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	<title>Blog Fiel &#187; Livros</title>
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	<description>Editora Fiel - Apoiando a Igreja de Deus</description>
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		<title>Lançamento: Cave Mais Fundo</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Jan 2012 14:34:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editora Fiel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>

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		<description><![CDATA[<div align="justify"><p><a href="http://www.blogfiel.com.br/2012/01/cave-mais-fundo.html"><img class="aligncenter size-full wp-image-2580" src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2012/01/cave-blog.jpg" alt="Sobre o que você edificará sua vida?" width="439" height="123" /></a></p>
<p><strong>Trecho do livro "<a title="Cave Mais Fundo" href="http://www.lojafiel.net/produto.aspx?ProCodigo=285" target="_blank">Cave Mais Fundo</a>" escrito por Joshua Harris:</strong></p>
<p><a href="http://www.blogfiel.com.br/2012/01/cave-mais-fundo.html"><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2012/01/CaveMaisFundo.png" alt="Cave Mais Fundo" title="Cave Mais Fundo" width="201" height="300" class="alignleft size-full wp-image-2596" style="border:0;" /></a> Jesus não foi um vítima apanhada nas armadilhas da injustiça romana. Ele era Deus mesmo, que entregou espontaneamente a sua vida. Deus, o Pai, não era um divindade cruel e abusiva que não teve compaixão de seu próprio filho. Em vez disso, no mistério da Divindade, o Pai e o Filho resolveram juntos redimir a humanidade por meio da substituição. O pecado humano exigia que um preço fosse pago. Mas Deus pagaria o preço, com sua própria vida.</p>
<p>O Filho se tornou pecado no sentido de que ele representou a humanidade e assumiu o lugar da humanidade pecadora. Deus, o Pai, ministrou a justiça. A ira e a punição justas que a traição e a rebelião humana merecia foram derramadas sobre o Deus, o Filho. Na cruz, Deus mesmo tanto deu como recebeu o golpe.</p>
<p>Jesus não foi apanhado numa armadilha. Ele estava no controle. E escolheu, por causa de amor, entregar sua vida por mim. Jesus disse: "Por isso, o Pai me ama, porque eu dou a minha vida para a reassumir. Ninguém a tira de mim; pelo contrário, eu espontaneamente a dou. Tenho autoridade para a entregar e também para reavê-la. Este mandato recebi de meu Pai" (Jo 10.17,18).</p>
<p>Jesus entregou sua vida. Ele amou a glória de seu Pai. O Pai amou seu Filho. E, juntos, motivados por amor a um mundo perdido, eles pagaram o maior preço para expiar o pecado.</p><p>Extraído do Capítulo 6, "Uma maneira de ser bom novamente".</p>
<p><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2012/01/JoshuaHarris.jpg" alt="Joshua Harris" title="Joshua Harris" width="144" height="171" class="alignright size-full wp-image-2597" /> O AUTOR: Joshua Harris é o pastor da Covenant Life Church, em Gaithersburg, que pertence à rede de igrejas Sovereign Grace. Um pregador dotado com uma paixão por tornar a verdade teológica fácil ao entendimento, Joshua é, talvez, mais famoso por seu best-seller Eu Disse Adeus ao Namoro (Atos), que ele escreveu aos vintes e um anos de idade. Seus últimos livros incluem Garoto encontra garota (Atos), Sexo não é problema, lascívia sim (Cultura Cristã) e Stop Dating the Church. Sendo ele o fundador das conferências Next para adultos jovens, está comprometido com uma nova geração de cristãos. Ele e sua esposa, Shannon, têm três filhos.</p>

<p>Preço promocional até domingo (dia 22): <a href="http://bit.ly/wDLOIM" target="_blank">http://bit.ly/wDLOIM</a><br />
Divulgue no Twitter: <a href="http://bit.ly/A51uPP" target="_blank">http://bit.ly/A51uPP</a><br />
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<p>Leia um trecho do livro:</p>
<object classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" style="width:440px;height:331px" id="39b9097d-d68d-2c2b-d974-0721cfc26f46" ><param name="movie" value="http://static.issuu.com/webembed/viewers/style1/v2/IssuuReader.swf?mode=mini&#38;shareMenuEnabled=false&#38;printButtonEnabled=false&#38;shareButtonEnabled=false&#38;searchButtonEnabled=false&#38;backgroundColor=%23222222&#38;documentId=120117125300-56cd49121cbf4de08a43332a63743978" /><param name="allowfullscreen" value="true"/><param name="menu" value="false"/><param name="wmode" value="transparent"/><embed src="http://static.issuu.com/webembed/viewers/style1/v2/IssuuReader.swf" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" menu="false" wmode="transparent" style="width:440px;height:331px" flashvars="mode=mini&#38;shareMenuEnabled=false&#38;printButtonEnabled=false&#38;shareButtonEnabled=false&#38;searchButtonEnabled=false&#38;backgroundColor=%23222222&#38;documentId=120117125300-56cd49121cbf4de08a43332a63743978" /></object></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="justify">
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2580" src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2012/01/cave-blog.jpg" alt="Sobre o que você edificará sua vida?" width="439" height="123" /></p>
<p><strong>Trecho do livro &#8220;<a title="Cave Mais Fundo" href="http://www.lojafiel.net/produto.aspx?ProCodigo=285" target="_blank">Cave Mais Fundo</a>&#8221; escrito por Joshua Harris:</strong></p>
<p><a title="Cave Mais Fundo" href="http://www.lojafiel.net/produto.aspx?ProCodigo=285" target="_blank"><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2012/01/CaveMaisFundo.png" alt="Cave Mais Fundo" title="Cave Mais Fundo" width="201" height="300" class="alignleft size-full wp-image-2596" style="border:0;" /></a> Jesus não foi um vítima apanhada nas armadilhas da injustiça romana. Ele era Deus mesmo, que entregou espontaneamente a sua vida. Deus, o Pai, não era um divindade cruel e abusiva que não teve compaixão de seu próprio filho. Em vez disso, no mistério da Divindade, o Pai e o Filho resolveram juntos redimir a humanidade por meio da substituição. O pecado humano exigia que um preço fosse pago. Mas Deus pagaria o preço, com sua própria vida.</p>
<p>O Filho se tornou pecado no sentido de que ele representou a humanidade e assumiu o lugar da humanidade pecadora. Deus, o Pai, ministrou a justiça. A ira e a punição justas que a traição e a rebelião humana merecia foram derramadas sobre o Deus, o Filho. Na cruz, Deus mesmo tanto deu como recebeu o golpe.</p>
<p>Jesus não foi apanhado numa armadilha. Ele estava no controle. E escolheu, por causa de amor, entregar sua vida por mim. Jesus disse: &#8220;Por isso, o Pai me ama, porque eu dou a minha vida para a reassumir. Ninguém a tira de mim; pelo contrário, eu espontaneamente a dou. Tenho autoridade para a entregar e também para reavê-la. Este mandato recebi de meu Pai&#8221; (Jo 10.17,18).</p>
<p>Jesus entregou sua vida. Ele amou a glória de seu Pai. O Pai amou seu Filho. E, juntos, motivados por amor a um mundo perdido, eles pagaram o maior preço para expiar o pecado.</p>
<p>Extraído do Capítulo 6, &#8220;Uma maneira de ser bom novamente&#8221;.</p>
<p><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2012/01/JoshuaHarris.jpg" alt="Joshua Harris" title="Joshua Harris" width="144" height="171" class="alignright size-full wp-image-2597" /> O AUTOR: Joshua Harris é o pastor da Covenant Life Church, em Gaithersburg, que pertence à rede de igrejas Sovereign Grace. Um pregador dotado com uma paixão por tornar a verdade teológica fácil ao entendimento, Joshua é, talvez, mais famoso por seu best-seller Eu Disse Adeus ao Namoro (Atos), que ele escreveu aos vintes e um anos de idade. Seus últimos livros incluem Garoto encontra garota (Atos), Sexo não é problema, lascívia sim (Cultura Cristã) e Stop Dating the Church. Sendo ele o fundador das conferências Next para adultos jovens, está comprometido com uma nova geração de cristãos. Ele e sua esposa, Shannon, têm três filhos.</p>
<p>Preço promocional até domingo (dia 22): <a href="http://bit.ly/wDLOIM" target="_blank">http://bit.ly/wDLOIM</a><br />
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<p>Leia um trecho do livro:</p>
<p><object classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" style="width:440px;height:331px" id="39b9097d-d68d-2c2b-d974-0721cfc26f46" ><param name="movie" value="http://static.issuu.com/webembed/viewers/style1/v2/IssuuReader.swf?mode=mini&amp;shareMenuEnabled=false&amp;printButtonEnabled=false&amp;shareButtonEnabled=false&amp;searchButtonEnabled=false&amp;backgroundColor=%23222222&amp;documentId=120117125300-56cd49121cbf4de08a43332a63743978" /><param name="allowfullscreen" value="true"/><param name="menu" value="false"/><param name="wmode" value="transparent"/><embed src="http://static.issuu.com/webembed/viewers/style1/v2/IssuuReader.swf" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" menu="false" wmode="transparent" style="width:440px;height:331px" flashvars="mode=mini&amp;shareMenuEnabled=false&amp;printButtonEnabled=false&amp;shareButtonEnabled=false&amp;searchButtonEnabled=false&amp;backgroundColor=%23222222&amp;documentId=120117125300-56cd49121cbf4de08a43332a63743978" /></object></div>
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		<title>Pergunta: Por que em Gênesis 1.1 a Palavra &#8220;Céu&#8221; Está no Plural?</title>
		<link>http://www.blogfiel.com.br/2011/12/pergunta-por-que-em-genesis-1-1-a-palavra-ceu-esta-no-plural.html</link>
		<comments>http://www.blogfiel.com.br/2011/12/pergunta-por-que-em-genesis-1-1-a-palavra-ceu-esta-no-plural.html#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 27 Dec 2011 12:10:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editora Fiel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bíblia]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Você Pergunta]]></category>

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		<description><![CDATA[<blockquote><p><strong>Pergunta:</strong> "Em Gênesis 1.1 - "No princípio criou Deus os céus e a terra." a palavra "céu" está no plural, enquanto "terra" está no singular. Venho buscando entender esse plural. Podem me ajudar?" - Valdemar Donizeti Bassetto, São Paulo - SP</p></blockquote>
<p>O professor Adauto Lourenço, responde a esta pergunta.</p>
<hr width="40%" size="1" align="center" />
<p><strong>Resposta:</strong></p>
<div align="justify"><p>Gênesis 1:1 é um resumo de toda a criação de Deus, descrita nos capítulos 1 e 2 de Gênesis.<br />A palavra céu ocorre no plural por serem vários, mais especificamente três, na terminologia bíblica.<br />O primeiro céu é o que chamamos de atmosfera da Terra (onde ficam as nuvens e voam aves e aviões).<br />O segundo céu é o espaço sideral (onde ficam os corpos celestes - planetas, luas, estrelas, galáxias - e onde viajam as naves espaciais).<br />O terceiro céu é mencionado apenas pelo apóstolo Paulo em II Coríntios 12.</p><p>Veja porque o primeiro e o segundo céus foram criados no segundo dia:</p><p>Verso 8: "E chamou Deus o firmamento Céus." (Segundo dia).<br />Verso 14: "Haja luzeiros no firmamento dos céus." (Quarto dia. Note que os céus já existiam).<br />Verso 20: "Voem as aves sobre a terra, sob o firmamento dos céus."  (Quinto dia. Note que os céus já existiam).</p><p>Este assunto é tratado no livro "<a href="http://www.lojafiel.net/produto.aspx?ProCodigo=283" title="Gênesis 1&#038;2: A Mão de Deus na Criação" target="_blank">Gênesis 1&#038;2: A Mão de Deus na Criação</a>", capítulo 9, "Os Três Primeiros Dias de Criação".</p>
<p><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Adauto_Lourenço.jpg" alt="Adauto Lourenço" title="Adauto Lourenço" width="93" height="112" class="alignleft size-full wp-image-2474" /> Adauto Lourenço é formado em Física pela Bob Jones University; possui mestrado em Física, obtido na Clemson University, EUA. Realizou pesquisas no Max Planck Institut für Strömungsfurchung, em Göttingen, Alemanha e no Oak Ridge National Laboratory, EUA. É professor, pesquisador, escritor, e tem realizado seu ministério na área de apologética (fé e ciência; criacionismo; etc.) através de palestras em igrejas e seminários de todo o Brasil e outros países. Adauto é casado com Sueli, e o casal tem três filhas: Quezia, Joyce e Sarah.</p></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><strong>Pergunta:</strong> &#8220;Em Gênesis 1.1 &#8211; &#8220;No princípio criou Deus os céus e a terra.&#8221; a palavra &#8220;céu&#8221; está no plural, enquanto &#8220;terra&#8221; está no singular. Venho buscando entender esse plural. Podem me ajudar?&#8221; &#8211; Valdemar Donizeti Bassetto, São Paulo &#8211; SP</p>
</blockquote>
<p>O professor Adauto Lourenço, responde a esta pergunta.</p>
<hr width="40%" size="1" align="center" />
<p><strong>Resposta:</strong></p>
<div align="justify">
<p>Gênesis 1:1 é um resumo de toda a criação de Deus, descrita nos capítulos 1 e 2 de Gênesis.<br />A palavra céu ocorre no plural por serem vários, mais especificamente três, na terminologia bíblica.<br />O primeiro céu é o que chamamos de atmosfera da Terra (onde ficam as nuvens e voam aves e aviões).<br />O segundo céu é o espaço sideral (onde ficam os corpos celestes &#8211; planetas, luas, estrelas, galáxias &#8211; e onde viajam as naves espaciais).<br />O terceiro céu é mencionado apenas pelo apóstolo Paulo em II Coríntios 12.</p>
<p>Veja porque o primeiro e o segundo céus foram criados no segundo dia:</p>
<p>Verso 8: &#8220;E chamou Deus o firmamento Céus.&#8221; (Segundo dia).<br />Verso 14: &#8220;Haja luzeiros no firmamento dos céus.&#8221; (Quarto dia. Note que os céus já existiam).<br />Verso 20: &#8220;Voem as aves sobre a terra, sob o firmamento dos céus.&#8221;  (Quinto dia. Note que os céus já existiam).</p>
<p>Este assunto é tratado no livro &#8220;<a href="http://www.lojafiel.net/produto.aspx?ProCodigo=283" title="Gênesis 1&#038;2: A Mão de Deus na Criação" target="_blank">Gênesis 1&#038;2: A Mão de Deus na Criação</a>&#8220;, capítulo 9, &#8220;Os Três Primeiros Dias de Criação&#8221;.</p>
<p><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Adauto_Lourenço.jpg" alt="Adauto Lourenço" title="Adauto Lourenço" width="93" height="112" class="alignleft size-full wp-image-2474" /> Adauto Lourenço é formado em Física pela Bob Jones University; possui mestrado em Física, obtido na Clemson University, EUA. Realizou pesquisas no Max Planck Institut für Strömungsfurchung, em Göttingen, Alemanha e no Oak Ridge National Laboratory, EUA. É professor, pesquisador, escritor, e tem realizado seu ministério na área de apologética (fé e ciência; criacionismo; etc.) através de palestras em igrejas e seminários de todo o Brasil e outros países. Adauto é casado com Sueli, e o casal tem três filhas: Quezia, Joyce e Sarah.</p>
</div>
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		<title>Enriquecendo-se com a Bíblia</title>
		<link>http://www.blogfiel.com.br/2011/12/enriquecendo-se-com-a-biblia.html</link>
		<comments>http://www.blogfiel.com.br/2011/12/enriquecendo-se-com-a-biblia.html#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 17 Dec 2011 12:00:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bíblia]]></category>
		<category><![CDATA[Igreja]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Teologia]]></category>
		<category><![CDATA[Tiago Santos]]></category>
		<category><![CDATA[Vida Cristã]]></category>

