Deus abençoe sua leitura.</p>
<p style="text-align:right;"><em>São José dos Campos, Março de 2012.<br />
Tiago J. Santos Filho<br />
Editor-Chefe</em></p>
<p><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2012/04/Stuart_Olyott.jpg" alt="Stuart Olyott" title="Stuart Olyott" width="98" height="116" class="alignright size-full wp-image-2741" /> O AUTOR: Stuart Olyott É Diretor Pastoral do Movimento Evangélico do País de Gales. Obteve sua graduação na Universidade de Londres e já pastoreou igrejas em Liverpool e Londres, no Reino Unido e em Lausanne, na Suíça. É preletor internacional de conferências e autor de vários livros, três deles publicados em português pela Editora Fiel: Pregação Pura e Simples, Ministrando como o Mestre e Ouse ser firme. É casado com Doris.</p>
<p>Leia um trecho do livro:</p>
<p><object classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" style="width:440px;height:331px" id="ab483988-f002-e6d1-95e3-155061726828" ><param name="movie" value="http://static.issuu.com/webembed/viewers/style1/v2/IssuuReader.swf?mode=mini&#38;shareMenuEnabled=false&#38;printButtonEnabled=false&#38;shareButtonEnabled=false&#38;searchButtonEnabled=false&#38;backgroundColor=%23222222&#38;documentId=120403140329-3b5fede24e7c4fa0b05c86878da69be5" /><param name="allowfullscreen" value="true"/><param name="menu" value="false"/><param name="wmode" value="transparent"/><embed src="http://static.issuu.com/webembed/viewers/style1/v2/IssuuReader.swf" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" menu="false" wmode="transparent" style="width:440px;height:331px" flashvars="mode=mini&#38;shareMenuEnabled=false&#38;printButtonEnabled=false&#38;shareButtonEnabled=false&#38;searchButtonEnabled=false&#38;backgroundColor=%23222222&#38;documentId=120403140329-3b5fede24e7c4fa0b05c86878da69be5" /></object></p></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="justify">
<p><a href="http://www.lojafiel.net/produto.aspx?ProCodigo=296" target="_blank"><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2012/04/Jonas.png" alt="Jonas - O Missionário Bem Sucedido que Fracassou" title="Jonas - O Missionário Bem Sucedido que Fracassou" width="201" height="300" class="alignleft size-full wp-image-2743 colorbox-2739" style="border:0;" /></a> No ano 397, Ambrósio, governador justo e de boa reputação da cidade de Milão, foi pessoalmente à igreja onde seria realizada a eleição para o novo bispo, pois havia uma agitação muito grande por causa do arianismo e da disputa entre partidos interessados no cargo. Na igreja, Ambrósio pediu a palavra e exortou o povo com a eloquência que mais tarde o faria famoso. À medida que Ambrósio falava, o clima agitado amainou-se e o povo o ouvia com atenção e interesse. Até que, num dado momento, um menino gritou: &#8220;Ambrósio bispo!&#8221;. Em seguida, todos do povo também exclamaram, cada vez com mais força: &#8220;Ambrósio bispo! Ambrósio bispo! Ambrósio bispo!&#8221;.</p>
<p>Esse clamor seria o fim da carreira política de Ambrósio, então ele saiu correndo da igreja e foi até a prisão, onde mandou torturar vários presos, na esperança de manchar sua reputação. Visto que ainda era seguido pelo povo, Ambrósio trancou-se em casa com várias prostitutas, esperando que assim o povo deixaria de clamar o seu bispado, mas o efeito foi contrário e o povo permanecia inquieto e cada vez mais convencido de que Ambrósio deveria ser o seu pastor e bispo. Ele ainda tentou fugir e esconder-se, mas em vão. Por fim, o futuro mentor de Agostinho, teve de render-se à insistência do povo e concordou em ser o bispo da cidade.</p>
<p>A curiosa história de Ambrósio é mais bem contada no livro do historiador Justo Gonzalez, mas é preciso notar que ele não está sozinho. As Escrituras e a história da igreja registram a relutância e temor de muitos que foram chamados ao ministério profético e de ensino, mas poucas histórias são tão emblemáticas como a do profeta Jonas. Stuart Olyott afirmou que Jonas foi o maior missionário de todos os tempos &#8211; que fracassou! Jonas é alguém que, tendo sido chamado, não queria ir, não queria pregar, não queria ver o arrependimento do povo ninivita &#8211; com o agravante de que, enquanto no caso do teimoso bispo de Milão havia um clamor popular, para o profeta israelense houve um chamado direto da parte de Deus, convocando-o para a missão de chamar a ímpia cidade ao arrependimento.</p>
<p>Mas o que Olyott destaca nesta história é mesmo a graça e misericórdia de Deus, que oferece a salvação a um povo ímpio pelos lábios de um pregador que nem desejava ver sua conversão, ao tempo em que também trabalha o coração deste pregador, ensinando-lhe lições muito preciosas na medida em que o conduz por esta aventura fascinante, que envolve um chamado extraordinário, uma fuga alucinada, um encontro com a morte, uma oração sincera, uma aparição impressionante, e um final aparentemente sem conclusão.</p>
<p>Este livro é resultado de adaptações que fiz a partir da talentosa transcrição feita por Ingrid Andrade das mensagens que Stuart Olyott pregou na 27ª Conferência Fiel para Pastores e Líderes em Águas de Lindóia, SP, Brasil, entre os dias 3 a 7 de outubro de 2011. Procurei manter as nuanças, detalhes e comentários feitos por Olyott ao longo de suas exposições, preservando a evidente personalidade do autor que, dono de um apuradíssimo senso de humor britânico, contou a história de Jonas de um modo especial, com ricas e instrutivas ilustrações, exortações práticas e aplicações que haverão de provarem-se muito úteis a todo leitor. Ele dividiu suas mensagens em quatro pontos principais, que aqui foram divididos em quatro capítulos, nos quais temos as seguintes lições: Capítulo 1: &#8220;Você sabe o que Deus quer que você saiba?&#8221;, Capítulo 2: &#8220;Você ora?&#8221;, Capítulo 3: &#8220;O que você sabe sobre arrependimento?&#8221; e Capítulo 4: &#8220;Você está disposto a deixar Deus te ensinar?&#8221;.</p>
<p>Que Deus abençoe sua leitura.</p>
<p style="text-align:right;"><em>São José dos Campos, Março de 2012.<br />
Tiago J. Santos Filho<br />
Editor-Chefe</em></p>
<p><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2012/04/Stuart_Olyott.jpg" alt="Stuart Olyott" title="Stuart Olyott" width="98" height="116" class="alignright size-full wp-image-2741 colorbox-2739" /> O AUTOR: Stuart Olyott É Diretor Pastoral do Movimento Evangélico do País de Gales. Obteve sua graduação na Universidade de Londres e já pastoreou igrejas em Liverpool e Londres, no Reino Unido e em Lausanne, na Suíça. É preletor internacional de conferências e autor de vários livros, três deles publicados em português pela Editora Fiel: Pregação Pura e Simples, Ministrando como o Mestre e Ouse ser firme. É casado com Doris.</p>
<p>Leia um trecho do livro:</p>
<p><object classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" style="width:440px;height:331px" id="ab483988-f002-e6d1-95e3-155061726828" ><param name="movie" value="http://static.issuu.com/webembed/viewers/style1/v2/IssuuReader.swf?mode=mini&amp;shareMenuEnabled=false&amp;printButtonEnabled=false&amp;shareButtonEnabled=false&amp;searchButtonEnabled=false&amp;backgroundColor=%23222222&amp;documentId=120403140329-3b5fede24e7c4fa0b05c86878da69be5" /><param name="allowfullscreen" value="true"/><param name="menu" value="false"/><param name="wmode" value="transparent"/><embed src="http://static.issuu.com/webembed/viewers/style1/v2/IssuuReader.swf" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" menu="false" wmode="transparent" style="width:440px;height:331px" flashvars="mode=mini&amp;shareMenuEnabled=false&amp;printButtonEnabled=false&amp;shareButtonEnabled=false&amp;searchButtonEnabled=false&amp;backgroundColor=%23222222&amp;documentId=120403140329-3b5fede24e7c4fa0b05c86878da69be5" /></object></p>
</div>
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		<title>Conferência Fiel para Jovens 2012</title>
		<link>http://www.blogfiel.com.br/2012/04/conferencia-fiel-para-jovens-2012.html</link>
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		<pubDate>Tue, 03 Apr 2012 18:44:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editora Fiel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conferência]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>

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		<description><![CDATA[<object width="441" height="254"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/yzETU9ftWgE?version=3&#38;hl=pt_BR&#38;rel=0"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/yzETU9ftWgE?version=3&#38;hl=pt_BR&#38;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" width="441" height="254" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object>

Participe da 10ª Conferência Fiel para Jovens!
Mais informações, acesse: <a href="http://www.editorafiel.com.br/jovens " title="10ª Conferência Fiel para Jovens" target="_blank">http://www.editorafiel.com.br/jovens </a>

<strong>Data:</strong> 7 a 10 de Junho 2012 - Atibaia, SP
<strong>Tema:</strong> A Centralidade de Cristo - Como Cristo transforma nossa visão de mundo?
<strong>Preletores:</strong> Tim Conway, Leonardo Sahium, Adauto Lourenço, Heber Campos Jr., Sillas Campos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="441" height="254"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/yzETU9ftWgE?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/yzETU9ftWgE?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" width="441" height="254" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Participe da 10ª Conferência Fiel para Jovens!<br />
Mais informações, acesse: <a href="http://www.editorafiel.com.br/jovens " title="10ª Conferência Fiel para Jovens" target="_blank">http://www.editorafiel.com.br/jovens </a></p>
<p><strong>Data:</strong> 7 a 10 de Junho 2012 &#8211; Atibaia, SP<br />
<strong>Tema:</strong> A Centralidade de Cristo &#8211; Como Cristo transforma nossa visão de mundo?<br />
<strong>Preletores:</strong> Tim Conway, Leonardo Sahium, Adauto Lourenço, Heber Campos Jr., Sillas Campos.</p>
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		<title>Palestra: O que é uma Igreja Saudável? – Mark Dever</title>
		<link>http://www.blogfiel.com.br/2012/04/palestra-o-que-e-uma-igreja-saudavel.html</link>
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		<pubDate>Mon, 02 Apr 2012 13:19:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editora Fiel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pregação]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>

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		<description><![CDATA[<object width="441" height="254"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/fgPa97nhge8?version=3&#38;hl=pt_BR&#38;rel=0"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/fgPa97nhge8?version=3&#38;hl=pt_BR&#38;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" width="441" height="254" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object>

Baixe o e-book do livro "O que é uma Igreja Saudável" acesse: <a href="http://www.editorafiel.com.br/igrejasaudavel" target="_blank" title="O que é uma Igreja Saudável">http://www.editorafiel.com.br/igrejasaudavel</a>

<center><a href="http://www.editorafiel.com.br/CFL/" title="Curso Fiel de Liderança 2012" target="_blank"><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2012/04/CFL2012-ModII-h.jpg" alt="Curso Fiel de Liderança 2012" title="Curso Fiel de Liderança 2012" width="439" height="218" class="alignnone size-full wp-image-2728" /></a></center>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="441" height="254"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/fgPa97nhge8?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/fgPa97nhge8?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" width="441" height="254" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Baixe o e-book do livro &#8220;O que é uma Igreja Saudável&#8221; acesse: <a href="http://www.editorafiel.com.br/igrejasaudavel" target="_blank" title="O que é uma Igreja Saudável">http://www.editorafiel.com.br/igrejasaudavel</a></p>
<p><center><a href="http://www.editorafiel.com.br/CFL/" title="Curso Fiel de Liderança 2012" target="_blank"><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2012/04/CFL2012-ModII-h.jpg" alt="Curso Fiel de Liderança 2012" title="Curso Fiel de Liderança 2012" width="439" height="218" class="alignnone size-full wp-image-2728 colorbox-2723" /></a></center></p>
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		<title>Nossa Apologética Deve Apontar Para Cristo</title>
		<link>http://www.blogfiel.com.br/2012/03/nossa-apologetica-tem-de-apontar-para-cristo.html</link>
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		<pubDate>Wed, 21 Mar 2012 20:03:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editora Fiel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Teologia]]></category>
		<category><![CDATA[Vida Cristã]]></category>

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		<description><![CDATA[<div align="justify"><p><strong>Por Nathan Busenitz</strong></p><p><a href="http://www.blogfiel.com.br/2012/03/nossa-apologetica-tem-de-apontar-para-cristo.html"><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2012/03/Nossa-Apologética-Tem-De-Apontar-Para-Cristo.png" alt="Nossa Apologética Tem De Apontar Para Cristo" title="Nossa Apologética Tem De Apontar Para Cristo" width="387" height="252" class="aligncenter size-full wp-image-2717" /></a></p><p>O alvo da apologética deve ser evangelístico e, assim sendo, sua mensagem deve estar centrada na pessoa e obra de Jesus Cristo. Ele é a resposta a todos os males sociais e a cada coração que o busca. &#8220;Mas nós pregamos a Cristo crucificado&#8221;, Paulo explicou aos coríntios, &#8220;escândalo para os judeus, loucura para os gentios&#8221; (1 Co 1.23). De maneira semelhante, disse aos crentes de Colossos: &#8220;o qual nós anunciamos, advertindo a todo homem e ensinando a todo homem em toda a sabedoria, a fim de que apresentemos todo homem perfeito em Cristo&#8221; (Cl 1.28). Armado com o lema &#8220;para mim, o viver é Cristo, e o morrer é lucro&#8221; (Fp 1.21), Paulo enfrentou o mundo como embaixador de Cristo, rogando aos ouvintes &#8220;em nome de Cristo, vos reconcilieis com Deus&#8221; (2 Co 5.20). Ele jamais tomou uma posição apologética que não apontasse para Cristo. Quer no Areópago (At 17) quer no tribunal diante do governador romano (At 26), a defesa da fé feita por Paulo sempre era centrada no evangelho (1 Co 15.3-4).</p>
  <p>Uma apologética que deixa de apresentar o evangelho por inteiro deixa no mesmo lugar os pecadores: ainda perdidos. Até confessarem Jesus como Senhor e crer que Deus o ressuscitou da morte, eles permanecem mortos em seus pecados (Rm 10.9). Sua eternidade depende do que farão com Jesus Cristo. À pergunta: &#8220;O que devo fazer para ser salvo?&#8221; Jesus é a única resposta (At 16.30-31). Para o problema do pecado, ele é a única solução. Como disse João Batista a respeito de Jesus: &#8220;quem crê no Filho tem a vida eterna; o que, todavia, se mantém rebelde contra o Filho não verá a vida, mas sobre ele permanece a ira de Deus&#8221; (Jo 3.36). [...]</p></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="justify">
<p><strong>Por Nathan Busenitz</strong></p>
<p><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2012/03/Nossa-Apologética-Tem-De-Apontar-Para-Cristo.png" alt="Nossa Apologética Tem De Apontar Para Cristo" title="Nossa Apologética Tem De Apontar Para Cristo" width="387" height="252" class="aligncenter size-full wp-image-2717 colorbox-2715" /></p>
<p>O alvo da apologética deve ser evangelístico e, assim sendo, sua mensagem deve estar centrada na pessoa e obra de Jesus Cristo. Ele é a resposta a todos os males sociais e a cada coração que o busca. &ldquo;Mas nós pregamos a Cristo crucificado&rdquo;, Paulo explicou aos coríntios, &ldquo;escândalo para os judeus, loucura para os gentios&rdquo; (1 Co 1.23). De maneira semelhante, disse aos crentes de Colossos: &ldquo;o qual nós anunciamos, advertindo a todo homem e ensinando a todo homem em toda a sabedoria, a fim de que apresentemos todo homem perfeito em Cristo&rdquo; (Cl 1.28). Armado com o lema &ldquo;para mim, o viver é Cristo, e o morrer é lucro&rdquo; (Fp 1.21), Paulo enfrentou o mundo como embaixador de Cristo, rogando aos ouvintes &ldquo;em nome de Cristo, vos reconcilieis com Deus&rdquo; (2 Co 5.20). Ele jamais tomou uma posição apologética que não apontasse para Cristo. Quer no Areópago (At 17) quer no tribunal diante do governador romano (At 26), a defesa da fé feita por Paulo sempre era centrada no evangelho (1 Co 15.3-4).</p>
<p>Uma apologética que deixa de apresentar o evangelho por inteiro deixa no mesmo lugar os pecadores: ainda perdidos. Até confessarem Jesus como Senhor e crer que Deus o ressuscitou da morte, eles permanecem mortos em seus pecados (Rm 10.9). Sua eternidade depende do que farão com Jesus Cristo. À pergunta: &ldquo;O que devo fazer para ser salvo?&rdquo; Jesus é a única resposta (At 16.30-31). Para o problema do pecado, ele é a única solução. Como disse João Batista a respeito de Jesus: &ldquo;quem crê no Filho tem a vida eterna; o que, todavia, se mantém rebelde contra o Filho não verá a vida, mas sobre ele permanece a ira de Deus&rdquo; (Jo 3.36).</p>
<p>Não podemos nos contentar com uma abordagem apologética que diminua ou negligencie o evangelho. Afinal de contas, nossa meta final não é apenas converter os ateus ao teísmo ou evolucionistas ao criacionismo, mas chamar os incrédulos (quer sejam eles ateus ou teístas, evolucionistas ou criacionistas) a receberem Jesus Cristo. Os argumentos quanto ao teísmo e criacionismo são importantes, mas a apologética cristã será incompleta se parar por aí e não proclamar o evangelho.</p>
<p>Uma ilustração disso está no fato de que muitos evangélicos deram grande valor à conversão do renomado ateu britânico Antony Flew do ateísmo para o teísmo. Ele documentou sua mudança de ideia no livro <em>There is a God</em>, onde admitiu que os argumentos do projeto inteligente o levaram a &ldquo;aceitar a existência de uma Mente infinitamente inteligente&rdquo;. <a href="#n1" name="n1_1" title="" id="n1_1">[1]</a> No fim do livro, Flew nota que poderia estar aberto ao cristianismo, mas não chega a reconhecer nenhum compromisso pessoal com Cristo. Por sua parte, Flew se identifica como deísta. <a href="#n2" name="n2_1" title="" id="n2_1">[2]</a></p>
<p>Como avaliar esse tipo de conversão? Por um lado, alegramo-nos porque um renomado ateu renunciou publicamente seus erros anteriores. Podemos ser gratos pelos esforços daqueles que, por sua influência, o ajudaram a ver a falência filosófica do sistema ateu. Mas não podemos estar completamente satisfeitos com o resultado, pois o Professor Flew não se tornou cristão.</p>
<p>Quando o apóstolo Paulo esteve diante da oposição, quer no areópago quer diante de Festo e Felix, não se contentou apenas em convencer seus ouvintes da existência de Deus. Na verdade, eles já eram teístas. Contudo, eles tinham renhida necessidade de se reconciliarem com Deus, razão pela qual a mensagem de Paulo era centrada no evangelho de Jesus Cristo. Em uma época quando o ateísmo naturalista ganha aprovação popular, poderá ser tentador pensar que defender a existência de Deus deva ser nosso principal alvo. Mas se deixarmos de fora a mensagem cristocêntrica do evangelho, nosso trabalho apologético ficará incompleto. <a href="#n3" name="n3_1" title="" id="n3_1">[3]</a> Fomos comissionados a fazer discípulos do Senhor (Mt 28.18-20), não apenas teístas. Assim, pregamos Cristo crucificado a todas as pessoas, quer elas creiam quer não creiam em Deus.</p>
</div>
<hr align="left" size="1" width="33%" />
<p><a href="#n1_1" name="n1" title="" id="n1"><span lang="EN-US" xml:lang="EN-US"><span lang="EN-US" xml:lang="EN-US">[1]</span></span></a><span lang="EN-US" xml:lang="EN-US"> Antony Flew, <em>There Is a God</em> (New York: HarperCollins, 2007), 158.</span><span lang="EN-US" xml:lang="EN-US"></span></p>
<p><a href="#n2_1" name="n2" title="" id="n2"><span lang="EN-US" xml:lang="EN-US"><span lang="EN-US" xml:lang="EN-US">[2]</span></span></a><span lang="EN-US" xml:lang="EN-US"> </span><span lang="EN-US" xml:lang="EN-US">Antony Flew e Gary R. Habermas, &ldquo;My Pilgrimage from Atheism to Theism: An Exclusive Interview with Former British Atheist Professor Antony Flew,&rdquo; Philosophia Christi 6, no. 2 (Winter 2004). Online at <a href="http://www.biola.edu/" target="_blank">www.biola.edu</a></span></p>
<p><a href="#n3_1" name="n3" title="" id="n3"><span lang="EN-US" xml:lang="EN-US"><span lang="EN-US" xml:lang="EN-US">[3]</span></span></a> Se nos esquecermos da mensagem do evangelho que é centrada em Cristo, corremos o perigo de nos juntar a outros teístas, incluindo cristãos não evangélicos, em um esforço de convencer os não teístas a tornarem-se teístas.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Um Recado de Pastor às Minhas Ovelhas Sobre o Facebook</title>
		<link>http://www.blogfiel.com.br/2012/03/um-recado-de-pastor-as-minhas-ovelhas-sobre-o-facebook.html</link>
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		<pubDate>Mon, 19 Mar 2012 13:21:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jáder Borges</dc:creator>
				<category><![CDATA[Igreja]]></category>
		<category><![CDATA[Vida Cristã]]></category>

