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	<title>Blog Fiel &#187; Vida Cristã</title>
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	<description>Editora Fiel - Apoiando a Igreja de Deus</description>
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		<title>Pergunta: Devemos Guardar o Sábado?</title>
		<link>http://www.blogfiel.com.br/2012/01/pergunta-devemos-guardar-o-sabado.html</link>
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		<pubDate>Wed, 11 Jan 2012 11:58:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editora Fiel</dc:creator>
				<category><![CDATA[História da igreja]]></category>
		<category><![CDATA[Vida Cristã]]></category>
		<category><![CDATA[Você Pergunta]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.blogfiel.com.br/?p=2554</guid>
		<description><![CDATA[<blockquote><p><strong>Pergunta:</strong> "Olá, venho a vocês trazer uma pergunta simples, mas que às vezes gera dúvidas em minha mente limitada, a Bíblia diz que Jesus veio cumprir a lei e ele não aboliu a lei, como fica a questão de guardar o sábado? Agradecido desde já, Deus os abençoe." - Alciro Ventura, Santo Antônio da Platina - PR</p></blockquote>
<p>O pastor Wilson Porte Jr., responde a esta pergunta.</p>
<hr width="40%" size="1" align="center" />
<p><strong>Resposta:</strong></p>
<div align="justify"><p>Querido Alciro, excelente pergunta. Podemos, de modo bem simples e breve, resumir as Leis do Antigo Testamento em Leis Morais (ex.: Dez Mandamentos) e Leis Cerimoniais (ex.: sacrifício de animais). As Leis Morais não foram abolidas. As Leis Cerimoniais sim. Com a obra perfeita da redenção, Jesus Cristo aboliu todas as Leis Cerimoniais. É por isso que, por exemplo, não sacrificamos animais após a morte e ressurreição de nosso Salvador.</p>
  <p>Quanto ao sábado, ele se encontra dentro das Leis Morais. Ou seja, ele não foi abolido. Contudo, precisamos entender muito bem este ponto a fim de não cairmos no mesmo erro que caíram os judeus e entendermos o <em>sensus plenior</em> (o sentido mais completo, pleno, ou, o significado mais profundo pretendido por Deus) desta passagem.</p>
  <p>A guarda do sétimo dia encontra-se nos Dez Mandamentos. Está relacionada ao descanso do sétimo dia (após seis dias de trabalho). Todavia, embora se encontre dentro das Leis Morais, o sábado (no Antigo Testamento) era repleto de elementos cerimoniais, os quais foram abolidos na morte de Cristo. O aspecto moral, ou seja, que Deus espera que cessemos nossos esforços após seis dias trabalhados, isso não foi abolido. Em suma: o dia de descanso não foi abolido, mas os elementos cerimoniais envolvidos no mesmo sim. Lembrando que esse descanso envolvia devoção pessoal a Deus de um modo mais dedicado do que durante os &#34;seis dias trabalhados&#34;.</p>
  <p>O apóstolo Paulo afirma aos colossences (Cl 2.16-17) que ninguém deveria julgá-los por causa da comida, bebida, dia de festa, lua nova ou <strong><em>sábado</em></strong>. Por quê? Paulo diz que é pelo fato destas coisas serem sombra das coisas que haviam de vir (Cristo). Que coisas constituem a <em>sombra</em>? O sábado? Certamente que não. Mas os elementos cerimoniais incluídos nele e o modo supersticioso com o qual os judeus o tratavam.</p>
  <p>Não podemos deixar de lado o fato supersticioso envolvido no sábado. Algo que deveria ser feito com devoção santa, tornou-se em algo feito supersticiosamente, como se o simples fato de não se trabalhar no sábado já fosse um culto a Deus. Calvino, comentando isso nas <em>Institutas</em>, afirma que, em seu tempo, muitos estavam querendo fazer isso com o domingo. Tais pessoas eram tão supersticiosas quanto os judeus da Antiga Aliança. Elas guardavam o domingo (ou sábado) simplesmente por que entendiam que é um mandamento de Deus guarda-lo, sem meditarem e compreenderem o que Deus pretendia com esse &#8220;descanso&#8221;. Fazendo assim, de nada diferiam dos antigos fariseus.</p>
  <p>Segundo o Dicionário VINE, a raiz da palavra sábado em hebraico e grego (shabbath e sabbaton, respectivamente) tem a ver com &#34;cessação de atividade&#34;, e não &#34;de relaxamento ou repouso&#34;. É óbvio que, com a cessação das atividades vem o descanso. Mas esse descanso não deve estar relacionado necessariamente ao cansaço físico. Deus descansou em um shabbath (Gn 2). Embora Ele não estava cansado, Ele cessou sua atividade criadora.</p>
  <p>Posto isso, afirmamos que o <em>sensus plenior</em> do sábado é destinar um dia ao descanso, à devoção ao Senhor, livrando-nos, dentre outras coisas, de nos envolvermos de tal modo com este mundo a ponto de abandonarmos completamente uma vida diária de comunhão com Deus.</p>
  <p>Crisóstomo cria que o sábado foi substituído pelo domingo, o Dia do Senhor. Calvino, comentando 1Co 16.2 afirma que não precisamos pensar assim. Calvino diz: &#8220;É bem provável que no princípio os apóstolos retivessem o dia que já lhes era familiar, mas que, mais tarde, as observâncias escrupulosas dos judeus os forçaram a desistir dele e substituí-lo por outro [dia]. Ora, o Dia do Senhor foi escolhido em preferência a todos os demais, visto que a ressurreição de nosso Senhor pôs fim às sombras da lei. Portanto, este dia nos leva a recordar de nossa liberdade cristã&#8221;.</p>
  <p>E é isso que vemos no Novo Testamento, os apóstolos valendo-se do domingo (o Dia do Senhor) para seus encontros de adoração.</p>
  <p>Espero ter respondido à sua questão. Um forte abraço,</p>
  <p>Wilson Porte Jr.</p>
<p><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2012/01/Wilson_Porte.jpg" alt="Wilson Porte" title="Wilson Porte" width="93" height="112" class="alignleft size-full wp-image-2559" /> Wilson Porte Jr. é ministro da Convenção Batista Brasileira, membro da Comunhão Reformada Batista do Brasil, pastor da Igreja Batista Liberdade, Araraquara-SP, Bacharel em Teologia pelo Seminário Bíblico Palavra da Vida e concluindo o Mestrado em Teologia pelo Centro de Pós-Graduação Andrew Jumper (Universidade Presbiteriana Mackenzie). É casado com Rosana, pai do Natan e da Ana.</p></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><strong>Pergunta:</strong> &#8220;Olá, venho a vocês trazer uma pergunta simples, mas que às vezes gera dúvidas em minha mente limitada, a Bíblia diz que Jesus veio cumprir a lei e ele não aboliu a lei, como fica a questão de guardar o sábado? Agradecido desde já, Deus os abençoe.&#8221; &#8211; Alciro Ventura, Santo Antônio da Platina &#8211; PR</p>
</blockquote>
<p>O pastor Wilson Porte Jr., responde a esta pergunta.</p>
<hr width="40%" size="1" align="center" />
<p><strong>Resposta:</strong></p>
<div align="justify">
<p>Querido Alciro, excelente pergunta. Podemos, de modo bem simples e breve, resumir as Leis do Antigo Testamento em Leis Morais (ex.: Dez Mandamentos) e Leis Cerimoniais (ex.: sacrifício de animais). As Leis Morais não foram abolidas. As Leis Cerimoniais sim. Com a obra perfeita da redenção, Jesus Cristo aboliu todas as Leis Cerimoniais. É por isso que, por exemplo, não sacrificamos animais após a morte e ressurreição de nosso Salvador.</p>
<p>Quanto ao sábado, ele se encontra dentro das Leis Morais. Ou seja, ele não foi abolido. Contudo, precisamos entender muito bem este ponto a fim de não cairmos no mesmo erro que caíram os judeus e entendermos o <em>sensus plenior</em> (o sentido mais completo, pleno, ou, o significado mais profundo pretendido por Deus) desta passagem.</p>
<p>A guarda do sétimo dia encontra-se nos Dez Mandamentos. Está relacionada ao descanso do sétimo dia (após seis dias de trabalho). Todavia, embora se encontre dentro das Leis Morais, o sábado (no Antigo Testamento) era repleto de elementos cerimoniais, os quais foram abolidos na morte de Cristo. O aspecto moral, ou seja, que Deus espera que cessemos nossos esforços após seis dias trabalhados, isso não foi abolido. Em suma: o dia de descanso não foi abolido, mas os elementos cerimoniais envolvidos no mesmo sim. Lembrando que esse descanso envolvia devoção pessoal a Deus de um modo mais dedicado do que durante os &quot;seis dias trabalhados&quot;.</p>
<p>O apóstolo Paulo afirma aos colossences (Cl 2.16-17) que ninguém deveria julgá-los por causa da comida, bebida, dia de festa, lua nova ou <strong><em>sábado</em></strong>. Por quê? Paulo diz que é pelo fato destas coisas serem sombra das coisas que haviam de vir (Cristo). Que coisas constituem a <em>sombra</em>? O sábado? Certamente que não. Mas os elementos cerimoniais incluídos nele e o modo supersticioso com o qual os judeus o tratavam.</p>
<p>Não podemos deixar de lado o fato supersticioso envolvido no sábado. Algo que deveria ser feito com devoção santa, tornou-se em algo feito supersticiosamente, como se o simples fato de não se trabalhar no sábado já fosse um culto a Deus. Calvino, comentando isso nas <em>Institutas</em>, afirma que, em seu tempo, muitos estavam querendo fazer isso com o domingo. Tais pessoas eram tão supersticiosas quanto os judeus da Antiga Aliança. Elas guardavam o domingo (ou sábado) simplesmente por que entendiam que é um mandamento de Deus guarda-lo, sem meditarem e compreenderem o que Deus pretendia com esse &ldquo;descanso&rdquo;. Fazendo assim, de nada diferiam dos antigos fariseus.</p>
<p>Segundo o Dicionário VINE, a raiz da palavra sábado em hebraico e grego (shabbath e sabbaton, respectivamente) tem a ver com &quot;cessação de atividade&quot;, e não &quot;de relaxamento ou repouso&quot;. É óbvio que, com a cessação das atividades vem o descanso. Mas esse descanso não deve estar relacionado necessariamente ao cansaço físico. Deus descansou em um shabbath (Gn 2). Embora Ele não estava cansado, Ele cessou sua atividade criadora.</p>
<p>Posto isso, afirmamos que o <em>sensus plenior</em> do sábado é destinar um dia ao descanso, à devoção ao Senhor, livrando-nos, dentre outras coisas, de nos envolvermos de tal modo com este mundo a ponto de abandonarmos completamente uma vida diária de comunhão com Deus.</p>
<p>Crisóstomo cria que o sábado foi substituído pelo domingo, o Dia do Senhor. Calvino, comentando 1Co 16.2 afirma que não precisamos pensar assim. Calvino diz: &ldquo;É bem provável que no princípio os apóstolos retivessem o dia que já lhes era familiar, mas que, mais tarde, as observâncias escrupulosas dos judeus os forçaram a desistir dele e substituí-lo por outro [dia]. Ora, o Dia do Senhor foi escolhido em preferência a todos os demais, visto que a ressurreição de nosso Senhor pôs fim às sombras da lei. Portanto, este dia nos leva a recordar de nossa liberdade cristã&rdquo;.</p>
<p>E é isso que vemos no Novo Testamento, os apóstolos valendo-se do domingo (o Dia do Senhor) para seus encontros de adoração.</p>
<p>Espero ter respondido à sua questão. Um forte abraço,</p>
<p>Wilson Porte Jr.</p>
<p><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2012/01/Wilson_Porte.jpg" alt="Wilson Porte" title="Wilson Porte" width="93" height="112" class="alignleft size-full wp-image-2559" /> Wilson Porte Jr. é ministro da Convenção Batista Brasileira, membro da Comunhão Reformada Batista do Brasil, pastor da Igreja Batista Liberdade, Araraquara-SP, Bacharel em Teologia pelo Seminário Bíblico Palavra da Vida e concluindo o Mestrado em Teologia pelo Centro de Pós-Graduação Andrew Jumper (Universidade Presbiteriana Mackenzie). É casado com Rosana, pai do Natan e da Ana.</p>
</div>
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		<title>Resoluções</title>
		<link>http://www.blogfiel.com.br/2012/01/resolucoes-3.html</link>
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		<pubDate>Sun, 01 Jan 2012 18:52:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Vida Cristã]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.blogfiel.com.br/2012/01/resolucoes-3.html" title="Resoluções"><img class="alignleft" src="http://www.dialogosuniversitarios.com.br/UserFiles/91/Image/comportamento/mao_escrevendo%5B1%5D.JPG" alt="" width="400" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Terminou o ano de 2011.</p>
<p style="text-align: justify;">Começa 2012.</p>
<p style="text-align: justify;">Essas épocas de começo de ano são também épocas de novas resoluções, fruto normalmente de áreas de nossa vida que desejamos desempenhar melhor, ou projetos novos que desejamos começar. Pelo seu simbolismo, o começo de cada ano parece fornecer o momento ideal para as resoluções - afinal, sempre queremos começar novas coisas pelo começo, não é? Não é à toa que a segunda-feira é o dia favorito para aquelas decisões que tomamos ao longo do ano.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, enfim, todos os anos saímos com aquelas listas cheias de atividades e decisões. Não raramente, repetimos algumas das decisões tomadas no ano anterior e que, por alguma razão, não fomos capazes de realizar.</p>
<p style="text-align: justify;">Nossas decisões de começo de ano podem ser bem abrangentes, envolvendo atividades ligadas a rotinas e hábitos, como abandonar algum vício ou hábito ruim, ou fazer a leitura de um ou alguns livros, uma mudança no horário de acordar ou dormir, a realização de uma viagem ou mesmo a aquisição de novos bens, ou coisas ligadas à saúde ou aparência, como iniciar novas dietas, freqüentar uma academia, começar a praticar algum esporte, a renovação do guarda-roupas, ou ainda decisões relativas à formação ou ao trabalho, como iniciar algum curso, aprender um novo ofício, buscar uma promoção ou um novo emprego e ainda tem aquelas resoluções relacionais, que vão desde reparação de um relacionamento quebrado - perdoar e buscar perdão - até a decisão de formar uma nova família, noivar e casar. [...]</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft" src="http://www.dialogosuniversitarios.com.br/UserFiles/91/Image/comportamento/mao_escrevendo%5B1%5D.JPG" alt="" width="400" height="300" /></p>
<p style="text-align: justify;">Terminou o ano de 2011.</p>
<p style="text-align: justify;">Começa 2012.</p>
<p style="text-align: justify;">Essas épocas de começo de ano são também épocas de novas resoluções, fruto normalmente de áreas de nossa vida que desejamos desempenhar melhor, ou projetos novos que desejamos começar. Pelo seu simbolismo, o começo de cada ano parece fornecer o momento ideal para as resoluções &#8211; afinal, sempre queremos começar novas coisas pelo começo, não é? Não é à toa que a segunda-feira é o dia favorito para aquelas decisões que tomamos ao longo do ano.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, enfim, todos os anos saímos com aquelas listas cheias de atividades e decisões. Não raramente, repetimos algumas das decisões tomadas no ano anterior e que, por alguma razão, não fomos capazes de realizar.</p>
<p style="text-align: justify;">Nossas decisões de começo de ano podem ser bem abrangentes, envolvendo atividades ligadas a rotinas e hábitos, como abandonar algum vício ou hábito ruim, ou fazer a leitura de um ou alguns livros, uma mudança no horário de acordar ou dormir, a realização de uma viagem ou mesmo a aquisição de novos bens, ou coisas ligadas à saúde ou aparência, como iniciar novas dietas, freqüentar uma academia, começar a praticar algum esporte, a renovação do guarda-roupas, ou ainda decisões relativas à formação ou ao trabalho, como iniciar algum curso, aprender um novo ofício, buscar uma promoção ou um novo emprego e ainda tem aquelas resoluções relacionais, que vão desde reparação de um relacionamento quebrado &#8211; perdoar e buscar perdão &#8211; até a decisão de formar uma nova família, noivar e casar.</p>
<p></a></p>
<p style="text-align: justify;">As resoluções renovam a determinação e são boas. Elas podem ser um instrumento de honestidade e auto-análise que não praticamos com freqüência e podem ajudar a dar foco e a disciplinar a conduta e melhorar em áreas carentes da vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas é preciso ter cuidado. Algumas dessas resoluções podem nos absorver de modo tal que a sua realização pode se tornar um fim em si mesmo. O sábio Salomão, no ocaso da vida, ao escrever o livro de Eclesiastes, lembra que tudo é vapor, tudo é vaidade, névoa. Que a vida é passageira, fugaz e seu brilho é transitório. Efêmero – e olha que Salomão experimentou de tudo. Ele é alguém que teve o mundo aos seus pés e conheceu sexo, riqueza e poder. O salmista também lembra que <em>tudo passa rapidamente e nós voamos</em> (Sl 90). Uma prova disso, aliás, são nossos 4 bisavós. Eles nasceram, viveram sua infância, juventude, tiveram seus sonhos, suas aspirações, suas realizações, fracassos e desapontamentos, formaram família, trabalharam, enfim, fizeram sua história e, provavelmente, tudo o que (via de regra) sabemos deles é seu primeiro nome!, se é que lembramos.</p>
<p style="text-align: justify;">Não, o sábio Salomão não quer desanimar seu leitor (nem eu o quero). Ele está dizendo que há coisas que são essenciais. Ele está dizendo que, para a nossa existência ter sentido, é preciso que algo maior do que essas decisões e situações da vida vá à sua frente e as governe. Ele lembra que há algo que deve cortar de modo transversal, por assim dizer, todas as decisões e projetos do homem e que, sem as coisas essenciais, tudo perde o sentido, tudo perde sua <em>raison d’etre</em>. Salomão ensina que a suma de todas as coisas é temer a Deus e guardar seus mandamentos (Ec 12) e que, sem Deus, tudo o mais é vaidade, névoa e vapor. É Deus quem dá sentido à vida e à história. Ele deve ser o crivo, a principal referência de todas as ações do homem.</p>
<p style="text-align: justify;">O senso da glória de Deus dá uma perspectiva toda nova para as nossas resoluções. No começo do século XVIII, um jovem nascido nos Estados Unidos colonial chamado Jonathan Edwards, com apenas 18 anos de idade, escreveu suas famosas resoluções. Ele produziu 70 resoluções e decidiu que elas seriam suas diretrizes para o resto de sua vida. E, de fato, as usou como um elemento disciplinador de suas ações. Durante toda sua vida, as suas resoluções foram uma espécie de guia para sua conduta e um memorial de suas motivações. Ao invés de renovar suas resoluções a cada ano, Edwards renovava seu compromisso com as resoluções tomadas na juventude e permaneceu com suas 70 resoluções até seu último dia de vida. E qual era a característica central de suas resoluções? Era a glória de Deus! Em todas as suas ações, ele desejava engrandecer e glorificar o Deus que o criou e se revelou ao homem pelas Escrituras. Edwards percebeu que Deus é o bem supremo do homem. Ele entendeu bem as palavras do salmista, que disse “Deus é minha porção e herança”. Isto quer dizer nada nesta terra era mais valioso para ele do que o Senhor. Deus era seu bem mais valioso, sua maior riqueza, o objeto supremo de seu amor e devoção, o sumo bem de sua vida. Amar e glorificar a Deus eram a grande aspiração de Edwards e o que dava sentido à sua existência. Esse senso da glória de Deus era a pedra de toque de todas as decisões do jovem Edwards.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste começo de 2012, quero propor ao leitor que tome suas decisões, faça suas resoluções com o mesmo espírito de Jonathan Edwards. Que as resoluções sejam governadas pelo senso da existência de Deus, de sua glória e de sua revelação, a Bíblia. Que suas resoluções reflitam o ensino do apóstolo Paulo, que diz que devemos fazer todas as coisas movidos pela fé, pois “o que não provém da fé é pecado” e ensina ainda que “quer comamos, quer bebamos, que façamos tudo para a glória de Deus”.</p>
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		<title>Pergunta: Temos uma Desculpa para Pecar?</title>
		<link>http://www.blogfiel.com.br/2011/12/pergunta-temos-uma-desculpa-para-pecar.html</link>
		<comments>http://www.blogfiel.com.br/2011/12/pergunta-temos-uma-desculpa-para-pecar.html#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 20 Dec 2011 12:00:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editora Fiel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vida Cristã]]></category>
		<category><![CDATA[Você Pergunta]]></category>