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		<description><![CDATA[<div align="justify"><p><strong>Toda a Escritura é Inspirada por Deus...</strong></p>
<p><a href="http://www.blogfiel.com.br/2011/12/enriquecendo-se-com-a-biblia.html"><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/11/Enriquecendo-se-com-a-Bíblia.jpg" alt="Enriquecendo-se com a Bíblia" title="Enriquecendo-se com a Bíblia" width="160" height="213" class="alignleft size-full wp-image-2320" /></a> No Brasil, houve um tempo em que o cristão era conhecido como &#8220;Bíblia&#8221; ou &#8220;aquela gente do livro de capa preta&#8221;.</p> <p>Embora esse apelido fosse empregado de forma depreciativa pelos de fora da igreja, assim como quando o próprio termo &#8220;cristão&#8221; foi cunhado pela primeira vez, em Antioquia, ou &#8220;Puritanos&#8221;, na Inglaterra do século XVI, permanece o fato de que o apelido evidenciava a ênfase, os valores, as crenças daquele povo. De alguma maneira, o motivo da chacota era também o que tornava os cristãos distintos no mundo em que viviam. É uma pena que, em nossos dias, tal distinção já não seja tão evidente.</p> <p>Mas, enfim, se há algo que pode ser dito sobre o verdadeiro cristão é de que este ama a Bíblia, o livro dos livros. A Bíblia tem o peso da autoridade da Palavra divina. Este é o argumento do apóstolo Paulo a Timóteo, quando disse que &#8220;Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda a boa obra.&#8221; (2 Tim 3.16,17)</p><p>Paulo, numa única sentença, afirma de forma clara e inquestionável a autoridade absoluta das Escrituras. E, uma vez esclarecido que Deus é o autor da Bíblia, o apóstolo passar a listar como podemos nos beneficiar dela. Por outro lado, podemos dizer que as Escrituras não serão nada proveitosas ou de muito pouca utilidade em nossas vidas, se antes não a reconhecermos como a Palavra de Deus. João Calvino desenvolveu bem esse raciocínio, ao comentar esse trecho das Escrituras: [...]</p></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="justify">
<p><strong>Toda a Escritura é Inspirada por Deus&#8230;</strong></p>
<p><a href="http://www.lojafiel.net/produto.aspx?ProCodigo=284" target="_blank"><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/11/Enriquecendo-se-com-a-Bíblia.jpg" alt="Enriquecendo-se com a Bíblia" title="Enriquecendo-se com a Bíblia" width="160" height="213" class="alignleft size-full wp-image-2320" /></a> No Brasil, houve um tempo em que o cristão era conhecido como &ldquo;Bíblia&rdquo; ou &ldquo;aquela gente do livro de capa preta&rdquo;.</p>
<p>Embora esse apelido fosse empregado de forma depreciativa pelos de fora da igreja, assim como quando o próprio termo &ldquo;cristão&rdquo; foi cunhado pela primeira vez, em Antioquia, ou &ldquo;Puritanos&rdquo;, na Inglaterra do século XVI, permanece o fato de que o apelido evidenciava a ênfase, os valores, as crenças daquele povo. De alguma maneira, o motivo da chacota era também o que tornava os cristãos distintos no mundo em que viviam. É uma pena que, em nossos dias, tal distinção já não seja tão evidente.</p>
<p>Mas, enfim, se há algo que pode ser dito sobre o verdadeiro cristão é de que este ama a Bíblia, o livro dos livros. A Bíblia tem o peso da autoridade da Palavra divina. Este é o argumento do apóstolo Paulo a Timóteo, quando disse que &ldquo;Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda a boa obra.&rdquo; (2 Tim 3.16,17)</p>
<p>Paulo, numa única sentença, afirma de forma clara e inquestionável a autoridade absoluta das Escrituras. E, uma vez esclarecido que Deus é o autor da Bíblia, o apóstolo passar a listar como podemos nos beneficiar dela. Por outro lado, podemos dizer que as Escrituras não serão nada proveitosas ou de muito pouca utilidade em nossas vidas, se antes não a reconhecermos como a Palavra de Deus. João Calvino desenvolveu bem esse raciocínio, ao comentar esse trecho das Escrituras: </p>
<p>Para asseverar a autoridade da Palavra, Paulo ensina que ela [Palavra] é inspirada por Deus. Porque, se esse é o caso, então não há qualquer dúvida que os homens devem recebê-la com reverência. Eis aqui o princípio que distingue nossa religião de todas as demais, ou seja: sabemos que Deus nos falou e estamos plenamente convencidos de que os profetas não falaram de si próprios, mas que, como órgãos do Espírito Santo, pronunciaram somente aquilo para o qual foram do céu comissionados a declarar. Todos quantos desejam beneficiar-se das Escrituras devem antes aceitar isto como um princípio estabelecido, a saber: que a lei e os profetas não são ensinos passados adiante ao bel-prazer dos homens ou produzidos pelas mentes humanas como sua fonte, senão que foram ditados pelo Espírito Santo <sup><a href="#_ftn1" name="_ftnref1" title="" id="_ftnref1">1</a></sup>. </p>
<p>Deus quis se revelar a ao homem. E ele só pode ser achado através da revelação que fez de si mesmo, nas Escrituras. O apóstolo Paulo, em sua epístola aos Romanos, demonstra que a criação atesta os atributos invisíveis de Deus, seu eterno poder e divindade, porém, somente por meio da Palavra é que Deus, o autor da criação, pode ser realmente conhecido.</p>
<p>As Escrituras são pródigas em afirmar sua própria autoridade, poder e fonte divinas. O autor aos Hebreus chama a Palavra de &ldquo;viva, e eficaz, e mais cortante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até ao ponto de dividir alma e espírito, juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e propósitos do coração&rdquo;. (Hb. 4.12)</p>
<p>O Salmo 119 é uma celebração da Lei do Senhor. Davi utiliza as mais belas técnicas da poesia hebraica para exaltar a Palavra, a Lei do Senhor <sup><a href="#_ftn2" name="_ftnref2" title="" id="_ftnref2">2</a></sup>. Neste salmo, Davi enaltece recorrentemente a Lei, santificando-a e afirmando sua capacidade transformar, vivificar, animar, sustentar, guiar, nutrir, fortalecer, iluminar, encorajar, ensinar, advertir, exortar, corrigir.</p>
<p>O ponto é que Deus resolveu que tudo quanto devemos saber acerca de seu ser, seus atributos, seu caráter, sua grandeza, majestade, poder e glória; e tudo quanto deveríamos saber sobre a criação, sobre nós, os homens, nosso relacionamento original com ele, nossa queda em Adão, a realidade do pecado – e a ruptura humanamente irreparável que se estabeleceu entre ele e os homens; a salvação que ele prometeu desde o Gênesis por meio do Redentor, a sua aliança com o povo que ele escolheu para si, a vinda do cordeiro santo, o verbo eterno de Deus, que se fez homem, viveu entre nós, padeceu, morreu e ressuscitou, e ascendeu aos céus, está assentado à direita de Deus Pai e voltará para julgar os vivos e os mortos; o evangelho, o nascimento da igreja, a disseminação da fé apostólica, enfim, todas essas coisas que importam para a salvação do homem, sua nutrição, crescimento espiritual, cultivo da santidade, comunhão, ensino e edificação, Deus transmitiu por meio do livro dos livros, a Bíblia Sagrada!</p>
<p>Ele usou homens e mulheres, camponeses, fazendeiros, pastores de ovelha, guerreiros, profetas, reis, príncipes, sacerdotes, prisioneiros, pescadores, cobradores de impostos, médico, e tantos outros, para, inspirados por seu santíssimo Espírito, produzir uma única Palavra, inerrante, infalível, perfeita, viva e salvadora.</p>
<p>E ele o fez sem desconsiderar o contexto cultural, político, histórico e social do momento em que cada livro foi escrito. Ele utilizou-se até mesmo das características, formação, estilo dos homens que chamou para compor o seu santo livro. Ele compôs os 66 livros da Bíblia num período de aproximadamente 1.500 anos, em lugares diversos, em pelo menos três idiomas diferentes (hebraico, aramaico e grego) e ainda valeu-se dos mais diversos estilos literários para tanto: textos discursivos; narrativos; sapienciais e seus subgêneros (como o provérbio, a parábola, o paralelismo); poesia; cronologias; epístolas, história, onomástica, etc.</p>
<p>A Bíblia, todavia, tem enfrentado os mais brutais ataques ao longo dos séculos. Não são poucos os registros históricos que dão conta da ferocidade com que a Bíblia e seus portadores foram atacados, caluniados, vilipendiados, perseguidos, silenciados, aviltados, infamados e assassinados. Pior, contudo, que o ataque frontal e aberto que a Bíblia sofreu e sofre, foram as tentativas de desacreditá-la, diminuir sua relevância,  esvaziá-la de seu poder. O desprezo pela Bíblia se tornou mais e mais forte com o advento do secularismo e, mais recentemente, pela negação de valores absolutos e a rejeição de uma verdade objetiva, universal e referencial que caracterizam o pós-modernismo, o qual Albert Mohler chama de &ldquo;estado de espírito de nosso tempo&rdquo;.</p>
<p>Pior e mais letal ainda do que essa saraivada de chumbo pesado contra a Bíblia é o deconstrucionismo que a Bíblia sofreu dentro da própria comunidade cristã, mormente entre liberais e neo-ortodoxos e, mais recentemente, nos movimentos híper-pentecostais que suprimiram a autoridade e suficiência das Escrituras, substituindo-as ou equiparando-as a experiências místicas, novas revelações e autoridades que exageram o <em>argumentum magister dixit. </em></p>
<p>Mas a Bíblia tem permanecido contra todos esses vis ataques. John Blanchard, em seu livreto sobre a Bíblia, revela dados interessantes sobre a preservação das Escrituras, sua unidade, harmonia,  atualidade e alcance de sua mensagem. Ele chama a atenção para o fato de a Bíblia ser o livro mais lido, distribuído e difundido de todos os tempos <sup><a href="#_ftn3" name="_ftnref3" title="" id="_ftnref3">3</a></sup>. As traduções também impressionam. Blahchard diz: &ldquo;Há 200 anos, a Bíblia, ou parte dela, estava disponível em apenas 68 idiomas; ao fim de 2002 este número havia subido para 2.203 <sup><a href="#_ftn4" name="_ftnref4" title="" id="_ftnref4">4</a></sup>&rdquo;.</p>
<p>Sendo revelação de Deus, ele mesmo se envolveu no projeto de proteção e preservação de sua Palavra. Deus estabeleceu que sua mensagem chegaria aos confins da Terra. Uma mensagem que ele considera imprescindível, necessária e vital. Por isso, devemos nos aproximar da Bíblia com reverência, temor, cuidado, atenção, dedicação, submissão, humildade e solicitude.</p>
<p>Temos de amar a Bíblia. Assim fizeram os servos fieis do Senhor ao longo da história. Assim fizeram os pais da igreja e também os monges fiéis da idade média, que preservaram intacto e copiaram à exaustão e com rigorosa precisão o texto sagrado. Assim também fizeram os reformadores, que redescobriram a Bíblia e fizeram raiar a luz da aurora no horizonte tenebroso que assolava a Igreja, quando bradaram com vigor e convicção: <em>Sola Scriptura</em>! Assim fizeram os puritanos. Talvez não tenha havido um período na historia da Igreja em que a Bíblia fosse tão lida, tão consumida, tão valorizada, tão estudada, tão reverenciada, tão venerada como no período dos puritanos. Eles amaram a Bíblia e ensinaram o camponês, o comerciante, o artesão, o mineiro, enfim, o povo a amar e valorizar as Escrituras.</p>
<p>Desejo muito ver um despertamento para a Bíblia entre o povo de Deus em todo lugar e, especialmente, no Brasil. Todo verdadeiro avivamento foi precedido pela redescoberta da Bíblia e de sua autoridade, relevância e poder.  É preciso que o cristão seja conhecido por seu amor e respeito à Bíblia. É preciso que o povo de Deus volte a ser conhecido pelos de fora como o povo do livro. Como &ldquo;Bíblias&rdquo;!</p>
<p>O relançamento deste importante estudo de A. W. Pink é um convite ao leitor para apreciar, compreender e aplicar a mensagem da Bíblia em sua vida. Este livro foi originalmente publicado na forma de artigos para o Jornal &ldquo;<em>Studies in Scriptures</em>&rdquo;, entre os anos de 1930 a 1932 <sup><a href="#_ftn5" name="_ftnref5" title="" id="_ftnref5">5</a></sup>. De modo muito didático, Pink organizou os 10 capítulos em 7 pontos, precedidos por uma introdução ao capítulo. Cada capítulo trabalha um importante tema da fé cristã, onde o autor, com farta evidência bíblia, leva o leitor de volta à Palavra, para de lá extrair sua instrução, exortação e correção nos caminhos de Deus.</p>
<p>Pink faz desses seus estudos um pequeno manual, que visa ajudar o leitor a obter o maior proveito possível com a leitura das Escrituras. Mas essa ajuda é oferecida com uma palavra de alerta: Só o Espírito pode convencer da verdade, da justiça e do juízo. Só o Espírito pode aplicar as verdades da Escritura e torná-las mais desejáveis do que ouro e o destilar dos favos. Então o leitor sincero deverá pedir a Deus que mande seu Espírito soprar em seu coração e despertá-lo para provar e ver a bondade do Senhor, na Palavra.</p>
<p>Que Deus abençoe aplique sua Palavra ao coração de cada leitor. </p>
<p align="right">Tiago J. Santos Filho<br />
 Editor-Chefe </p>
</p></div>
<div id="ftn1">
  <a href="#_ftnref1" name="_ftn1" title="" id="_ftn1">1</a> &#8211; João Calvino. As Pastorais (São José dos Campos, SP: Editora Fiel, 2009) pp 262 a 263. </div>
<div id="ftn2">
<p><a href="#_ftnref2" name="_ftn2" title="" id="_ftn2">2</a> &#8211; O Salmo 119 é construído na forma de acróstico; neste tipo de composição, as linhas ou estrofes iniciam, cada uma, com letras em ordem alfabética. Essa técnica, a exemplo do paralelismo, auxilia na memorização do ensino.</p>
</div>
<div id="ftn3">
<p><a href="#_ftnref3" name="_ftn3" title="" id="_ftn3">3</a> &#8211; Somente de 1997 a 2002 quase 3 bilhões de Bíblias foram impressas e distribuídas pelas Sociedades Bíblicas Unidas. Em John Blanchard. Por que Acreditar na Bíblia (São José dos Campos, SP: Editora Fiel, 2006) p. 5</p>
</div>
<div id="ftn4">
<p><a href="#_ftnref4" name="_ftn4" title="" id="_ftn4">4</a> &#8211; John Blanchard. Por que Acreditar na Bíblia (São José dos Campos, SP: Editora Fiel, 2006) p. 5.</p>
</div>
<div id="ftn5">
<p><a href="#_ftnref5" name="_ftn5" title="" id="_ftn5">5</a> &#8211; Texto online de Chapel Library, acessado na internet no site: <a href="http://www.chapellibrary.org/files/archive/pdf-english/pftw.pdf" target="_blank" title="Texto online de Chapel Library">http://www.chapellibrary.org/files/archive/pdf-english/pftw.pdf</a></p>
</div>
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		<title>A Vida Cristã Não é Feita de Eventos</title>
		<link>http://www.blogfiel.com.br/2011/12/a-vida-crista-nao-e-feita-de-eventos.html</link>
		<comments>http://www.blogfiel.com.br/2011/12/a-vida-crista-nao-e-feita-de-eventos.html#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 13 Dec 2011 15:50:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Vida Cristã]]></category>