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		<description><![CDATA[<div align="justify"><p><a href="http://www.blogfiel.com.br/2012/03/um-recado-de-pastor-as-minhas-ovelhas-sobre-o-facebook.html"><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2012/03/Sobre-o-Facebook.jpg" alt="Um Recado de Pastor às Minhas Ovelhas Sobre o Facebook" title="Um Recado de Pastor às Minhas Ovelhas Sobre o Facebook" width="261" height="296" class="alignleft size-full wp-image-2708" /></a> Não que eu tenha visto aberrações ou situações e postagens que me deixassem triste. Mas, reconheço: vi algumas citações, fotos, repasses, etc., que me deixaram um tanto apreensivo. Graças a Deus, foram poucas. </p> <p>Assim é o mundo moderno, com irmãos queridos que mantêm perfis e páginas no fecebook. Não sou muito de entrar por lá, mas, um dia desses postei um comentário na página que mantém praticamente 90% dos membros da nossa igreja (de todas as idades), interagindo, bem informadas, bem humoradas e bem conectadas. Por precaução, observação e pastoreio, postei um comentário ali, pois sei que cada um deles tem suas centenas e milhares de contatos. Penso que deva ser útil também aos que acessam o blog da Fiel o que recomendei, pois tantos estão interagindo nesta mesma rede social.</p> <p> Se servir de incentivo, aviso ou santa exortação, creio que será bom. Usemos o facebook, mas sem ter que ficar ruborizados na &#8216;<em>face&#8217;</em>, por esquecimento (e, por que não?) falta de comprometimento com princípios e valores maravilhosos que estão no &#8216;<em>Book&#8217;</em> (Bíblia). </p> <p>Assim, esta ferramenta poderá seguir servindo de ponto de encontro, informações úteis, reencontros, e de incentivos à vida e à comunhão. Como o objetivo aqui é compartilhar, omitirei o nome da Igreja. Penso que também sirva para os membros da sua Igreja, todos tão humanos, queridos e batalhadores pela fé, quanto os da nossa igreja.</p> <p>Um abraço [...]</p></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="justify">
<p><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2012/03/Sobre-o-Facebook.jpg" alt="Um Recado de Pastor às Minhas Ovelhas Sobre o Facebook" title="Um Recado de Pastor às Minhas Ovelhas Sobre o Facebook" width="261" height="296" class="alignleft size-full wp-image-2708 colorbox-2706" /> Não que eu tenha visto aberrações ou situações e postagens que me deixassem triste. Mas, reconheço: vi algumas citações, fotos, repasses, etc., que me deixaram um tanto apreensivo. Graças a Deus, foram poucas. </p>
<p>Assim é o mundo moderno, com irmãos queridos que mantêm perfis e páginas no fecebook. Não sou muito de entrar por lá, mas, um dia desses postei um comentário na página que mantém praticamente 90% dos membros da nossa igreja (de todas as idades), interagindo, bem informadas, bem humoradas e bem conectadas. Por precaução, observação e pastoreio, postei um comentário ali, pois sei que cada um deles tem suas centenas e milhares de contatos. Penso que deva ser útil também aos que acessam o blog da Fiel o que recomendei, pois tantos estão interagindo nesta mesma rede social.</p>
<p> Se servir de incentivo, aviso ou santa exortação, creio que será bom. Usemos o facebook, mas sem ter que ficar ruborizados na &lsquo;<em>face&rsquo;</em>, por esquecimento (e, por que não?) falta de comprometimento com princípios e valores maravilhosos que estão no &lsquo;<em>Book&rsquo;</em> (Bíblia). </p>
<p>Assim, esta ferramenta poderá seguir servindo de ponto de encontro, informações úteis, reencontros, e de incentivos à vida e à comunhão. Como o objetivo aqui é compartilhar, omitirei o nome da Igreja. Penso que também sirva para os membros da sua Igreja, todos tão humanos, queridos e batalhadores pela fé, quanto os da nossa igreja.</p>
<p>Um abraço.</p>
<p>Minhas queridas ovelhas da IP XYZ. </p>
<p>Eu entro pouco no FB. Na verdade, o fiz para ver as fotos dos 30 anos. Depois eu saio e fico um tempão sem acessar esta rede social. Por conta disso, tenho um bom número de gente querida para adicionar, etc. Vi muitos dos seus <em>posts</em> e louvo a Deus pelo cuidado, zelo e atenção para com o uso desta ferramenta. Outros &#8216;posts&#8217;, fotos, &#8216;curtições&#8217;, etc. [graças a Deus, não foram muitos!], eu pediria e recomendaria cuidado. Nada que seja tão grave, mas que possa ser motivo de suspense, dúvida ou escândalo, isso devemos definitivamente deixar de fora. Nada que lembre a &#8216;aparência do mal&#8217; (por favor, leiam 1 Ts 5.21,22) e nada que o mundo produza de &#8216;podre&#8217; e a gente se acostume [com o cheiro, como os lixeiros se acostumam, tantas vezes, nos caminhões de lixo que vemos bem à nossa frente...] e até &#8216;achemos este lixo no FB, engraçado&#8217;. Cuidado com o lixo, pois no FB ele existe em forma de piadinhas, palavrões, termos chulos,  repasse de fotos com ditados maldosos, etc. </p>
<p>Para isso e PARA TUDO, usemos a boa máscara de oxigênio que é a Palavra de Deus. Ela purificará as nossas mentes e injetará sempre o novo ar de sabedoria, que nos ajudará a julgar todas as coisas [e reter o que é bom]. Também nos ajudará a nem seguir com certas leituras, posts, etc. A Palavra de Deus deve estar para nós no FB sempre como a máscara de oxigênio está para o hospital ou até mesmo para o avião: para que respiremos as coisas boas e, no nosso caso, para manter a nossa fé sempre viva!  </p>
<p>Usemos o FB, mas não abusemos.<br />É o que peço a todos vocês!<br />Recebam o me abraço de pastor e de amigo.</p>
</div>
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		<title>Iniciamos o Curso Fiel de Liderança</title>
		<link>http://www.blogfiel.com.br/2012/03/iniciamos-curso-fiel-de-lideranca-2012.html</link>
		<comments>http://www.blogfiel.com.br/2012/03/iniciamos-curso-fiel-de-lideranca-2012.html#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 14 Mar 2012 18:47:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editora Fiel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Institucional]]></category>

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		<description><![CDATA[<div align="justify"><p><a href="http://www.blogfiel.com.br/2012/03/iniciamos-curso-fiel-de-lideranca-2012.html"><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2012/03/CFL2012M1-0.jpg" alt="Augustus Nicodemus" title="Augustus Nicodemus" width="439" height="292" class="size-full wp-image-2695" /></a></p><p>Aconteceu no último sábado, dia 3 de março, o primeiro módulo do <a href="http://www.editorafiel.com.br/CFL/2012/" title="Curso Fiel de Liderança" target="_blank">Curso Fiel de Liderança</a> (CFL) promovido pela Editora Fiel, em São José dos Campos, São Paulo. Dezenas de alunos de várias cidades do Brasil puderam participar do curso presencial, e outras centenas de alunos ao redor do mundo compartilharam, via internet, as aulas ministradas pelos professores Pr. Mark Dever, da Igreja Batista de Capitol Hill, em Washington, EUA, mestre em teologia e Ph.D em História Eclesiástica, e o Dr. Augustus Nicodemus, chanceler da Universidade Presbiteriana Mackenzie, em São Paulo, mestre e doutor em Interpretação Bíblica.</p> <p>Este primeiro módulo do curso abordou dois assuntos importantes, a Pregação Expositiva e a Teologia Bíblica, que representam duas das &#8220;9 Marcas de uma Igreja Saudável&#8221;, tema principal que será discutido ao longo dos 4 módulos do Curso Fiel de Liderança em 2012. Ao final das aulas, os alunos presenciais e virtuais tiveram a oportunidade de interagir com os professores, que estiveram à disposição para responder perguntas, uma das quais chegou do Japão. [...]</p></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="justify">
<p><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2012/03/CFL2012M1-0.jpg" alt="Augustus Nicodemus" title="Augustus Nicodemus" width="439" height="292" class="size-full wp-image-2695 colorbox-2675" /></p>
<p>Aconteceu no último sábado, dia 3 de março, o primeiro módulo do <a href="http://www.editorafiel.com.br/CFL/2012/" title="Curso Fiel de Liderança" target="_blank">Curso Fiel de Liderança</a> (CFL) promovido pela Editora Fiel, em São José dos Campos, São Paulo. Dezenas de alunos de várias cidades do Brasil puderam participar do curso presencial, e outras centenas de alunos ao redor do mundo compartilharam, via internet, as aulas ministradas pelos professores Pr. Mark Dever, da Igreja Batista de Capitol Hill, em Washington, EUA, mestre em teologia e Ph.D em História Eclesiástica, e o Dr. Augustus Nicodemus, chanceler da Universidade Presbiteriana Mackenzie, em São Paulo, mestre e doutor em Interpretação Bíblica.</p>
<p>Este primeiro módulo do curso abordou dois assuntos importantes, a Pregação Expositiva e a Teologia Bíblica, que representam duas das &ldquo;9 Marcas de uma Igreja Saudável&rdquo;, tema principal que será discutido ao longo dos 4 módulos do Curso Fiel de Liderança em 2012. Ao final das aulas, os alunos presenciais e virtuais tiveram a oportunidade de interagir com os professores, que estiveram à disposição para responder perguntas, uma das quais chegou do Japão.</p>
</p>
<p><a href="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2012/03/CFL2012M1-1.jpg" target="_blank"><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2012/03/CFL2012M1-1-300x172.jpg" alt="Mark Dever" title="Mark Dever" width="300" height="172" class="alignleft size-medium wp-image-2682 colorbox-2675" /></a>Na primeira parte do curso, o professor Mark Dever expôs o assunto Pregação Expositiva, explicando o que é, por que deve ser utilizada e exemplificou como colocá-la em prática. De forma simples e bastante elucidativa, Dever comparou o trabalho de um carteiro, que tem o compromisso de entregar a carta ao seu destinatário, à função do ministro, o qual é chamado por Deus a entregar a Sua mensagem à igreja, seu povo escolhido. Dever destacou que a pregação expositiva da Palavra de Deus deve estar compromissada com as Escrituras, e deve respeitar o contexto no qual foram escritas. Para ele, a exposição da Palavra de Deus não pode estar baseada no que o pregador acha que deve falar, mas, exclusivamente, no que Deus quer falar. Assim, após explicitar a respeito da importância de se pregar expositivamente, Dever enfatizou o Evangelho como o fundamento do relacionamento entre Deus e o homem, sendo o crente em Jesus Cristo vivificado através da Palavra de Deus.</p>
<p><a href="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2012/03/CFL2012M1-2.jpg" target="_blank"><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2012/03/CFL2012M1-2-300x162.jpg" alt="Augustus Nicodemus" title="Augustus Nicodemus" width="300" height="162" class="alignright size-medium wp-image-2683 colorbox-2675" /></a>Já na segunda parte do curso, Dr. Augustus Nicodemus abordou o assunto Teologia Bíblica, e discorreu sobre temas atuais como o relativismo moderno e seu impacto na igreja. Nicodemus enfatizou a necessidade de se identificar a Bíblia como autoridade máxima, a Palavra de Deus absoluta, infalível e inerrante, como primeira condição para possibilitar o estudo teológico. Dr. Augustus destacou ainda a importância da unicidade da Palavra de Deus (<em>sola scriptura</em>) como base da teologia, a fim de se julgar e estruturar conceitos somente nas Escrituras. Nicodemus também explicitou os principais métodos utilizados para interpretação bíblica, destacando o método gramático-histórico por honrar a Bíblia como sendo a Palavra de Deus. Segundo Nicodemus, este método está fundamentado na crença de que o a Bíblia é tanto divina, pois foi inspirada por Deus, motivo pelo qual se deve orar ao preparar um sermão, quanto humana, pois Deus utilizou homens vivendo em épocas diferentes e com estilos literários variados, motivo pelo qual se deve labutar na preparação do sermão.</p>
<p><a href="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2012/03/CFL2012M1-3.jpg" target="_blank"><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2012/03/CFL2012M1-3-300x199.jpg" alt="Alunos" title="Alunos" width="300" height="199" class="alignleft size-medium wp-image-2684 colorbox-2675" /></a>Alguns alunos deram testemunho de sua participação no curso, como Jorge Melhado, professor da EBD da Igreja Quadrangular em São Caetano do Sul, que já conhecia a Fiel, tendo utilizado seus livros em estudos na igreja. Por se identificar com a proposta e conteúdo da editora, Jorge participou do curso com o objetivo de ouvir pessoas experientes falando dos assuntos que estuda. Para John McAlister, pastor da Igreja Cristã Nova Vida-Catedral, da cidade do Rio de Janeiro, participar do curso, considerado por ele &ldquo;acima de suas expectativas&rdquo;, é uma maneira de abrir o entendimento para os assuntos abordados e conhecer mais a fundo o ministério da editora. Já o aluno Horácio Carvalho, líder de departamento na Igreja Cristo é a Resposta, em Santos, disse já acompanhar o trabalho da Fiel, através do qual enfatizou ter adquirido grande parte do conhecimento que hoje possui em teologia. Ele se inscreveu no curso com o objetivo principal de aprimorar o aprendizado da Palavra de Deus. </p>
<p><a href="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2012/03/CFL2012M1-4.jpg" target="_blank"><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2012/03/CFL2012M1-4-199x300.jpg" alt="Alunos" title="Alunos" width="199" height="300" class="alignright size-medium wp-image-2685 colorbox-2675" /></a>O Curso Fiel de Liderança está apenas começando. Por isso, faça sua <a href="http://www.editorafiel.com.br/CFL/2012/investimento.php" title="inscrição" target="_blank">inscrição</a> para os <a href="http://www.editorafiel.com.br/CFL/2012/modulos.php" title="próximos módulos" target="_blank">próximos módulos</a> que abordarão as outras 7 marcas de uma igreja saudável ao longo do ano de 2012. No dia 12 de maio, acontecerá o 2º módulo do curso, que terá como tema o Evangelho e a Conversão, ministrados por Greg Gilbert, Heber Júnior e Davi Charles Gomes. O 3º e 4º módulos acontecerão nos dias 4 de agosto e 27 de outubro, respectivamente, e abordarão os temas Evangelização e Membresia, que serão ministrados pelos professores Mike Mckinley, Leonardo Sahium e Sillas Campos, além dos temas Disciplina Bíblica, Discipulado e Crescimento, e Liderança Bíblica, que terão como professores Jonathan Leemann, Franklin Ferreira e Gilson Santos. </p>
<p>Os participantes do <a href="http://www.editorafiel.com.br/CFL/2012/" title="Curso Fiel de Liderança" target="_blank">Curso Fiel de Liderança</a>, inscritos em qualquer um dos módulos, poderão assistir os vídeos referentes aos outros módulos, que estarão disponíveis através do acesso exclusivo do aluno no site da <a href="http://www.editorafiel.com.br/" title="Editora Fiel" target="_blank">Editora Fiel</a>. Os alunos que participarem do curso inteiro, ao se inscreverem em todos os módulos, receberão o Diploma 9 Marcas do Curso Fiel de Liderança, que será assinado pela Editora Fiel e pelo Ministério 9 Marcas, nos Estados Unidos. O curso será realizado aos sábados nas <a href="http://www.editorafiel.com.br/CFL/2012/local.php" title="dependências" target="_blank">dependências</a> da Editora Fiel, na cidade de São José dos Campos, SP. A jornada será das 9h às 17h. Esperamos por você!</p>
</div>
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		<title>Lançamento: O Deus Presente</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Mar 2012 13:43:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editora Fiel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Teologia]]></category>