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		<description><![CDATA[<blockquote><p><strong>Pergunta:</strong> "Lá em Romanos: 7.14-20, fala que o pecado que habita em mim esse eu o faço: Isso é uma desculpa para um cristão continuar pecando? Por que lá em Colossenses: 3.5, fala pra matar a nossa natureza terrena por que agora que somos de Cristo, somos nova criatura (I Cor:5.17). Então me explique o que Paulo quis dizer em Romanos: 7.14-20?" - Silviney de Souza Ferreira, Caucaia - CE</p></blockquote>
<p>Sillas Campos, pastor da P.I.B. de Tupã, responde a esta pergunta.</p>
<hr width="40%" size="1" align="center" />
<p><strong>Resposta:</strong></p>
<div align="justify"><p>Prezado irmão Silviney:<br />Graça e paz!<br />Em Romanos 7:14 Paulo inicia um tratado sobre o conflito das duas naturezas.  Este trecho de Romanos tem sido uns dos versos mais debatidos no Novo Testamento.  João Calvino e vários outros bons teólogos defendem que Paulo está descrevendo o conflito que todo pecador regenerado tem com as inclinações pecaminosas ainda presentes em seu corpo mortal.  Por isso o texto de Colossenses 3:5, e por isso também Paulo disse, em 1 Cor. 9:27,  que subjugava seu próprio corpo, e o reduzia à servidão para que de alguma maneira não viesse a ficar reprovado. </p>
<p>Logo, quanto a Romanos 7:14-25 poderíamos dividí-lo assim:.</span></p>
<p><strong>&#160;&#160;&#160;(a) </strong>Romanos 7:14-17 - Paulo fala da sua incapacidade de evitar aquilo que ele desaprova.<br /><strong>&#160;&#160;&#160;(b) </strong>Romanos 7:18-20 - Paulo fala de sua incapacidade de praticar aquilo que ele aprova.<br /><strong>&#160;&#160;&#160;(c) </strong>Romanos 7:21-25 - Finalmente ele conclui essa discussão mostrando a solução e livramento de Deus para esta crise.</p>
<p>Mas devo dizer que estamos expostos  a dois extremos perigosos:  Primeiro, cuidado para não usar este texto de Romanos como justificativa para uma vida cristã relaxada.  Segundo, cuidado para não usar versos da Bíblia sem contexto (como alguns fazem com 1 Cor.5:17, por exemplo) para desenvolver a teologia da vida cristã vitoriosa, sem pecado. Isso é uma ilusão falaciosa.</p>
<p>Romanos 8 fala sobre mortificarmos o pecado que ainda existe em nós. Temos este pecado remanescente que precisa ir sendo eliminado de nossas vidas. Isso não acontece do dia para a noite, mas temos de nos esforçar, com diligência, para eliminarmos aqueles ranços de pecado que ainda permanecem em nós. Em Gálatas 5.16 Paulo fala sobre não darmos lugar à carne e manda que vivamos no Espírito. Temos de viver em submissão à Palavra e ao Espírito de Deus diariamente,  lutando contra nossos três inimigos: o Diabo, o mundo, e a carne.</p>
<p>A grande diferença entre a carne antes e depois da salvação é que depois da salvação nós a odiamos e rejeitamos e desejamos obedecer a Deus e nos assemelharmos a Cristo para honrarmos e glorificarmos nosso Pai. E nosso Pai provê tudo que precisamos para vivermos em obediência. Ele nos deu aquilo que chamamos de meios da graça: oração, leitura bíblica, comunhão com os irmãos em Cristo, participar dos cultos de sua igreja local, ceia do Senhor, evangelismo. O apóstolo Paulo também fala em Efésios 6 como podemos nos revestir de toda a armadura de Deus para fugirmos das setas inflamadas do diabo. Devemos seguir seu conselho sábio.</p>
<p><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Sillas_Campos.jpg" alt="Sillas Campos" title="Sillas Campos" width="93" height="112" class="alignleft size-full wp-image-2445" /> Sillas Campos recebeu treinamento teológico no San Diego Christian College, EUA. É um dos diretores da Editora Fiel. Foi pastor e fundador da Igreja Batista da Graça, em S. José dos Campos-SP, de 1986 de 1994. Serviu na Igreja Batista de Bragança Paulista e, desde o ano 2000, assumiu o pastorado da P.I.B. de Tupã, onde permanece até hoje. Atualmente, ele é mestrando em Teologia pela Liberty University (Masters of Arts in Theological Studies). É casado com Wanger Campos, com quem tem quatro filhas.</p></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><strong>Pergunta:</strong> &#8220;Lá em Romanos: 7.14-20, fala que o pecado que habita em mim esse eu o faço: Isso é uma desculpa para um cristão continuar pecando? Por que lá em Colossenses: 3.5, fala pra matar a nossa natureza terrena por que agora que somos de Cristo, somos nova criatura (I Cor:5.17). Então me explique o que Paulo quis dizer em Romanos: 7.14-20?&#8221; &#8211; Silviney de Souza Ferreira, Caucaia &#8211; CE</p>
</blockquote>
<p>Sillas Campos, pastor da P.I.B. de Tupã, responde a esta pergunta.</p>
<hr width="40%" size="1" align="center" />
<p><strong>Resposta:</strong></p>
<div align="justify">
<p>Prezado irmão Silviney:<br />Graça e paz!<br />Em Romanos 7:14 Paulo inicia um tratado sobre o conflito das duas naturezas.  Este trecho de Romanos tem sido uns dos versos mais debatidos no Novo Testamento.  João Calvino e vários outros bons teólogos defendem que Paulo está descrevendo o conflito que todo pecador regenerado tem com as inclinações pecaminosas ainda presentes em seu corpo mortal.  Por isso o texto de Colossenses 3:5, e por isso também Paulo disse, em 1 Cor. 9:27,  que subjugava seu próprio corpo, e o reduzia à servidão para que de alguma maneira não viesse a ficar reprovado. </p>
<p>Logo, quanto a Romanos 7:14-25 poderíamos dividí-lo assim:.</span></p>
<p><strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;(a) </strong>Romanos 7:14-17 - Paulo fala da sua incapacidade de evitar aquilo que ele desaprova.<br /><strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;(b) </strong>Romanos 7:18-20 &#8211; Paulo fala de sua incapacidade de praticar aquilo que ele aprova.<br /><strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;(c) </strong>Romanos 7:21-25 - Finalmente ele conclui essa discussão mostrando a solução e livramento de Deus para esta crise.</p>
<p>Mas devo dizer que estamos expostos  a dois extremos perigosos:  Primeiro, cuidado para não usar este texto de Romanos como justificativa para uma vida cristã relaxada.  Segundo, cuidado para não usar versos da Bíblia sem contexto (como alguns fazem com 1 Cor.5:17, por exemplo) para desenvolver a teologia da vida cristã vitoriosa, sem pecado. Isso é uma ilusão falaciosa.</p>
<p>Romanos 8 fala sobre mortificarmos o pecado que ainda existe em nós. Temos este pecado remanescente que precisa ir sendo eliminado de nossas vidas. Isso não acontece do dia para a noite, mas temos de nos esforçar, com diligência, para eliminarmos aqueles ranços de pecado que ainda permanecem em nós. Em Gálatas 5.16 Paulo fala sobre não darmos lugar à carne e manda que vivamos no Espírito. Temos de viver em submissão à Palavra e ao Espírito de Deus diariamente,  lutando contra nossos três inimigos: o Diabo, o mundo, e a carne.</p>
<p>A grande diferença entre a carne antes e depois da salvação é que depois da salvação nós a odiamos e rejeitamos e desejamos obedecer a Deus e nos assemelharmos a Cristo para honrarmos e glorificarmos nosso Pai. E nosso Pai provê tudo que precisamos para vivermos em obediência. Ele nos deu aquilo que chamamos de meios da graça: oração, leitura bíblica, comunhão com os irmãos em Cristo, participar dos cultos de sua igreja local, ceia do Senhor, evangelismo. O apóstolo Paulo também fala em Efésios 6 como podemos nos revestir de toda a armadura de Deus para fugirmos das setas inflamadas do diabo. Devemos seguir seu conselho sábio.</p>
<p><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Sillas_Campos.jpg" alt="Sillas Campos" title="Sillas Campos" width="93" height="112" class="alignleft size-full wp-image-2445" /> Sillas Campos recebeu treinamento teológico no San Diego Christian College, EUA. É um dos diretores da Editora Fiel. Foi pastor e fundador da Igreja Batista da Graça, em S. José dos Campos-SP, de 1986 de 1994. Serviu na Igreja Batista de Bragança Paulista e, desde o ano 2000, assumiu o pastorado da P.I.B. de Tupã, onde permanece até hoje. Atualmente, ele é mestrando em Teologia pela Liberty University (Masters of Arts in Theological Studies). É casado com Wanger Campos, com quem tem quatro filhas.</p>
</div>
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		<title>Enriquecendo-se com a Bíblia</title>
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		<pubDate>Sat, 17 Dec 2011 12:00:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bíblia]]></category>
		<category><![CDATA[Igreja]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
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		<description><![CDATA[<div align="justify"><p><strong>Toda a Escritura é Inspirada por Deus...</strong></p>
<p><a href="http://www.blogfiel.com.br/2011/12/enriquecendo-se-com-a-biblia.html"><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/11/Enriquecendo-se-com-a-Bíblia.jpg" alt="Enriquecendo-se com a Bíblia" title="Enriquecendo-se com a Bíblia" width="160" height="213" class="alignleft size-full wp-image-2320" /></a> No Brasil, houve um tempo em que o cristão era conhecido como &#8220;Bíblia&#8221; ou &#8220;aquela gente do livro de capa preta&#8221;.</p> <p>Embora esse apelido fosse empregado de forma depreciativa pelos de fora da igreja, assim como quando o próprio termo &#8220;cristão&#8221; foi cunhado pela primeira vez, em Antioquia, ou &#8220;Puritanos&#8221;, na Inglaterra do século XVI, permanece o fato de que o apelido evidenciava a ênfase, os valores, as crenças daquele povo. De alguma maneira, o motivo da chacota era também o que tornava os cristãos distintos no mundo em que viviam. É uma pena que, em nossos dias, tal distinção já não seja tão evidente.</p> <p>Mas, enfim, se há algo que pode ser dito sobre o verdadeiro cristão é de que este ama a Bíblia, o livro dos livros. A Bíblia tem o peso da autoridade da Palavra divina. Este é o argumento do apóstolo Paulo a Timóteo, quando disse que &#8220;Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda a boa obra.&#8221; (2 Tim 3.16,17)</p><p>Paulo, numa única sentença, afirma de forma clara e inquestionável a autoridade absoluta das Escrituras. E, uma vez esclarecido que Deus é o autor da Bíblia, o apóstolo passar a listar como podemos nos beneficiar dela. Por outro lado, podemos dizer que as Escrituras não serão nada proveitosas ou de muito pouca utilidade em nossas vidas, se antes não a reconhecermos como a Palavra de Deus. João Calvino desenvolveu bem esse raciocínio, ao comentar esse trecho das Escrituras: [...]</p></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="justify">
<p><strong>Toda a Escritura é Inspirada por Deus&#8230;</strong></p>
<p><a href="http://www.lojafiel.net/produto.aspx?ProCodigo=284" target="_blank"><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/11/Enriquecendo-se-com-a-Bíblia.jpg" alt="Enriquecendo-se com a Bíblia" title="Enriquecendo-se com a Bíblia" width="160" height="213" class="alignleft size-full wp-image-2320" /></a> No Brasil, houve um tempo em que o cristão era conhecido como &ldquo;Bíblia&rdquo; ou &ldquo;aquela gente do livro de capa preta&rdquo;.</p>
<p>Embora esse apelido fosse empregado de forma depreciativa pelos de fora da igreja, assim como quando o próprio termo &ldquo;cristão&rdquo; foi cunhado pela primeira vez, em Antioquia, ou &ldquo;Puritanos&rdquo;, na Inglaterra do século XVI, permanece o fato de que o apelido evidenciava a ênfase, os valores, as crenças daquele povo. De alguma maneira, o motivo da chacota era também o que tornava os cristãos distintos no mundo em que viviam. É uma pena que, em nossos dias, tal distinção já não seja tão evidente.</p>
<p>Mas, enfim, se há algo que pode ser dito sobre o verdadeiro cristão é de que este ama a Bíblia, o livro dos livros. A Bíblia tem o peso da autoridade da Palavra divina. Este é o argumento do apóstolo Paulo a Timóteo, quando disse que &ldquo;Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda a boa obra.&rdquo; (2 Tim 3.16,17)</p>
<p>Paulo, numa única sentença, afirma de forma clara e inquestionável a autoridade absoluta das Escrituras. E, uma vez esclarecido que Deus é o autor da Bíblia, o apóstolo passar a listar como podemos nos beneficiar dela. Por outro lado, podemos dizer que as Escrituras não serão nada proveitosas ou de muito pouca utilidade em nossas vidas, se antes não a reconhecermos como a Palavra de Deus. João Calvino desenvolveu bem esse raciocínio, ao comentar esse trecho das Escrituras: </p>
<p>Para asseverar a autoridade da Palavra, Paulo ensina que ela [Palavra] é inspirada por Deus. Porque, se esse é o caso, então não há qualquer dúvida que os homens devem recebê-la com reverência. Eis aqui o princípio que distingue nossa religião de todas as demais, ou seja: sabemos que Deus nos falou e estamos plenamente convencidos de que os profetas não falaram de si próprios, mas que, como órgãos do Espírito Santo, pronunciaram somente aquilo para o qual foram do céu comissionados a declarar. Todos quantos desejam beneficiar-se das Escrituras devem antes aceitar isto como um princípio estabelecido, a saber: que a lei e os profetas não são ensinos passados adiante ao bel-prazer dos homens ou produzidos pelas mentes humanas como sua fonte, senão que foram ditados pelo Espírito Santo <sup><a href="#_ftn1" name="_ftnref1" title="" id="_ftnref1">1</a></sup>. </p>
<p>Deus quis se revelar a ao homem. E ele só pode ser achado através da revelação que fez de si mesmo, nas Escrituras. O apóstolo Paulo, em sua epístola aos Romanos, demonstra que a criação atesta os atributos invisíveis de Deus, seu eterno poder e divindade, porém, somente por meio da Palavra é que Deus, o autor da criação, pode ser realmente conhecido.</p>
<p>As Escrituras são pródigas em afirmar sua própria autoridade, poder e fonte divinas. O autor aos Hebreus chama a Palavra de &ldquo;viva, e eficaz, e mais cortante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até ao ponto de dividir alma e espírito, juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e propósitos do coração&rdquo;. (Hb. 4.12)</p>
<p>O Salmo 119 é uma celebração da Lei do Senhor. Davi utiliza as mais belas técnicas da poesia hebraica para exaltar a Palavra, a Lei do Senhor <sup><a href="#_ftn2" name="_ftnref2" title="" id="_ftnref2">2</a></sup>. Neste salmo, Davi enaltece recorrentemente a Lei, santificando-a e afirmando sua capacidade transformar, vivificar, animar, sustentar, guiar, nutrir, fortalecer, iluminar, encorajar, ensinar, advertir, exortar, corrigir.</p>
<p>O ponto é que Deus resolveu que tudo quanto devemos saber acerca de seu ser, seus atributos, seu caráter, sua grandeza, majestade, poder e glória; e tudo quanto deveríamos saber sobre a criação, sobre nós, os homens, nosso relacionamento original com ele, nossa queda em Adão, a realidade do pecado – e a ruptura humanamente irreparável que se estabeleceu entre ele e os homens; a salvação que ele prometeu desde o Gênesis por meio do Redentor, a sua aliança com o povo que ele escolheu para si, a vinda do cordeiro santo, o verbo eterno de Deus, que se fez homem, viveu entre nós, padeceu, morreu e ressuscitou, e ascendeu aos céus, está assentado à direita de Deus Pai e voltará para julgar os vivos e os mortos; o evangelho, o nascimento da igreja, a disseminação da fé apostólica, enfim, todas essas coisas que importam para a salvação do homem, sua nutrição, crescimento espiritual, cultivo da santidade, comunhão, ensino e edificação, Deus transmitiu por meio do livro dos livros, a Bíblia Sagrada!</p>
<p>Ele usou homens e mulheres, camponeses, fazendeiros, pastores de ovelha, guerreiros, profetas, reis, príncipes, sacerdotes, prisioneiros, pescadores, cobradores de impostos, médico, e tantos outros, para, inspirados por seu santíssimo Espírito, produzir uma única Palavra, inerrante, infalível, perfeita, viva e salvadora.</p>
<p>E ele o fez sem desconsiderar o contexto cultural, político, histórico e social do momento em que cada livro foi escrito. Ele utilizou-se até mesmo das características, formação, estilo dos homens que chamou para compor o seu santo livro. Ele compôs os 66 livros da Bíblia num período de aproximadamente 1.500 anos, em lugares diversos, em pelo menos três idiomas diferentes (hebraico, aramaico e grego) e ainda valeu-se dos mais diversos estilos literários para tanto: textos discursivos; narrativos; sapienciais e seus subgêneros (como o provérbio, a parábola, o paralelismo); poesia; cronologias; epístolas, história, onomástica, etc.</p>
<p>A Bíblia, todavia, tem enfrentado os mais brutais ataques ao longo dos séculos. Não são poucos os registros históricos que dão conta da ferocidade com que a Bíblia e seus portadores foram atacados, caluniados, vilipendiados, perseguidos, silenciados, aviltados, infamados e assassinados. Pior, contudo, que o ataque frontal e aberto que a Bíblia sofreu e sofre, foram as tentativas de desacreditá-la, diminuir sua relevância,  esvaziá-la de seu poder. O desprezo pela Bíblia se tornou mais e mais forte com o advento do secularismo e, mais recentemente, pela negação de valores absolutos e a rejeição de uma verdade objetiva, universal e referencial que caracterizam o pós-modernismo, o qual Albert Mohler chama de &ldquo;estado de espírito de nosso tempo&rdquo;.</p>
<p>Pior e mais letal ainda do que essa saraivada de chumbo pesado contra a Bíblia é o deconstrucionismo que a Bíblia sofreu dentro da própria comunidade cristã, mormente entre liberais e neo-ortodoxos e, mais recentemente, nos movimentos híper-pentecostais que suprimiram a autoridade e suficiência das Escrituras, substituindo-as ou equiparando-as a experiências místicas, novas revelações e autoridades que exageram o <em>argumentum magister dixit. </em></p>
<p>Mas a Bíblia tem permanecido contra todos esses vis ataques. John Blanchard, em seu livreto sobre a Bíblia, revela dados interessantes sobre a preservação das Escrituras, sua unidade, harmonia,  atualidade e alcance de sua mensagem. Ele chama a atenção para o fato de a Bíblia ser o livro mais lido, distribuído e difundido de todos os tempos <sup><a href="#_ftn3" name="_ftnref3" title="" id="_ftnref3">3</a></sup>. As traduções também impressionam. Blahchard diz: &ldquo;Há 200 anos, a Bíblia, ou parte dela, estava disponível em apenas 68 idiomas; ao fim de 2002 este número havia subido para 2.203 <sup><a href="#_ftn4" name="_ftnref4" title="" id="_ftnref4">4</a></sup>&rdquo;.</p>
<p>Sendo revelação de Deus, ele mesmo se envolveu no projeto de proteção e preservação de sua Palavra. Deus estabeleceu que sua mensagem chegaria aos confins da Terra. Uma mensagem que ele considera imprescindível, necessária e vital. Por isso, devemos nos aproximar da Bíblia com reverência, temor, cuidado, atenção, dedicação, submissão, humildade e solicitude.</p>
<p>Temos de amar a Bíblia. Assim fizeram os servos fieis do Senhor ao longo da história. Assim fizeram os pais da igreja e também os monges fiéis da idade média, que preservaram intacto e copiaram à exaustão e com rigorosa precisão o texto sagrado. Assim também fizeram os reformadores, que redescobriram a Bíblia e fizeram raiar a luz da aurora no horizonte tenebroso que assolava a Igreja, quando bradaram com vigor e convicção: <em>Sola Scriptura</em>! Assim fizeram os puritanos. Talvez não tenha havido um período na historia da Igreja em que a Bíblia fosse tão lida, tão consumida, tão valorizada, tão estudada, tão reverenciada, tão venerada como no período dos puritanos. Eles amaram a Bíblia e ensinaram o camponês, o comerciante, o artesão, o mineiro, enfim, o povo a amar e valorizar as Escrituras.</p>
<p>Desejo muito ver um despertamento para a Bíblia entre o povo de Deus em todo lugar e, especialmente, no Brasil. Todo verdadeiro avivamento foi precedido pela redescoberta da Bíblia e de sua autoridade, relevância e poder.  É preciso que o cristão seja conhecido por seu amor e respeito à Bíblia. É preciso que o povo de Deus volte a ser conhecido pelos de fora como o povo do livro. Como &ldquo;Bíblias&rdquo;!</p>
<p>O relançamento deste importante estudo de A. W. Pink é um convite ao leitor para apreciar, compreender e aplicar a mensagem da Bíblia em sua vida. Este livro foi originalmente publicado na forma de artigos para o Jornal &ldquo;<em>Studies in Scriptures</em>&rdquo;, entre os anos de 1930 a 1932 <sup><a href="#_ftn5" name="_ftnref5" title="" id="_ftnref5">5</a></sup>. De modo muito didático, Pink organizou os 10 capítulos em 7 pontos, precedidos por uma introdução ao capítulo. Cada capítulo trabalha um importante tema da fé cristã, onde o autor, com farta evidência bíblia, leva o leitor de volta à Palavra, para de lá extrair sua instrução, exortação e correção nos caminhos de Deus.</p>
<p>Pink faz desses seus estudos um pequeno manual, que visa ajudar o leitor a obter o maior proveito possível com a leitura das Escrituras. Mas essa ajuda é oferecida com uma palavra de alerta: Só o Espírito pode convencer da verdade, da justiça e do juízo. Só o Espírito pode aplicar as verdades da Escritura e torná-las mais desejáveis do que ouro e o destilar dos favos. Então o leitor sincero deverá pedir a Deus que mande seu Espírito soprar em seu coração e despertá-lo para provar e ver a bondade do Senhor, na Palavra.</p>
<p>Que Deus abençoe aplique sua Palavra ao coração de cada leitor. </p>
<p align="right">Tiago J. Santos Filho<br />
 Editor-Chefe </p>
</p></div>
<div id="ftn1">
  <a href="#_ftnref1" name="_ftn1" title="" id="_ftn1">1</a> &#8211; João Calvino. As Pastorais (São José dos Campos, SP: Editora Fiel, 2009) pp 262 a 263. </div>
<div id="ftn2">
<p><a href="#_ftnref2" name="_ftn2" title="" id="_ftn2">2</a> &#8211; O Salmo 119 é construído na forma de acróstico; neste tipo de composição, as linhas ou estrofes iniciam, cada uma, com letras em ordem alfabética. Essa técnica, a exemplo do paralelismo, auxilia na memorização do ensino.</p>
</div>
<div id="ftn3">
<p><a href="#_ftnref3" name="_ftn3" title="" id="_ftn3">3</a> &#8211; Somente de 1997 a 2002 quase 3 bilhões de Bíblias foram impressas e distribuídas pelas Sociedades Bíblicas Unidas. Em John Blanchard. Por que Acreditar na Bíblia (São José dos Campos, SP: Editora Fiel, 2006) p. 5</p>
</div>
<div id="ftn4">
<p><a href="#_ftnref4" name="_ftn4" title="" id="_ftn4">4</a> &#8211; John Blanchard. Por que Acreditar na Bíblia (São José dos Campos, SP: Editora Fiel, 2006) p. 5.</p>
</div>
<div id="ftn5">
<p><a href="#_ftnref5" name="_ftn5" title="" id="_ftn5">5</a> &#8211; Texto online de Chapel Library, acessado na internet no site: <a href="http://www.chapellibrary.org/files/archive/pdf-english/pftw.pdf" target="_blank" title="Texto online de Chapel Library">http://www.chapellibrary.org/files/archive/pdf-english/pftw.pdf</a></p>
</div>
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		<title>A Vida Cristã Não é Feita de Eventos</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Dec 2011 15:50:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Vida Cristã]]></category>

