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	<title>Blog Fiel &#187; Bíblia</title>
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	<description>Editora Fiel - Apoiando a Igreja de Deus</description>
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		<title>Pergunta: Por que em Gênesis 1.1 a Palavra &#8220;Céu&#8221; Está no Plural?</title>
		<link>http://www.blogfiel.com.br/2011/12/pergunta-por-que-em-genesis-1-1-a-palavra-ceu-esta-no-plural.html</link>
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		<pubDate>Tue, 27 Dec 2011 12:10:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editora Fiel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bíblia]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Você Pergunta]]></category>

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		<description><![CDATA[<blockquote><p><strong>Pergunta:</strong> "Em Gênesis 1.1 - "No princípio criou Deus os céus e a terra." a palavra "céu" está no plural, enquanto "terra" está no singular. Venho buscando entender esse plural. Podem me ajudar?" - Valdemar Donizeti Bassetto, São Paulo - SP</p></blockquote>
<p>O professor Adauto Lourenço, responde a esta pergunta.</p>
<hr width="40%" size="1" align="center" />
<p><strong>Resposta:</strong></p>
<div align="justify"><p>Gênesis 1:1 é um resumo de toda a criação de Deus, descrita nos capítulos 1 e 2 de Gênesis.<br />A palavra céu ocorre no plural por serem vários, mais especificamente três, na terminologia bíblica.<br />O primeiro céu é o que chamamos de atmosfera da Terra (onde ficam as nuvens e voam aves e aviões).<br />O segundo céu é o espaço sideral (onde ficam os corpos celestes - planetas, luas, estrelas, galáxias - e onde viajam as naves espaciais).<br />O terceiro céu é mencionado apenas pelo apóstolo Paulo em II Coríntios 12.</p><p>Veja porque o primeiro e o segundo céus foram criados no segundo dia:</p><p>Verso 8: "E chamou Deus o firmamento Céus." (Segundo dia).<br />Verso 14: "Haja luzeiros no firmamento dos céus." (Quarto dia. Note que os céus já existiam).<br />Verso 20: "Voem as aves sobre a terra, sob o firmamento dos céus."  (Quinto dia. Note que os céus já existiam).</p><p>Este assunto é tratado no livro "<a href="http://www.lojafiel.net/produto.aspx?ProCodigo=283" title="Gênesis 1&#038;2: A Mão de Deus na Criação" target="_blank">Gênesis 1&#038;2: A Mão de Deus na Criação</a>", capítulo 9, "Os Três Primeiros Dias de Criação".</p>
<p><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Adauto_Lourenço.jpg" alt="Adauto Lourenço" title="Adauto Lourenço" width="93" height="112" class="alignleft size-full wp-image-2474" /> Adauto Lourenço é formado em Física pela Bob Jones University; possui mestrado em Física, obtido na Clemson University, EUA. Realizou pesquisas no Max Planck Institut für Strömungsfurchung, em Göttingen, Alemanha e no Oak Ridge National Laboratory, EUA. É professor, pesquisador, escritor, e tem realizado seu ministério na área de apologética (fé e ciência; criacionismo; etc.) através de palestras em igrejas e seminários de todo o Brasil e outros países. Adauto é casado com Sueli, e o casal tem três filhas: Quezia, Joyce e Sarah.</p></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><strong>Pergunta:</strong> &#8220;Em Gênesis 1.1 &#8211; &#8220;No princípio criou Deus os céus e a terra.&#8221; a palavra &#8220;céu&#8221; está no plural, enquanto &#8220;terra&#8221; está no singular. Venho buscando entender esse plural. Podem me ajudar?&#8221; &#8211; Valdemar Donizeti Bassetto, São Paulo &#8211; SP</p>
</blockquote>
<p>O professor Adauto Lourenço, responde a esta pergunta.</p>
<hr width="40%" size="1" align="center" />
<p><strong>Resposta:</strong></p>
<div align="justify">
<p>Gênesis 1:1 é um resumo de toda a criação de Deus, descrita nos capítulos 1 e 2 de Gênesis.<br />A palavra céu ocorre no plural por serem vários, mais especificamente três, na terminologia bíblica.<br />O primeiro céu é o que chamamos de atmosfera da Terra (onde ficam as nuvens e voam aves e aviões).<br />O segundo céu é o espaço sideral (onde ficam os corpos celestes &#8211; planetas, luas, estrelas, galáxias &#8211; e onde viajam as naves espaciais).<br />O terceiro céu é mencionado apenas pelo apóstolo Paulo em II Coríntios 12.</p>
<p>Veja porque o primeiro e o segundo céus foram criados no segundo dia:</p>
<p>Verso 8: &#8220;E chamou Deus o firmamento Céus.&#8221; (Segundo dia).<br />Verso 14: &#8220;Haja luzeiros no firmamento dos céus.&#8221; (Quarto dia. Note que os céus já existiam).<br />Verso 20: &#8220;Voem as aves sobre a terra, sob o firmamento dos céus.&#8221;  (Quinto dia. Note que os céus já existiam).</p>
<p>Este assunto é tratado no livro &#8220;<a href="http://www.lojafiel.net/produto.aspx?ProCodigo=283" title="Gênesis 1&#038;2: A Mão de Deus na Criação" target="_blank">Gênesis 1&#038;2: A Mão de Deus na Criação</a>&#8220;, capítulo 9, &#8220;Os Três Primeiros Dias de Criação&#8221;.</p>
<p><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Adauto_Lourenço.jpg" alt="Adauto Lourenço" title="Adauto Lourenço" width="93" height="112" class="alignleft size-full wp-image-2474" /> Adauto Lourenço é formado em Física pela Bob Jones University; possui mestrado em Física, obtido na Clemson University, EUA. Realizou pesquisas no Max Planck Institut für Strömungsfurchung, em Göttingen, Alemanha e no Oak Ridge National Laboratory, EUA. É professor, pesquisador, escritor, e tem realizado seu ministério na área de apologética (fé e ciência; criacionismo; etc.) através de palestras em igrejas e seminários de todo o Brasil e outros países. Adauto é casado com Sueli, e o casal tem três filhas: Quezia, Joyce e Sarah.</p>
</div>
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		<title>Por Quem Cristo Morreu?</title>
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		<pubDate>Sun, 25 Dec 2011 12:00:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editora Fiel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bíblia]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Pregação]]></category>
		<category><![CDATA[Teologia]]></category>

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		<description><![CDATA[<div align="justify"><p><strong>Por John Owen</strong></p><p><a href="http://www.blogfiel.com.br/2011/12/por-quem-cristo-morreu.html"><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Fiel-blog-header.jpg" alt="Por Quem Cristo Morreu?" title="Por Quem Cristo Morreu?" width="439" height="123" class="aligncenter size-full wp-image-2457" /></a></p><p>O Pai impôs sua ira devida a, e o Filho suportou a punição por:</p>
<p>Todos os pecados de todos os homens,<br />Todos os pecados de alguns homens ou<br />Alguns dos pecados de todos os homens.</p>
<p>Neste caso, podemos dizer:</p>
<p>Que, se o último caso é verdadeiro, todos os homens têm alguns dos pecados pelos quais tem de responder, e, portanto, ninguém é salvo.</p>
<p>Que, se o segundo caso é verdadeiro, então Cristo, sofreu em lugar deles por todos os pecados de todos os eleitos no mundo. E isto é a verdade.</p>
<p>Mas, se o primeiro caso é verdadeiro, por que todos os homens não são livres da punição devida aos seus pecados?</p>
<p>Você responde: &#8220;Por causa de incredulidade&#8221;.</p>
<p>Eu pergunto: esta incredulidade é pecado ou não? Se é, então Cristo sofreu a punição devida a ela, ou ele não sofreu. Se ele sofreu, por que isso tem de impedi-los, mais do que quaisquer outros pecados pelos quais Cristo morreu? Se Cristo não sofreu tal punição, ele não morreu por todos os pecados deles!</p>
<p><em>Este é um trecho da obra de John Owen &#8220;A Morte da Morte na Morte de Cristo&#8221;, Livro 1, Capítulo 3.</em></p></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="justify">
<p><strong>Por John Owen</strong></p>
<p><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Fiel-blog-header.jpg" alt="Por Quem Cristo Morreu?" title="Por Quem Cristo Morreu?" width="439" height="123" class="aligncenter size-full wp-image-2457" /></p>
<p>O Pai impôs sua ira devida a, e o Filho suportou a punição por:</p>
<p>Todos os pecados de todos os homens,<br />Todos os pecados de alguns homens ou<br />Alguns dos pecados de todos os homens.</p>
<p>Neste caso, podemos dizer:</p>
<p>Que, se o último caso é verdadeiro, todos os homens têm alguns dos pecados pelos quais tem de responder, e, portanto, ninguém é salvo.</p>
<p>Que, se o segundo caso é verdadeiro, então Cristo, sofreu em lugar deles por todos os pecados de todos os eleitos no mundo. E isto é a verdade.</p>
<p>Mas, se o primeiro caso é verdadeiro, por que todos os homens não são livres da punição devida aos seus pecados?</p>
<p>Você responde: &ldquo;Por causa de incredulidade&rdquo;.</p>