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		<description><![CDATA[<div align="justify"><p><a href="http://www.blogfiel.com.br/2012/03/lancamento-o-deus-presente.html"><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2012/03/O-Deus-Presente.png" alt="O Deus Presente" title="O Deus Presente" width="201" height="300" class="alignright size-full wp-image-2668" style="border:0;" /></a> De maneira simples e didática, D. A. Carson traça, em seu livro &#8220;O Deus Presente&#8221;, uma linha histórica da Bíblia, expondo-a com rico conhecimento teológico, através de citações de importantes passagens bíblicas contidas no Antigo e Novo Testamentos. Carson conduz o leitor ao longo de 14 capítulos, tecendo comentários de trechos presentes em Gênesis, Êxodo, Salmos, passando por Romanos, Apocalipse, entre outros, por meio dos quais estabelece conexões entre a Bíblia e o seu contexto histórico. Ele oferece explicações que facilitam o entendimento do leitor a respeito da doutrina de Deus e do plano de Deus para a humanidade. Este livro ajudará a Igreja a formar um conhecimento básico, porém amplo, do plano de Deus para o homem, revelado através da Bíblia.</p>
<p><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2012/03/DACarson.jpg" alt="D A. Carson" title="D A. Carson" width="115" height="171" class="alignleft size-full wp-image-2669" /> O AUTOR: O Dr. D A. Carson é professor pesquisador do Novo Testamento na Trinity Evangelical Divinity School, onde leciona desde 1978. Obteve o grau de Bacharéu em Química, pela Universidade McGill, o Mestrado em Divindade pelo Central Baptist Seminary, em Toronto, e o Ph.D em Novo Testamento pela Universidade de Cambridge, na Inglaterra. Carson escreveu ou editou mais de 50 livros, é um dos diretores e fundadores do ministério "The Gospel Coalition" e é palestrante ativo, convidado a ministrar em igrejas e ambientes acadêmicos ao redor do mundo. É casado com Joy, como quem tem dois filhos já adultos.</p>
<p>Leia um trecho do livro:</p>
<p><object classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" style="width:440px;height:331px" id="37802fb9-61ba-58f1-0c5a-e6c4da2c297d" ><param name="movie" value="http://static.issuu.com/webembed/viewers/style1/v2/IssuuReader.swf?mode=mini&#38;shareMenuEnabled=false&#38;printButtonEnabled=false&#38;shareButtonEnabled=false&#38;searchButtonEnabled=false&#38;backgroundColor=%23222222&#38;documentId=120207134952-65fb89bf77dd41e38dded78474cd9102" /><param name="allowfullscreen" value="true"/><param name="menu" value="false"/><param name="wmode" value="transparent"/><embed src="http://static.issuu.com/webembed/viewers/style1/v2/IssuuReader.swf" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" menu="false" wmode="transparent" style="width:440px;height:331px" flashvars="mode=mini&#38;shareMenuEnabled=false&#38;printButtonEnabled=false&#38;shareButtonEnabled=false&#38;searchButtonEnabled=false&#38;backgroundColor=%23222222&#38;documentId=120207134952-65fb89bf77dd41e38dded78474cd9102" /></object></p></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="justify">
<p><a href="http://www.lojafiel.net/produto.aspx?ProCodigo=288" target="_blank"><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2012/03/O-Deus-Presente.png" alt="O Deus Presente" title="O Deus Presente" width="201" height="300" class="alignright size-full wp-image-2668 colorbox-2664" style="border:0;" /></a> De maneira simples e didática, D. A. Carson traça, em seu livro &ldquo;O Deus Presente&rdquo;, uma linha histórica da Bíblia, expondo-a com rico conhecimento teológico, através de citações de importantes passagens bíblicas contidas no Antigo e Novo Testamentos. Carson conduz o leitor ao longo de 14 capítulos, tecendo comentários de trechos presentes em Gênesis, Êxodo, Salmos, passando por Romanos, Apocalipse, entre outros, por meio dos quais estabelece conexões entre a Bíblia e o seu contexto histórico. Ele oferece explicações que facilitam o entendimento do leitor a respeito da doutrina de Deus e do plano de Deus para a humanidade. Este livro ajudará a Igreja a formar um conhecimento básico, porém amplo, do plano de Deus para o homem, revelado através da Bíblia.</p>
<p><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2012/03/DACarson.jpg" alt="D A. Carson" title="D A. Carson" width="115" height="171" class="alignleft size-full wp-image-2669 colorbox-2664" /> O AUTOR: O Dr. D A. Carson é professor pesquisador do Novo Testamento na Trinity Evangelical Divinity School, onde leciona desde 1978. Obteve o grau de Bacharéu em Química, pela Universidade McGill, o Mestrado em Divindade pelo Central Baptist Seminary, em Toronto, e o Ph.D em Novo Testamento pela Universidade de Cambridge, na Inglaterra. Carson escreveu ou editou mais de 50 livros, é um dos diretores e fundadores do ministério &#8220;The Gospel Coalition&#8221; e é palestrante ativo, convidado a ministrar em igrejas e ambientes acadêmicos ao redor do mundo. É casado com Joy, como quem tem dois filhos já adultos.</p>
<p>Leia um trecho do livro:</p>
<p><object classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" style="width:440px;height:331px" id="37802fb9-61ba-58f1-0c5a-e6c4da2c297d" ><param name="movie" value="http://static.issuu.com/webembed/viewers/style1/v2/IssuuReader.swf?mode=mini&amp;shareMenuEnabled=false&amp;printButtonEnabled=false&amp;shareButtonEnabled=false&amp;searchButtonEnabled=false&amp;backgroundColor=%23222222&amp;documentId=120207134952-65fb89bf77dd41e38dded78474cd9102" /><param name="allowfullscreen" value="true"/><param name="menu" value="false"/><param name="wmode" value="transparent"/><embed src="http://static.issuu.com/webembed/viewers/style1/v2/IssuuReader.swf" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" menu="false" wmode="transparent" style="width:440px;height:331px" flashvars="mode=mini&amp;shareMenuEnabled=false&amp;printButtonEnabled=false&amp;shareButtonEnabled=false&amp;searchButtonEnabled=false&amp;backgroundColor=%23222222&amp;documentId=120207134952-65fb89bf77dd41e38dded78474cd9102" /></object></p>
</div>
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		<title>A Morte do Bispo e Questões de Filhos Adotivos</title>
		<link>http://www.blogfiel.com.br/2012/03/a-morte-do-bispo-e-questoes-de-filhos-adotivos.html</link>
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		<pubDate>Mon, 05 Mar 2012 19:15:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jáder Borges</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pessoas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.blogfiel.com.br/?p=2658</guid>
		<description><![CDATA[<div align="justify"><p align="center">...&#8220;<em>Tendo em vista que não se promulga lei para quem é justo, mas para transgressores e rebeldes, irreverentes e pecadores... parricidas e matricidas, homicidas</em>&#8221;... ( 1 Timóteo 1.9).</p>
<p>A última vez que vi o bispo Robinson Cavalcanti foi no aeroporto do Recife, entre as tantas idas e vindas dele e também minhas, por esse Brasil e mundo a fora. E foi até em um contexto até engraçado: companhias iguais, mas destinos diferentes, daí o equívoco de <em>fingers</em>, aqueles tubos que ligam o saguão ao avião. E nós rimos da situação. Ele me disse: &#8220;já pensou se eu sigo neste vôo &#8216;errado&#8217;, e o pessoal lá da cidade para onde vou, fica me esperando em vão no aeroporto?&#8221; E eu respondi: &#8220;não tem problema: você é tão conhecido, que logo, logo, onde chegar alguém lhe pedirá para falar algo&#8221;. Nos despedimos e ele foi para o seu &#8216;<em>finger </em>certo&#8217;.</p> <p>A primeira vez que vi Robinson Cavalcanti foi quando ele ainda não era &#8220;Dom&#8221;, mas sim, Professor Robinson Cavalcanti, já há muito militando na política, como cientista político que também era. Foi como candidato a Deputado Estadual e eu, como jovem integrante da Diretoria da Mocidade da Igreja Presbiteriana das Graças, no Recife, onde Robinson viria dar uma palestra sobre o tema: &#8220;<em>o primeiro voto de um cidadão crente</em>&#8221;. Lembro-me também de D. Mirian, sua esposa, nos recebendo em sua casa e com o marido nos ajudando a preparar estudos sociais e políticos com suas opiniões, para um trabalho desses de Colégio, nos idos do começo dos anos 1980. </p> <p>Depois, entre a primeira e a última vez, entre tantas vezes no Recife, ainda, nunca mais o vi. E foi aí que eu soube da sua trágica morte. [...]</p></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="justify">
<p align="center">&#8230;&ldquo;<em>Tendo em vista que não se promulga lei para quem é justo, mas para transgressores e rebeldes, irreverentes e pecadores&#8230; parricidas e matricidas, homicidas</em>&rdquo;&#8230; ( 1 Timóteo 1.9).</p>
<p>A última vez que vi o bispo Robinson Cavalcanti foi no aeroporto do Recife, entre as tantas idas e vindas dele e também minhas, por esse Brasil e mundo a fora. E foi até em um contexto até engraçado: companhias iguais, mas destinos diferentes, daí o equívoco de <em>fingers</em>, aqueles tubos que ligam o saguão ao avião. E nós rimos da situação. Ele me disse: &ldquo;já pensou se eu sigo neste vôo &lsquo;errado&rsquo;, e o pessoal lá da cidade para onde vou, fica me esperando em vão no aeroporto?&rdquo; E eu respondi: &ldquo;não tem problema: você é tão conhecido, que logo, logo, onde chegar alguém lhe pedirá para falar algo&rdquo;. Nos despedimos e ele foi para o seu &lsquo;<em>finger </em>certo&rsquo;.</p>
<p>A primeira vez que vi Robinson Cavalcanti foi quando ele ainda não era &ldquo;Dom&rdquo;, mas sim, Professor Robinson Cavalcanti, já há muito militando na política, como cientista político que também era. Foi como candidato a Deputado Estadual e eu, como jovem integrante da Diretoria da Mocidade da Igreja Presbiteriana das Graças, no Recife, onde Robinson viria dar uma palestra sobre o tema: &ldquo;<em>o primeiro voto de um cidadão crente</em>&rdquo;. Lembro-me também de D. Mirian, sua esposa, nos recebendo em sua casa e com o marido nos ajudando a preparar estudos sociais e políticos com suas opiniões, para um trabalho desses de Colégio, nos idos do começo dos anos 1980. </p>
<p>Depois, entre a primeira e a última vez, entre tantas vezes no Recife, ainda, nunca mais o vi. E foi aí que eu soube da sua trágica morte.</p>
<p>Algumas pessoas, sabedoras que trabalho com assuntos como &ldquo;infância&rdquo;, &ldquo;Departamento Infantil&rdquo; e também que escrevo, prego para pais e sobre famílias, me procuraram para saber algo muito sério: <em>&ldquo;o que isso tem a ver com o fato de ser filho adotivo&rdquo;? </em></p>
<p>Sim, porque tudo indica que o principal suspeito do assassinato seja um filho adotivo do bispo, que segundo a imprensa, era problemático, metido com drogas, etc. Respondi o que penso: nada a ver com o fato de alguém ser filho adotivo e tudo a ver com o fato de alguém ser pecador, e pecador envolvido com questões como drogas é um fato e fator que pode aumentar e muito a possibilidade de vir a ser ou tornar-se problemática. &ldquo;Ser adotivo&rdquo; não é e nunca foi um problema. Se compararmos os casos de parricídios e matricídios, a proporção de filhos adotivos que matam seus pais é até menor do que os casos que envolvem os filhos do útero e da consangüinidade. O jovem que matou a mãe recentemente em São Paulo, era seu próprio filho. A moça de sobrenome alemão, que chocou o Brasil com o seu pacto macabro de assassinato dos pais, tinha o DNA dos falecidos.</p>
<p><strong>Riscos e suas tragédias.</strong></p>
<p>Ouso comentar aqui as falhas que alguns pais adotantes podem ter com relação à criação de filhos adotivos, capazes de desencadear problemas, não em proporções de homicídio, mas também com seus graus de dificuldades suficientes para gerarem grandes e longos desconfortos. </p>
<p>E então? Quando é que pais adotivos e filhos adotados podem falhar? Penso em quatro possíveis respostas, pelo que vejo e escuto, aconselhando gente de ambos os lados:</p>
<p><strong>1. Quando pais agem com comiseração (&ldquo;<em>peninha</em>&rdquo;) para com o adotado, e quando o adotado age com extorsão emocional para com os adotantes.</strong></p>
<p>Infelizmente não é pequena a incidência desse erro, nesses casos. Pais tendem a &lsquo;afrouxar&rsquo; mais as regras para com o filho adotado, pensando que ele &ldquo;já sofreu demais na vida, ainda muito criança&rdquo;. Foi, talvez, um bebê abandonado; largado pelos pais naturais, etc. Em alguns casos, a maneira como pais adotivos encontraram a criança, com traços de inanição e feridas e machucados na ocasião do primeiro contato, pode chocar e levar os pais a congelarem esta imagem, passando a transportá-la para tudo quanto é situação e contexto, pelo resto da vida, no crescimento daquela criança. O filho poderá com isso passar a ser sempre visto como &ldquo;o &ldquo;coitadinho do menino&rdquo; no inconsciente do lar. E para ele certas tolerâncias serão mais extensas e certas cobranças serão facilmente adiadas. A tendência de muitos pais será a de &lsquo;facilitar&rsquo;, senão ao máximo, pelo menos bastante, a vida do adotivo&#8230; que &lsquo;já sofreu demais na vida&rsquo;. Esta &lsquo;criação com peninha&rsquo; só fará mal, pois a tendência será deixar a criança entregue a si mesma, no final (ver, Pv 29.15) afinal, não se deve contrariar &ldquo;<em>o bichinho</em>&rdquo; (termo muito usado no Nordeste, por exemplo, e que denota [muito] mais carinho, [muito] mais dengo e mimos, e até [muito] mais [e excessiva] complacência. </p>
<p>Ora, o adotado até pode ter sofrido bastante no início da sua vida, mas agora não sofre mais, desde que passou a integrar uma amorosa e calorosa [nova e definitiva] família. Por graça e para a sua felicidade, ele encontrou, de fato, um lar. Agora, bem tratado e bem orientado, poderá e deverá crescer como os demais filhos, tendo sim regras, compromissos e responsabilidades iguais. E se for filho único, que as regras, compromissos e responsabilidades que esta criança deva ter desde o início, como filho e cidadão; como gente que passou a ter a felicidade e oportunidade de ter sido buscado para integrar uma família, recebendo com isso nome e sobrenome, com direito a dignidade, educação e boa orientação, devem ser mantidas e bem tratadas sempre. </p>
<p>Sim, que todas as responsabilidades e também cobranças sadias inerentes lhe sejam bem definidas, cumpridas e exigidas. Provérbios 22.6 valerá igualmente para ele, e para ele tem e deverá ter o mesmo peso. O que o filho adotivo tinha de triste e de tristezas no início da sua história, quando ele foi adotado, geralmente foi bem suplantado pelo que veio a ter e passou a ser: integrado  a uma família, recebido em um lar, recebendo um nome e ganhando pais, de fato e na beleza e singularidade do que venha a ser de fato o fato de agora &ldquo;ter pais&rdquo;! </p>
<p>Estulto como ser humano (ver, Pv 22.15a) o filho adotivo, percebendo que há brechas em sua criação e que tem mais liberdade para agir e reagir com irresponsabilidades e intransigências por causa da &lsquo;<em>grande peninha&rsquo;</em> que já viu que seus pais revelam e mantêm, poderá enveredar por muitos males, sendo o da extorsão emocional crescente e persistente, uma delas. Seu coração, de adotivo ou não, é antes de tudo coração de homem pecador, e pode desenvolver-se com perversidades e meter-se em grandes esquemas de corrupções logo cedo, se não for corrigido e bem orientado em amor e com a devida firmeza (veja, Jr 17.9 sobre o coração humano).</p>
<p><strong>2. Quando a adoção não é bem pensada e quando as responsabilidades de ambos (pais adotivos) não são bem trabalhadas preventivamente, ou circunstancialmente, com oração e através de estudos e acompanhamentos sérios.</strong></p>
<p>Muitas dificuldades virão quando, antes da adoção, as coisas não ficarem bem claras entre os dois que serão pais de um ser humano, podendo vir esta criança com uma história bem difícil de início de vida. O bebê, ou a criança pequena que foi adotada, poderá trazer consigo traumas emocionais muito fortes, por ter passado por situações bem difíceis. É sabido que a vida intra-uterina pode sofrer tanto quanto a extra-uterina; que o bebê sente, e muito (rejeição; ataques, ofensas, etc). Oração, estudos, acompanhamento clínico com profissionais da área da saúde (também mental) podem e devem ter vez. Estudiosos nestas áreas poderão ser consultados e ouvidos. Há também boa leitura e farto material para pesquisas. </p>
<p>Adotar com o devido preparo prévio ajudará e muito a lidar com situações que revelam ou revelarão traumas intra-uterinos existentes. A Graça de Deus é abundante e dará sabedoria aos que pedirem, também em casos como estes (ver, Tg 1.5). A devida compreensão de situações aqui narradas, ao invés de conduzir a erros (como o da comiseração, acima), poderá ser porta para acesos ao coração de uma pessoa que sofreu, ou que traz consigo ainda resquícios de muitas dores (se for esta a sua história), apresentando-lhe o amor e a graça de um Deus poderoso e infinito, que não se cansa de amar. </p>
<p>Há ainda que se considerar situações genéticas. Muitas enfermidades da mente são de procedência desta situação, e quando não se sabe quem são os pais que geraram a criança e seus históricos, dificuldades e certas enfermidades mentais aflorarão mais tarde, sem que se conheça tanto &lsquo;a história&rsquo; dos pais geradores, o que poderá dificultar certos processos. Mas nada que a dedicação, a persistência, a oração e o estudo de fatos e casos, com o devido acompanhamento também profissional na área em questão, não seja um meio de graça para ser tratado, pois se assim fosse, e quando os filhos do útero e do DNA também apresentassem certos sintomas e revelassem grandes problemas em certas áreas, como seria? Desistir-se-ia deles? Bíblica e até humanamente falando (questão de humanidade; de índole humana que carrega consigo a imago Dei), diz: nunca!</p>
<p>Certos erros poderão desencadear crises se, por exemplo, o homem se ausentar ou esquivar; se ele &lsquo;<em>concordou em adotar&rsquo;</em>, mais porque a mulher queria muito ter um filho e este foi um meio, ou se a mulher achar que a tarefa é mesmo pesada demais para ela, e &lsquo;largar&rsquo; a criança para o pai cuidar. E ainda há o risco de ambos contratarem uma babá para fazer o que eles &ldquo;já largaram&rdquo;. </p>
<p>Tanto adotar, como gerar um filho, tem o mesmo peso: envolvimento e comprometimento de cada um &#8211; homem e mulher &#8211; na devida observação a funções que um homem e uma mulher devam ter e manter no processo de criação de um ser humano.</p>
<p><strong>3. Quando se &ldquo;terceiriza&rdquo; a criação, e quando filhos adotivos são ingratos.</strong></p>
<p>Se a adoção não foi bem tratada e trabalhada antes, um dos riscos é o da transferência. O nome que &ldquo;ele carrega&rdquo; é até &ldquo;o meu&rdquo;, mas as responsabilidades, &ldquo;<em>eu pago</em>&rdquo; para outros terem por mim. Isto ocorre com muitas crianças, em muitas famílias hoje em dia. E não precisa ser &ldquo;<em>adotado</em>&rdquo; não. Nem preciso delongar-me aqui. Temos [maus] exemplos demais à nossa volta, com adotados ou com gerados.</p>
<p>Por sua vez, conheço pais amorosos e atenciosos em tudo, que sofrem com ingratidões desmedidas de filhos que foram adotados. Estes chegam a ser cruéis, agressivos e ferinos, tantas vezes. Não sabem agradecer, não sabem reconhecer. Claro que filhos gerados também podem ser e agir assim &#8211; e como tantos são e agem assim, infelizmente. Mas, pontuando mais sobre os que foram adotados, como é triste ver que alguns agem dessa forma para com os seus pais adotivos. Estes filhos rebeldes não irão longe e nem se darão bem na vida. Não terão a bênção e a aprovação de Deus.</p>
<p><strong>4. Quando presença e ausência se confundem. E quando aquele que deveria ser (e agir) agradecido, age como um louco.</strong></p>
<p>Uma coisa todo ser humano precisa, em qualquer idade: atenção e devido acompanhamento. Se, cedo na vida, estas necessidades são negociadas, adiadas, empurradas ou transferidas, isso poderá causar feridas. E aqui, longe de estar julgando &ldquo;Robinson e Mirian&rdquo; como pais, pontuarei apenas o que li nos jornais, visando ilustrar com este trágico acontecimento questões e situações capazes de envolver e atingir qualquer família e qualquer dos filhos de uma família. </p>
<p>Se foi o filho adotivo quem fez isso, lemos que ele &ldquo;era problemático&rdquo;, possivelmente &ldquo;envolvido com drogas&rdquo;, &ldquo;de difícil trato e temperamento&rdquo;&#8230; que &ldquo;tem cerca de 29 anos&rdquo; e que &ldquo;residia nos Estados Unidos a pelo menos 15 anos <a href="#nt1_j" name="_nt1_j" title="" id="_nt1_j" target="_self"><sup>1</sup></a>&rdquo;. Mas aqui, eu me pergunto: então, ele foi embora de casa muito novo! Com cerca de 15 anos, ou menos (e aqui, mais uma vez reitero: não estou julgando ninguém e desconheço totalmente a história e o histórico de criação deste filho). Apenas chamo a atenção para o fato de que &ldquo;14 ou 15 anos&rdquo; é idade para o menino estar em casa e bem perto dos pais. Que se ele residia nos EUA (desconheço os motivos), ainda que residisse com parentes amorosos, mesmo assim, parentes amorosos não são os pais e nem podem agir como estes agiriam. Se morava com amigos queridos e íntimos da família no exterior, mesmo assim: amigos não podem substituir nunca os pais. </p>
<p>Ninguém pode substituir um pai ou uma mãe, se as condições de família são normais e estão dentro de uma normalidade. Conflitos de e na criação, todos podemos ter, mas é no período da infância, da pré-adolescência e da adolescência que mais e muito uma vida jovem precisa ter os pais por perto e acompanhando tudo em sua vida, bem de perto. </p>
<p>Por sua vez, tem tantos filhos que querem ver o pai e a mãe &ldquo;pelas costas&rdquo;, como popularmente se diz. Tem os que desprezam seus pais e se isolam, distanciam ou, simples e friamente <em>arrumam as suas coisas</em> e vão embora, como um dia o filho pródigo – e ingrato &#8211; fez ( Lc 15.11ss)</p>
<p>Você e eu – se você que me lê for pai/mãe – compreende o que eu digo e quero destacar. Dificuldades com um filho, com uma filha, todos podemos ter. A distância geográfica pode acarretar em sérios problemas. A distância glacial também dentro de casa, pode gerar o mesmo efeito.  Cuidado com as distâncias, todas elas.</p>
<p>Enquanto escrevo, como pastor e com pai de duas meninas adolescentes, luto para aprender a lidar com o que Dom Robinson também devia lutar, e muito: com a questão da agenda e dos muitos compromissos. Tantas vezes isso é possível acontecer com pastores, pregadores e palestrantes: enchermos as nossas agendas e nos tornarmos escravos ou reféns, das mesmas. Quantas vezes, como pastor, &ldquo;eu sinto que devo salvar o mundo e a todos&rdquo;, e quantas vezes eu me sinto fraco e estafado? E aí, quem primeiro sente os meus sintomas de cansaço e de stress? Com quem eu primeiro respondo até rispidamente, sem perceber? Com aquelas pessoas que me são mais queridas e próximas, que têm o meu sobrenome, tantas vezes, infelizmente. Sou levado a pensar que as minhas filhas têm a obrigação de entender &ldquo;o ministério do papai&rdquo; e que agora eu estou bem cansado e indisposto para elas. </p>
<p>Ah, como sofro com isso e como choro por já ter agido assim. E, insisto: não estou dizendo que Robinson Cavalcanti fez isto e foi assim. Não estou dizendo isto, jamais! Agora falo para pais, e muitos entendam o que eu tento destacar aqui.</p>
<p>Encerro este já longo artigo, rogando aos pais, principalmente se estão tão atarefados em tantas coisas: nós precisamos parar e pensar muitas coisas que envolvam as nossas vidas e famílias. Saibamos nós que um ministério ou carreira qualquer, bem eficiente e abrangente, nunca será sinônimo e garantia de uma família feliz, como, uma família feliz, redundará em um ministério ou carreira realmente feliz. Cuidemos urgentemente em refletir sobre isto.</p>
<p>Ser adotivo ou ser gerado no ventre. Que Deus nos ajude a saber lidar melhor com as nossas famílias, estudando, orando, meditando nas Sagradas letras e aprendendo sempre, para evitarmos ou bem superarmos erros que atinjam tanto os adotados, como os gerados. </p>
<p>Eles são filhos, sempre. </p>
<p>E poder contar com os pais, sempre, é um grande privilégio.</p>
<p>Amém.</p>
</div>
<hr size="1" width="20%" align="left" />
<p><a href="#_nt1_j" name="nt1_j" title="" id="nt1_j" target="_self">1 -</a> Do portal de Notícias da Globo Pernambuco: http://g1.globo.com/pernambuco/noticia/2012/02/filho-adotivo-mata-pai-e-mae-facadas-e-tenta-se-matar-em-olinda.html</p>
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		<title>Curso Fiel de Liderança 2012 &#8211; Módulo I &#8211; Ao Vivo</title>
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		<pubDate>Sat, 03 Mar 2012 13:06:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editora Fiel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conferência]]></category>
		<category><![CDATA[Institucional]]></category>
		<category><![CDATA[Teologia]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>