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		<description><![CDATA[<div align="justify"><p>O título é meu. Mas creio que traduz bem o texto que segue abaixo, trecho do livro "<a title="Cave Mais Fundo" href="http://www.lojafiel.net/produto.aspx?ProCodigo=285" target="_blank">Cave Mais Fundo</a>", de Joshua Harris. Uma boa palavra sobre a velha e mui necessária rotina da vida em igreja. – Tiago Santos</p>
<p><strong>Joshua Harris</strong></p>
<p>Olhando para trás, compreendo que meu estágio [na igreja local] não foi apenas um treinamento para o ministério. Foi um treinamento no entendimento do que é a vida da igreja. Em muitas maneiras, foi uma experiência árdua. Aprendi que a vida em uma igreja local não era, de modo algum, como uma conferência.</p>
<p>Nas conferências, era relativamente fácil ir a uma cidade num fim de semana, parecer impressionante às pessoas que não me conheciam e parecer bom quando ensinava uma mensagem que havia apresentado centenas de vezes. Ser um pastor em uma igreja local era totalmente diferente. Não parecia impressionante, quando as pessoas me viam diariamente. Não bastava eu ter algumas poucas mensagens inspiradoras. Eu precisava estudar a Palavra de Deus e ajudar as pessoas a aplicarem-na às situações da vida real. Tinha de aprender como a morte e a ressurreição de Jesus faziam a diferença nos vales de sofrimento sombrios – coisas que eu não tinha encarado quando ia de uma cidade para outra realizando conferências.</p>
<p>A vida na igreja local é muito mais difícil e menos glamorosa. Entretanto, é mais prazerosa e mais recompensadora do que qualquer coisa de que tenho participado. Vi o evangelho mudando pessoas. Não somente lágrimas e promessas de mudança nas respostas aos apelos ao final de cultos, mas também mudança verdadeira e permanente em pessoas e famílias. Vi o corpo de Cristo vivendo, respirando e agindo. Vi o amor de Jesus tornado real à medida que os membros choraram uns com os outros devido à morte de uma criança, socorreram uns aos outros em tempos de necessidade, encorajaram uns aos outros em tempos de tentação e dúvida. Como diz um antigo ditado, a igreja não é um edifício ou uma reunião – é um povo. Mas você nunca consegue ver isso se o seu envolvimento limita-se às reuniões em um prédio. A verdadeira beleza de pessoas sendo uma igreja só é vista quando você permanece por tempo suficiente para vê-los amando e servindo uns aos outros.</p></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="justify">
<p>O título é meu. Mas creio que traduz bem o texto que segue abaixo, trecho do livro &#8220;<a title="Cave Mais Fundo" href="http://www.lojafiel.net/produto.aspx?ProCodigo=285" target="_blank">Cave Mais Fundo</a>&#8220;, de Joshua Harris. Uma boa palavra sobre a velha e mui necessária rotina da vida em igreja. – Tiago Santos</p>
<p><strong>Joshua Harris</strong></p>
<p>Olhando para trás, compreendo que meu estágio [na igreja local] não foi apenas um treinamento para o ministério. Foi um treinamento no entendimento do que é a vida da igreja. Em muitas maneiras, foi uma experiência árdua. Aprendi que a vida em uma igreja local não era, de modo algum, como uma conferência.</p>
<p>Nas conferências, era relativamente fácil ir a uma cidade num fim de semana, parecer impressionante às pessoas que não me conheciam e parecer bom quando ensinava uma mensagem que havia apresentado centenas de vezes. Ser um pastor em uma igreja local era totalmente diferente. Não parecia impressionante, quando as pessoas me viam diariamente. Não bastava eu ter algumas poucas mensagens inspiradoras. Eu precisava estudar a Palavra de Deus e ajudar as pessoas a aplicarem-na às situações da vida real. Tinha de aprender como a morte e a ressurreição de Jesus faziam a diferença nos vales de sofrimento sombrios – coisas que eu não tinha encarado quando ia de uma cidade para outra realizando conferências.</p>
<p>A vida na igreja local é muito mais difícil e menos glamorosa. Entretanto, é mais prazerosa e mais recompensadora do que qualquer coisa de que tenho participado. Vi o evangelho mudando pessoas. Não somente lágrimas e promessas de mudança nas respostas aos apelos ao final de cultos, mas também mudança verdadeira e permanente em pessoas e famílias. Vi o corpo de Cristo vivendo, respirando e agindo. Vi o amor de Jesus tornado real à medida que os membros choraram uns com os outros devido à morte de uma criança, socorreram uns aos outros em tempos de necessidade, encorajaram uns aos outros em tempos de tentação e dúvida. Como diz um antigo ditado, a igreja não é um edifício ou uma reunião – é um povo. Mas você nunca consegue ver isso se o seu envolvimento limita-se às reuniões em um prédio. A verdadeira beleza de pessoas sendo uma igreja só é vista quando você permanece por tempo suficiente para vê-los amando e servindo uns aos outros.</p>
</div>
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		<title>Indo Além</title>
		<link>http://www.blogfiel.com.br/2011/11/indo-alem.html</link>
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		<pubDate>Thu, 24 Nov 2011 12:18:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Franklin Ferreira</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Vida Cristã]]></category>
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		<description><![CDATA[<object width="441" height="254"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/-a76K1WihJ0?version=3&#38;hl=pt_BR&#38;rel=0"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/-a76K1WihJ0?version=3&#38;hl=pt_BR&#38;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" width="441" height="254" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object>