<p>Eu pergunto: esta incredulidade é pecado ou não? Se é, então Cristo sofreu a punição devida a ela, ou ele não sofreu. Se ele sofreu, por que isso tem de impedi-los, mais do que quaisquer outros pecados pelos quais Cristo morreu? Se Cristo não sofreu tal punição, ele não morreu por todos os pecados deles!</p>
<p><em>Este é um trecho da obra de John Owen &ldquo;A Morte da Morte na Morte de Cristo&rdquo;, Livro 1, Capítulo 3.</em></p>
</div>
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		<title>Enriquecendo-se com a Bíblia</title>
		<link>http://www.blogfiel.com.br/2011/12/enriquecendo-se-com-a-biblia.html</link>
		<comments>http://www.blogfiel.com.br/2011/12/enriquecendo-se-com-a-biblia.html#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 17 Dec 2011 12:00:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bíblia]]></category>
		<category><![CDATA[Igreja]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Teologia]]></category>
		<category><![CDATA[Tiago Santos]]></category>
		<category><![CDATA[Vida Cristã]]></category>

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		<description><![CDATA[<div align="justify"><p><strong>Toda a Escritura é Inspirada por Deus...</strong></p>
<p><a href="http://www.blogfiel.com.br/2011/12/enriquecendo-se-com-a-biblia.html"><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/11/Enriquecendo-se-com-a-Bíblia.jpg" alt="Enriquecendo-se com a Bíblia" title="Enriquecendo-se com a Bíblia" width="160" height="213" class="alignleft size-full wp-image-2320" /></a> No Brasil, houve um tempo em que o cristão era conhecido como &#8220;Bíblia&#8221; ou &#8220;aquela gente do livro de capa preta&#8221;.</p> <p>Embora esse apelido fosse empregado de forma depreciativa pelos de fora da igreja, assim como quando o próprio termo &#8220;cristão&#8221; foi cunhado pela primeira vez, em Antioquia, ou &#8220;Puritanos&#8221;, na Inglaterra do século XVI, permanece o fato de que o apelido evidenciava a ênfase, os valores, as crenças daquele povo. De alguma maneira, o motivo da chacota era também o que tornava os cristãos distintos no mundo em que viviam. É uma pena que, em nossos dias, tal distinção já não seja tão evidente.</p> <p>Mas, enfim, se há algo que pode ser dito sobre o verdadeiro cristão é de que este ama a Bíblia, o livro dos livros. A Bíblia tem o peso da autoridade da Palavra divina. Este é o argumento do apóstolo Paulo a Timóteo, quando disse que &#8220;Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda a boa obra.&#8221; (2 Tim 3.16,17)</p><p>Paulo, numa única sentença, afirma de forma clara e inquestionável a autoridade absoluta das Escrituras. E, uma vez esclarecido que Deus é o autor da Bíblia, o apóstolo passar a listar como podemos nos beneficiar dela. Por outro lado, podemos dizer que as Escrituras não serão nada proveitosas ou de muito pouca utilidade em nossas vidas, se antes não a reconhecermos como a Palavra de Deus. João Calvino desenvolveu bem esse raciocínio, ao comentar esse trecho das Escrituras: [...]</p></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="justify">
<p><strong>Toda a Escritura é Inspirada por Deus&#8230;</strong></p>
<p><a href="http://www.lojafiel.net/produto.aspx?ProCodigo=284" target="_blank"><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/11/Enriquecendo-se-com-a-Bíblia.jpg" alt="Enriquecendo-se com a Bíblia" title="Enriquecendo-se com a Bíblia" width="160" height="213" class="alignleft size-full wp-image-2320" /></a> No Brasil, houve um tempo em que o cristão era conhecido como &ldquo;Bíblia&rdquo; ou &ldquo;aquela gente do livro de capa preta&rdquo;.</p>
<p>Embora esse apelido fosse empregado de forma depreciativa pelos de fora da igreja, assim como quando o próprio termo &ldquo;cristão&rdquo; foi cunhado pela primeira vez, em Antioquia, ou &ldquo;Puritanos&rdquo;, na Inglaterra do século XVI, permanece o fato de que o apelido evidenciava a ênfase, os valores, as crenças daquele povo. De alguma maneira, o motivo da chacota era também o que tornava os cristãos distintos no mundo em que viviam. É uma pena que, em nossos dias, tal distinção já não seja tão evidente.</p>
<p>Mas, enfim, se há algo que pode ser dito sobre o verdadeiro cristão é de que este ama a Bíblia, o livro dos livros. A Bíblia tem o peso da autoridade da Palavra divina. Este é o argumento do apóstolo Paulo a Timóteo, quando disse que &ldquo;Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda a boa obra.&rdquo; (2 Tim 3.16,17)</p>
<p>Paulo, numa única sentença, afirma de forma clara e inquestionável a autoridade absoluta das Escrituras. E, uma vez esclarecido que Deus é o autor da Bíblia, o apóstolo passar a listar como podemos nos beneficiar dela. Por outro lado, podemos dizer que as Escrituras não serão nada proveitosas ou de muito pouca utilidade em nossas vidas, se antes não a reconhecermos como a Palavra de Deus. João Calvino desenvolveu bem esse raciocínio, ao comentar esse trecho das Escrituras: </p>
<p>Para asseverar a autoridade da Palavra, Paulo ensina que ela [Palavra] é inspirada por Deus. Porque, se esse é o caso, então não há qualquer dúvida que os homens devem recebê-la com reverência. Eis aqui o princípio que distingue nossa religião de todas as demais, ou seja: sabemos que Deus nos falou e estamos plenamente convencidos de que os profetas não falaram de si próprios, mas que, como órgãos do Espírito Santo, pronunciaram somente aquilo para o qual foram do céu comissionados a declarar. Todos quantos desejam beneficiar-se das Escrituras devem antes aceitar isto como um princípio estabelecido, a saber: que a lei e os profetas não são ensinos passados adiante ao bel-prazer dos homens ou produzidos pelas mentes humanas como sua fonte, senão que foram ditados pelo Espírito Santo <sup><a href="#_ftn1" name="_ftnref1" title="" id="_ftnref1">1</a></sup>. </p>
<p>Deus quis se revelar a ao homem. E ele só pode ser achado através da revelação que fez de si mesmo, nas Escrituras. O apóstolo Paulo, em sua epístola aos Romanos, demonstra que a criação atesta os atributos invisíveis de Deus, seu eterno poder e divindade, porém, somente por meio da Palavra é que Deus, o autor da criação, pode ser realmente conhecido.</p>
<p>As Escrituras são pródigas em afirmar sua própria autoridade, poder e fonte divinas. O autor aos Hebreus chama a Palavra de &ldquo;viva, e eficaz, e mais cortante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até ao ponto de dividir alma e espírito, juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e propósitos do coração&rdquo;. (Hb. 4.12)</p>
<p>O Salmo 119 é uma celebração da Lei do Senhor. Davi utiliza as mais belas técnicas da poesia hebraica para exaltar a Palavra, a Lei do Senhor <sup><a href="#_ftn2" name="_ftnref2" title="" id="_ftnref2">2</a></sup>. Neste salmo, Davi enaltece recorrentemente a Lei, santificando-a e afirmando sua capacidade transformar, vivificar, animar, sustentar, guiar, nutrir, fortalecer, iluminar, encorajar, ensinar, advertir, exortar, corrigir.</p>
<p>O ponto é que Deus resolveu que tudo quanto devemos saber acerca de seu ser, seus atributos, seu caráter, sua grandeza, majestade, poder e glória; e tudo quanto deveríamos saber sobre a criação, sobre nós, os homens, nosso relacionamento original com ele, nossa queda em Adão, a realidade do pecado – e a ruptura humanamente irreparável que se estabeleceu entre ele e os homens; a salvação que ele prometeu desde o Gênesis por meio do Redentor, a sua aliança com o povo que ele escolheu para si, a vinda do cordeiro santo, o verbo eterno de Deus, que se fez homem, viveu entre nós, padeceu, morreu e ressuscitou, e ascendeu aos céus, está assentado à direita de Deus Pai e voltará para julgar os vivos e os mortos; o evangelho, o nascimento da igreja, a disseminação da fé apostólica, enfim, todas essas coisas que importam para a salvação do homem, sua nutrição, crescimento espiritual, cultivo da santidade, comunhão, ensino e edificação, Deus transmitiu por meio do livro dos livros, a Bíblia Sagrada!</p>
<p>Ele usou homens e mulheres, camponeses, fazendeiros, pastores de ovelha, guerreiros, profetas, reis, príncipes, sacerdotes, prisioneiros, pescadores, cobradores de impostos, médico, e tantos outros, para, inspirados por seu santíssimo Espírito, produzir uma única Palavra, inerrante, infalível, perfeita, viva e salvadora.</p>
<p>E ele o fez sem desconsiderar o contexto cultural, político, histórico e social do momento em que cada livro foi escrito. Ele utilizou-se até mesmo das características, formação, estilo dos homens que chamou para compor o seu santo livro. Ele compôs os 66 livros da Bíblia num período de aproximadamente 1.500 anos, em lugares diversos, em pelo menos três idiomas diferentes (hebraico, aramaico e grego) e ainda valeu-se dos mais diversos estilos literários para tanto: textos discursivos; narrativos; sapienciais e seus subgêneros (como o provérbio, a parábola, o paralelismo); poesia; cronologias; epístolas, história, onomástica, etc.</p>