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		<description><![CDATA[<a href="http://www.editorafiel.com.br/CFL/aovivo/"><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2012/03/aoVivo_CFL2012_ModI.jpg" alt="Curso Fiel de Liderança &#124; 2012 - 9 Marcas: Construindo Igrejas Saudáveis" title="Curso Fiel de Liderança &#124; 2012 - 9 Marcas: Construindo Igrejas Saudáveis" width="439" height="239" class="aligncenter size-full wp-image-2653" /></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.editorafiel.com.br/CFL/aovivo/"><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2012/03/aoVivo_CFL2012_ModI.jpg" alt="Curso Fiel de Liderança | 2012 - 9 Marcas: Construindo Igrejas Saudáveis" title="Curso Fiel de Liderança | 2012 - 9 Marcas: Construindo Igrejas Saudáveis" width="439" height="239" class="aligncenter size-full wp-image-2653 colorbox-2649" /></a></p>
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		<title>Três Histórias: A Filha do Pastor, Whitney e Hílton</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Feb 2012 12:46:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jáder Borges</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[Vida Cristã]]></category>

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		<description><![CDATA[<div align="justify"><p><a href="http://www.blogfiel.com.br/2012/02/tres-historias-a-filha-do-pastor-whitney-e-hilton.html"><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2012/02/1.png" alt="Whitney" title="Whitney" width="350" height="207" class="aligncenter size-full wp-image-2631" /></a></p><p>A semana que passou foi marcada por três histórias que li e vi: três pessoas &#8220;evangélicas&#8221; e apenas uma me deixou tranqüilo para afirmar: &#8220;este sim, era evangélico&#8221;. Pastor, o senhor não está julgando? Claro que estou! A Bíblia nos manda julgar pelos padrões corretos, que são: vida transformada, santidade e frutos. Sim, o critério para julgar alguém que se diz ligado ao evangelho não é o que &#8220;as pessoas pensam ou gostam&#8221;, ou até o &#8220;politicamente correto&#8221;, mas sim, e em todo tempo, o método estabelecido por Jesus Cristo: a demonstração de frutos.</p>
<p><strong>&#8220;Pelos seus frutos os conhecereis. Colhem-se, porventura, uvas dos espinheiros ou figos dos abrolhos&#8221;? </strong>(Mateus 7.16).<strong></strong></p>
<p><strong>1. Jesus Cristo disse que deve haver uma colheita:</strong> (colhem-se, porventura&#8221;....) E o que tantos ditos evangélicos andam produzindo? O que vizinhos, amigos, ou mesmo a mídia colhe de suas vidas e participações em público? <a href="http://www.blogfiel.com.br/2012/02/tres-historias-a-filha-do-pastor-whitney-e-hilton.html"><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2012/02/2.png" alt="Revista Veja" title="Revista Veja" width="150" height="170" class="alignleft size-full wp-image-2633" /></a> Escândalos, tantas vezes. Seja um grupo de pessoas &#8220;orando&#8221; e agradecendo o golpe que acabaram de dar (&#8220;<em>Senhor, abençoa o Durval</em>&#8221;...); seja a filha de um pastor vidente, que aparece na capa da Revista Veja, não como exemplo a ser seguido, mas como mau exemplo a ser evitado. Aliado ao seu nome na reportagem onde confessa à Polícia Federal participações que teve em desvios vultuosos de verbas públicas, estão ainda mentiras, prostituição, etc., e, convenhamos, estes não são &#8220;frutos&#8221; nada bonitos e bons de serem colhidos. E o pai desta advogada, que se diz &#8220;profeta&#8221; e até afirmou que viu &#8220;um grande buraco em São Paulo&#8221;, logo identificado com o terrível acidente do Metrô, não conseguiu ver (e procurar corrigir) os rombos maiores que a sua filha participava e praticava em Brasília. Frutos de alosna, uma erva oriental muito amarga, que o verdadeiro profeta Amós dizia que é o gosto que fica, quando a Justiça que deveria ser vivida, é pervertida (Am 6.12). [...]</p></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="justify">
<p><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2012/02/1.png" alt="Whitney" title="Whitney" width="350" height="207" class="aligncenter size-full wp-image-2631 colorbox-2628" /></p>
<p>A semana que passou foi marcada por três histórias que li e vi: três pessoas &ldquo;evangélicas&rdquo; e apenas uma me deixou tranqüilo para afirmar: &ldquo;este sim, era evangélico&rdquo;. Pastor, o senhor não está julgando? Claro que estou! A Bíblia nos manda julgar pelos padrões corretos, que são: vida transformada, santidade e frutos. Sim, o critério para julgar alguém que se diz ligado ao evangelho não é o que &ldquo;as pessoas pensam ou gostam&rdquo;, ou até o &ldquo;politicamente correto&rdquo;, mas sim, e em todo tempo, o método estabelecido por Jesus Cristo: a demonstração de frutos.</p>
<p><strong>&ldquo;Pelos seus frutos os conhecereis. Colhem-se, porventura, uvas dos espinheiros ou figos dos abrolhos&rdquo;? </strong>(Mateus 7.16).<strong></strong></p>
<p><strong>1. Jesus Cristo disse que deve haver uma colheita:</strong> (colhem-se, porventura&rdquo;&#8230;.) E o que tantos ditos evangélicos andam produzindo? O que vizinhos, amigos, ou mesmo a mídia colhe de suas vidas e participações em público? <img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2012/02/2.png" alt="Revista Veja" title="Revista Veja" width="150" height="170" class="alignleft size-full wp-image-2633 colorbox-2628" /> Escândalos, tantas vezes. Seja um grupo de pessoas &ldquo;orando&rdquo; e agradecendo o golpe que acabaram de dar (&ldquo;<em>Senhor, abençoa o Durval</em>&rdquo;&#8230;); seja a filha de um pastor vidente, que aparece na capa da Revista Veja, não como exemplo a ser seguido, mas como mau exemplo a ser evitado. Aliado ao seu nome na reportagem onde confessa à Polícia Federal participações que teve em desvios vultuosos de verbas públicas, estão ainda mentiras, prostituição, etc., e, convenhamos, estes não são &ldquo;frutos&rdquo; nada bonitos e bons de serem colhidos. E o pai desta advogada, que se diz &ldquo;profeta&rdquo; e até afirmou que viu &ldquo;um grande buraco em São Paulo&rdquo;, logo identificado com o terrível acidente do Metrô, não conseguiu ver (e procurar corrigir) os rombos maiores que a sua filha participava e praticava em Brasília. Frutos de alosna, uma erva oriental muito amarga, que o verdadeiro profeta Amós dizia que é o gosto que fica, quando a Justiça que deveria ser vivida, é pervertida (Am 6.12).</p>
<p><strong>2. Colhem-se uvas dos espinheiros? </strong>– Uva é doce e produz entre outras coisas, o vinho. Espinheiro só machuca. É também &ldquo;intocável&rdquo;. Infelizmente tem &ldquo;evangélicos&rdquo; que se julgam assim: intocáveis. Ascendem ao poder, flertam com ele, conquistam bens materiais de maneira corrupta, e ainda assim, tem quem os aplauda. Estes que se dizem &ldquo;da fé&rdquo;, mas que agem como os piores <em>trambiqueiros</em> e golpistas, sentem-se intocáveis e, se chamados a atenção para o Testemunho sério e os escândalos que andam produzindo, logo se ofendem e mudam de Igreja. E tem &lsquo;pastores&rsquo; que imediatamente os abraçam, &ldquo;abençoam&rdquo;, lhes dão &lsquo;cargos importantes&rsquo; na igreja e passam a contar agora com os seus dízimos, como uma espécie de generoso PIB &#8211; Produto Interno Bruto da fé  &#8211; misturados e vindos da  corrupção, e passam a doar para os cofres da instituição religiosa.<strong></strong></p>
<p><strong>3. Figos, dos abrolhos? </strong>Esta palavra &ldquo;abrolho&rdquo; é interessante, pois não nos é usual. Mas, significa &ldquo;planta rasteira e espinhosa&rdquo;. Infelizmente o evangelho pregado &ldquo;por aí&rdquo; tem sido tão rasteiro que torna impossível mesmo o fruto. E Abrolho só produz espinho; não tem jeito. É da sua natureza. Só quem recebeu a boa e santa semente do evangelho é que irá crescer [na fé e no conhecimento de Cristo] e produzir frutos de novas criaturas, criadas em Cristo Jesus para as boas obras (ver, 2 Co 5.17. Ef 2.10). O &ldquo;evangelho abrolho&rdquo; não faz ninguém crescer no caráter e em santidade e só produz uma rama interminável de espinhos. Ora, espinho afasta. Fruto, aproxima. O &ldquo;evangelho abrolho&rdquo;, de parecido só tem que ele está identificado ou inserido no reino vegetal. Mas é só isto. Fruto que é bom, não vai ter&#8230; só espinhos. Jesus diz, então, que de abrolho é IMPOSSÍVEL colher figo, por mais que o abrolho se diga &lsquo;planta&rsquo;.</p>
<p><strong>4. Assim, pois, pelos seus frutos os conhecereis.</strong> <strong>(Mt 7.20) – </strong>Então, este é o critério e método de Jesus: o que é conhecido é o que é produzido. E FRUTO é algo visível, não tem jeito. Os outros são atraídos para a árvore pelos frutos que vêem. E o crente deve produzir pelo menos três frutos:</p>
<p><strong>a) de Justiça</strong> <strong>(Fp 1.11)</strong> &#8211; É impossível ter um padrão de justiça sem que venha do ramo da santidade ao Senhor. E o padrão desta santidade é a Palavra de Deus, a boa semente, e não o que &ldquo;o pastor descobriu de novidade, e agora anda pregando&rdquo;, &ldquo;a novidade gospel do momento&rdquo;, nada! É da Palavra e pela Palavra, sempre! Filipenses 1.11 diz que é para a nossa vida estar carregada – CHEIA – do fruto de Justiça! Os outros vêem este fruto em nós?</p>
<p><strong>b) de arrependimento ( Mt 3.8)</strong> – Não basta dizer que arrependeu-se. É preciso viver o dia-a-dia como um arrependido do Senhor; como alguém onde a graça trabalhou e transformou. Perfeito não é neste mundo, mas imperfeito também não será. Puro ainda não é; mas purificado no Sangue de Cristo já foi, é, e tem profunda noção e comprometimento com isto. E quando errar, à fonte do precioso sangue purificador voltará e corrigirá assim, o erro (ver, Pv 28.13; 1Jo 1.7;9;2.1,2). Não se meterá em impurezas, falcatruas&#8230; e ficará por isso mesmo. Jesus falou até: &ldquo;vinde como estás!&rdquo; Mas nunca disse: &ldquo;e fica como estás!&rdquo; Os outros vêem em você esta vida de um arrependido do Senhor, como fruto? De alguém que verdadeiramente se arrependeu de seus maus caminhos, hábitos e velha vida, e por eles não trilha mais? Da velha vida não suga mais?</p>
<p><strong>c) da Luz (Ef 5.9 )</strong> – Nada é escondido ou feito às escondidas. Tudo é manifesto na Luz! Sua vida é um farol nas trevas, ou um pisca-pisca queimado de árvore de natal? Luz artificial é possível de ser fabricada e de ter até marca; <em>grife</em> gospel. Paulo (aos Efésios) diz que a Luz manifestará em vida ações e reações impossíveis de serem alcançadas por artifícios, que são bondade [do Senhor], justiça [do Senhor]  e verdade [do Senhor]. E isto, não tem jeito de se esconder, pois brilha como radiante luz! Também, não tem como desmascarar, pois quem não for esforçado para ser bondoso como Jesus; justo, como Jesus, e verdadeiro; autêntico, como Jesus, não tem do Seu fruto e nem participação com Ele, por mais que se &ldquo;cante&rdquo;, tente, ou, humanamente alardeie aos quatro cantos e até &ldquo;profetize&rdquo;. Luz não grita. Luz, brilha e revela. </p>
<p><strong>E Whitney, nisso tudo?</strong></p>
<p><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2012/02/3.png" alt="Whitney" title="Whitney" width="150" height="143" class="alignright size-full wp-image-2635 colorbox-2628" /> Uma menina que começou a cantar logo cedo e deslumbrou por sua voz, confundiu-se e perdeu-se na jornada, iludindo-se com o brilho da luz dos holofotes, com a fama e com a fortuna. Era de denominação Batista; cantava hinos de vez em quando em alguns shows, mas vivia mesmo entre drogas, escândalos e práticas que não podem vir, de jeito nenhum, de uma santa semente que foi plantada, regada e cuidada. Nascer em uma família evangélica,   freqüentar igreja e cultos não são sinônimos de vida cristã e assim, Whitney foi traçando a sua história e mantendo a sua trajetória, muito mais entre espinhos; demonstrando muito mais vida igual à dos que vivem nas trevas, do que vida dos que seguem a Luz do mundo. E foi assim que ela se foi. Quantas oportunidades teve, por conhecer a Fonte? Mas quantas voltas deu, ao redor de outros poços secos, buscando neles, água? Em uma de suas turnês na Europa, chegou a gastar mais de seis mil Dólares por semana, consumindo drogas.</p>
<div id="attachment_2637" class="wp-caption alignnone" style="width: 160px"><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2012/02/4.png" alt="Whitney" title="Whitney " width="150" height="125" class="size-full wp-image-2637 colorbox-2628" /><p class="wp-caption-text">Das últimas fotos da cantora.</p></div>
<p><strong>E Hílton nisso tudo?</strong> – Nosso irmão Hílton partiu, faz pouco mais de uma semana, como Whitney também partiu. Mas Hílton Martiminiano viveu como um homem crente em Cristo, íntegro e que desejava o Senhor, sempre. Sua vida foi simples, muito simples, mas consistentemente CHEIA de frutos, do começo ao fim da sua jornada, e todos viam isso, incluindo – e começando por &#8211; seus vizinhos e colegas de trabalho descrentes, que vieram me falar sobre ele, exatamente a partir dos frutos que viram nele!</p>
<p>Quando olho para estas três histórias, duas que já não estão mais entre nós, e uma de uma advogada &lsquo;filha de pastor&rsquo; que está entre escândalos, mais lamento ouvir cada vez mais sobre &ldquo;evangélicos&rdquo; que cometem atos piores do que os que estão nas trevas. Aí, o critério do Senhor volta à minha cabeça: Frutos. Estes, bíblicos, são inegociáveis e são inquestionáveis.</p>
<p>Lembro-me também do que dizia John Stott: &ldquo;Aqueles que se dizem evangélicos só podem afirmar isto se viverem de fato todas as implicações do Evangelho&rdquo;.</p>
<p>Pensemos nisso.</p>
</div>
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		<title>Chegada da Família em Portugal</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Feb 2012 20:16:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editora Fiel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Evangelização e Missões]]></category>

