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	<title>Blog Fiel &#187; Tiago Santos</title>
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	<description>Editora Fiel - Apoiando a Igreja de Deus</description>
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		<title>Resoluções</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Jan 2012 18:52:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Vida Cristã]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.blogfiel.com.br/2012/01/resolucoes-3.html" title="Resoluções"><img class="alignleft" src="http://www.dialogosuniversitarios.com.br/UserFiles/91/Image/comportamento/mao_escrevendo%5B1%5D.JPG" alt="" width="400" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Terminou o ano de 2011.</p>
<p style="text-align: justify;">Começa 2012.</p>
<p style="text-align: justify;">Essas épocas de começo de ano são também épocas de novas resoluções, fruto normalmente de áreas de nossa vida que desejamos desempenhar melhor, ou projetos novos que desejamos começar. Pelo seu simbolismo, o começo de cada ano parece fornecer o momento ideal para as resoluções - afinal, sempre queremos começar novas coisas pelo começo, não é? Não é à toa que a segunda-feira é o dia favorito para aquelas decisões que tomamos ao longo do ano.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, enfim, todos os anos saímos com aquelas listas cheias de atividades e decisões. Não raramente, repetimos algumas das decisões tomadas no ano anterior e que, por alguma razão, não fomos capazes de realizar.</p>
<p style="text-align: justify;">Nossas decisões de começo de ano podem ser bem abrangentes, envolvendo atividades ligadas a rotinas e hábitos, como abandonar algum vício ou hábito ruim, ou fazer a leitura de um ou alguns livros, uma mudança no horário de acordar ou dormir, a realização de uma viagem ou mesmo a aquisição de novos bens, ou coisas ligadas à saúde ou aparência, como iniciar novas dietas, freqüentar uma academia, começar a praticar algum esporte, a renovação do guarda-roupas, ou ainda decisões relativas à formação ou ao trabalho, como iniciar algum curso, aprender um novo ofício, buscar uma promoção ou um novo emprego e ainda tem aquelas resoluções relacionais, que vão desde reparação de um relacionamento quebrado - perdoar e buscar perdão - até a decisão de formar uma nova família, noivar e casar. [...]</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft" src="http://www.dialogosuniversitarios.com.br/UserFiles/91/Image/comportamento/mao_escrevendo%5B1%5D.JPG" alt="" width="400" height="300" /></p>
<p style="text-align: justify;">Terminou o ano de 2011.</p>
<p style="text-align: justify;">Começa 2012.</p>
<p style="text-align: justify;">Essas épocas de começo de ano são também épocas de novas resoluções, fruto normalmente de áreas de nossa vida que desejamos desempenhar melhor, ou projetos novos que desejamos começar. Pelo seu simbolismo, o começo de cada ano parece fornecer o momento ideal para as resoluções &#8211; afinal, sempre queremos começar novas coisas pelo começo, não é? Não é à toa que a segunda-feira é o dia favorito para aquelas decisões que tomamos ao longo do ano.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, enfim, todos os anos saímos com aquelas listas cheias de atividades e decisões. Não raramente, repetimos algumas das decisões tomadas no ano anterior e que, por alguma razão, não fomos capazes de realizar.</p>
<p style="text-align: justify;">Nossas decisões de começo de ano podem ser bem abrangentes, envolvendo atividades ligadas a rotinas e hábitos, como abandonar algum vício ou hábito ruim, ou fazer a leitura de um ou alguns livros, uma mudança no horário de acordar ou dormir, a realização de uma viagem ou mesmo a aquisição de novos bens, ou coisas ligadas à saúde ou aparência, como iniciar novas dietas, freqüentar uma academia, começar a praticar algum esporte, a renovação do guarda-roupas, ou ainda decisões relativas à formação ou ao trabalho, como iniciar algum curso, aprender um novo ofício, buscar uma promoção ou um novo emprego e ainda tem aquelas resoluções relacionais, que vão desde reparação de um relacionamento quebrado &#8211; perdoar e buscar perdão &#8211; até a decisão de formar uma nova família, noivar e casar.</p>
<p></a></p>
<p style="text-align: justify;">As resoluções renovam a determinação e são boas. Elas podem ser um instrumento de honestidade e auto-análise que não praticamos com freqüência e podem ajudar a dar foco e a disciplinar a conduta e melhorar em áreas carentes da vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas é preciso ter cuidado. Algumas dessas resoluções podem nos absorver de modo tal que a sua realização pode se tornar um fim em si mesmo. O sábio Salomão, no ocaso da vida, ao escrever o livro de Eclesiastes, lembra que tudo é vapor, tudo é vaidade, névoa. Que a vida é passageira, fugaz e seu brilho é transitório. Efêmero – e olha que Salomão experimentou de tudo. Ele é alguém que teve o mundo aos seus pés e conheceu sexo, riqueza e poder. O salmista também lembra que <em>tudo passa rapidamente e nós voamos</em> (Sl 90). Uma prova disso, aliás, são nossos 4 bisavós. Eles nasceram, viveram sua infância, juventude, tiveram seus sonhos, suas aspirações, suas realizações, fracassos e desapontamentos, formaram família, trabalharam, enfim, fizeram sua história e, provavelmente, tudo o que (via de regra) sabemos deles é seu primeiro nome!, se é que lembramos.</p>
<p style="text-align: justify;">Não, o sábio Salomão não quer desanimar seu leitor (nem eu o quero). Ele está dizendo que há coisas que são essenciais. Ele está dizendo que, para a nossa existência ter sentido, é preciso que algo maior do que essas decisões e situações da vida vá à sua frente e as governe. Ele lembra que há algo que deve cortar de modo transversal, por assim dizer, todas as decisões e projetos do homem e que, sem as coisas essenciais, tudo perde o sentido, tudo perde sua <em>raison d’etre</em>. Salomão ensina que a suma de todas as coisas é temer a Deus e guardar seus mandamentos (Ec 12) e que, sem Deus, tudo o mais é vaidade, névoa e vapor. É Deus quem dá sentido à vida e à história. Ele deve ser o crivo, a principal referência de todas as ações do homem.</p>
<p style="text-align: justify;">O senso da glória de Deus dá uma perspectiva toda nova para as nossas resoluções. No começo do século XVIII, um jovem nascido nos Estados Unidos colonial chamado Jonathan Edwards, com apenas 18 anos de idade, escreveu suas famosas resoluções. Ele produziu 70 resoluções e decidiu que elas seriam suas diretrizes para o resto de sua vida. E, de fato, as usou como um elemento disciplinador de suas ações. Durante toda sua vida, as suas resoluções foram uma espécie de guia para sua conduta e um memorial de suas motivações. Ao invés de renovar suas resoluções a cada ano, Edwards renovava seu compromisso com as resoluções tomadas na juventude e permaneceu com suas 70 resoluções até seu último dia de vida. E qual era a característica central de suas resoluções? Era a glória de Deus! Em todas as suas ações, ele desejava engrandecer e glorificar o Deus que o criou e se revelou ao homem pelas Escrituras. Edwards percebeu que Deus é o bem supremo do homem. Ele entendeu bem as palavras do salmista, que disse “Deus é minha porção e herança”. Isto quer dizer nada nesta terra era mais valioso para ele do que o Senhor. Deus era seu bem mais valioso, sua maior riqueza, o objeto supremo de seu amor e devoção, o sumo bem de sua vida. Amar e glorificar a Deus eram a grande aspiração de Edwards e o que dava sentido à sua existência. Esse senso da glória de Deus era a pedra de toque de todas as decisões do jovem Edwards.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste começo de 2012, quero propor ao leitor que tome suas decisões, faça suas resoluções com o mesmo espírito de Jonathan Edwards. Que as resoluções sejam governadas pelo senso da existência de Deus, de sua glória e de sua revelação, a Bíblia. Que suas resoluções reflitam o ensino do apóstolo Paulo, que diz que devemos fazer todas as coisas movidos pela fé, pois “o que não provém da fé é pecado” e ensina ainda que “quer comamos, quer bebamos, que façamos tudo para a glória de Deus”.</p>
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		<title>Enriquecendo-se com a Bíblia</title>
		<link>http://www.blogfiel.com.br/2011/12/enriquecendo-se-com-a-biblia.html</link>
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		<pubDate>Sat, 17 Dec 2011 12:00:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bíblia]]></category>
		<category><![CDATA[Igreja]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Teologia]]></category>
		<category><![CDATA[Tiago Santos]]></category>
		<category><![CDATA[Vida Cristã]]></category>

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		<description><![CDATA[<div align="justify"><p><strong>Toda a Escritura é Inspirada por Deus...</strong></p>
<p><a href="http://www.blogfiel.com.br/2011/12/enriquecendo-se-com-a-biblia.html"><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/11/Enriquecendo-se-com-a-Bíblia.jpg" alt="Enriquecendo-se com a Bíblia" title="Enriquecendo-se com a Bíblia" width="160" height="213" class="alignleft size-full wp-image-2320" /></a> No Brasil, houve um tempo em que o cristão era conhecido como &#8220;Bíblia&#8221; ou &#8220;aquela gente do livro de capa preta&#8221;.</p> <p>Embora esse apelido fosse empregado de forma depreciativa pelos de fora da igreja, assim como quando o próprio termo &#8220;cristão&#8221; foi cunhado pela primeira vez, em Antioquia, ou &#8220;Puritanos&#8221;, na Inglaterra do século XVI, permanece o fato de que o apelido evidenciava a ênfase, os valores, as crenças daquele povo. De alguma maneira, o motivo da chacota era também o que tornava os cristãos distintos no mundo em que viviam. É uma pena que, em nossos dias, tal distinção já não seja tão evidente.</p> <p>Mas, enfim, se há algo que pode ser dito sobre o verdadeiro cristão é de que este ama a Bíblia, o livro dos livros. A Bíblia tem o peso da autoridade da Palavra divina. Este é o argumento do apóstolo Paulo a Timóteo, quando disse que &#8220;Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda a boa obra.&#8221; (2 Tim 3.16,17)</p><p>Paulo, numa única sentença, afirma de forma clara e inquestionável a autoridade absoluta das Escrituras. E, uma vez esclarecido que Deus é o autor da Bíblia, o apóstolo passar a listar como podemos nos beneficiar dela. Por outro lado, podemos dizer que as Escrituras não serão nada proveitosas ou de muito pouca utilidade em nossas vidas, se antes não a reconhecermos como a Palavra de Deus. João Calvino desenvolveu bem esse raciocínio, ao comentar esse trecho das Escrituras: [...]</p></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="justify">
<p><strong>Toda a Escritura é Inspirada por Deus&#8230;</strong></p>
<p><a href="http://www.lojafiel.net/produto.aspx?ProCodigo=284" target="_blank"><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/11/Enriquecendo-se-com-a-Bíblia.jpg" alt="Enriquecendo-se com a Bíblia" title="Enriquecendo-se com a Bíblia" width="160" height="213" class="alignleft size-full wp-image-2320" /></a> No Brasil, houve um tempo em que o cristão era conhecido como &ldquo;Bíblia&rdquo; ou &ldquo;aquela gente do livro de capa preta&rdquo;.</p>
<p>Embora esse apelido fosse empregado de forma depreciativa pelos de fora da igreja, assim como quando o próprio termo &ldquo;cristão&rdquo; foi cunhado pela primeira vez, em Antioquia, ou &ldquo;Puritanos&rdquo;, na Inglaterra do século XVI, permanece o fato de que o apelido evidenciava a ênfase, os valores, as crenças daquele povo. De alguma maneira, o motivo da chacota era também o que tornava os cristãos distintos no mundo em que viviam. É uma pena que, em nossos dias, tal distinção já não seja tão evidente.</p>
<p>Mas, enfim, se há algo que pode ser dito sobre o verdadeiro cristão é de que este ama a Bíblia, o livro dos livros. A Bíblia tem o peso da autoridade da Palavra divina. Este é o argumento do apóstolo Paulo a Timóteo, quando disse que &ldquo;Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda a boa obra.&rdquo; (2 Tim 3.16,17)</p>
<p>Paulo, numa única sentença, afirma de forma clara e inquestionável a autoridade absoluta das Escrituras. E, uma vez esclarecido que Deus é o autor da Bíblia, o apóstolo passar a listar como podemos nos beneficiar dela. Por outro lado, podemos dizer que as Escrituras não serão nada proveitosas ou de muito pouca utilidade em nossas vidas, se antes não a reconhecermos como a Palavra de Deus. João Calvino desenvolveu bem esse raciocínio, ao comentar esse trecho das Escrituras: </p>
<p>Para asseverar a autoridade da Palavra, Paulo ensina que ela [Palavra] é inspirada por Deus. Porque, se esse é o caso, então não há qualquer dúvida que os homens devem recebê-la com reverência. Eis aqui o princípio que distingue nossa religião de todas as demais, ou seja: sabemos que Deus nos falou e estamos plenamente convencidos de que os profetas não falaram de si próprios, mas que, como órgãos do Espírito Santo, pronunciaram somente aquilo para o qual foram do céu comissionados a declarar. Todos quantos desejam beneficiar-se das Escrituras devem antes aceitar isto como um princípio estabelecido, a saber: que a lei e os profetas não são ensinos passados adiante ao bel-prazer dos homens ou produzidos pelas mentes humanas como sua fonte, senão que foram ditados pelo Espírito Santo <sup><a href="#_ftn1" name="_ftnref1" title="" id="_ftnref1">1</a></sup>. </p>
<p>Deus quis se revelar a ao homem. E ele só pode ser achado através da revelação que fez de si mesmo, nas Escrituras. O apóstolo Paulo, em sua epístola aos Romanos, demonstra que a criação atesta os atributos invisíveis de Deus, seu eterno poder e divindade, porém, somente por meio da Palavra é que Deus, o autor da criação, pode ser realmente conhecido.</p>
<p>As Escrituras são pródigas em afirmar sua própria autoridade, poder e fonte divinas. O autor aos Hebreus chama a Palavra de &ldquo;viva, e eficaz, e mais cortante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até ao ponto de dividir alma e espírito, juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e propósitos do coração&rdquo;. (Hb. 4.12)</p>
<p>O Salmo 119 é uma celebração da Lei do Senhor. Davi utiliza as mais belas técnicas da poesia hebraica para exaltar a Palavra, a Lei do Senhor <sup><a href="#_ftn2" name="_ftnref2" title="" id="_ftnref2">2</a></sup>. Neste salmo, Davi enaltece recorrentemente a Lei, santificando-a e afirmando sua capacidade transformar, vivificar, animar, sustentar, guiar, nutrir, fortalecer, iluminar, encorajar, ensinar, advertir, exortar, corrigir.</p>
<p>O ponto é que Deus resolveu que tudo quanto devemos saber acerca de seu ser, seus atributos, seu caráter, sua grandeza, majestade, poder e glória; e tudo quanto deveríamos saber sobre a criação, sobre nós, os homens, nosso relacionamento original com ele, nossa queda em Adão, a realidade do pecado – e a ruptura humanamente irreparável que se estabeleceu entre ele e os homens; a salvação que ele prometeu desde o Gênesis por meio do Redentor, a sua aliança com o povo que ele escolheu para si, a vinda do cordeiro santo, o verbo eterno de Deus, que se fez homem, viveu entre nós, padeceu, morreu e ressuscitou, e ascendeu aos céus, está assentado à direita de Deus Pai e voltará para julgar os vivos e os mortos; o evangelho, o nascimento da igreja, a disseminação da fé apostólica, enfim, todas essas coisas que importam para a salvação do homem, sua nutrição, crescimento espiritual, cultivo da santidade, comunhão, ensino e edificação, Deus transmitiu por meio do livro dos livros, a Bíblia Sagrada!</p>
<p>Ele usou homens e mulheres, camponeses, fazendeiros, pastores de ovelha, guerreiros, profetas, reis, príncipes, sacerdotes, prisioneiros, pescadores, cobradores de impostos, médico, e tantos outros, para, inspirados por seu santíssimo Espírito, produzir uma única Palavra, inerrante, infalível, perfeita, viva e salvadora.</p>
<p>E ele o fez sem desconsiderar o contexto cultural, político, histórico e social do momento em que cada livro foi escrito. Ele utilizou-se até mesmo das características, formação, estilo dos homens que chamou para compor o seu santo livro. Ele compôs os 66 livros da Bíblia num período de aproximadamente 1.500 anos, em lugares diversos, em pelo menos três idiomas diferentes (hebraico, aramaico e grego) e ainda valeu-se dos mais diversos estilos literários para tanto: textos discursivos; narrativos; sapienciais e seus subgêneros (como o provérbio, a parábola, o paralelismo); poesia; cronologias; epístolas, história, onomástica, etc.</p>
<p>A Bíblia, todavia, tem enfrentado os mais brutais ataques ao longo dos séculos. Não são poucos os registros históricos que dão conta da ferocidade com que a Bíblia e seus portadores foram atacados, caluniados, vilipendiados, perseguidos, silenciados, aviltados, infamados e assassinados. Pior, contudo, que o ataque frontal e aberto que a Bíblia sofreu e sofre, foram as tentativas de desacreditá-la, diminuir sua relevância,  esvaziá-la de seu poder. O desprezo pela Bíblia se tornou mais e mais forte com o advento do secularismo e, mais recentemente, pela negação de valores absolutos e a rejeição de uma verdade objetiva, universal e referencial que caracterizam o pós-modernismo, o qual Albert Mohler chama de &ldquo;estado de espírito de nosso tempo&rdquo;.</p>
<p>Pior e mais letal ainda do que essa saraivada de chumbo pesado contra a Bíblia é o deconstrucionismo que a Bíblia sofreu dentro da própria comunidade cristã, mormente entre liberais e neo-ortodoxos e, mais recentemente, nos movimentos híper-pentecostais que suprimiram a autoridade e suficiência das Escrituras, substituindo-as ou equiparando-as a experiências místicas, novas revelações e autoridades que exageram o <em>argumentum magister dixit. </em></p>
<p>Mas a Bíblia tem permanecido contra todos esses vis ataques. John Blanchard, em seu livreto sobre a Bíblia, revela dados interessantes sobre a preservação das Escrituras, sua unidade, harmonia,  atualidade e alcance de sua mensagem. Ele chama a atenção para o fato de a Bíblia ser o livro mais lido, distribuído e difundido de todos os tempos <sup><a href="#_ftn3" name="_ftnref3" title="" id="_ftnref3">3</a></sup>. As traduções também impressionam. Blahchard diz: &ldquo;Há 200 anos, a Bíblia, ou parte dela, estava disponível em apenas 68 idiomas; ao fim de 2002 este número havia subido para 2.203 <sup><a href="#_ftn4" name="_ftnref4" title="" id="_ftnref4">4</a></sup>&rdquo;.</p>
<p>Sendo revelação de Deus, ele mesmo se envolveu no projeto de proteção e preservação de sua Palavra. Deus estabeleceu que sua mensagem chegaria aos confins da Terra. Uma mensagem que ele considera imprescindível, necessária e vital. Por isso, devemos nos aproximar da Bíblia com reverência, temor, cuidado, atenção, dedicação, submissão, humildade e solicitude.</p>
<p>Temos de amar a Bíblia. Assim fizeram os servos fieis do Senhor ao longo da história. Assim fizeram os pais da igreja e também os monges fiéis da idade média, que preservaram intacto e copiaram à exaustão e com rigorosa precisão o texto sagrado. Assim também fizeram os reformadores, que redescobriram a Bíblia e fizeram raiar a luz da aurora no horizonte tenebroso que assolava a Igreja, quando bradaram com vigor e convicção: <em>Sola Scriptura</em>! Assim fizeram os puritanos. Talvez não tenha havido um período na historia da Igreja em que a Bíblia fosse tão lida, tão consumida, tão valorizada, tão estudada, tão reverenciada, tão venerada como no período dos puritanos. Eles amaram a Bíblia e ensinaram o camponês, o comerciante, o artesão, o mineiro, enfim, o povo a amar e valorizar as Escrituras.</p>
<p>Desejo muito ver um despertamento para a Bíblia entre o povo de Deus em todo lugar e, especialmente, no Brasil. Todo verdadeiro avivamento foi precedido pela redescoberta da Bíblia e de sua autoridade, relevância e poder.  É preciso que o cristão seja conhecido por seu amor e respeito à Bíblia. É preciso que o povo de Deus volte a ser conhecido pelos de fora como o povo do livro. Como &ldquo;Bíblias&rdquo;!</p>
<p>O relançamento deste importante estudo de A. W. Pink é um convite ao leitor para apreciar, compreender e aplicar a mensagem da Bíblia em sua vida. Este livro foi originalmente publicado na forma de artigos para o Jornal &ldquo;<em>Studies in Scriptures</em>&rdquo;, entre os anos de 1930 a 1932 <sup><a href="#_ftn5" name="_ftnref5" title="" id="_ftnref5">5</a></sup>. De modo muito didático, Pink organizou os 10 capítulos em 7 pontos, precedidos por uma introdução ao capítulo. Cada capítulo trabalha um importante tema da fé cristã, onde o autor, com farta evidência bíblia, leva o leitor de volta à Palavra, para de lá extrair sua instrução, exortação e correção nos caminhos de Deus.</p>
<p>Pink faz desses seus estudos um pequeno manual, que visa ajudar o leitor a obter o maior proveito possível com a leitura das Escrituras. Mas essa ajuda é oferecida com uma palavra de alerta: Só o Espírito pode convencer da verdade, da justiça e do juízo. Só o Espírito pode aplicar as verdades da Escritura e torná-las mais desejáveis do que ouro e o destilar dos favos. Então o leitor sincero deverá pedir a Deus que mande seu Espírito soprar em seu coração e despertá-lo para provar e ver a bondade do Senhor, na Palavra.</p>
<p>Que Deus abençoe aplique sua Palavra ao coração de cada leitor. </p>
<p align="right">Tiago J. Santos Filho<br />
 Editor-Chefe </p>
</p></div>
<div id="ftn1">
  <a href="#_ftnref1" name="_ftn1" title="" id="_ftn1">1</a> &#8211; João Calvino. As Pastorais (São José dos Campos, SP: Editora Fiel, 2009) pp 262 a 263. </div>
<div id="ftn2">
<p><a href="#_ftnref2" name="_ftn2" title="" id="_ftn2">2</a> &#8211; O Salmo 119 é construído na forma de acróstico; neste tipo de composição, as linhas ou estrofes iniciam, cada uma, com letras em ordem alfabética. Essa técnica, a exemplo do paralelismo, auxilia na memorização do ensino.</p>
</div>
<div id="ftn3">
<p><a href="#_ftnref3" name="_ftn3" title="" id="_ftn3">3</a> &#8211; Somente de 1997 a 2002 quase 3 bilhões de Bíblias foram impressas e distribuídas pelas Sociedades Bíblicas Unidas. Em John Blanchard. Por que Acreditar na Bíblia (São José dos Campos, SP: Editora Fiel, 2006) p. 5</p>
</div>
<div id="ftn4">
<p><a href="#_ftnref4" name="_ftn4" title="" id="_ftn4">4</a> &#8211; John Blanchard. Por que Acreditar na Bíblia (São José dos Campos, SP: Editora Fiel, 2006) p. 5.</p>
</div>
<div id="ftn5">
<p><a href="#_ftnref5" name="_ftn5" title="" id="_ftn5">5</a> &#8211; Texto online de Chapel Library, acessado na internet no site: <a href="http://www.chapellibrary.org/files/archive/pdf-english/pftw.pdf" target="_blank" title="Texto online de Chapel Library">http://www.chapellibrary.org/files/archive/pdf-english/pftw.pdf</a></p>
</div>
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		</item>
		<item>
		<title>A Vida Cristã Não é Feita de Eventos</title>
		<link>http://www.blogfiel.com.br/2011/12/a-vida-crista-nao-e-feita-de-eventos.html</link>
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		<pubDate>Tue, 13 Dec 2011 15:50:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Vida Cristã]]></category>