<p>A Bíblia, todavia, tem enfrentado os mais brutais ataques ao longo dos séculos. Não são poucos os registros históricos que dão conta da ferocidade com que a Bíblia e seus portadores foram atacados, caluniados, vilipendiados, perseguidos, silenciados, aviltados, infamados e assassinados. Pior, contudo, que o ataque frontal e aberto que a Bíblia sofreu e sofre, foram as tentativas de desacreditá-la, diminuir sua relevância,  esvaziá-la de seu poder. O desprezo pela Bíblia se tornou mais e mais forte com o advento do secularismo e, mais recentemente, pela negação de valores absolutos e a rejeição de uma verdade objetiva, universal e referencial que caracterizam o pós-modernismo, o qual Albert Mohler chama de &ldquo;estado de espírito de nosso tempo&rdquo;.</p>
<p>Pior e mais letal ainda do que essa saraivada de chumbo pesado contra a Bíblia é o deconstrucionismo que a Bíblia sofreu dentro da própria comunidade cristã, mormente entre liberais e neo-ortodoxos e, mais recentemente, nos movimentos híper-pentecostais que suprimiram a autoridade e suficiência das Escrituras, substituindo-as ou equiparando-as a experiências místicas, novas revelações e autoridades que exageram o <em>argumentum magister dixit. </em></p>
<p>Mas a Bíblia tem permanecido contra todos esses vis ataques. John Blanchard, em seu livreto sobre a Bíblia, revela dados interessantes sobre a preservação das Escrituras, sua unidade, harmonia,  atualidade e alcance de sua mensagem. Ele chama a atenção para o fato de a Bíblia ser o livro mais lido, distribuído e difundido de todos os tempos <sup><a href="#_ftn3" name="_ftnref3" title="" id="_ftnref3">3</a></sup>. As traduções também impressionam. Blahchard diz: &ldquo;Há 200 anos, a Bíblia, ou parte dela, estava disponível em apenas 68 idiomas; ao fim de 2002 este número havia subido para 2.203 <sup><a href="#_ftn4" name="_ftnref4" title="" id="_ftnref4">4</a></sup>&rdquo;.</p>
<p>Sendo revelação de Deus, ele mesmo se envolveu no projeto de proteção e preservação de sua Palavra. Deus estabeleceu que sua mensagem chegaria aos confins da Terra. Uma mensagem que ele considera imprescindível, necessária e vital. Por isso, devemos nos aproximar da Bíblia com reverência, temor, cuidado, atenção, dedicação, submissão, humildade e solicitude.</p>
<p>Temos de amar a Bíblia. Assim fizeram os servos fieis do Senhor ao longo da história. Assim fizeram os pais da igreja e também os monges fiéis da idade média, que preservaram intacto e copiaram à exaustão e com rigorosa precisão o texto sagrado. Assim também fizeram os reformadores, que redescobriram a Bíblia e fizeram raiar a luz da aurora no horizonte tenebroso que assolava a Igreja, quando bradaram com vigor e convicção: <em>Sola Scriptura</em>! Assim fizeram os puritanos. Talvez não tenha havido um período na historia da Igreja em que a Bíblia fosse tão lida, tão consumida, tão valorizada, tão estudada, tão reverenciada, tão venerada como no período dos puritanos. Eles amaram a Bíblia e ensinaram o camponês, o comerciante, o artesão, o mineiro, enfim, o povo a amar e valorizar as Escrituras.</p>
<p>Desejo muito ver um despertamento para a Bíblia entre o povo de Deus em todo lugar e, especialmente, no Brasil. Todo verdadeiro avivamento foi precedido pela redescoberta da Bíblia e de sua autoridade, relevância e poder.  É preciso que o cristão seja conhecido por seu amor e respeito à Bíblia. É preciso que o povo de Deus volte a ser conhecido pelos de fora como o povo do livro. Como &ldquo;Bíblias&rdquo;!</p>
<p>O relançamento deste importante estudo de A. W. Pink é um convite ao leitor para apreciar, compreender e aplicar a mensagem da Bíblia em sua vida. Este livro foi originalmente publicado na forma de artigos para o Jornal &ldquo;<em>Studies in Scriptures</em>&rdquo;, entre os anos de 1930 a 1932 <sup><a href="#_ftn5" name="_ftnref5" title="" id="_ftnref5">5</a></sup>. De modo muito didático, Pink organizou os 10 capítulos em 7 pontos, precedidos por uma introdução ao capítulo. Cada capítulo trabalha um importante tema da fé cristã, onde o autor, com farta evidência bíblia, leva o leitor de volta à Palavra, para de lá extrair sua instrução, exortação e correção nos caminhos de Deus.</p>
<p>Pink faz desses seus estudos um pequeno manual, que visa ajudar o leitor a obter o maior proveito possível com a leitura das Escrituras. Mas essa ajuda é oferecida com uma palavra de alerta: Só o Espírito pode convencer da verdade, da justiça e do juízo. Só o Espírito pode aplicar as verdades da Escritura e torná-las mais desejáveis do que ouro e o destilar dos favos. Então o leitor sincero deverá pedir a Deus que mande seu Espírito soprar em seu coração e despertá-lo para provar e ver a bondade do Senhor, na Palavra.</p>
<p>Que Deus abençoe aplique sua Palavra ao coração de cada leitor. </p>
<p align="right">Tiago J. Santos Filho<br />
 Editor-Chefe </p>
</p></div>
<div id="ftn1">
  <a href="#_ftnref1" name="_ftn1" title="" id="_ftn1">1</a> &#8211; João Calvino. As Pastorais (São José dos Campos, SP: Editora Fiel, 2009) pp 262 a 263. </div>
<div id="ftn2">
<p><a href="#_ftnref2" name="_ftn2" title="" id="_ftn2">2</a> &#8211; O Salmo 119 é construído na forma de acróstico; neste tipo de composição, as linhas ou estrofes iniciam, cada uma, com letras em ordem alfabética. Essa técnica, a exemplo do paralelismo, auxilia na memorização do ensino.</p>
</div>
<div id="ftn3">
<p><a href="#_ftnref3" name="_ftn3" title="" id="_ftn3">3</a> &#8211; Somente de 1997 a 2002 quase 3 bilhões de Bíblias foram impressas e distribuídas pelas Sociedades Bíblicas Unidas. Em John Blanchard. Por que Acreditar na Bíblia (São José dos Campos, SP: Editora Fiel, 2006) p. 5</p>
</div>
<div id="ftn4">
<p><a href="#_ftnref4" name="_ftn4" title="" id="_ftn4">4</a> &#8211; John Blanchard. Por que Acreditar na Bíblia (São José dos Campos, SP: Editora Fiel, 2006) p. 5.</p>
</div>
<div id="ftn5">
<p><a href="#_ftnref5" name="_ftn5" title="" id="_ftn5">5</a> &#8211; Texto online de Chapel Library, acessado na internet no site: <a href="http://www.chapellibrary.org/files/archive/pdf-english/pftw.pdf" target="_blank" title="Texto online de Chapel Library">http://www.chapellibrary.org/files/archive/pdf-english/pftw.pdf</a></p>
</div>
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		<title>10 Lições sobre o Amor à Igreja</title>
		<link>http://www.blogfiel.com.br/2011/11/10-licoes-sobre-o-amor-a-igreja.html</link>
		<comments>http://www.blogfiel.com.br/2011/11/10-licoes-sobre-o-amor-a-igreja.html#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 21 Nov 2011 17:12:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bíblia]]></category>
		<category><![CDATA[Igreja]]></category>
		<category><![CDATA[Tiago Santos]]></category>
		<category><![CDATA[Vida Cristã]]></category>

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		<description><![CDATA[<div align="justify"><p><a href="http://www.blogfiel.com.br/2011/11/10-licoes-sobre-o-amor-a-igreja.html"><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/11/10-licoes-sobre-o-amor-da-igreja.jpg" alt="10 Lições sobre o Amor à Igreja" title="10 Lições sobre o Amor à Igreja" width="439" height="123" class="aligncenter size-full wp-image-2301" /></a></p><p>Paulo nos ensina, em 1 Tessalonicenses 3, dez importantes lições sobre como podemos expressar nosso amor ao povo de Deus:</p>
<p>1. Devemos amar nossos irmãos em Cristo. Temos de amar a igreja de nosso Senhor, a qual ele comprou com o seu sangue (Atos 20.28).</p>
<p>2. Devemos nos preocupar com o estado da fé da igreja. Nosso amor pela igreja passa direto pela condição de sua fé.</p>
<p>3. Devemos agir em favor da igreja. Paulo mandou Timóteo para lá. Diante de uma situação grave, Paulo fez sacrifícios pessoais que o privaram de seu principal ajudador para apoiar o povo de Deus em Tessalônica.</p>
<p>4. Devemos usar nossas próprias experiências de sofrimento, lutas e até mesmo nosso lidar com o pecado como um meio para encorajar e fortalecer nossos irmãos que passam pelos mesmos problemas. Podemos ter a tendência de ser duros com quem está fraco na fé ou esmorece, mas nossa fé é dádiva de Deus e deve ser um instrumento para ganhar nossos irmãos. Que, como Paulo, nos identifiquemos com nossos irmãos em sua fraqueza e compartilhemos com eles o que temos recebido graciosamente de Deus.</p>