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		<description><![CDATA[<div align="justify"><p>Lisboa, 07 de fevereiro de 2012.</p>
<p>Chegamos!</p>
<p>Graças ao nosso bom Deus, fizemos uma viagem tranquila, apesar da pequena tensão pelo fato de esta ter sido a primeira viagem de avião dos nossos filhos. Eles se portaram muito bem. O pequeno Vinícius rapidamente aprendeu a colocar e tirar o cinto. Sentia-se como o próprio piloto…</p>
<p><a href="http://www.blogfiel.com.br/2012/02/chegada-da-familia-em-portugal.html"><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2012/02/01-saida-SP01.jpeg" alt="Aeroporto Internacional de Guarulhos" title="Aeroporto Internacional de Guarulhos" width="439" height="323" class="aligncenter size-full wp-image-2610" /></a></p>
<p>Saímos do Brasil às 17h40 do dia 23/01/2012. Fomos surpreendidos por um grupo de irmãos da nossa amada Igreja Batista no Parque Industrial que foi se despedir da nossa família no Aeroporto de Guarulhos. Chegamos às 5h40 da manhã do dia 24, numa Lisboa gelada de 6ºC com sensação de 3ºC, na esperança de que o sol aparecesse às 6h, como no Brasil. Porém, nesses dias de inverno, ele só aparece por volta de 7h ou 8h. A sensação de sair do avião gelado e entrar em outro ambiente mais frio ainda foi muito estranha… Mas nada que uns bons casacos não resolvessem. [...]</p></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="justify">
<p>Lisboa, 07 de fevereiro de 2012.</p>
<p>Chegamos!</p>
<p>Graças ao nosso bom Deus, fizemos uma viagem tranquila, apesar da pequena tensão pelo fato de esta ter sido a primeira viagem de avião dos nossos filhos. Eles se portaram muito bem. O pequeno Vinícius rapidamente aprendeu a colocar e tirar o cinto. Sentia-se como o próprio piloto…</p>
<p><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2012/02/01-saida-SP01.jpeg" alt="Aeroporto Internacional de Guarulhos" title="Aeroporto Internacional de Guarulhos" width="439" height="323" class="aligncenter size-full wp-image-2610 colorbox-2605" /></p>
<p>Saímos do Brasil às 17h40 do dia 23/01/2012. Fomos surpreendidos por um grupo de irmãos da nossa amada Igreja Batista no Parque Industrial que foi se despedir da nossa família no Aeroporto de Guarulhos. Chegamos às 5h40 da manhã do dia 24, numa Lisboa gelada de 6ºC com sensação de 3ºC, na esperança de que o sol aparecesse às 6h, como no Brasil. Porém, nesses dias de inverno, ele só aparece por volta de 7h ou 8h. A sensação de sair do avião gelado e entrar em outro ambiente mais frio ainda foi muito estranha… Mas nada que uns bons casacos não resolvessem.</p>
<p>Sentimos o cuidado do Senhor nosso Deus ao nos livrar de algumas situações que poderiam nos atrapalhar na chegada. A passagem pela imigração é geralmente tensa, mas se torna ainda mais quando o agente pede documentos que você não tem… Depois de repassar as explicações recebidas do Consulado no Brasil (aquele documento a gente provavelmente desconhecia), sob alguns resmungos de protestos, ele carimba nosso passaporte e nos permite entrar (que alívio!). Outra situação são as malas. Graças a Deus nenhuma delas se extraviou. Outra situação: a passagem pela alfândega. Já vi pessoas serem interrogadas sobre o conteúdo de suas malas e serem solicitadas a abrirem as mesmas, provocando aquele constrangimento para rearranjar as coisas. No nosso caso então, com 10 volumes grandes, seria não só um constrangimento, como também um caos tentar arrumar as malas que levamos mais de uma semana para organizar. O agente da alfândega nos perguntou de onde viemos. Eu disse que estávamos de mudança, o que explicava aquele grande volume. Ele então abriu um sorriso e nos deu as boas vindas e nos deixou passar! Louvado seja o Senhor! Estavam a nossa espera o irmão Pr. Paulo Mussi e sua esposa Cláudia. Pouco depois chegou o Pr. José Rodrigues e Elisa com a &ldquo;carrinha&rdquo; (van), grande o suficiente para nossas malas.</p>
<p><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2012/02/03-chegada-lisboa.jpeg" alt="Chegada em Lisboa" title="Chegada em Lisboa" width="439" height="393" class="aligncenter size-full wp-image-2613 colorbox-2605" /></p>
<p>Estamos alojados no apartamento pastoral da Igreja Evangélica Baptista de Mem-Martins, a qual é pastoreada pelo amigo e colaborador da Fiel, Pr. Mário Jorge. Esse cuidado da igreja tem sido fundamental, pois tem nos dado tranquilidade para procurarmos nossa morada definitiva. No domingo dia 29/01/2012, tivemos a oportunidade de estar no culto agradecendo publicamente aos irmãos por tão preciosa ajuda.</p>
<p><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2012/02/04-IgTires.jpeg" alt="Igreja Evangélica Baptista de Mem-Martins" title="Igreja Evangélica Baptista de Mem-Martins" width="439" height="299" class="aligncenter size-full wp-image-2614 colorbox-2605" /></p>
<p>Nossos primeiros dias aqui têm sido bastante intensos. Temos cuidado das questões relativas ao visto e ao reagrupamento familiar. Conseguimos marcar nossa entrevista junto ao SEF (Serviço de Estrangeiros e Fronteiras) para o dia 14/02. Já começamos a procurar nossa casa. Esperamos um pouco para ver como seria a adaptação das crianças junto aos jovens da Igreja Evangélica do Alto do Moinho, que é pastoreada por outro amigo e colaborador, Pr. José Rodrigues. Pela graça do Senhor, a adaptação está sendo rápida, o que nos deu a confirmação de que deveríamos procurar uma morada nos arredores dessa igreja. Temos sido tratados como verdadeiros filhos pelo Pr. José Rodrigues e por sua esposa Elisa. O casal tem demonstrado grande amor por nós e tem nos apoiado nas questões mais importantes, emprestando seu nome e endereço, sendo nosso tutor e avalista. Não sei como estaríamos sem essa ajuda, mas sei que seria muito difícil. Damos graças a Deus pela instrumentalidade que Ele tem dado ao casal José Rodrigues e Elisa em nos receber com tanto carinho e com ações práticas que estão nos ajudando muito nestes momentos iniciais.</p>
<p>Há outras pessoas importantes nesse processo, como é o caso do casal de missionários brasileiros Paulo Mussi e Cláudia, que também tem nos oferecido ajuda e amor, além informações úteis de suas próprias experiências como estrangeiros aqui. Agradecemos a Deus pela vida deles também.</p>
<p>Irmãos, agradecemos pelas orações de todos vocês. Sabemos que suas intercessões têm nos ajudado nestes primeiros capítulos de nossa história aqui. Pedimos que continuem orando por nós. Há ainda muitos detalhes que precisam ser resolvidos. Estamos recomeçando nossa vida, desta vez, em outro país. Não será fácil montar uma casa novamente. Há ainda a questão da escola das crianças e outras questões que ainda nem conhecemos… Mas em todas as coisas temos agradecido ao Senhor, pois Ele tem nos abençoado com toda sorte de bênçãos. Sabemos que não estamos sós, pois ao nos comissionar, providenciou um corpo para cuidar de nós.</p>
<p>Louvado seja Deus pela sua vida. Muito obrigado por tudo.</p>
<p>Em breve postaremos mais notícias e informações.</p>
<p>Em Cristo,<br />Edvanio, Rosilene, Raíssa, Marina e Vinícius.</p>
<p>Clique <a href="http://www.edvanio-portugal.com" title="aqui" target="_blank">aqui</a> e conheça mais sobre este projeto missionário.</p>
</div>
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		<title>O Reino de Cristo</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Jan 2012 11:40:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editora Fiel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Teologia]]></category>

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		<description><![CDATA[<div align="justify"><p><strong>D. A. Carson</strong></p><p>Jesus falou sobre o reino como algo que já havia começado. O reino já está aqui, operando em secreto. Ele é como fermento posto em uma massa; está operando quietamente e tendo seus efeitos. Contudo, em outros momentos, Jesus falou do reino como algo que vem no final, quando haverá consumação e transformação tremenda. Portanto, o reino já está presente; mas, visto de outra maneira, ele ainda não veio. Todas essas noções do reino centralizam-se em Jesus, o rei.</p>
<p>Depois da Segunda Guerra Mundial, um teólogo suíço chamado Oscar Cullmann usou um dos momentos decisivos da guerra para explicar algumas destas noções. Ele chamou atenção para o que aconteceu no Dia D, 6 de junho de 1944. Nesse tempo, os aliados do Ocidente já tinham expulsado os inimigos do Norte da África e começavam a penetrar a bota da Itália. Os russos estavam vindo das estepes. Já tinham defendido Stalingrado e avançavam para e através da Polônia e outros países da Europa Oriental. No Dia D, os aliados ocidentais chegaram às praias da Normandia e, em três dias, descarregaram 1,1 milhões de homens e inúmeras toneladas de material bélico. Havia uma segunda fronte do Ocidente. Toda pessoa inteligente podia ver que a guerra estava acabada. Afinal de contas, a guerra já estava acabada em termos de energia, material bélico, número de soldados e destinos para os quais todas essas frentes e trajetórias convergiam. Isso significou que Hitler disse: &#8220;Opa! Fiz o cálculo errado!&#8221; e pediu paz? O que aconteceu depois foi a Batalha do Bulge, na qual ele quase conquistou a costa da França novamente, mas recuou por falta de combustível. Depois, houve a Batalha de Berlim, que foi uma das mais sangrentas de toda a guerra. Portanto, a guerra ainda não estava terminada. Um ano depois, a guerra terminou finalmente na Europa, depois de os combatentes haverem atravessado esse grande intervalo entre o Dia D e o Dia da Vitória na Europa.</p>
<p>Cullmann disse que a experiência cristã é como essa guerra. O rei prometido veio. Este é o nosso Dia D: a vinda de Jesus, sua cruz e sua ressurreição. Depois de ressuscitar dos mortos, Jesus declarou, conforme os últimos versículos do evangelho de Mateus: &#8220;Toda a autoridade me foi dada no céu e na terra&#8221; (Mt 28.18). Ele é o rei. Mas isso significa que o Diabo diz: &#8220;Opa! Fiz o cálculo errado! Acho que é melhor pedir paz&#8221;? Isso significa que os seres humanos dizem: &#8220;Bem, bem, você ressuscitou dos mortos. Você venceu. É melhor render-nos&#8221;? Não, o que isso significa é que você tem alguns dos mais violentos conflitos, porque Jesus ainda não derrotou todos os seus inimigos. Ele reina. Toda a soberania de Deus é mediada pelo rei Jesus. O reino já começou. Está aqui. Ou você está nesse reino, no sentido do novo nascimento, ou você está fora dele. Alternativamente, quando pensamos no reino total de Jesus (toda autoridade pertence a ele), você está nesse reino, quer goste quer não. A questão é se você se prostrará agora, alegremente, com arrependimento, fé e ações de graça, ou esperará até ao final para se prostrar em terror. O fim está chegando. O Dia da Vitoria cristã está chegando, e não há dúvida de quem será visto como Rei no último dia.</p>
<p>(Trecho do livro &#8220;O Deus Presente&#8221;, que será lançado pela Editora Fiel em fevereiro de 2012).</p></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="justify">
<p><strong>D. A. Carson</strong></p>
<p>Jesus falou sobre o reino como algo que já havia começado. O reino já está aqui, operando em secreto. Ele é como fermento posto em uma massa; está operando quietamente e tendo seus efeitos. Contudo, em outros momentos, Jesus falou do reino como algo que vem no final, quando haverá consumação e transformação tremenda. Portanto, o reino já está presente; mas, visto de outra maneira, ele ainda não veio. Todas essas noções do reino centralizam-se em Jesus, o rei.</p>
<p>Depois da Segunda Guerra Mundial, um teólogo suíço chamado Oscar Cullmann usou um dos momentos decisivos da guerra para explicar algumas destas noções. Ele chamou atenção para o que aconteceu no Dia D, 6 de junho de 1944. Nesse tempo, os aliados do Ocidente já tinham expulsado os inimigos do Norte da África e começavam a penetrar a bota da Itália. Os russos estavam vindo das estepes. Já tinham defendido Stalingrado e avançavam para e através da Polônia e outros países da Europa Oriental. No Dia D, os aliados ocidentais chegaram às praias da Normandia e, em três dias, descarregaram 1,1 milhões de homens e inúmeras toneladas de material bélico. Havia uma segunda fronte do Ocidente. Toda pessoa inteligente podia ver que a guerra estava acabada. Afinal de contas, a guerra já estava acabada em termos de energia, material bélico, número de soldados e destinos para os quais todas essas frentes e trajetórias convergiam. Isso significou que Hitler disse: &ldquo;Opa! Fiz o cálculo errado!&rdquo; e pediu paz? O que aconteceu depois foi a Batalha do Bulge, na qual ele quase conquistou a costa da França novamente, mas recuou por falta de combustível. Depois, houve a Batalha de Berlim, que foi uma das mais sangrentas de toda a guerra. Portanto, a guerra ainda não estava terminada. Um ano depois, a guerra terminou finalmente na Europa, depois de os combatentes haverem atravessado esse grande intervalo entre o Dia D e o Dia da Vitória na Europa.</p>
<p>Cullmann disse que a experiência cristã é como essa guerra. O rei prometido veio. Este é o nosso Dia D: a vinda de Jesus, sua cruz e sua ressurreição. Depois de ressuscitar dos mortos, Jesus declarou, conforme os últimos versículos do evangelho de Mateus: &ldquo;Toda a autoridade me foi dada no céu e na terra&rdquo; (Mt 28.18). Ele é o rei. Mas isso significa que o Diabo diz: &ldquo;Opa! Fiz o cálculo errado! Acho que é melhor pedir paz&rdquo;? Isso significa que os seres humanos dizem: &ldquo;Bem, bem, você ressuscitou dos mortos. Você venceu. É melhor render-nos&rdquo;? Não, o que isso significa é que você tem alguns dos mais violentos conflitos, porque Jesus ainda não derrotou todos os seus inimigos. Ele reina. Toda a soberania de Deus é mediada pelo rei Jesus. O reino já começou. Está aqui. Ou você está nesse reino, no sentido do novo nascimento, ou você está fora dele. Alternativamente, quando pensamos no reino total de Jesus (toda autoridade pertence a ele), você está nesse reino, quer goste quer não. A questão é se você se prostrará agora, alegremente, com arrependimento, fé e ações de graça, ou esperará até ao final para se prostrar em terror. O fim está chegando. O Dia da Vitoria cristã está chegando, e não há dúvida de quem será visto como Rei no último dia.</p>
<p>(Trecho do livro &ldquo;O Deus Presente&rdquo;, que será lançado pela Editora Fiel em fevereiro de 2012).</p>
</div>
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		<title>Lançamento: Cave Mais Fundo</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Jan 2012 14:34:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editora Fiel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>