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		<description><![CDATA[<div align="justify"><p>O título é meu. Mas creio que traduz bem o texto que segue abaixo, trecho do livro "<a title="Cave Mais Fundo" href="http://www.lojafiel.net/produto.aspx?ProCodigo=285" target="_blank">Cave Mais Fundo</a>", de Joshua Harris. Uma boa palavra sobre a velha e mui necessária rotina da vida em igreja. – Tiago Santos</p>
<p><strong>Joshua Harris</strong></p>
<p>Olhando para trás, compreendo que meu estágio [na igreja local] não foi apenas um treinamento para o ministério. Foi um treinamento no entendimento do que é a vida da igreja. Em muitas maneiras, foi uma experiência árdua. Aprendi que a vida em uma igreja local não era, de modo algum, como uma conferência.</p>
<p>Nas conferências, era relativamente fácil ir a uma cidade num fim de semana, parecer impressionante às pessoas que não me conheciam e parecer bom quando ensinava uma mensagem que havia apresentado centenas de vezes. Ser um pastor em uma igreja local era totalmente diferente. Não parecia impressionante, quando as pessoas me viam diariamente. Não bastava eu ter algumas poucas mensagens inspiradoras. Eu precisava estudar a Palavra de Deus e ajudar as pessoas a aplicarem-na às situações da vida real. Tinha de aprender como a morte e a ressurreição de Jesus faziam a diferença nos vales de sofrimento sombrios – coisas que eu não tinha encarado quando ia de uma cidade para outra realizando conferências.</p>
<p>A vida na igreja local é muito mais difícil e menos glamorosa. Entretanto, é mais prazerosa e mais recompensadora do que qualquer coisa de que tenho participado. Vi o evangelho mudando pessoas. Não somente lágrimas e promessas de mudança nas respostas aos apelos ao final de cultos, mas também mudança verdadeira e permanente em pessoas e famílias. Vi o corpo de Cristo vivendo, respirando e agindo. Vi o amor de Jesus tornado real à medida que os membros choraram uns com os outros devido à morte de uma criança, socorreram uns aos outros em tempos de necessidade, encorajaram uns aos outros em tempos de tentação e dúvida. Como diz um antigo ditado, a igreja não é um edifício ou uma reunião – é um povo. Mas você nunca consegue ver isso se o seu envolvimento limita-se às reuniões em um prédio. A verdadeira beleza de pessoas sendo uma igreja só é vista quando você permanece por tempo suficiente para vê-los amando e servindo uns aos outros.</p></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="justify">
<p>O título é meu. Mas creio que traduz bem o texto que segue abaixo, trecho do livro &#8220;<a title="Cave Mais Fundo" href="http://www.lojafiel.net/produto.aspx?ProCodigo=285" target="_blank">Cave Mais Fundo</a>&#8220;, de Joshua Harris. Uma boa palavra sobre a velha e mui necessária rotina da vida em igreja. – Tiago Santos</p>
<p><strong>Joshua Harris</strong></p>
<p>Olhando para trás, compreendo que meu estágio [na igreja local] não foi apenas um treinamento para o ministério. Foi um treinamento no entendimento do que é a vida da igreja. Em muitas maneiras, foi uma experiência árdua. Aprendi que a vida em uma igreja local não era, de modo algum, como uma conferência.</p>
<p>Nas conferências, era relativamente fácil ir a uma cidade num fim de semana, parecer impressionante às pessoas que não me conheciam e parecer bom quando ensinava uma mensagem que havia apresentado centenas de vezes. Ser um pastor em uma igreja local era totalmente diferente. Não parecia impressionante, quando as pessoas me viam diariamente. Não bastava eu ter algumas poucas mensagens inspiradoras. Eu precisava estudar a Palavra de Deus e ajudar as pessoas a aplicarem-na às situações da vida real. Tinha de aprender como a morte e a ressurreição de Jesus faziam a diferença nos vales de sofrimento sombrios – coisas que eu não tinha encarado quando ia de uma cidade para outra realizando conferências.</p>
<p>A vida na igreja local é muito mais difícil e menos glamorosa. Entretanto, é mais prazerosa e mais recompensadora do que qualquer coisa de que tenho participado. Vi o evangelho mudando pessoas. Não somente lágrimas e promessas de mudança nas respostas aos apelos ao final de cultos, mas também mudança verdadeira e permanente em pessoas e famílias. Vi o corpo de Cristo vivendo, respirando e agindo. Vi o amor de Jesus tornado real à medida que os membros choraram uns com os outros devido à morte de uma criança, socorreram uns aos outros em tempos de necessidade, encorajaram uns aos outros em tempos de tentação e dúvida. Como diz um antigo ditado, a igreja não é um edifício ou uma reunião – é um povo. Mas você nunca consegue ver isso se o seu envolvimento limita-se às reuniões em um prédio. A verdadeira beleza de pessoas sendo uma igreja só é vista quando você permanece por tempo suficiente para vê-los amando e servindo uns aos outros.</p>
</div>
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		<title>10 Lições sobre o Amor à Igreja</title>
		<link>http://www.blogfiel.com.br/2011/11/10-licoes-sobre-o-amor-a-igreja.html</link>
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		<pubDate>Mon, 21 Nov 2011 17:12:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bíblia]]></category>
		<category><![CDATA[Igreja]]></category>
		<category><![CDATA[Tiago Santos]]></category>
		<category><![CDATA[Vida Cristã]]></category>

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		<description><![CDATA[<div align="justify"><p><a href="http://www.blogfiel.com.br/2011/11/10-licoes-sobre-o-amor-a-igreja.html"><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/11/10-licoes-sobre-o-amor-da-igreja.jpg" alt="10 Lições sobre o Amor à Igreja" title="10 Lições sobre o Amor à Igreja" width="439" height="123" class="aligncenter size-full wp-image-2301" /></a></p><p>Paulo nos ensina, em 1 Tessalonicenses 3, dez importantes lições sobre como podemos expressar nosso amor ao povo de Deus:</p>
<p>1. Devemos amar nossos irmãos em Cristo. Temos de amar a igreja de nosso Senhor, a qual ele comprou com o seu sangue (Atos 20.28).</p>
<p>2. Devemos nos preocupar com o estado da fé da igreja. Nosso amor pela igreja passa direto pela condição de sua fé.</p>
<p>3. Devemos agir em favor da igreja. Paulo mandou Timóteo para lá. Diante de uma situação grave, Paulo fez sacrifícios pessoais que o privaram de seu principal ajudador para apoiar o povo de Deus em Tessalônica.</p>
<p>4. Devemos usar nossas próprias experiências de sofrimento, lutas e até mesmo nosso lidar com o pecado como um meio para encorajar e fortalecer nossos irmãos que passam pelos mesmos problemas. Podemos ter a tendência de ser duros com quem está fraco na fé ou esmorece, mas nossa fé é dádiva de Deus e deve ser um instrumento para ganhar nossos irmãos. Que, como Paulo, nos identifiquemos com nossos irmãos em sua fraqueza e compartilhemos com eles o que temos recebido graciosamente de Deus.</p>
<p>5. Devemos viver e andar por fé. Nossa conduta deve ser determinada por princípios, não por circunstâncias. Não devemos responder aos problemas e aflições da vida segundo o calor do momento, mas tendo a eternidade diante de nós.</p>
<p>6. Devemos nos alegrar com o progresso da fé do povo de Deus. As vitórias e graça que Deus concede ao seu povo deve ser sempre motivo de regozijo e felicidade para nós. Temos de ter prazer nessas coisas, e isso só é possível se nosso coração e alegria estiverem no Senhor (Sl 37.4).</p>
<p>7. Devemos orar fervorosamente em favor do povo de Deus. Nossa lista de oração deve contemplar os problemas e situações da vida, certamente – mas, mais importante ainda, deve contemplar as necessidades espirituais e anelar pelo crescimento do povo na Palavra e nos dons divinos. Veja que Paulo, mesmo sabendo das lutas, ora por crescimento no amor. Ele sabia que era a fé forte e o amor inflado que dariam meios de resistência em meio as lutas.</p>
<p>8. Temos de ter um senso da providência de Deus. O Deus trino está governando toda nossa vida. Temos de entender os caminhos de Deus e reconhecer que ele é soberano em toda e qualquer situação. Isso deve afetar nossa conduta, a forma como vivemos e respondemos diante de adversidades. Jó disse: &#8220;Bem sei que tudo podes e que nenhum de seus planos podem ser frustrados&#8221;.</p>
<p>9. Devemos guardar nosso coração e pedir que Deus faça crescer nele amor para com nosso irmão na fé – isso nos levará a uma vida de &#8220;santidade e sem culpa&#8221; no meio da comunidade cristã, a igreja.  </p>
<p>10. Temos de ter a eternidade diante de nossos olhos. O toque da última trombeta deve ser tema de nossa mais profunda meditação. Jonathan Edwards, grande servo de Deus do passado, tinha esse senso da chegada de Cristo diante de si o tempo todo. Em suas resoluções, ele afirmou: &#8220;Resolvi jamais fazer qualquer coisa da qual eu deva ter medo, no caso de não restar mais do que uma hora para eu ouvir a última trombeta.&#8221;.</p>
<p>Encerro com as palavras do próprio Edwards, ao meditar sobre o retorno triunfante e definitivo de nosso Senhor Jesus Cristo:</p>
<p><em>&#8220;Cristo aparecerá na glória de seu Pai, junto de seus santos anjos, vindos nas nuvens do Céu...Essa será a mais inesperada visão para o mundo ímpio, a qual virá como um grito à meia noite. Mas com respeito aos santos, será uma visão de júbilo e a mais gloriosa de todas. Ver o Redentor vindo nas nuvens do Céu, encherá nosso coração da mais profunda e indizível alegria&#8221;.</em></p></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="justify">
<p><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/11/10-licoes-sobre-o-amor-da-igreja.jpg" alt="10 Lições sobre o Amor à Igreja" title="10 Lições sobre o Amor à Igreja" width="439" height="123" class="aligncenter size-full wp-image-2301" /></p>
<p>Paulo nos ensina, em 1 Tessalonicenses 3, dez importantes lições sobre como podemos expressar nosso amor ao povo de Deus:</p>
<p>1.Devemos amar nossos irmãos em Cristo. Temos de amar a igreja de nosso Senhor, a qual ele comprou com o seu sangue (Atos 20.28).</p>
<p>2.Devemos nos preocupar com o estado da fé da igreja. Nosso amor pela igreja passa direto pela condição de sua fé.</p>
<p>3.Devemos agir em favor da igreja. Paulo mandou Timóteo para lá. Diante de uma situação grave, Paulo fez sacrifícios pessoais que o privaram de seu principal ajudador para apoiar o povo de Deus em Tessalônica.</p>
<p>4.Devemos usar nossas próprias experiências de sofrimento, lutas e até mesmo nosso lidar com o pecado como um meio para encorajar e fortalecer nossos irmãos que passam pelos mesmos problemas. Podemos ter a tendência de ser duros com quem está fraco na fé ou esmorece, mas nossa fé é dádiva de Deus e deve ser um instrumento para ganhar nossos irmãos. Que, como Paulo, nos identifiquemos com nossos irmãos em sua fraqueza e compartilhemos com eles o que temos recebido graciosamente de Deus.</p>
<p>5.Devemos viver e andar por fé. Nossa conduta deve ser determinada por princípios, não por circunstâncias. Não devemos responder aos problemas e aflições da vida segundo o calor do momento, mas tendo a eternidade diante de nós.</p>
<p>6.Devemos nos alegrar com o progresso da fé do povo de Deus. As vitórias e graça que Deus concede ao seu povo deve ser sempre motivo de regozijo e felicidade para nós. Temos de ter prazer nessas coisas, e isso só é possível se nosso coração e alegria estiverem no Senhor (Sl 37.4).</p>
<p>7.Devemos orar fervorosamente em favor do povo de Deus. Nossa lista de oração deve contemplar os problemas e situações da vida, certamente – mas, mais importante ainda, deve contemplar as necessidades espirituais e anelar pelo crescimento do povo na Palavra e nos dons divinos. Veja que Paulo, mesmo sabendo das lutas, ora por crescimento no amor. Ele sabia que era a fé forte e o amor inflado que dariam meios de resistência em meio as lutas.</p>
<p>8.Temos de ter um senso da providência de Deus. O Deus trino está governando toda nossa vida. Temos de entender os caminhos de Deus e reconhecer que ele é soberano em toda e qualquer situação. Isso deve afetar nossa conduta, a forma como vivemos e respondemos diante de adversidades. Jó disse: &ldquo;Bem sei que tudo podes e que nenhum de seus planos podem ser frustrados&rdquo;.</p>
<p>9.Devemos guardar nosso coração e pedir que Deus faça crescer nele amor para com nosso irmão na fé – isso nos levará a uma vida de &ldquo;santidade e sem culpa&rdquo; no meio da comunidade cristã, a igreja.  </p>
<p>10. Temos de ter a eternidade diante de nossos olhos. O toque da última trombeta deve ser tema de nossa mais profunda meditação. Jonathan Edwards, grande servo de Deus do passado, tinha esse senso da chegada de Cristo diante de si o tempo todo. Em suas resoluções, ele afirmou: &ldquo;Resolvi jamais fazer qualquer coisa da qual eu deva ter medo, no caso de não restar mais do que uma hora para eu ouvir a última trombeta.&rdquo;.</p>
<p>Encerro com as palavras do próprio Edwards, ao meditar sobre o retorno triunfante e definitivo de nosso Senhor Jesus Cristo:</p>
<p><em>&ldquo;Cristo aparecerá na glória de seu Pai, junto de seus santos anjos, vindos nas nuvens do Céu&#8230;Essa será a mais inesperada visão para o mundo ímpio, a qual virá como um grito à meia noite. Mas com respeito aos santos, será uma visão de júbilo e a mais gloriosa de todas. Ver o Redentor vindo nas nuvens do Céu, encherá nosso coração da mais profunda e indizível alegria&rdquo;.</em></p>
</div>
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		<title>Evangelização e Missões</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Oct 2011 13:18:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>

