Livros

Lançamento: Cave Mais Fundo

Sobre o que você edificará sua vida?

Trecho do livro “Cave Mais Fundo” escrito por Joshua Harris:

Cave Mais Fundo Jesus não foi um vítima apanhada nas armadilhas da injustiça romana. Ele era Deus mesmo, que entregou espontaneamente a sua vida. Deus, o Pai, não era um divindade cruel e abusiva que não teve compaixão de seu próprio filho. Em vez disso, no mistério da Divindade, o Pai e o Filho resolveram juntos redimir a humanidade por meio da substituição. O pecado humano exigia que um preço fosse pago. Mas Deus pagaria o preço, com sua própria vida.

O Filho se tornou pecado no sentido de que ele representou a humanidade e assumiu o lugar da humanidade pecadora. Deus, o Pai, ministrou a justiça. A ira e a punição justas que a traição e a rebelião humana merecia foram derramadas sobre o Deus, o Filho. Na cruz, Deus mesmo tanto deu como recebeu o golpe.

Jesus não foi apanhado numa armadilha. Ele estava no controle. E escolheu, por causa de amor, entregar sua vida por mim. Jesus disse: “Por isso, o Pai me ama, porque eu dou a minha vida para a reassumir. Ninguém a tira de mim; pelo contrário, eu espontaneamente a dou. Tenho autoridade para a entregar e também para reavê-la. Este mandato recebi de meu Pai” (Jo 10.17,18).

Jesus entregou sua vida. Ele amou a glória de seu Pai. O Pai amou seu Filho. E, juntos, motivados por amor a um mundo perdido, eles pagaram o maior preço para expiar o pecado.

Extraído do Capítulo 6, “Uma maneira de ser bom novamente”.

Joshua Harris O AUTOR: Joshua Harris é o pastor da Covenant Life Church, em Gaithersburg, que pertence à rede de igrejas Sovereign Grace. Um pregador dotado com uma paixão por tornar a verdade teológica fácil ao entendimento, Joshua é, talvez, mais famoso por seu best-seller Eu Disse Adeus ao Namoro (Atos), que ele escreveu aos vintes e um anos de idade. Seus últimos livros incluem Garoto encontra garota (Atos), Sexo não é problema, lascívia sim (Cultura Cristã) e Stop Dating the Church. Sendo ele o fundador das conferências Next para adultos jovens, está comprometido com uma nova geração de cristãos. Ele e sua esposa, Shannon, têm três filhos.

Preço promocional até domingo (dia 22): http://bit.ly/wDLOIM
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Leia um trecho do livro:

Pergunta: Por que em Gênesis 1.1 a Palavra “Céu” Está no Plural?

Pergunta: “Em Gênesis 1.1 – “No princípio criou Deus os céus e a terra.” a palavra “céu” está no plural, enquanto “terra” está no singular. Venho buscando entender esse plural. Podem me ajudar?” – Valdemar Donizeti Bassetto, São Paulo – SP

O professor Adauto Lourenço, responde a esta pergunta.


Resposta:

Gênesis 1:1 é um resumo de toda a criação de Deus, descrita nos capítulos 1 e 2 de Gênesis.
A palavra céu ocorre no plural por serem vários, mais especificamente três, na terminologia bíblica.
O primeiro céu é o que chamamos de atmosfera da Terra (onde ficam as nuvens e voam aves e aviões).
O segundo céu é o espaço sideral (onde ficam os corpos celestes – planetas, luas, estrelas, galáxias – e onde viajam as naves espaciais).
O terceiro céu é mencionado apenas pelo apóstolo Paulo em II Coríntios 12.

Veja porque o primeiro e o segundo céus foram criados no segundo dia:

Verso 8: “E chamou Deus o firmamento Céus.” (Segundo dia).
Verso 14: “Haja luzeiros no firmamento dos céus.” (Quarto dia. Note que os céus já existiam).
Verso 20: “Voem as aves sobre a terra, sob o firmamento dos céus.”  (Quinto dia. Note que os céus já existiam).

Este assunto é tratado no livro “Gênesis 1&2: A Mão de Deus na Criação“, capítulo 9, “Os Três Primeiros Dias de Criação”.

Adauto Lourenço Adauto Lourenço é formado em Física pela Bob Jones University; possui mestrado em Física, obtido na Clemson University, EUA. Realizou pesquisas no Max Planck Institut für Strömungsfurchung, em Göttingen, Alemanha e no Oak Ridge National Laboratory, EUA. É professor, pesquisador, escritor, e tem realizado seu ministério na área de apologética (fé e ciência; criacionismo; etc.) através de palestras em igrejas e seminários de todo o Brasil e outros países. Adauto é casado com Sueli, e o casal tem três filhas: Quezia, Joyce e Sarah.

Enriquecendo-se com a Bíblia

Toda a Escritura é Inspirada por Deus…

Enriquecendo-se com a Bíblia No Brasil, houve um tempo em que o cristão era conhecido como “Bíblia” ou “aquela gente do livro de capa preta”.