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		<description><![CDATA[<div align="justify"><p><a href="http://www.blogfiel.com.br/2012/01/cave-mais-fundo.html"><img class="aligncenter size-full wp-image-2580" src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2012/01/cave-blog.jpg" alt="Sobre o que você edificará sua vida?" width="439" height="123" /></a></p>
<p><strong>Trecho do livro "<a title="Cave Mais Fundo" href="http://www.lojafiel.net/produto.aspx?ProCodigo=285" target="_blank">Cave Mais Fundo</a>" escrito por Joshua Harris:</strong></p>
<p><a href="http://www.blogfiel.com.br/2012/01/cave-mais-fundo.html"><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2012/01/CaveMaisFundo.png" alt="Cave Mais Fundo" title="Cave Mais Fundo" width="201" height="300" class="alignleft size-full wp-image-2596" style="border:0;" /></a> Jesus não foi um vítima apanhada nas armadilhas da injustiça romana. Ele era Deus mesmo, que entregou espontaneamente a sua vida. Deus, o Pai, não era um divindade cruel e abusiva que não teve compaixão de seu próprio filho. Em vez disso, no mistério da Divindade, o Pai e o Filho resolveram juntos redimir a humanidade por meio da substituição. O pecado humano exigia que um preço fosse pago. Mas Deus pagaria o preço, com sua própria vida.</p>
<p>O Filho se tornou pecado no sentido de que ele representou a humanidade e assumiu o lugar da humanidade pecadora. Deus, o Pai, ministrou a justiça. A ira e a punição justas que a traição e a rebelião humana merecia foram derramadas sobre o Deus, o Filho. Na cruz, Deus mesmo tanto deu como recebeu o golpe.</p>
<p>Jesus não foi apanhado numa armadilha. Ele estava no controle. E escolheu, por causa de amor, entregar sua vida por mim. Jesus disse: "Por isso, o Pai me ama, porque eu dou a minha vida para a reassumir. Ninguém a tira de mim; pelo contrário, eu espontaneamente a dou. Tenho autoridade para a entregar e também para reavê-la. Este mandato recebi de meu Pai" (Jo 10.17,18).</p>
<p>Jesus entregou sua vida. Ele amou a glória de seu Pai. O Pai amou seu Filho. E, juntos, motivados por amor a um mundo perdido, eles pagaram o maior preço para expiar o pecado.</p><p>Extraído do Capítulo 6, "Uma maneira de ser bom novamente".</p>
<p><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2012/01/JoshuaHarris.jpg" alt="Joshua Harris" title="Joshua Harris" width="144" height="171" class="alignright size-full wp-image-2597" /> O AUTOR: Joshua Harris é o pastor da Covenant Life Church, em Gaithersburg, que pertence à rede de igrejas Sovereign Grace. Um pregador dotado com uma paixão por tornar a verdade teológica fácil ao entendimento, Joshua é, talvez, mais famoso por seu best-seller Eu Disse Adeus ao Namoro (Atos), que ele escreveu aos vintes e um anos de idade. Seus últimos livros incluem Garoto encontra garota (Atos), Sexo não é problema, lascívia sim (Cultura Cristã) e Stop Dating the Church. Sendo ele o fundador das conferências Next para adultos jovens, está comprometido com uma nova geração de cristãos. Ele e sua esposa, Shannon, têm três filhos.</p>

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<p>Leia um trecho do livro:</p>
<object classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" style="width:440px;height:331px" id="39b9097d-d68d-2c2b-d974-0721cfc26f46" ><param name="movie" value="http://static.issuu.com/webembed/viewers/style1/v2/IssuuReader.swf?mode=mini&#38;shareMenuEnabled=false&#38;printButtonEnabled=false&#38;shareButtonEnabled=false&#38;searchButtonEnabled=false&#38;backgroundColor=%23222222&#38;documentId=120117125300-56cd49121cbf4de08a43332a63743978" /><param name="allowfullscreen" value="true"/><param name="menu" value="false"/><param name="wmode" value="transparent"/><embed src="http://static.issuu.com/webembed/viewers/style1/v2/IssuuReader.swf" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" menu="false" wmode="transparent" style="width:440px;height:331px" flashvars="mode=mini&#38;shareMenuEnabled=false&#38;printButtonEnabled=false&#38;shareButtonEnabled=false&#38;searchButtonEnabled=false&#38;backgroundColor=%23222222&#38;documentId=120117125300-56cd49121cbf4de08a43332a63743978" /></object></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="justify">
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2580 colorbox-2577" src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2012/01/cave-blog.jpg" alt="Sobre o que você edificará sua vida?" width="439" height="123" /></p>
<p><strong>Trecho do livro &#8220;<a title="Cave Mais Fundo" href="http://www.lojafiel.net/produto.aspx?ProCodigo=285" target="_blank">Cave Mais Fundo</a>&#8221; escrito por Joshua Harris:</strong></p>
<p><a title="Cave Mais Fundo" href="http://www.lojafiel.net/produto.aspx?ProCodigo=285" target="_blank"><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2012/01/CaveMaisFundo.png" alt="Cave Mais Fundo" title="Cave Mais Fundo" width="201" height="300" class="alignleft size-full wp-image-2596 colorbox-2577" style="border:0;" /></a> Jesus não foi um vítima apanhada nas armadilhas da injustiça romana. Ele era Deus mesmo, que entregou espontaneamente a sua vida. Deus, o Pai, não era um divindade cruel e abusiva que não teve compaixão de seu próprio filho. Em vez disso, no mistério da Divindade, o Pai e o Filho resolveram juntos redimir a humanidade por meio da substituição. O pecado humano exigia que um preço fosse pago. Mas Deus pagaria o preço, com sua própria vida.</p>
<p>O Filho se tornou pecado no sentido de que ele representou a humanidade e assumiu o lugar da humanidade pecadora. Deus, o Pai, ministrou a justiça. A ira e a punição justas que a traição e a rebelião humana merecia foram derramadas sobre o Deus, o Filho. Na cruz, Deus mesmo tanto deu como recebeu o golpe.</p>
<p>Jesus não foi apanhado numa armadilha. Ele estava no controle. E escolheu, por causa de amor, entregar sua vida por mim. Jesus disse: &#8220;Por isso, o Pai me ama, porque eu dou a minha vida para a reassumir. Ninguém a tira de mim; pelo contrário, eu espontaneamente a dou. Tenho autoridade para a entregar e também para reavê-la. Este mandato recebi de meu Pai&#8221; (Jo 10.17,18).</p>
<p>Jesus entregou sua vida. Ele amou a glória de seu Pai. O Pai amou seu Filho. E, juntos, motivados por amor a um mundo perdido, eles pagaram o maior preço para expiar o pecado.</p>
<p>Extraído do Capítulo 6, &#8220;Uma maneira de ser bom novamente&#8221;.</p>
<p><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2012/01/JoshuaHarris.jpg" alt="Joshua Harris" title="Joshua Harris" width="144" height="171" class="alignright size-full wp-image-2597 colorbox-2577" /> O AUTOR: Joshua Harris é o pastor da Covenant Life Church, em Gaithersburg, que pertence à rede de igrejas Sovereign Grace. Um pregador dotado com uma paixão por tornar a verdade teológica fácil ao entendimento, Joshua é, talvez, mais famoso por seu best-seller Eu Disse Adeus ao Namoro (Atos), que ele escreveu aos vintes e um anos de idade. Seus últimos livros incluem Garoto encontra garota (Atos), Sexo não é problema, lascívia sim (Cultura Cristã) e Stop Dating the Church. Sendo ele o fundador das conferências Next para adultos jovens, está comprometido com uma nova geração de cristãos. Ele e sua esposa, Shannon, têm três filhos.</p>
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<p>Leia um trecho do livro:</p>
<p><object classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" style="width:440px;height:331px" id="39b9097d-d68d-2c2b-d974-0721cfc26f46" ><param name="movie" value="http://static.issuu.com/webembed/viewers/style1/v2/IssuuReader.swf?mode=mini&amp;shareMenuEnabled=false&amp;printButtonEnabled=false&amp;shareButtonEnabled=false&amp;searchButtonEnabled=false&amp;backgroundColor=%23222222&amp;documentId=120117125300-56cd49121cbf4de08a43332a63743978" /><param name="allowfullscreen" value="true"/><param name="menu" value="false"/><param name="wmode" value="transparent"/><embed src="http://static.issuu.com/webembed/viewers/style1/v2/IssuuReader.swf" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" menu="false" wmode="transparent" style="width:440px;height:331px" flashvars="mode=mini&amp;shareMenuEnabled=false&amp;printButtonEnabled=false&amp;shareButtonEnabled=false&amp;searchButtonEnabled=false&amp;backgroundColor=%23222222&amp;documentId=120117125300-56cd49121cbf4de08a43332a63743978" /></object></div>
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		<title>Ora vem, Senhor Jesus</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Jan 2012 17:41:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Gardner</dc:creator>
				<category><![CDATA[Igreja]]></category>

