Esboços

04 Coisas Que Um Pastor Não Foi Chamado Para Fazer

Esboço da palestra do Pr. Franklin Ferreira na 27ª Conferência Fiel para Pastores e Líderes por Renato Vargens

A missão do pastor é glorificar a Cristo através da pregação do Evangelho de Deus. Os pastores foram chamados e vocacionados pelo Eterno para anunciar a única coisa capaz de transformar o coração dos homens que é a Boa Nova da Salvação Eterna. Todavia, os dias são difíceis e lamentavelmente muitos daqueles que deveriam ocupar o seu tempo pregando Cristo,  envolveram-se em missões alternativas jogando na lata do lixo aquilo que nos é mais precioso.

Diante disto, de forma prática e objetiva gostaria de enumerar 04 coisas que o pastor não foi chamado para fazer:

1- O pastor não foi chamado por Deus para promover uma agenda politica.

Caro leitor,  não acredito em messianismos utópicos, nem tampouco em pastores especiais, que trocaram o santo privilégio de ser pregador do evangelho eterno por um cargo público qualquer. Por favor, preste atenção: Não estou com isso afirmando de que o crente em Jesus não pode jamais concorrer a um cargo público. Tenho convicção de que existem pessoas vocacionadas ao serviço público, as quais devem se dedicar com todo esmero a esta missão. No entanto, acredito que o fator preponderante a candidatura a um cargo qualquer, deve ser motivada pelo desejo de servir o povo e a nação, jamais fazendo do nome de Deus catapulta para sua projeção pessoal. Agora, se mesmo assim o pastor desejar candidatar-se, (o que acho uma grande loucura)  que deixe o pastorado, que não misture o santo ministério com o serviço público, que não barganhe a fé, nem tampouco confunda as ovelhas de Cristo com o gado marcado para o abate. Que não comercialize aqueles que o Senhor os confiou, nem tampouco se locuplete do nome de Deus a fim de atingir seus planos e objetivos.

2- O pastor não foi chamado pra criar um movimento religioso cujo objetivo é eleger o presidente da república.

Lamentavelmente não são poucos os movimentos eclesiásticos que  surgem a cada dia neste país com objetivo principal de eleger um presidente da república "cristão".  A missão do pastor não é organizar eventos em prol de um candidato a presidência da nação, e sim proclamar intrépidamente o Evangelho de Cristo, mesmo porque, o que muda e transforma o homem e seu país não é a pactuação politica partidária com candidato a ou b, o que muda uma nação é a compreensão do maior tesouro de todos os tempos, a maravilhosa mensagem da cruz.

3-  O Pastor não foi chamado a envolver-se exclusivamente com movimentos sociais que combatem a fome, a violência e outras coisas mais.

Prezado amigo, por mais que seja lícito e louvável envolver-se com os problemas da cidade o pastor não foi chamado para envolver-se exclusivamente com ONGS, OSCS e instituições afins. O pastor não foi chamado por Deus para fazer protestos politicos e públicos em prol da paz ou da sociedade civil. O ministro do Evangelho foi  vocacionado por Cristo, para pregar Cristo, anunciar Cristo e a Salvação em Cristo.

4- O pastor não foi chamado para dedicar seu tempo pregando o Evangelho da libertação e exclusão social.

Infelizmente não são poucos os pastores que gastam seu tempo pregando um evangelho cuja única premissa é saciar a fome do pobre. Ora, o Evangelho é mais do que isso, é anunciar Cristo, é pregar Cristo, é chamar o pecador ao arrependimento dos seus pecados. O problema é que em nome de uma claudicante espiritualidade, oferta-se ao pobre o pão que sacia a fome do corpo negando-lhe entretanto, o pão que desceu do céu.  A pregação do Evangelho não nega o pão ao faminto, mas também não abre mão de pregar Cristo como único e suficiente Salvador.

Isto posto, faço minhas as palavras de Paulo que pouco antes de morrer disse ao seu jovem discípulo Timóteo: "Conjuro-te, pois, diante de Deus, e do Senhor Jesus Cristo, que há de julgar os vivos e os mortos, na sua vinda e no seu reino, que pregues a palavra, instes a tempo e fora de tempo, redarguas, repreendas, exortes, com toda a longanimidade e doutrina. Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências; e desviarão os ouvidos da verdade, voltando às fábulas. Mas tu, sê sóbrio em tudo, sofre as aflições, faze a obra de um evangelista, cumpre o teu ministério." 2 Timóteo 4:1-5

Pense nisso!