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		<description><![CDATA[<div align="justify"><p>Apresentação do livro &#8220;Evangelização e Missões&#8221;:</p>
  <p>Deus.</p>
  <p><a href="http://www.blogfiel.com.br/2011/10/evangelizacao-e-missoes.html"><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/10/Evangelização-e-Missões.jpg" alt="Evangelização e Missões" title="Evangelização e Missões" width="204" height="306" class="alignleft size-full wp-image-2252" /></a> A maior motivação para a ação missionária é tornar Deus conhecido e levar todos os homens a adorá-lo. Esse é o argumento de Tom Wells em seu pequeno clássico sobre missões. É isso que move todo esforço missionário, todo chamado e sacrifício. É o senso da glória e majestade de Deus que deve levar homens e mulheres a deixarem tudo, seu lar, família, conforto, país, cultura, para lançarem-se na tarefa de<em>anunciar entre as nações a sua glória e entre todos os povos, as suas maravilhas. </em>O salmista, aliás, demonstra no Salmo 147.1 que adorar a Deus deve ser o desejo mais intenso de todo homem.</p>
  <p>Esse é o eixo em torno do qual tem girado todo ministério de ensino de John Piper: A realidade de que adorar a Deus e gozar sua presença é o principal tesouro, a grande conquista, a melhor porção, o bem mais precioso, a maior alegria e o prazer mais doce e intenso que o homem pode ter. Sua famosa frase, que diz que &#8220;Deus é mais glorificado em nós quando somos mais satisfeitos nele&#8221;, aponta para a necessidade de tornar Deus conhecido em sua plenitude e glória e por isso ele tem afirmado que a missão de sua vida é &#8220;espalhar paixão pela soberania de Deus em todas as coisas, para a alegria de todos os povos&#8221;. [...]</p></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="justify">
<p>Apresentação do livro &ldquo;Evangelização e Missões&rdquo;:</p>
<p>Deus.</p>
<p><a href="http://www.lojafiel.net/produto.aspx?ProCodigo=273" target="_blank" title="Evangelização e Missões"><img src="http://www.blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/10/Evangelização-e-Missões.jpg" alt="Evangelização e Missões" title="Evangelização e Missões" width="204" height="306" class="alignleft size-full wp-image-2252" /></a> A maior motivação para a ação missionária é tornar Deus conhecido e levar todos os homens a adorá-lo. Esse é o argumento de Tom Wells em seu pequeno clássico sobre missões. É isso que move todo esforço missionário, todo chamado e sacrifício. É o senso da glória e majestade de Deus que deve levar homens e mulheres a deixarem tudo, seu lar, família, conforto, país, cultura, para lançarem-se na tarefa de<em>anunciar entre as nações a sua glória e entre todos os povos, as suas maravilhas. </em>O salmista, aliás, demonstra no Salmo 147.1 que adorar a Deus deve ser o desejo mais intenso de todo homem.</p>
<p>Esse é o eixo em torno do qual tem girado todo ministério de ensino de John Piper: A realidade de que adorar a Deus e gozar sua presença é o principal tesouro, a grande conquista, a melhor porção, o bem mais precioso, a maior alegria e o prazer mais doce e intenso que o homem pode ter. Sua famosa frase, que diz que &ldquo;Deus é mais glorificado em nós quando somos mais satisfeitos nele&rdquo;, aponta para a necessidade de tornar Deus conhecido em sua plenitude e glória e por isso ele tem afirmado que a missão de sua vida é &ldquo;espalhar paixão pela soberania de Deus em todas as coisas, para a alegria de todos os povos&rdquo;.</p>
<p>Assim, concordo com Piper quando ele, desenvolvendo seu raciocínio, diz que &ldquo;missões não são o alvo final da Igreja. A adoração é. Missões existem porque a adoração não existe. A adoração é o grande alvo, não missões. Porque Deus é o propósito final, não o homem.&rdquo;</p>
<p>Um entendimento correto sobre o propósito de Deus é estritamente necessário se quisermos buscar adoradores que o adorem em espírito e em verdade. Se o alvo das missões é tornar Deus conhecido para que os homens o adorem, é preciso então que os homens sejam atraídos a Deus pela mensagem que o próprio Deus encarnado, Jesus Cristo, trouxe à humanidade, o evangelho. Sem o evangelho, os homens não poderão ser salvos e não se tornarão adoradores de Deus. O Pr. Mark Dever foi muito feliz quando disse que &ldquo;aquilo com que você ganha as pessoas é também aquilo para o que você as ganha. Se você as ganha com o evangelho, elas são ganhas para o evangelho <a href="#1_2" name="1_1" title="" id="1_1">[1]</a>.&rdquo; Precisamos fazer missões com o evangelho.</p>
<p>É muito oportuno que atentemos para o importante assunto de missões. O cenário religioso no mundo está experimentando grandes transformações. O estudioso Philip Jenkins constatou que está ocorrendo expansões explosivas do cristianismo na África, Ásia e América Latina, mas projeta um crescimento impressionante de muçulmanos, que devem chegar a 25% da população mundial nas próximas décadas. Mark Noll também aponta em seu livro &ldquo;The New Shape of World Christianity&rdquo; para uma mudança no eixo do cristianismo global, apontando para África e Ásia como os continentes que, em breve, reunirão a camada mais numerosa de pessoas que professam a fé cristã, enquanto a Europa, berço da reforma protestante, regride sensivelmente. Na esteira dessas transformações todas, a igreja tem a responsabilidade e dever de investir. Parafraseando Piper, temos diante de nós três alternativas: ou investimos em missões como &ldquo;enviadores&rdquo;, ou investimos em missões como &ldquo;enviados&rdquo; ou desobedecemos.  A Igreja tem a responsabilidade vital de protagonizar este processo de ajuntamento de adoradores, que Deus vem realizando. Quando o senso da glória de Deus está cristalizado na convicção mais segura da igreja, ela realizará o trabalho missionário com confiança, disposição e alegria.</p>
<p>Meu desejo é que essa realidade final sobre missões seja o ideal de todo leitor desse livro. Esta pequena antologia de sermões selecionados de John Piper foi organizada com o propósito de levar o leitor a perceber esse elemento doxológico que permeia toda idéia de missões.</p>
<p>Organizei esse livro buscando traduzir, logo no primeiro capítulo, a idéia central de que todos os povos precisam da verdade, de que esta verdade foi revelada por Deus nas Escrituras. No capítulo dois vemos como é Deus quem opera, afinal, a salvação dos homens, em seguida, no terceiro capítulo, vemos como Deus usa, em sua providência, as mais diferentes circunstâncias para alcançar o perdido – e como podemos ser instrumentos da providência de Deus em alcançar almas. Os últimos dois capítulos falam sobre a santa ambição de pregar o evangelho de Cristo onde ele ainda não é conhecido e sobre como entregar nossas vidas para o trabalho missionário é ganho. O livro é concluído com uma oração de John Piper, sobre mudanças que ele [e, neste caso, eu também] deseja ver no cenário de missões globais. Este texto foi produzido como um pequeno manifesto, pela ocasião da conferência missionária de seu ministério, o <em>Desiring God</em>, realizada em setembro de 2011 sob o tema <em>Finish the Mission – Bringing the Gospel to the Unreached and Unengaged </em>(Complete a Missão – levando o evangelho para o não alcançado e não compromissado).</p>
<p>Desejo expressar minha profunda gratidão ao ministério do Pr. John Piper e sua perseverante insistência na glória de Deus como sendo o alvo de todo homem. Poucos homens representaram tão vividamente o pensamento e coração de Jonathan Edwards neste aspecto. Agradeço também ao ministério Desiring God, por sua inspiradora mensagem de espalhar a paixão pela glória de Deus a todas as nações. Agradeço de modo especial meu colega Bill Walsh, que gentilmente prefaciou o livro e o incentivou. Louvo a Deus pelo ministério da Editora Fiel, fruto do árduo trabalho missionário de Pr. &ldquo;Ricardo&rdquo; Denham. Sou grato pela oportunidade de preparar este livro na ocasião da 27ª Conferência Fiel para Pastores e Líderes, que terá como um dos preletores o Pr. John Piper, que trabalhará justamente o importante tema de Missões e Evangelização.</p>
<p align="center"><em>Cantai ao SENHOR, bendizei o seu nome; proclamai a sua salvação, dia após dia. Anunciai entre as nações a sua glória, entre todos os povos, as suas maravilhas. Porque grande é o SENHOR e mui digno de ser louvado. Salmo 96.2-4</em></p>
<hr align="left" size="1" width="33%" />
<p><a href="#1_1" name="1_2" title="" id="1_2">[1]</a> Mark Dever &amp; Paul Alexander. <em>Deliberadamente Igreja</em> (São José dos Campos, SP: Editora Fiel, 2008) p.54</p>
<p><a href="http://www.lojafiel.net/produto.aspx?ProCodigo=273" title="Compre o Livro" target="_blank">Compre o Livro</a> &#8211; <a href="http://www.issuu.com/editorafiel/docs/evangelizacao_e_missoes" title="Leia um trecho do Livro" target="_blank">Leia um trecho do Livro</a></p>
</div>
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		<title>A Caminho de Frankfurt, AL</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Oct 2011 12:39:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Institucional]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>

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		<description><![CDATA[<object width="441" height="254"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/vVthlqDQSd0?version=3&#38;hl=pt_BR&#38;rel=0"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/vVthlqDQSd0?version=3&#38;hl=pt_BR&#38;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" width="441" height="254" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object>
<p>A Editora Fiel vai à Feira do Livro de Frankfurt.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="441" height="254"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/vVthlqDQSd0?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/vVthlqDQSd0?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" width="441" height="254" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>A Editora Fiel vai à Feira do Livro de Frankfurt.</p>
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		<title>In Memoriam</title>
		<link>http://www.blogfiel.com.br/2011/07/in-memoriam.html</link>
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		<pubDate>Mon, 11 Jul 2011 16:04:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pessoas]]></category>

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		<description><![CDATA[<div align="justify"><p>Amado leitor,</p>
<p><a href="http://blogfiel.com.br/2011/07/in-memoriam.html"><img src="http://blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/07/Dona_Joana_Mets.jpg" alt="Dona Joana Mets" title="Dona Joana Mets" width="253" height="217" class="alignleft size-full wp-image-1885" /></a> Na manhã deste último dia 10 de Julho de 2011, aprouve ao Senhor chamar para si Dona Joana Mets, 77 anos, missionária no Brasil desde 1967,  esposa do missionário e membro do conselho da Editora Fiel Sr. Earl Mets, mãe e serva do Senhor.</p>
<p>O casal Mets teve papel importante no princípio do funcionamento das Edições Vida Nova, em São Paulo, trabalhando ao lado de seu amigo Sr. Russell Shedd por vários anos.</p>
<p><img src="http://blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/07/Casal_Mets.jpg" alt="Casal Mets" title="Casal Mets" width="303" height="318" class="alignright size-full wp-image-1887" /> Em 1997, o casal Mets mudou-se para São José dos Campos a fim de ajudar com o ministério da Editora Fiel e, desde então, cooperava com Igreja Batista da Graça em São José dos Campos, SP. Ambos lecionavam na classe de adultos e eram muito queridos por seus alunos. Nos últimos 15 anos, se fizeram presentes nas conferências da Editora Fiel, sempre atuando com entusiasmo e dedicação na livraria Fiel.</p>
<p><strong>Um Breve Histórico:</strong></p>
<p>Dna. Joana nasceu em St. Joseph, no estado de Missouri, EUA, em 29 de dezembro de 1933. Ela dá conta que sua felicidade – característica tão marcante durante toda sua vida, até o seu último suspiro – começou quando ela conheceu ao Senhor Jesus Cristo, aos 12 anos de idade. D. Joana e Sr. Mets se encontraram pela primeira vez em uma sorveteria e ele encontrou-se com Cristo como resultado da pregação de uma Igreja Batista indicada por Joana em 1951, ano em que se conheceram. O casal namorou durante 1 ano e se uniram em matrimônio em 5 de setembro de 1952.</p>
<p>Tiveram três filhos, Diane Carol em 1954;  Susan Jo Anne em 1956; e Steve Earl em 1961. Todos seguiram o caminho do Senhor e ajudaram no ministério no Brasil antes de sair para estudos universitários nos EUA.  Steve adoeceu em 1991 e faleceu em 15 de setembro de 1996. Foi o momento mais triste destes 50 anos. O casal teve 5 netos. Os filhos de Diana são Joy e Ken. O filho de Susana é James Steven. Os filhos de Estevão são Micah James e Marcela Joy.</p>
<p>Nos últimos 4 anos, D. Joana foi acometida por um raro tipo de leucemia. Lutou com discrição contra a doença, sem nunca ter emitido uma só reclamação. Via de regra, quando alguém se aproximava para confortá-la, essa pessoa é quem saía confortada e encorajada. Nesses meses finais, tempo em que precisou passar pequenas temporadas em um hospital da cidade, D. Joana e Sr. Mets puderam evangelizar praticamente <em><u>todos </u></em> os funcionários do hospital – mais de 60 deles tornaram-se próximo do casal e ouviram o evangelho. No dia de sua partida, a comoção no hospital por parte da equipe médica, de enfermeiros, funcionários era notória e muito sentida.</p>
<p><strong>Homenagem:</strong></p>
<p>Os irmãos da Igreja Batista da Graça e da Editora Fiel, conquanto orfanados pela partida da amada Sra. Joana, têm a segurança de que ela agora está reunida com a igreja glorificada, ao lado do Senhor Jesus, aguardando a ressurreição.</p>
<p>Sr. Mets, no culto de gratidão pela vida de D. Joana, disse que ter servido a Deus e vivido ao lado de D. Joana por 59 anos, foi um privilégio imenso e uma felicidade constante. Aliás, a felicidade e amabilidade de D. Joana são características que eram evidentes em sua vida. Um simples olhar, gesto ou sorriso já demonstravam essa alegria que ela tinha no Senhor Jesus Cristo. Vários membros da Igreja Batista da Graça e amigos se manifestaram e deram testemunho sobre a vida de D. Joana. Reunimos aqui alguns poucos depoimentos, que ajudam a dar conta de quão especial era essa serva do Senhor:</p>
<p><em>&#8220;Dona Joana foi realmente um presente de Deus para todos nós que tivemos o privilégio de conviver com ela. O exemplo dela e do Sr. Mets é para mim o melhor de um casal cristão que eu já vi... a forma como eles se tratavam era encantadora... Que o Senhor Jesus a receba de braços abertos na glória!&#8221;</em></p>
<p><em>&#8220;Sentiremos muitíssimo a falta de D. Joana Mets - uma das pessoas mais singulares que já conheci - sua docilidade, amabilidade, gentileza, alegria, devoção ao Senhor, amor e respeito pelo esposo, preocupação com os outros, são virtudes que manterão seu nome e memória vivos entre nós. O Céu certamente a recebe com alegria e, que venha em breve o dia da ressurreição.&#8221;</em></p>
<p>&#8220;<em>Vou ficar com muitas saudades, uma mulher simples e de um coração imenso de uma voz suave, uma esposa dedicada. Irá fazer muita falta....Mas os céus estão em festa</em>&#8221;<em></em></p>
<p><em>&#8220;A mulher que é um exemplo pra mim!! Nunca conheci alguém que amasse tanto a Deus como ela. Já estou sentindo saudades de seu sorriso doce e de sua sabedoria!&#8221;</em></p>
<p><em>&#8220;Hoje o mundo ficou menos doce, pois a dona <a href="http://www.facebook.com/profile.php?id=1034721805" target="_blank">Joana Mets</a> nos deixou para assentar-se ao lado do trono de Cristo, na presença do nosso Senhor Deus. Sentiremos saudades e nos lembraremos sempre do seu exemplo de serva fiel e esposa dedicada. No culto fúnebre, o sr. <a href="http://www.facebook.com/profile.php?id=100002260804661" target="_blank">Earl Mets</a> falou sobre como é gostoso termos como companheiro(a) para toda vida o seu melhor amigo(a). Foram 59 anos de um feliz e dedicado casamento. Ele falou também sobre a alegria e dedicação da dona Joana em evangelizar sempre que tinha oportunidade. Só no tempo em que passou no hospital nos últimos meses, a dona Joana falou de Cristo para cerca de 60 pessoas, individualmente. Que o Senhor faça frutificar essas sementes plantadas!&#8221;</em></p>
<p><em>&#8220;Recebemos a notícia com tristeza, mas lembramos que sempre que víamos a D. Joana, víamos Cristo. O espírito de Cristo sempre foi refletido mais que o dela, porque ela O amava com todo o seu ser, e era tão evidente este amor, tão visto e profundo! Que este amor nos motive, e nos leve para ser tão conhecidos pelo nosso Deus como ela foi e hoje e tão mais intimamente ainda!&#8220;</em></p>
<p><em>&#8220;A alegria verdadeira, não a euforia, mas a alegria que vem da comunhão com o Senhor era presença marcante no coração e na face sorridente da amada Joana Mets!&#8221;</em></p>
<p><em>&#8220;Hoje tivemos um grande perda, nossa querida e amada Dona Joana. Mas temos a certeza de que ela está desfrutando da plenitude de alegria ao lado de nosso Pai.&#8221;</em></p>
<p>O Sr. Earl Mets, viúvo, enviou uma pequena nota à igreja dizendo o seguinte:</p>
<p><strong>Que privilégio viver ao lado de uma pessoa tão especial e preciosa por 59 anos! </strong><strong><span lang="EN-US" xml:lang="EN-US">Obrigado, Senhor!</span></strong></p>
<p><em>&#8220;Porque assim diz o SENHOR Deus, o Santo de Israel: Em vos converterdes e em sossegardes, está a vossa salvação; na tranqüilidade e na confiança, a vossa força...&#8221; Isaías 30.15</em></p></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="justify">
<p>Amado leitor,</p>
<p><img src="http://blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/07/Dona_Joana_Mets.jpg" alt="Dona Joana Mets" title="Dona Joana Mets" width="253" height="217" class="alignleft size-full wp-image-1885" /> Na manhã deste último dia 10 de Julho de 2011, aprouve ao Senhor chamar para si Dona Joana Mets, 77 anos, missionária no Brasil desde 1967,  esposa do missionário e membro do conselho da Editora Fiel Sr. Earl Mets, mãe e serva do Senhor.</p>
<p>O casal Mets teve papel importante no princípio do funcionamento das Edições Vida Nova, em São Paulo, trabalhando ao lado de seu amigo Sr. Russell Shedd por vários anos.</p>
<p><img src="http://blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/07/Casal_Mets.jpg" alt="Casal Mets" title="Casal Mets" width="303" height="318" class="alignright size-full wp-image-1887" /> Em 1997, o casal Mets mudou-se para São José dos Campos a fim de ajudar com o ministério da Editora Fiel e, desde então, cooperava com Igreja Batista da Graça em São José dos Campos, SP. Ambos lecionavam na classe de adultos e eram muito queridos por seus alunos. Nos últimos 15 anos, se fizeram presentes nas conferências da Editora Fiel, sempre atuando com entusiasmo e dedicação na livraria Fiel.</p>
<p><strong>Um Breve Histórico:</strong></p>
<p>Dna. Joana nasceu em St. Joseph, no estado de Missouri, EUA, em 29 de dezembro de 1933. Ela dá conta que sua felicidade – característica tão marcante durante toda sua vida, até o seu último suspiro – começou quando ela conheceu ao Senhor Jesus Cristo, aos 12 anos de idade. D. Joana e Sr. Mets se encontraram pela primeira vez em uma sorveteria e ele encontrou-se com Cristo como resultado da pregação de uma Igreja Batista indicada por Joana em 1951, ano em que se conheceram. O casal namorou durante 1 ano e se uniram em matrimônio em 5 de setembro de 1952.</p>
<p>Tiveram três filhos, Diane Carol em 1954;  Susan Jo Anne em 1956; e Steve Earl em 1961. Todos seguiram o caminho do Senhor e ajudaram no ministério no Brasil antes de sair para estudos universitários nos EUA.  Steve adoeceu em 1991 e faleceu em 15 de setembro de 1996. Foi o momento mais triste destes 50 anos. O casal teve 5 netos. Os filhos de Diana são Joy e Ken. O filho de Susana é James Steven. Os filhos de Estevão são Micah James e Marcela Joy.</p>
<p>Nos últimos 4 anos, D. Joana foi acometida por um raro tipo de leucemia. Lutou com discrição contra a doença, sem nunca ter emitido uma só reclamação. Via de regra, quando alguém se aproximava para confortá-la, essa pessoa é quem saía confortada e encorajada. Nesses meses finais, tempo em que precisou passar pequenas temporadas em um hospital da cidade, D. Joana e Sr. Mets puderam evangelizar praticamente <em><u>todos </u></em> os funcionários do hospital – mais de 60 deles tornaram-se próximo do casal e ouviram o evangelho. No dia de sua partida, a comoção no hospital por parte da equipe médica, de enfermeiros, funcionários era notória e muito sentida.</p>
<p><strong>Homenagem:</strong></p>
<p>Os irmãos da Igreja Batista da Graça e da Editora Fiel, conquanto orfanados pela partida da amada Sra. Joana, têm a segurança de que ela agora está reunida com a igreja glorificada, ao lado do Senhor Jesus, aguardando a ressurreição.</p>
<p>Sr. Mets, no culto de gratidão pela vida de D. Joana, disse que ter servido a Deus e vivido ao lado de D. Joana por 59 anos, foi um privilégio imenso e uma felicidade constante. Aliás, a felicidade e amabilidade de D. Joana são características que eram evidentes em sua vida. Um simples olhar, gesto ou sorriso já demonstravam essa alegria que ela tinha no Senhor Jesus Cristo. Vários membros da Igreja Batista da Graça e amigos se manifestaram e deram testemunho sobre a vida de D. Joana. Reunimos aqui alguns poucos depoimentos, que ajudam a dar conta de quão especial era essa serva do Senhor:</p>
<p><em>&ldquo;Dona Joana foi realmente um presente de Deus para todos nós que tivemos o privilégio de conviver com ela. O exemplo dela e do Sr. Mets é para mim o melhor de um casal cristão que eu já vi&#8230; a forma como eles se tratavam era encantadora&#8230; Que o Senhor Jesus a receba de braços abertos na glória!&rdquo;</em></p>
<p><em>&ldquo;Sentiremos muitíssimo a falta de D. Joana Mets &#8211; uma das pessoas mais singulares que já conheci &#8211; sua docilidade, amabilidade, gentileza, alegria, devoção ao Senhor, amor e respeito pelo esposo, preocupação com os outros, são virtudes que manterão seu nome e memória vivos entre nós. O Céu certamente a recebe com alegria e, que venha em breve o dia da ressurreição.&rdquo;</em></p>
<p>&ldquo;<em>Vou ficar com muitas saudades, uma mulher simples e de um coração imenso de uma voz suave, uma esposa dedicada. Irá fazer muita falta&#8230;.Mas os céus estão em festa</em>&rdquo;<em></em></p>
<p><em>&ldquo;A mulher que é um exemplo pra mim!! Nunca conheci alguém que amasse tanto a Deus como ela. Já estou sentindo saudades de seu sorriso doce e de sua sabedoria!&rdquo;</em></p>
<p><em>&ldquo;Hoje o mundo ficou menos doce, pois a dona <a href="http://www.facebook.com/profile.php?id=1034721805" target="_blank">Joana Mets</a> nos deixou para assentar-se ao lado do trono de Cristo, na presença do nosso Senhor Deus. Sentiremos saudades e nos lembraremos sempre do seu exemplo de serva fiel e esposa dedicada. No culto fúnebre, o sr. <a href="http://www.facebook.com/profile.php?id=100002260804661" target="_blank">Earl Mets</a> falou sobre como é gostoso termos como companheiro(a) para toda vida o seu melhor amigo(a). Foram 59 anos de um feliz e dedicado casamento. Ele falou também sobre a alegria e dedicação da dona Joana em evangelizar sempre que tinha oportunidade. Só no tempo em que passou no hospital nos últimos meses, a dona Joana falou de Cristo para cerca de 60 pessoas, individualmente. Que o Senhor faça frutificar essas sementes plantadas!&rdquo;</em></p>
<p><em>&ldquo;Recebemos a notícia com tristeza, mas lembramos que sempre que víamos a D. Joana, víamos Cristo. O espírito de Cristo sempre foi refletido mais que o dela, porque ela O amava com todo o seu ser, e era tão evidente este amor, tão visto e profundo! Que este amor nos motive, e nos leve para ser tão conhecidos pelo nosso Deus como ela foi e hoje e tão mais intimamente ainda!&ldquo;</em></p>
<p><em>&ldquo;A alegria verdadeira, não a euforia, mas a alegria que vem da comunhão com o Senhor era presença marcante no coração e na face sorridente da amada Joana Mets!&rdquo;</em></p>
<p><em>&ldquo;Hoje tivemos um grande perda, nossa querida e amada Dona Joana. Mas temos a certeza de que ela está desfrutando da plenitude de alegria ao lado de nosso Pai.&rdquo;</em></p>
<p>O Sr. Earl Mets, viúvo, enviou uma pequena nota à igreja dizendo o seguinte:</p>
<p><strong>Que privilégio viver ao lado de uma pessoa tão especial e preciosa por 59 anos! </strong><strong><span lang="EN-US" xml:lang="EN-US">Obrigado, Senhor!</span></strong></p>
<p><em>&ldquo;Porque assim diz o SENHOR Deus, o Santo de Israel: Em vos converterdes e em sossegardes, está a vossa salvação; na tranqüilidade e na confiança, a vossa força&#8230;&rdquo; Isaías 30.15</em></p>
</div>
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		<title>Deus Não Está em Silêncio</title>
		<link>http://www.blogfiel.com.br/2011/05/deus-nao-esta-em-silencio.html</link>
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		<pubDate>Wed, 18 May 2011 15:30:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>