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		<description><![CDATA[<div align="justify"><p align="center"><strong>&#34;Aquele que testifica estas coisas diz: Certamente cedo venho. Amém. Ora vem, Senhor Jesus.&#34; Ap 22.20</strong></p>
<p><a href="http://www.blogfiel.com.br/2012/01/ora-vem-senhor-jesus.html"><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2012/01/ora-vem-Senhor-Jesus.jpg" alt="Ora vem, Senhor Jesus" width="439" height="123" class="aligncenter size-full wp-image-2567" /></a></p>
<p>Entre os últimos versículos da Bíblia, encontramos essa promessa divina: Certamente cedo venho. Nosso Salvador, depois de detalhar os desafios e mistérios do apocalipse, nos assegura a iminência da sua volta. Num momento, num abrir e fechar de olhos  ele virá! Essa promessa é um grande conforto àqueles que têm o Espírito de adoção de filhos, pelo qual clamam &#34;Aba, Pai&#34; mas serve como um alerta solene àqueles que vivem ainda em rebelião contra seu Criador. Ele virá mais cedo do que você imagina e mais cedo do que você espera.</p>
<p>Paralelo a esta promessa divina, notamos neste versículo que há um desejo particular: Ora vem, Senhor Jesus. Este desejo denota, primeiramente, uma concordância com a proclamação do Deus Soberano. É o filho que olha para seu Pai e diz: &#34;Venha o teu reino; seja feita a tua vontade, assim na terra, como no céu&#34; (Lc 11.2). Mas não somente por submissão à vontade de Deus, mas por genuinamente ansiar que o Deus infalível cumpra seu querer. O filho verdadeiro sente conforto quando seu Pai está no controle. Creio que a oração Ora vem, Senhor Jesus é o desejo profundo do filho de Deus que tem deixado de ajuntar tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem tudo consomem, e onde os ladrões minam e roubam. É como se ele clamasse: Não há nada na depravação deste mundo que me satisfaz. Ora vem Senhor Jesus! Venha e salva-nos da miséria da nossa própria depravação. Venha e resgata-nos dos nossos planos e sonhos egoístas. Venha e mostre-nos o que é glória verdadeira e paz eterna. Ora vem Senhor Jesus!</p>
<p>Ao começar um ano novo, devemos refletir sobre a promessa que Deus nos deixou. Antes que termine o dia, pode ser que Cristo volte. Antes que chegue o final da semana, pode ser que ele venha. Antes que acabe este mês, pode ser que ele cumpra sua promessa. Que a iminência da sua volta leve-nos a clamar como clamou o apóstolo João: Ora vem, Senhor Jesus.  Venha antes do nascer do sol e leva-nos àquela cidade onde não há sol, porque a glória de Deus a tem iluminado, e o Cordeiro é a sua lâmpada (Ap 21.23). Ora vem, Senhor Jesus!</p></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="justify">
<p align="center"><strong>&#8220;Aquele que testifica estas coisas diz: Certamente cedo venho. Amém. Ora vem, Senhor Jesus.&#8221; Ap 22.20</strong></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2567 colorbox-2566" src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2012/01/ora-vem-Senhor-Jesus.jpg" alt="Ora vem, Senhor Jesus" width="439" height="123" /></p>
<p>Entre os últimos versículos da Bíblia, encontramos essa promessa divina: <em>Certamente cedo venho</em>. Nosso Salvador, depois de detalhar os desafios e mistérios do apocalipse, nos assegura a iminência da sua volta. Num momento, num abrir e fechar de olhos  ele virá! Essa promessa é um grande conforto àqueles que têm o Espírito de adoção de filhos, pelo qual clamam &#8220;Aba, Pai&#8221; mas serve como um alerta solene àqueles que vivem ainda em rebelião contra seu Criador. Ele virá mais cedo do que você imagina e mais cedo do que você espera.</p>
<p>Paralelo a esta <em>promessa divina</em>, notamos neste versículo que há um <em>desejo particular</em>: <em>Ora vem, Senhor Jesus</em>. Este desejo denota, primeiramente, uma concordância com a proclamação do Deus Soberano. É o filho que olha para seu Pai e diz: &#8220;Venha o teu reino; seja feita a tua vontade, assim na terra, como no céu&#8221; (Lc 11.2). Mas não somente por submissão à vontade de Deus, mas por genuinamente ansiar que o Deus infalível cumpra seu querer. O filho verdadeiro sente conforto quando seu Pai está no controle. Creio que a oração <em>Ora vem, Senhor Jesus</em> é o desejo profundo do filho de Deus que tem deixado de ajuntar tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem tudo consomem, e onde os ladrões minam e roubam. É como se ele clamasse: <em>Não há nada na depravação deste mundo que me satisfaz. Ora vem Senhor Jesus! Venha e salva-nos da miséria da nossa própria depravação. Venha e resgata-nos dos nossos planos e sonhos egoístas. Venha e mostre-nos o que é glória verdadeira e paz eterna. Ora vem Senhor Jesus!</em></p>
<p>Ao começar um ano novo, devemos refletir sobre a promessa que Deus nos deixou. Antes que termine o dia, pode ser que Cristo volte. Antes que chegue o final da semana, pode ser que ele venha. Antes que acabe este mês, pode ser que ele cumpra sua promessa. Que a iminência da sua volta leve-nos a clamar como clamou o apóstolo João: <em>Ora vem, Senhor Jesus</em>.  Venha antes do nascer do sol e leva-nos àquela cidade onde não há sol, <em>porque a glória de Deus a tem iluminado, e o Cordeiro é a sua lâmpada</em> (Ap 21.23). Ora vem, Senhor Jesus!</p>
</div>
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		<title>Pergunta: Devemos Guardar o Sábado?</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Jan 2012 11:58:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editora Fiel</dc:creator>
				<category><![CDATA[História da igreja]]></category>
		<category><![CDATA[Vida Cristã]]></category>
		<category><![CDATA[Você Pergunta]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.blogfiel.com.br/?p=2554</guid>
		<description><![CDATA[<blockquote><p><strong>Pergunta:</strong> "Olá, venho a vocês trazer uma pergunta simples, mas que às vezes gera dúvidas em minha mente limitada, a Bíblia diz que Jesus veio cumprir a lei e ele não aboliu a lei, como fica a questão de guardar o sábado? Agradecido desde já, Deus os abençoe." - Alciro Ventura, Santo Antônio da Platina - PR</p></blockquote>
<p>O pastor Wilson Porte Jr., responde a esta pergunta.</p>
<hr width="40%" size="1" align="center" />
<p><strong>Resposta:</strong></p>
<div align="justify"><p>Querido Alciro, excelente pergunta. Podemos, de modo bem simples e breve, resumir as Leis do Antigo Testamento em Leis Morais (ex.: Dez Mandamentos) e Leis Cerimoniais (ex.: sacrifício de animais). As Leis Morais não foram abolidas. As Leis Cerimoniais sim. Com a obra perfeita da redenção, Jesus Cristo aboliu todas as Leis Cerimoniais. É por isso que, por exemplo, não sacrificamos animais após a morte e ressurreição de nosso Salvador.</p>
  <p>Quanto ao sábado, ele se encontra dentro das Leis Morais. Ou seja, ele não foi abolido. Contudo, precisamos entender muito bem este ponto a fim de não cairmos no mesmo erro que caíram os judeus e entendermos o <em>sensus plenior</em> (o sentido mais completo, pleno, ou, o significado mais profundo pretendido por Deus) desta passagem.</p>
  <p>A guarda do sétimo dia encontra-se nos Dez Mandamentos. Está relacionada ao descanso do sétimo dia (após seis dias de trabalho). Todavia, embora se encontre dentro das Leis Morais, o sábado (no Antigo Testamento) era repleto de elementos cerimoniais, os quais foram abolidos na morte de Cristo. O aspecto moral, ou seja, que Deus espera que cessemos nossos esforços após seis dias trabalhados, isso não foi abolido. Em suma: o dia de descanso não foi abolido, mas os elementos cerimoniais envolvidos no mesmo sim. Lembrando que esse descanso envolvia devoção pessoal a Deus de um modo mais dedicado do que durante os &#34;seis dias trabalhados&#34;.</p>
  <p>O apóstolo Paulo afirma aos colossences (Cl 2.16-17) que ninguém deveria julgá-los por causa da comida, bebida, dia de festa, lua nova ou <strong><em>sábado</em></strong>. Por quê? Paulo diz que é pelo fato destas coisas serem sombra das coisas que haviam de vir (Cristo). Que coisas constituem a <em>sombra</em>? O sábado? Certamente que não. Mas os elementos cerimoniais incluídos nele e o modo supersticioso com o qual os judeus o tratavam.</p>
  <p>Não podemos deixar de lado o fato supersticioso envolvido no sábado. Algo que deveria ser feito com devoção santa, tornou-se em algo feito supersticiosamente, como se o simples fato de não se trabalhar no sábado já fosse um culto a Deus. Calvino, comentando isso nas <em>Institutas</em>, afirma que, em seu tempo, muitos estavam querendo fazer isso com o domingo. Tais pessoas eram tão supersticiosas quanto os judeus da Antiga Aliança. Elas guardavam o domingo (ou sábado) simplesmente por que entendiam que é um mandamento de Deus guarda-lo, sem meditarem e compreenderem o que Deus pretendia com esse &#8220;descanso&#8221;. Fazendo assim, de nada diferiam dos antigos fariseus.</p>
  <p>Segundo o Dicionário VINE, a raiz da palavra sábado em hebraico e grego (shabbath e sabbaton, respectivamente) tem a ver com &#34;cessação de atividade&#34;, e não &#34;de relaxamento ou repouso&#34;. É óbvio que, com a cessação das atividades vem o descanso. Mas esse descanso não deve estar relacionado necessariamente ao cansaço físico. Deus descansou em um shabbath (Gn 2). Embora Ele não estava cansado, Ele cessou sua atividade criadora.</p>
  <p>Posto isso, afirmamos que o <em>sensus plenior</em> do sábado é destinar um dia ao descanso, à devoção ao Senhor, livrando-nos, dentre outras coisas, de nos envolvermos de tal modo com este mundo a ponto de abandonarmos completamente uma vida diária de comunhão com Deus.</p>
  <p>Crisóstomo cria que o sábado foi substituído pelo domingo, o Dia do Senhor. Calvino, comentando 1Co 16.2 afirma que não precisamos pensar assim. Calvino diz: &#8220;É bem provável que no princípio os apóstolos retivessem o dia que já lhes era familiar, mas que, mais tarde, as observâncias escrupulosas dos judeus os forçaram a desistir dele e substituí-lo por outro [dia]. Ora, o Dia do Senhor foi escolhido em preferência a todos os demais, visto que a ressurreição de nosso Senhor pôs fim às sombras da lei. Portanto, este dia nos leva a recordar de nossa liberdade cristã&#8221;.</p>
  <p>E é isso que vemos no Novo Testamento, os apóstolos valendo-se do domingo (o Dia do Senhor) para seus encontros de adoração.</p>
  <p>Espero ter respondido à sua questão. Um forte abraço,</p>
  <p>Wilson Porte Jr.</p>
<p><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2012/01/Wilson_Porte.jpg" alt="Wilson Porte" title="Wilson Porte" width="93" height="112" class="alignleft size-full wp-image-2559" /> Wilson Porte Jr. é ministro da Convenção Batista Brasileira, membro da Comunhão Reformada Batista do Brasil, pastor da Igreja Batista Liberdade, Araraquara-SP, Bacharel em Teologia pelo Seminário Bíblico Palavra da Vida e concluindo o Mestrado em Teologia pelo Centro de Pós-Graduação Andrew Jumper (Universidade Presbiteriana Mackenzie). É casado com Rosana, pai do Natan e da Ana.</p></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><strong>Pergunta:</strong> &#8220;Olá, venho a vocês trazer uma pergunta simples, mas que às vezes gera dúvidas em minha mente limitada, a Bíblia diz que Jesus veio cumprir a lei e ele não aboliu a lei, como fica a questão de guardar o sábado? Agradecido desde já, Deus os abençoe.&#8221; &#8211; Alciro Ventura, Santo Antônio da Platina &#8211; PR</p>
</blockquote>
<p>O pastor Wilson Porte Jr., responde a esta pergunta.</p>
<hr width="40%" size="1" align="center" />
<p><strong>Resposta:</strong></p>
<div align="justify">
<p>Querido Alciro, excelente pergunta. Podemos, de modo bem simples e breve, resumir as Leis do Antigo Testamento em Leis Morais (ex.: Dez Mandamentos) e Leis Cerimoniais (ex.: sacrifício de animais). As Leis Morais não foram abolidas. As Leis Cerimoniais sim. Com a obra perfeita da redenção, Jesus Cristo aboliu todas as Leis Cerimoniais. É por isso que, por exemplo, não sacrificamos animais após a morte e ressurreição de nosso Salvador.</p>
<p>Quanto ao sábado, ele se encontra dentro das Leis Morais. Ou seja, ele não foi abolido. Contudo, precisamos entender muito bem este ponto a fim de não cairmos no mesmo erro que caíram os judeus e entendermos o <em>sensus plenior</em> (o sentido mais completo, pleno, ou, o significado mais profundo pretendido por Deus) desta passagem.</p>
<p>A guarda do sétimo dia encontra-se nos Dez Mandamentos. Está relacionada ao descanso do sétimo dia (após seis dias de trabalho). Todavia, embora se encontre dentro das Leis Morais, o sábado (no Antigo Testamento) era repleto de elementos cerimoniais, os quais foram abolidos na morte de Cristo. O aspecto moral, ou seja, que Deus espera que cessemos nossos esforços após seis dias trabalhados, isso não foi abolido. Em suma: o dia de descanso não foi abolido, mas os elementos cerimoniais envolvidos no mesmo sim. Lembrando que esse descanso envolvia devoção pessoal a Deus de um modo mais dedicado do que durante os &quot;seis dias trabalhados&quot;.</p>
<p>O apóstolo Paulo afirma aos colossences (Cl 2.16-17) que ninguém deveria julgá-los por causa da comida, bebida, dia de festa, lua nova ou <strong><em>sábado</em></strong>. Por quê? Paulo diz que é pelo fato destas coisas serem sombra das coisas que haviam de vir (Cristo). Que coisas constituem a <em>sombra</em>? O sábado? Certamente que não. Mas os elementos cerimoniais incluídos nele e o modo supersticioso com o qual os judeus o tratavam.</p>
<p>Não podemos deixar de lado o fato supersticioso envolvido no sábado. Algo que deveria ser feito com devoção santa, tornou-se em algo feito supersticiosamente, como se o simples fato de não se trabalhar no sábado já fosse um culto a Deus. Calvino, comentando isso nas <em>Institutas</em>, afirma que, em seu tempo, muitos estavam querendo fazer isso com o domingo. Tais pessoas eram tão supersticiosas quanto os judeus da Antiga Aliança. Elas guardavam o domingo (ou sábado) simplesmente por que entendiam que é um mandamento de Deus guarda-lo, sem meditarem e compreenderem o que Deus pretendia com esse &ldquo;descanso&rdquo;. Fazendo assim, de nada diferiam dos antigos fariseus.</p>
<p>Segundo o Dicionário VINE, a raiz da palavra sábado em hebraico e grego (shabbath e sabbaton, respectivamente) tem a ver com &quot;cessação de atividade&quot;, e não &quot;de relaxamento ou repouso&quot;. É óbvio que, com a cessação das atividades vem o descanso. Mas esse descanso não deve estar relacionado necessariamente ao cansaço físico. Deus descansou em um shabbath (Gn 2). Embora Ele não estava cansado, Ele cessou sua atividade criadora.</p>
<p>Posto isso, afirmamos que o <em>sensus plenior</em> do sábado é destinar um dia ao descanso, à devoção ao Senhor, livrando-nos, dentre outras coisas, de nos envolvermos de tal modo com este mundo a ponto de abandonarmos completamente uma vida diária de comunhão com Deus.</p>
<p>Crisóstomo cria que o sábado foi substituído pelo domingo, o Dia do Senhor. Calvino, comentando 1Co 16.2 afirma que não precisamos pensar assim. Calvino diz: &ldquo;É bem provável que no princípio os apóstolos retivessem o dia que já lhes era familiar, mas que, mais tarde, as observâncias escrupulosas dos judeus os forçaram a desistir dele e substituí-lo por outro [dia]. Ora, o Dia do Senhor foi escolhido em preferência a todos os demais, visto que a ressurreição de nosso Senhor pôs fim às sombras da lei. Portanto, este dia nos leva a recordar de nossa liberdade cristã&rdquo;.</p>
<p>E é isso que vemos no Novo Testamento, os apóstolos valendo-se do domingo (o Dia do Senhor) para seus encontros de adoração.</p>
<p>Espero ter respondido à sua questão. Um forte abraço,</p>
<p>Wilson Porte Jr.</p>
<p><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2012/01/Wilson_Porte.jpg" alt="Wilson Porte" title="Wilson Porte" width="93" height="112" class="alignleft size-full wp-image-2559 colorbox-2554" /> Wilson Porte Jr. é ministro da Convenção Batista Brasileira, membro da Comunhão Reformada Batista do Brasil, pastor da Igreja Batista Liberdade, Araraquara-SP, Bacharel em Teologia pelo Seminário Bíblico Palavra da Vida e concluindo o Mestrado em Teologia pelo Centro de Pós-Graduação Andrew Jumper (Universidade Presbiteriana Mackenzie). É casado com Rosana, pai do Natan e da Ana.</p>
</div>
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		<title>Agora Eu Só Assisto Culto em Inglês</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Jan 2012 13:42:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jáder Borges</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Evangelização e Missões]]></category>
		<category><![CDATA[Igreja]]></category>
		<category><![CDATA[Pregação]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.blogfiel.com.br/?p=2544</guid>
		<description><![CDATA[<div align="justify"><p align="center"><strong><em>O perigo de enveredarmos por modismos e outras formas de humanismo na </em>Igreja.</strong></p>
<p><a href=" http://www.blogfiel.com.br/2012/01/agora-eu-so-assisto-culto-em-ingles.html"><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2012/01/Ingles.jpg" alt="Agora Eu Só Assisto Culto em Inglês" title="Agora Eu Só Assisto Culto em Inglês" width="186" height="214" class="alignleft size-full wp-image-2546" /></a> Encontrei com um amigo que eu não via há muitos anos e, claro, atravessei a rua para dar-lhe um abraço e relembrar em minutos, grandes momentos e boas lembranças! Claro que reclamei que ele estava sumido e que nunca mais o vira na igreja. Ele teve a humildade de responder-me em português mesmo, sendo nós dois pernambucanos: &#8220;<em>rapaz, é que agora eu freqüento outra igreja e só assisto o culto em inglês</em>&#8221;.</p>
<p>&#8220;<em>Vixe</em>&#8221; ou &#8220;<em>vôte</em>&#8221;, foram duas expressões bem típicas nossas que logo brotaram na minha cabeça, e que só dá para traduzir uma delas, que é o &#8220;vixe&#8221;. &#8220;Vixe&#8221; é uma corruptela da expressão &#8220;Virgem&#8221;, quando no Nordeste muito católico de séculos atrás, esta era uma &#8220;invocação&#8221; enquanto se denotava grande espanto, mas que foi caindo no uso popular para revelar apenas espanto, mesmo, deixando a &#8220;invocação&#8221; de fora. Já, &#8220;<em>vôte</em>&#8221;, não tem com eu tentar traduzir, e só os pernambucanos &#8216;da gema&#8217; conseguirão ir até o talo no uso desta expressão, enquanto sorriem da lembrança desta palavra. Denota, digamos, &#8220;estranheza&#8221;.</p>
<p>Nós dois éramos do interior do estado. Inglês para nós, era &#8220;<em>boy</em>&#8221;, &#8220;<em>girl</em>&#8221; e &#8220;<em>the book is on the table</em>&#8221;. Convertidos e criados no Palavra da Vida Nordeste, o máximo de inglês que ele e eu conhecíamos era observar Magoo conversando com Dona Janice na língua lá dos Estados Unidos.</p>
<p>Mas aquele meu amigo agora, só assistia cultos em inglês. E falou com um certo ar de superioridade, de quem sabia diferenciar um pouco mais o idioma de Shakespeare. Agora ele podia me dizer que: &#8220;The Bible is on the table!&#8221;</p>
<p>Décadas depois e por circunstâncias do ministério, tendo viajado ao longo do tempo e ao redor do mundo, pude ver como o inglês é mesmo útil. Prático para conversar com tailandeses, como tentei evangelizar um, na Ásia, e conciso nas explicações. Lembro-me que a certa altura de uma conversa com um português, de cujo Português eu não estava entendendo absolutamente nada, quase solicitei muito constrangido ao meu interlocutor luso se &#8220;não daria para continuarmos a conversar em inglês?&#8221;. Prático para a comunicação, eficiente para a escrita, mas para cultuar ao Senhor, que bom que eu posso fazer isso em bom português, e até com o meu sotaque pernambucano. Deus entende. [...]</p></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="justify">
<p align="center"><strong><em>O perigo de enveredarmos por modismos e outras formas de humanismo na </em>Igreja.</strong></p>
<p><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2012/01/Ingles.jpg" alt="Agora Eu Só Assisto Culto em Inglês" title="Agora Eu Só Assisto Culto em Inglês" width="186" height="214" class="alignleft size-full wp-image-2546 colorbox-2544" /> Encontrei com um amigo que eu não via há muitos anos e, claro, atravessei a rua para dar-lhe um abraço e relembrar em minutos, grandes momentos e boas lembranças! Claro que reclamei que ele estava sumido e que nunca mais o vira na igreja. Ele teve a humildade de responder-me em português mesmo, sendo nós dois pernambucanos: &ldquo;<em>rapaz, é que agora eu freqüento outra igreja e só assisto o culto em inglês</em>&rdquo;.</p>
<p>&ldquo;<em>Vixe</em>&rdquo; ou &ldquo;<em>vôte</em>&rdquo;, foram duas expressões bem típicas nossas que logo brotaram na minha cabeça, e que só dá para traduzir uma delas, que é o &ldquo;vixe&rdquo;. &ldquo;Vixe&rdquo; é uma corruptela da expressão &ldquo;Virgem&rdquo;, quando no Nordeste muito católico de séculos atrás, esta era uma &ldquo;invocação&rdquo; enquanto se denotava grande espanto, mas que foi caindo no uso popular para revelar apenas espanto, mesmo, deixando a &ldquo;invocação&rdquo; de fora. Já, &ldquo;<em>vôte</em>&rdquo;, não tem com eu tentar traduzir, e só os pernambucanos &lsquo;da gema&rsquo; conseguirão ir até o talo no uso desta expressão, enquanto sorriem da lembrança desta palavra. Denota, digamos, &ldquo;estranheza&rdquo;.</p>
<p>Nós dois éramos do interior do estado. Inglês para nós, era &ldquo;<em>boy</em>&rdquo;, &ldquo;<em>girl</em>&rdquo; e &ldquo;<em>the book is on the table</em>&rdquo;. Convertidos e criados no Palavra da Vida Nordeste, o máximo de inglês que ele e eu conhecíamos era observar Magoo conversando com Dona Janice na língua lá dos Estados Unidos.</p>
<p>Mas aquele meu amigo agora, só assistia cultos em inglês. E falou com um certo ar de superioridade, de quem sabia diferenciar um pouco mais o idioma de Shakespeare. Agora ele podia me dizer que: &ldquo;The Bible is on the table!&rdquo;</p>
<p>Décadas depois e por circunstâncias do ministério, tendo viajado ao longo do tempo e ao redor do mundo, pude ver como o inglês é mesmo útil. Prático para conversar com tailandeses, como tentei evangelizar um, na Ásia, e conciso nas explicações. Lembro-me que a certa altura de uma conversa com um português, de cujo Português eu não estava entendendo absolutamente nada, quase solicitei muito constrangido ao meu interlocutor luso se &ldquo;não daria para continuarmos a conversar em inglês?&rdquo;. Prático para a comunicação, eficiente para a escrita, mas para cultuar ao Senhor, que bom que eu posso fazer isso em bom português, e até com o meu sotaque pernambucano. Deus entende.</p>