Embora esse apelido fosse empregado de forma depreciativa pelos de fora da igreja, assim como quando o próprio termo “cristão” foi cunhado pela primeira vez, em Antioquia, ou “Puritanos”, na Inglaterra do século XVI, permanece o fato de que o apelido evidenciava a ênfase, os valores, as crenças daquele povo. De alguma maneira, o motivo da chacota era também o que tornava os cristãos distintos no mundo em que viviam. É uma pena que, em nossos dias, tal distinção já não seja tão evidente.

Mas, enfim, se há algo que pode ser dito sobre o verdadeiro cristão é de que este ama a Bíblia, o livro dos livros. A Bíblia tem o peso da autoridade da Palavra divina. Este é o argumento do apóstolo Paulo a Timóteo, quando disse que “Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda a boa obra.” (2 Tim 3.16,17)

Paulo, numa única sentença, afirma de forma clara e inquestionável a autoridade absoluta das Escrituras. E, uma vez esclarecido que Deus é o autor da Bíblia, o apóstolo passar a listar como podemos nos beneficiar dela. Por outro lado, podemos dizer que as Escrituras não serão nada proveitosas ou de muito pouca utilidade em nossas vidas, se antes não a reconhecermos como a Palavra de Deus. João Calvino desenvolveu bem esse raciocínio, ao comentar esse trecho das Escrituras: [...]

A Vida Cristã Não é Feita de Eventos

O título é meu. Mas creio que traduz bem o texto que segue abaixo, trecho do livro “Cave Mais Fundo“, de Joshua Harris. Uma boa palavra sobre a velha e mui necessária rotina da vida em igreja. – Tiago Santos

Joshua Harris

Olhando para trás, compreendo que meu estágio [na igreja local] não foi apenas um treinamento para o ministério. Foi um treinamento no entendimento do que é a vida da igreja. Em muitas maneiras, foi uma experiência árdua. Aprendi que a vida em uma igreja local não era, de modo algum, como uma conferência.

Nas conferências, era relativamente fácil ir a uma cidade num fim de semana, parecer impressionante às pessoas que não me conheciam e parecer bom quando ensinava uma mensagem que havia apresentado centenas de vezes. Ser um pastor em uma igreja local era totalmente diferente. Não parecia impressionante, quando as pessoas me viam diariamente. Não bastava eu ter algumas poucas mensagens inspiradoras. Eu precisava estudar a Palavra de Deus e ajudar as pessoas a aplicarem-na às situações da vida real. Tinha de aprender como a morte e a ressurreição de Jesus faziam a diferença nos vales de sofrimento sombrios – coisas que eu não tinha encarado quando ia de uma cidade para outra realizando conferências.

A vida na igreja local é muito mais difícil e menos glamorosa. Entretanto, é mais prazerosa e mais recompensadora do que qualquer coisa de que tenho participado. Vi o evangelho mudando pessoas. Não somente lágrimas e promessas de mudança nas respostas aos apelos ao final de cultos, mas também mudança verdadeira e permanente em pessoas e famílias. Vi o corpo de Cristo vivendo, respirando e agindo. Vi o amor de Jesus tornado real à medida que os membros choraram uns com os outros devido à morte de uma criança, socorreram uns aos outros em tempos de necessidade, encorajaram uns aos outros em tempos de tentação e dúvida. Como diz um antigo ditado, a igreja não é um edifício ou uma reunião – é um povo. Mas você nunca consegue ver isso se o seu envolvimento limita-se às reuniões em um prédio. A verdadeira beleza de pessoas sendo uma igreja só é vista quando você permanece por tempo suficiente para vê-los amando e servindo uns aos outros.

Lançamento: Gênesis 1 & 2: A Mão de Deus na Criação

Gênesis 1 & 2: A Mão de Deus na Criação Você provavelmente já leu ou ouviu muitos teólogos ensinando sobre os dois primeiros capítulos do livro de Gênesis. E talvez você já tenha se perguntado: O que um cientista diria ao ler esses capítulos? O que ele diria sobre a criação da luz antes dos corpos celestes? Ou da criação da mulher de uma das costelas de Adão? Ou, ainda, sobre a criação dos dinossauros e outros animais do registro fóssil? Haveria alguma possível relação entre Gênesis 1 e 2 e a Ciência? Adauto Lourenço oferece respostas para essas e muitas outras perguntas que envolvem a difícil – mas viável – relação entre o texto bíblico e os fatos científicos.

Adauto Lourenço – FacebookTwitter – @prof_adauto.

Leia um trecho do livro:

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Conhecendo a Cristo

Por A. W. Pink

Ora, a quantidade de proveito que obtemos de nossa leitura e estudo das Escrituras pode ser verificada pela extensão em que Cristo se torna mais real e mais precioso para o nosso coração. O “crescimento na graça” é definido como um desenvolvimento “na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo” (2 Pe 3.18). A segunda cláusula não é um acréscimo à primeira; antes, é uma explicação da primeira. “Conhecer” a Cristo (Fp 3.10) era o anseio supremo e o grande alvo do apóstolo Paulo, um anelo e um alvo ao qual ele subordinava todos os demais interesses. Todavia, convém atentarmos ao fato de que o “conhecimento” referido nestes versículos não é o conhecimento intelectual, e sim espiritual; não é o conhecimento teórico, e sim experiencial; não é conhecimento de natureza geral, e sim pessoal. É um conhecimento sobrenatural, dado ao coração regenerado pela operação do Espírito Santo, à media que Ele interpreta e aplica em nós as passagens bíblicas concernentes a Cristo.