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		<description><![CDATA[<div align="justify"><p><a href="http://blogfiel.com.br/2011/05/deus-nao-esta-em-silencio.html"><img src="http://blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/05/Albert-Mohler.jpg" alt="Albert Mohler" title="Albert Mohler" width="101" height="116" class="alignleft size-full wp-image-1708" /></a> Trecho do livro “Deus não está em silêncio”, de Albert Mohler que será lançando pela Editora Fiel em Junho de 2011.</p>
<p><strong>--------------------------------</strong></p>
<p>Receio que há muitos evangélicos hoje que creem que Deus <em>falou</em>, mas duvidam que ele <em>fala</em>. Sabem e conversam sobre o fato de que Deus falou no Antigo Testamento, porém acham que agora ele não faz mais isso e que devem, portanto, inventar novas maneiras de convencer as pessoas a amá-lo. Contudo, se você se declara um pregador da Palavra de Deus e acha que todo o falar de Deus aconteceu no passado, então, abandone o ministério. Se você não crê que Deus fala agora, em sua Palavra – a Bíblia, o que você está fazendo cada domingo de manhã? Se você não confia que Deus fala quando você lê e explica a Palavra de Deus, você deve desistir do ministério. [...]</p></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="justify">
<p><img src="http://blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/05/Albert-Mohler.jpg" alt="Albert Mohler" title="Albert Mohler" width="101" height="116" class="alignleft size-full wp-image-1708" /> Trecho do livro “Deus não está em silêncio”, de Albert Mohler que será lançando pela Editora Fiel em Junho de 2011.</p>
<p><strong>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</strong></p>
<p>Receio que há muitos evangélicos hoje que creem que Deus <em>falou</em>, mas duvidam que ele <em>fala</em>. Sabem e conversam sobre o fato de que Deus falou no Antigo Testamento, porém acham que agora ele não faz mais isso e que devem, portanto, inventar novas maneiras de convencer as pessoas a amá-lo. Contudo, se você se declara um pregador da Palavra de Deus e acha que todo o falar de Deus aconteceu no passado, então, abandone o ministério. Se você não crê que Deus fala agora, em sua Palavra – a Bíblia, o que você está fazendo cada domingo de manhã? Se você não confia que Deus fala quando você lê e explica a Palavra de Deus, você deve desistir do ministério.</p>
<p><img src="http://blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/05/Deus-nao-silencio.jpg" alt="Deus não está em silêncio" title="Deus não está em silêncio" width="181" height="281" class="alignright size-full wp-image-1706" /> Entretanto, se você crê – se você crê verdadeiramente – que Deus fala por meio de sua Palavra, por que substituir a pregação expositiva da Bíblia por <em>qualquer outra coisa</em>? O que é mais importante para as pessoas do que ouvir a Deus? E de que outro modo isso pode acontecer, se você, como Esdras, não abrir o livro, lê-lo e explicá-lo para elas?</p>
<p>Resolvido isso, devo acrescentar a questão de quem tem o direito de falar. O pregador tem o direito de falar, ou esse direito pertence a Deus? Essa é a diferença entre vida e morte para o nosso povo. Você acha que os eleitos de Deus serão chamados por meio de nossas histórias, artifícios e eloquência? Essa maneira de pensar é arrogância. O povo redimido de Deus pode viver de nossas palavras? Eles ficarão bem se não lermos e explicarmos a Palavra de Deus para eles? É claro que não. Vida se encontra tão-somente na Palavra de Deus.</p>
<p>Em última análise, nossa vocação como pregadores é bastante simples. Estudamos, levantamo-nos diante das pessoas, lemos o texto e o explicamos. Reprovamos, repreendemos, exortamos, encorajamos e ensinamos – e, depois, fazemos tudo isso de novo, e de novo, e de novo.</p>
</div>
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		<item>
		<title>A Cruz de Cristo</title>
		<link>http://www.blogfiel.com.br/2011/04/a-cruz-de-cristo.html</link>
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		<pubDate>Tue, 19 Apr 2011 13:48:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>

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		<description><![CDATA[<div align="justify"><p><strong>D. A. Carson</strong></p>
<p><a href="http://blogfiel.com.br/2011/04/a-cruz-de-cristo.html"><img src="http://blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/04/cruz.jpg" alt="A Cruz de Cristo" title="A Cruz de Cristo" width="370" height="275" class="alignnone size-full wp-image-1600" /></a></p>
<p>Segue mais um trechinho do excelente livro de D. A. Carson, próximo lançamento da Editora Fiel, Escândalo – A Cruz e a Ressurreição de Jesus.</p>
<p>Tiago Santos</p>
<hr size="1" width="60%" align="left" />
<p><img src="http://blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/04/Escândalo-–-A-Cruz-e-a-Ressurreição-de-Jesus.png" alt="Escândalo – A Cruz e a Ressurreição de Jesus" title="Escândalo – A Cruz e a Ressurreição de Jesus" width="124" height="196" class="alignright size-full wp-image-1604" style="border:0;" /> Tudo que sabemos de Deus, tudo que apreciamos nele, tudo pelo que o louvamos, em toda a experiência cristã, tanto nesta vida como na vida por vir, flui desta cruz sangrenta.</p>
<p>Temos o dom do Espírito? Isso foi obtido por Cristo na cruz. Desfrutamos da comunhão dos santos? Isso foi obtido por Cristo na cruz. Ele vela por nós graciosa, providencial e fielmente, com base na aliança? Isso foi obtido por Cristo na cruz. Temos esperança do céu por vir? Isso foi obtido por Cristo na cruz. Aguardamos a ressurreição dos corpos no último dia? Isso foi obtido por Cristo na cruz. Há um novo céu e uma nova terra, a habitação da justiça? Isso foi obtido por Cristo na cruz. [...]</p></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="justify">
<p><strong>D. A. Carson</strong></p>
<p><img src="http://blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/04/cruz.jpg" alt="A Cruz de Cristo" title="A Cruz de Cristo" width="370" height="275" class="alignnone size-full wp-image-1600" /></p>
<p>Segue mais um trechinho do excelente livro de D. A. Carson, próximo lançamento da Editora Fiel, Escândalo – A Cruz e a Ressurreição de Jesus.</p>
<p>Tiago Santos</p>
<hr size="1" width="60%" align="left" />
<p><img src="http://blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/04/Escândalo-–-A-Cruz-e-a-Ressurreição-de-Jesus.png" alt="Escândalo – A Cruz e a Ressurreição de Jesus" title="Escândalo – A Cruz e a Ressurreição de Jesus" width="124" height="196" class="alignright size-full wp-image-1604" style="border:0;" /> Tudo que sabemos de Deus, tudo que apreciamos nele, tudo pelo que o louvamos, em toda a experiência cristã, tanto nesta vida como na vida por vir, flui desta cruz sangrenta.</p>
<p>Temos o dom do Espírito? Isso foi obtido por Cristo na cruz. Desfrutamos da comunhão dos santos? Isso foi obtido por Cristo na cruz. Ele vela por nós graciosa, providencial e fielmente, com base na aliança? Isso foi obtido por Cristo na cruz. Temos esperança do céu por vir? Isso foi obtido por Cristo na cruz. Aguardamos a ressurreição dos corpos no último dia? Isso foi obtido por Cristo na cruz. Há um novo céu e uma nova terra, a habitação da justiça? Isso foi obtido por Cristo na cruz.</p>
<p>Desfrutamos de nova identidade, para que não mais vejamos a nós mesmos como fracassos, párias morais, despontamento para os nossos pais – e sim como seres humanos profundamente amados, comprados por sangue, redimidos por Cristo, declarados justos pelo próprio Deus, devido ao fato de que Deus mesmo ofereceu seu Filho, Jesus, como a propiciação por nossos pecados? Tudo isso foi obtido por Cristo na cruz e outorgado a todos aqueles que crêem nele.</p>
</div>
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		<title>Pecado – Palavrinha incômoda&#8230;</title>
		<link>http://www.blogfiel.com.br/2011/04/pecado-%e2%80%93-palavrinha-incomoda.html</link>
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		<pubDate>Fri, 15 Apr 2011 14:02:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>

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		<description><![CDATA[<div align="justify"><p><a href="http://blogfiel.com.br/2011/04/pecado-–-palavrinha-incomoda.html"><img src="http://blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/04/Carson.jpg" alt="D. A. Carson" title="D. A. Carson" width="100" height="134" class="alignleft size-full wp-image-1577" /></a> <strong>Por D. A. Carson</strong></p>
<p>O texto abaixo foi extraído de um livro de D. A. Carson que será lançando em breve pela Editora Fiel: Escândalo, a morte e ressurreição de Jesus.</p>
<p>--------------</p>
<p>“Vivemos numa época em que a única coisa errada é dizermos que o outro está errado.”</p>
<p><a href="http://blogfiel.com.br/2011/04/pecado-–-palavrinha-incomoda.html"><img src="http://blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/04/Corrente.png" alt="Pecado – Palavrinha incômoda" title="Pecado – Palavrinha incômoda" width="200" height="190" class="alignright size-full wp-image-1578" /></a> Pecado é geralmente uma palavra que causa risadinhas sarcásticas: você a pronuncia, e todos riem. Não há vergonha vinculada a ela. É tão difícil comunicar quão ofensivo o pecado é para Deus. Quando falo sobre o pecado, estou me intrometendo. Não estou falando sobre um grupo de idéias externas em que as pessoas podem crer ou não crer. Estou falando sobre algo que pessoas sentem que devem repudiar. Há tanto em nossa cultura que nos ensina que nós definimos nossos próprios pecados, individual ou socialmente (por exemplo, pertencemos a determinada comunidade que estabeleceu sua própria herança de coisas certas e erradas). Alguém vir e dizer-nos: “Isto é certo” ou: “Isto é errado” parece manipulação procedente de fora da comunidade, e as pessoas acham que essa atitude deixa de reconhecer as origens sociais de todas as construções do bem e do mal. Às vezes, tais pessoas se mostram tão indignadas com essa noção de pecado, que tenho de gastar muito tempo falando sobre ela!</p></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="justify">
<p><img src="http://blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/04/Carson.jpg" alt="D. A. Carson" title="D. A. Carson" width="100" height="134" class="alignleft size-full wp-image-1577" /> <strong>Por D. A. Carson</strong></p>
<p>O texto abaixo foi extraído de um livro de D. A. Carson que será lançando em breve pela Editora Fiel: Escândalo, a morte e ressurreição de Jesus.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p>“Vivemos numa época em que a única coisa errada é dizermos que o outro está errado.”</p>
<p><img src="http://blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/04/Corrente.png" alt="Pecado – Palavrinha incômoda" title="Pecado – Palavrinha incômoda" width="200" height="190" class="alignright size-full wp-image-1578" /> Pecado é geralmente uma palavra que causa risadinhas sarcásticas: você a pronuncia, e todos riem. Não há vergonha vinculada a ela. É tão difícil comunicar quão ofensivo o pecado é para Deus. Quando falo sobre o pecado, estou me intrometendo. Não estou falando sobre um grupo de idéias externas em que as pessoas podem crer ou não crer. Estou falando sobre algo que pessoas sentem que devem repudiar. Há tanto em nossa cultura que nos ensina que nós definimos nossos próprios pecados, individual ou socialmente (por exemplo, pertencemos a determinada comunidade que estabeleceu sua própria herança de coisas certas e erradas). Alguém vir e dizer-nos: “Isto é certo” ou: “Isto é errado” parece manipulação procedente de fora da comunidade, e as pessoas acham que essa atitude deixa de reconhecer as origens sociais de todas as construções do bem e do mal. Às vezes, tais pessoas se mostram tão indignadas com essa noção de pecado, que tenho de gastar muito tempo falando sobre ela!</p>
</div>
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		<item>
		<title>Tudo o que é, é!</title>
		<link>http://www.blogfiel.com.br/2011/04/tudo-o-que-e-e.html</link>
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		<pubDate>Thu, 07 Apr 2011 17:42:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Teologia]]></category>
		<category><![CDATA[Tiago Santos]]></category>