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		<description><![CDATA[<div align="justify"><p>O título é meu. Mas creio que traduz bem o texto que segue abaixo, trecho do livro "<a title="Cave Mais Fundo" href="http://www.lojafiel.net/produto.aspx?ProCodigo=285" target="_blank">Cave Mais Fundo</a>", de Joshua Harris. Uma boa palavra sobre a velha e mui necessária rotina da vida em igreja. – Tiago Santos</p>
<p><strong>Joshua Harris</strong></p>
<p>Olhando para trás, compreendo que meu estágio [na igreja local] não foi apenas um treinamento para o ministério. Foi um treinamento no entendimento do que é a vida da igreja. Em muitas maneiras, foi uma experiência árdua. Aprendi que a vida em uma igreja local não era, de modo algum, como uma conferência.</p>
<p>Nas conferências, era relativamente fácil ir a uma cidade num fim de semana, parecer impressionante às pessoas que não me conheciam e parecer bom quando ensinava uma mensagem que havia apresentado centenas de vezes. Ser um pastor em uma igreja local era totalmente diferente. Não parecia impressionante, quando as pessoas me viam diariamente. Não bastava eu ter algumas poucas mensagens inspiradoras. Eu precisava estudar a Palavra de Deus e ajudar as pessoas a aplicarem-na às situações da vida real. Tinha de aprender como a morte e a ressurreição de Jesus faziam a diferença nos vales de sofrimento sombrios – coisas que eu não tinha encarado quando ia de uma cidade para outra realizando conferências.</p>
<p>A vida na igreja local é muito mais difícil e menos glamorosa. Entretanto, é mais prazerosa e mais recompensadora do que qualquer coisa de que tenho participado. Vi o evangelho mudando pessoas. Não somente lágrimas e promessas de mudança nas respostas aos apelos ao final de cultos, mas também mudança verdadeira e permanente em pessoas e famílias. Vi o corpo de Cristo vivendo, respirando e agindo. Vi o amor de Jesus tornado real à medida que os membros choraram uns com os outros devido à morte de uma criança, socorreram uns aos outros em tempos de necessidade, encorajaram uns aos outros em tempos de tentação e dúvida. Como diz um antigo ditado, a igreja não é um edifício ou uma reunião – é um povo. Mas você nunca consegue ver isso se o seu envolvimento limita-se às reuniões em um prédio. A verdadeira beleza de pessoas sendo uma igreja só é vista quando você permanece por tempo suficiente para vê-los amando e servindo uns aos outros.</p></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="justify">
<p>O título é meu. Mas creio que traduz bem o texto que segue abaixo, trecho do livro &#8220;<a title="Cave Mais Fundo" href="http://www.lojafiel.net/produto.aspx?ProCodigo=285" target="_blank">Cave Mais Fundo</a>&#8220;, de Joshua Harris. Uma boa palavra sobre a velha e mui necessária rotina da vida em igreja. – Tiago Santos</p>
<p><strong>Joshua Harris</strong></p>
<p>Olhando para trás, compreendo que meu estágio [na igreja local] não foi apenas um treinamento para o ministério. Foi um treinamento no entendimento do que é a vida da igreja. Em muitas maneiras, foi uma experiência árdua. Aprendi que a vida em uma igreja local não era, de modo algum, como uma conferência.</p>
<p>Nas conferências, era relativamente fácil ir a uma cidade num fim de semana, parecer impressionante às pessoas que não me conheciam e parecer bom quando ensinava uma mensagem que havia apresentado centenas de vezes. Ser um pastor em uma igreja local era totalmente diferente. Não parecia impressionante, quando as pessoas me viam diariamente. Não bastava eu ter algumas poucas mensagens inspiradoras. Eu precisava estudar a Palavra de Deus e ajudar as pessoas a aplicarem-na às situações da vida real. Tinha de aprender como a morte e a ressurreição de Jesus faziam a diferença nos vales de sofrimento sombrios – coisas que eu não tinha encarado quando ia de uma cidade para outra realizando conferências.</p>
<p>A vida na igreja local é muito mais difícil e menos glamorosa. Entretanto, é mais prazerosa e mais recompensadora do que qualquer coisa de que tenho participado. Vi o evangelho mudando pessoas. Não somente lágrimas e promessas de mudança nas respostas aos apelos ao final de cultos, mas também mudança verdadeira e permanente em pessoas e famílias. Vi o corpo de Cristo vivendo, respirando e agindo. Vi o amor de Jesus tornado real à medida que os membros choraram uns com os outros devido à morte de uma criança, socorreram uns aos outros em tempos de necessidade, encorajaram uns aos outros em tempos de tentação e dúvida. Como diz um antigo ditado, a igreja não é um edifício ou uma reunião – é um povo. Mas você nunca consegue ver isso se o seu envolvimento limita-se às reuniões em um prédio. A verdadeira beleza de pessoas sendo uma igreja só é vista quando você permanece por tempo suficiente para vê-los amando e servindo uns aos outros.</p>
</div>
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		<title>Lançamento: Gênesis 1 &amp; 2: A Mão de Deus na Criação</title>
		<link>http://www.blogfiel.com.br/2011/12/lancamento-genesis-1-2-a-mao-de-deus-na-criacao.html</link>
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		<pubDate>Wed, 07 Dec 2011 12:54:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editora Fiel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Teologia]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>

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		<description><![CDATA[<object width="440" height="360"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/VjZNuMUfCoU?version=3&#38;hl=pt_BR&#38;rel=0"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/VjZNuMUfCoU?version=3&#38;hl=pt_BR&#38;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" width="440" height="360" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object>

<div align="justify"><p><a href="http://www.lojafiel.net/produto.aspx?ProCodigo=283" target="_blank"><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/12/genesis12.png" alt="Gênesis 1 &#38; 2: A Mão de Deus na Criação" title="Gênesis 1 &#38; 2: A Mão de Deus na Criação" width="201" height="300" class="alignleft size-full wp-image-2402" style="border:0;" /></a> Você provavelmente já leu ou ouviu muitos teólogos ensinando sobre os dois primeiros capítulos do livro de Gênesis. E talvez você já tenha se perguntado: O que um cientista diria ao ler esses capítulos? O que ele diria sobre a criação da luz antes dos corpos celestes? Ou da criação da mulher de uma das costelas de Adão? Ou, ainda, sobre a criação dos dinossauros e outros animais do registro fóssil? Haveria alguma possível relação entre Gênesis 1 e 2 e a Ciência? Adauto Lourenço oferece respostas para essas e muitas outras perguntas que envolvem a difícil – mas viável - relação entre o texto bíblico e os fatos científicos.</p>
<p>Adauto Lourenço - <a href="http://www.facebook.com/ProfAdauto" title="Prof. Adauto Lourenço" target="_blank">Facebook</a> - <a href="http://twitter.com/#!/prof_adauto" title="Prof. Adauto Lourenço" target="_blank">Twitter - @prof_adauto</a>.</p>
Leia um trecho do livro:
<div><object classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" style="width:440px;height:331px" id="7d5b996e-a708-9e0d-08cf-a4226ee70a76"><param name="movie" value="http://static.issuu.com/webembed/viewers/style1/v2/IssuuReader.swf?mode=mini&#38;printButtonEnabled=false&#38;backgroundColor=%23222222&#38;documentId=111205140052-eee9cff7abf04c23984fbe82d04ae507" /><param name="allowfullscreen" value="true"/><param name="menu" value="false"/><param name="wmode" value="transparent"/><embed src="http://static.issuu.com/webembed/viewers/style1/v2/IssuuReader.swf" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" menu="false" wmode="transparent" style="width:440px;height:331px" flashvars="mode=mini&#38;printButtonEnabled=false&#38;backgroundColor=%23222222&#38;documentId=111205140052-eee9cff7abf04c23984fbe82d04ae507" /></object></div>
Clique e veja em tela cheia.

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			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="440" height="360"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/VjZNuMUfCoU?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/VjZNuMUfCoU?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" width="440" height="360" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<div align="justify">
<p><a href="http://www.lojafiel.net/produto.aspx?ProCodigo=283" target="_blank"><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/12/genesis12.png" alt="Gênesis 1 &amp; 2: A Mão de Deus na Criação" title="Gênesis 1 &amp; 2: A Mão de Deus na Criação" width="201" height="300" class="alignleft size-full wp-image-2402" style="border:0;" /></a> Você provavelmente já leu ou ouviu muitos teólogos ensinando sobre os dois primeiros capítulos do livro de Gênesis. E talvez você já tenha se perguntado: O que um cientista diria ao ler esses capítulos? O que ele diria sobre a criação da luz antes dos corpos celestes? Ou da criação da mulher de uma das costelas de Adão? Ou, ainda, sobre a criação dos dinossauros e outros animais do registro fóssil? Haveria alguma possível relação entre Gênesis 1 e 2 e a Ciência? Adauto Lourenço oferece respostas para essas e muitas outras perguntas que envolvem a difícil – mas viável &#8211; relação entre o texto bíblico e os fatos científicos.</p>
<p>Adauto Lourenço &#8211; <a href="http://www.facebook.com/ProfAdauto" title="Prof. Adauto Lourenço" target="_blank">Facebook</a> &#8211; <a href="http://twitter.com/#!/prof_adauto" title="Prof. Adauto Lourenço" target="_blank">Twitter &#8211; @prof_adauto</a>.</p>
<p>Leia um trecho do livro:</p>
<div><object classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" style="width:440px;height:331px" id="7d5b996e-a708-9e0d-08cf-a4226ee70a76"><param name="movie" value="http://static.issuu.com/webembed/viewers/style1/v2/IssuuReader.swf?mode=mini&amp;printButtonEnabled=false&amp;backgroundColor=%23222222&amp;documentId=111205140052-eee9cff7abf04c23984fbe82d04ae507" /><param name="allowfullscreen" value="true"/><param name="menu" value="false"/><param name="wmode" value="transparent"/><embed src="http://static.issuu.com/webembed/viewers/style1/v2/IssuuReader.swf" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" menu="false" wmode="transparent" style="width:440px;height:331px" flashvars="mode=mini&amp;printButtonEnabled=false&amp;backgroundColor=%23222222&amp;documentId=111205140052-eee9cff7abf04c23984fbe82d04ae507" /></object></div>
<p>Clique e veja em tela cheia.</p>
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		<title>Conhecendo a Cristo</title>
		<link>http://www.blogfiel.com.br/2011/12/conhecendo-a-cristo.html</link>
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		<pubDate>Fri, 02 Dec 2011 13:36:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editora Fiel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Institucional]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.blogfiel.com.br/?p=2308</guid>
		<description><![CDATA[<div align="justify"><p><strong>Por A. W. Pink</strong></p>
<p>Ora, a quantidade de proveito que obtemos de nossa leitura e estudo das Escrituras pode ser verificada pela extensão em que Cristo se torna mais real e mais precioso para o nosso coração. O &#8220;crescimento na graça&#8221; é definido como um desenvolvimento &#8220;na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo&#8221; (2 Pe 3.18). A segunda cláusula não é um acréscimo à primeira; antes, é uma explicação da primeira. &#8220;Conhecer&#8221; a Cristo (Fp 3.10) era o anseio supremo e o grande alvo do apóstolo Paulo, um anelo e um alvo ao qual ele subordinava todos os demais interesses. Todavia, convém atentarmos ao fato de que o &#8220;conhecimento&#8221; referido nestes versículos não é o conhecimento intelectual, e sim espiritual; não é o conhecimento teórico, e sim experiencial; não é conhecimento de natureza geral, e sim pessoal. É um conhecimento sobrenatural, dado ao coração regenerado pela operação do Espírito Santo, à media que Ele interpreta e aplica em nós as passagens bíblicas concernentes a Cristo.</p>
<p><em>Trecho do livro de A. W. Pink &#8220;Enriquecendo-se com a Bíblia&#8221;.</em></p></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="justify">
<p><strong>Por A. W. Pink</strong></p>
<p>Ora, a quantidade de proveito que obtemos de nossa leitura e estudo das Escrituras pode ser verificada pela extensão em que Cristo se torna mais real e mais precioso para o nosso coração. O &ldquo;crescimento na graça&rdquo; é definido como um desenvolvimento &ldquo;na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo&rdquo; (2 Pe 3.18). A segunda cláusula não é um acréscimo à primeira; antes, é uma explicação da primeira. &ldquo;Conhecer&rdquo; a Cristo (Fp 3.10) era o anseio supremo e o grande alvo do apóstolo Paulo, um anelo e um alvo ao qual ele subordinava todos os demais interesses. Todavia, convém atentarmos ao fato de que o &ldquo;conhecimento&rdquo; referido nestes versículos não é o conhecimento intelectual, e sim espiritual; não é o conhecimento teórico, e sim experiencial; não é conhecimento de natureza geral, e sim pessoal. É um conhecimento sobrenatural, dado ao coração regenerado pela operação do Espírito Santo, à media que Ele interpreta e aplica em nós as passagens bíblicas concernentes a Cristo.</p>
<p><em>Trecho do livro de A. W. Pink &ldquo;Enriquecendo-se com a Bíblia&rdquo;.</em></p>
</div>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Evangelização e Missões</title>
		<link>http://www.blogfiel.com.br/2011/10/evangelizacao-e-missoes.html</link>
		<comments>http://www.blogfiel.com.br/2011/10/evangelizacao-e-missoes.html#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 20 Oct 2011 13:18:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.blogfiel.com.br/?p=2250</guid>
		<description><![CDATA[<div align="justify"><p>Apresentação do livro &#8220;Evangelização e Missões&#8221;:</p>
  <p>Deus.</p>
  <p><a href="http://www.blogfiel.com.br/2011/10/evangelizacao-e-missoes.html"><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/10/Evangelização-e-Missões.jpg" alt="Evangelização e Missões" title="Evangelização e Missões" width="204" height="306" class="alignleft size-full wp-image-2252" /></a> A maior motivação para a ação missionária é tornar Deus conhecido e levar todos os homens a adorá-lo. Esse é o argumento de Tom Wells em seu pequeno clássico sobre missões. É isso que move todo esforço missionário, todo chamado e sacrifício. É o senso da glória e majestade de Deus que deve levar homens e mulheres a deixarem tudo, seu lar, família, conforto, país, cultura, para lançarem-se na tarefa de<em>anunciar entre as nações a sua glória e entre todos os povos, as suas maravilhas. </em>O salmista, aliás, demonstra no Salmo 147.1 que adorar a Deus deve ser o desejo mais intenso de todo homem.</p>
  <p>Esse é o eixo em torno do qual tem girado todo ministério de ensino de John Piper: A realidade de que adorar a Deus e gozar sua presença é o principal tesouro, a grande conquista, a melhor porção, o bem mais precioso, a maior alegria e o prazer mais doce e intenso que o homem pode ter. Sua famosa frase, que diz que &#8220;Deus é mais glorificado em nós quando somos mais satisfeitos nele&#8221;, aponta para a necessidade de tornar Deus conhecido em sua plenitude e glória e por isso ele tem afirmado que a missão de sua vida é &#8220;espalhar paixão pela soberania de Deus em todas as coisas, para a alegria de todos os povos&#8221;. [...]</p></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="justify">
<p>Apresentação do livro &ldquo;Evangelização e Missões&rdquo;:</p>
<p>Deus.</p>
<p><a href="http://www.lojafiel.net/produto.aspx?ProCodigo=273" target="_blank" title="Evangelização e Missões"><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/10/Evangelização-e-Missões.jpg" alt="Evangelização e Missões" title="Evangelização e Missões" width="204" height="306" class="alignleft size-full wp-image-2252" /></a> A maior motivação para a ação missionária é tornar Deus conhecido e levar todos os homens a adorá-lo. Esse é o argumento de Tom Wells em seu pequeno clássico sobre missões. É isso que move todo esforço missionário, todo chamado e sacrifício. É o senso da glória e majestade de Deus que deve levar homens e mulheres a deixarem tudo, seu lar, família, conforto, país, cultura, para lançarem-se na tarefa de<em>anunciar entre as nações a sua glória e entre todos os povos, as suas maravilhas. </em>O salmista, aliás, demonstra no Salmo 147.1 que adorar a Deus deve ser o desejo mais intenso de todo homem.</p>
<p>Esse é o eixo em torno do qual tem girado todo ministério de ensino de John Piper: A realidade de que adorar a Deus e gozar sua presença é o principal tesouro, a grande conquista, a melhor porção, o bem mais precioso, a maior alegria e o prazer mais doce e intenso que o homem pode ter. Sua famosa frase, que diz que &ldquo;Deus é mais glorificado em nós quando somos mais satisfeitos nele&rdquo;, aponta para a necessidade de tornar Deus conhecido em sua plenitude e glória e por isso ele tem afirmado que a missão de sua vida é &ldquo;espalhar paixão pela soberania de Deus em todas as coisas, para a alegria de todos os povos&rdquo;.</p>
<p>Assim, concordo com Piper quando ele, desenvolvendo seu raciocínio, diz que &ldquo;missões não são o alvo final da Igreja. A adoração é. Missões existem porque a adoração não existe. A adoração é o grande alvo, não missões. Porque Deus é o propósito final, não o homem.&rdquo;</p>
<p>Um entendimento correto sobre o propósito de Deus é estritamente necessário se quisermos buscar adoradores que o adorem em espírito e em verdade. Se o alvo das missões é tornar Deus conhecido para que os homens o adorem, é preciso então que os homens sejam atraídos a Deus pela mensagem que o próprio Deus encarnado, Jesus Cristo, trouxe à humanidade, o evangelho. Sem o evangelho, os homens não poderão ser salvos e não se tornarão adoradores de Deus. O Pr. Mark Dever foi muito feliz quando disse que &ldquo;aquilo com que você ganha as pessoas é também aquilo para o que você as ganha. Se você as ganha com o evangelho, elas são ganhas para o evangelho <a href="#1_2" name="1_1" title="" id="1_1">[1]</a>.&rdquo; Precisamos fazer missões com o evangelho.</p>
<p>É muito oportuno que atentemos para o importante assunto de missões. O cenário religioso no mundo está experimentando grandes transformações. O estudioso Philip Jenkins constatou que está ocorrendo expansões explosivas do cristianismo na África, Ásia e América Latina, mas projeta um crescimento impressionante de muçulmanos, que devem chegar a 25% da população mundial nas próximas décadas. Mark Noll também aponta em seu livro &ldquo;The New Shape of World Christianity&rdquo; para uma mudança no eixo do cristianismo global, apontando para África e Ásia como os continentes que, em breve, reunirão a camada mais numerosa de pessoas que professam a fé cristã, enquanto a Europa, berço da reforma protestante, regride sensivelmente. Na esteira dessas transformações todas, a igreja tem a responsabilidade e dever de investir. Parafraseando Piper, temos diante de nós três alternativas: ou investimos em missões como &ldquo;enviadores&rdquo;, ou investimos em missões como &ldquo;enviados&rdquo; ou desobedecemos.  A Igreja tem a responsabilidade vital de protagonizar este processo de ajuntamento de adoradores, que Deus vem realizando. Quando o senso da glória de Deus está cristalizado na convicção mais segura da igreja, ela realizará o trabalho missionário com confiança, disposição e alegria.</p>
<p>Meu desejo é que essa realidade final sobre missões seja o ideal de todo leitor desse livro. Esta pequena antologia de sermões selecionados de John Piper foi organizada com o propósito de levar o leitor a perceber esse elemento doxológico que permeia toda idéia de missões.</p>
<p>Organizei esse livro buscando traduzir, logo no primeiro capítulo, a idéia central de que todos os povos precisam da verdade, de que esta verdade foi revelada por Deus nas Escrituras. No capítulo dois vemos como é Deus quem opera, afinal, a salvação dos homens, em seguida, no terceiro capítulo, vemos como Deus usa, em sua providência, as mais diferentes circunstâncias para alcançar o perdido – e como podemos ser instrumentos da providência de Deus em alcançar almas. Os últimos dois capítulos falam sobre a santa ambição de pregar o evangelho de Cristo onde ele ainda não é conhecido e sobre como entregar nossas vidas para o trabalho missionário é ganho. O livro é concluído com uma oração de John Piper, sobre mudanças que ele [e, neste caso, eu também] deseja ver no cenário de missões globais. Este texto foi produzido como um pequeno manifesto, pela ocasião da conferência missionária de seu ministério, o <em>Desiring God</em>, realizada em setembro de 2011 sob o tema <em>Finish the Mission – Bringing the Gospel to the Unreached and Unengaged </em>(Complete a Missão – levando o evangelho para o não alcançado e não compromissado).</p>
<p>Desejo expressar minha profunda gratidão ao ministério do Pr. John Piper e sua perseverante insistência na glória de Deus como sendo o alvo de todo homem. Poucos homens representaram tão vividamente o pensamento e coração de Jonathan Edwards neste aspecto. Agradeço também ao ministério Desiring God, por sua inspiradora mensagem de espalhar a paixão pela glória de Deus a todas as nações. Agradeço de modo especial meu colega Bill Walsh, que gentilmente prefaciou o livro e o incentivou. Louvo a Deus pelo ministério da Editora Fiel, fruto do árduo trabalho missionário de Pr. &ldquo;Ricardo&rdquo; Denham. Sou grato pela oportunidade de preparar este livro na ocasião da 27ª Conferência Fiel para Pastores e Líderes, que terá como um dos preletores o Pr. John Piper, que trabalhará justamente o importante tema de Missões e Evangelização.</p>
<p align="center"><em>Cantai ao SENHOR, bendizei o seu nome; proclamai a sua salvação, dia após dia. Anunciai entre as nações a sua glória, entre todos os povos, as suas maravilhas. Porque grande é o SENHOR e mui digno de ser louvado. Salmo 96.2-4</em></p>
<hr align="left" size="1" width="33%" />
<p><a href="#1_1" name="1_2" title="" id="1_2">[1]</a> Mark Dever &amp; Paul Alexander. <em>Deliberadamente Igreja</em> (São José dos Campos, SP: Editora Fiel, 2008) p.54</p>
<p><a href="http://www.lojafiel.net/produto.aspx?ProCodigo=273" title="Compre o Livro" target="_blank">Compre o Livro</a> &#8211; <a href="http://www.issuu.com/editorafiel/docs/evangelizacao_e_missoes" title="Leia um trecho do Livro" target="_blank">Leia um trecho do Livro</a></p>
</div>
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		<title>A Caminho de Frankfurt, AL</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Oct 2011 12:39:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Institucional]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>