<p>5. Devemos viver e andar por fé. Nossa conduta deve ser determinada por princípios, não por circunstâncias. Não devemos responder aos problemas e aflições da vida segundo o calor do momento, mas tendo a eternidade diante de nós.</p>
<p>6. Devemos nos alegrar com o progresso da fé do povo de Deus. As vitórias e graça que Deus concede ao seu povo deve ser sempre motivo de regozijo e felicidade para nós. Temos de ter prazer nessas coisas, e isso só é possível se nosso coração e alegria estiverem no Senhor (Sl 37.4).</p>
<p>7. Devemos orar fervorosamente em favor do povo de Deus. Nossa lista de oração deve contemplar os problemas e situações da vida, certamente – mas, mais importante ainda, deve contemplar as necessidades espirituais e anelar pelo crescimento do povo na Palavra e nos dons divinos. Veja que Paulo, mesmo sabendo das lutas, ora por crescimento no amor. Ele sabia que era a fé forte e o amor inflado que dariam meios de resistência em meio as lutas.</p>
<p>8. Temos de ter um senso da providência de Deus. O Deus trino está governando toda nossa vida. Temos de entender os caminhos de Deus e reconhecer que ele é soberano em toda e qualquer situação. Isso deve afetar nossa conduta, a forma como vivemos e respondemos diante de adversidades. Jó disse: &#8220;Bem sei que tudo podes e que nenhum de seus planos podem ser frustrados&#8221;.</p>
<p>9. Devemos guardar nosso coração e pedir que Deus faça crescer nele amor para com nosso irmão na fé – isso nos levará a uma vida de &#8220;santidade e sem culpa&#8221; no meio da comunidade cristã, a igreja.  </p>
<p>10. Temos de ter a eternidade diante de nossos olhos. O toque da última trombeta deve ser tema de nossa mais profunda meditação. Jonathan Edwards, grande servo de Deus do passado, tinha esse senso da chegada de Cristo diante de si o tempo todo. Em suas resoluções, ele afirmou: &#8220;Resolvi jamais fazer qualquer coisa da qual eu deva ter medo, no caso de não restar mais do que uma hora para eu ouvir a última trombeta.&#8221;.</p>
<p>Encerro com as palavras do próprio Edwards, ao meditar sobre o retorno triunfante e definitivo de nosso Senhor Jesus Cristo:</p>
<p><em>&#8220;Cristo aparecerá na glória de seu Pai, junto de seus santos anjos, vindos nas nuvens do Céu...Essa será a mais inesperada visão para o mundo ímpio, a qual virá como um grito à meia noite. Mas com respeito aos santos, será uma visão de júbilo e a mais gloriosa de todas. Ver o Redentor vindo nas nuvens do Céu, encherá nosso coração da mais profunda e indizível alegria&#8221;.</em></p></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="justify">
<p><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/11/10-licoes-sobre-o-amor-da-igreja.jpg" alt="10 Lições sobre o Amor à Igreja" title="10 Lições sobre o Amor à Igreja" width="439" height="123" class="aligncenter size-full wp-image-2301" /></p>
<p>Paulo nos ensina, em 1 Tessalonicenses 3, dez importantes lições sobre como podemos expressar nosso amor ao povo de Deus:</p>
<p>1.Devemos amar nossos irmãos em Cristo. Temos de amar a igreja de nosso Senhor, a qual ele comprou com o seu sangue (Atos 20.28).</p>
<p>2.Devemos nos preocupar com o estado da fé da igreja. Nosso amor pela igreja passa direto pela condição de sua fé.</p>
<p>3.Devemos agir em favor da igreja. Paulo mandou Timóteo para lá. Diante de uma situação grave, Paulo fez sacrifícios pessoais que o privaram de seu principal ajudador para apoiar o povo de Deus em Tessalônica.</p>
<p>4.Devemos usar nossas próprias experiências de sofrimento, lutas e até mesmo nosso lidar com o pecado como um meio para encorajar e fortalecer nossos irmãos que passam pelos mesmos problemas. Podemos ter a tendência de ser duros com quem está fraco na fé ou esmorece, mas nossa fé é dádiva de Deus e deve ser um instrumento para ganhar nossos irmãos. Que, como Paulo, nos identifiquemos com nossos irmãos em sua fraqueza e compartilhemos com eles o que temos recebido graciosamente de Deus.</p>
<p>5.Devemos viver e andar por fé. Nossa conduta deve ser determinada por princípios, não por circunstâncias. Não devemos responder aos problemas e aflições da vida segundo o calor do momento, mas tendo a eternidade diante de nós.</p>
<p>6.Devemos nos alegrar com o progresso da fé do povo de Deus. As vitórias e graça que Deus concede ao seu povo deve ser sempre motivo de regozijo e felicidade para nós. Temos de ter prazer nessas coisas, e isso só é possível se nosso coração e alegria estiverem no Senhor (Sl 37.4).</p>
<p>7.Devemos orar fervorosamente em favor do povo de Deus. Nossa lista de oração deve contemplar os problemas e situações da vida, certamente – mas, mais importante ainda, deve contemplar as necessidades espirituais e anelar pelo crescimento do povo na Palavra e nos dons divinos. Veja que Paulo, mesmo sabendo das lutas, ora por crescimento no amor. Ele sabia que era a fé forte e o amor inflado que dariam meios de resistência em meio as lutas.</p>
<p>8.Temos de ter um senso da providência de Deus. O Deus trino está governando toda nossa vida. Temos de entender os caminhos de Deus e reconhecer que ele é soberano em toda e qualquer situação. Isso deve afetar nossa conduta, a forma como vivemos e respondemos diante de adversidades. Jó disse: &ldquo;Bem sei que tudo podes e que nenhum de seus planos podem ser frustrados&rdquo;.</p>
<p>9.Devemos guardar nosso coração e pedir que Deus faça crescer nele amor para com nosso irmão na fé – isso nos levará a uma vida de &ldquo;santidade e sem culpa&rdquo; no meio da comunidade cristã, a igreja.  </p>
<p>10. Temos de ter a eternidade diante de nossos olhos. O toque da última trombeta deve ser tema de nossa mais profunda meditação. Jonathan Edwards, grande servo de Deus do passado, tinha esse senso da chegada de Cristo diante de si o tempo todo. Em suas resoluções, ele afirmou: &ldquo;Resolvi jamais fazer qualquer coisa da qual eu deva ter medo, no caso de não restar mais do que uma hora para eu ouvir a última trombeta.&rdquo;.</p>
<p>Encerro com as palavras do próprio Edwards, ao meditar sobre o retorno triunfante e definitivo de nosso Senhor Jesus Cristo:</p>
<p><em>&ldquo;Cristo aparecerá na glória de seu Pai, junto de seus santos anjos, vindos nas nuvens do Céu&#8230;Essa será a mais inesperada visão para o mundo ímpio, a qual virá como um grito à meia noite. Mas com respeito aos santos, será uma visão de júbilo e a mais gloriosa de todas. Ver o Redentor vindo nas nuvens do Céu, encherá nosso coração da mais profunda e indizível alegria&rdquo;.</em></p>
</div>
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		<title>Você conhece Jesus Cristo como seu Salvador?</title>
		<link>http://www.blogfiel.com.br/2011/09/voce-conhece-jesus-cristo-como-seu-salvador.html</link>
		<comments>http://www.blogfiel.com.br/2011/09/voce-conhece-jesus-cristo-como-seu-salvador.html#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 19 Sep 2011 21:22:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Gardner</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bíblia]]></category>

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		<description><![CDATA[<div align="justify"><p><a href="http://www.blogfiel.com.br/2011/09/voce-conhece-jesus-cristo-como-seu-salvador.html"><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/09/prayer.jpg" alt="Você conhece Jesus Cristo como seu Salvador?" title="Você conhece Jesus Cristo como seu Salvador?" width="439" height="153" class="aligncenter size-full wp-image-2103" /></a></p><p>Você conhece Jesus Cristo como seu Salvador? Ele é o seu Redentor?</p>
<p>Talvez você participe dos cultos de uma boa igreja evangélica. É possível que tenha lido vários trechos da Bíblia e talvez tenha em sua biblioteca livros sobre a vida cristã. Já ouviu falar do Evangelho e da salvação. Pode até ser que você seja batizado e professe estar entre os salvos.</p>
<p>E mesmo assim, apesar da aparência exterior, pode ser que você ainda não siga a Cristo, pois Ele ainda não é seu Senhor. Independente da sua situação religiosa, peço que considere por um momento: você já foi perdoado por Cristo?</p>