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		<description><![CDATA[<div align="justify"><p><strong><em>As tragédias, o deus de Gondim e o Deus das Escrituras...</em></strong> </p>
<p>Perplexos. É assim que ficamos diante do sofrimento, das mazelas, das grandes tragédias.</p>
<p>O último terremoto que arrasou o norte do Japão, deixou-nos todos muito perplexos e apertou nossos corações. Mais perto de nós, no Brasil, no começo deste ano, as chuvas que fizeram desmoronar montanhas enormes sobre as casas no estado do Rio de Janeiro causou-nos também essa perplexidade, essa comoção que leva-nos à compaixão.</p>
<p>É normal nutrimos simpatia pelo nosso semelhante, pelo nosso próximo. Aliás, a palavra simpatia é a aglutinação de dois termos gregos,&#160;<em>sún</em>, que quer dizer 'juntamente' e&#160;&#160;<em>páthos, eos-ous,&#160;</em>que quer dizer 'o que se experimenta’.&#160;<em>Simpathos</em>&#160;é a&#160; “participação no sofrimento de outrem”, “comunhão de sentimentos”. E sentimos isso. Afinal, os que sofrem são nossos próximos, nossos semelhantes.</p>
<p>E Deus? Sente ele também simpatia pelos que sofrem, pelos que são vitimados pela tragédia, pelas guerras, fomes, doenças e miséria? [...]</p></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong><em>As tragédias, o deus de Gondim e o Deus das Escrituras&#8230;</em></strong></p>
<p>Perplexos. É assim que ficamos diante do sofrimento, das mazelas, das grandes tragédias.</p>
<p>O último terremoto que arrasou o norte do Japão, deixou-nos todos muito perplexos e apertou nossos corações. Mais perto de nós, no Brasil, no começo deste ano, as chuvas que fizeram desmoronar montanhas enormes sobre as casas no estado do Rio de Janeiro causou-nos também essa perplexidade, essa comoção que leva-nos à compaixão.</p>
<p>É normal nutrimos simpatia pelo nosso semelhante, pelo nosso próximo. Aliás, a palavra simpatia é a aglutinação de dois termos gregos, <em>sún</em>, que quer dizer &#8216;juntamente&#8217; e  <em>páthos, eos-ous, </em>que quer dizer &#8216;o que se experimenta’. <em>Simpathos</em> é a  “participação no sofrimento de outrem”, “comunhão de sentimentos”. E sentimos isso. Afinal, os que sofrem são nossos próximos, nossos semelhantes.</p>
<p>E Deus? Sente ele também simpatia pelos que sofrem, pelos que são vitimados pela tragédia, pelas guerras, fomes, doenças e miséria?</p>
<p>Para alguns evangélicos que alcançaram alguma fama no Brasil, como Ricardo Gondim,  pastor da igreja Assembléia de Deus Betesda, que tem amealhado incontáveis seguidores, a simpatia de Deus para com os que sofrem é incompatível com a idéia da soberania e governo de Deus sobre todas as coisas. Gondim desenvolveu uma nova teoria que dá explicação para os fenômenos que causam tragédia, afirmando que Deus resolveu abrir mão de sua soberania, de sua onisciência, onipresença para desenvolver relacionamentos verdadeiros com suas criaturas. Ele chamou sua teoria de “Teologia Relacional”. No entendimento de Gondim, Deus não pode evitar as catástrofes e não tem conhecimento do futuro.</p>
<p>Sam Mendes, diretor de cinema hollywoodiano, dirigiu um filme premiado chamado “American Beauty” (Beleza Americana) que tinha como premissa básica a frase “look closer” (olhe mais perto). A idéia do diretor ao retratar uma família média norte-americana era demonstrar que, de longe, a aparência era de que tudo estava certo; no lugar; funcional. Mas, à medida em que a família era vista mais de perto, era possível perceber seus problemas – cada vez mais complexos.</p>
<p>Fazemos bem em olhar mais de perto o ensino de Gondim e da teologia relacional. Vamos encontrar nele aquilo que o Dr. Valdeci Santos chamou de labirinto teológico, mas, em uma de suas várias saídas, esse labirinto leva-nos aos pressupostos encontrados na teologia do processo e no panenteísmo – ainda que o próprio Gondim não tenha condições de afirmá-lo.</p>
<p>O discurso de Gondim e de adeptos da teologia relacional, faz uso de linguagem evangélica e apela para a superioridade dos atributos morais de Deus em relação aos seus atributos invisíveis.</p>
<p>Todavia, para afirmar suas conclusões eles precisam interagir com idéias teológicas que romperam com a ortodoxia cristã. Não é muito difícil traçar suas idéias até a “Teísmo Aberto”, como demonstrou com bastante precisão o Dr. Valdeci dos Santos, em seu artigo “A Teologia Relacional: Suas Conexões com o Teísmo Aberto  e Implicações para a Igreja Contemporânea”. Os elementos fundamentais da teontologia da “teologia do processo” também se vê nas afirmações de Gondim. Os papas da teologia do processo, Whitehead e Hartshorne  também afirmaram que Deus está no tempo; que não conhece o futuro; que é sujeito a mudanças e reações em conformidade com os acontecimentos futuros. Quanto ao homem esses“papas do panenteísmo”, assim como Gondim, afirmam uma liberdade quase absoluta ao homem; afirmam ambos que a decisão humana determina os eventos futuros – que está em construção.</p>
<p>A impressão que os eforços de Gondim e seus seguidores causam é a de que ele empreendeu um grande esforço para fazer uma teodicéia um tanto desastrada, face à sua dificuldade em encontrar respostas bíblicas para as inquietantes perguntas acerca da presença do mal no mundo. O resultado, todavia, é a criação de um deus fraco. Um deus menor e vazio. Um deus que não oferece esperanças e deixa só o desespero e o temor diante das grandes tragédias.</p>
<p>O problema reside justamente na inabilidade dos adeptos da teologia relacional em lidar com doutrinas bíblicas como a providência, os efeitos da Queda, a Redenção – conforme a interpretação ortodoxa e histórica.</p>
<p>Não tendo condições de afirmar sua teologia com base na interpretação histórico gramatical das Escrituras, preenchem suas lacunas – ou buracos – com a argamassa de fontes estranhas ao cristianismo. Ao usar uma linguagem evangélica e tentar essa composição com o teísmo clássico, os adeptos da teologia relacional acabam incorrendo em um <em>non sequitur</em>, por não explorarem ao máximo os desdobramentos de suas afirmações e não assumirem a origem de suas premissas.</p>
<p>A idéia de Deus “renunciando aos seus atributos” é extremamente ofensiva à teontologia clássica. Para ficarmos em um só exemplo, podemos dizer que ao sujeitar-se a não saber, Deus teria de fazer-se menor do que o tempo; teria de colocar-se dentro do tempo. Ao fazer isso, o tempo tonar-se-ia maior do que seu próprio criador. Tornar a criatura maior que o criador é a prática comum do homem desde a Queda. Conforme se vê na carta do apóstolo Paulo aos Romanos, o homem é pródigo em tornar algo que Deus criou na própria divindade. A ofensa deste ato repousa em justamente na tentativa de conter o criador em algo palpável e cognoscível. Esta é a essência da idolatria:</p>
<p style="margin-bottom: .0001pt;text-align: center;line-height: normal"><em>&#8230;porquanto o que de Deus se pode conhecer é manifesto entre eles, porque Deus lhes manifestou.</em><br />
<em>Porque os atributos invisíveis de Deus, assim o seu eterno poder, como também a sua própria divindade, claramente se reconhecem, desde o princípio do mundo, sendo percebidos por meio das coisas que foram criadas. Tais homens são, por isso, indesculpáveis;</em><br />
<em>porquanto, tendo conhecimento de Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças; antes, se tornaram nulos em seus próprios raciocínios, obscurecendo-se-lhes o coração insensato.</em><br />
<em>Inculcando-se por sábios, tornaram-se loucos</em><br />
<em>e mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível, bem como de aves, quadrúpedes e répteis.</em><br />
<em>Romanos 1.19-23</em></p>
<p style="margin-bottom: .0001pt;line-height: normal">A tabela abaixo exibe a diferença entre os atributos de Deus segundo as Escrituras e aqueles reinterpretados pela teologia do processo. Não será difícil encontrar na tabela o deus de Gondim&#8230;</p>
<table border="1" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td style="width: 48.0%;padding: 2.25pt 2.25pt 2.25pt 2.25pt" width="48%">
<p style="margin-bottom: .0001pt;text-align: center;line-height: normal"><strong>Atributos Clássicos</strong></p>
</td>
<td style="width: 50.0%;padding: 2.25pt 2.25pt 2.25pt 2.25pt" width="50%">
<p style="margin-bottom: .0001pt;text-align: center;line-height: normal"><strong>Atributos Neo-clássicos</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="padding: 2.25pt 2.25pt 2.25pt 2.25pt" valign="top">
<p style="margin-bottom: .0001pt;line-height: normal">1.  Absoluto (Ausência de relatividade)</p>
</td>
<td style="width: 50.0%;padding: 2.25pt 2.25pt 2.25pt 2.25pt" width="50%" valign="top">
<p style="margin-bottom: .0001pt;line-height: normal">1.  Realitividade (Deus é internamente relacionado às criaturas através de sua  ação sobre eles e seu relacionamento com eles)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="padding: 2.25pt 2.25pt 2.25pt 2.25pt" valign="top">
<p style="margin-bottom: .0001pt;line-height: normal">2.   Realidade pura (não há potencialidade em Deus)</p>
</td>
<td style="width: 50.0%;padding: 2.25pt 2.25pt 2.25pt 2.25pt" width="50%" valign="top">
<p style="margin-bottom: .0001pt;line-height: normal">2.  Potencialidade (Nem tudo que é real ou pode ser real é possível a Deus)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="padding: 2.25pt 2.25pt 2.25pt 2.25pt" valign="top">
<p style="margin-bottom: .0001pt;line-height: normal">3.  Total necessidade (Toda verdade sobre Deus é necessariamente verdade)</p>
</td>
<td style="width: 50.0%;padding: 2.25pt 2.25pt 2.25pt 2.25pt" width="50%" valign="top">
<p style="margin-bottom: .0001pt;line-height: normal">3.  Necessidade e contingência (Deus existe necessariamente, mas várias coisas  são verdadeiras sobre a contingencialidade de Deus – por exemplo: seu  conhecimento é contingente)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="padding: 2.25pt 2.25pt 2.25pt 2.25pt" valign="top">
<p style="margin-bottom: .0001pt;line-height: normal">4.  Absoluta simplicidade</p>
</td>
<td style="width: 50.0%;padding: 2.25pt 2.25pt 2.25pt 2.25pt" width="50%" valign="top">
<p style="margin-bottom: .0001pt;line-height: normal">4. Complexidade</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="padding: 2.25pt 2.25pt 2.25pt 2.25pt" valign="top">
<p style="margin-bottom: .0001pt;line-height: normal">5.  Criação <em>ex nihilo</em> por um ato de livre vontade; Deus poderia  ter se refreado de cirar qualquer coisa, se assim quisesse.</p>
</td>
<td style="width: 50.0%;padding: 2.25pt 2.25pt 2.25pt 2.25pt" width="50%" valign="top">
<p style="margin-bottom: .0001pt;line-height: normal">5. Deus  e o mundo das criaturas existem necessariamente, embora os detalhes sejam  contingentes.</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="padding: 2.25pt 2.25pt 2.25pt 2.25pt" valign="top">
<p style="margin-bottom: .0001pt;line-height: normal">6.  Onipotência (Deus tem o poder de fazer todas as coisas que sejam consistentes  com sua vontade)</p>
</td>
<td style="width: 50.0%;padding: 2.25pt 2.25pt 2.25pt 2.25pt" width="50%" valign="top">
<p style="margin-bottom: .0001pt;line-height: normal">6. Deus  tem todo o poder que um agente metafísico poderia ter e possui limitações  lógicas.</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="padding: 2.25pt 2.25pt 2.25pt 2.25pt" valign="top">
<p style="margin-bottom: .0001pt;line-height: normal">7. Incorpóreo</p>
</td>
<td style="width: 50.0%;padding: 2.25pt 2.25pt 2.25pt 2.25pt" width="50%" valign="top">
<p style="margin-bottom: .0001pt;line-height: normal">7. Corpóreo  (o mundo é o corpo de Deus)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="padding: 2.25pt 2.25pt 2.25pt 2.25pt" valign="top">
<p style="margin-bottom: .0001pt;line-height: normal">8. Não  temporalidade (Deus não vive em uma série de momentos no tempo)</p>
</td>
<td style="width: 50.0%;padding: 2.25pt 2.25pt 2.25pt 2.25pt" width="50%" valign="top">
<p style="margin-bottom: .0001pt;line-height: normal">8. Temporalidade  (Deus vive na sucessão temporal – mas para sempre)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="padding: 2.25pt 2.25pt 2.25pt 2.25pt" valign="top">
<p style="margin-bottom: .0001pt;line-height: normal">9. Imutabilidade  (Deus não pode mudar porque Deus não está sujeito à sucessividade do tempo)</p>
</td>
<td style="width: 50.0%;padding: 2.25pt 2.25pt 2.25pt 2.25pt" width="50%" valign="top">
<p style="margin-bottom: .0001pt;line-height: normal">9.  Mutabilidade (Deus está continuamente atingindo sínteses mais elevadas de  experiências)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="padding: 2.25pt 2.25pt 2.25pt 2.25pt" valign="top">
<p style="margin-bottom: .0001pt;line-height: normal">10.  Perfeição absoluta (Deus é eternamente aquele que não pode ser mais  perfeitamente conebido)</p>
</td>
<td style="width: 50.0%;padding: 2.25pt 2.25pt 2.25pt 2.25pt" width="50%" valign="top">
<p style="margin-bottom: .0001pt;line-height: normal">10.  Perfeição relativa (A todo momento Deus é mais perfeito do que o momento  anterior, mas Deus está em estágio de constante desenvolvimento).</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Portanto, a teologia do processo e a teologia relacional acabam por negar um Deus imutável, absoluto, criador, todo-poderoso, infinito, eterno, perfeito, controlador e governador de todo universo e da história, sancionador, e que se manifesta na figura masculina e com expressões familiares como “Pai”. O deus da teologia relacional é um deus que está – não é um Deus que É! Mas, um deus que não é, mas está, não se encaixa na própria definição que o termo Deus evoca. Não pode ser Deus, porque está e virá a ser. Um Deus que não é, não tem nada a oferecer ao homem – nem mesmo sua simpatia diante do sofrimento e do caos, como sugerem os teólogos relacionais, pois a simpathos estaria sempre sujeita a graus de conhecimento, identificação e de intensidade.</p>
<p style="margin-bottom: .0001pt;line-height: normal">Esse deus relacional, que está em processo, em fluxo, é um deus fraco, limitado, susceptível. É o deus da <em>Hiera anagrafe</em>, de Evêmero. Como no evemerismo, a divindade é construída segundo a imagem do homem. Limitado, frágil e susceptível.  As Escrituras Sagradas oferecem uma definição diferente de Deus. Vejamos um dentre tantos textos que exaltam a majestade, governo, poder e grandeza de Deus, mostrando-O como o incomparável:</p>
<p style="margin-bottom: .0001pt;text-align: center;line-height: normal">Quem na concha de sua mão mediu as águas e tomou a medida dos céus a palmos? Quem recolheu na terça parte de um efa o pó da terra e pesou os montes em romana e os outeiros em balança de precisão?<br />
Quem guiou o Espírito do SENHOR? Ou, como seu conselheiro, o ensinou?<br />
Com quem tomou ele conselho, para que lhe desse compreensão? Quem o instruiu na vereda do juízo, e lhe ensinou sabedoria, e lhe mostrou o caminho de entendimento?<br />
Eis que as nações são consideradas por ele como um pingo que cai de um balde e como um grão de pó na balança; as ilhas são como pó fino que se levanta.<br />
Nem todo o Líbano basta para queimar, nem os seus animais, para um holocausto.<br />
Todas as nações são perante ele como coisa que não é nada; ele as considera menos do que nada, como um vácuo.<br />
Com quem comparareis a Deus? Ou que coisa semelhante confrontareis com ele?<br />
O artífice funde a imagem, e o ourives a cobre de ouro e cadeias de prata forja para ela.<br />
O sacerdote idólatra escolhe madeira que não se corrompe e busca um artífice perito para assentar uma imagem esculpida que não oscile.<br />
Acaso, não sabeis? Porventura, não ouvis? Não vos tem sido anunciado desde o princípio? Ou não atentastes para os fundamentos da terra?<br />
Ele é o que está assentado sobre a redondeza da terra, cujos moradores são como gafanhotos; é ele quem estende os céus como cortina e os desenrola como tenda para neles habitar;<br />
é ele quem reduz a nada os príncipes e torna em nulidade os juízes da terra.<br />
Mal foram plantados e semeados, mal se arraigou na terra o seu tronco, já se secam, quando um sopro passa por eles, e uma tempestade os leva como palha.<br />
A quem, pois, me comparareis para que eu lhe seja igual? diz o Santo.<br />
Levantai ao alto os olhos e vede. Quem criou estas coisas? Aquele que faz sair o seu exército de estrelas, todas bem contadas, as quais ele chama pelo nome; por ser ele grande em força e forte em poder, nem uma só vem a faltar.<br />
Isaías 40.12-26</p>
<p style="margin-bottom: .0001pt;line-height: normal">R. C. Sproul, em seu livro sobre filosofia, traz-nos lembrados de Parmênides, importante filósofo da antiguidade que  foi assertivo quando determinou que se alguma coisa está mudando, na verdade ela não é. Pensar em mudança nos obriga a pensar em termos do que não é, e isso é impossível. Parmênides entendia que tudo que existe de modo absoluto, não pode mudar. Não pode ser e não ser ao mesmo tempo e da mesma maneira. Se está se tornando, não pode estar sendo. Se está sendo, não é nada. Tem de ser absolutamente, ou não ser. Sua célebre frase diz: “Tudo o que é, é!”. Moisés, um pastor de ovelhas de 80 anos de idade, no alto do monte Sinai, ouviu uma voz retumbante e terrível que disse: <strong>EU SOU O QUE SOU!</strong></p>
<p>Diante de grandes tragédias, a alma humana parece anelar por respostas, por explicações. Até a curiosidade humana faz como que desejemos entender e conversar sobre o que aconteceu com tais e tais pessoas, em situações de morte, tragédias e coisas assim. O Senhor Jesus Cristo mesmo chama a atenção para aqueles dois episódios trágicos, a queda da torre de Siloé e o assassinato de galileus. Esses eram assuntos que estavam na “boca do povo”. No entanto, Jesus procurar mostrar aos seus discípulos que essas tragédias não são resultado, como às vezes gostamos de pensar, de castigos divinos ou coisas assim. Eles são governados por Deus através de sua misteriosa providência e são resultado de vivermos num mundo caído, corrompido pelas mazelas do pecado.</p>
<p>A <em>simpathos</em> de Deus com a humanidade é tamanha que Ele resolveu enviar seu próprio filho, Jesus, verdadeiro Deus de verdadeiro Deus, Luz de Luz, para tomar nossa natureza humana e, como homem-Deus fazer-se mediador entre Deus e os homens. Ele veio para resgatar e redimir. Todo o que nEle crê, não perecerá, mas terá a vida eterna. No seu reino, na ressurreição, não haverão tragédias, morte, destruição e miséria. Teremos um reino sempiterno de amor, na presença do próprio Deus. Essa é a esperança cristã. Essa é grande promessa do evangelho!</p>
</div>
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		<title>Evangelho &#8211; Marca da Igreja</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Mar 2011 12:32:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tiago Santos]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>

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<div align="justify">
Trecho de mensagem proferida para grupo de jovens da <a href="http://www.batistadagraca.net/" title="Igreja Batista da Graça" target="_blank">Igreja Batista da Graça</a> em São José dos Campos - SP. O tema da mensagem foi &#34;<a href="http://www.batistadagraca.net/jovens/2011/03/14/o-que-e-igreja-culto-ou-entretenimento/" title="O que é a Igreja?" target="_blank">O que é a Igreja?</a>&#34;.</div>]]></description>
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Trecho de mensagem proferida para grupo de jovens da <a href="http://www.batistadagraca.net/" title="Igreja Batista da Graça" target="_blank">Igreja Batista da Graça</a> em São José dos Campos &#8211; SP. O tema da mensagem foi &quot;<a href="http://www.batistadagraca.net/jovens/2011/03/14/o-que-e-igreja-culto-ou-entretenimento/" title="O que é a Igreja?" target="_blank">O que é a Igreja?</a>&quot;.</div>
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		<title>Carta de Princípios Mackenzie 2011 &#8211; Liberdade de Consciência e de Expressão</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Mar 2011 18:11:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tiago Santos]]></category>