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		<description><![CDATA[<object width="441" height="254"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/vVthlqDQSd0?version=3&#38;hl=pt_BR&#38;rel=0"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/vVthlqDQSd0?version=3&#38;hl=pt_BR&#38;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" width="441" height="254" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object>
<p>A Editora Fiel vai à Feira do Livro de Frankfurt.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="441" height="254"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/vVthlqDQSd0?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/vVthlqDQSd0?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" width="441" height="254" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>A Editora Fiel vai à Feira do Livro de Frankfurt.</p>
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		<title>O Conhecimento que Ama</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Aug 2011 18:27:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editora Fiel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Esboços]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[John Piper]]></category>

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		<description><![CDATA[<div align="justify"><p><strong>John Piper</strong></p><p><a href="http://www.blogfiel.com.br/2011/08/o-conhecimento-que-ama.html"><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/01/piper.jpg" alt="John Piper" title="John Piper" width="144" height="171" class="alignleft size-full wp-image-1152" /></a> O trecho a seguir foi retirado do capítulo 12 do livro "PENSE", de John Piper, que será lançado em breve pela Editora Fiel. Nesta passagem do livro, Piper analisa o texto de 1 Co. 8.1-11, e adverte o leitor sobre o objetivo de todo conhecimento baseado na verdade: o amor a Deus e ao próximo.</p>
<p><strong>Vocês não sabem como convém saber</strong></p>
<p>Como Paulo prosseguiu para abordar o conhecimento que ensoberbecia os corintos? Em 1 Co. 8.2, Paulo disse: "Se alguém julga saber alguma coisa, com efeito, não aprendeu ainda como convém saber". Isso não significa que Paulo achava que os cristãos não sabiam as coisas. Dez vezes nesta epístola ele chama a atenção dos coríntios por não saberem coisas cruciais que já deviam saber sobre Deus e a vida (3.16; 5.6; 6.2, 3, 9, 15, 16, 19; 9.13, 24).</p>
<p><a href="http://www.blogfiel.com.br/2011/08/o-conhecimento-que-ama.html"><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/08/Pense.jpg" alt="Pense" title="Pense" width="204" height="300" class="alignright size-full wp-image-2052" /></a> Quando Paulo os repreendeu por julgarem "saber alguma coisa", ele tinha em mente a atitude deles. Em um sentido, eles "sabiam". Mas não sabiam como lhes convinha saber. Por isso, em um sentido profundo, eles não sabiam de modo algum. Não tinham o único tipo de conhecimento que será levado em conta no final. Eles <em>imaginavam</em> que sabiam.</p>
<p>Isso é profundo. Paulo estava dizendo que o saber (e o pensar que o produz) não é verdadeiro apenas porque contém doutrina correta sobre comida oferecida a ídolos. Aqueles cristãos sabiam alguns fatos verdadeiros sobre Deus e sobre sua liberdade, mas Paulo disse que eles apenas <em>imaginavam</em> que sabiam. Em outras palavras, eles não tinham um verdadeiro conhecimento. Não sabiam como deviam saber e, por isso, não sabiam verdadeiramente. Imaginavam que sabiam. [...]</p></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="justify">
<p><strong>John Piper</strong></p>
<p><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/01/piper.jpg" alt="John Piper" title="John Piper" width="144" height="171" class="alignleft size-full wp-image-1152" /> O trecho a seguir foi retirado do capítulo 12 do livro &#8220;PENSE&#8221;, de John Piper, que será lançado em breve pela Editora Fiel. Nesta passagem do livro, Piper analisa o texto de 1 Co. 8.1-11, e adverte o leitor sobre o objetivo de todo conhecimento baseado na verdade: o amor a Deus e ao próximo.</p>
<p><strong>Vocês não sabem como convém saber</strong></p>
<p>Como Paulo prosseguiu para abordar o conhecimento que ensoberbecia os corintos? Em 1 Co. 8.2, Paulo disse: &#8220;Se alguém julga saber alguma coisa, com efeito, não aprendeu ainda como convém saber&#8221;. Isso não significa que Paulo achava que os cristãos não sabiam as coisas. Dez vezes nesta epístola ele chama a atenção dos coríntios por não saberem coisas cruciais que já deviam saber sobre Deus e a vida (3.16; 5.6; 6.2, 3, 9, 15, 16, 19; 9.13, 24).</p>
<p><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/08/Pense.jpg" alt="Pense" title="Pense" width="204" height="300" class="alignright size-full wp-image-2052" /> Quando Paulo os repreendeu por julgarem &#8220;saber alguma coisa&#8221;, ele tinha em mente a atitude deles. Em um sentido, eles &#8220;sabiam&#8221;. Mas não sabiam como lhes convinha saber. Por isso, em um sentido profundo, eles não sabiam de modo algum. Não tinham o único tipo de conhecimento que será levado em conta no final. Eles <em>imaginavam</em> que sabiam.</p>
<p>Isso é profundo. Paulo estava dizendo que o saber (e o pensar que o produz) não é verdadeiro apenas porque contém doutrina correta sobre comida oferecida a ídolos. Aqueles cristãos sabiam alguns fatos verdadeiros sobre Deus e sobre sua liberdade, mas Paulo disse que eles apenas <em>imaginavam</em> que sabiam. Em outras palavras, eles não tinham um verdadeiro conhecimento. Não sabiam como deviam saber e, por isso, não sabiam verdadeiramente. Imaginavam que sabiam.</p>
<p><strong>O verdadeiro saber ama as pessoas</strong></p>
<p>Agora, a pergunta crucial é: o que tornaria esse saber imaginário em saber verdadeiro? Em outras palavras, o que significa saber como devemos saber? Pensar como devemos pensar? A resposta está no texto <em>anterior</em> e no <em>posterior</em>.</p>
<p>No texto <em>anterior</em>, Paulo disse que o amor edifica (v. 1). Isso implica que qualquer conhecimento que não está a serviço do amor não é verdadeiro conhecimento. É conhecimento prostituído. É como se Deus pusesse instrumentos cirúrgicos em nossas mãos e nos ensinasse como salvar os doentes, mas os usamos para realizar um exímio ato de malabarismo enquanto os doentes morrem. Saber e pensar existem por causa do amor – por causa da edificação do povo de Deus na fé. O pensar que produz orgulho, em vez de amor, não é verdadeiro pensar. Apenas imaginamos que estamos pensando. Deus não o vê como pensar. Não é cirurgia, é malabarismo.</p>
<p><strong>O verdadeiro saber ama a Deus</strong></p>
<p>Ao procurar entender o que o versículo 2 significa ao dizer: &#8220;Não aprendeu ainda como convém saber&#8221;, eu disse que a resposta está no texto <em>anterior</em> e no <em>posterior</em>. Já a vimos no texto anterior: &#8220;O amor edifica&#8221; (v. 1).</p>
<p>Agora, no <em>posterior</em>: &#8220;Mas, se alguém ama a Deus, esse é conhecido por ele&#8221; (v. 3). Paulo igualou o saber como devemos saber com o amar a Deus. Em conexão com o versículo 1, ele fez do amar <em>as pessoas</em> o critério do verdadeiro saber. E, em conexão com o versículo 3, ele fez do amar <em>a Deus</em> o critério de verdadeiro saber.</p>
<p>Vemos a ligação entre esse texto amor a Deus com todo o nosso entendimento. Essa é a razão de ser de nossa mente. E, nesta passagem, Paulo estava dizendo que amar a Deus é o que fazemos quando sabemos &#8220;como [nos] convém saber&#8221;. Na opinião de Paulo, pensar e saber nos são dados por Deus visando ao propósito de amar a Deus e amar as pessoas.</p>
<p><strong>Pensar: a tarefa humilde de cortar lenha para o fogo</strong></p>
<p>A lição extraída de 1 Coríntios 8.1-3 é que pensar é perigoso e indispensável. Sem uma profunda obra da graça no coração, o conhecimento – o fruto do pensar – ensoberbece. Mas, com a graça no coração, o pensar abre a porta do conhecimento humilde. E esse conhecimento é o combustível para o fogo do amor a Deus e ao homem. Se abandonarmos o pensar sério em nossa busca de Deus, esse fogo se apagará.</p>
</div>
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		<title>Lançamento: O Evangelho e a Evangelização</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Aug 2011 12:22:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editora Fiel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Evangelização e Missões]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>

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		<description><![CDATA[<object width="440" height="360"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/TDmqg2801C8?version=3&#38;hl=pt_BR&#38;rel=0"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/TDmqg2801C8?version=3&#38;hl=pt_BR&#38;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" width="440" height="360" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object>

<div align="justify"><a href="http://www.blogfiel.com.br/2011/08/lancamento-o-evangelho-e-a-evangelizacao.html"><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/08/Evangelho-Evangelizacao-M.jpg" alt="O Evangelho e a Evangelização" title="O Evangelho e a Evangelização" width="180" height="314" class="alignleft size-full wp-image-2033" style="border:0;" /></a>Por que nós, que temos as melhores notícias do mundo, somos tão demorados em contá-las aos outros? Por que não evangelizamos? O que é o evangelho? Quem deve evangelizar? Como devemos evangelizar? O que não é evangelização? O que devemos fazer depois de evangelizar? Por que devemos evangelizar? Nossas respostas a essas perguntas se entrelaçam e influenciam umas às outras, e buscam demonstrar e entender este grande tema bíblico da evangelização. Deus estabeleceu quem deve evangelizar e como fazê-lo. Deus mesmo está no âmago do evangelho - as boas-novas que estamos disseminando. E, em última análise, devemos evangelizar por causa de Deus.

O AUTOR: Mark Dever é diretor executivo do Ministério 9 Marcas e pastor da Igreja Batista de Capitol Hill, em Washington D.C.