A Editora Fiel visita a Igreja Reformada de Safenwil, Suíça.]]></description>
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<p>A Editora Fiel visita a Igreja Reformada de Safenwil, Suíça.</p>
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		<title>10 Lições sobre o Amor à Igreja</title>
		<link>http://www.blogfiel.com.br/2011/11/10-licoes-sobre-o-amor-a-igreja.html</link>
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		<pubDate>Mon, 21 Nov 2011 17:12:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bíblia]]></category>
		<category><![CDATA[Igreja]]></category>
		<category><![CDATA[Tiago Santos]]></category>
		<category><![CDATA[Vida Cristã]]></category>

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		<description><![CDATA[<div align="justify"><p><a href="http://www.blogfiel.com.br/2011/11/10-licoes-sobre-o-amor-a-igreja.html"><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/11/10-licoes-sobre-o-amor-da-igreja.jpg" alt="10 Lições sobre o Amor à Igreja" title="10 Lições sobre o Amor à Igreja" width="439" height="123" class="aligncenter size-full wp-image-2301" /></a></p><p>Paulo nos ensina, em 1 Tessalonicenses 3, dez importantes lições sobre como podemos expressar nosso amor ao povo de Deus:</p>
<p>1. Devemos amar nossos irmãos em Cristo. Temos de amar a igreja de nosso Senhor, a qual ele comprou com o seu sangue (Atos 20.28).</p>
<p>2. Devemos nos preocupar com o estado da fé da igreja. Nosso amor pela igreja passa direto pela condição de sua fé.</p>
<p>3. Devemos agir em favor da igreja. Paulo mandou Timóteo para lá. Diante de uma situação grave, Paulo fez sacrifícios pessoais que o privaram de seu principal ajudador para apoiar o povo de Deus em Tessalônica.</p>
<p>4. Devemos usar nossas próprias experiências de sofrimento, lutas e até mesmo nosso lidar com o pecado como um meio para encorajar e fortalecer nossos irmãos que passam pelos mesmos problemas. Podemos ter a tendência de ser duros com quem está fraco na fé ou esmorece, mas nossa fé é dádiva de Deus e deve ser um instrumento para ganhar nossos irmãos. Que, como Paulo, nos identifiquemos com nossos irmãos em sua fraqueza e compartilhemos com eles o que temos recebido graciosamente de Deus.</p>
<p>5. Devemos viver e andar por fé. Nossa conduta deve ser determinada por princípios, não por circunstâncias. Não devemos responder aos problemas e aflições da vida segundo o calor do momento, mas tendo a eternidade diante de nós.</p>
<p>6. Devemos nos alegrar com o progresso da fé do povo de Deus. As vitórias e graça que Deus concede ao seu povo deve ser sempre motivo de regozijo e felicidade para nós. Temos de ter prazer nessas coisas, e isso só é possível se nosso coração e alegria estiverem no Senhor (Sl 37.4).</p>
<p>7. Devemos orar fervorosamente em favor do povo de Deus. Nossa lista de oração deve contemplar os problemas e situações da vida, certamente – mas, mais importante ainda, deve contemplar as necessidades espirituais e anelar pelo crescimento do povo na Palavra e nos dons divinos. Veja que Paulo, mesmo sabendo das lutas, ora por crescimento no amor. Ele sabia que era a fé forte e o amor inflado que dariam meios de resistência em meio as lutas.</p>
<p>8. Temos de ter um senso da providência de Deus. O Deus trino está governando toda nossa vida. Temos de entender os caminhos de Deus e reconhecer que ele é soberano em toda e qualquer situação. Isso deve afetar nossa conduta, a forma como vivemos e respondemos diante de adversidades. Jó disse: &#8220;Bem sei que tudo podes e que nenhum de seus planos podem ser frustrados&#8221;.</p>
<p>9. Devemos guardar nosso coração e pedir que Deus faça crescer nele amor para com nosso irmão na fé – isso nos levará a uma vida de &#8220;santidade e sem culpa&#8221; no meio da comunidade cristã, a igreja.  </p>
<p>10. Temos de ter a eternidade diante de nossos olhos. O toque da última trombeta deve ser tema de nossa mais profunda meditação. Jonathan Edwards, grande servo de Deus do passado, tinha esse senso da chegada de Cristo diante de si o tempo todo. Em suas resoluções, ele afirmou: &#8220;Resolvi jamais fazer qualquer coisa da qual eu deva ter medo, no caso de não restar mais do que uma hora para eu ouvir a última trombeta.&#8221;.</p>
<p>Encerro com as palavras do próprio Edwards, ao meditar sobre o retorno triunfante e definitivo de nosso Senhor Jesus Cristo:</p>
<p><em>&#8220;Cristo aparecerá na glória de seu Pai, junto de seus santos anjos, vindos nas nuvens do Céu...Essa será a mais inesperada visão para o mundo ímpio, a qual virá como um grito à meia noite. Mas com respeito aos santos, será uma visão de júbilo e a mais gloriosa de todas. Ver o Redentor vindo nas nuvens do Céu, encherá nosso coração da mais profunda e indizível alegria&#8221;.</em></p></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="justify">
<p><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/11/10-licoes-sobre-o-amor-da-igreja.jpg" alt="10 Lições sobre o Amor à Igreja" title="10 Lições sobre o Amor à Igreja" width="439" height="123" class="aligncenter size-full wp-image-2301" /></p>
<p>Paulo nos ensina, em 1 Tessalonicenses 3, dez importantes lições sobre como podemos expressar nosso amor ao povo de Deus:</p>
<p>1.Devemos amar nossos irmãos em Cristo. Temos de amar a igreja de nosso Senhor, a qual ele comprou com o seu sangue (Atos 20.28).</p>
<p>2.Devemos nos preocupar com o estado da fé da igreja. Nosso amor pela igreja passa direto pela condição de sua fé.</p>
<p>3.Devemos agir em favor da igreja. Paulo mandou Timóteo para lá. Diante de uma situação grave, Paulo fez sacrifícios pessoais que o privaram de seu principal ajudador para apoiar o povo de Deus em Tessalônica.</p>
<p>4.Devemos usar nossas próprias experiências de sofrimento, lutas e até mesmo nosso lidar com o pecado como um meio para encorajar e fortalecer nossos irmãos que passam pelos mesmos problemas. Podemos ter a tendência de ser duros com quem está fraco na fé ou esmorece, mas nossa fé é dádiva de Deus e deve ser um instrumento para ganhar nossos irmãos. Que, como Paulo, nos identifiquemos com nossos irmãos em sua fraqueza e compartilhemos com eles o que temos recebido graciosamente de Deus.</p>
<p>5.Devemos viver e andar por fé. Nossa conduta deve ser determinada por princípios, não por circunstâncias. Não devemos responder aos problemas e aflições da vida segundo o calor do momento, mas tendo a eternidade diante de nós.</p>
<p>6.Devemos nos alegrar com o progresso da fé do povo de Deus. As vitórias e graça que Deus concede ao seu povo deve ser sempre motivo de regozijo e felicidade para nós. Temos de ter prazer nessas coisas, e isso só é possível se nosso coração e alegria estiverem no Senhor (Sl 37.4).</p>
<p>7.Devemos orar fervorosamente em favor do povo de Deus. Nossa lista de oração deve contemplar os problemas e situações da vida, certamente – mas, mais importante ainda, deve contemplar as necessidades espirituais e anelar pelo crescimento do povo na Palavra e nos dons divinos. Veja que Paulo, mesmo sabendo das lutas, ora por crescimento no amor. Ele sabia que era a fé forte e o amor inflado que dariam meios de resistência em meio as lutas.</p>
<p>8.Temos de ter um senso da providência de Deus. O Deus trino está governando toda nossa vida. Temos de entender os caminhos de Deus e reconhecer que ele é soberano em toda e qualquer situação. Isso deve afetar nossa conduta, a forma como vivemos e respondemos diante de adversidades. Jó disse: &ldquo;Bem sei que tudo podes e que nenhum de seus planos podem ser frustrados&rdquo;.</p>
<p>9.Devemos guardar nosso coração e pedir que Deus faça crescer nele amor para com nosso irmão na fé – isso nos levará a uma vida de &ldquo;santidade e sem culpa&rdquo; no meio da comunidade cristã, a igreja.  </p>
<p>10. Temos de ter a eternidade diante de nossos olhos. O toque da última trombeta deve ser tema de nossa mais profunda meditação. Jonathan Edwards, grande servo de Deus do passado, tinha esse senso da chegada de Cristo diante de si o tempo todo. Em suas resoluções, ele afirmou: &ldquo;Resolvi jamais fazer qualquer coisa da qual eu deva ter medo, no caso de não restar mais do que uma hora para eu ouvir a última trombeta.&rdquo;.</p>
<p>Encerro com as palavras do próprio Edwards, ao meditar sobre o retorno triunfante e definitivo de nosso Senhor Jesus Cristo:</p>
<p><em>&ldquo;Cristo aparecerá na glória de seu Pai, junto de seus santos anjos, vindos nas nuvens do Céu&#8230;Essa será a mais inesperada visão para o mundo ímpio, a qual virá como um grito à meia noite. Mas com respeito aos santos, será uma visão de júbilo e a mais gloriosa de todas. Ver o Redentor vindo nas nuvens do Céu, encherá nosso coração da mais profunda e indizível alegria&rdquo;.</em></p>
</div>
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		<title>Como Glorificar a Deus no Trabalho</title>
		<link>http://www.blogfiel.com.br/2011/11/como-glorificar-a-deus-no-trabalho.html</link>
		<comments>http://www.blogfiel.com.br/2011/11/como-glorificar-a-deus-no-trabalho.html#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 09 Nov 2011 17:53:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editora Fiel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Vida Cristã]]></category>

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		<description><![CDATA[<div align="justify"><p>Por John Piper</p>
<p><a href="http://www.blogfiel.com.br/2011/11/como-glorificar-a-deus-no-trabalho.html"><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/11/work.jpg" alt="Como Glorificar a Deus no Trabalho" title="Como Glorificar a Deus no Trabalho" width="439" height="123" class="aligncenter size-full wp-image-2288" /></a></p>
<p>Após duas semanas na Austrália, finalmente estou em casa. Estou transbordando de gratidão a Deus por Seus servos que lá estão, e pelo prazer de trabalhar juntamente com eles em Brisbane, Sidney e nas montanhas de Katoomba.</p>
<p>Uma das conferências intitulava-se <em>Comprometidos </em>e era destinada aos &#8220;jovens trabalhadores&#8221;, o que, em seu dialeto, significa jovens profissionais em ambiente de trabalho. Perguntaram-me, em uma entrevista, se considerava o foco desta conferência uma boa ideia. Respondi que sim, pois 1 Coríntios 10:31 diz: &#8220; Portanto,quer comais quer bebais, ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus.&#8221;</p>
<p>Então perguntaram: Como jovens trabalhadores podem glorificar a Deus no trabalho?  E eis a essência de minha resposta:</p>
<p><em>Dependência. </em>Vá para o trabalho totalmente dependente de Deus (Provérbios 3: 5-6; João 15:5). Sem o Senhor, você não pode sequer respirar, mover-se, pesar, sentir ou falar. Sem mencionar ser espiritualmente influente. Levante-se pela manhã e deixe que Deus saiba de seu desespero por Ele. Ore clamando por ajuda.</p>
<p><em>Integridade.</em> Seja absoluta e meticulosamente honesto e merecedor de confiança em seu trabalho. Seja pontual. Pague o justo pelo dia de trabalho. &#8220;Não furtarás&#8221;. Muitas pessoas roubam seus empregadores tanto com sua indolência quanto com o roubo do dinheiro em caixa. [...]</p></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="justify">
<p>Por John Piper</p>
<p><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/11/work.jpg" alt="Como Glorificar a Deus no Trabalho" title="Como Glorificar a Deus no Trabalho" width="439" height="123" class="aligncenter size-full wp-image-2288" /></p>
<p>Após duas semanas na Austrália, finalmente estou em casa. Estou transbordando de gratidão a Deus por Seus servos que lá estão, e pelo prazer de trabalhar juntamente com eles em Brisbane, Sidney e nas montanhas de Katoomba.</p>
<p>Uma das conferências intitulava-se <em>Comprometidos </em>e era destinada aos &ldquo;jovens trabalhadores&rdquo;, o que, em seu dialeto, significa jovens profissionais em ambiente de trabalho. Perguntaram-me, em uma entrevista, se considerava o foco desta conferência uma boa ideia. Respondi que sim, pois 1 Coríntios 10:31 diz: &ldquo; Portanto,quer comais quer bebais, ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus.&rdquo;</p>
<p>Então perguntaram: Como jovens trabalhadores podem glorificar a Deus no trabalho?  E eis a essência de minha resposta:</p>
<p><em>Dependência. </em>Vá para o trabalho totalmente dependente de Deus (Provérbios 3: 5-6; João 15:5). Sem o Senhor, você não pode sequer respirar, mover-se, pesar, sentir ou falar. Sem mencionar ser espiritualmente influente. Levante-se pela manhã e deixe que Deus saiba de seu desespero por Ele. Ore clamando por ajuda.</p>
<p><em>Integridade.</em> Seja absoluta e meticulosamente honesto e merecedor de confiança em seu trabalho. Seja pontual. Pague o justo pelo dia de trabalho. &ldquo;Não furtarás&rdquo;. Muitas pessoas roubam seus empregadores tanto com sua indolência quanto com o roubo do dinheiro em caixa.</p>
<p><em>Habilidade. </em>Seja bom naquilo que faz. Deus lhe agraciou não apenas com integridade, mas também, dando-lhe dons, habilidades. Valorize este dom e seja um bom administrador destas habilidades. O aperfeiçoamento nestas técnicas se constrói na dependência e na integridade.</p>
<p><em>Moldando ao grupo. </em> À medida em que você se tronar influente e oportuno,  molde a imagem de seu trabalho, de forma que as estruturas, políticas, expectativas e objetivos do mesmo sejam compatíveis com as de Cristo. Por exemplo, alguém está moldando a imagem deste restaurante chamado <em>Chick-fil-A </em>através deste <a href="http://www.youtube.com/watch?v=2v0RhvZ3lvY" title="Every Life Has a Story" target="_blank">vídeo</a>.</p>
<p><em>Impacto. </em>Almeje ajudar à sua empresa a impactar de maneira construtiva ao ser e não destrutiva à alma. Algumas indústrias possuem um impacto destrutivo (como por exemplo, indústrias pornográficas, de apostas, aborto, trapaças, etc.). Entretanto, é possível ajudar muitas empresas a caminharem em uma direção que lhes propicie vida, sem arruinar a alma. Assim que tiver a oportunidade, trabalhe para isso.</p>
<p><em>Comunicação. </em>Locais de trabalho são uma rede de relacionamentos. Estes só são possíveis através da comunicação. Introduza sua cosmovisão cristã às conversas do dia-a-dia. Não esconda sua luz debaixo de uma cesta de lixo. Coloque-a em evidência naturalmente, alegremente e de maneira cativante. &lsquo;os que amam a tua salvação digam sempre: O Senhor seja magnificado!&rsquo; (Salmos 40:16)</p>
<p><em>Amor. </em>Sirva aos outros. Seja aquele que se dispõe primeiro a comprar a pizza, a dar carona, organizar o picnic. Desperte o interesse das outras pessoas no trabalho. Seja conhecido como aquele que se importa não apenas com as histórias alegres de fim de semana, mas com os fardos das pesadas e dolorosas manhãs de Segunda-feira. Ame seus colegas de trabalho e apresente a eles o grande Carregador de fardos.</p>
<p><em>Dinheiro. </em>O trabalho é o lugar onde você ganha (e gasta) dinheiro, sendo o mesmo inteiramente de Deus, e não seu. Você é um administrador. Transforme seu salário em uma enxurrada de generosidade na qual você administra o dinheiro pertencente a Deus. Não trabalhe para ganhar e assim, ter. Trabalhe para ganhar e assim ter o que dar e investir em obras que exaltem a Cristo. Faça com que seu dinheiro anuncie a Cristo como seu tesouro supremo.</p>
<p><em>Agradeça. </em>Sempre dê graças a Deus pela vida, saúde, pelo trabalho e por Jesus. Seja uma pessoa grata no trabalho. Não esteja entre os que reclamam. Deixe que sua gratidão a Deus superabunde em um espírito humilde de gratidão a outros. Seja conhecido como alguém cheio de esperança, humilde e grato.</p>
<p>Há muitas outras coisas a dizer sobre glorificar a Deus no ambiente de trabalho. Mas isto é o começo. Adicione-as à lista à medida em que Deus lhe mostrar. A questão é: O que quer que faça, o que quer que coma, beba ou onde trabalhe, faça tudo para que Deus pareça tão grande quanto Ele verdadeiramente é.</p>
<p>Desiring God Blog: <a href="http://www.desiringgod.org/blog/posts/how-to-glorify-god-at-work" target="_blank" title="How to Glorify God at Work - Desiring God">www.desiringgod.org</a></p>
<p>Tradução: Luiza Schilagi de Araujo</p>
</div>
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		<title>Conhecimento e Maturidade</title>
		<link>http://www.blogfiel.com.br/2011/09/conhecimento-e-maturidade.html</link>
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		<pubDate>Thu, 01 Sep 2011 13:38:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editora Fiel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Teologia]]></category>
		<category><![CDATA[Vida Cristã]]></category>