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		<description><![CDATA[<div align="justify"><p>Hoje, dia 17/03, a Universidade Presbiteriana Mackenzie realizou um ato solene de lançamento de sua <em><a href="http://www.mackenzie.br/cp2011.html" title="Carta de Princípios 2011" target="_blank">Carta de Princípios 2011</a></em>.</p>
<p>O tema da carta de princípios deste ano é “Liberdade de Consciência e de Expressão”. Assunto mais do que pertine nte e necessário, pois, expressar nossa fé nos dias de hoje, no Brasil, é algo que tem causado incômodo a vários setores da sociedade. Via de regra aqueles de caráter libertário e libertino – que não podem aceitar o elevado padrão moral imposto pela fé cristã. Mas, vemos nos princípios das Escrituras o dever de andarmos com retidão em nossa sociedade, sendo luz e exemplos de nosso proceder diante do ímpio e usando a espada e o poder do estado para promover a justiça e a eqüidade. Temos o dever cristão de afirmarmos a nossa fé com liberdade e a usarmos – como fez o apóstolo Paulo – o direito divino (contemplado e assimilado pelas leis) para defender nossa fé, nossa dignidade, nossa liberdade, nossa consciência e o direito que temos de proclamar e expressar o que cremos.</p>
<p>Tiago Santos</p>
<p>------------------------------------------------------</p>
<p><strong>Carta de Princípios Mackenzie 2011 - Liberdade de Consciência e de Expressão</strong></p>
<p><strong>Introdução</strong></p>
<p>Os conceitos de liberdade de consciência e de expressão têm recebido crescente atenção pública em nosso país em anos recentes. Entre as diversas causas, estão o crescimento da pluralidade cultural, da diversidade religiosa e do relativismo como fatores integrantes da sociedade brasileira. De que maneira as pessoas podem ter e expressar suas convicções em um ambiente onde outros indivíduos pensam e se comportam de maneira diversa dessas convicções? Essa questão também faz parte do cotidiano universitário, especialmente em instituições confessionais como o Mackenzie, que primam por princípios éticos ao mesmo tempo em que sustentam a autonomia universitária.</p>
</div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="justify">
<p>Hoje, dia 17/03, a Universidade Presbiteriana Mackenzie realizou um ato solene de lançamento de sua <em><a href="http://www.mackenzie.br/cp2011.html" title="Carta de Princípios 2011" target="_blank">Carta de Princípios 2011</a></em>.</p>
<p>O tema da carta de princípios deste ano é “Liberdade de Consciência e de Expressão”. Assunto mais do que pertine nte e necessário, pois, expressar nossa fé nos dias de hoje, no Brasil, é algo que tem causado incômodo a vários setores da sociedade. Via de regra aqueles de caráter libertário e libertino – que não podem aceitar o elevado padrão moral imposto pela fé cristã. Mas, vemos nos princípios das Escrituras o dever de andarmos com retidão em nossa sociedade, sendo luz e exemplos de nosso proceder diante do ímpio e usando a espada e o poder do estado para promover a justiça e a eqüidade. Temos o dever cristão de afirmarmos a nossa fé com liberdade e a usarmos – como fez o apóstolo Paulo – o direito divino (contemplado e assimilado pelas leis) para defender nossa fé, nossa dignidade, nossa liberdade, nossa consciência e o direito que temos de proclamar e expressar o que cremos.</p>
<p>Tiago Santos</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p><strong>Carta de Princípios Mackenzie 2011 &#8211; Liberdade de Consciência e de Expressão</strong></p>
<p><strong>Introdução</strong></p>
<p>Os conceitos de liberdade de consciência e de expressão têm recebido crescente atenção pública em nosso país em anos recentes. Entre as diversas causas, estão o crescimento da pluralidade cultural, da diversidade religiosa e do relativismo como fatores integrantes da sociedade brasileira. De que maneira as pessoas podem ter e expressar suas convicções em um ambiente onde outros indivíduos pensam e se comportam de maneira diversa dessas convicções? Essa questão também faz parte do cotidiano universitário, especialmente em instituições confessionais como o Mackenzie, que primam por princípios éticos ao mesmo tempo em que sustentam a autonomia universitária.</p>
<p><strong>O Que é Liberdade de Consciência e de Expressão</strong></p>
<p>Acreditar no que quiser é um direito intrínseco a cada ser humano. A consciência é foro íntimo, inviolável, sobre o qual outros não podem legislar. Faz parte da nossa humanidade termos nossas próprias ideias, convicções e crenças. E é daqui que procede a outra liberdade, a de expressão, que consiste no direito de alguém declarar o que acredita e os motivos pelos quais acredita de determinada forma e não de outra. Nesse direito está implícito o que chamamos de “contraditório”, que é a liberdade de análise e posicionamento contrário às expressões ou manifestações de outras pessoas em qualquer área da vida. A liberdade de consciência diz respeito ao que cremos, interiormente. Já a liberdade de expressão é a manifestação externa dessas crenças.</p>
<p><strong>Os Fundamentos da Liberdade de Consciência e de Expressão</strong></p>
<p>O direito individual de pensar livremente e de expressar tais pensamentos é garantido em todas as democracias do mundo ocidental. </p>
<p><em><strong>A Constituição </strong></em></p>
<p>No Brasil, a liberdade de consciência e de expressão do pensamento é garantida pela Constituição em vigor. Sua origem se encontra no caput do Artigo 5º, “todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza”, sendo assegurada a inviolabilidade dessa condição de igualdade. Se todos são iguais, todos podem expressar suas ideias, pensamentos e crenças, desde que os direitos dos outros sejam respeitados. Ao tratar dos direitos e garantias fundamentais, a Constituição diz no Artigo 5º: </p>
<p>IV &#8211; é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato;</p>
<p>VI &#8211; é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias. </p>
<p>A liberdade de expressão religiosa é decorrente da liberdade de consciência e consiste no direito das pessoas de manifestarem suas crenças ou descrenças. Aqui se incluem adeptos das religiões, do ateísmo e do agnosticismo. Por ter origem na consciência, a liberdade de expressão religiosa inclui concepções morais, éticas e comportamentais, que são desenvolvimentos da crença individual. A separação entre Igreja e Estado no Brasil significa tão somente que nosso país não adota e nem protege uma ou mais religiões. O Estado é “laico”, mas, não sendo antirreligioso, ele garante o direito de seus cidadãos professarem publicamente e praticarem a religião que quiserem, assegurando-lhes que não serão discriminados por isso, conforme o mesmo Artigo 5º: </p>
<p>VIII &#8211; ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política&#8230; </p>
<p><em><strong>Direitos Humanos </strong></em></p>
<p>A Declaração Universal dos Direitos Humanos de 1948 também se preocupou em resguardar a liberdade de consciência e de expressão, particularmente a expressão religiosa. O artigo 18 diz: Todo homem tem direito à liberdade de pensamento, consciência e religião; esse direito inclui a liberdade de mudar de religião ou crença e a liberdade de manifestar essa religião ou crença, pelo ensino, pela prática, pelo culto e pela observância, isolada ou coletivamente, em público ou particular. Entendemos que esse amplo reconhecimento das liberdades individuais tem fundamento no fato, nem sempre considerado, de que o ser humano foi criado por Deus. </p>
<p><em><strong>A imagem de Deus</strong></em></p>
<p>Do ponto de vista da fé cristã, a liberdade de consciência decorre fundamentalmente do fato de termos sido criados por Deus como seres morais livres. É uma das coisas incluídas na “imagem e semelhança de Deus” com que fomos criados, de acordo com o relato de Gênesis 1.26-27: Então disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança. Domine ele sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu, sobre os animais grandes de toda a terra e sobre todos os pequenos animais que se movem rente ao chão. Criou Deus o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou. O homem recebeu, por direito de criação, a capacidade de julgar entre o certo e o errado e escolher entre os dois. Ele podia livremente ponderar, analisar e, então, escolher. O fato de que ele teria de arcar com as consequências de suas escolhas diante do Criador não anulava, todavia, seu direito de fazê-las e defendê-las. É nisto que reside o que chamamos de liberdade de consciência e de expressão. Como um ser criado, o homem responde diretamente ao Criador pelo uso dessas liberdades. Ousamos dizer que uma das influências decisivas para que essas liberdades fossem reconhecidas no mundo ocidental veio da Reforma Protestante do século XVI. Os cristãos enfatizaram a necessidade da separação entre a Igreja e o Estado, destacaram o fato de que cada cristão tem sua consciência cativa somente a Deus e defenderam o sacerdócio universal de todos os cristãos. Um exemplo dos esforços destes cristãos para garantir a liberdade de expressão é o apelo de John Milton ao Parlamento Inglês, em 1644, em defesa da liberdade de imprensa.<sup><a href="#a1" id="a11">1</a></sup></p>
<p><strong>Os Limites da Manifestação do Pensamento</strong></p>
<p>Sociedades plurais em países em que há separação entre Igreja e Estado sempre terão de enfrentar o dilema entre a liberdade de manifestação do pensamento e os direitos individuais. Se por um lado as leis brasileiras nos garantem a liberdade de expressão, por outro, elas também preservam a honra e a imagem das pessoas. Não se pode denegrir uma determinada pessoa em nome da liberdade de expressão. </p>
<p><em><strong>Falar e assumir </strong></em></p>
<p>Conforme reza a Constituição, uma das condições para que se manifeste livremente o pensamento no Brasil é que a pessoa se identifique e assuma o que disse ou escreveu. O anonimato anula a validade da expressão, ainda que ela contenha méritos, pois sugere que o autor não tem dignidade e nobreza. Também denota que essa manifestação não vem acompanhada da necessária responsabilidade pelo ato praticado. </p>
<p><em><strong>Contradizer e respeitar</strong></em></p>
<p>Em sociedades multiculturais e plurais, pensamentos, crenças e convicções que são livremente expressos podem contrariar ou contraditar outros pensamentos, crenças e convicções quanto aos valores morais, crenças religiosas e preferências pessoais. Tais discordâncias, todavia, não podem ser vistas como formas de se denegrir a honra e a imagem dos indivíduos de quem se discorda. Se assim fosse, seria impossível a discussão de ideias e a apresentação do contraditório, especialmente no ambiente da Universidade. De acordo com os princípios da fé cristã, o amor a Deus e ao próximo são os maiores deveres de cada ser humano. Amar ao próximo significa respeitar o nome, os bens, a autoridade, a família, a integridade e a reputação das pessoas, independentemente das convicções religiosas, políticas e pessoais delas. Os cristãos podem discordar das pessoas e ainda assim manifestar apreço e respeito por elas. Quando cristãos deixam de amar as pessoas ao seu redor, estão violando um dos preceitos mais conhecidos de Jesus Cristo, que é amar ao próximo como a si mesmo. Os cristãos, na verdade, devem ir além e amar inclusive os seus inimigos, conforme o próprio Jesus ensinou (Mateus 5.44). </p>
<p><em><strong>Livre mas não neutra </strong></em></p>
<p>Em tudo isso, há outro elemento que não pode ser ignorado, o fato de que o ser humano, usando suas liberdades acima descritas, resolveu tornar-se independente de Deus e viver uma vida autônoma. O livro de Gênesis (3.1-24) registra esse momento, que na teologia cristã recebe o nome de &quot;Queda&quot;, termo que indica que essa busca de autonomia implicou em uma caída daquele estado original de liberdade de consciência e expressão. Não que o homem tenha perdido essas liberdades – ele ainda as mantém. Só que tanto a sua consciência quanto a sua capacidade de julgar e escolher entre o bem e o mal, tendo abandonado a Deus como referencial, são inclinadas ao mal, ao erro, ao egoísmo. E como decorrência, sua expressão, embora livre, reflete essa tendência ao mal. Uma das manifestações do impacto da Queda na liberdade humana é a tendência de se procurar suprimir a liberdade dos que discordam de nós. Os que professam a fé cristã devem reconhecer que todas as pessoas, inclusive aquelas que não acreditam em Deus e que têm práticas contrárias à ética cristã, têm o direito fundamental de pensar e acreditar no que quiserem e de viver de acordo com suas crenças. Os cristãos entendem também que se manifestar contrariamente ao que pensam e fazem essas pessoas não é incitamento ao ódio, mas o exercício desse mesmo direito fundamental. Aqui citamos o dito de Voltaire, &quot;não concordo com uma só palavra do que dizeis, mas defenderei até a morte vosso direito de dizê-lo.&quot;<sup><a href="#a2" id="a22">2</a></sup> Essa frase fala tanto do direito que temos de discordar dos outros quanto do direito que os outros têm de discordar de nós, direitos pelos quais deveríamos estar dispostos a lutar, uma vez que, perdidos, deixam a todos amordaçados. </p>
<p><strong>Liberdade, Responsabilidade e Cidadania</strong></p>
<p>Como Universidade confessional, o Mackenzie busca, conforme seu Estatuto, &quot;a adoção de um Código de Ética baseado nos ditames da consciência e do bem, que reflitam os valores morais exarados nas Escrituras Sagradas, voltados para exercício crítico da cidadania&quot; (Artigo 3º). Os termos do artigo citado frisam as bases da visão ética dessa Escola em prol da preservação da dignidade do homem: a iluminação pela Palavra de Deus e a consideração da consciência para o exercício livre de sua manifestação na sociedade. Ao mesmo tempo, o Mackenzie também respeita a consciência de cada um de seus alunos, como diz o Estatuto, &quot;A assistência espiritual à comunidade universitária, respeitada a consciência de cada um, é proporcionada pela Capelania Universitária, em conformidade com a natureza confessional presbiteriana&quot; (Estatuto, Artigo 67). Liberdade de consciência e de expressão são privilégios do ser humano por direito de criação. Jamais podemos abrir mão deles sob risco de diminuirmos nossa humanidade e a imagem de Deus em nós.</p>
<p>__________________</p>
<p><a href="#a11" id="a1">1</a> &#8211; MILTON, John, Areopagitica: Discurso pela Liberdade de Imprensa ao Parlamento. Editora Topbooks, 1999. Rio de Janeiro, RJ.</p>
<p><a href="#a22" id="a2">2</a> &#8211; Voltaire (François Marie Arouet, 1694-1778), um dos mais famosos filósofos do Iluminismo, ficou conhecido por sua batalha incessante em prol das liberdades civis, especialmente da liberdade religiosa. </p>
<p><strong>Rev. Dr. Augustus Nicodemus Lopes </strong></p>
<p><strong>Chanceler da Universidade Presbiteriana Mackenzie </strong></p>
<p>Agradecemos a todos que colaboraram na confecção desta Carta de Princípios.</p>
<p><strong>Obras Recomendadas</strong> </p>
<p>ALTHUSIUS, Johannes. Política. Rio de Janeiro: TopBooks, 2003.<br />
ASH, Timothy Garton. Nós, o Povo: a Revolução de 1989 em Varsóvia, Budapeste, Berlim e Praga. São Paulo: Companhia das Letras, 1990.<br />
BARBOSA, Rui. A Imprensa e o Dever da Verdade. São Paulo: Com-Art, 1990.<br />
HAVEL, Václav. Entrevista a Distância. São Paulo: Siciliano, 1991.<br />
KUYPER, Abraham. Calvinismo. São Paulo: Cultura Cristã, 2002.<br />
MILTON, John. Areopagitica: Discurso pela Liberdade de Imprensa ao Parlamento. Rio de Janeiro: Topbooks, 1999.<br />
ORWELL, George. A Revolução dos Bichos. São Paulo: Companhia das Letras, 2006.<br />
POLANY, Michael. A Lógica da Liberdade. Rio de Janeiro: Topbooks, 2003.<br />
SCHAEFFER, Francis. &quot;Um Manifesto Cristão&quot; in: A Igreja no Século 21. São Paulo: Cultura Cristã, 2002, p. 157-239.</p>
</div>
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		<title>Lançamento: Finalmente Vivos</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Mar 2011 20:11:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[<div align="justify"><p><a href="http://blogfiel.com.br/2011/03/lancamento-finalmente-vivos.html"><img class="alignleft size-full wp-image-1450" title="Finalmente Vivos!" src="http://blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/03/Finalmente-Vivos-M.jpg" alt="Finalmente Vivos!" width="178" height="298" style="border:0;" /></a> O que acontece quando nascemos de novo?</p><p style="margin:0;padding:0;">Neste livro, o pastor John Piper, com sua reconhecida habilidade, resgata a preciosa doutrina do novo nascimento e a expõe de uma forma clara e prática. Sempre fundamentado nas Sagradas Escrituras, o autor, no decorrer da obra, procura responder cinco questões principais a respeito do novo nascimento:</p><p>&#176; O que é o novo nascimento?<br />&#176; Por que devemos nascer de novo?<br />&#176; Como acontece o novo nascimento?<br />&#176; Quais são os efeitos do novo nascimento?<br />&#176; Como podemos ajudar os outros nascer de novo?</p><p>Em suma, este livro fala o que Deus faz em nossas vidas para que possamos exclamar que somos "finalmente vivos"!</p><p>- <a href="http://issuu.com/editorafiel/docs/finalmente_vivos?mode=embed&#038;layout=http%3A%2F%2Fskin.issuu.com%2Fv%2Fcolor%2Flayout.xml&#038;backgroundColor=000000&#038;showFlipBtn=true" title="Leia os primeiros capítulos" target="_blank">Leia os primeiros capítulos</a>.</p><p>- <a href="http://www.lojafiel.net/produto.aspx?ProCodigo=257" title="Compre aqui" target="_blank">Compre aqui</a>.</p></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="justify">
<p><a href="http://www.lojafiel.net/produto.aspx?ProCodigo=257" target="_blank"><img class="alignleft size-full wp-image-1450" title="Finalmente Vivos!" src="http://blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/03/Finalmente-Vivos-M.jpg" alt="Finalmente Vivos!" width="178" height="298" style="border:0;" /></a> O que acontece quando nascemos de novo?</p>
<p style="margin:0;padding:0;">Neste livro, o pastor John Piper, com sua reconhecida habilidade, resgata a preciosa doutrina do novo nascimento e a expõe de uma forma clara e prática. Sempre fundamentado nas Sagradas Escrituras, o autor, no decorrer da obra, procura responder cinco questões principais a respeito do novo nascimento:</p>
<p>&deg; O que é o novo nascimento?<br />&deg; Por que devemos nascer de novo?<br />&deg; Como acontece o novo nascimento?<br />&deg; Quais são os efeitos do novo nascimento?<br />&deg; Como podemos ajudar os outros nascer de novo?</p>
<p>Em suma, este livro fala o que Deus faz em nossas vidas para que possamos exclamar que somos &#8220;finalmente vivos&#8221;!</p>
<p align="center"><iframe src="http://player.vimeo.com/video/21030745?title=0&amp;byline=0&amp;portrait=0&amp;color=334f60" width="440" height="330" frameborder="0"></iframe></p>
<p>- <a href="http://issuu.com/editorafiel/docs/finalmente_vivos?mode=embed&#038;layout=http%3A%2F%2Fskin.issuu.com%2Fv%2Fcolor%2Flayout.xml&#038;backgroundColor=000000&#038;showFlipBtn=true" title="Leia os primeiros capítulos" target="_blank">Leia os primeiros capítulos</a>.</p>
<p>- <a href="http://www.lojafiel.net/produto.aspx?ProCodigo=257" title="Compre aqui" target="_blank">Compre aqui</a>.</p>
</div>
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		<title>Epitáfio</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Mar 2011 13:27:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[<div align="justify"><p><a href="http://blogfiel.com.br/2011/03/epitafio.html"><img src="http://blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/03/epitáfio.jpg" alt="Epitáfio" title="Epitáfio" width="221" height="242" class="alignnone size-full wp-image-1428" /></a></p><p>Qual será o seu epitáfio? O que será dito sobre você, quando você partir? Quais serão suas últimas palavras? <strong><em>As palavras que beiram a morte refletem como foi nossa vida.</em></strong><br />
<center>--------------------</center><br />
Há algum tempo, um amigo me falava sobre o pai de um amigo seu, norte americano, que houvera sido militar, nos Estados Unidos.</p>
<p>Este homem lutou na Guerra da Coréia. Lá, ele, que era crente, enfrentou uma situação extrema. Seu regimento foi abatido, muitos colegas e amigos morreram na investida das tropas inimigas. Ele foi um dos poucos que, mesmo ferido, por algum tempo conseguiu manter sua posição, lutar e, ainda, defender a vida de um soldado amigo, que estava muito ferido [...]</p></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="justify">
<p align="center"><img src="http://blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/03/epitáfio.jpg" alt="Epitáfio" title="Epitáfio" width="221" height="242" class="alignnone size-full wp-image-1428" /></p>
<p>Qual será o seu epitáfio? O que será dito sobre você, quando você partir? Quais serão suas últimas palavras? <strong><em>As palavras que beiram a morte refletem como foi nossa vida.</em></strong><br />
<center>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</center><br />
Há algum tempo, um amigo me falava sobre o pai de um amigo seu, norte americano, que houvera sido militar, nos Estados Unidos.</p>
<p>Este homem lutou na Guerra da Coréia. Lá, ele, que era crente, enfrentou uma situação extrema. Seu regimento foi abatido, muitos colegas e amigos morreram na investida das tropas inimigas. Ele foi um dos poucos que, mesmo ferido, por algum tempo conseguiu manter sua posição, lutar e, ainda, defender a vida de um soldado amigo, que estava muito ferido.</p>
<p>O texto que desejo considerar também de um soldado. Alguém que deu sua vida à causa pela qual lutou.</p>
<p>2 Timóteo 4.6-8:</p>
<div style="margin-left:30px;">
<p><em>Quanto a mim, estou sendo já oferecido por libação, e o tempo da minha partida é chegado.</em><br />
 <em>Combati o bom combate, completei a carreira, guardei a fé.</em><br />
 <em>Já agora a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, reto juiz, me dará naquele Dia; e não somente a mim, mas também a todos quantos amam a sua vinda.</em></p>
</div>
<p>Antes de nos determos nesta afirmação solene de Paulo, vamos entender um pouco do contexto em que ele a elaborada:</p>
<p><strong><em>Uma carta, um destinatário.</em></strong></p>
<p>O texto que analisamos faz parte de uma carta. As missivas tinham importância muito grande naqueles tempos – todo comunicação oficial era feita por meio delas. As Escrituras do Novo Testamento consistem, em sua maioria, de cartas – nelas eram dadas notícias, instruções para igrejas, indivíduos, saudações pessoais, informações importantes. Como toda carta, as cartas das Escrituras devem ser lidas por inteiro, para que se tenha uma boa compreensão do todo. Afinal, quando recebemos uma carta em casa, especialmente se é uma carta a qual esperamos há muito tempo e estamos ansiosos por ler, não leremos apenas um pequeno trecho, um parágrafo, uma linha, enfim, e ficaremos satisfeitos. Queremos lê-la por completo. Saber tudo o que há nela – e, muitas vezes, lemos e relemos, porque assim nos familiarizamos mais com seu conteúdo, suas notícias e informações.</p>
<p>A carta foi enviada a alguém: Timóteo. Timóteo era um jovem muito capaz. Sua mãe Eunice, e avó, Loide, eram crentes. Seu pai era um gentio. Timóteo fora instruído na Palavra de Deus desde criança. Era filho na fé do apóstolo Paulo, o qual, por diversas oportunidades, assim o chama (1 Tim. 1.2, 18; 2 Tim. 1.2; 2.1). Paulo, aliás, nutria por Timóteo uma grande afeição – dizia que ao revê-lo, transbordaria de alegria.</p>
<p>Timóteo era o pastor da Igreja em Éfeso. Ele chegou nesta cidade por insistência do apóstolo Paulo, que pedira-lhe que ali ficasse para “admoestar certas pessoas a fim de que não ensinem outra doutrina” (I Tim. 1.3).</p>
<p>Éfeso é uma cidade grande e importante, considerada a capital da Ásia naqueles tempos. Paulo esteve lá em sua terceira viagem missionária e permaneceu por quase três anos na cidade onde fundou uma importante e frutífera igreja. (At. 19).</p>
<p>A carta cujo trecho nós lemos foi a última carta escrita pelo apóstolo Paulo, antes de sua morte. Ele devia ter cerca de 60 anos quando a redigiu.</p>
<p><strong><em>O remetente:</em></strong></p>
<p>Em toda carta, nota-se a experiência de quem fora marcado pelo tempo de trabalhos árduos e difíceis e que, mesmo em sua velhice, enfrentava lutas duras.</p>
<p>Paulo estava encarcerado em uma prisão, em Roma, apenas aguardando a sentença definitiva – morte.</p>
<p>Nesta carta, Paulo, <em>o velho</em>, como ele mesmo se chamava (Fm. 1.19), dá uma série de conselhos a Timóteo, instruindo-o a perseverar na fé que recebeu na juventude e na qual foi confirmado pelo ministério. Paulo preocupa-se em citar seu próprio exemplo de firmeza e perseverança em contraste com a infidelidade e apostasia de homens que abandonaram a fé. Homens que andaram com o próprio apóstolo.</p>
<p>Oferece uma série de instruções finais, quase como se fosse um testamento. Esse, aliás, é o ponto ao qual devemos voltar nossa atenção nesta carta, pois nela temos as últimas palavras de um homem.</p>
<p><strong><em>As palavras que beiram a morte refletem como foi nossa vida.</em></strong></p>
<p>Pense em Abraão, Isaque, Jacó, José, Moisés, Josué, Samuel, Davi e em Jesus Cristo. Procure nas Escrituras quais foram suas últimas palavras, suas orientações finais. Vejam nestas palavras o fruto de sua preocupação – de sua atenção. Vejam como glorificaram a Deus em sua vida e também, em sua morte.</p>
<p>Agora, voltemo-nos para Paulo, em suas últimas palavras, em seu “canto do cisne”, e vejamos como ele tem a nos ensinar. Paulo inicia esta frase como uma conclusão da sentença anterior. Ele estava dizendo a Timóteo como devia ser o procedimento dele no ministério, nos versos iniciais do capítulo 4, e então diz: </p>
<p><strong><em>“Quanto a mim, estou sendo já oferecido por libação”.</em></strong> Libação é o ato sacrificial de deitar óleo ou vinho sobre o sacrifício. A primeira vez que a palavra libação ocorreu na Bíblia, foi quando Jacó erigiu uma coluna onde Deus lhe apareceu (Gn. 35). Sua prática é mais tarde regulada pela Lei de Moisés. No N.T, só aparece duas vezes, as duas proferidas pelo apóstolo Paulo, para fazer referência à sua vida como libação, ou como a oferta de sua vida como um sacrifício pela causa do Senhor. Ele diz isso em Fp. 2.17 “<em>Entretanto, mesmo que seja eu oferecido por libação sobre o sacrifício e serviço da vossa fé, alegro-me e, com todos vós, me congratulo” </em>e nesta passagem. Aqui, o apóstolo está falando de sua vida como uma oferta ao Senhor. Ele nos exorta a fazer a mesma coisa em Romanos 12.1, quando roga-nos a que ofereçamos nossa vida como sacrifício vivo ao Senhor. </p>
<p>Em outras palavras, é como se Paulo estivesse dizendo a Timóteo: <em>“Seja assim, Timóteo, pois, quanto a mim, eu já fiz minha parte”.</em></p>
<p>Quantos de nós chegaremos ao fim de nossa vida com esta lucidez e clareza de nossa vida? Temos feito hoje nossa parte? Nosso presente determina como será nosso epitáfio. Nossa palavra final. O hoje e agora, serão a história do nosso amanhã. Se desejamos chegar ao fim de nossa vida com a mesma certeza de Paulo, temos de começar hoje e agora a história que amanhã, será ontem, será passado. </p>
<p><strong><em>“Tempo da partida”</em></strong>, é a mesma expressão usada quando as amarras de um navio são soltas, para que ele possa navegar. Paulo estava consciente de sua partida desta vida. No entanto, ele não tinha temores ou desespero. Pelo contrário, queria ser útil enquanto estivesse vivo – mas entendia que a morte não era o fim. Em 1 Coríntios 15, o apóstolo Paulo lembre da vitória que obtemos em Cristo sobre a morte. </p>
<p>Em seguida então, ao refletir sobre toda sua vida – imaginem o apóstolo escrevendo para Timóteo, dando conselhos de uma imunda prisão romana: </p>
<p><strong><em>Combati o bom combate, completei a carreira, guardei a fé.</em></strong>A palavra para combater é “<em>agonizomai”</em> – de onde vem nossa palavra agonia. Paulo disse que agonizou a boa agonia. Esta palavra envolve uma boa dose de sofrimento. Paulo se refere à vitória que obteve em suas lutas e sofrimentos. </p>
<p>Quando ele instrui Timóteo em sua primeira epístola (6.12), ele diz: “Combate o bom combate da fé”. Este é o combate que Paulo completou. O bom combate da fé.</p>
<p>Manter a fé é uma agonia. É uma luta. Trata-se de uma luta intensa, difícil, sofrida a de manter a nossa fé, a nossa confissão em Cristo. É um grande desafio para nós, nos dias de hoje, seguir o exemplo do apóstolo Paulo e lutar o bom combate da fé.</p>
<p>Creio que, lendo esse texto, podemos resumir a vida de Paulo, nessas palavras: Fidelidade. Perseverança. </p>
<p>Um grande servo de Deus do passado, John Owen, recebeu a seguinte homenagem póstuma, em sua lápide: “<em>Uma pura lâmpada da verdade evangélica brilhou para muitos em particular, para muitos no púlpito, e para todos, pelas obras impressas, apontando sempre o mesmo alvo. E nesse resplendor, foi gradualmente gastando suas forças até que elas se foram. Sua alma santa, anelando por desfrutar mais de Deus, partiu das ruínas de seu corpo quebrado , não mais apto para servir. Sua morte foi um dia de felicidade.”</em></p>
<p>Refletir nesses exemplos ajuda-nos a considerar o que será dito a nosso respeito, quando nós partirmos. </p>
<p>Paulo finalmente conclui dizendo que: <strong><em>Já agora a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, reto juiz, me dará naquele Dia; e não somente a mim, mas também a todos quantos amam a sua vinda.</em></strong></p>