Leia um trecho do livro:
<div><object style="width:440px;height:331px" ><param name="movie" value="http://static.issuu.com/webembed/viewers/style1/v1/IssuuViewer.swf?mode=embed&#38;layout=http%3A%2F%2Fskin.issuu.com%2Fv%2Flight%2Flayout.xml&#38;showFlipBtn=true&#38;documentId=110808135331-87a8d4fc25fd41969df69bbefc1f7885&#38;docName=miolo_-_evangelho_e_evangeliza__o&#38;username=editorafiel&#38;loadingInfoText=O%20Evangelho%20e%20a%20Evangeliza%C3%A7%C3%A3o&#38;et=1313067621451&#38;er=10" /><param name="allowfullscreen" value="true"/><param name="menu" value="false"/><embed src="http://static.issuu.com/webembed/viewers/style1/v1/IssuuViewer.swf" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" menu="false" style="width:440px;height:331px" flashvars="mode=embed&#38;layout=http%3A%2F%2Fskin.issuu.com%2Fv%2Flight%2Flayout.xml&#38;showFlipBtn=true&#38;documentId=110808135331-87a8d4fc25fd41969df69bbefc1f7885&#38;docName=miolo_-_evangelho_e_evangeliza__o&#38;username=editorafiel&#38;loadingInfoText=O%20Evangelho%20e%20a%20Evangeliza%C3%A7%C3%A3o&#38;et=1313067621451&#38;er=10" /></object></div>
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Compre Online: <a href="http://www.lojafiel.net/produto.aspx?ProCodigo=266" target="_blank" title="O Evangelho e a Evangelização">http://www.lojafiel.net/produto.aspx?ProCodigo=266</a></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="440" height="360"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/TDmqg2801C8?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/TDmqg2801C8?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" width="440" height="360" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<div align="justify"><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/08/Evangelho-Evangelizacao-M.jpg" alt="O Evangelho e a Evangelização" title="O Evangelho e a Evangelização" width="180" height="314" class="alignleft size-full wp-image-2033" style="border:0;" />Por que nós, que temos as melhores notícias do mundo, somos tão demorados em contá-las aos outros? Por que não evangelizamos? O que é o evangelho? Quem deve evangelizar? Como devemos evangelizar? O que não é evangelização? O que devemos fazer depois de evangelizar? Por que devemos evangelizar? Nossas respostas a essas perguntas se entrelaçam e influenciam umas às outras, e buscam demonstrar e entender este grande tema bíblico da evangelização. Deus estabeleceu quem deve evangelizar e como fazê-lo. Deus mesmo está no âmago do evangelho &#8211; as boas-novas que estamos disseminando. E, em última análise, devemos evangelizar por causa de Deus.</p>
<p>O AUTOR: Mark Dever é diretor executivo do Ministério 9 Marcas e pastor da Igreja Batista de Capitol Hill, em Washington D.C.</p>
<p>Leia um trecho do livro:</p>
<div><object style="width:440px;height:331px" ><param name="movie" value="http://static.issuu.com/webembed/viewers/style1/v1/IssuuViewer.swf?mode=embed&amp;layout=http%3A%2F%2Fskin.issuu.com%2Fv%2Flight%2Flayout.xml&amp;showFlipBtn=true&amp;documentId=110808135331-87a8d4fc25fd41969df69bbefc1f7885&amp;docName=miolo_-_evangelho_e_evangeliza__o&amp;username=editorafiel&amp;loadingInfoText=O%20Evangelho%20e%20a%20Evangeliza%C3%A7%C3%A3o&amp;et=1313067621451&amp;er=10" /><param name="allowfullscreen" value="true"/><param name="menu" value="false"/><embed src="http://static.issuu.com/webembed/viewers/style1/v1/IssuuViewer.swf" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" menu="false" style="width:440px;height:331px" flashvars="mode=embed&amp;layout=http%3A%2F%2Fskin.issuu.com%2Fv%2Flight%2Flayout.xml&amp;showFlipBtn=true&amp;documentId=110808135331-87a8d4fc25fd41969df69bbefc1f7885&amp;docName=miolo_-_evangelho_e_evangeliza__o&amp;username=editorafiel&amp;loadingInfoText=O%20Evangelho%20e%20a%20Evangeliza%C3%A7%C3%A3o&amp;et=1313067621451&amp;er=10" /></object></div>
<p>Clique e veja em tela cheia.</p>
<p>Compre Online: <a href="http://www.lojafiel.net/produto.aspx?ProCodigo=266" target="_blank" title="O Evangelho e a Evangelização">http://www.lojafiel.net/produto.aspx?ProCodigo=266</a></div>
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		<item>
		<title>Uma Maneira Simples de Compartilhar o Evangelho</title>
		<link>http://www.blogfiel.com.br/2011/07/uma-maneira-simples-de-compartilhar-o-evangelho.html</link>
		<comments>http://www.blogfiel.com.br/2011/07/uma-maneira-simples-de-compartilhar-o-evangelho.html#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 18 Jul 2011 15:23:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editora Fiel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Teologia]]></category>
		<category><![CDATA[Vida Cristã]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>

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		<description><![CDATA[<object width="440" height="360"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/_lRUuZDmrRA?version=3&#38;hl=pt_BR&#38;rel=0"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/_lRUuZDmrRA?version=3&#38;hl=pt_BR&#38;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" width="440" height="360" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object>

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		<title>Entrevista com Greg Gilbert Sobre a Conferência FIEL para Jovens</title>
		<link>http://www.blogfiel.com.br/2011/07/entrevista-com-greg-gilbert-sobre-a-conferencia-fiel-para-jovens.html</link>
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		<pubDate>Wed, 06 Jul 2011 12:46:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editora Fiel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conferência]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
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Saiba mais sobre o livro <a href="http://www.lojafiel.net/produto.aspx?ProCodigo=264" title="O que é o Evangelho?" target="_blank">O que é o Evangelho?</a> de Greg Gilbert.]]></description>
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<p>Saiba mais sobre o livro <a href="http://www.lojafiel.net/produto.aspx?ProCodigo=264" title="O que é o Evangelho?" target="_blank">O que é o Evangelho?</a> de Greg Gilbert.</p>
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		<title>Deus Não Está em Silêncio</title>
		<link>http://www.blogfiel.com.br/2011/05/deus-nao-esta-em-silencio.html</link>
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		<pubDate>Wed, 18 May 2011 15:30:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>

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		<description><![CDATA[<div align="justify"><p><a href="http://blogfiel.com.br/2011/05/deus-nao-esta-em-silencio.html"><img src="http://blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/05/Albert-Mohler.jpg" alt="Albert Mohler" title="Albert Mohler" width="101" height="116" class="alignleft size-full wp-image-1708" /></a> Trecho do livro “Deus não está em silêncio”, de Albert Mohler que será lançando pela Editora Fiel em Junho de 2011.</p>
<p><strong>--------------------------------</strong></p>
<p>Receio que há muitos evangélicos hoje que creem que Deus <em>falou</em>, mas duvidam que ele <em>fala</em>. Sabem e conversam sobre o fato de que Deus falou no Antigo Testamento, porém acham que agora ele não faz mais isso e que devem, portanto, inventar novas maneiras de convencer as pessoas a amá-lo. Contudo, se você se declara um pregador da Palavra de Deus e acha que todo o falar de Deus aconteceu no passado, então, abandone o ministério. Se você não crê que Deus fala agora, em sua Palavra – a Bíblia, o que você está fazendo cada domingo de manhã? Se você não confia que Deus fala quando você lê e explica a Palavra de Deus, você deve desistir do ministério. [...]</p></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="justify">
<p><img src="http://blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/05/Albert-Mohler.jpg" alt="Albert Mohler" title="Albert Mohler" width="101" height="116" class="alignleft size-full wp-image-1708" /> Trecho do livro “Deus não está em silêncio”, de Albert Mohler que será lançando pela Editora Fiel em Junho de 2011.</p>
<p><strong>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</strong></p>
<p>Receio que há muitos evangélicos hoje que creem que Deus <em>falou</em>, mas duvidam que ele <em>fala</em>. Sabem e conversam sobre o fato de que Deus falou no Antigo Testamento, porém acham que agora ele não faz mais isso e que devem, portanto, inventar novas maneiras de convencer as pessoas a amá-lo. Contudo, se você se declara um pregador da Palavra de Deus e acha que todo o falar de Deus aconteceu no passado, então, abandone o ministério. Se você não crê que Deus fala agora, em sua Palavra – a Bíblia, o que você está fazendo cada domingo de manhã? Se você não confia que Deus fala quando você lê e explica a Palavra de Deus, você deve desistir do ministério.</p>
<p><img src="http://blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/05/Deus-nao-silencio.jpg" alt="Deus não está em silêncio" title="Deus não está em silêncio" width="181" height="281" class="alignright size-full wp-image-1706" /> Entretanto, se você crê – se você crê verdadeiramente – que Deus fala por meio de sua Palavra, por que substituir a pregação expositiva da Bíblia por <em>qualquer outra coisa</em>? O que é mais importante para as pessoas do que ouvir a Deus? E de que outro modo isso pode acontecer, se você, como Esdras, não abrir o livro, lê-lo e explicá-lo para elas?</p>
<p>Resolvido isso, devo acrescentar a questão de quem tem o direito de falar. O pregador tem o direito de falar, ou esse direito pertence a Deus? Essa é a diferença entre vida e morte para o nosso povo. Você acha que os eleitos de Deus serão chamados por meio de nossas histórias, artifícios e eloquência? Essa maneira de pensar é arrogância. O povo redimido de Deus pode viver de nossas palavras? Eles ficarão bem se não lermos e explicarmos a Palavra de Deus para eles? É claro que não. Vida se encontra tão-somente na Palavra de Deus.</p>
<p>Em última análise, nossa vocação como pregadores é bastante simples. Estudamos, levantamo-nos diante das pessoas, lemos o texto e o explicamos. Reprovamos, repreendemos, exortamos, encorajamos e ensinamos – e, depois, fazemos tudo isso de novo, e de novo, e de novo.</p>
</div>
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		<title>A Cruz de Cristo</title>
		<link>http://www.blogfiel.com.br/2011/04/a-cruz-de-cristo.html</link>
		<comments>http://www.blogfiel.com.br/2011/04/a-cruz-de-cristo.html#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 19 Apr 2011 13:48:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>

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		<description><![CDATA[<div align="justify"><p><strong>D. A. Carson</strong></p>
<p><a href="http://blogfiel.com.br/2011/04/a-cruz-de-cristo.html"><img src="http://blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/04/cruz.jpg" alt="A Cruz de Cristo" title="A Cruz de Cristo" width="370" height="275" class="alignnone size-full wp-image-1600" /></a></p>
<p>Segue mais um trechinho do excelente livro de D. A. Carson, próximo lançamento da Editora Fiel, Escândalo – A Cruz e a Ressurreição de Jesus.</p>
<p>Tiago Santos</p>
<hr size="1" width="60%" align="left" />
<p><img src="http://blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/04/Escândalo-–-A-Cruz-e-a-Ressurreição-de-Jesus.png" alt="Escândalo – A Cruz e a Ressurreição de Jesus" title="Escândalo – A Cruz e a Ressurreição de Jesus" width="124" height="196" class="alignright size-full wp-image-1604" style="border:0;" /> Tudo que sabemos de Deus, tudo que apreciamos nele, tudo pelo que o louvamos, em toda a experiência cristã, tanto nesta vida como na vida por vir, flui desta cruz sangrenta.</p>
<p>Temos o dom do Espírito? Isso foi obtido por Cristo na cruz. Desfrutamos da comunhão dos santos? Isso foi obtido por Cristo na cruz. Ele vela por nós graciosa, providencial e fielmente, com base na aliança? Isso foi obtido por Cristo na cruz. Temos esperança do céu por vir? Isso foi obtido por Cristo na cruz. Aguardamos a ressurreição dos corpos no último dia? Isso foi obtido por Cristo na cruz. Há um novo céu e uma nova terra, a habitação da justiça? Isso foi obtido por Cristo na cruz. [...]</p></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="justify">
<p><strong>D. A. Carson</strong></p>
<p><img src="http://blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/04/cruz.jpg" alt="A Cruz de Cristo" title="A Cruz de Cristo" width="370" height="275" class="alignnone size-full wp-image-1600" /></p>
<p>Segue mais um trechinho do excelente livro de D. A. Carson, próximo lançamento da Editora Fiel, Escândalo – A Cruz e a Ressurreição de Jesus.</p>
<p>Tiago Santos</p>
<hr size="1" width="60%" align="left" />
<p><img src="http://blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/04/Escândalo-–-A-Cruz-e-a-Ressurreição-de-Jesus.png" alt="Escândalo – A Cruz e a Ressurreição de Jesus" title="Escândalo – A Cruz e a Ressurreição de Jesus" width="124" height="196" class="alignright size-full wp-image-1604" style="border:0;" /> Tudo que sabemos de Deus, tudo que apreciamos nele, tudo pelo que o louvamos, em toda a experiência cristã, tanto nesta vida como na vida por vir, flui desta cruz sangrenta.</p>
<p>Temos o dom do Espírito? Isso foi obtido por Cristo na cruz. Desfrutamos da comunhão dos santos? Isso foi obtido por Cristo na cruz. Ele vela por nós graciosa, providencial e fielmente, com base na aliança? Isso foi obtido por Cristo na cruz. Temos esperança do céu por vir? Isso foi obtido por Cristo na cruz. Aguardamos a ressurreição dos corpos no último dia? Isso foi obtido por Cristo na cruz. Há um novo céu e uma nova terra, a habitação da justiça? Isso foi obtido por Cristo na cruz.</p>
<p>Desfrutamos de nova identidade, para que não mais vejamos a nós mesmos como fracassos, párias morais, despontamento para os nossos pais – e sim como seres humanos profundamente amados, comprados por sangue, redimidos por Cristo, declarados justos pelo próprio Deus, devido ao fato de que Deus mesmo ofereceu seu Filho, Jesus, como a propiciação por nossos pecados? Tudo isso foi obtido por Cristo na cruz e outorgado a todos aqueles que crêem nele.</p>
</div>
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		</item>
		<item>
		<title>Pecado – Palavrinha incômoda&#8230;</title>
		<link>http://www.blogfiel.com.br/2011/04/pecado-%e2%80%93-palavrinha-incomoda.html</link>
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		<pubDate>Fri, 15 Apr 2011 14:02:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>

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		<description><![CDATA[<div align="justify"><p><a href="http://blogfiel.com.br/2011/04/pecado-–-palavrinha-incomoda.html"><img src="http://blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/04/Carson.jpg" alt="D. A. Carson" title="D. A. Carson" width="100" height="134" class="alignleft size-full wp-image-1577" /></a> <strong>Por D. A. Carson</strong></p>
<p>O texto abaixo foi extraído de um livro de D. A. Carson que será lançando em breve pela Editora Fiel: Escândalo, a morte e ressurreição de Jesus.</p>
<p>--------------</p>
<p>“Vivemos numa época em que a única coisa errada é dizermos que o outro está errado.”</p>
<p><a href="http://blogfiel.com.br/2011/04/pecado-–-palavrinha-incomoda.html"><img src="http://blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/04/Corrente.png" alt="Pecado – Palavrinha incômoda" title="Pecado – Palavrinha incômoda" width="200" height="190" class="alignright size-full wp-image-1578" /></a> Pecado é geralmente uma palavra que causa risadinhas sarcásticas: você a pronuncia, e todos riem. Não há vergonha vinculada a ela. É tão difícil comunicar quão ofensivo o pecado é para Deus. Quando falo sobre o pecado, estou me intrometendo. Não estou falando sobre um grupo de idéias externas em que as pessoas podem crer ou não crer. Estou falando sobre algo que pessoas sentem que devem repudiar. Há tanto em nossa cultura que nos ensina que nós definimos nossos próprios pecados, individual ou socialmente (por exemplo, pertencemos a determinada comunidade que estabeleceu sua própria herança de coisas certas e erradas). Alguém vir e dizer-nos: “Isto é certo” ou: “Isto é errado” parece manipulação procedente de fora da comunidade, e as pessoas acham que essa atitude deixa de reconhecer as origens sociais de todas as construções do bem e do mal. Às vezes, tais pessoas se mostram tão indignadas com essa noção de pecado, que tenho de gastar muito tempo falando sobre ela!</p></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="justify">
<p><img src="http://blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/04/Carson.jpg" alt="D. A. Carson" title="D. A. Carson" width="100" height="134" class="alignleft size-full wp-image-1577" /> <strong>Por D. A. Carson</strong></p>
<p>O texto abaixo foi extraído de um livro de D. A. Carson que será lançando em breve pela Editora Fiel: Escândalo, a morte e ressurreição de Jesus.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p>“Vivemos numa época em que a única coisa errada é dizermos que o outro está errado.”</p>
<p><img src="http://blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/04/Corrente.png" alt="Pecado – Palavrinha incômoda" title="Pecado – Palavrinha incômoda" width="200" height="190" class="alignright size-full wp-image-1578" /> Pecado é geralmente uma palavra que causa risadinhas sarcásticas: você a pronuncia, e todos riem. Não há vergonha vinculada a ela. É tão difícil comunicar quão ofensivo o pecado é para Deus. Quando falo sobre o pecado, estou me intrometendo. Não estou falando sobre um grupo de idéias externas em que as pessoas podem crer ou não crer. Estou falando sobre algo que pessoas sentem que devem repudiar. Há tanto em nossa cultura que nos ensina que nós definimos nossos próprios pecados, individual ou socialmente (por exemplo, pertencemos a determinada comunidade que estabeleceu sua própria herança de coisas certas e erradas). Alguém vir e dizer-nos: “Isto é certo” ou: “Isto é errado” parece manipulação procedente de fora da comunidade, e as pessoas acham que essa atitude deixa de reconhecer as origens sociais de todas as construções do bem e do mal. Às vezes, tais pessoas se mostram tão indignadas com essa noção de pecado, que tenho de gastar muito tempo falando sobre ela!</p>
</div>
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		<item>
		<title>Próximo Lançamento: O Evangelho Segundo os Apóstolos</title>
		<link>http://www.blogfiel.com.br/2011/02/proximo-lancamento-o-evangelho-segundo-os-apostolos.html</link>
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		<pubDate>Wed, 09 Feb 2011 18:54:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Franklin Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Franklin Ferreira]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>