<p>Onde há perdão, houve primeiramente uma ofensa. É fundamental que entendamos que nosso pecado é a nossa maior ofensa contra Deus. Recomendo a leitura do capitulo 9 de Esdras pois neste capitulo, ele confessa seu pecado junto com o pecado do povo de Israel. Lemos a partir do versículo 5: "<em>Me pus de joelhos, e estendi as minhas mãos para o SENHOR meu Deus; e disse: Meu Deus! Estou confuso e envergonhado, para levantar a ti a minha face, meu Deus; porque as nossas iniqüidades se multiplicaram sobre a nossa cabeça, e a nossa culpa tem crescido até aos céus. Desde os dias de nossos pais até ao dia de hoje estamos em grande culpa…</em>" A atitude de Esdras demonstra que ele enxergava seus pecados como sendo ofensivos ao próprio Deus santo. Esdras não fez de conta que seus pecados eram ocultos ou discretos e nem ainda uma "escolha pessoal", mas admite que "<em>nossa culpa tem crescido até aos céus</em>". Nossa culpa é vista por Deus, pois vivemos todo dia perante Seus olhos. O próprio Esdras reconheceu, "<em>Eis que estamos diante de ti, na nossa culpa</em>" (Esdras 9.5). O Rei Davi admitiu "<em>Fiz o que é mal à tua vista</em>" (Salmos 51.3) e o profeta Isaias confessou, "<em>as nossas transgressões se multiplicaram perante ti, e os nossos pecados testificam contra nós</em>" (Is 59.12). [...]</p></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="justify">
<p><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/09/prayer.jpg" alt="Você conhece Jesus Cristo como seu Salvador?" title="Você conhece Jesus Cristo como seu Salvador?" width="439" height="153" class="aligncenter size-full wp-image-2103" /></p>
<p>Você conhece Jesus Cristo como seu Salvador? Ele é o seu Redentor?</p>
<p>Talvez você participe dos cultos de uma boa igreja evangélica. É possível que tenha lido vários trechos da Bíblia e talvez tenha em sua biblioteca livros sobre a vida cristã. Já ouviu falar do Evangelho e da salvação. Pode até ser que você seja batizado e professe estar entre os salvos.</p>
<p>E mesmo assim, apesar da aparência exterior, pode ser que você ainda não siga a Cristo, pois Ele ainda não é seu Senhor. Independente da sua situação religiosa, peço que considere por um momento: você já foi perdoado por Cristo?</p>
<p>Onde há perdão, houve primeiramente uma ofensa. É fundamental que entendamos que nosso pecado é a nossa maior ofensa contra Deus. Recomendo a leitura do capitulo 9 de Esdras pois neste capitulo, ele confessa seu pecado junto com o pecado do povo de Israel. Lemos a partir do versículo 5: &#8220;<em>Me pus de joelhos, e estendi as minhas mãos para o SENHOR meu Deus; e disse: Meu Deus! Estou confuso e envergonhado, para levantar a ti a minha face, meu Deus; porque as nossas iniqüidades se multiplicaram sobre a nossa cabeça, e a nossa culpa tem crescido até aos céus. Desde os dias de nossos pais até ao dia de hoje estamos em grande culpa…</em>&#8221; A atitude de Esdras demonstra que ele enxergava seus pecados como sendo ofensivos ao próprio Deus santo. Esdras não fez de conta que seus pecados eram ocultos ou discretos e nem ainda uma &#8220;escolha pessoal&#8221;, mas admite que &#8220;<em>nossa culpa tem crescido até aos céus</em>&#8220;. Nossa culpa é vista por Deus, pois vivemos todo dia perante Seus olhos. O próprio Esdras reconheceu, &#8220;<em>Eis que estamos diante de ti, na nossa culpa</em>&#8221; (Esdras 9.5). O Rei Davi admitiu &#8220;<em>Fiz o que é mal à tua vista</em>&#8221; (Salmos 51.3) e o profeta Isaias confessou, &#8220;<em>as nossas transgressões se multiplicaram perante ti, e os nossos pecados testificam contra nós</em>&#8221; (Is 59.12).</p>
<p>Essa culpa &#8220;<em>que tem crescido até aos céus&#8221;</em> é o efeito colateral do pecado. A culpa nos lembra a cada momento da condenação justa por causa do pecado. Carregamos o peso da punição vindoura, temendo um encontro com o Deus Justo depois da morte. &#8220;<em>Todos os que, com medo da morte, estavam por toda a vida sujeitos à servidão</em>&#8221; (Hb 2.15). E com toda razão, afinal a Bíblia não poupa palavras quando descreve a punição eterna daqueles que zombam de Deus: <em>&#8220;Este beberá do vinho da ira de Deus, que se deitou, não misturado, no cálice da sua ira</em>&#8221; (Apocalipse 14.10a).</p>
<p>Antes de ser salvo, é necessário que você perceba o quão perdido você é nos seus pecados. Somente o náufrago clama por socorro. Você já chegou a se ver culpado diante do seu Criador? Chegou a admitir, &#8220;Fui pesado na balança da perfeição divina e tenho sido achado em falta&#8221;? Já confessou, &#8220;estou destituído da glória de Deus&#8221;?</p>
<p>Se você está carregando o peso da condenação, as boas novas do Evangelho serão como água para sua alma sedenta. Aqueles que são corroídos pela podridão do pecado acharão restauração em Cristo. Ele diz: &#8220;<em>Eu sou o pão da vida; aquele que vem a mim não terá fome, e quem crê em mim nunca terá sede</em>&#8221; (João 6.35). Este versículo diz a respeito à satisfação. Deus foi satisfeito com o sacrifício de Jesus Cristo na cruz. Cristo se satisfaz em remir pobres desgarrados e nós somos satisfeitos com a regeneração das nossas almas. Certamente, quem corre a Cristo, encontra satisfação eterna. Como não ser satisfeitos quando experimentamos que &#8220;<em>se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo</em>&#8221; (2 Cor 5.17)? O Salmista escreveu, alegre e satisfeito: &#8220;<em>Tu limpas as nossas transgressões. Bem-aventurado aquele a quem tu escolhes, e fazes chegar a ti, para que habite em teus átrios; nós seremos fartos da bondade da tua casa e do teu santo templo</em> &#8221; (Salmos 65.3,4).</p>
<p>Somos lavados das nossas transgressões! Cada detalhe do pecado é expurgado pelo sangue de Cristo. O sacrifico de Cristo é tão completamente imerecido e tão maravilhosamente completo. O Filho de Deus fez-se carne para resgatar-nos da nossa carnalidade. Ele deu sua vida na cruz para assim dar vida aos acusados. O Justo morreu pelos injustos. Foi paga a minha divida, pois o Filho de Deus aceitou morrer a minha morte na cruz aonde eu deveria ter sido crucificado. Claramente entendemos: &#8220;<em>O Filho do homem não veio para ser servido, mas para servir, e para dar a sua vida em resgate de muitos&#8221; </em>(Mt 20.28). Jesus Cristo, o unigênito Filho de Deus, tomou sobre Si a ira de Deus para que &#8211; morto e ressurreto &#8211; fosse a salvação completa dos mais indignos pecadores.</p>
<p>Pergunto: você está satisfeito em Cristo? A sua alma repousa nele? Ou está ainda a procura de outro consolo além de Cristo?</p>
<p>Talvez você esteja confusa em como chegar a Cristo. Vejamos novamente a oração de Esdras, em Esdras capitulo 9. Perceba como ele reconheceu sua vergonha e iniquidade no versículo 6,  confessou sua culpa no versículo 7 e por fim agarra-se à graça de Deus no versículo 8: &#8220;<em>Agora, por um pequeno momento, se manifestou a graça da parte do SENHOR, nosso Deus, para nos deixar alguns que escapem, e para dar-nos uma estaca no seu santo lugar; para nos iluminar os olhos, ó Deus nosso, e para nos dar um pouco de vida na nossa servidão&#8221; </em>(Esdras 9.8). A graça de Deus tem se manifestada, permitindo que nós &#8211; presos na servidão ao pecado &#8211; possamos escapar da culpa e da condenação. É um escape imerecido, pago na integra por Cristo. Boas intenções, ofertas financeiras ou serviço dedicado não alcançarão o que a graça de Deus alcança por nós: um escape!</p>
<p>Como então ir a Cristo? <em>Correndo</em>. Como confiar nele? <em>Inteiramente</em>. Como rogar Sua misericórdia? <em>Confessando seus pecados e crendo que Ele providenciou um escape. </em>Devemos agarrar esta verdade: &#8220;<em>Na nossa servidão não nos desamparou o nosso Deus; antes estendeu sobre nós a sua benignidade…para que nos desse vida</em>&#8221; (Esdras 9.9).</p>
<p>Agora não seria a hora de buscar essa benignidade de Deus? Onde quer que você esteja, não seria agora o momento de buscar um tempo à sós, e, de joelhos dobrados e coração quebrantado, rogar que Deus lave sua alma no sangue de Cristo? Estas palavras deviam ser suas: &#8220;<em>Esconde a tua face dos meus pecados, e apaga todas as minhas iniqüidades. Cria em mim, ó Deus, um coração puro, e renova em mim um espírito reto&#8221; </em>(Salmos 51.9,10).</p>
<p>Nós nos preocupamos com a mensagem da salvação porque não temos outra mensagem a anunciar a não ser: &#8220;<em>Cristo Jesus veio ao mundo, para salvar os pecadores</em>&#8221; (1Timóteo 1.15). É bom ler artigos, é ótimo ouvir palestras e excelente investir em bons livros. Mas nada valerá a pena se em primeiro lugar você não tem buscado o perdão de Deus aos pés da cruz.</p>
<p>Pergunto novamente: você conhece Cristo como seu Salvador?</p>
</div>
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		<item>
		<title>Seis Lições da Parceria de Joabe e Abisai</title>
		<link>http://www.blogfiel.com.br/2011/08/seis-licoes-da-parceria-de-joabe-e-abisai.html</link>
		<comments>http://www.blogfiel.com.br/2011/08/seis-licoes-da-parceria-de-joabe-e-abisai.html#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 17 Aug 2011 13:31:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editora Fiel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bíblia]]></category>

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		<description><![CDATA[<div align="justify"><p><strong>John Piper</strong></p>