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		<description><![CDATA[<div align="justify"><p><strong>Kevin DeYoung</strong></p><p><a href="http://www.blogfiel.com.br/2011/09/conhecimento-e-maturidade.html"><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/09/Sabedoria-e-Maturidade.jpg" alt="Sabedoria e Maturidade" title="Sabedoria e Maturidade" width="250" height="250" class="alignleft size-full wp-image-2078" /></a> Quando comparados, eu prefiro um cristão maduro que tenha conhecimento teológico simples do que outro extremamente culto, versado, mas sem maturidade nenhuma. Mas, é claro que nenhuma dessas situações é desejável. Vou explicar.</p>
<p><strong>Uma história com dois extremos</strong></p>
<p>De um lado, temos o Sr. Rato-de-Biblioteca. Ele não completou ainda trinta anos de idade. É muito inteligente. Já leu Calvino, Edwards, Lutero e Bavinck. Conhece Warfield e Hodge, Piper e Carson, também. Desde que aceitou o Senhor na época da faculdade, o Sr. Rato tem buscado conhecimento. Ele ouve uma dúzia de sermões por semana no seu iPod. Tem mais discernimento sobre debates teológicos da atualidade do que a maioria dos pastores. Adora conferências cristãs — as boas, consistentes. O Sr. Rato sabe tudo sobre hermenêutica, propiciação, teologia da aliança, princípio regulador, e o <em>ordo salutis. </em>Está até aprendendo um pouco de Grego, Hebraico e Latim já sabe um pouquinho e, se tiver tempo, vai aprender ugarit. [...]</p></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="justify">
<p><strong>Kevin DeYoung</strong></p>
<p><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/09/Sabedoria-e-Maturidade.jpg" alt="Sabedoria e Maturidade" title="Sabedoria e Maturidade" width="250" height="250" class="alignleft size-full wp-image-2078" /> Quando comparados, eu prefiro um cristão maduro que tenha conhecimento teológico simples do que outro extremamente culto, versado, mas sem maturidade nenhuma. Mas, é claro que nenhuma dessas situações é desejável. Vou explicar.</p>
<p><strong>Uma história com dois extremos</strong></p>
<p>De um lado, temos o Sr. Rato-de-Biblioteca. Ele não completou ainda trinta anos de idade. É muito inteligente. Já leu Calvino, Edwards, Lutero e Bavinck. Conhece Warfield e Hodge, Piper e Carson, também. Desde que aceitou o Senhor na época da faculdade, o Sr. Rato tem buscado conhecimento. Ele ouve uma dúzia de sermões por semana no seu iPod. Tem mais discernimento sobre debates teológicos da atualidade do que a maioria dos pastores. Adora conferências cristãs — as boas, consistentes. O Sr. Rato sabe tudo sobre hermenêutica, propiciação, teologia da aliança, princípio regulador, e o <em>ordo salutis. </em>Está até aprendendo um pouco de Grego, Hebraico e Latim já sabe um pouquinho e, se tiver tempo, vai aprender ugarit.</p>
<p>O Sr. Rato é inteligente, sério na sua fé, e quer servir o Senhor. Mas tem vinte e poucos anos e não é maduro. Em termos de conhecimento, está muito adiantado, mas quanto à sabedoria, está começando. Não comete pecados grosseiros, apenas pecadinhos. Na escala da verdade, não mente. É chato, quase ridículo, excessivamente franco. Não tem senso de proporções. Ele não percebe que um debate de pressuposto e evidencialista de apologética  não é tão sério como Atanásio versus Ariano. Para ele tudo é uma questão de prioridade porque não há outro tipo de assunto.</p>
<p>Para piorar a situação, o Sr.Rato fala demais. Considera toda conversa como um debate. Ele é teimoso. Não faz perguntas. As pessoas têm medo dele e ele não sabe por quê. A não ser aqueles que concordam totalmente com ele, não tem muitos amigos. Não pretende ser rude ou arrogante. Na verdade, ele consegue ser um cara simpático. O problema é que ele sabe tanta coisa que não consegue usar o seu conhecimento com sabedoria ou elegância.</p>
<p>No outro extremo está o Sr. Simples-Fé. É cristão há quarenta anos. Ora e lê a Bíblia todos os dias. Criou quatro filhos piedosos. Está casado há mais de trinta anos. É calmo, sincero e respeitado por todos. Mas não devora livros. Nunca leu muito. Lê dois a três livros por ano, e um deles deve ser um livro cristão, alguma coisa leve. O Sr. Simples tem instintos teológicos decentes. Ele sabe que a Bíblia é a verdade, que Jesus é o único caminho para Deus, que o inferno é real, e que não podemos merecer o caminho para o céu. É ortodoxo, mas além do básico é bastante ignorante e, francamente, não está muito interessado em teologia.</p>
<p>Portanto, qual dos dois você preferiria ter como diácono em sua igreja? O Sr. Rato é mais impressionante, mas o Sr. Simples provavelmente vai tomar decisões melhores e vai ser recebido melhor pelos membros da congregação. Pessoalmente, eu prefiro a maturidade ultrapassando o conhecimento em vez do contrário.</p>
<p><strong>Aprendendo a pilotar de Maneira Certa</strong></p>
<p>Nem é preciso dizer que o alvo é ter os dois. Um cristão maduro sem um pouco de conhecimento teológico não atinge o seu potencial. Um cristão que tem conhecimento sem maturidade tem potencial que não sabe como utilizar.</p>
<p>Um cristão teologicamente astuto, imaturo é como um menino de cinco anos de idade pilotando um helicóptero Apache. Vejam que arma poderosa: pode destruir argumentos e defender-se contra heresia; pode voar para o céu e ter visões gloriosas que aquele que está no nível do mar não percebe. Este helicóptero teológico é tão bom para busca e salvamento quanto para descobrimento e destruição. Todo exercito congregacional deveria ter um veículo desses. É rápido. É furioso. É impressionante. Mas também é perigoso. E com um menino de cinco anos no controle (ou seja lá o que for), algumas pessoas vão se machucar. Não é que um menino não possa ter um helicóptero, mas seria bom que tomasse lições de vôo depois de adulto.</p>
<p>Por outro lado, um cristão maduro satisfeito com um conhecimento teológico rudimentar é como uma pessoa de 45 anos de idade pilotando um triciclo. Verdade, ele consegue andar de triciclo, mas não pode andar depressa nem vai muito longe. Fica limitado em termos do que pode ver e experimentar.  Não pode fazer muito para enfrentar inimigos ou escalar alturas. É firme, mas não tão firme quanto poderia ser. O alvo no discipulado é que nós não temos de escolher entre meninos pilotando helicópteros e adultos andando de triciclos. Queremos pilotos maduros pilotando máquinas complicadas. Nosso alvo é que o Sr. Rato-de-Biblioteca se transforme no Sr. Cabeça-e-Coração e que o Sr. Simples-Fé aprenda a ser o Sr.Verdade-Profunda.</p>
<p>E se nossas congregações ainda não chegaram a este equilíbrio, pelo menos podemos arranjar um instrutor próprio para os meninos e apressar o treinamento dos adultos.</p>
<p>Tradução: Yolanda Mirdsa Krievin</p>
</div>
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		<title>Doze Razões Por Que Ser Membro de Igreja é Importante</title>
		<link>http://www.blogfiel.com.br/2011/07/doze-razoes-por-que-ser-membro-de-igreja-e-importante.html</link>
		<comments>http://www.blogfiel.com.br/2011/07/doze-razoes-por-que-ser-membro-de-igreja-e-importante.html#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 22 Jul 2011 13:57:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editora Fiel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Igreja]]></category>
		<category><![CDATA[Vida Cristã]]></category>

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		<description><![CDATA[<div align="justify"><p align="center"><strong>Jonathan Leeman</strong></p><p><a href="http://www.blogfiel.com.br/2011/07/doze-razoes-por-que-ser-membro-de-igreja-e-importante.html"><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/07/Doze-Razoes.jpg" alt="Doze Razões Por Que Ser Membro de Igreja é Importante" title="Doze Razões Por Que Ser Membro de Igreja é Importante" width="199" height="199" class="aligncenter size-full wp-image-1964" /></a></p><p>1 - É bíblico. Jesus estabeleceu a igreja local, e todos os apóstolos realizaram seu ministério por meio dela. A vida cristã no Novo Testamento é uma vida de igreja. Hoje os cristãos devem esperar e desejar o mesmo.</p>
<p>2 - A igreja é seus membros. No Novo Testamento, ser uma &#8220;igreja&#8221; é ser um de seus membros (leia Atos dos Apóstolos). E você quer ser parte da igreja porque foi ela que Jesus veio buscar e reconciliar consigo mesmo.</p>
<p>3 - Ser membro da igreja é um pré-requisito para a Ceia do Senhor. A Ceia do Senhor é uma refeição para a igreja reunida, ou seja, para os membros (veja 1 Co 11.20, 33). E você quer participar da Ceia do Senhor. O ser membro de igreja é a &#8220;camisa&#8221; que torna o time da igreja visível ao mundo.</p>
<p>4 - É a maneira de representar oficialmente a Cristo. Ser membro de igreja é a afirmação da igreja a respeito do fato de que você é um cidadão do reino de Cristo e, por isso, um representante autorizado de Jesus diante das nações. E você quer ser um representante oficial de Jesus. Intimamente relacionado a isto...</p>
<p>5 - É a maneira como o crente declara sua mais elevada lealdade. O fato de que você pertence ao time que se torna visível quando você veste a &#8220;camisa&#8221; é um testemunho público de que sua mais elevada lealdade pertence a Jesus. Provações e perseguição podem surgir, mas suas únicas palavras são: &#8220;Pertenço a Jesus&#8221;.</p>
<p>6 - É a maneira de incorporar e experimentar figuras bíblicas. É na  estrutura de prestação de contas da igreja local que os cristãos vivenciam ou incorporam o que significa ser o &#8220;corpo de Cristo&#8221; , o &#8220;templo do Espírito&#8221;, a &#8220;família de Deus&#8221; e todas as outras metáforas bíblicas (veja 1 Co 12). E você quer experimentar a interconectividade do corpo de Cristo, a plenitude espiritual de seu templo, a segurança, a intimidade e a identidade comum da família de Deus.</p></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="justify">
<p align="center"><strong>Jonathan Leeman</strong></p>
<p><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/07/Doze-Razoes.jpg" alt="Doze Razões Por Que Ser Membro de Igreja é Importante" title="Doze Razões Por Que Ser Membro de Igreja é Importante" width="199" height="199" class="aligncenter size-full wp-image-1964" /></p>
<p>1 &#8211; É bíblico. Jesus estabeleceu a igreja local, e todos os apóstolos realizaram seu ministério por meio dela. A vida cristã no Novo Testamento é uma vida de igreja. Hoje os cristãos devem esperar e desejar o mesmo.</p>
<p>2 &#8211; A igreja é seus membros. No Novo Testamento, ser uma &ldquo;igreja&rdquo; é ser um de seus membros (leia Atos dos Apóstolos). E você quer ser parte da igreja porque foi ela que Jesus veio buscar e reconciliar consigo mesmo.</p>
<p>3 &#8211; Ser membro da igreja é um pré-requisito para a Ceia do Senhor. A Ceia do Senhor é uma refeição para a igreja reunida, ou seja, para os membros (veja 1 Co 11.20, 33). E você quer participar da Ceia do Senhor. O ser membro de igreja é a &ldquo;camisa&rdquo; que torna o time da igreja visível ao mundo.</p>
<p>4 &#8211; É a maneira de representar oficialmente a Cristo. Ser membro de igreja é a afirmação da igreja a respeito do fato de que você é um cidadão do reino de Cristo e, por isso, um representante autorizado de Jesus diante das nações. E você quer ser um representante oficial de Jesus. Intimamente relacionado a isto&#8230;</p>
<p>5 &#8211; É a maneira como o crente declara sua mais elevada lealdade. O fato de que você pertence ao time que se torna visível quando você veste a &ldquo;camisa&rdquo; é um testemunho público de que sua mais elevada lealdade pertence a Jesus. Provações e perseguição podem surgir, mas suas únicas palavras são: &ldquo;Pertenço a Jesus&rdquo;.</p>
<p>6 &#8211; É a maneira de incorporar e experimentar figuras bíblicas. É na  estrutura de prestação de contas da igreja local que os cristãos vivenciam ou incorporam o que significa ser o &ldquo;corpo de Cristo&rdquo; , o &ldquo;templo do Espírito&rdquo;, a &ldquo;família de Deus&rdquo; e todas as outras metáforas bíblicas (veja 1 Co 12). E você quer experimentar a interconectividade do corpo de Cristo, a plenitude espiritual de seu templo, a segurança, a intimidade e a identidade comum da família de Deus.</p>
<p>7 &#8211; É a maneira de servir aos outros cristãos. Ser membro de igreja ajuda você a saber por quais cristãos, no planeta Terra, você é especificamente responsável para amar, servir, confortar e encorajar. Ser membro de igreja capacita você a cumprir suas responsabilidades bíblicas para com o corpo de Cristo (por exemplo, veja Ef 4.11-16; 25-32).</p>
<p>8 &#8211; É o meio de seguir os líderes cristãos. Ser membro de igreja ajuda-o a saber que líderes cristãos, no planeta Terra, você é chamado a seguir e obedecer. Também lhe permite cumprir sua responsabilidade bíblica para com eles (veja Hb 13.7, 17).</p>
<p>9 &#8211; Ser membro de igreja ajuda os líderes cristãos a liderar. Permite que eles saibam quais são, no planeta Terra, os cristãos pelos quais eles &ldquo;hão de prestar contas&rdquo; (At 20.28; 1 Pe 5.2).</p>
<p>10 &#8211; Ser membro de igreja capacita a disciplina eclesiástica. Dá a você o lugar prescrito biblicamente em que deve participar na obra de disciplina eclesiástica, de maneira responsável, sábia e amorosa (1 Co 5).</p>
<p>11 &#8211; Provê a estrutura para a vida cristã. Coloca a afirmação individual do cristão de &ldquo;obedecer&rdquo; e &ldquo;seguir&rdquo; a Jesus em um ambiente de vida real, no qual autoridade é realmente exercida sobre nós (veja Jo 14.15; 1 Jo 2.19; 4.20-21).</p>
<p>12 &#8211; Edifica um testemunho e convida as nações. Ser membro de igreja coloca o governo de Cristo em exibição para o mundo que nos observa (veja Mt 5.13; Jo 13.34-35; Ef 3.10; 1 Pe 2.9-12). Os próprios limites que são traçados ao redor do ser membro de igreja produz uma sociedade de pessoas que convida as nações a algo melhor.</p>
<p><em>Este artigo foi extraído do livro Church Membership: How the World Knows Who Represents Jesus, de Jonathan Leeman.</em></p>
</div>
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		<title>4 Passos para Mortificar o Pecado</title>
		<link>http://www.blogfiel.com.br/2011/07/4-passos-para-mortificar-o-pecado.html</link>
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		<pubDate>Wed, 20 Jul 2011 19:27:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editora Fiel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vida Cristã]]></category>