<p>Todos os que perseverarem, receberão o prêmio das mãos do próprio salvador. </p>
<p>Em suas duas cartas, Paulo disse a Timóteo, que, num certo momento da carreira cristã, alguns de seus companheiros abandonaram a fé. Distraíram-se com este mundo. Amaram o presente século. Desanimaram-se. Acovardaram-se. Voltaram atrás. Titubearam. E, pense bem, esses que deixaram a fé foram um dia companheiros do próprio Paulo. Um dia eles estavam certos da confissão que faziam, mas não prosseguiram até o fim. </p>
<p>Mas, não temos porque temer. João disse: <em>porque todo o que é nascido de Deus vence o mundo; e esta é a vitória que vence o mundo: a nossa fé.</em> (1 Jo. 5.4)</p>
<p>O que deve animar nosso coração, é o fato de a vitória final já haver sido conquistada por Cristo. Nós precisamos tão somente confiar no Senhor Jesus Cristo, e Ele mesmo nos conduzirá (Rm. 8.31-39).</p>
<p>Paulo lembra a Timóteo que ele permaneceu firme na fé, até o fim. Estava terminando bem a sua vida. Esta palavra não foi dada com arrogância ou para demonstrar superioridade. Paulo sabia de suas misérias e lutas e mais de uma vez afirmou isso em suas epístolas. Jerry Bridges sugere que, dentre outros, há 4 fatores que ajudam-nos a permanecer fieis, em toda nossa vida: </p>
<ul>
<li>Tempo diário de comunhão consagrada com Deus</li>
<li>Apropriação diária do evangelho</li>
<li>Compromisso diário com Deus como um sacrifício vivo</li>
<li>Uma crença firme na soberania e no amor de Deus</li>
</ul>
<p>Sobre a perseverança de Paulo, Bridges diz o seguinte:</p>
<div style="margin-left:30px;">
<p><em>“perseverança significa continuar avançando, apesar dos obstáculos. Portanto, quando Paulo disse: “Completei a carreira”, estava afirmando basicamente: “Perseverei”. Precisamos permanecer firmes. As Escrituras nos exortam, repetidas vezes, a fazermos isso. Contudo, lembre-se: isso é mais do que permanecer quieto. Se pensarmos assim, não entenderemos o que significa permanecer firme. Temos de avançar. Temos de perseverar. Temos de ser como Paulo e afirmar: “Combati o bom combate, completei a carreira, guardei a fé”. Sejamos, você e eu, semelhantes ao apóstolo Paulo. <a href="#_ftn1" name="_ftnref1" title="" id="_ftnref1">1</a>”</em></p>
</div>
<p>Aquele soldado que lutou na Coréia, no começo de nosso texto, faleceu recentemente. Mesmo depois de 50 anos de seus atos heróicos, ele foi homenageado e lembrado por sua bravura e coragem no campo de batalha, em seu combate. </p>
<p>Que sejamos nós também, à semelhança do apóstolo Paulo, perseverantes e firmes até o fim. A ponto de, ao fim de nossas vidas, podermos olhar para trás e dizer que lutamos o bom combate da fé e estamos prontos para receber a coroa da vida.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;<br />
<a href="#_ftnref1" name="_ftn1" title="" id="_ftn1">1</a> John Piper e Justin Taylor. FIRMES – Um chamado à perseverança dos Santos (São José dos Campos, SP: Editora Fiel, 2010) p. 42</p>
</div>
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		<title>O Ato da Pregação</title>
		<link>http://www.blogfiel.com.br/2011/02/o-ato-da-pregacao.html</link>
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		<pubDate>Thu, 03 Feb 2011 20:41:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><img src="http://blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/02/Pregação-e-Pregadores.jpg" alt="Pregação e Pregadores" title="Pregação e Pregadores" width="150" height="216" class="alignleft size-full wp-image-1240" /> Amados leitores – Pregadores e ouvintes da Palavra de Deus:</p>
<p>Vejam a seguir um pequeno trecho do livro clássico do Dr. Martyn Lloyd-Jones sobre o ato da pregação da Palavra de Deus, <a href="http://www.lojafiel.net/produto.aspx?ProCodigo=174" target="_blank" title="Pregação e Pregadores">Pregação e Pregadores</a>. Em poucas palavras somos confrontados com a solenidade, importância, serieadade e grandeza do ato de pregar as insondáveis riquezas da Palavra do Deus vivo. Uma mensagem urgente para pregadores e ouvintes da Palavra <em><u>hoje</u></em> – principalmente para aqueles que se entediam ao ouvir a Palavra e, pior, os que pregam a Palavra de forma tediosa e aborrecida. Não há muito que eu possa dizer e comentar. Ouçamos Lloyd-Jones:</p>
<p>Tiago Santos</p><p><strong>A Pregação é a teologia em chamas! É a lógica pegando fogo!</strong><br /><strong>D. Martyn Lloyd-Jones</strong></p>
<p><img src="http://blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/02/lloyd-jones1.jpg" alt="Lloyd-Jones" title="Lloyd-Jones" width="125" height="156" class="alignright size-full wp-image-1244" /> O que está acontecendo? O pregador está falando aos ouvintes da parte de Deus e a respeito dEle, está falando sobre a condição dos ouvintes — o estado da sua alma. Está lhes dizendo que, por natureza, estão sob a ira de Deus — são “filhos da ira, como também os demais” — e que o caráter de seu viver é ofensivo a Deus, está sob o juízo dEle. O pregador está advertindo-os sobre a temível possibilidade eterna que os aguarda. De alguma maneira, o pregador, entre todos os homens, deve estar consciente da natureza fugaz da vida neste mundo. Os homens mundanos vivem tão imersos em seus negócios e atividades, em seus prazeres e toda a sua ostentação, que a única coisa sobre a qual eles nunca param para considerar é o caráter passageiro da vida. Tudo isso enfatiza que o pregador sempre deve criar e comunicar a impressão da seriedade daquilo que está acontecendo no momento em que ele aparece no púlpito. Você deve lembrar as famosas palavras de Richard Baxter: [...] </p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="justify">
<p><img src="http://blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/02/Pregação-e-Pregadores.jpg" alt="Pregação e Pregadores" title="Pregação e Pregadores" width="150" height="216" class="alignleft size-full wp-image-1240" /> Amados leitores – Pregadores e ouvintes da Palavra de Deus:</p>
<p>Vejam a seguir um pequeno trecho do livro clássico do Dr. Martyn Lloyd-Jones sobre o ato da pregação da Palavra de Deus, <a href="http://www.lojafiel.net/produto.aspx?ProCodigo=174" target="_blank" title="Pregação e Pregadores">Pregação e Pregadores</a>. Em poucas palavras somos confrontados com a solenidade, importância, serieadade e grandeza do ato de pregar as insondáveis riquezas da Palavra do Deus vivo. Uma mensagem urgente para pregadores e ouvintes da Palavra <em><u>hoje</u></em> – principalmente para aqueles que se entediam ao ouvir a Palavra e, pior, os que pregam a Palavra de forma tediosa e aborrecida. Não há muito que eu possa dizer e comentar. Ouçamos Lloyd-Jones:</p>
<p>Tiago Santos</p>
<p><strong>A Pregação é a teologia em chamas! É a lógica pegando fogo!</strong><br /><strong>D. Martyn Lloyd-Jones</strong></p>
<p><img src="http://blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/02/lloyd-jones1.jpg" alt="Lloyd-Jones" title="Lloyd-Jones" width="125" height="156" class="alignright size-full wp-image-1244" /> O que está acontecendo? O pregador está falando aos ouvintes da parte de Deus e a respeito dEle, está falando sobre a condição dos ouvintes — o estado da sua alma. Está lhes dizendo que, por natureza, estão sob a ira de Deus — são “filhos da ira, como também os demais” — e que o caráter de seu viver é ofensivo a Deus, está sob o juízo dEle. O pregador está advertindo-os sobre a temível possibilidade eterna que os aguarda. De alguma maneira, o pregador, entre todos os homens, deve estar consciente da natureza fugaz da vida neste mundo. Os homens mundanos vivem tão imersos em seus negócios e atividades, em seus prazeres e toda a sua ostentação, que a única coisa sobre a qual eles nunca param para considerar é o caráter passageiro da vida. Tudo isso enfatiza que o pregador sempre deve criar e comunicar a impressão da seriedade daquilo que está acontecendo no momento em que ele aparece no púlpito. Você deve lembrar as famosas palavras de Richard Baxter:</p>
<p><em>Preguei como se não tivesse certeza de que pregaria novamente, como um homem moribundo para moribundos.</em></p>
<p>Creio que esta declaração não pode ser melhorada. Você também recorda o que se disse a respeito do piedoso Robert Murray McCheyne, da Escócia, no século XIX. Afirma-se que, ao subir ao púlpito, antes mesmo de haver proferido uma única palavra, o povo começava a chorar em silêncio. Por quê? Por causa deste elemento da seriedade. A própria contemplação daquele homem dava a impressão de que ele viera da presença de Deus e de que lhes transmitiria uma mensagem da parte de Deus. Isso é o que exercia tão extraordinário efeito sobre os ouvintes, antes mesmo de McCheyne abrir a boca. Esquecemos este elemento ao nosso risco e a grande custo para os ouvintes.</p>
<p>Apresento agora algo cujo propósito é corrigir (ou talvez não tanto corrigir, e sim salvaguardar) toda incompreensão daquilo que venho afirmando. Refiro-me ao elemento da “vivacidade”. Isto ressalta o fato que a seriedade não significa solenidade, nem tristeza, nem morbidez. Todas estas coisas são distinções importantes. O pregador deve mostrar-se vívido; e é possível mostrar-se vívido e sério ao mesmo tempo.</p>
<p>Permita-me expressar isto em outras palavras. O pregador jamais deve ser monótono, nunca deve ser enfadonho; ele nunca deve ser o que se chama de “cansativo”. Estou enfatizando estas particularidades por causa de algo que já me disseram muitas vezes e que me preocupa em grande medida. Pertenço à tradição Reformada e, talvez, tenha contribuído algo, na Inglaterra, para a restauração desta ênfase, nos últimos quarenta anos. Portanto, sinto-me perturbado quando membros de igrejas me dizem, com frequência, que muitos dos pregadores reformados mais jovens são homens excelentes, que lêem muito e são eruditos, mas são homens bastante monótonos e enfadonhos; e isso me tem sido dito por pessoas que seguem a tradição Reformada. Para mim isso é muito sério; existe algo radicalmente errado em pregadores monótonos e enfadonhos. Como pode ser monótono um homem que trata desses assuntos? Quero dizer que um “pregador monótono” é uma contradição; se ele  é monótono, não é um pregador. Pode subir a um púlpito e falar, mas certamente não é um pregador. Ante o grandioso tema e mensagem da Bíblia, a monotonia se torna impossível. Este é o assunto mais interessante, mais emocionante e mais envolvente que há no universo. E a idéia de que isto pode ser apresentado de maneira enfadonha me faz duvidar seriamente que os homens culpados desta monotonia compreenderam a doutrina que estão defendendo e na qual afirmam crer. Com freqüência, somos traídos por nossa conduta.</p>
</div>
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		<title>13º Encontro para a Consciência Cristã</title>
		<link>http://www.blogfiel.com.br/2011/01/13%c2%ba-encontro-para-a-consciencia-crista.html</link>
		<comments>http://www.blogfiel.com.br/2011/01/13%c2%ba-encontro-para-a-consciencia-crista.html#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 31 Jan 2011 18:32:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Caríssimo leitor,</p>
<p>Queremos convidá-lo a participar do <a href="http://www.vinacc.com.br/geral/layout.php?subaction=showfull&#38;id=1260296438&#38;archive=&#38;ucat=8&#38;" target="_blank">13º Encontro para a Consciência Cristã</a> que está agendado para acontecer na cidade de Campina Grande – PB, entre os dias 02 a 08 de março deste ano. A entrada é franca.</p>
<p><a href="http://blogfiel.com.br/2011/01/13%C2%BA-encontro-para-a-consciencia-crista.html" target="_self"><img src="http://blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/01/vinacc2.jpg" alt="13º Encontro para a Consciência Cristã" title="13º Encontro para a Consciência Cristã" width="435" height="356" class="aligncenter size-full wp-image-1228" /></a></p>
<p>A Vinacc (Visão Nacional para a Consciência Cristã), organização conduzida com bastante empenho pelo irmão Pr. Euder Faber, tem realizado seu encontro anual na cidade de Campina Grande desde 1999 e tem contado com um número crescente de participantes, apoiadores e preletores. O evento acontece tradicionalmente na semana do carnaval e, a adesão crescente do povo da cidade ao evento, enfraqueceu de modo assentado o carnaval na cidade e região.</p>
<p>Campina Grande situa-se no Planalto da Borborema, no agreste paraibano. É um importante pólo industrial, tecnológico e universitário da região Nordeste, sendo por isso chamada “capital do interior do nordeste” e o lema de sua bandeira, “<em>solum inter plurima</em>” (única entre muitas), traduz bem o sentimento do campinense com respeito a sua cidade.</p>
<p>A Editora Fiel planeja estar lá, oferecendo seus títulos a preços bem especiais e promoções exclusivas aos que participarem do evento. [...]</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="justify">
<p>Caríssimo leitor,</p>
<p>Queremos convidá-lo a participar do <a href="http://www.vinacc.com.br/geral/layout.php?subaction=showfull&amp;id=1260296438&amp;archive=&amp;ucat=8&amp;" target="_blank">13º Encontro para a Consciência Cristã</a> que está agendado para acontecer na cidade de Campina Grande – PB, entre os dias 02 a 08 de março deste ano. A entrada é franca.</p>
<p>A Vinacc (Visão Nacional para a Consciência Cristã), organização conduzida com bastante empenho pelo irmão Pr. Euder Faber, tem realizado seu encontro anual na cidade de Campina Grande desde 1999 e tem contado com um número crescente de participantes, apoiadores e preletores. O evento acontece tradicionalmente na semana do carnaval e, a adesão crescente do povo da cidade ao evento, enfraqueceu de modo assentado o carnaval na cidade e região.</p>
<p>Campina Grande situa-se no Planalto da Borborema, no agreste paraibano. É um importante pólo industrial, tecnológico e universitário da região Nordeste, sendo por isso chamada “capital do interior do nordeste” e o lema de sua bandeira, “<em>solum inter plurima</em>” (única entre muitas), traduz bem o sentimento do campinense com respeito a sua cidade.</p>
<p>A Editora Fiel planeja estar lá, oferecendo seus títulos a preços bem especiais e promoções exclusivas aos que participarem do evento.</p>
<p>O tema do evento deste ano é “O Retorno ao Evangelho da Cruz”, o qual será apresentado por diversos preletores, pessoas muito capazes e tementes a Deus, nas plenárias e workshops.</p>
<p>As oficinas e <em>workshops</em> também oferecerão boa oportunidade para aprofundar importantes temas relativos à fé e à consciência cristã, os quais deverão ajudar o cristão a aguçar seu discernimento e considerar esses temas sob a luz das Escrituras.</p>
<p>Alguns amigos queridos estarão presentes no evento, oferecendo sua colaboração como preletores / palestrantes: Adauto Lourenço, Augustus Nicodemus, Norma Braga, Renato Vargens, Franklin Ferreira, entre outros.</p>
<p>Eu mesmo terei o privilégio de desenvolver dois temas em workshops:  Jonathan Edwards e as marcas do verdadeiro avivamento e Liberdade de expressão e liberdade religiosa – como expressar nossos valores e fé.</p>
<p>Até lá, se o Senhor quiser.</p>
<p><a href="http://www.vinacc.com.br/geral/layout.php?subaction=showfull&amp;id=1260296438&amp;archive=&amp;ucat=8&amp;" target="_blank"><img src="http://blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/01/vinacc2.jpg" alt="13º Encontro para a Consciência Cristã" title="13º Encontro para a Consciência Cristã" width="435" height="356" class="aligncenter size-full wp-image-1228" /></a></p>
</div>
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		<title>Editora Fiel: Alcançando os seminários</title>
		<link>http://www.blogfiel.com.br/2011/01/editora-fiel-alcancando-os-seminarios.html</link>
		<comments>http://www.blogfiel.com.br/2011/01/editora-fiel-alcancando-os-seminarios.html#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 20 Jan 2011 11:57:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><strong>Christopher  Marques</strong></p>
<img src="http://blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/01/Christopher-Marques.jpg" alt="Christopher Marques" title="Christopher  Marques" width="176" height="194" class="alignleft size-full wp-image-1188" /> É com alegria que  informamos aos nossos amados leitores que a Editora Fiel criou um novo  departamento em seu ministério. Estamos trabalhando para estabelecer uma aproximação  mais profunda com o ambiente educacional que prepara novos ministros, teólogos  e pesquisadores da fé cristã, e acabo de me juntar ao time da Fiel com a missão  de servir neste departamento. Peço suas orações, pois precisaremos da graça de  Deus para realizar este importante trabalho. <br />
Temos  diante de nós o desafio de criar vínculos mais fortes e duradouros com  instituições de ensino teológico e, principalmente, com o estudante, aquele que  aspira servir como pastor e mestre. Queremos conhecer suas necessidades e nosso  colocarmos ao seu lado, como apoiadores de seu ministério presente e futuro. <br />
No cenário evangélico brasileiro existem grandes editoras; no entanto,  poucas têm desenvolvido um elo de prestação de serviço para estas instituições  evangélicas. Poucas demonstram interesse por seu maior público que são os  seminaristas, pastores e diretores de seminários evangélicos, em suma,  formadores de opinião. <br />
Desejamos refletir  sobre questões como o viver a fé evangélica, a relação do homem com o seu  próximo, do homem com Deus numa época em que estes conceitos estão banalizados.<br />
Um dos propósitos deste  projeto visa apontar os caminhos para a reflexão da prática teológica  brasileira. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="justify">
<p><strong>Christopher  Marques</strong></p>
<p><img src="http://blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/01/Christopher-Marques.jpg" alt="Christopher Marques" title="Christopher  Marques" width="176" height="194" class="alignleft size-full wp-image-1188" /> É com alegria que  informamos aos nossos amados leitores que a Editora Fiel criou um novo  departamento em seu ministério. Estamos trabalhando para estabelecer uma aproximação  mais profunda com o ambiente educacional que prepara novos ministros, teólogos  e pesquisadores da fé cristã, e acabo de me juntar ao time da Fiel com a missão  de servir neste departamento. Peço suas orações, pois precisaremos da graça de  Deus para realizar este importante trabalho. <br />
Temos  diante de nós o desafio de criar vínculos mais fortes e duradouros com  instituições de ensino teológico e, principalmente, com o estudante, aquele que  aspira servir como pastor e mestre. Queremos conhecer suas necessidades e nosso  colocarmos ao seu lado, como apoiadores de seu ministério presente e futuro. <br />
No cenário evangélico brasileiro existem grandes editoras; no entanto,  poucas têm desenvolvido um elo de prestação de serviço para estas instituições  evangélicas. Poucas demonstram interesse por seu maior público que são os  seminaristas, pastores e diretores de seminários evangélicos, em suma,  formadores de opinião. <br />
Desejamos refletir  sobre questões como o viver a fé evangélica, a relação do homem com o seu  próximo, do homem com Deus numa época em que estes conceitos estão banalizados.<br />
Um dos propósitos deste  projeto visa apontar os caminhos para a reflexão da prática teológica  brasileira. <br />
Estamos confiantes de  que esta aproximação resultará no resgate de princípios que foram relegados ao  tempo. <br />
Em suma, desejamos  fazer algo para os pastores, igrejas, seminários e líderes. Levar boas obras  teológicas. Dialogar com as diversas posições teológicas, saber suas origens e  de alguma maneira disponibilizar recursos para fortalecer sua fé e teologia. <br />
Esta Rede de  Relacionamentos chegará até você. O nosso desejo é que laços de amizade e  companheirismo sejam estabelecidos. Você pode esperar que em breve a Editora  Fiel fará contato com você, sua igreja e seminário. A partir deste ano, a Fiel  sonha ampliar o seu serviço e alcançar os estudantes de teologia de todo o país. </p>
<p>Agradecemos a todos que  já são parceiros da Editora Fiel. A você que é leitor do blog e de nossos  livros, nosso muitíssimo obrigado. <br />
Se eu puder servi-lo de  alguma maneira, por favor, faça contato comigo. <br />
<a href="mailto:christopher@editorafiel.com.br">christopher@editorafiel.com.br</a> </p>
<p>Deus abençoe a todos.</p></div>
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		<item>
		<title>Uma Mulher para ser Lembrada</title>
		<link>http://www.blogfiel.com.br/2011/01/uma-mulher-para-ser-lembrada.html</link>
		<comments>http://www.blogfiel.com.br/2011/01/uma-mulher-para-ser-lembrada.html#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 12 Jan 2011 18:08:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogfiel.com.br/?p=1160</guid>
		<description><![CDATA[<p><a href="http://www.lojafiel.net/produto.aspx?ProCodigo=192" title="Santidade" target="_blank"><img src="http://blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/01/Santidade.jpg" alt="Santidade" title="Santidade" width="120" height="166" class="alignleft size-full wp-image-1165" /></a> O texto que segue é um pequeno trecho extraído do capítulo 10 do livro “<a href="http://www.lojafiel.net/produto.aspx?ProCodigo=192" title="Santidade" target="_blank">Santidade</a>”, clássico de <a href="http://www.editorafiel.com.br/busca_artigos.php?criterio_busca_livros=J.%20C.%20Ryle&#038;pagina=1&#038;busca_livros=2" title="J. C. Ryle" target="_blank">J. C. Ryle</a>.</p>
<p>Uma meditação breve e aguda que faz um alerta muito solene e importante com base na vida da mulher de Ló. Uma mensagem que tem muito valor para todo religioso que professa a fé cristã nos nossos dias.</p><p>Tiago Santos</p><p></p>
<p>Título: <strong>Uma Mulher para ser Lembrada</strong><br /><a href="http://www.editorafiel.com.br/busca_artigos.php?criterio_busca_livros=J.%20C.%20Ryle&#038;pagina=1&#038;busca_livros=2" title="J. C. Ryle" target="_blank">J. C. Ryle</a></p>
<p><img src="http://blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/01/lots_wife_pillar_of_salt.jpg" alt="Uma Mulher para ser Lembrada" title="Uma Mulher para ser Lembrada" width="265" height="286" class="alignright size-full wp-image-1166" /> Existem poucas  advertências nas Escrituras mais solenes do que esta que aparece no início  desta página. O Senhor Jesus Cristo nos diz: “Lembrai-vos da mulher de Ló”. <br />
  A mulher de Ló  professava ter uma religião; seu marido era um “homem justo” (2  e 2.8). Ela deixou Sodoma com ele no dia em  que Sodoma foi destruída; olhou para a cidade que havia ficado para trás e isso  contra o mandamento expresso de Deus; ela morreu no mesmo instante e foi transformada  em uma estátua de sal. E o Senhor Jesus Cristo a destaca como um sinal de  alerta para a igreja; Ele diz: “Lembrai-vos da mulher de Ló”...<br />
  Proponho que examinemos  as lições que a mulher de Ló pretende nos ensinar.<br />
  Tenho certeza de que sua  história está cheia de instruções úteis para a igreja. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="justify">
<p><a href="http://www.lojafiel.net/produto.aspx?ProCodigo=192" title="Santidade" target="_blank"><img src="http://blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/01/Santidade.jpg" alt="Santidade" title="Santidade" width="120" height="166" class="alignleft size-full wp-image-1165" /></a> O texto que segue é um pequeno trecho extraído do capítulo 10 do livro “<a href="http://www.lojafiel.net/produto.aspx?ProCodigo=192" title="Santidade" target="_blank">Santidade</a>”, clássico de <a href="http://www.editorafiel.com.br/busca_artigos.php?criterio_busca_livros=J.%20C.%20Ryle&#038;pagina=1&#038;busca_livros=2" title="J. C. Ryle" target="_blank">J. C. Ryle</a>.</p>
<p>Uma meditação breve e aguda que faz um alerta muito solene e importante com base na vida da mulher de Ló. Uma mensagem que tem muito valor para todo religioso que professa a fé cristã nos nossos dias.</p>
<p>Tiago Santos</p>
</p>
<p>Título: <strong>Uma Mulher para ser Lembrada</strong><br /><a href="http://www.editorafiel.com.br/busca_artigos.php?criterio_busca_livros=J.%20C.%20Ryle&#038;pagina=1&#038;busca_livros=2" title="J. C. Ryle" target="_blank">J. C. Ryle</a></p>
<p><img src="http://blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2011/01/lots_wife_pillar_of_salt.jpg" alt="Uma Mulher para ser Lembrada" title="Uma Mulher para ser Lembrada" width="265" height="286" class="alignright size-full wp-image-1166" /> Existem poucas  advertências nas Escrituras mais solenes do que esta que aparece no início  desta página. O Senhor Jesus Cristo nos diz: “Lembrai-vos da mulher de Ló”. <br />
  A mulher de Ló  professava ter uma religião; seu marido era um “homem justo” (2  e 2.8). Ela deixou Sodoma com ele no dia em  que Sodoma foi destruída; olhou para a cidade que havia ficado para trás e isso  contra o mandamento expresso de Deus; ela morreu no mesmo instante e foi transformada  em uma estátua de sal. E o Senhor Jesus Cristo a destaca como um sinal de  alerta para a igreja; Ele diz: “Lembrai-vos da mulher de Ló”&#8230;<br />
  Proponho que examinemos  as lições que a mulher de Ló pretende nos ensinar.<br />
  Tenho certeza de que sua  história está cheia de instruções úteis para a igreja.<br />
  Os últimos dias foram  colocados diante de nós; a segunda vinda de Jesus se aproxima; o perigo do  mundanismo está crescendo a cada ano na igreja. Que estejamos munidos de  defesas e antídotos contra a doença que está ao nosso redor e, de algum modo,  fiquemos familiarizados com a história da mulher de Ló&#8230;<br />
  &#8230;Comparada às milhares  de criaturas semelhantes a ela em sua época, a mulher de Ló era uma mulher  favorecida.<br />
  Ela tinha um marido  piedoso; através de seu casamento com Ló, Abraão, o pai da fé, era seu tio. A  fé, o conhecimento e as orações destes dois homens justos não lhe eram  segredos. É impossível que ela tenha habitado em tendas com eles por um longo  período, sem saber quem eles eram e a quem serviam. A religião não era apenas  uma ocupação formal para eles; a fé era o princípio que regia a vida deles e a  motivação principal de todas as suas ações. A mulher de Ló deve ter visto e  conhecido tudo isso. Este não era um privilégio insignificante.<br />
  Quando Abraão recebeu as  promessas pela primeira vez, a mulher de Ló  provavelmente estava lá. Quando ele edificou  um altar próximo à sua tenda, entre Betel e Ai, é provável que ela estivesse  lá. Quando o seu marido foi levado cativo por Quedorlaomer e libertado através  da intervenção de Deus, ela estava lá. Quando Melquisedeque, rei de Salém, veio  ao encontro de Abraão trazendo-lhe pão e vinho, ela estava lá. Quando os anjos  chegaram a Sodoma e advertiram seu marido a fugir, ela os viu; quando eles os  tomaram pela mão e os guiaram para fora da cidade, ela estava entre os que eles  ajudaram a escapar. Digo uma vez mais, esses não foram privilégios  insignificantes.<br />
  Ainda assim, que efeito  esses privilégios produziram no coração da esposa de Ló? Praticamente nenhum. A  despeito de todas as suas oportunidades e recursos da graça; a despeito de  todas as advertências especiais e mensagens recebidas do céu; ela viveu e  morreu ímpia, impenitente, incrédula e sem a graça. Os olhos de seu  entendimento nunca foram abertos; sua consciência nunca foi despertada e vivificada;  sua vontade nunca foi trazida a um estado de obediência a Deus; suas afeições  nunca foram de fato colocadas nas coisas que são do alto. Ela mantinha aquela  aparência de religião por causa do costume e não por causa do que sentia; isso  era um disfarce desgastado para agradar as pessoas com quem convivia, mas não  provinha de nenhuma noção do seu real valor. Ela fazia o que os outros, ao seu redor,  faziam na casa de Ló; ela se amoldou aos costumes de seu marido; ela não fez  nenhuma oposição à religião dele; ela se entregou passivamente para seguir os passos  dele; mas em todo esse tempo, aos olhos de Deus, o seu coração estava em pecado.  O mundo estava em seu coração e o seu coração estava no mundo. Nesta condição  foi que ela viveu e nesta condição foi que ela morreu.<br />
  Em tudo isso há muito a  ser aprendido. Vejo uma lição neste texto que é da maior importância nos dias  de hoje. Você vive em um tempo em que existem muitas pessoas semelhantes à  mulher de Ló; venha e ouça a lição que o seu caso quer nos ensinar.<br />
  Aprenda, então, que  possuir privilégios religiosos não salva a alma de uma pessoa. Você pode ter  vantagens espirituais de todos os tipos; você pode viver em pleno fulgor das  riquezas de oportunidades e dos recursos da graça; você pode desfrutar do que  há de melhor em termos de pregações e ensinamentos; você pode habitar em meio à  luz, ao conhecimento, à santidade e às boas companhias. Você pode conviver com  tudo isso e ainda permanecer sem conversão e, no final, estar perdido para  sempre.</p>
<p>Trechos extraídos do  livro<a href="http://www.lojafiel.net/produto.aspx?ProCodigo=192" title="Santidade Sem a Qual Ninguém Verá o  Senhor" target="_blank">Santidade Sem a Qual Ninguém Verá o  Senhor</a>­ – <a href="http://www.editorafiel.com.br/busca_artigos.php?criterio_busca_livros=J.%20C.%20Ryle&#038;pagina=1&#038;busca_livros=2" title="J. C. Ryle" target="_blank">J. C. Ryle</a> – <a href="http://www.editorafiel.com.br/" title="Editora FIEL" target="_blank">Editora FIEL</a>, capítulo 10 – Uma mulher para  ser relembrada.</p>
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		<title>Homenagem</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Aug 2010 18:37:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Amados Leitores,