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		<description><![CDATA[<iframe src="http://player.vimeo.com/video/19475982?title=0&#38;byline=0&#38;portrait=0&#38;color=334f60" width="440" height="248" frameborder="0"></iframe>

Este livro estará disponível na <a href="http://www.lojafiel.net/" target="_blank" title="Loja Fiel">Loja Fiel</a> a partir do dia 21/02/2011.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><iframe src="http://player.vimeo.com/video/19475982?title=0&amp;byline=0&amp;portrait=0&amp;color=334f60" width="440" height="248" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Este livro estará disponível na <a href="http://www.lojafiel.net/" target="_blank" title="Loja Fiel">Loja Fiel</a> a partir do dia 21/02/2011.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>A glória da graça de Deus: ensaios em honra a J. Richard Denham Jr.</title>
		<link>http://www.blogfiel.com.br/2010/10/a-gloria-da-graca-de-deus-ensaios-em-honra-a-j-richard-denham-jr.html</link>
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		<pubDate>Thu, 07 Oct 2010 13:56:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Franklin Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Franklin Ferreira]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Depois de  uma maratona extenuante de trabalho, o livro em homenagem ao longo e profícuo  ministério de pastor Ricardo Denham foi enviado para impressão à gráfica, em  São Paulo. Ele será lançado no formato 16x23 cm, com um total de 728 páginas.  Incluso, oito páginas em papel especial com dezenas de fotos a cores e em preto  &#38; branco ilustrando a longa carreira de pastor Ricardo.</p>
<p><img src="http://blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2010/10/Gloria-Graca-de-Deus-M-203x300.jpg" alt="A glória da graça de Deus: ensaios em honra a J. Richard Denham Jr." width="203" height="300" class="aligncenter size-medium wp-image-838" style="border:0px" /></p>
<p>Portanto,  queremos convidá-los para o lançamento desta obra, que ocorrerá no dia 20 de  outubro, às 19h45, na conferência da Fiel, poucos minutos antes da pregação de  Steven Lawson, quando teremos um momento gratulatório em homenagem ao pastor  Ricardo. Então, aqueles que puderem estar conosco nesta data, e não estão  inscritos para a conferência, serão mais do que bem vindos – mas será preciso  informar sua vinda à Editora Fiel, escrevendo para <a href="mailto:conferencias@editorafiel.com.br">conferencias@editorafiel.com.br</a> para certar os detalhes.</p>
<p>Peço as  orações dos leitores para que tudo ande bem na gráfica e o livro esteja pronto  para o lançamento na conferência.</p>
<p>Abaixo, oferecemos  o prefácio e o sumário da obra para os leitores do blog.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="justify">
<p>Depois de  uma maratona extenuante de trabalho, o livro em homenagem ao longo e profícuo  ministério de pastor Ricardo Denham foi enviado para impressão à gráfica, em  São Paulo. Ele será lançado no formato 16&#215;23 cm, com um total de 728 páginas.  Incluso, oito páginas em papel especial com dezenas de fotos a cores e em preto  &amp; branco ilustrando a longa carreira de pastor Ricardo.</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-838" style="border: 0px" src="http://blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2010/10/Gloria-Graca-de-Deus-M-203x300.jpg" alt="A glória da graça de Deus: ensaios em honra a J. Richard Denham Jr." width="203" height="300" /></p>
<p>Portanto,  queremos convidá-los para o lançamento desta obra, que ocorrerá no dia 20 de  outubro, às 19h45, na conferência da Fiel, poucos minutos antes da pregação de  Steven Lawson, quando teremos um momento gratulatório em homenagem ao pastor  Ricardo. Então, aqueles que puderem estar conosco nesta data, e não estão  inscritos para a conferência, serão mais do que bem vindos – mas será preciso  informar sua vinda à Editora Fiel, escrevendo para <a href="mailto:conferencias@editorafiel.com.br">conferencias@editorafiel.com.br</a> para acertar os detalhes.</p>
<p>Peço as  orações dos leitores para que tudo ande bem na gráfica e o livro esteja pronto  para o lançamento na conferência.</p>
<p>Abaixo, oferecemos  o prefácio e o sumário da obra para os leitores do blog.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p>No ambiente acadêmico, um <em>Festschrift</em> é um livro homenageando um acadêmico respeitado, publicado por ocasião de uma  honrosa aposentadoria ou por ocasião de seu sexagésimo ou setuagésimo  aniversário. O termo original alemão pode ser traduzido como “edição  comemorativa” ou “publicação honorífica”. Esta publicação contém textos de  antigos alunos em homenagem ao mestre, variando em tamanho e quantidade de  ensaios. Assim sendo, os ensaios publicados em tal livro se relacionam de  alguma forma com as contribuições do homenageado em sua área acadêmica. Não  raro, importantes personalidades fora do meio acadêmico também são homenageadas  com um <em>Festschrift</em>. Entre cristãos, um dos exemplos mais famosos é o  tributo editado por C. S. Lewis, <em>Essays Presented to Charles Williams</em>.1</p>
<p>A razão desta edição comemorativa é  celebrar os cinqüenta e oito anos de serviço abnegado, perseverante e frutífero  à igreja evangélica brasileira por parte de James Richard Denham Jr. Ele chegou  ao Brasil com sua esposa, Pearl Armen Denham, em 1952 e tem servido como  missionário, plantador de igrejas, pregador, evangelista, conselheiro, editor e  estadista do Reino. O Pastor Ricardo, como carinhosamente é conhecido, tem  servido à igreja evangélica não somente com a publicação de cerca de duzentos  títulos, através da Editora Fiel, mas também com a organização de conferências  para pastores e líderes, que completa nesse ano de 2010 a sua vigésima sexta  edição no Brasil. Isso sem mencionar as conferências para jovens, desde 2003, e  seu ministério de distribuição de livros e conferências que ocorrem há mais de  uma década em outros países lusófonos, como Portugal, Moçambique e Angola. Por  meio deste amplo ministério, este servo de Deus tem sido usado para o  desenvolvimento espiritual e intelectual de um incontável número de cristãos.  Acima de tudo, a literatura reformada era quase inexistente no Brasil até o  surgimento da Editora Fiel. Portanto, o pastor Ricardo é um dos instrumentos da  inserção e do solidificar-se da tradição reformada neste país. Logo, ao  prestar-lhe esta homenagem, damos glória a Deus que concede dons aos seus  servos, “com vistas ao aperfeiçoamento dos santos para o desempenho do seu  serviço, para a edificação do corpo de Cristo, até que todos cheguemos à  unidade da fé e do pleno conhecimento do Filho de Deus, à perfeita varonilidade,  à medida da estatura da plenitude de Cristo” (Ef 4.12-13).</p>
<p>Esta obra, que inclui um capítulo  biográfico acompanhado de um caderno de fotos, é dividida em quatro blocos.  Estes contêm ensaios nas áreas da história da igreja, teologia, eclesiologia e  sociedade, o que dá a dimensão exata dos interesses doutrinários e da  influência do pastor Ricardo sobre uma ampla gama de acadêmicos, pastores,  educadores e líderes em áreas tão diversas e importantes para a comunidade  evangélica. Este volume se encerra com uma doxologia, o que é apropriado a um  livro que afirma a força e a relevância da fé reformada no Brasil, cujo alvo  principal é a glória e o deleite no Deus trino, Pai, Filho e Espírito Santo.</p>
<p>Os autores, todos eles brasileiros, são  amigos, filhos na fé, colegas de ministério e acadêmicos que foram diretamente  abençoados pela convivência e profícuo ministério de pastor Ricardo. Como o  leitor notará, estes autores espelham a diversidade da tradição reformada no  Brasil, que tem alcançado muitas denominações e igrejas independentes nestas  terras. Aqui são encontrados escritores já conhecidos, assim como novos e  promissores autores, que temos a honra de apresentar à igreja evangélica  brasileira. E no amplo mosaico de estudos aqui presentes, o leitor descobrirá  uma agenda para recuperarmos a mensagem do evangelho, que trata de Deus, da  criação, da queda, da redenção e da restauração, o que produzirá a necessária  vitalidade eclesiástica nestes tempos tão conturbados. Como John Leith  escreveu, “a tradição reformada não pretende ser a única tradição cristã. Ela  afirma, sim, uma forma pela qual a Igreja una, santa, católica e apostólica,  tem vivido, anunciando sua fé e vida a cada nova geração. Reivindica ser uma  forma autêntica da comunidade cristã, com sua força e também com suas fraquezas  e problemas. Deseja ser o povo de Deus em sua plenitude. Na base de tudo isso,  a tradição reformada requer aceitação e avaliação crítica”.2 Deste  modo, o leitor é convidado a tratar os diversos temas oferecidos nesta obra  como um ponto de partida, interagindo com os mesmos, corrigindo-os à luz das  Escrituras, se for o caso, desenvolvendo-os e aplicando-os, para que a igreja  evangélica brasileira seja reformada e santificada, para transformar a rica e  variada cultura brasileira, trazendo-a para debaixo do senhorio cósmico de  Cristo Jesus.</p>
<p>Portanto, um dos alvos desta obra é  afirmar a fé reformada como uma força cultural contemporânea no Brasil.3  Para enriquecer ainda mais esse trabalho, ao final foi adicionado o documento  “uma proposta de Declaração de Fé submetida pela Comissão de Teologia da  Fraternidade Mundial de Igrejas Reformadas”, texto inédito divulgado em abril  de 2010 por uma comissão do <em>World Reformed Fellowship</em>, por ocasião de  sua terceira assembléia geral. Reverendo Augustus Nicodemus Lopes, membro do  comitê executivo da WRF, escreveu: “A Declaração de Fé da Fraternidade Mundial  Reformada nasceu do desejo da Fraternidade de oferecer à nossa geração uma  visão bíblica e reformada sobre assuntos cruciais da fé cristã, especialmente  aqueles que não foram tratados nas grandes confissões reformadas, mas que têm  se constituído um desafio para as igrejas nos dias de hoje. Não pretende ser  uma confissão e nem substituir as confissões reformadas. É tão somente uma  declaração escrita por teólogos de diferentes países e culturas, todos de linha  reformada, sobre estas questões contemporâneas. A versão que publicamos nesta  edição ainda tem caráter provisório, pois a Declaração ainda está no processo  de revisão e adaptação, devendo ser definitivamente aprovada pela Fraternidade  em sua Assembléia Geral, em 2014”. Assim,  oferecemos aos leitores um documento confessional atual, tratando alguns dos  principais dilemas e tensões que a comunidade cristã tem enfrentado nestes  tempos.</p>
<p>Num período de tantas mudanças, onde  parece que contemplamos os estertores de uma civilização, devemos afirmar nossa  confiança quanto ao triunfo da causa de Cristo. Rogamos a Deus para que os  esforços e o constante exemplo de vida do pastor Ricardo continuem frutificando  nos países de fala portuguesa. Mais ainda, ousadamente suplicamos ao Senhor da  glória que a fé bíblica, como sintetizada na tradição reformada e exposta neste  volume, restaure as igrejas do nosso país e além. Assim  sendo, é oportuno encerrar citando um trecho de uma correspondência do  reformador francês João Calvino: “A reforma da igreja é obra de Deus e tão  independente de esperanças e opiniões humanas quanto a ressurreição dos mortos  ou qualquer milagre dessa espécie. Portanto, no que tange à possibilidade de  fazer algo em favor dela, não se pode ficar esperando pela boa vontade das  pessoas ou pela alteração das circunstâncias da época, mas é preciso irromper  por entre o desespero. Deus quer que seu evangelho seja pregado. Vamos obedecer  a este mandamento, vamos para onde Ele nos chama! O sucesso não é da nossa  conta”.4</p>
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<p>Apresentação  – J. Richard Denham III &amp; Valter Graciano Martins<br />
Prefácio  – Franklin Ferreira<br />
Introdução  – Maurício Andrade<br />
Colaboradores<br />
O  casal Denham no Brasil e o ministério da Editora Fiel – Gilson Santos</p>
<p><em>História</em><br />
1.  Quem é realmente reformado? Relembrando conceitos básicos da fé reformada<strong> </strong>– Valdeci Santos<br />
2.  O caráter confessional da fé reformada – João Alves dos Santos<br />
3.  A presença dos reformados franceses no Brasil colonial – Franklin Ferreira<br />
4.  A evangelização no Brasil e a redescoberta da fé reformada – Josafá Vasconcelos<br />
5. Por um pacto evangélico: exortação sobre a unidade da igreja – Tiago José dos Santos Filho</p>
<p><em>Teologia</em><br />
6. <em>Fides et scientia</em>: indo além da discussão de “fatos” –  Davi Charles Gomes<br />
7.  A relevância das Escrituras para a igreja brasileira – Renato Vargens<br />
8.  Lutero ainda fala: um ensaio em história da interpretação bíblica – Augustus  Nicodemus Lopes<br />
9.  A necessidade e a importância da teologia sistemática – Hermisten Maia Pereira  da Costa<br />
10.  Uma introdução à teologia do pacto – Mauro Meister<br />
11.  A soberania de Deus e o problema do mal em Habacuque – Luiz Sayão<br />
12.  A compreensão puritana da intercessão de Cristo – João Serafini<br />
13.  Os benefícios devocionais dos cinco pontos do calvinismo – Clodoaldo Machado<br />
14.  O lugar da fé e da obediência na  justificação – Heber Campos Júnior</p>
<p><em>Igreja</em><br />
15.  O princípio regulador no culto  – Paulo Anglada<br />
16.  Uma perspectiva teológica do ministério pastoral – Paulo Valle<br />
17.  A centralidade da pregação expositiva – Daniel Deeds<br />
18.  O batismo na <em>Didaquê</em> – Wilson Porte  Jr.<br />
19. O ministério pastoral e a catequese nas  igrejas confessionais – Juan Siqueira<br />
20.  Aconselhamento bíblico: um ministério essencial na igreja – Flavio Ezaledo<br />
21.  Crescimento da igreja: com reforma ou  com reavivamento? – Heber Campos<br />
22.  A revitalização da igreja – Leonardo Sahium<br />
23.  A piedade e espiritualidade nos comentários e sermões de João Calvino sobre os  Salmos – Jorge Noda</p>
<p><em>Sociedade</em><br />
24.  A filosofia reformada: suas origens e seu lugar na história do pensamento  protestante – Guilherme Carvalho<br />
25.  A centralidade da ética na vida cristã – Jorge Max<strong></strong><br />
26.  Estado e política em João Calvino, na Confissão de Fé de Westminster e em Abraham  Kuyper – Solano Portela Neto<br />
27.  O ensino da graça comum na tradição reformada – Fernando de Almeida<br />
28.  A criação no contexto da fé reformada – Adauto Lourenço<br />
29.  Os fundamentos teológicos da família cristã – Sillas Campos<br />
30.  Uma educação integral e transformadora – Paulo César Oliveira</p>
<p><em>Doxologia</em><br />
Paixão  pela glória de Deus – Franklin Ferreira</p>
<p>Uma  Proposta de Declaração de Fé submetida pela Comissão de Teologia da  Fraternidade Mundial de Igrejas Reformadas</p>
</div>
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		<title>Uma Nota Sobre o Comentário de Calvino aos Gálatas, Efésios, Filipenses e Colossenses</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Jun 2010 12:14:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Franklin Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Franklin Ferreira]]></category>