<p><a href="http://www.blogfiel.com.br/2011/08/seis-licoes-da-parceria-de-joabe-e-abisai.html"><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/08/Seis_Licoes.jpg" alt="Seis Lições da Parceria de Joabe e Abisai" title="Seis Lições da Parceria de Joabe e Abisai" width="265" height="193" class="alignleft size-full wp-image-2038" /></a>&#8220;Disse Joabe: Se os siros forem mais fortes do que eu, tu me virás em socorro; e, se os filhos de Amom forem mais fortes do que tu, eu irei ao teu socorro. Sê forte, pois; pelejemos varonilmente pelo nosso povo e pelas cidades de nosso Deus; e faça o Senhor o que bem lhe parecer&#8221; (2 Samuel 10.11-12).</p>
<p>Nessas palavras de Joabe, há seis coisas que penso devem caracterizar todos os esforços da equipe ministerial na igreja.</p>
<p><strong>1. Humildade</strong></p>
<p>A primeira é humildade. &#8220;Se os siros forem mais fortes do que eu, tu me virás em socorro.&#8221; Joabe era um guerreiro poderoso, mas não era tolo para julgar-se totalmente autossuficiente. &#8220;Abisai, meu irmão, talvez hoje eu seja incapaz para a tarefa.&#8221; Ele não teve vergonha de pedir ajuda. A humildade espontânea reconhece sua própria limitação e necessidade. Está aberta a receber ajuda, a ser ensinada e não se ressente de um bom aviso ou um conselho.</p>
<p><strong>2. Diversidade</strong></p>
<p>A segunda característica da equipe ministerial ilustrada por Joabe é a diversidade. Abisai foi enviado contra os amonitas; Joabe, contra os sírios. Quando o inimigo é diversificado e está espalhado, uma estratégia inteligente de batalha é não usar todas as tropas em um único lugar. Também é sábio colocar todos a fazer, na maior parte do  tempo, aquilo em que eles são melhores. Um princípio bíblico firme é que Deus deu a todos nós diferentes combinações de dons.</p>
<p><strong>3. Ajuda mútua</strong></p>
<p>A terceira característica de uma boa equipe ministerial é ajuda mútua. &#8220;Se os siros forem mais fortes do que eu, tu me virás em socorro; e, se os filhos de Amom forem mais fortes do que tu, eu irei ao teu socorro.&#8221; Diversidade na igreja não é tão rígida, que não podemos deixar o nosso campo designada e ajudar uns aos outros. Fundamental a todo trabalho de equipe bem-sucedido é que os membros da equipe sejam em uns pelos outros, e não uns contra os outros. Competição no ministério é um anátema para o Espírito de Cristo. [...]</p></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="justify">
<p><strong>John Piper</strong></p>
<p><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/08/Seis_Licoes.jpg" alt="Seis Lições da Parceria de Joabe e Abisai" title="Seis Lições da Parceria de Joabe e Abisai" width="265" height="193" class="alignleft size-full wp-image-2038" />&ldquo;Disse Joabe: Se os siros forem mais fortes do que eu, tu me virás em socorro; e, se os filhos de Amom forem mais fortes do que tu, eu irei ao teu socorro. Sê forte, pois; pelejemos varonilmente pelo nosso povo e pelas cidades de nosso Deus; e faça o Senhor o que bem lhe parecer&rdquo; (2 Samuel 10.11-12).</p>
<p>Nessas palavras de Joabe, há seis coisas que penso devem caracterizar todos os esforços da equipe ministerial na igreja.</p>
<p><strong>1. Humildade</strong></p>
<p>A primeira é humildade. &ldquo;Se os siros forem mais fortes do que eu, tu me virás em socorro.&rdquo; Joabe era um guerreiro poderoso, mas não era tolo para julgar-se totalmente autossuficiente. &ldquo;Abisai, meu irmão, talvez hoje eu seja incapaz para a tarefa.&rdquo; Ele não teve vergonha de pedir ajuda. A humildade espontânea reconhece sua própria limitação e necessidade. Está aberta a receber ajuda, a ser ensinada e não se ressente de um bom aviso ou um conselho.</p>
<p><strong>2. Diversidade</strong></p>
<p>A segunda característica da equipe ministerial ilustrada por Joabe é a diversidade. Abisai foi enviado contra os amonitas; Joabe, contra os sírios. Quando o inimigo é diversificado e está espalhado, uma estratégia inteligente de batalha é não usar todas as tropas em um único lugar. Também é sábio colocar todos a fazer, na maior parte do  tempo, aquilo em que eles são melhores. Um princípio bíblico firme é que Deus deu a todos nós diferentes combinações de dons.</p>
<p><strong>3. Ajuda mútua</strong></p>
<p>A terceira característica de uma boa equipe ministerial é ajuda mútua. &ldquo;Se os siros forem mais fortes do que eu, tu me virás em socorro; e, se os filhos de Amom forem mais fortes do que tu, eu irei ao teu socorro.&rdquo; Diversidade na igreja não é tão rígida, que não podemos deixar o nosso campo designada e ajudar uns aos outros. Fundamental a todo trabalho de equipe bem-sucedido é que os membros da equipe sejam em uns pelos outros, e não uns contra os outros. Competição no ministério é um anátema para o Espírito de Cristo.</p>
<p><strong>4. Força</strong></p>
<p>A quarta característica da equipe ministerial eficaz é força. &ldquo;Sê forte&#8230; pelejemos varonilmente.&rdquo; Literalmente, o hebraico diz apenas: &ldquo;Sê forte e mostremo-nos fortes!&rdquo; Quando a batalha começa, não fugimos temerosos e fracos. Devemos atacar! &ldquo;Sede fortalecidos no Senhor e na força do seu poder. Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para poderdes ficar firmes contra as ciladas do diabo&rdquo; (Ef 6.10-11). O poder que precisamos não vem de nós mesmos. É com a força do poder de Deus que temos de ser fortalecidos. Quando vestimos a armadura de Deus, temos a força de Deus.</p>
<p><strong>5. Benefício para o povo de Deus</strong></p>
<p>Joabe disse: &ldquo;Pelo nosso povo e pelas cidades de nosso Deus&rdquo;. Embora o nosso objetivo deva ser o ajudar uns aos outros, devemos sempre perguntar: &ldquo;Ajudar uns aos outros a fazer o quê?&quot; A resposta é: &ldquo;Beneficiar o povo de Deus&rdquo;. Nenhum grupo de cristãos vive para si mesmo. Nós nos esforçamos pela humildade cristã, usamos nossa diversidade, vivemos em ajuda mútua, mantemos nossa força não para nós mesmos, mas para o benefício do povo de Deus.</p>
<p><strong>6. Rendição à orientação soberana de Deus</strong></p>
<p>Há uma característica final da equipe ministerial que Joabe ilustra: render-se à orientação soberana de Deus. &ldquo;Sê forte, pois; pelejemos varonilmente pelo nosso povo e pelas cidades de nosso Deus; e faça o Senhor o que bem lhe parecer&rdquo;. E faça o Senhor o que bem lhe parecer. Oh! que sempre realizemos nossa obra dessa maneira, prostrando-nos diante de Deus e dizendo: &ldquo;Ó Deus, almejamos ser humildes, ser diversificados, ajudar-nos mutuamente, ser fortes no Senhor, trabalhar com ardor para o bem do teu povo. Mas, ó Deus, reconhecemos que tu és soberano e nós somos finitos. Queremos dizer o mesmo que Joabe disse: em todos os nossos planos e em todo o nosso labor, faze o que bem te parecer&rdquo;.</p>
</div>
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		<item>
		<title>A Confusão Evangélica Diante do Antigo Testamento</title>
		<link>http://www.blogfiel.com.br/2010/05/a-confusao-evangelica-diante-do-antigo-test.html</link>
		<comments>http://www.blogfiel.com.br/2010/05/a-confusao-evangelica-diante-do-antigo-test.html#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 03 May 2010 18:21:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editora Fiel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bíblia]]></category>
		<category><![CDATA[Luiz Sayão]]></category>

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		<description><![CDATA[<p align="left"><strong>Luiz Sayão</strong></p>
<p><img style="float: left;margin: 0pt 10px 10px 0pt" src="http://www.editorafiel.com.br/blog_ftp/uploaded_images/OTStories.jpg" width="250" height="226" />A igreja evangélica brasileira é uma das mais dinâmicas e criativas do mundo. Por essa razão seu crescimento tem sido extraordinário. Todavia, uma igreja jovem e efervescente tem dificuldades de doutrinar e discipular seus novos membros. Essa é uma realidade na igreja brasileira.</p>
<p>É notório que o uso do Antigo Testamento na prática e na liturgia eclesiástica brasileira tem crescido de maneira substancial. Principal no contexto do louvor e da adoração a ênfase vétero-testamentária é mais do que expressiva. E como percebeu Lutero, a teologia de uma igreja está em seus hinos. Afinal, o que está acontecendo? Para onde estamos indo?</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="justify">
<p><strong>Luiz Sayão</strong></p>
<p><img style="float: left;margin: 0pt 10px 10px 0pt" src="http://www.editorafiel.com.br/blog_ftp/uploaded_images/OTStories.jpg" alt="" width="250" height="226" />A igreja evangélica brasileira é uma das mais dinâmicas e criativas do mundo. Por essa razão seu crescimento tem sido extraordinário. Todavia, uma igreja jovem e efervescente tem dificuldades de doutrinar e discipular seus novos membros. Essa é uma realidade na igreja brasileira.</p>