Valemo-nos deste espaço para prestar nossa singela homenagem à memória de nosso amado irmão em Cristo, o Sr. Martinho Lopes Névoa, que foi chamado para estar com o Senhor na manhã desta segunda-feira, dia 23 de agosto de 2010.

<a href="http://blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2010/08/Martinho.jpg" target="_blank"><img class="aligncenter size-medium wp-image-655" title="Martinho Lopes Névoa" src="http://blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2010/08/Martinho-300x206.jpg" alt="Martinho Lopes Névoa" width="300" height="206" /></a>

Nascido em 1937, era casado com Mary Ana Névoa e pai de Valeria Escosteguy, Mônica e Marcelo Lopes Névoa. Tinha 8 netos e 3 bisnetos.

Sr. Martinho era um daqueles trabalhadores fieis, da seara de nosso Senhor. Dedicou muitos anos de sua vida na distribuição de literatura cristã e fez um trabalho pioneiro, de grande importância, de organização jurídica e contábil de inúmeras igrejas – concentrando boa parte de seus trabalhos em cidades dos estados do Nordeste. Era membro da Igreja Batista da Graça, em São José dos Campos, SP, e foi um apoiador entusiasta dos trabalhos da Editora Fiel – promovendo nossos livros e conferências. Ofereceu cursos e oficinas na Conferência Fiel em algumas oportunidades, ajudando pastores e líderes a lidar com os aspectos legais da organização de suas igrejas.

Somos gratos a Deus pela vida e ministério de Sr. Martinho. Cremos que seus anos de colaboração e dedicação à obra do Senhor serão finalmente recompensados.

Estendemos à Sra. Mary, seus filhos, netos e demais familiares nossas sinceras condolências.

Reproduzimos aqui, um trecho de uma nota composta por uma das filhas do Sr. Martinho, Mônica L. Névoa:

<em>“Seu exemplo de homem íntegro e fiel a Deus está gravado em nossos corações e mente”.</em>

<strong>EDITORA FIEL</strong>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="justify">
<p>Amados Leitores,</p>
<p>Valemo-nos deste espaço para prestar nossa singela homenagem à memória de nosso amado irmão em Cristo, o Sr. Martinho Lopes Névoa, que foi chamado para estar com o Senhor na manhã desta segunda-feira, dia 23 de agosto de 2010.</p>
<p><a href="http://blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2010/08/Martinho.jpg" target="_blank"><img class="aligncenter size-medium wp-image-655" title="Martinho Lopes Névoa" src="http://blogfiel.com.br/wp-content/uploads/2010/08/Martinho-300x206.jpg" alt="Martinho Lopes Névoa" width="300" height="206" /></a></p>
<p>Nascido em 1937, era casado com Mary Ana Névoa e pai de Valeria Escosteguy, Mônica e Marcelo Lopes Névoa. Tinha 8 netos e 3 bisnetos.</p>
<p>Sr. Martinho era um daqueles trabalhadores fieis, da seara de nosso Senhor. Dedicou muitos anos de sua vida na distribuição de literatura cristã e fez um trabalho pioneiro, de grande importância, de organização jurídica e contábil de inúmeras igrejas – concentrando boa parte de seus trabalhos em cidades dos estados do Nordeste. Era membro da Igreja Batista da Graça, em São José dos Campos, SP, e foi um apoiador entusiasta dos trabalhos da Editora Fiel – promovendo nossos livros e conferências. Ofereceu cursos e oficinas na Conferência Fiel em algumas oportunidades, ajudando pastores e líderes a lidar com os aspectos legais da organização de suas igrejas.</p>
<p>Somos gratos a Deus pela vida e ministério de Sr. Martinho. Cremos que seus anos de colaboração e dedicação à obra do Senhor serão finalmente recompensados.</p>
<p>Estendemos à Sra. Mary, seus filhos, netos e demais familiares nossas sinceras condolências.</p>
<p>Reproduzimos aqui, um trecho de uma nota composta por uma das filhas do Sr. Martinho, Mônica L. Névoa:</p>
<p><em>“Seu exemplo de homem íntegro e fiel a Deus está gravado em nossos corações e mente”.</em></p>
<p><strong>EDITORA FIEL</strong></p>
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