Trecho do livro de A. W. Pink “Enriquecendo-se com a Bíblia”.

Evangelização e Missões

Apresentação do livro “Evangelização e Missões”:

Deus.

Evangelização e Missões A maior motivação para a ação missionária é tornar Deus conhecido e levar todos os homens a adorá-lo. Esse é o argumento de Tom Wells em seu pequeno clássico sobre missões. É isso que move todo esforço missionário, todo chamado e sacrifício. É o senso da glória e majestade de Deus que deve levar homens e mulheres a deixarem tudo, seu lar, família, conforto, país, cultura, para lançarem-se na tarefa deanunciar entre as nações a sua glória e entre todos os povos, as suas maravilhas. O salmista, aliás, demonstra no Salmo 147.1 que adorar a Deus deve ser o desejo mais intenso de todo homem.

Esse é o eixo em torno do qual tem girado todo ministério de ensino de John Piper: A realidade de que adorar a Deus e gozar sua presença é o principal tesouro, a grande conquista, a melhor porção, o bem mais precioso, a maior alegria e o prazer mais doce e intenso que o homem pode ter. Sua famosa frase, que diz que “Deus é mais glorificado em nós quando somos mais satisfeitos nele”, aponta para a necessidade de tornar Deus conhecido em sua plenitude e glória e por isso ele tem afirmado que a missão de sua vida é “espalhar paixão pela soberania de Deus em todas as coisas, para a alegria de todos os povos”. [...]

A Caminho de Frankfurt, AL

A Editora Fiel vai à Feira do Livro de Frankfurt.

O Conhecimento que Ama

John Piper

John Piper O trecho a seguir foi retirado do capítulo 12 do livro “PENSE”, de John Piper, que será lançado em breve pela Editora Fiel. Nesta passagem do livro, Piper analisa o texto de 1 Co. 8.1-11, e adverte o leitor sobre o objetivo de todo conhecimento baseado na verdade: o amor a Deus e ao próximo.

Vocês não sabem como convém saber

Como Paulo prosseguiu para abordar o conhecimento que ensoberbecia os corintos? Em 1 Co. 8.2, Paulo disse: “Se alguém julga saber alguma coisa, com efeito, não aprendeu ainda como convém saber”. Isso não significa que Paulo achava que os cristãos não sabiam as coisas. Dez vezes nesta epístola ele chama a atenção dos coríntios por não saberem coisas cruciais que já deviam saber sobre Deus e a vida (3.16; 5.6; 6.2, 3, 9, 15, 16, 19; 9.13, 24).

Pense Quando Paulo os repreendeu por julgarem “saber alguma coisa”, ele tinha em mente a atitude deles. Em um sentido, eles “sabiam”. Mas não sabiam como lhes convinha saber. Por isso, em um sentido profundo, eles não sabiam de modo algum. Não tinham o único tipo de conhecimento que será levado em conta no final. Eles imaginavam que sabiam.

Isso é profundo. Paulo estava dizendo que o saber (e o pensar que o produz) não é verdadeiro apenas porque contém doutrina correta sobre comida oferecida a ídolos. Aqueles cristãos sabiam alguns fatos verdadeiros sobre Deus e sobre sua liberdade, mas Paulo disse que eles apenas imaginavam que sabiam. Em outras palavras, eles não tinham um verdadeiro conhecimento. Não sabiam como deviam saber e, por isso, não sabiam verdadeiramente. Imaginavam que sabiam. [...]

Lançamento: O Evangelho e a Evangelização

O Evangelho e a EvangelizaçãoPor que nós, que temos as melhores notícias do mundo, somos tão demorados em contá-las aos outros? Por que não evangelizamos? O que é o evangelho? Quem deve evangelizar? Como devemos evangelizar? O que não é evangelização? O que devemos fazer depois de evangelizar? Por que devemos evangelizar? Nossas respostas a essas perguntas se entrelaçam e influenciam umas às outras, e buscam demonstrar e entender este grande tema bíblico da evangelização. Deus estabeleceu quem deve evangelizar e como fazê-lo. Deus mesmo está no âmago do evangelho – as boas-novas que estamos disseminando. E, em última análise, devemos evangelizar por causa de Deus.

O AUTOR: Mark Dever é diretor executivo do Ministério 9 Marcas e pastor da Igreja Batista de Capitol Hill, em Washington D.C.

Leia um trecho do livro:

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Uma Maneira Simples de Compartilhar o Evangelho

Entrevista com Greg Gilbert Sobre a Conferência FIEL para Jovens

Saiba mais sobre o livro O que é o Evangelho? de Greg Gilbert.