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		<description><![CDATA[<div><p><strong>Sinclair Fergunson</strong></p>
<p><a href="http://www.blogfiel.com.br/2011/07/4-passos-para-mortificar-o-pecado.html"><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/07/image0011.jpg" alt="4 Passos para Mortificar o Pecado" title="4 Passos para Mortificar o Pecado" width="183" height="121" class="alignleft size-full wp-image-1951" /></a> <strong>1. Aprenda a reconhecer o pecado conforme ele realmente é.</strong></p>
<p>Chame espada de espada! Chame o pecado de &#34;<strong>imoralidade</strong><strong> sexual</strong>&#8221;, ao invés de &#8220;<em>Estou sendo</em><em> um pouco tentado </em>&#34;; chame de '<strong>impureza</strong>', e não de &#8220;<em>eu estou lutando com pensamentos indevidos</em>&#8221;; chame de &#34;<strong>desejo</strong><strong> mal o qual é idolatria</strong>&#8221;,  ao invés de &#8220;<em>eu acho que preciso</em><em> de ordenar minhas prioridades um pouco melhor</em>.&#34;</p>
<p><strong>2. Veja o pecado conforme ele realmente é na presença de Deus.</strong></p>
<p>&#34;Por estas coisas é que vem a ira de Deus&#34; (Cl 3.6). Somos instruídos a arrastar nossas cobiças (ainda que seja chutando e gritando) para a cruz, para o Cristo que suportou em si a ira.</p>
<p><strong>3. Reconheça a inconsistência de seu pecado.</strong></p>
<p>Você se despiu do 'velho' homem e se revestiu do &#34;novo homem&#34; (Col. 3.9-10). Você não é mais o 'velho' homem. A identidade que você tinha &#34;em Adão&#34; se foi.</p>
<p><strong>4. Mate seu pecado (Cl 3.5).</strong></p>
<p>É simples assim. Rejeite seu pecado; mate-o de &#8220;fome&#8221; e abandone-o. Você não pode &#34;mortificar&#34; o pecado sem a dor da morte. Não há outra maneira!</p></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>Sinclair Fergunson</strong></p>
<p><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/07/image0011.jpg" alt="4 Passos para Mortificar o Pecado" title="4 Passos para Mortificar o Pecado" width="183" height="121" class="alignleft size-full wp-image-1951" /> <strong>1. Aprenda a reconhecer o pecado conforme ele realmente é.</strong></p>
<p>Chame espada de espada! Chame o pecado de &quot;<strong>imoralidade</strong><strong> sexual</strong>&rdquo;, ao invés de &ldquo;<em>Estou sendo</em><em> um pouco tentado </em>&quot;; chame de &#8217;<strong>impureza</strong>&#8216;, e não de &ldquo;<em>eu estou lutando com pensamentos indevidos</em>&rdquo;; chame de &quot;<strong>desejo</strong><strong> mal o qual é idolatria</strong>&rdquo;,  ao invés de &ldquo;<em>eu acho que preciso</em><em> de ordenar minhas prioridades um pouco melhor</em>.&quot;</p>
<p><strong>2. Veja o pecado conforme ele realmente é na presença de Deus.</strong></p>
<p>&quot;Por estas coisas é que vem a ira de Deus&quot; (Cl 3.6). Somos instruídos a arrastar nossas cobiças (ainda que seja chutando e gritando) para a cruz, para o Cristo que suportou em si a ira.</p>
<p><strong>3. Reconheça a inconsistência de seu pecado.</strong></p>
<p>Você se despiu do &#8217;velho&#8217; homem e se revestiu do &quot;novo homem&quot; (Col. 3.9-10). Você não é mais o &#8216;velho&#8217; homem. A identidade que você tinha &quot;em Adão&quot; se foi.</p>
<p><strong>4. Mate seu pecado (Cl 3.5).</strong></p>
<p>É simples assim. Rejeite seu pecado; mate-o de &ldquo;fome&rdquo; e abandone-o. Você não pode &quot;mortificar&quot; o pecado sem a dor da morte. Não há outra maneira!</p>
</div>
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		<title>Devemos Impor a Fé Cristã aos Outros?</title>
		<link>http://www.blogfiel.com.br/2011/07/devemos-impor-a-fe-crista-aos-outros.html</link>
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		<pubDate>Tue, 19 Jul 2011 18:44:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editora Fiel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vida Cristã]]></category>

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		<description><![CDATA[<div align="justify"><p><strong>Mark Dever</strong></p><p><a href="http://www.blogfiel.com.br/2011/07/devemos-impor-a-fe-crista-aos-outros.html"><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/07/image001.jpg" alt="Devemos Impor a Fé Cristã aos Outros?" title="Devemos Impor a Fé Cristã aos Outros?" width="182" height="182" class="alignleft size-full wp-image-1944" /></a> Talvez a objeção contemporânea mais comum à evangelização seja esta: &#8220;Não é errado impor nossas crenças aos outros?&#8221;</p>
<p>Algumas pessoas não praticam a evangelização por acharem que estão se impondo aos outros. E pela maneira como a evangelização é freqüentemente realizada, posso entender a confusão! No entanto, quando compreendemos o que a Bíblia apresenta como evangelização, reconhecemos que evangelizar não é realmente uma questão de impor suas crenças.</p>
<p>É importante entender que a mensagem que você compartilha não é mera opinião, e sim um fato. Essa é a razão por que compartilhar o evangelho não pode ser chamado de imposição, assim como um piloto não pode impor a todos os passageiros a sua crença de que a pista de aterrissagem é esta e não aquela.</p>
<p>Além disso, as verdades do evangelho não lhe pertencem, no sentido de que se referem unicamente <em>a você</em>, ou à <em>sua</em> perspectiva, ou à <em>sua</em> experiência; ou no sentido de que você as descobriu. Quando você evangeliza, não está dizendo: &#8220;Isso é o que eu penso sobre Deus&#8221;; ou: &#8220;É assim que eu vejo as coisas&#8221;. Você está apresentando o evangelho <em>de Cristo</em>. Você não o inventou e não tem autoridade para alterá-lo.</p></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="justify">
<p><strong>Mark Dever</strong></p>
<p><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/07/image001.jpg" alt="Devemos Impor a Fé Cristã aos Outros?" title="Devemos Impor a Fé Cristã aos Outros?" width="182" height="182" class="alignleft size-full wp-image-1944" /> Talvez a objeção contemporânea mais comum à evangelização seja esta: &ldquo;Não é errado impor nossas crenças aos outros?&rdquo;</p>
<p>Algumas pessoas não praticam a evangelização por acharem que estão se impondo aos outros. E pela maneira como a evangelização é freqüentemente realizada, posso entender a confusão! No entanto, quando compreendemos o que a Bíblia apresenta como evangelização, reconhecemos que evangelizar não é realmente uma questão de impor suas crenças.</p>
<p>É importante entender que a mensagem que você compartilha não é mera opinião, e sim um fato. Essa é a razão por que compartilhar o evangelho não pode ser chamado de imposição, assim como um piloto não pode impor a todos os passageiros a sua crença de que a pista de aterrissagem é esta e não aquela.</p>
<p>Além disso, as verdades do evangelho não lhe pertencem, no sentido de que se referem unicamente <em>a você</em>, ou à <em>sua</em> perspectiva, ou à <em>sua</em> experiência; ou no sentido de que você as descobriu. Quando você evangeliza, não está dizendo: &ldquo;Isso é o que eu penso sobre Deus&rdquo;; ou: &ldquo;É assim que eu vejo as coisas&rdquo;. Você está apresentando o evangelho <em>de Cristo</em>. Você não o inventou e não tem autoridade para alterá-lo.</p>
<p>Na evangelização bíblica, não impomos nada. De fato, não podemos fazer isso. De acordo com a Bíblia, evangelizar é apenas contar as boas-novas. Não é assegurar-nos de que a outra pessoa responderá corretamente ao evangelho. Gostaríamos de poder conseguir isso, mas, conforme a Bíblia, isso é algo que não podemos fazer. De acordo com a Bíblia, o fruto da evangelização vem de Deus. Como Paulo disse aos coríntios:</p>
<p>Quem é Apolo? E quem é Paulo? Servos por meio de quem crestes, e isto conforme o Senhor concedeu a cada um. Eu plantei, Apolo regou; mas o crescimento veio de Deus. De modo que nem o que planta é alguma coisa, nem o que rega, mas Deus, que dá o crescimento (1 Co 3.5-7; cf. 2 co 3.5-6).</p>
<p>Lembro-me de que em certa ocasião, quando estava em Cambridge, conversei com Bilal, um amigo libanês muçulmano. Falamos sobre um de nossos amigos que era um muçulmano secular. Bilal desejava que nosso amigo abraçasse um estilo de vida islamita mais fiel. Eu queria que ele se tornasse um cristão. Condoíamo-nos juntos pela dificuldade de viver em meio à cultura secular britânica. Bilal comentou quão corrupto era o país cristão chamado Grã-Bretanha. Respondi que a Inglaterra não era um país cristão e que, de fato, não existe tal coisa como um país cristão. Aproveitando a oportunidade, ele disse que esse é o problema do cristianismo quando comparado ao islamismo. O cristianismo, ele disse, não provê respostas e diretrizes para todas as complexidades da vida real. Não tem um padrão social e político abrangente para oferecer à sociedade. Respondi que isso acontece porque o cristianismo retrata realisticamente a condição humana e o problema da situação humana. Ele me perguntou o que isso significava.</p>
<p>Disse-lhe que o islamismo tem um entendimento superficial dos problemas do homem porque ensina que nossos problemas são basicamente uma questão de comportamento. A solução para o nosso problema é apenas a vontade. Mas o cristianismo, eu disse, tem um entendimento mais profundo e mais acurado da situação do homem, um entendimento que inclui uma admissão franca da pecaminosidade humana como um agregado de ações más e como uma expressão de um coração mau que está em rebeldia contra Deus. O problema é a natureza do homem. Disse que o cristianismo não tem nada que Bilal reconheceria como um programa político abrangente porque não pensamos que nosso verdadeiro problema pode ser corrigido por poder político. Eu poderia colocar uma espada sobre a garganta de uma pessoa e torná-la um bom muçulmano, mas, disse-lhe, não posso tornar ninguém cristão servindo-me desse método.</p>
<p>A Bíblia apresenta o problema do homem como algo que não pode ser resolvido por força coerciva ou imposição. Portanto, tudo que posso fazer é apresentar as boas-novas com exatidão, viver uma vida de amor para com os incrédulos e rogar a Deus que os convença de seus pecados e lhes dê os dons de arrependimento e fé.</p>
<p>A verdadeira evangelização bíblica e cristã não envolve, por sua própria natureza, coerção, mas somente proclamação e amor. Devemos apresentar o evangelho gratuito a todos. Não podemos manipular ninguém para que o aceite. Os cristãos bíblicos sabem que não podem obrigar ninguém a receber a vida.</p>
</div>
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		<title>Uma Maneira Simples de Compartilhar o Evangelho</title>
		<link>http://www.blogfiel.com.br/2011/07/uma-maneira-simples-de-compartilhar-o-evangelho.html</link>
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		<pubDate>Mon, 18 Jul 2011 15:23:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editora Fiel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Teologia]]></category>
		<category><![CDATA[Vida Cristã]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>

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		<description><![CDATA[<object width="440" height="360"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/_lRUuZDmrRA?version=3&#38;hl=pt_BR&#38;rel=0"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/_lRUuZDmrRA?version=3&#38;hl=pt_BR&#38;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" width="440" height="360" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object>

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			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="440" height="360"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/_lRUuZDmrRA?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/_lRUuZDmrRA?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" width="440" height="360" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>A Obediência do Rei Josafá</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Jul 2011 12:30:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rick Denham</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vida Cristã]]></category>

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		<description><![CDATA[<div align="justify"><p><strong>Kevin DeYoung</strong></p>
<p><a href="http://www.blogfiel.com.br/2011/07/a-obediencia-do-rei-josafa.html"><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/07/a-obediencia-do-rei-josafa2.png" alt="A Obediência do Rei Josafá" title="A Obediência do Rei Josafá" width="357" height="237" class="aligncenter size-full wp-image-1913" /></a></p>
<p>2 Crônicas 17:1 - 21:3</p>
<p>E o povo de Judá se juntou para pedir socorro ao Senhor ... (20:04 a)</p>
<p>Você não tem que ser um gênio para seguir o Senhor. Basta pedir ao Senhor qual a vontade dEle e fazer o que ele diz. Essa é a história da vida de Josafá.</p>
<p>"O Senhor estava com Josafá, porque quando jovem ele andou nos caminhos que seu pai Davi tinha seguido" (17:3). Ele não consultou os baalins. Ele estabeleceu o reino. Ele enviou mestres. Ele buscou a Deus e Deus o abençoou.</p>
<p>Ele não descobriu alguma vacina ou inventou a internet. Sua obediência era muito simples. No entanto, a sua obediência agradou ao Senhor.</p>
<p>O seu segredo para o sucesso era simples. Ele perguntou ao Senhor o que fazer e depois o fez. Antes de ir à guerra com Ramote-Gileade, ele advertiu a Acabe, "Buscai primeiro o conselho do Senhor" (18:4). Antes de lutar contra Moabe e Amon, Josafá orou: "Não sabemos o que fazer, mas nossos olhos estão no Senhor" (20:12).</p>
<p>Esta é a vida gloriosa e simples de um cristão. Você ora, faz a coisa certa, pede ajuda e diz não às coisas más. Confia no Senhor em coisas difíceis, e depende dEle para tudo. Josafá não fez tudo certo, mas ele ainda era um grande homem comum de Deus.</p>
<p>Nós também podemos ser, se indagarmos do Senhor qual a sua vontade e fazer o que ele diz.</p></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="justify">
<p><strong>Kevin DeYoung</strong></p>
<p><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/07/a-obediencia-do-rei-josafa2.png" alt="A Obediência do Rei Josafá" title="A Obediência do Rei Josafá" width="357" height="237" class="aligncenter size-full wp-image-1913" /></p>
<p>2 Crônicas 17:1 &#8211; 21:3</p>
<p>E o povo de Judá se juntou para pedir socorro ao Senhor &#8230; (20:04 a)</p>
<p>Você não tem que ser um gênio para seguir o Senhor. Basta pedir ao Senhor qual a vontade dEle e fazer o que ele diz. Essa é a história da vida de Josafá.</p>
<p>&#8220;O Senhor estava com Josafá, porque quando jovem ele andou nos caminhos que seu pai Davi tinha seguido&#8221; (17:3). Ele não consultou os baalins. Ele estabeleceu o reino. Ele enviou mestres. Ele buscou a Deus e Deus o abençoou.</p>
<p>Ele não descobriu alguma vacina ou inventou a internet. Sua obediência era muito simples. No entanto, a sua obediência agradou ao Senhor.</p>
<p>O seu segredo para o sucesso era simples. Ele perguntou ao Senhor o que fazer e depois o fez. Antes de ir à guerra com Ramote-Gileade, ele advertiu a Acabe, &#8220;Buscai primeiro o conselho do Senhor&#8221; (18:4). Antes de lutar contra Moabe e Amon, Josafá orou: &#8220;Não sabemos o que fazer, mas nossos olhos estão no Senhor&#8221; (20:12).</p>
<p>Esta é a vida gloriosa e simples de um cristão. Você ora, faz a coisa certa, pede ajuda e diz não às coisas más. Confia no Senhor em coisas difíceis, e depende dEle para tudo. Josafá não fez tudo certo, mas ele ainda era um grande homem comum de Deus.</p>
<p>Nós também podemos ser, se indagarmos do Senhor qual a sua vontade e fazer o que ele diz.</p>
</div>
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		</item>
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		<title>A Luz e a Escuridão</title>
		<link>http://www.blogfiel.com.br/2011/06/a-luz-e-a-escuridao.html</link>
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		<pubDate>Thu, 30 Jun 2011 14:12:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Gardner</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vida Cristã]]></category>