Renato Vargens

O Conhecimento que Ama

John Piper

John Piper O trecho a seguir foi retirado do capítulo 12 do livro “PENSE”, de John Piper, que será lançado em breve pela Editora Fiel. Nesta passagem do livro, Piper analisa o texto de 1 Co. 8.1-11, e adverte o leitor sobre o objetivo de todo conhecimento baseado na verdade: o amor a Deus e ao próximo.

Vocês não sabem como convém saber

Como Paulo prosseguiu para abordar o conhecimento que ensoberbecia os corintos? Em 1 Co. 8.2, Paulo disse: “Se alguém julga saber alguma coisa, com efeito, não aprendeu ainda como convém saber”. Isso não significa que Paulo achava que os cristãos não sabiam as coisas. Dez vezes nesta epístola ele chama a atenção dos coríntios por não saberem coisas cruciais que já deviam saber sobre Deus e a vida (3.16; 5.6; 6.2, 3, 9, 15, 16, 19; 9.13, 24).

Pense Quando Paulo os repreendeu por julgarem “saber alguma coisa”, ele tinha em mente a atitude deles. Em um sentido, eles “sabiam”. Mas não sabiam como lhes convinha saber. Por isso, em um sentido profundo, eles não sabiam de modo algum. Não tinham o único tipo de conhecimento que será levado em conta no final. Eles imaginavam que sabiam.

Isso é profundo. Paulo estava dizendo que o saber (e o pensar que o produz) não é verdadeiro apenas porque contém doutrina correta sobre comida oferecida a ídolos. Aqueles cristãos sabiam alguns fatos verdadeiros sobre Deus e sobre sua liberdade, mas Paulo disse que eles apenas imaginavam que sabiam. Em outras palavras, eles não tinham um verdadeiro conhecimento. Não sabiam como deviam saber e, por isso, não sabiam verdadeiramente. Imaginavam que sabiam. [...]

Esboço das Palestras da Conferência Fiel (5) – 2

Este é o esboço do segundo sermão pregado por Stuart Olyott, na quinta-feira pela manhã. ————————————- Como viver perto do Senhor? A vida de Enoque (Gn 5.18-24) 1. Quem era Enoque? Além do mencionado em Gn 5.18-24, há mais três deles no livro de Gênesis: Há mais um em 4.17: o filho de Caim. Outro [...]

Esboço das Palestras da Conferência Fiel (5) – 1

O esboço abaixo é a primeira mensagem pregada por Stuart Olyott na última conferência da Fiel, no segundo dia, à noite. Olyott nasceu no Paquistão em 1942, e foi pastor em Londres e Liverpool, na Inglaterra, e em Lausanne, na Suíça. Atualmente serve como diretor pastoral do Movimento Evangélico do País de Gales, viajando bastante [...]

Esboço das Palestras da Conferência Fiel (4)

Matt Schmucker serve no ministério 9Marcas como o diretor-executivo desde 1998, planejando conferências, editando livros e ensinando. Ele auxilia a Igreja Batista de Capitol Hill desde 1991 – como administrador e como presbítero, cooperando com Mark Dever no trabalho de renovação daquela igreja. Em nova contribuição de Túlio Leite, segue a palestra de Schmucker, na [...]

Esboço das Palestras da Conferência Fiel (3)

Phil Newton é pastor da Igreja Batista Southwoods, em Memphis, Tennessee. Possui Mestrado em Divindade pelo New Orleans Baptist Theological Seminary e Doutorado em Ministério pelo Fuller Theological Seminary. Autor de vários artigos e livros teológicos, um deles publicado pela Editora Fiel, Pastoreando a Igreja de Deus: redescobrindo o modelo bíblico de presbitério na igreja. [...]

Esboço das Palestras da Conferência Fiel (2)

Joel Beek é pastor da Congregação da Herança Reformada, em Grand Rapids, Michigan, EUA. É presidente, deão acadêmico e catedrático de teologia sistemática e homilética no Seminário Reformado Puritano. É editor, autor e co-autor de mais de 50 livros, entre eles A busca da plena segurança: o legado de Calvino e seus sucessores. Esses são [...]

Esboço das Palestras da Conferência Fiel (1)

Na semana de 6 a 10 de outubro ocorreu a 24ª. Conferência Fiel para Pastores e Líderes. Tivemos cerca de 1.300 congressistas, que ouviram sete preletores em 18 palestras, no decorrer de 5 dias, além de 3 “workshops” ministrados por Matt Shmucker e Jonathan Leeman, do Ministério 9Marcas. Quem contribui conosco é o Túlio César [...]