		<category><![CDATA[Institucional]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Recentemente  recebi um e-mail onde foi questionada a “publicação de Gálatas Efésios,  Filipenses e Colossenses num único volume, uma vez que a editora publicou  Gálatas e Efésios em separado”. O irmão em questão comentou que já havia  adquirido o comentário de Efésios e “já tinha o de Gálatas pela Parakletos”.  Como a indagação deste irmão é muito pertinente, publicamos aqui a reposta que  enviei a este irmão.</p>
<p>------------------------------------ </p>
<p>Em agosto  de 2007 comecei a trabalhar na Editora Fiel. Fui convidado para trabalhar  especificamente com o lançamento das obras de João Calvino. Antes da minha  chegada, a Fiel lançou dois comentários, Gálatas e Efésios. Estes dois  comentários foram simples reimpressões dos comentários que a Parakletos lançou  em meados da década de 1990. Já naquela época, a Parakletos começou a relançar  novas edições destes comentários, no caso, Romanos e 1Coríntios. Estas novas  edições, diferentes das anteriores,&#160;continham centenas de ricas notas de  rodapé e o texto latino, ao lado do texto em português (isto é explicado numa  nota editorial que acompanha a edição de Romanos de 2001). Com minha chegada à  editora Fiel, o processo original foi retomado, isto é, a partir de agora  somente serão lançados comentários neste novo padrão, com notas de rodapé,  texto latino e eventuais&#160;apêndices ou ajudas (como pode ser visto nas  imagens abaixo), seguindo a edição-padrão das obras de Calvino lançadas pela  Baker Book House, e não a edição simplificada da Eerdmans, que era o padrão  anterior. É preciso deixar claro que não há nenhuma previsão para lançar  Filipenses e Colossenses separadamente, pois ao preparar estes comentários para  publicação, descobrimos que nunca se intencionou lançar os quatro (Gálatas,  Efésios, Filipenses e Colossenses) separadamente. Então, além de termos uma  nova edição de Gálatas e Efésios, voltamos ao formato original, desejado por  João Calvino, lançando os quatro em conjunto. Também se deve considerar que os  quatro comentários lançados em conjunto ficaram bem mais em conta,  financeiramente, para o leitor, do que lançar os quatro comentários  separadamente.</p>
<a href="http://blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Gal-Ef-Fil-Co-Miolo-85.jpg" target="_blank"><img src="http://blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Gal-Ef-Fil-Co-Miolo-85-200x300.jpg" alt="Gal - Ef - Fil - Co 1" width="200" height="300" class="size-medium wp-image-452" /></a><a href="http://blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Gal-Ef-Fil-Co-Miolo-88.jpg" target="_blank"><img src="http://blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Gal-Ef-Fil-Co-Miolo-88-200x300.jpg" alt="Gal - Ef - Fil - Co 2" width="200" height="300" class="size-medium wp-image-453" /></a>
<p>[...]</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="justify">
<p>Recentemente  recebi um e-mail onde foi questionada a “publicação de Gálatas Efésios,  Filipenses e Colossenses num único volume, uma vez que a editora publicou  Gálatas e Efésios em separado”. O irmão em questão comentou que já havia  adquirido o comentário de Efésios e “já tinha o de Gálatas pela Parakletos”.  Como a indagação deste irmão é muito pertinente, publicamos aqui a reposta que  enviei a este irmão.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p>Em agosto  de 2007 comecei a trabalhar na Editora Fiel. Fui convidado para trabalhar  especificamente com o lançamento das obras de João Calvino. Antes da minha  chegada, a Fiel lançou dois comentários, Gálatas e Efésios. Estes dois  comentários foram simples reimpressões dos comentários que a Parakletos lançou  em meados da década de 1990. Já naquela época, a Parakletos começou a relançar  novas edições destes comentários, no caso, Romanos e 1Coríntios. Estas novas  edições, diferentes das anteriores, continham centenas de ricas notas de  rodapé e o texto latino, ao lado do texto em português (isto é explicado numa  nota editorial que acompanha a edição de Romanos de 2001). Com minha chegada à  editora Fiel, o processo original foi retomado, isto é, a partir de agora  somente serão lançados comentários neste novo padrão, com notas de rodapé,  texto latino e eventuais apêndices ou ajudas (como pode ser visto nas  imagens abaixo), seguindo a edição-padrão das obras de Calvino lançadas pela  Baker Book House, e não a edição simplificada da Eerdmans, que era o padrão  anterior. É preciso deixar claro que não há nenhuma previsão para lançar  Filipenses e Colossenses separadamente, pois ao preparar estes comentários para  publicação, descobrimos que nunca se intencionou lançar os quatro (Gálatas,  Efésios, Filipenses e Colossenses) separadamente. Então, além de termos uma  nova edição de Gálatas e Efésios, voltamos ao formato original, desejado por  João Calvino, lançando os quatro em conjunto. Também se deve considerar que os  quatro comentários lançados em conjunto ficaram bem mais em conta,  financeiramente, para o leitor, do que lançar os quatro comentários  separadamente.</p>
<p><a href="http://blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Gal-Ef-Fil-Co-Miolo-85.jpg" target="_blank"><img class="size-medium wp-image-452" src="http://blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Gal-Ef-Fil-Co-Miolo-85-200x300.jpg" alt="Gal - Ef - Fil - Co 1" width="200" height="300" /></a><a href="http://blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Gal-Ef-Fil-Co-Miolo-88.jpg" target="_blank"><img class="size-medium wp-image-453" src="http://blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Gal-Ef-Fil-Co-Miolo-88-200x300.jpg" alt="Gal - Ef - Fil - Co 2" width="200" height="300" /></a></p>
<p>Concluindo,  a partir de agora, só serão lançados comentários inéditos e neste novo formato.  Hebreus, que havia sido lançado previamente pela Parakletos, será relançado  pela Fiel até o fim do ano; mas, agora, como uma nova edição, contendo o texto  latino, centenas de notas de rodapé e ainda cerca de quarenta apêndices, que  não foram previamente publicados quando este material foi lançado originalmente  pela Parakletos em meados de 1990. Quer dizer, não estamos mais fazendo  reimpressões, mas lançando novas edições (o que é natural no mercado editorial,  seja secular ou evangélico). Em breve sairão Salmos v. 2 e 3 (assim como já foi  lançado Salmo v. 1): no caso destes, como foram lançados originalmente pela  Parakletos no padrão da edição inglesa que temos usado, são reimpressões, com  capa nova, arte gráfica também nova e algumas revisões gramaticais, mas  o texto permanece intacto.</p>
<p>Agradecemos  imensamente aos nossos leitores pela compreensão, certos de que ao final todos  seremos beneficiados por estas publicações.</p>
</div>
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		<item>
		<title>Comentário de Calvino aos Gálatas, Efésios, Filipenses e Colossenses</title>
		<link>http://www.blogfiel.com.br/2010/05/comentario-de-calvino-aos-galatas-efesios-filipenses-e-colossenses.html</link>
		<comments>http://www.blogfiel.com.br/2010/05/comentario-de-calvino-aos-galatas-efesios-filipenses-e-colossenses.html#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 27 May 2010 13:42:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Franklin Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Franklin Ferreira]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><strong>Prefácio à edição em português</strong></p>
<p><img style="float: left;margin: 0pt 10px 10px 0pt" src="http://blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2010/05/gal-efes-fil-col-capa.jpg" alt="Comentário de Calvino aos Gálatas, Efésios, Filipenses e Colossenses" width="168" height="248" />O leitor tem em mãos o comentário de João Calvino a quatro das epístolas canônicas escritas pelo apóstolo Paulo.1 Estes quatro comentários foram preparados durante o tempo em que o reformador francês trabalhou, em meio à grande luta e oposição, para organizar estruturalmente a igreja reformada da cidade de Genebra, na Suíça. Ele casou-se com Idelette de Bure em março em 1540, em Strasbourg, de onde, em 13 de setembro do mesmo ano, retornou à Genebra, iniciando os vinte e cinco anos finais de seu ministério, e que marcariam seu nome indelevelmente na história daquela cidade suíça e da cristandade. Ainda naquele ano, seu amigo Philipp Melanchthon (1497-1560), para tentar sanar a divisão entre luteranos e reformados, preparou a <em>Confessio Augustana Variata</em>, que foi prontamente subscrita por João Calvino. Esta <em>Variata</em> incluía uma importante revisão no ensino da Santa Ceia e acerca da presença de Cristo nos elementos da eucaristia, onde se lê: "Da Ceia do Senhor, se ensina que com o pão e o vinho são verdadeiramente testemunhados o corpo e o sangue de Cristo para os que se alimentam da Ceia do Senhor".2</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="justify">
<p><strong>Prefácio à edição em português</strong></p>
<p><img style="float: left;margin: 0pt 10px 10px 0pt" src="http://blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2010/05/gal-efes-fil-col-capa.jpg" alt="Comentário de Calvino aos Gálatas, Efésios, Filipenses e Colossenses" width="168" height="248" />O leitor tem em mãos o comentário de João Calvino a quatro das epístolas canônicas escritas pelo apóstolo Paulo.1 Estes quatro comentários foram preparados durante o tempo em que o reformador francês trabalhou, em meio à grande luta e oposição, para organizar estruturalmente a igreja reformada da cidade de Genebra, na Suíça. Ele casou-se com Idelette de Bure em março em 1540, em Strasbourg, de onde, em 13 de setembro do mesmo ano, retornou à Genebra, iniciando os vinte e cinco anos finais de seu ministério, e que marcariam seu nome indelevelmente na história daquela cidade suíça e da cristandade. Ainda naquele ano, seu amigo Philipp Melanchthon (1497-1560), para tentar sanar a divisão entre luteranos e reformados, preparou a <em>Confessio Augustana Variata</em>, que foi prontamente subscrita por João Calvino. Esta <em>Variata</em> incluía uma importante revisão no ensino da Santa Ceia e acerca da presença de Cristo nos elementos da eucaristia, onde se lê: &#8220;Da Ceia do Senhor, se ensina que com o pão e o vinho são verdadeiramente testemunhados o corpo e o sangue de Cristo para os que se alimentam da Ceia do Senhor&#8221;.2</p>
<p>No ano seguinte, em novembro de 1541, os conselhos da cidade adotaram as Ordenações Eclesiásticas (<em>Ordonnances Ecclesiastiques</em>) propostas por Calvino, e que estruturavam o governo eclesial por meio de pastores, mestres, presbíteros e diáconos. Também nesta época o consistório foi estabelecido, para zelar pela disciplina na igreja, manter a unidade na fé e a pureza doutrinal, além de não permitir a interferência do poder civil na igreja – intenção esta que originaria vários e amargos conflitos com os conselhos da cidade. Também dessa época são a <em>Carta ao Cardeal Sadoleto</em>, de 1540, a edição francesa das <em>Institutas da Religião Cristã</em> (<em>Institution de la Religion Chrestienne</em>) de 1541, traduzida da edição latina ampliada de 1539, o <em>Breve Tratado da Santa Ceia</em> (<em>Petit Traité de La Sainte Cène</em>), o <em>Traité des Reliques</em> em 1543, e a primeira edição da Bíblia de Genebra de 1546, contendo prefácio preparado pelo reformador francês. Ao final deste período a primeira seção do Concílio de Trento foi convocada, recrudesceram os conflitos dos calvinistas franceses com a coroa francesa e, em março de 1549, a esposa de Calvino faleceu, depois de uma longa e dolorosa luta com várias doenças. Durante este tempo tão conturbado e inseguro, quase insustentável, Calvino, &#8220;um estrangeiro destituído do direito de voto&#8221; como o descreveu Alister McGrath, preparou estes quatro comentários, tendo-os começado no fim de 1546 e terminado no começo de 1548, quando foram publicados em latim e em francês.3 &#8220;Ele sempre tratou estes quatro [livros] como um conjunto, e eles nunca foram publicados separadamente&#8221;.4</p>
<p>Ao mesmo tempo em que João Calvino batalhava pela reforma estrutural da igreja reformada em Genebra, com suas implicações sociais e políticas, ele tinha diante de si estas quatro epístolas. Ajudará ter uma idéia geral dos temas destas quatro epístolas, tendo em mente as lutas travadas no período que começou em 1541 e que se encerrou em 1555, quando finalmente toda a oposição política a Calvino foi derrotada em Genebra. Nesta época crítica de seu ministério, foram os temas destas epístolas que forneceram a direção para as reformas eclesiais e políticas que ocorreram naquela cidade da Suíça.</p>
<p>(&#8230;)</p>
<p>Estes quatro comentários foram dedicados a Christoph von Württemberg (1515-1568), filho de Ulrich von Württemberg e Sabina von Bayern-München – que pouco depois de seu nascimento fugiu para a corte de seus pais em Munich. Christoph permaneceu em Stuttgart com seu pai e sua irmã mais velha, mas em 1519 o estado (<em>Land</em>) de Württemberg caiu sob o domínio austríaco, e sua família foi banida dali. Ele cresceu na corte de Maximilian I, em Innsbruck, onde ganhou experiência política sob a tutela da casa de Habsburg, uma das mais importantes casas reais européias. Carlos V, que sucedeu Maximilian I, levou-o em suas viagens pela Europa. No inverno de 1530 ele esteve na coroação de Carlos V em Köln. Em 1531 ele viajou para a Holanda, em 1532 ele lutou com Carlos V contra os turcos em Viena, na Áustria, seguindo depois para a Itália e para a Espanha, e em meados de 1534 passou algum tempo na França.</p>
<p>Em 1534 Württemberg foi reconquistado aos austríacos, e a reforma evangélica foi introduzida naquele estado. No final da década de 1530 Christoph se converteu à fé evangélica. Em 1542, por meio do Tratado de Reichenweier, Christoph foi instalado como o governador da região de Montbéliard, no Alto Reno (Haut-Rhin), que havia se tornado um enclave evangélico, por influência do grande amigo de Calvino, Gillaume Farel (1489-1565), e que na época estava sob o controle de Württemberg. Em 1544 ele se casou com Anna Maria de Brandenburg-Ansbach (1526-1589), filha de Georg, Margrave de Brandenburg-Ansbach, e teve doze filhos deste casamento. O Margrave era luterano, e o casamento serviu para solidificar ainda mais sua adesão à causa evangélica. Este comentário que o leitor tem em mãos foi dedicado a Christoph nesta época, em fevereiro de 1548.</p>
<p>Em 1550 sucedeu seu pai Ulrich como duque de Württemberg e conde de Montbéliard. Seu conselheiro teológico mais importante foi o reformador luterano Johannes Brenz (1499-1570), amigo fiel de Lutero, reitor da catedral de Stuttgart e responsável por todas as igrejas de Württemberg. Tão logo assumiu o trono, Christoph pediu a Brenz para preparar a Confissão de Württemberg<em> (Confessio Virtembergica)</em>, para apresentá-la, juntamente com Jakob Beurlin (1520-1561), na segunda seção do Concílio de Trento, em março de 1552. Embora este concílio não tenha nem mesmo permitido a leitura desta confissão, ela foi adotada pela igreja evangélica de Württemberg (<em>Evangelische Landeskirch in Württemberg</em>) em 1559, no Sínodo de Stuttgart. Christoph, com a ajuda de Brenz, reorganizou toda a administração eclesiástica e estatal em Württemberg. Estas reformas foram codificadas numa &#8220;Grande Regra Eclesial&#8221; (<em>Großen Kirchenordnung</em>) em 1559, preparadas por Brenz com a ajuda de Christoph, e que oferecia as bases jurídicas para as mudanças objetivadas na igreja e no estado, a partir da ligação indissociável entre o fundamento teológico e atividade prática da igreja e da sociedade.5 O que se tornou a posição oficial sob o Duque de Württemberg é que o governo secular deve trazer paz e ordem para toda a sociedade por causa da glória de Deus. Neste sentido, de forma menos ambígua que Lutero, o que Brenz e seu Duque defenderam foi o conceito do estado cristão, onde este também deve zelar pela pureza doutrinária da comunidade cristã.6</p>