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		<description><![CDATA[<div align="justify"><p><a href="http://blogfiel.com.br/2011/06/a-luz-e-a-escuridao.html"><img src="http://blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/06/A-Luz-e-a-Escuridão.jpeg" alt="A Luz e a Escuridão" title="A Luz e a Escuridão" width="279" height="230" class="alignleft size-full wp-image-1865" /></a> E os homens, que iam com ele, pararam espantados, ouvindo a voz, mas não vendo ninguém. (Atos 9.7)</p>
<p>No capítulo 9 de Atos, é descrito o momento da conversão de Saulo, aquele que respirava <em>ameaças e mortes contra os discípulos do Senhor</em>. Lemos que um resplendor de luz do céu o cercou, a voz de Deus o confrontou, e a sua vida de perseguição e blasfêmia o condenou. Quando Cristo o chamou pelo nome, Saulo – tremendo e atônito – não pôde fugir do seu Salvador e simplesmente respondeu com um coração quebrantando: &#8220;Senhor, que queres que eu faça?&#8221; Imagine a alegria dos cristãos em Damasco quando ouviram que &#8220;<em>aquele que já nos perseguiu anuncia agora a fé que antes destruía</em>.&#8221; (Gal 1.23) [...]</p> </div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="justify">
<p><img src="http://blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/06/A-Luz-e-a-Escuridão.jpeg" alt="A Luz e a Escuridão" title="A Luz e a Escuridão" width="279" height="230" class="alignleft size-full wp-image-1865" /> E os homens, que iam com ele, pararam espantados, ouvindo a voz, mas não vendo ninguém. (Atos 9.7)</p>
<p>No capítulo 9 de Atos, é descrito o momento da conversão de Saulo, aquele que respirava <em>ameaças e mortes contra os discípulos do Senhor</em>. Lemos que um resplendor de luz do céu o cercou, a voz de Deus o confrontou, e a sua vida de perseguição e blasfêmia o condenou. Quando Cristo o chamou pelo nome, Saulo – tremendo e atônito – não pôde fugir do seu Salvador e simplesmente respondeu com um coração quebrantando: &ldquo;Senhor, que queres que eu faça?&rdquo; Imagine a alegria dos cristãos em Damasco quando ouviram que &ldquo;<em>aquele que já nos perseguiu anuncia agora a fé que antes destruía</em>.&rdquo; (Gal 1.23) </p>
<p>Porém, no mesmo capítulo, é citado um triste relato: os homens que iam com Saulo e presenciaram sua conversão não viram por si mesmos a urgente necessidade de se arrepender e confiar em Cristo. Esses homens se espantaram e &ldquo;<em>se atemorizaram muito&rdquo; </em>(Atos 22.9) mas, aparentemente, foi apenas uma emoção passageira. Não houve aquela &ldquo;<em>tristeza segundo Deus</em> [que] <em>opera arrependimento para a salvação</em>&rdquo; (2 Coríntios 7.10). Ouviram ainda o <em>som</em> da voz, mas não entenderam as palavras que foram ditas a Saulo. Viram o resplendor da luz que cercou a Saulo, mas não puderam enxergar nem a glória de Cristo nem a depravação de seus corações.</p>
<p>Quantas pessoas hoje podem ser descritas com essas palavras: Ouvem a voz, mas não vêem ninguém! Verdadeiramente pode ser dito que vêem <em>ninguém</em> porque não enxergam nem o homem pelo qual veio a morte nem o Homem por quem vem a ressurreição dos mortos (1 Cor 15.21). Não enxergam em si mesmos o homem natural que anda desgarrado como ovelha, se desviando pelo seu caminho. Eles param e temem, mas não vêem ninguém pois não enxergam a Pessoa de Cristo. São como a multidão de pessoas que assistiram a crucificação de Cristo, dos quais é dito: &ldquo;<em>o povo estava olhando</em>&rdquo; (Lucas 23.35) mas quão poucos olhavam com os olhos da fé. Assistiram a morte de Cristo com a mesma cegueira dos homens que assistiram a dramática conversão de Saulo sem enxergar razão para buscar o arrependimento para si mesmos.</p>
<p>Diante deste cenário, percebemos uma certa ironia: o meio pelo qual Deus alcança homens cegos à luz é justamente através da <em>luz do evangelho da glória de Cristo </em>(2 Cor 4.4).  A palavra da cruz que <em>é loucura para os que perecem</em> é justamente o método divino para alcançar as almas perdidas. (1 Cor 1.18). Nos nossos dias – como nos dias de Saulo – a necessidade urgente da igreja não é de inventar métodos modernos para maravilhar e emocionar homens perdidos. O dever dos cristãos continua sendo de rogar a Deus que Ele cerque homens com sua luz, dando-lhes um coração que ecoa a humildade de Saulo: &ldquo;<em>Senhor, que queres que eu faça?&rdquo;</em></p>
</div>
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		<title>Casamento e Aliança: Uma Conversa Entre John Piper, D. A. Carson e Tim Keller</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Jun 2011 14:00:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editora Fiel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vida Cristã]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>

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		<description><![CDATA[<object width="440" height="360"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/6CiWvGVfnCA?version=3&#38;hl=pt_BR&#38;rel=0"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/6CiWvGVfnCA?version=3&#38;hl=pt_BR&#38;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" width="440" height="360" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object>]]></description>
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		<title>Carta a um Jovem Pastor Reformado: Cuidado com a Maledicência</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Jun 2011 13:53:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editora Fiel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vida Cristã]]></category>

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		<description><![CDATA[<div align="justify">
<p><strong>Alberto Costa</strong></p>
<p>(A carta abaixo é para um personagem fictício – embora baseada em fatos muito comuns entre pastores e seminaristas nos dias de hoje).</p>
<p>Caro Simão,</p>
<p><a href="http://blogfiel.com.br/2011/06/carta-a-um-jovem-pastor-reformado-cuidado-com-a-maledicencia.html"><img src="http://blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/06/letter.jpg" alt="Carta a um Jovem Pastor Reformado" title="Carta a um Jovem Pastor Reformado" width="288" height="216" class="alignleft size-full wp-image-1834" /></a>Recebi o email em que você critica aquele famoso pregador britânico. Lá você disse que ele compromete a fé da reforma, por causa de uma mensagem que ele pregou há vários anos, em que, num dado momento, ele expressa sua posição sobre a liturgia cristã e o uso da música no culto público. Notei também que você não aprecia muito o modo como ele se veste e que o fato dele haver chamado aquele outro pregador, de tendências contemporanistas, para pregar em sua igreja faz dele, definitivamente, alguém que rompeu com a fé da reforma. Você o chama de neo-calvinista e diz que falta-lhe a solidez bíblica de homens como Calvino, Lutero, Owen, Baxter, Edwards, Hodge, Kuyper, entre outros.  Diz que sua contribuição fica empalidecida por causa de algumas dessas posições suas e que, nossos pais no passado, contribuíram muito mais para o bem da ortodoxia cristã. [...]</p></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="justify">
<p><strong>Alberto Costa</strong></p>
<p>(A carta abaixo é para um personagem fictício – embora baseada em fatos muito comuns entre pastores e seminaristas nos dias de hoje).</p>
<p>Caro Simão,</p>
<p><img src="http://blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/06/letter.jpg" alt="Carta a um Jovem Pastor Reformado" title="Carta a um Jovem Pastor Reformado" width="288" height="216" class="alignleft size-full wp-image-1834" />Recebi o email em que você critica aquele famoso pregador britânico. Lá você disse que ele compromete a fé da reforma, por causa de uma mensagem que ele pregou há vários anos, em que, num dado momento, ele expressa sua posição sobre a liturgia cristã e o uso da música no culto público. Notei também que você não aprecia muito o modo como ele se veste e que o fato dele haver chamado aquele outro pregador, de tendências contemporanistas, para pregar em sua igreja faz dele, definitivamente, alguém que rompeu com a fé da reforma. Você o chama de neo-calvinista e diz que falta-lhe a solidez bíblica de homens como Calvino, Lutero, Owen, Baxter, Edwards, Hodge, Kuyper, entre outros.  Diz que sua contribuição fica empalidecida por causa de algumas dessas posições suas e que, nossos pais no passado, contribuíram muito mais para o bem da ortodoxia cristã.</p>
<p>Bem meu irmão, visto que você me escreveu sobre o assunto – e como você tem usado as redes sociais como facebook, twitter e o blog para expressar suas críticas, senti a necessidade de orar a respeito de seus textos e preparar-lhe esta resposta. Peço até desculpas se você se sentir ofendido por algo, pois, como diz minha mulher, estou ficando um tanto rabugento com a idade.</p>
<p>Minha preocupação com assuntos como esses sendo tratados em listas de discussão na internet, em blogs, facebook e outras redes sociais não é, muitas vezes, com o mérito a respeito da contribuição desse ou daquele, pelo contrário. Preocupa-me mais o fato de termos um problema ético.</p>
<p>Sabe, na academia, talvez possamos dar-nos o direito de acusar de erro esse ou aquele autor, à distância &#8211; nesse caso, é exigido que oponhamos argumentos a pontos específicos e os documentemos e publiquemos para dar oportunidade à tréplica. Dizer que um argumento não convence implica, por honestidade intelectual, apresentar um argumento de melhor qualidade.</p>
<p>É o mínimo que devemos no ambiente externo à academia. Dizer &quot;fulano está errado&quot; ou &quot;a contribuição desse ou daquele está sendo sobrevalorizada&quot;, sem oferecer uma discussão circunstanciada e embasada de pontos específicos, com o propósito de ensinar quem carece de ensino ou de corrigir quem carece de correção, não constitui um serviço prestado às igrejas, em geral, e aos discípulos, em particular, e fica muito próximo de &quot;partidarismo e maledicência&quot; (no ambiente acadêmico, os nomes seriam outros, com mais latim,  ex isso, ex aquilo). E temos (eu também e não poucas vezes, no passado) feito isso amiúde.</p>
<p>Estou chamando a atenção para esse ponto, meu irmão, por dois motivos:</p>
<ul type="disc">
<li>Protege-nos de nos deixarmos levar por tentações típicas não só (mas também e com muitas evidências) do movimento reformado: idealizar movimentos e autores do passado distante e desenvolver uma incapacidade notável de manter diálogo respeitoso com nossos contemporâneos e cooperação com aqueles mais próximos de nós. Motivo: é muito mais fácil ver os defeitos dos que estão mais próximos e achar que, em comparação, os antigos eram, na pior das hipóteses, um ideal buscável; duvido que fôssemos tão positivos assim em relação a Owen, ou Baxter, por exemplo, se fôssemos seus vizinhos de quarteirão ou se fôssemos pastores de alguma igreja na cidade vizinha à dele, na época dele;</li>
<li>Incentiva-nos a ser propositivos: em vez de ficarmos dizendo o que achamos uns dos outros deveríamos expor o nosso ponto, Bíblia aberta e exposta, de modo que pudéssemos ser julgados por tantos &quot;bereanos&quot; quantos haja em nosso meio, examinando as Escrituras para ver se não estamos &quot;pisando na bola&quot;.</li>
</ul>
<p>É algo bem comum lermos ou ouvirmos comentários que diminuem o valor desse ou daquele irmão  (e até o acusam de erro) sem ser comum, frequente ou, mesmo, sem acontecer de jeito nenhum, uma exposição do ponto, com começo, meio e fim, que possa ser útil a quem está aprendendo. Um comentário como o que você fez a respeito daquele famoso pregador &#8211; e todos nós já fizemos em algum momento a respeito de alguém &#8211; não expõe o erro com argumento escriturístico, não ensina a verdade com argumento escriturístico, não constrói coisa alguma, exceto uma predisposição negativa a respeito de alguém que está, a duras penas, como todos nós, tentando realizar o ministério em meio a todo tipo de contradição, limitação intelectual, tentação e ambiente de luta espiritual. Se acusar aquele irmão pudesse edificar uma única congregação de 30 cristãos, eu mesmo poderia fazê-lo – e de bom grado. Mas, não sendo útil a ninguém, tudo o que resta é um certo gosto de, como eu disse antes, partidarismo e maledicência, no que temos nos tornado mestres, um hábito, não raro, contraído na academia &#8211; no seminário onde estudei, tínhamos,em meu tempo, uma praça com esse apelido: praça da maledicência.</p>
<p>O fato é que temos, com nossos comentários e teclados afiados, desenvolvido mais &quot;impressões&quot; e &quot;predisposições&quot; a respeito de pessoas com as quais nunca trocamos palavra, sem, com isso, acrescentar uma vírgula ao conhecimento de Cristo que temos e que têm os nossos irmãos.</p>
<p>Paulo se refere à repreensão que proferiu a Pedro, como exemplo no contexto de uma exposição trabalhosa do Evangelho, com o objetivo de edificar os gálatas. Nós, sem fazermos exposição de coisa alguma, damo-nos o direito de dizer que achamos que Pedro mais atrapalha que ajuda. Não se trata, então, de uma discussão teológica, mas de uma atitude ética que devemos rever.</p>
<p>Então, meu irmão, nesse ponto minha preocupação vai muito além da pessoal e teológica &#8211; é comunitária e tem a ver com conduta ética. Qualquer um pode discutir cessacionismo, milenismos, landmarquismo, confessionalismo, liturgismos, etc..Mas, o nosso desafio é edificar igrejas missionárias, qualificar santos para a obra do ministério em qualquer área da vida e fazer isso rápido (e não em décadas), preparar presbíteros (que raramente os temos em condições de ouvir o discurso de Atos 20:18-35). Com graça, paciência e iluminação vamos resolvendo as questões mais periféricas de nossas diferenças teológicas. Neste ponto, temos de saber em que eu concordo e como posso cooperar com o meus irmãos na reforma que há por fazer, e isso é mais importante do que afirmar que o Fulano ou Sicrano não contribui o suficiente com o calvinismo porque ele advoga esse ou aquele ponto com o qual não posso concordar, seja qual for.</p>
<p>Estou sendo honesto, irmão, e afirmando minha disposição de achar pontos comuns em vez de ficar discutindo a miríade de assuntos polêmicos dos quais gostamos de nos ocupar. E fazer o ministério em vez de ficar na retranca, cuidando para não levar gol.</p>
<p>Para você Simão, um grande e saudoso abraço. Espero revê-lo em breve.</p>
<p>P.S.: É curioso que o texto que você citou como alvo de suas críticas tem mais de 25 anos.  Há 25 anos nem eu &#8211; e nem você e, quiçá, nem o pregador que você critica &#8211; cria em tudo que cremos agora; há 25 anos, eu achava, inclusive, que eu valia alguma coisa e sabia mais que meu pai. Uma esposa (bodas de pérola já completadas), três filhos e todos os pecados dos últimos 25 anos derrubaram a ilusão do machão aqui.</p>
</div>
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		<title>Lições das Selvas, de Mato e de Pedra</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jun 2011 13:53:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jáder Borges</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vida Cristã]]></category>

