Carta de Princípios Mackenzie 2011 – Liberdade de Consciência e de Expressão
Hoje, dia 17/03, a Universidade Presbiteriana Mackenzie realizou um ato solene de lançamento de sua Carta de Princípios 2011.
O tema da carta de princípios deste ano é “Liberdade de Consciência e de Expressão”. Assunto mais do que pertine nte e necessário, pois, expressar nossa fé nos dias de hoje, no Brasil, é algo que tem causado incômodo a vários setores da sociedade. Via de regra aqueles de caráter libertário e libertino – que não podem aceitar o elevado padrão moral imposto pela fé cristã. Mas, vemos nos princípios das Escrituras o dever de andarmos com retidão em nossa sociedade, sendo luz e exemplos de nosso proceder diante do ímpio e usando a espada e o poder do estado para promover a justiça e a eqüidade. Temos o dever cristão de afirmarmos a nossa fé com liberdade e a usarmos – como fez o apóstolo Paulo – o direito divino (contemplado e assimilado pelas leis) para defender nossa fé, nossa dignidade, nossa liberdade, nossa consciência e o direito que temos de proclamar e expressar o que cremos.
Tiago Santos
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Carta de Princípios Mackenzie 2011 – Liberdade de Consciência e de Expressão
Introdução
Os conceitos de liberdade de consciência e de expressão têm recebido crescente atenção pública em nosso país em anos recentes. Entre as diversas causas, estão o crescimento da pluralidade cultural, da diversidade religiosa e do relativismo como fatores integrantes da sociedade brasileira. De que maneira as pessoas podem ter e expressar suas convicções em um ambiente onde outros indivíduos pensam e se comportam de maneira diversa dessas convicções? Essa questão também faz parte do cotidiano universitário, especialmente em instituições confessionais como o Mackenzie, que primam por princípios éticos ao mesmo tempo em que sustentam a autonomia universitária.



Amados leitores – Pregadores e ouvintes da Palavra de Deus:
O que está acontecendo? O pregador está falando aos ouvintes da parte de Deus e a respeito dEle, está falando sobre a condição dos ouvintes — o estado da sua alma. Está lhes dizendo que, por natureza, estão sob a ira de Deus — são “filhos da ira, como também os demais” — e que o caráter de seu viver é ofensivo a Deus, está sob o juízo dEle. O pregador está advertindo-os sobre a temível possibilidade eterna que os aguarda. De alguma maneira, o pregador, entre todos os homens, deve estar consciente da natureza fugaz da vida neste mundo. Os homens mundanos vivem tão imersos em seus negócios e atividades, em seus prazeres e toda a sua ostentação, que a única coisa sobre a qual eles nunca param para considerar é o caráter passageiro da vida. Tudo isso enfatiza que o pregador sempre deve criar e comunicar a impressão da seriedade daquilo que está acontecendo no momento em que ele aparece no púlpito. Você deve lembrar as famosas palavras de Richard Baxter: [...] 
É com alegria que informamos aos nossos amados leitores que a Editora Fiel criou um novo departamento em seu ministério. Estamos trabalhando para estabelecer uma aproximação mais profunda com o ambiente educacional que prepara novos ministros, teólogos e pesquisadores da fé cristã, e acabo de me juntar ao time da Fiel com a missão de servir neste departamento. Peço suas orações, pois precisaremos da graça de Deus para realizar este importante trabalho. 
Existem poucas advertências nas Escrituras mais solenes do que esta que aparece no início desta página. O Senhor Jesus Cristo nos diz: “Lembrai-vos da mulher de Ló”. 
Onde estamos como povo de Deus? Estamos no caminho certo? Como ter certeza?

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