<p>Christoph trabalhou arduamente para que a fé evangélica exercesse profunda influência em Württemberg, falecendo em 28 de dezembro de 1568, em Stuttgart. Foi a este homem que Calvino dedicou este comentário às quatro epístolas de Paulo. E ao dedicar seu comentário a um Duque que representava uma igreja luterana territorial na Alemanha, notamos outra faceta de Calvino. Ele escreveu ao arcebispo da Igreja da Inglaterra, Thomas Cranmer (1489-1556), em abril de 1552: &#8220;Assim é que, dilacerados os membros da igreja, o corpo sangra. Isso me aflige de tal maneira que, se eu fosse de algum préstimo, cruzaria voluntariamente até mesmo dez mares, se necessário, por causa disso&#8221;.7 O que se vê no fato de dedicar este comentário ao Duque de Württemberg é a grande preocupação do reformador francês de estabelecer uma verdadeira unidade doutrinal e espiritual, atuando para sanar as divisões que afligiam a cristandade, trabalhando construtivamente para unir naqueles pontos verdadeiramente essenciais aqueles que professam a mesma fé, anglicanos, luteranos e reformados, no verdadeiro sentido ecumênico.</p>
<p>Aqui temos o melhor de Calvino: o impulso para a reforma e organização visível da igreja é dirigido, incitado e corrigido pelas Escrituras Sagradas. Mas tal reforma não é um esforço isolado ou cismático, em que uma expressão local ou regional da grande igreja se percebe como a única correta. Muito ao contrário: o que se vê em Calvino, e especialmente ao situarmos este comentário em seu contexto histórico e intelectual, é que a reforma da igreja de Genebra foi caracterizada por diálogo com igrejas cristãs de outras regiões, a partir daqueles pontos que são essenciais à fé evangélica. Ainda que convicto da verdade de sua causa, também no tocante à eclesiologia, o reformador francês estava pronto para estender a destra da comunhão para outros evangélicos, como os episcopais e os luteranos. Como ele escreveu a Melanchthon, em junho de 1545: &#8220;Não cesso, porém, de render maiores graças a Deus, que nos concedeu tal concordância de opinião quanto a toda aquela questão acerca da qual fomos ambos examinados. Conquanto haja leve diferença sobre alguns particulares, concordamos muito bem acerca da questão geral em si mesma&#8221;.8</p>
<p>Neste comentário somos apresentados ao brilhante exegeta para o qual &#8220;a instrução teológica significava exposição da Escritura Sagrada&#8221;,9 interpretando o texto bíblico com fidelidade e modéstia, aplicando-o à vida dos cristãos, obedecendo-o ao almejar a reforma da igreja visível, mas sem perder de vista que a expressão local ou regional de uma igreja que luta para ser bíblica é parte da grande igreja, espalhada por toda a terra, e que a luta por unidade é incitada pelo grande evento que ocorrerá no grande dia da vinda de Cristo, quando esta numerosa igreja será ajuntada dos quatro cantos da terra, para celebrar o Deus trino por toda a eternidade, nos novos céus e terra – &#8220;Eis grande multidão que ninguém podia enumerar, de todas as nações, tribos, povos e línguas, em pé diante do trono e diante do Cordeiro, vestidos de vestiduras brancas, com palmas nas mãos; e clamavam em grande voz, dizendo: Ao nosso Deus, que se assenta no trono, e ao Cordeiro, pertence a salvação. Todos os anjos estavam de pé rodeando o trono, os anciãos e os quatro seres viventes, e ante o trono se prostraram sobre o seu rosto, e adoraram a Deus, dizendo: Amém! O louvor, e a glória, e a sabedoria, e as ações de graças, e a honra, e o poder, e a força sejam ao nosso Deus, pelos séculos dos séculos. Amém!&#8221; (Ap 7.9-12)</p>
<p><em>Ut</em> <em>in omnibus glorificetur Deus</em><em>!</em></p>
<p>Pr. Franklin Ferreira<br />
Membro da equipe pastoral da Igreja Batista Nações Unidas – São Paulo-SP<br />
Editor das Obras de João Calvino</p>
</div>
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		<title>Sua luta contra o orgulho</title>
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		<pubDate>Sat, 22 Nov 2008 02:35:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Franklin Ferreira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O texto abaixo foi retirado de um dos capítulos do livro Vencendo o Mundo, de Dr. Joel Beeke, que será lançando pela Editora Fiel em dezembro de 2008. Dr. Beeke utilizou esse texto como base de uma das mensagens que pregou na 24ª Conferência Fiel para Pastores e Líderes em outubro passado. Sua lutacontra o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table border="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td align="left"><img src="http://www.editorafiel.com.br/blog/Vencendo_o_Mundo.JPG" alt="Vencendo o Mundo" /></td>
<td></td>
<td align="justify">O texto abaixo foi retirado de um dos capítulos do livro Vencendo o Mundo, de Dr. Joel Beeke, que será lançando pela Editora Fiel em dezembro de 2008. Dr. Beeke utilizou esse texto como base de uma das mensagens que pregou na 24ª Conferência Fiel para Pastores e Líderes em outubro passado.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>  <center><br />
<table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="80%">
<tbody>
<tr>
<td align="center"><span style="font-size:180%;">Sua luta<br />contra o orgulho</span><br />Dr.  Joel Beeke</td>
<td align="center"><img src="http://www.editorafiel.com.br/blog/Joel_Beeke.JPG" alt="Joel Beeke" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p> </center><br /> 
<p>Atente à sua atitude para com o ministério. Os pastores podem desenvolver duas atitudes paralisantes em relação ao ministério: orgulho ou pessimismo. Ambas são mundanas, pois demonstram que o mundo ainda não está crucificado em nós. Neste capítulo, abordaremos o orgulho; nos próximos capítulos, o pessimismo.</p>
<p align="center"><strong>O pecado de orgulho</strong></p>
<p>Deus odeia o orgulho (Pv 6.16-17). Com seu coração, Ele odeia o orgulho; com seus lábios, amaldiçoa-o; com suas mãos, pune-o (Sl 119.21; Is 2.12; 23.9). O orgulho foi o primeiro inimigo de Deus. Foi o primeiro pecado no Paraíso e será o último que deixaremos na terra.<br />Como pecado, o orgulho é singular. Muitos pecados nos afastam de Deus, mas o orgulho é um ataque direto contra Deus. Eleva nosso coração acima de Deus e contra Ele. O orgulho procura destronar a Deus e entronizar a si mesmo.<br />O orgulho também procura destronar meu próximo. Sempre coloca a idolatria do “ego” acima do meu próximo. Em sua raiz, o orgulho transgride ambas as tábuas da Lei, todos os Dez Mandamentos.<br />O orgulho é complexo. “Assume muitas formas e estilos, envolvendo o coração como as camadas de uma cebola: quando remove uma camada, há outra por baixo”, escreveu Jonathan Edwards.<br />Nós, pastores, que estamos sempre sob o olhar das pessoas, somos particularmente inclinados ao pecado de orgulho. Conforme escreveu Richard Greenham: “Quanto mais piedoso for um homem, quanto mais graças e bênçãos de Deus estiverem sobre ele, tanto mais ele precisará orar, porque Satanás está muito ocupado em agir contra ele e porque é propenso a se envaidecer com uma presunçosa santidade”.<br />O orgulho se alimenta de qualquer coisa: uma medida justa de sabedoria e habilidade, um simples cumprimento, um tempo de prosperidade notável, uma chamada a servir a Deus em uma posição de prestígio — até a honra de sofrer por causa da verdade. “É muito difícil matar de fome esse pecado, visto que não existe quase nada do que ele não possa viver”, escreveu Richard Mayo.1<br />Se pensamos que estamos imunes ao pecado de orgulho, devemos perguntar a nós mesmos: quão dependente somos do louvor dos outros? Estamos mais preocupados com uma reputação de santidade do que com a própria santidade? O que os presentes e as recompensas que ganhamos de outros dizem a respeito de nosso ministério? Como reagimos ao criticismo das pessoas de nossa igreja?<br />Nossos antecessores não se consideravam imunes a este pecado. “Sei que sou orgulhoso; mas não conheço metade de meu orgulho”, escreveu Robert Murray M’Cheyne. Vinte anos depois de sua conversão, Jonathan Edwards lamentava as “profundezas insondáveis e infinitas de orgulho” deixadas em seu coração. E Lutero disse: “Tenho mais medo do papa do ‘ego’ do que do papa de Roma e de todos os seus cardeais”.<br />O orgulho destrói nossa obra. “Quando o orgulho escreve nosso sermão ele assume sua forma e sobe ao púlpito conosco”, disse Richard Baxter. “O orgulho forma o nosso tom, estimula nossa pregação e subtrai-nos aquilo que poderia ser desagradável às pessoas. Ele nos coloca na busca do fútil aplauso de nossos ouvintes. Faz os homens seguirem a si mesmos e buscarem sua própria glória.”2<br />Um pastor piedoso luta contra o orgulho, enquanto um pastor mundano alimenta o orgulho. “Os homens me admiram freqüentemente, e sinto deleite nisso”, admitiu Matthew Henry, “mas odeio o deleito que sinto”.3 Cotton Matthew recordava, quando o orgulho enchia seu coração de amargura e confusão diante do Senhor: “Esforçava-me para ver meu orgulho como a própria imagem do Diabo, contrário à imagem e graça de Cristo; vê-lo como uma ofensa contra Deus e uma afronta ao seu Espírito; como a tolice e a loucura mais insensata para alguém que não possuía nada excelente e uma natureza tão corrupta”.4 Thomas Shepard também lutava contra o orgulho. Em seu diário, na folha do dia 10 de novembro de 1642, ele escreveu: “Fiz um jejum pessoal, para obter mais clareza, a fim de ver toda a glória de Deus… e para obter a vitória sobre todo o orgulho remanescente em meu coração”.5<br />Você pode se identificar com esses pastores, em sua luta contra o orgulho? Você se importa bastante com seus irmãos no ministério, a ponto de admoestá-los a respeito deste pecado? Quando John Eliot, o missionário puritano, observava que um colega pensava muito elevado a respeito de si mesmo, diria para ele: “Irmão, estude a mortificação, estude a mortificação”.6</p>
<p align="center"><strong>Maneiras de subjugar o orgulho</strong></p>
<p>Como lutamos contra o  orgulho? Eis algumas maneiras que nos ajudam a subjugar o orgulho.</p>
<p>● Entenda quão profundamente o orgulho está arraigado em nós e quão perigoso ele é para o ministério. Devemos protestar conosco mesmo  como o puritano Richard Mayo: “Deve ser orgulhoso o homem que pecou como tu pecaste, que viveu como tens vivido, que desperdiçou tanto tempo, que abusou tanto da misericórdia, que omitiu tantos deveres, que negligenciou tão grandes meios e, por isso, entristeceu o Espírito de Deus, transgrediu a sua Lei, desonrou o seu nome. Deve ser orgulhoso o homem que tem um coração como o que tens”.7<br />● Olhe para Cristo. Se desejamos destruir o orgulho mundano e viver com humildade santa, olhemos para Cristo, nosso Salvador, cuja vida, conforme disse Calvino, “era nada mais do que uma série de sofrimentos”. Em nenhum outro lugar a humildade foi tão cultivada como no Getsêmani e no Calvário. Quando o orgulho ameaça você, considere o contraste entre um pastor orgulhoso e um Salvador humilde. Confesse, como Joseph Hall:</p>
<p>Teu jardim é o lugar<br />  Onde o orgulho não pode  entrar,<br />  Pois, se ali ele  ousasse entrar,<br />  Logo seria afogado em  sangue.</p>
<p>E cante, com Isaac  Watts:</p>
<p>Quando investigo a  maravilhosa cruz,<br />  Em que morreu o  Príncipe da Glória,<br />  Meu maior ganho reputo  como perda<br />  E lanço desdém sobre  todo o meu orgulho.</p>
<p>● Permaneça na Palavra. Em dependência do Espírito, leia, pesquise, memorize, ame, ore sobre ela e medite em passagens como Salmos 39.4-6; Salmos 51.17; Gálatas 6.14; Filipenses 2.5-8; Hebreus 12.1-4; 1 Pedro 4.1. Somente o Espírito pode destruir o poder de nosso orgulho e cultivar humildade em nosso íntimo, tomando as coisas de Cristo e revelando-as para nós.<br />● Busque um conhecimento mais profundo de Deus, seus atributos e sua glória. Jó e Isaías nos ensinam que nada é tão humilhante como o conhecimento de Deus (Jo 42; Is 6). Gaste tempo meditando nas grandezas e santidade de Deus, em comparação com sua pequenez e pecaminosidade.<br />● Pratique a humildade (Fp 2.3-4). Lembre como Agostinho respondeu a pergunta: “Quais as três virtudes que um pastor mais necessita?” Ele disse: “Humildade, humildade, humildade”. Para obter isso, procure ter maior consciência de sua depravação, bem como da hediondez e da irracionalidade do pecado. Não descanse enquanto não puder confessar diariamente como João Batista: “Convém que ele cresça e que eu diminua” (Jo 3.30), pois isto é a essência da humildade.<br />● Lembre, diariamente, que “a soberba precede a ruína, e a altivez do espírito, a queda” (Pv 16.18). Considere suas aflições como dons de Deus para conservá-lo humilde. Considere seus talentos como dons de Deus que nunca lhe trazem qualquer honra (1 Co 4.7). Tudo que você já realizou e realizará veio das mãos de Deus.<br />● Encare a vitória sobre o orgulho como um processo vitalício que o chama a crescer em servidão. Esteja determinado a batalhar contra o orgulho, por considerar cada dia como uma oportunidade para esquecer-se de si mesmo e servir aos outros. Como escreveu Abraham Booth: “Não esqueça que toda a sua obra é ministerial — e não legislativa — para que você não seja um senhor da igreja, e sim um servo.8 O ato de servir é intrinsecamente humilhante.<br />  ● Leia a biografia de  grandes santos, como <em>Whitefield’s Jounals </em>(Diário  de Whitefield)<em>, </em>A Vida de David Brainerd, e <em>Spurgeon’s Early Years</em> (Os Primeiros Anos de Spurgeon). Como disse Martin Lloyd-Jones: “Se isso não o trouxer à terra, declare que você é apenas um profissional, sem esperança”.9 Associe-se com santos que exemplificam humildade, e não com arrogantes ou bajuladores.<br />● Medite naquilo que os puritanos chamavam de “as quatro últimas coisas”: a solenidade da morte, a certeza do Dia do Juízo, a amplitude da eternidade e os estados inalteráveis do céu e do inferno. Considere o que você merece por causa do pecado e qual será o seu futuro por causa da graça. Permita que o contraste o humilhe (1 Pe 5.5-7).</p>
</p>
<p><strong>Notas: </strong></p>
<p>1. Puritan sermons,  1659-1689, being the morning exercises at Cripplegate. Wheaton, Ill.:  Richard Owen Roberts, 1981. 3:378.<br />  2. Baxter, Richard. The reformed pastor. New York: Robert Carter &amp; Brothers,  1860. p. 212-226.<br />  3. Citado em Bridges, Charles. <em>Christian ministry.</em> p.153.<br />  4. Ibid. p. 152.<br />  5. McGiffert, Michel (Ed.). <em>God’s plot:</em> puritan spirituality in Thomas Shepard’s Cambridge.  Ambers: University   of Massachusetts Press,  1994. p. 82, ss.<br />  6. Citado em Bridges, Charles. <em>Christian  ministry.</em> p.128.<br />  7. Puritan sermons,  1659-1689, being the morning exercises at Cripplegate. Wheaton, Ill.:  Richard Owen Roberts, 1981. 3:390.<br />  8. In: Brown, John (Ed.). <em>The christian pastor’s manual.</em> Ligonier, Pa.: Soli Deo Gloria, 1991. p. 66.<br />  9. Llyod-Jones, D. M. <em>Pregação e pregadores.</em> São José dos Campos: Fiel, 2007 p. xxx.</p>
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