<p>É notório que o uso do Antigo Testamento na prática e na liturgia eclesiástica brasileira tem crescido de maneira substancial. Principal no contexto do louvor e da adoração a ênfase vétero-testamentária é mais do que expressiva. E como percebeu Lutero, a teologia de uma igreja está em seus hinos. Afinal, o que está acontecendo? Para onde estamos indo?</p>
<p>Em primeiro lugar, é preciso ressaltar que o Antigo Testamento representa um fascínio para o povo brasileiro. É repleto de histórias concretas, circunscritas na vida real do povo, no cotidiano de gente comum. É muito mais fácil emocionar-se com uma narrativa como a de Jonas ou de Davi do que acompanhar o argumento de Paulo em vários textos de Romanos. Além disso, o povo brasileiro tem pouca história e raízes muito recentes. O Antigo Testamento, com a rica história do povo de Israel, traz uma espécie de identificação com o povo de nosso país. Talvez isso explique porque tantos brasileiros evangélicos queiram ou procurem ser mais judeus. Em terceiro lugar, devemos considerar a realidade de que a igreja evangélica brasileira quase não tem símbolos ou expressão artística. A maioria dos símbolos cristãos históricos (catedrais, cruzes, etc.) tem identificação católica na realidade nacional. Assim, os evangélicos buscam símbolos para expressar sua fé, e acabam geralmente escolhendo símbolos judaicos ou vétero-testamentários (menorá, estrela de Davi, e etc.).</p>
<p>Este encontro brasileiro-judaico tem muitas facetas positivas: Retomamos uma alegria comemorativa da fé, trazemos a verdade espiritual para a realidade concreta, dificilmente teremos uma igreja anti-semita, enxergamos necessidades sociais e políticas pela força do Antigo Testamento. Todavia, também estamos andando em terreno perigoso e delicado. Algumas considerações são importantes para que a igreja brasileira não perca o rumo por problemas de ordem hermenêutica. Aqui vão algumas sugestões:</p>
<p><strong>1. Nem todo texto bíblico do </strong><strong>Antigo Testamento pode ser visto como normativo</strong></p>
<p>A descrição da vida de um servo de Deus do Antigo Testamento não é padrão para nós sempre. Quando Abraão mente em Gênesis, a descrição do fato não o torna uma norma. A poligamia de Salomão, a mentira das parteiras no Egito e o adultério de Davi não podem servir de desculpas para os nossos pecados.</p>
<p><strong>2. Não podemos cantar todo e qualquer texto do </strong><strong>Antigo Testamento</strong></p>
<p>É preciso observar quem está falando no texto bíblico. Sem observarmos quem fala, tiraremos conclusões enganosas. Isso é fundamental para se entender o livro de Eclesiastes. No caso de Jó 1.9-10, por exemplo, temos registradas as palavras de Satanás. Isto é fato até no caso do Novo Testamento (veja Jo 8.48).</p>
<p><strong>3. Devemos ensinar que muito da teologia do </strong><strong>Antigo Testamento foi superada pelo Novo Testamento</strong></p>
<p>Jesus deixou claro que estava trazendo uma mensagem complementar e superior em relação à antiga aliança. Se não entendermos isto, voltaremos ao legalismo farisaico tão questionado por nosso Senhor. Textos como Números 15.32-36 revelam um exemplo daquilo que não tem mais valor na prática da nova aliança. Todos os elementos cerimoniais da lei não podem mais fazer parte da vida da igreja cristã, pois apontavam para a realidade superior, que se cumpre em Cristo (Cl 2.16-18). Sábados, festas judaicas, dias sagrados, sacrifícios e outros elementos cerimoniais não fazem parte da prática cristã neo-testamentária.</p>
<p><strong>4. Antes de pregar ou cantar um texto do </strong><strong>Antigo Testamento é preciso entendê-lo</strong></p>
<p>Nem sempre é fácil entender um texto do Antigo Testamento. Muitos textos precisam ser bem estudados, compreendidos em seu contexto e em sua limitação circunstancial e teológica. Veja por exemplo o potencial destruidor do mau uso de um texto como o Salmo 137.9. Se o intérprete não entender que o texto fala da justiça retributiva divina dada aos babilônios imperialistas, as crianças da igreja correrão sério perigo!</p>
<p><strong>5. Devemos ensinar que vingança e guerra não são valores cristãos</strong></p>
<p>Jesus ordenou que devemos amar até mesmo aqueles que nos odeiam. A justiça imprecatória não faz parte da teologia do Novo Testamento. Há vários salmos que dizem isso, mas tal realidade compreende-se no contexto do Antigo Testamento e não pode ser praticada na igreja cristã. Não podemos cantar &#8220;persegui os inimigos e os alcancei, persegui-os e os atravessei&#8221; (Sl 18.37.38), quando o Senhor Jesus ordena que devemos perdoar e amar os nossos inimigos (Mt 5.44-45). Hoje já existe até gente &#8220;amaldiçoando&#8221; outros em nome de Jesus! Teremos o surgimento de uma &#8220;violência cristã&#8221;?</p>
<p><strong>6. Enfatizemos a verdade de que a adoração do Novo Testamento é superior</strong></p>
<p>O Novo Testamento nos ensina que a adoração legítima independe de lugar, de monte, de cidade e de outros elementos materiais (Jo 4). Jesus insiste em afirmar que Deus procura quem &#8220;o adore em Espírito e em verdade&#8221;. A tradição evangélica sempre louvou a Deus por seus atos e atributos. Atualmente estamos cada vez mais enfatizando &#8220;o monte santo&#8221;, &#8220;a cidade sagrada&#8221;, &#8220;a casa de Deus&#8221;, &#8220;a sala do trono&#8221;. Nós somos o &#8220;templo de Deus&#8221;. Os elementos materiais pouco importam na adoração genuína. É preciso retomar o caminho correto.</p>
<p><strong>7. Devemos ensinar que ser judeu não torna ninguém melhor do que os outros</strong></p>
<p>Alguns evangélicos entendem que &#8220;ser judeu&#8221; ou &#8220;judaizado&#8221; os torna de alguma forma &#8220;espiritualmente melhor&#8221;. O rei Manassés, Anás e Caifás eram judeus! Já há quem expulse demônios em hebraico! Em Cristo, judeus e gentios são iguais perante Deus. Na verdade &#8220;não há judeu nem grego&#8221; (Gl 3.28) na nova aliança. A igreja cristã já pecou por seu anti-semitismo do passado. Será que irá pecar agora por tornar-se judaizante? Devemos amar judeus e gentios de igual modo. Além disso, podemos e devemos ser cristãos brasileiros. Não precisamos nos tornar judeus para ter um melhor &#8220;pedigree&#8221; espiritual.</p>
</div>
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		<title>A Estranha Heresia Colossense</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Jun 2009 15:55:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editora Fiel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bíblia]]></category>
		<category><![CDATA[Luiz Sayão]]></category>

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		<description><![CDATA[Luiz Sayão Nas últimas décadas muitos livros evangélicos foram escritos para esclarecer o problema das seitas modernas. Grupos estranhos, heréticos e proselitistas têm surgido e se multiplicado principalmente nos EUA, no Brasil, na Coréia e no Japão. Quem lê e ouve a respeito do assunto, imagina que isso é coisa recente, uma aflição dos últimos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Luiz Sayão</strong></p>
<p><a href="http://www.blogfiel.com.br/uploaded_images/colossos-723021.jpg"><img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt;float: left;cursor: pointer;width: 320px;height: 240px" src="http://www.blogfiel.com.br/uploaded_images/colossos-723012.jpg" alt="" border="0" /></a>
<div align="justify">Nas últimas  décadas muitos livros evangélicos foram escritos para esclarecer o problema das  seitas modernas. Grupos estranhos, heréticos e proselitistas têm surgido e se  multiplicado principalmente nos EUA, no Brasil, na Coréia e no Japão. Quem lê e  ouve a respeito do assunto, imagina que isso é coisa recente, uma aflição dos  últimos tempos. Uma enfermidade de nossa época. Não é bem o caso. Os dias de Paulo  foram marcados por problemas semelhantes e igualmente lamentáveis. A conhecida  carta de Paulo aos colossenses foi escrita entre os anos 60-62. A maioria dos  estudiosos entende que Colossenses faz parte das epístolas da prisão.  Juntamente com Efésios, Filipenses e Filemom, a carta teria sido enviada por  Paulo a partir de Roma, onde Paulo estava preso, conforme o testemunho de Atos  28. Colossenses, muito semelhante a Efésios em diversas partes, tem como alvo  auxiliar uma igreja que Paulo não visitara ainda. O ambiente religioso  diversificado, místico e efervescente estava trazendo problemas doutrinários  para a nova igreja. O perfil dessa heresia colossense tem sido objeto de estudo  de comentaristas e exegetas especializados. Vale a pena dar atenção ao assunto,  pois sua pertinência é inconfundível e sua atualidade, surpreendente.</p>