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		<description><![CDATA[<div align="justify"><p><a href="http://blogfiel.com.br/2011/06/licoes-das-selvas-de-mato-e-de-pedra.html"><img src="http://blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/06/licoes.jpg" alt="Lições das Selvas, de Mato e de Pedra" title="Lições das Selvas, de Mato e de Pedra" width="160" height="241" class="alignleft size-full wp-image-1761" /></a> Em geral as crianças daquela localização são  ‘<em>respondonas’</em> e&#160;seus pais  precisam falar 3, 4 ou 5 vezes com ameaças e gritos antes de os filhos  obedecerem. Nem sempre os gritos fazem efeito por muito tempo e nem sempre a  obediência dos filhos, depois dessa ‘guerra de nervos’, se mantêm. É uma luta e  os adultos e os mais idosos do lugar não sabem o que fazer.</p> <p>Filhos chegam a bater em seus pais; andam  soltos, fazendo o que querem; se não querem dormir, não dormem, e só fazem  mesmo o que têm vontade. E vontade de obedecer eles definitivamente não tem. As  crianças reinam, soberanas e logo cedo se metem em muitos vícios.</p> <p>Não. Não estou me referindo a nenhuma cidade  grande e nem tirei esta cena de uma casa, de um shopping, ou de um condomínio  de luxo em São José dos Campos. Estou me referindo a crianças indígenas; a  algumas crianças ianomâmis para ser mais exato, no mais distante interior da  selva amazônica. </p> <p>Uma região rude, formada por gente rude, com traços  acentuados de desrespeito. E os missionários que presenciaram estas cenas  pensaram: “a civilização chegou às aldeias indígenas!”Não.  Não foi a civilização. Foi falta de educação, falta de ensino, falta de regras  e de limites claros, falta de referencias, falta de adultos comprometidos com o  bem-estar social e até mesmo a falta de amor de pais para com os filhos, pois,  quem ama educa, põe limites e também corrige desde cedo.</p> <p>Aquelas crianças ianomâmis não respeitam seus pais.</p> <p>E  as nossas? E os nossos filhos? Quais lições poderíamos tirar das informações  acima? Muitas! Mas, por espaço, trabalharei com cinco delas: [...]</p> </div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="justify">
<p><img src="http://blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/06/licoes.jpg" alt="Lições das Selvas, de Mato e de Pedra" title="Lições das Selvas, de Mato e de Pedra" width="160" height="241" class="alignleft size-full wp-image-1761" /> Em geral as crianças daquela localização são  ‘<em>respondonas’</em> e&nbsp;seus pais  precisam falar 3, 4 ou 5 vezes com ameaças e gritos antes de os filhos  obedecerem. Nem sempre os gritos fazem efeito por muito tempo e nem sempre a  obediência dos filhos, depois dessa ‘guerra de nervos’, se mantêm. É uma luta e  os adultos e os mais idosos do lugar não sabem o que fazer.</p>
<p>Filhos chegam a bater em seus pais; andam  soltos, fazendo o que querem; se não querem dormir, não dormem, e só fazem  mesmo o que têm vontade. E vontade de obedecer eles definitivamente não tem. As  crianças reinam, soberanas e logo cedo se metem em muitos vícios.</p>
<p>Não. Não estou me referindo a nenhuma cidade  grande e nem tirei esta cena de uma casa, de um shopping, ou de um condomínio  de luxo em São José dos Campos. Estou me referindo a crianças indígenas; a  algumas crianças ianomâmis para ser mais exato, no mais distante interior da  selva amazônica. </p>
<p>Uma região rude, formada por gente rude, com traços  acentuados de desrespeito. E os missionários que presenciaram estas cenas  pensaram: “a civilização chegou às aldeias indígenas!”Não.  Não foi a civilização. Foi falta de educação, falta de ensino, falta de regras  e de limites claros, falta de referencias, falta de adultos comprometidos com o  bem-estar social e até mesmo a falta de amor de pais para com os filhos, pois,  quem ama educa, põe limites e também corrige desde cedo.</p>
<p>Aquelas  crianças ianomâmis não respeitam seus pais.</p>
<p>E  as nossas? E os nossos filhos? Quais lições poderíamos tirar das informações  acima? Muitas! Mas, por espaço, trabalharei com cinco delas:</p>
<p><strong>1. O ser humano é  pecador e mau desde o início </strong>–  A cascavel que sai do ovo não é menos cascavel que outra, adulta. Só necessita  de tempo. Pouco tempo para fazer o que a outra cascavel faz, e até com mais  intensidade. Os nossos filhos nasceram em pecado: O Salmo 51.5 afirma que elas  (nós!) nasceram em iniqüidade (veja, também, o Salmo 58.3). É o que nos diz a  Palavra de Deus. Não sendo orientados poderão promover situações  impressionantes. Não conhecendo a Graça de Deus poderão enveredar por terríveis  caminhos. Nossos filhos precisam de Deus e da Sua Palavra logo cedo. No ensino  e na prática da mesma, e isso urgentemente, a partir do lar. A Palavra de Deus  restaura a alma (Sl 19,7). Só a Palavra do Deus Altíssimo tem esta capacidade,  no poder do Espírito Santo.</p>
<p><strong>2. Não é uma questão de  Educação</strong> – Refiro-me  ao conceito de Educação como o privilégio que alguém tenha ao acesso de  informações, pois, vivemos na geração que mais recursos tem e que mais acessos  à Educação dispõe. Contamos com Universidades, melhores colégios e recursos  tecnológicos que os ianomâmis não têm, é verdade. Mas, tanto na selva como em  muitos centros urbanos (Rio, São Paulo, Londres, Paris) as crianças destes  locais também têm protagonizado as mesmas coisas: rebeldia e desrespeito. Não é  uma questão de Educação, mas de vidas transformadas pelo Poder de Deus (Rm  1.16). E o evangelho é também para as crianças que, alcançadas pela maravilhosa  Graça de Jesus, poderão e deverão aprender o caminho em que deverão andar (Pv  22.6). Não os caminhos de morte (PV 14.12), mas seguindo e amando Jesus Cristo,  o Caminho (Jo 14.6).</p>
<p><strong>3. Os pais precisam  criar os seus filhos</strong> – Deus deu filhos a um homem e a uma mulher como uma bênção, a bênção do “<em>crescer e multiplicar</em>”. Gerar filhos é  muito bom e eles são chamados também de “herança” na Bíblia (Sl 127.3). Mas,  cuidado: eu já vi muita gente herdar fortunas e em pouco tempo perder tudo,  transformando a herança em grande dívida. Tem muita gente neste mundo em dívida  com a sociedade. Seus filhos passaram a ser procurados da Justiça. </p>
<p>Já  vimos que Deus deu filhos aos homens, mas, você já parou para pensar por que  Deus deu pais aos filhos? Por que Deus permitiu que você fosse pai? Qual sua  importante função diante dos seus filhos? Criá-los na disciplina e na  admoestação do Senhor (Ef 6.1;4). Filhos devem obedecer aos pais e os pais  devem dar a atenção aos filhos em todos os aspectos, acompanhando-os bem e de  perto, em amor. Isso é criar. Fugir do padrão de Deus e assumir outros ‘<em>mais modernos’</em>, é fingir que cria. E  quem não cria certo, o erro logo domina. Deus deu pais aos filhos para que  estes, antes de tudo, reconheçam que seus pais lhes são autoridades dadas pelo  Criador sobre e para as suas vidas e os obedecem. Seus filhos lhes vêem assim?  Ou vocês andam precisando gritar muito com eles? Os pais ianomâmis reconheceram  que perderam. E vocês? O verbo CRIAR é mais sério e mais importante do que os  outros verbos que muitos pais têm colocado na frente, tais como, CONTRATAR uma  babá; PAGAR o melhor colégio; DAR tudo do bom e do melhor, MANDAR os filhos  para a Disney, não como passeio, mas como pagamento de um resgate, tipo  seqüestrador; como se o filho ou a filha tivesse dito (imposto): “<em>só te dou um pouco de descanso se eu for  para a Disney</em>!”</p>
<p><strong>4. Cuidado:  pais crentes podem ver os seus filhos crescerem descrentes</strong> – Peço que vocês  prestem atenção nestas palavras do pastor e meu amigo David Merk: “&#8230;<em>Paulo identificou desobediência aos pais  como uma das características dos últimos tempos (2 Tm 3:2). Parece que Satanás,  sabendo que seu tempo é limitado, está fazendo de tudo para minar o alicerce de  lares cristãos, especialmente no relacionamento pai-filho. Infelizmente,  desobediência de filhos aos pais também caracteriza muitas famílias da igreja. Precisamos  de um reavivamento verdadeiro. Conforme Efésios 5:18-6:4 isso começa no lar,  com pessoas cheias (controladas) pelo Espírito de Deus, que usa a Palavra de  Deus para nos transformar à imagem de Deus</em>”. E eu diria: filhos aprendem a  amar e a servir a Deus em casa. E a Igreja nos ajuda e a todos nos abastece,  ensinando a Palavra. O Departamento Infantil (DI) é uma bênção e deve sempre  procurar investir e melhorar nos seus serviços. Poderão os professores e as  professoras do DI levar o seu filho a um encontro real e salvador com Jesus  Cristo? Claro! Que ótimo! Mas nada que em casa não tenha sido já iniciado, ou  que não seja ali mantido.</p>
<p><strong>5.  Crianças podem aprender o certo logo cedo. E podem amar e servir a Jesus!</strong> – Não escrevo para  desanimar e nem para acusar ninguém, antes, escrevo para alertar. E quem tem  ouvidos para ouvir, ouça enquanto é tempo e enquanto há tempo! Pais, amem de  fato os seus filhos e quem ama educa, ensina, põe limites e acompanha. Eu nunca  vi ninguém reclamar quando adulto, do acompanhamento e da boa criação que  recebeu de seus pais quando criança. Pelo contrário: estes sempre lembram com  louvor e até enfatizam: “<em>isto eu aprendi  com os meus pais</em>!” Filhos que aprendem são filhos que se livram de muitas  ciladas de Satanás. Estarão mais atentos às más companhias e as perceberão  logo, com tempo hábil para o sadio afastamento; saberão dos efeitos  prejudiciais do álcool e das demais drogas e eles mesmos decidirão que “<em>ficar</em>” não é uma boa e nem honra a Deus  e nem à pessoa (seu próximo), saberão cuidar do próprio corpo e preencherão a  mente com a Palavra de Deus! Quantos benefícios! E olha que eu só citei alguns!  Então, por que não criar os filhos no temor do Senhor e começar já?! Pais,  vocês ainda podem recuperar o tempo perdido. É mais fácil, mais rápido, mais  eficiente e melhor do que tentar recuperar o filho perdido!</p>
<p><strong>O  Evangelho chegou às selvas!</strong></p>
<p>Há muito tempo li uma reportagem na Revista  Veja que mostrava o dia-a-dia de diversas aldeias indígenas nos interiores  desta imensa pátria brasileira. Narrava a reportagem tantas coisas tristes;  tantas expressões de desgraças de vida e de vidas desgraçadas pelos vícios,  brigas, condições de higiene inexistentes, famílias arrebentadas&#8230; até que os  repórteres chegaram em uma determinada aldeia e se impressionaram! Tudo ali  estava muito limpo, organizado e com condições de vida exemplares em todos os  aspectos e em plena selva! Mas aquilo só podia ser um milagre! E foi: o  evangelho de Deus chegou àquela gente. Não tirou a real cultura indígena deles:  viviam, caçavam, pescavam, conviviam como eram: índios, mas tudo o que antes  transtornava as suas vidas fora removido pelo Poder do evangelho. O repórter  chamou a atenção para a condição de vida das crianças na aldeia: saudáveis,  tranqüilas e felizes. O evangelho havia chegado às suas vidas, à sua aldeia e à  sua oca. Tinham paz e viviam em paz. Sim, o evangelho pode mudar qualquer oca,  qualquer casa, qualquer apartamento, em qualquer lugar, pois muda vidas! Ele,  chegando lá, pode fazer de qualquer local um lar onde habitam amor e justiça.  Daí, o “longe de vós toda gritaria” (Ef 4.31) . O evangelho dá condições para  se conversar, conviver, viver e crescer em paz.</p>
<p>Pensem nisso.</p>
</div>
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		<title>Um Chamado para Angústia &#8211; David Wilkerson</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Jun 2011 19:01:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Gardner</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vida Cristã]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>

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		<title>Ser Jovem Não é Desculpa!</title>
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		<pubDate>Thu, 05 May 2011 18:33:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Gardner</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vida Cristã]]></category>

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		<description><![CDATA[<div align="justify"><p>Em Jeremias 1.5-7, lemos o relato de Deus chamando Jeremias para ser um profeta, e exibir um testemunho santo e claro da verdade de Deus no meio do povo.</p>
<p>Diante  dessa enorme responsabilidade, Jeremias respondeu com uma desculpa: "Ah, Senhor DEUS! Eis que não sei falar; porque ainda sou um menino<em>"</em>. Jeremias afirma que não tem nem <em>capacidade</em> nem <em>idade</em> para cumprir o chamamento de Deus. E o Senhor prontamente o repreende, como vemos no versículo 7: "Não digas: Eu sou um menino; porque a todos a quem Eu te enviar, irás; e tudo quanto te mandar, falarás<em>".</em></p>
<p>O cenário descrito acima me parece familiar. Tenho 25 anos e reconheço que há uma certa preguiça entre nós, os jovens, para obedecer a Deus. como se nós pensássemos que servir a Deus é coisa de gente grande e então damos a desculpa que somos <em>apenas meninos</em>. Somos a geração do "Diga Não ao Compromisso". Relaxados espiritualmente e confortveis com o jeito do mundo, muitos jovens são como camaleões, se tornando parecidos com seu ambiente. Qual ambiente? A sociedade ao nosso redor, que não nos motiva a vivermos neste presente século de forma sóbria,  justa e piedosa (Tito 2.12). E as igrejas, por sua vez, tendem mais a mimar os jovens em lugar de exortá-los a serem para Cristo um povo seu especial, zeloso de boas obras (Tito 2.14).</p>
<p>Em Tito 2.6-8, o apóstolo Paulo chama os jovens a serem em tudo <em>exemplo de boas obras</em>, na doutrina sendo criteriosos, íntegros e reverentes, e com uma linguagem <em>saudável e irrepreensível</em>. Uma responsabilidade clara. O apóstolo não se preocupava em sobrecarregar os jovens, mas sim em exortá-los a "segundo é santo aquele que vos chamou, tornai-vos santos também vós mesmos em todo o vosso procedimento"(1 Pedro 1.15).</p>
<p>A história demonstra que Deus trabalha através de jovens dedicados e fiéis. Basta ler sobre as vidas de Jonathan Edwards, Adoniram Judson, David Brainerd, Jim Elliot, Henry Martin, Robert Murray McCheynne, Charles Spurgeon, entre tantos outros e veremos vidas jovens sendo dedicadas e gastas no serviço ao Senhor, como a de Jeremias. Nós, os jovens, precisamos de líderes e pastores que digam: "Cristo vos chama para exibir um testemunho santo e claro da verdade de Deus no meio do povo". Você tem capacidade e idade sim! Sede santos e viva sua fé.</p>
<p>Ser jovem não uma desculpa para deixar de servir a Deus; é um motivo a <em>mais para fazê-lo!</em></p>
<p>"Tu me tens ensinado, ó Deus, desde a minha mocidade; e até agora tenho anunciado as tuas maravilhas". (Salmos 71.17). </p>
 <p>------</p>
 <p><a href="https://twitter.com/#!/Daniel_Gardner" title="Daniel Gardner" target="_blank"><img src="http://blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/05/Daniel-Gardner.jpg" alt="Daniel Gardner" width="152" height="146" class="alignright size-full wp-image-1657" /></a> <em><a href="https://twitter.com/#!/Daniel_Gardner" title="Daniel Gardner" target="_blank">Daniel Gardner</a> é o gerente de redes sociais e da comunidade Fiel, da Editora Fiel e serve na Igreja Batista Ebenézer em São José dos Campos – SP, onde auxilia no ministério de  ensino e pregação.</em></p></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Em Jeremias 1.5-7, lemos o relato de Deus chamando Jeremias para ser um profeta, e exibir um testemunho santo e claro da verdade de Deus no meio do povo.</p>
<p>Diante  dessa enorme responsabilidade, Jeremias respondeu com uma desculpa: &#8220;Ah, Senhor DEUS! Eis que não sei falar; porque ainda sou um menino<em>&#8220;</em>. Jeremias afirma que não tem nem <em>capacidade</em> nem <em>idade</em> para cumprir o chamado de Deus. E o Senhor prontamente o repreende, como vemos no versículo 7: &#8220;Não digas: Eu sou um menino; porque a todos a quem Eu te enviar, irás; e tudo quanto te mandar, falarás<em>&#8220;.</em></p>
<p>O cenário descrito acima me parece familiar. Tenho 25 anos e reconheço que há uma certa preguiça entre nós, os jovens, para obedecer a Deus. como se nós pensássemos que servir a Deus é coisa de gente grande e então damos a desculpa que somos <em>apenas meninos</em>. Somos a geração do &#8220;Diga Não ao Compromisso&#8221;. Relaxados espiritualmente e confortáveis com o jeito do mundo, muitos jovens são como camaleões, se tornando parecidos com seu ambiente. Qual ambiente? A sociedade ao nosso redor, que não nos motiva a vivermos neste presente século de forma sóbria,  justa e piedosa (Tito 2.12). E as igrejas, por sua vez, tendem mais a mimar os jovens em lugar de exortá-los a serem para Cristo um povo seu especial, zeloso de boas obras (Tito 2.14).</p>
<p>Em Tito 2.6-8, o apóstolo Paulo chama os jovens a serem em tudo <em>exemplo de boas obras</em>, na doutrina sendo criteriosos, íntegros e reverentes, e com uma linguagem <em>saudável e irrepreensível</em>. Uma responsabilidade clara. O apóstolo não se preocupava em sobrecarregar os jovens, mas sim em exortá-los a &#8220;segundo é santo aquele que vos chamou, tornai-vos santos também vós mesmos em todo o vosso procedimento&#8221;(1 Pedro 1.15).</p>
<p>A história demonstra que Deus trabalha através de jovens dedicados e fiéis. Basta ler sobre as vidas de Jonathan Edwards, Adoniram Judson, David Brainerd, Jim Elliot, Henry Martin, Robert Murray McCheynne, Charles Spurgeon, entre tantos outros e veremos vidas jovens sendo dedicadas e gastas no serviço ao Senhor, como a de Jeremias. Nós, os jovens, precisamos de líderes e pastores que digam: &#8220;Cristo vos chama para exibir um testemunho santo e claro da verdade de Deus no meio do povo&#8221;. Você tem capacidade e idade sim! Sede santos e viva sua fé.</p>
<p>Ser jovem não uma desculpa para deixar de servir a Deus; é um motivo a <em>mais para fazê-lo!</em></p>
<p>&#8220;Tu me tens ensinado, ó Deus, desde a minha mocidade; e até agora tenho anunciado as tuas maravilhas&#8221;. (Salmos 71.17).</p>
<p>&#8212;&#8212;</p>
<p><a title="Daniel Gardner" href="https://twitter.com/#!/Daniel_Gardner" target="_blank"><img class="alignright size-full wp-image-1657" src="http://blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/05/Daniel-Gardner.jpg" alt="Daniel Gardner" width="152" height="146" /></a> <em><a title="Daniel Gardner" href="https://twitter.com/#!/Daniel_Gardner" target="_blank">Daniel Gardner</a> é o gerente de redes sociais e da comunidade Fiel, da Editora Fiel e serve na Igreja Batista Ebenézer em São José dos Campos – SP, onde auxilia no ministério de  ensino e pregação.</em></p>
</div>
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