<p><strong>Deus e os idiomas.</strong></p>
<p>Foi Deus quem criou os idiomas e dialetos. E todos têm sentido. Do árabe ao dialeto falado pelos índios ianomâmis no interior da selva amazônica, cada língua tem o seu jeito e sentido de ser e de expressar. A língua onde nascemos é a língua do coração. É onde nos comunicamos plenamente.</p>
<p>Os idiomas surgiram de um ato de arrogância humana. Hoje, há o perigo de esta arrogância retornar até mesmo em igrejas, pois &lsquo;dá certo status&rsquo; tentar introduzir em qualquer conversa que seja, que agora &lsquo;<em>só se assiste o culto em inglês&rsquo;</em>, ou que &lsquo;<em>na minha igreja tem culto em inglês</em>&rsquo;. Que pena. Culto não se &ldquo;assiste&rdquo;. Culto se presta ao Senhor!</p>
<p>E se em Babel houve divisão por causa do desentendimento que os idiomas e dialetos causaram, em Jerusalém, no dia de Pentecostes, após a ascensão do Senhor e a vinda do Espírito para desempenhar maravilhoso ministério entre o povo de Deus, a barreira do idioma foi superada, a pregação do evangelho tornou-se realidade internacional e a união e unidade da Igreja foi estabelecida. Mas, uma coisa me chama a atenção neste episódio fantástico de Atos 2: Deus usou a língua para transmitir as suas maravilhas. Usou a língua de cada povo, para cada povo que ali se encontrava!  A reação dos que ouviram o mais precioso anúncio de todos, chegou aos ouvidos das pessoas e o registro sagrado é desta maneira:</p>
<p>&ldquo;&#8230;Todos [os crentes em Cristo] ficaram cheios do Espírito Santo e passaram a falar em outras línguas, segundo o Espírito lhes concedia que falassem.  Ora, estavam habitando em Jerusalém judeus, homens piedosos, vindos de todas as nações debaixo do céu.  Quando, pois, se fez ouvir aquela voz, afluiu a multidão, que se possuiu de perplexidade, <u>porquanto cada um os ouvia falar na sua própria língua</u>.  Estavam, pois, atônitos e se admiravam, dizendo: Vede! Não são, porventura, galileus todos esses que aí estão falando? E como os ouvimos falar, <u>cada um em nossa própria língua materna</u>? Somos partos, medos, elamitas e os naturais da Mesopotâmia, Judéia, Capadócia, Ponto e Ásia,  da Frígia, da Panfília, do Egito e das regiões da Líbia, nas imediações de Cirene, e romanos que aqui residem,  tanto judeus como prosélitos, cretenses e arábios. <u>Como os ouvimos falar em nossas próprias línguas as grandezas de Deus</u>?<strong> </strong> (Atos 2.4-11- destaques nosso). </p>
<p>Diante deste relato e contra os modismos dos cultos em inglês, compartilho quatro motivos porque penso que este modismo é mesmo prejudicial:</p>
<p><strong>1. Cultos em inglês são prejudiciais porque cada pessoa entende bem e entende muito melhor o que se é dito em seu próprio idioma</strong>.</p>
<p>Pode ser a pessoa mais capaz em dominar idiomas; pode se comunicar bem e expressar-se em quantas línguas conseguir, mas, com certeza, na hora da dor, da solidão, da tristeza, da alegria, da transmissão de uma grande notícia&#8230; cada pessoa prefere falar em sua própria língua materna. É natural e espontâneo, isto!</p>
<p>A partir do livro de Atos vimos que as nações de debaixo do céu tiveram este privilégio: ouvir em sua própria língua materna sobre as grandezas de Deus! Incentivo, alías, para Missões e missionários em todos os tempos: &ldquo;<em>vão e aprendam a falar na língua do povo para onde vocês forem. Contem para eles o evangelho de uma maneira que eles também e tão bem escutem</em>&rdquo;. </p>
<p>A minha esposa consegue comunicar-se em quatro idiomas, mas seu tempo devocional e suas orações ao Senhor são feitos na língua do seu coração. Você já percebeu que a melhor língua para se orar é a nossa própria língua?! Não tem comparação, mesmo que dominemos vários idiomas, é tão bom falar com o Pai na língua que Ele nos deu! E ele entende Português muito bem.</p>
<p><strong>2. Cultos em inglês são prejudiciais porque podem desviar o coração, alimentar a vaidade, o egoísmo e a idolatria pessoal, que eu chamaria de &ldquo;egolatria&rdquo;.</strong></p>
<p>Mesmo crentes e perdoados, continuamos pecadores. E neste mundo, não tem jeito. Somos constantemente tentados pelo pecado da vaidade. Esta, aliás, é uma das tentações que mais rápido cedemos e um pecado que tão rapidamente caímos. A vaidade pode dominar um coração, mesmo que o rosto tente demonstrar &ldquo;piedade&rdquo; por fora. Enganoso é o coração e desesperadamente corrupto, diz o profeta Jeremias (17.9). Ainda hoje, tem pessoas que se sentem bem em &ldquo;parecer&rdquo; que domina outro idioma (e com isso, aparecer, também); que consegue falar em outro idioma, que tudo faz para comentar algo em uma rodinha de amigos (todos brasileiros), conversando em inglês, só para mostrar que &ldquo;também Sabe falar muito bem em inglês, tá?!&rdquo; Pode trazer uma certa satisfação perigosa, do tipo &ldquo;<em>eu faço parte deste seleto grupo</em>&rdquo;&#8230; Isto pode ocorrer sim, com o ser humano que a partir desta atitude, não estará mais prestando culto ao Senhor, mas  a si mesmo.</p>
<p><strong>3. Cultos em inglês são prejudiciais porque podem se transformar em curso de idioma e &ldquo;<em>conversação e cantoria gospel</em>&rdquo;, ao invés de culto.</strong></p>
<p>Qual deve ser a motivação ao se participar de um culto ao Senhor? Prestar-lhe honras, gratidões e glórias e aprender e ser edificado na Sua Palavra, para poder servir-Lhe melhor. E se na nossa cidade isto tudo é possível em Português, não há mesmo necessidade de brasileiros passarem a cultuar ao Senhor em outro idioma, em nosso solo. Isto porque, Deus conhece o Português muito bem e, também, porque não impressionaremos Deus, jamais, com o nosso &ldquo;inglês&rdquo;. Cultos em inglês terminam levando pessoas a mudarem a intenção do culto; terminam desviando o que seria <strong>culto</strong>, para <strong>curso</strong> de inglês. Ora, igrejas que adotaram esta prática, penso que fariam melhor uso do idioma da rainha da Inglaterra, se abrissem as suas portas para ensinar mesmo o inglês em diversos horários, mas não em culto. Ou, melhor, ainda: que passassem a dar aulas de inglês como reforço escolar em escolas públicas aos sábados à tarde, como forma de ajudar a comunidade ali residente a melhorar o conhecimento nesta língua tão importante para esta geração de jovens que, com certeza, precisará do idioma. Poderiam tirar dúvidas, esclarecer como a gramática inglesa funciona&#8230; conquistar com isso amizades e corações e, tendo oportunidades, começariam a evangelização daquela gente, em Português mesmo. Eles entenderiam melhor e poderiam compreender em Português as maravilhas de Deus.</p>
<p>Culto é algo muito sério. Tão sério que Deus logo percebe e julga a intenção; a motivação. Tantas vezes Ele exortou a nação de Israel que aquele povo estava até se aproximando e honrando com os lábios, mas com o coração estava bem distante ( Is 29.13); que o povo podia ajuntar-se para o culto, com belas canções, até, mas depois ia embora do mesmo jeito – pecador, ambiciosos, calculista e frio – de antes ( não deixe de ler: Ez 33.31,32). É algo tão sério que Ele pergunta (quando vê vida suja): &ldquo;&#8230;quem vos deu autorização de pisar nos meus átrios? (Is 1.12) É tão sério que, quando a mulher samaritana perguntou a Jesus sobre ADORAÇÃO, o Senhor respondeu-lhe utilizando uma palavra pouco usual na Bíblia, em referência a Deus: o verbo PROCURAR. Pouquíssimas vezes você lerá na Bíblia &ldquo;Deus procurando&rdquo; (uma, porque Ele é onisciente), mas, quando chegou nesta hora e neste assunto tão importante, Jesus lhe disse que o Pai procura adoradores que o adorem em espírito e em verdade (João 4.23). Em &ldquo;espírito&rdquo;, ou seja: no mais profundo do nosso ser; na nossa alma; aquela parte mais íntima, mais intensa e mais profunda da nossa existência. E ali no mais profundo da nossa existência, Aquele que nos formou e fez para a sua glória, nos deu um idioma. O idioma onde nós nascemos é a língua com a qual nos comunicamos melhor com Deus e o adoramos. Não deve ser outra, pois &lsquo;<em>outra&rsquo;</em> não expressa tão bem as verdades que brotem nos nossos corações. </p>
<p>Então, participamos dos cultos em nossa própria língua para podermos aprender melhor da Palavra de Deus, para fortalecermos melhor o nosso espírito e assim, podermos adorá-Lo de verdade e verdadeiramente. Não que não seja possível em outro idioma. Mas, se temos o nosso próprio e Ele nos deu o privilégio de conhecermos a Sua própria Palavra e santa vontade em Português, por que precisaríamos de outra?  </p>
<p>Louvo a Deus porque homens e mulheres sérios e incansáveis deixaram as suas pátrias e vieram ao Brasil, e aprenderam Português, para pregarem sobre as grandezas de Deus no nosso vernáculo. Nomes como os do Dr Robert e Sarah Kalley (congregacionais),  Simonton e Helen (Presbiterianos) e William e Ana Bagby, incansáveis missionários batistas na Bahia, chegando no ano de 1881, entre outros.</p>
<p>Quer falar inglês? Vá e matricule-se em um curso! Quer conversar em inglês? Faça amizade com americanos, ingleses, australianos&#8230; com outros brasileiros que dominem o idioma&#8230; mas, por favor, culto não é curso. Casa de Deus é casa de adoração, e não casa de demonstração.</p>
<p>Naquele grande Dia, povos da Terra estarão diante do Cordeiro, e todos louvarão em suas próprias  línguas, vindo estes salvos de raças, tribos e nações. O Cordeiro entende e nós louvaremos com a língua do coração (é só ver o livro do apocalipse e conferir).</p>
<p><strong>4. Cultos em inglês são prejudiciais porque podem causar separação.</strong></p>
<p>Algo precioso para Deus é quando a família sobe junto para adorar ao Senhor (salmo 122). Quando vem unida para a Igreja. Com o modismo dos &ldquo;cultos em inglês&rdquo;, filhos podem dizer a seus pais que preferem &lsquo;participar&rsquo; do culto em inglês, geralmente em outro horário, ou, pelo menos, em outro local – tem que ser. Cria-se uma espécie de &ldquo;elite gospel&rdquo;, mesmo que se afirme &ldquo;de pés juntos&rdquo; que não é este o propósito, mas é o que termina acontecendo tantas vezes, e aqui já comentamos sobre este perigo (da vaidade). </p>
<p>E assim, a própria igreja não se reúne mais; não &lsquo;toma a refeição&rsquo; unida; não persevera nesta santa, linda e bendita comunhão (At 2.42,43) A parte do Corpo &ldquo;que não fala inglês&rdquo; vai ficando meio de lado, ou totalmente de lado. Jovens já não conversam mais com os mais velhos, que não aprenderam inglês e quase nada sabem deste idioma – mas que falam muito bem o Português&#8230; De um lado, irmãos na mesma igreja identificam: &ldquo;<em>ah, aqueles são os do &lsquo;culto em inglês</em>&rsquo;&#8230; Que pena. Passa a existir o &ldquo;aqueles&rdquo;, quando deveria existir bem e de maneira muito bonita o &ldquo;nós&rdquo; da comunhão autêntica! O &ldquo;nós juntos&rdquo;, no Espírito, em espírito e em bendita comunhão, de uns cumprimentando e conhecendo os outros pelo nome e também pelas histórias de vida.</p>
<p><strong>Meu amigo Lee.</strong></p>
<p>Moro em uma cidade que está sendo &lsquo;invadida&rsquo; por chineses! Montadoras de automóveis e demais firmas chinesas estão trazendo mão-de-obra chinesa para cá. O meu bairro parece agora uma &ldquo;China Town&rdquo;.  Fiz amizade com alguns deles. Conversamos em &ldquo;gesticulês&rdquo; e eu estou tentando conseguir Bíblias em chinês para muitos deles. Um, em especial (conversamos em inglês) é o jovem Lee. Até consegui um chinês que fala Português, para servir de intérprete entre nós. Mas o problema foi que este chinês não fala &ldquo;o chinês&rdquo; da região do Lee. Resultado: ficamos falando em inglês, mesmo&#8230;</p>
<p>Ah, como seria bom se a mentalidade mudasse para &ldquo;cursos de idiomas para que transmitamos  a mensagem do evangelho na língua materna dos povos que Deus está trazendo para o nosso meio! Ah, como seria bom se a maioria dos freqüentadores dos &ldquo;cultos em inglês&rdquo; (grande parte de jovens), tomasse a iniciativa de aprender chinês! Tem regiões em nosso Brasil, onde o idioma oficial do bairro ou da área é o árabe! E como esses povos que falam árabe e não conseguem se comunicar em Português, mesmo vivendo no Brasil, poderiam ser eternamente beneficiados se encontrassem gente falando em árabe, as maravilhas de Deus!</p>
<p>No culto de Natal, consegui levar Lee à nossa Igreja. Ele não domina muito bem o inglês, mas é bem simpático. E, graças a Deus, nossos irmãos o cercaram de muito amor e consideração pelo visitante. Tiveram paciência em conversar com Lee e alguns até entabularam &lsquo;uma conversa em chinês mandarim&rsquo;, deixando o jovem oriental muito impressionado. Na volta para casa com a nossa família, no carro Lee comentou sobre o culto de Natal. Ele me disse: &ldquo;<em>Jáder, eu não entendi uma só palavra do que foi falado no culto. Mas eu entendi algumas coisas: que vocês não são Hollywood</em>&rdquo;. Eu achei aquilo engraçado e estranho, e perguntei, querendo saber mais: &ldquo;<em>como assim, Lee, nós não somos Hollywood</em>?!&rdquo; E ele prosseguiu: &ldquo;<em>&#8230;eu tenho visto na televisão e em alguns locais que vocês cristãos tem feito de tudo para se parecer com Hollywood, tentando impressionar a muitos. Mas, na Igreja, esta noite, eu vi gente sincera e simples, que demonstra amar este Jesus que vocês crêem</em>&rdquo;.</p>
<p>Eu fiquei com os olhos marejados. Que bom que Lee havia entendido que é possível um povo se reunir para adorar Aquele em quem crê; Jesus Cristo.</p>
<p>Lee continua ateu. Cresceu ouvindo sobre o evolucionismo. Pouco ou nada sabe sobre Jesus de Nazaré. Esta semana eu encontrei um outro chinês que fala bem Português e é crente em Jesus Cristo. Juntos iremos procurar o Lee e falar na sua própria língua sobre as maravilhas de Deus e sobre o nosso maravilhoso Jesus. </p>
<p>Ore por nós. Ore por isto. E ore em Português mesmo, se este for o idioma da sua alma, querido leitor. </p>
</div>
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		<title>Resoluções</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Jan 2012 18:52:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Vida Cristã]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.blogfiel.com.br/2012/01/resolucoes-3.html" title="Resoluções"><img class="alignleft" src="http://www.dialogosuniversitarios.com.br/UserFiles/91/Image/comportamento/mao_escrevendo%5B1%5D.JPG" alt="" width="400" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Terminou o ano de 2011.</p>
<p style="text-align: justify;">Começa 2012.</p>
<p style="text-align: justify;">Essas épocas de começo de ano são também épocas de novas resoluções, fruto normalmente de áreas de nossa vida que desejamos desempenhar melhor, ou projetos novos que desejamos começar. Pelo seu simbolismo, o começo de cada ano parece fornecer o momento ideal para as resoluções - afinal, sempre queremos começar novas coisas pelo começo, não é? Não é à toa que a segunda-feira é o dia favorito para aquelas decisões que tomamos ao longo do ano.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, enfim, todos os anos saímos com aquelas listas cheias de atividades e decisões. Não raramente, repetimos algumas das decisões tomadas no ano anterior e que, por alguma razão, não fomos capazes de realizar.</p>
<p style="text-align: justify;">Nossas decisões de começo de ano podem ser bem abrangentes, envolvendo atividades ligadas a rotinas e hábitos, como abandonar algum vício ou hábito ruim, ou fazer a leitura de um ou alguns livros, uma mudança no horário de acordar ou dormir, a realização de uma viagem ou mesmo a aquisição de novos bens, ou coisas ligadas à saúde ou aparência, como iniciar novas dietas, freqüentar uma academia, começar a praticar algum esporte, a renovação do guarda-roupas, ou ainda decisões relativas à formação ou ao trabalho, como iniciar algum curso, aprender um novo ofício, buscar uma promoção ou um novo emprego e ainda tem aquelas resoluções relacionais, que vão desde reparação de um relacionamento quebrado - perdoar e buscar perdão - até a decisão de formar uma nova família, noivar e casar. [...]</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft colorbox-2520" src="http://www.dialogosuniversitarios.com.br/UserFiles/91/Image/comportamento/mao_escrevendo%5B1%5D.JPG" alt="" width="400" height="300" /></p>
<p style="text-align: justify;">Terminou o ano de 2011.</p>
<p style="text-align: justify;">Começa 2012.</p>
<p style="text-align: justify;">Essas épocas de começo de ano são também épocas de novas resoluções, fruto normalmente de áreas de nossa vida que desejamos desempenhar melhor, ou projetos novos que desejamos começar. Pelo seu simbolismo, o começo de cada ano parece fornecer o momento ideal para as resoluções &#8211; afinal, sempre queremos começar novas coisas pelo começo, não é? Não é à toa que a segunda-feira é o dia favorito para aquelas decisões que tomamos ao longo do ano.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, enfim, todos os anos saímos com aquelas listas cheias de atividades e decisões. Não raramente, repetimos algumas das decisões tomadas no ano anterior e que, por alguma razão, não fomos capazes de realizar.</p>
<p style="text-align: justify;">Nossas decisões de começo de ano podem ser bem abrangentes, envolvendo atividades ligadas a rotinas e hábitos, como abandonar algum vício ou hábito ruim, ou fazer a leitura de um ou alguns livros, uma mudança no horário de acordar ou dormir, a realização de uma viagem ou mesmo a aquisição de novos bens, ou coisas ligadas à saúde ou aparência, como iniciar novas dietas, freqüentar uma academia, começar a praticar algum esporte, a renovação do guarda-roupas, ou ainda decisões relativas à formação ou ao trabalho, como iniciar algum curso, aprender um novo ofício, buscar uma promoção ou um novo emprego e ainda tem aquelas resoluções relacionais, que vão desde reparação de um relacionamento quebrado &#8211; perdoar e buscar perdão &#8211; até a decisão de formar uma nova família, noivar e casar.</p>
<p></a></p>
<p style="text-align: justify;">As resoluções renovam a determinação e são boas. Elas podem ser um instrumento de honestidade e auto-análise que não praticamos com freqüência e podem ajudar a dar foco e a disciplinar a conduta e melhorar em áreas carentes da vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas é preciso ter cuidado. Algumas dessas resoluções podem nos absorver de modo tal que a sua realização pode se tornar um fim em si mesmo. O sábio Salomão, no ocaso da vida, ao escrever o livro de Eclesiastes, lembra que tudo é vapor, tudo é vaidade, névoa. Que a vida é passageira, fugaz e seu brilho é transitório. Efêmero – e olha que Salomão experimentou de tudo. Ele é alguém que teve o mundo aos seus pés e conheceu sexo, riqueza e poder. O salmista também lembra que <em>tudo passa rapidamente e nós voamos</em> (Sl 90). Uma prova disso, aliás, são nossos 4 bisavós. Eles nasceram, viveram sua infância, juventude, tiveram seus sonhos, suas aspirações, suas realizações, fracassos e desapontamentos, formaram família, trabalharam, enfim, fizeram sua história e, provavelmente, tudo o que (via de regra) sabemos deles é seu primeiro nome!, se é que lembramos.</p>
<p style="text-align: justify;">Não, o sábio Salomão não quer desanimar seu leitor (nem eu o quero). Ele está dizendo que há coisas que são essenciais. Ele está dizendo que, para a nossa existência ter sentido, é preciso que algo maior do que essas decisões e situações da vida vá à sua frente e as governe. Ele lembra que há algo que deve cortar de modo transversal, por assim dizer, todas as decisões e projetos do homem e que, sem as coisas essenciais, tudo perde o sentido, tudo perde sua <em>raison d’etre</em>. Salomão ensina que a suma de todas as coisas é temer a Deus e guardar seus mandamentos (Ec 12) e que, sem Deus, tudo o mais é vaidade, névoa e vapor. É Deus quem dá sentido à vida e à história. Ele deve ser o crivo, a principal referência de todas as ações do homem.</p>
<p style="text-align: justify;">O senso da glória de Deus dá uma perspectiva toda nova para as nossas resoluções. No começo do século XVIII, um jovem nascido nos Estados Unidos colonial chamado Jonathan Edwards, com apenas 18 anos de idade, escreveu suas famosas resoluções. Ele produziu 70 resoluções e decidiu que elas seriam suas diretrizes para o resto de sua vida. E, de fato, as usou como um elemento disciplinador de suas ações. Durante toda sua vida, as suas resoluções foram uma espécie de guia para sua conduta e um memorial de suas motivações. Ao invés de renovar suas resoluções a cada ano, Edwards renovava seu compromisso com as resoluções tomadas na juventude e permaneceu com suas 70 resoluções até seu último dia de vida. E qual era a característica central de suas resoluções? Era a glória de Deus! Em todas as suas ações, ele desejava engrandecer e glorificar o Deus que o criou e se revelou ao homem pelas Escrituras. Edwards percebeu que Deus é o bem supremo do homem. Ele entendeu bem as palavras do salmista, que disse “Deus é minha porção e herança”. Isto quer dizer nada nesta terra era mais valioso para ele do que o Senhor. Deus era seu bem mais valioso, sua maior riqueza, o objeto supremo de seu amor e devoção, o sumo bem de sua vida. Amar e glorificar a Deus eram a grande aspiração de Edwards e o que dava sentido à sua existência. Esse senso da glória de Deus era a pedra de toque de todas as decisões do jovem Edwards.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste começo de 2012, quero propor ao leitor que tome suas decisões, faça suas resoluções com o mesmo espírito de Jonathan Edwards. Que as resoluções sejam governadas pelo senso da existência de Deus, de sua glória e de sua revelação, a Bíblia. Que suas resoluções reflitam o ensino do apóstolo Paulo, que diz que devemos fazer todas as coisas movidos pela fé, pois “o que não provém da fé é pecado” e ensina ainda que “quer comamos, quer bebamos, que façamos tudo para a glória de Deus”.</p>
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