<p>Os hereges de  Colossos fizeram um verdadeiro sincretismo de tendências religiosas distintas e  criaram confusão e desunião na igreja cristã. Tinham influência da religião  greco-romana, do judaísmo, de uma espécie de gnosticismo incipiente e das  religiões de mistério que proliferavam na Ásia Menor no primeiro século. Paulo,  corajosamente, orienta a igreja de Colossos e confronta o ensinamento  prejudicial e equivocado, exortando o povo de Deus a permanecer firme na fé.  Isso pode ser percebido em alguns versos da carta:</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt 35.4pt;text-align: justify;line-height: normal"><span style="font-family:'Times New Roman','serif';font-size:10">Antes vocês estavam separados de Deus e,  na mente de vocês, eram inimigos por causa do mau procedimento de vocês. Mas  agora ele os reconciliou pelo corpo físico de Cristo, mediante a morte, para  apresentá-los diante dele santos, inculpáveis e livres de qualquer acusação,  desde que continuem alicerçados e firmes na fé, sem se afastarem da esperança  do evangelho, que vocês ouviram e que tem sido proclamado a todos os que estão  debaixo do céu. Esse é o evangelho do qual eu, Paulo, me tornei ministro.  (1.21-23)</span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt 35.4pt;text-align: justify;line-height: normal"><span style="font-family:'Times New Roman','serif';font-size:10">Tenham cuidado para que ninguém os  escravize a filosofias vãs e enganosas, que se fundamentam nas tradições  humanas e nos princípios elementares deste mundo, e não em Cristo. (2.8)</span></p>
<p>Mas, afinal de  contas, que perigo a heresia colossense representava? O problema era de fato  sério? O que pode ser dito? A pesquisa tem mostrado que a nova tendência  teológica herética de Colossos era um grupo que tinha experiências espirituais  extraordinárias. Tais experiências os colocavam num nível superior acima dos  demais. Influenciados por uma cosmovisão do tipo gnóstica, eles achavam que  havia vários níveis de distanciamento entre Deus e o homem. Era necessário  galgar estes degraus por meio de experiências místicas ascéticas para chegar a  um nível superior. Esse distanciamento enfraquecia o valor de Cristo e de sua  obra redentora. Foi por esse motivo que Paulo combateu o esvaziamento de  Cristo, proposto pelos hereges. Cristo é suficiente e enche toda a plenitude (o  espaço entre o céu e a terra). Vejamos alguns textos importantes:</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt 35.4pt;text-align: justify;line-height: normal"><span style="font-family:'Times New Roman','serif';font-size:10">&#8230; pois nele foram criadas todas as  coisas nos céus e na terra, as visíveis e as invisíveis, sejam tronos ou  soberanias, poderes ou autoridades; todas as coisas foram criadas por ele e  para ele. Ele é antes de todas as coisas, e nele tudo subsiste. Ele é a cabeça  do corpo, que é a igreja; é o princípio e o primogênito dentre os mortos, para  que em tudo tenha a supremacia. Pois foi do agrado de Deus que nele habitasse  toda a plenitude. (1.16-19)</span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt 35.4pt;text-align: justify;line-height: normal"><span style="font-family:'Times New Roman','serif';font-size:10">Pois em Cristo habita corporalmente toda  a plenitude da divindade, e, por estarem nele, que é o Cabeça de todo poder e  autoridade, vocês receberam a plenitude. Nele também vocês foram circuncidados,  não com uma circuncisão feita por mãos humanas, mas com a circuncisão feita por  Cristo, que é o despojar do corpo da carne. Isso aconteceu quando vocês foram  sepultados com ele no batismo, e com ele foram ressuscitados mediante a fé no  poder de Deus que o ressuscitou dentre os mortos. (2.9-12)</span></p>
<p>O tipo de  espiritualidade dos hereges os fazia sentir-se superior e provocava divisão e  discriminação na igreja. A decorrência prática era séria. Os prejuízos eram  teológicos, éticos e comunitários. Todavia, não faltou criatividade no sincretismo  colossense. O texto de 2.9-12 fala de circuncisão. Por que o assunto é  levantado? Por incrível que pareça, a heresia colossense misturava elementos do  judaísmo em sua criatividade religiosa. Além disso, esse judaísmo vinha  acompanhado de um misticismo mágico, principalmente ligado à influência de  demônios, também chamados de “princípios elementares”. Tendo consciência desse  cenário, podemos entender alguns versículos importantes:</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt 35.4pt;text-align: justify;line-height: normal"><span style="font-family:'Times New Roman','serif';font-size:10">Portanto, não permitam que ninguém os  julgue pelo que vocês comem ou bebem, ou com relação a alguma festividade  religiosa ou à celebração das luas novas ou dos dias de sábado. Estas coisas  são sombras do que haveria de vir; a realidade, porém, encontra-se em Cristo.  Não permitam que ninguém que tenha prazer numa falsa humildade e na adoração de  anjos os impeça de alcançar o prêmio. Tal pessoa conta detalhadamente suas  visões, e sua mente carnal a torna orgulhosa. Trata-se de alguém que não está  unido à Cabeça, a partir da qual todo o corpo, sustentado e unido por seus ligamentos  e juntas, efetua o crescimento dado por Deus. Já que vocês morreram com Cristo  para os princípios elementares deste mundo, por que, como se ainda pertencessem  a ele, vocês se submetem a regras: “Não manuseie!”, “Não prove!”, “Não toque!”?  Todas essas coisas estão destinadas a perecer pelo uso, pois se baseiam em  mandamentos e ensinos humanos. (2.16-22)</span></p>
<p>Os hereges  passaram a vigiar a liberdade cristã da igreja e a exigir que eles se  abstivessem de alimentos (Lv 11) e de bebidas. Além disso, exigiam também que  se observassem as festas religiosas judaicas. Todavia, a questão era mais  complexa. Acreditava-se que os princípios elementares (potestades espirituais)  tivessem poder sobre certas datas. Portanto, a obediência às festas não  envolvia apenas idéias judaicas, mas também o temor pagão dos espíritos maus.  Assim, a exigência legalista de regras era muito clara e incisiva. Paulo deixa  claro que isso era ensino humano. Os hereges ensinavam que apenas crer em  Cristo era insuficiente. Se os cristãos não fossem legalistas e não  “respeitassem” as potestades, teriam problemas.</p>
<p>A pergunta que  surge é esperável: com que autoridade eles faziam isso? É simples! Visões  espirituais determinavam o tom da verdade. Os hereges afirmavam que  participavam de um culto de nível superior: a adoração de anjos. Não se tratava  de adoração feita aos anjos, (o genitivo do grego deve ser lido como  subjetivo), mas sim a adoração que os anjos faziam. Eles diziam que adoravam no  nível angelical, junto com os anjos. Nessas reuniões místicas surgiam as visões  que lhes “autorizava” a dizer o que afirmavam. Tais visões eram contadas  detalhadamente e serviam de referência de espiritualidade e autoridade.</p>
<p>Paulo foi  inequívoco e direto ao condenar aquela tendência perigosa e destruidora para a  igreja primitiva. Ele argumenta que Jesus triunfou plenamente sobre os  espíritos, que precisavam mais ser temidos.</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt 35.4pt;text-align: justify;line-height: normal"><span style="font-family:'Times New Roman','serif';font-size:10">Tendo despojado os poderes e as  autoridades, fez deles um espetáculo público, triunfando sobre eles na cruz.  (2.15)</span></p>
<p>Além disso,  Paulo deixa claro que aquela espiritualidade era doentia e revelava problemas  não resolvidos do conflito contra a carne:</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt 35.4pt;text-align: justify;line-height: normal"><span style="font-family:'Times New Roman','serif';font-size:10">Essas regras têm, de fato, aparência de  sabedoria, com sua pretensa religiosidade, falsa humildade e severidade com o  corpo, mas não têm valor algum para refrear os impulsos da carne. (2.23)</span></p>
<p>Em dias  teologicamente incertos e confusos, é necessário voltar a ler Colossenses com  atenção. A tendência a um legalismo judaizante, a ênfase no poder dos espíritos  maus, o desinteresse pela centralidade da cruz de Cristo, o misticismo forte  voltado para experiências extravagantes e a valorização indevida de anjos em  alguns contextos são alguns dos problemas encontradiços nos dias de hoje que  devem ser confrontados com a sábia e decisiva palavra inspirada de Paulo aos  colossenses.</div>
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