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Lançamento: Jonas – O Missionário Bem Sucedido que Fracassou

Jonas - O Missionário Bem Sucedido que Fracassou No ano 397, Ambrósio, governador justo e de boa reputação da cidade de Milão, foi pessoalmente à igreja onde seria realizada a eleição para o novo bispo, pois havia uma agitação muito grande por causa do arianismo e da disputa entre partidos interessados no cargo. Na igreja, Ambrósio pediu a palavra e exortou o povo com a eloquência que mais tarde o faria famoso. À medida que Ambrósio falava, o clima agitado amainou-se e o povo o ouvia com atenção e interesse. Até que, num dado momento, um menino gritou: “Ambrósio bispo!”. Em seguida, todos do povo também exclamaram, cada vez com mais força: “Ambrósio bispo! Ambrósio bispo! Ambrósio bispo!”.

Esse clamor seria o fim da carreira política de Ambrósio, então ele saiu correndo da igreja e foi até a prisão, onde mandou torturar vários presos, na esperança de manchar sua reputação. Visto que ainda era seguido pelo povo, Ambrósio trancou-se em casa com várias prostitutas, esperando que assim o povo deixaria de clamar o seu bispado, mas o efeito foi contrário e o povo permanecia inquieto e cada vez mais convencido de que Ambrósio deveria ser o seu pastor e bispo. Ele ainda tentou fugir e esconder-se, mas em vão. Por fim, o futuro mentor de Agostinho, teve de render-se à insistência do povo e concordou em ser o bispo da cidade.

A curiosa história de Ambrósio é mais bem contada no livro do historiador Justo Gonzalez, mas é preciso notar que ele não está sozinho. As Escrituras e a história da igreja registram a relutância e temor de muitos que foram chamados ao ministério profético e de ensino, mas poucas histórias são tão emblemáticas como a do profeta Jonas. Stuart Olyott afirmou que Jonas foi o maior missionário de todos os tempos – que fracassou! Jonas é alguém que, tendo sido chamado, não queria ir, não queria pregar, não queria ver o arrependimento do povo ninivita – com o agravante de que, enquanto no caso do teimoso bispo de Milão havia um clamor popular, para o profeta israelense houve um chamado direto da parte de Deus, convocando-o para a missão de chamar a ímpia cidade ao arrependimento.

Mas o que Olyott destaca nesta história é mesmo a graça e misericórdia de Deus, que oferece a salvação a um povo ímpio pelos lábios de um pregador que nem desejava ver sua conversão, ao tempo em que também trabalha o coração deste pregador, ensinando-lhe lições muito preciosas na medida em que o conduz por esta aventura fascinante, que envolve um chamado extraordinário, uma fuga alucinada, um encontro com a morte, uma oração sincera, uma aparição impressionante, e um final aparentemente sem conclusão.

Este livro é resultado de adaptações que fiz a partir da talentosa transcrição feita por Ingrid Andrade das mensagens que Stuart Olyott pregou na 27ª Conferência Fiel para Pastores e Líderes em Águas de Lindóia, SP, Brasil, entre os dias 3 a 7 de outubro de 2011. Procurei manter as nuanças, detalhes e comentários feitos por Olyott ao longo de suas exposições, preservando a evidente personalidade do autor que, dono de um apuradíssimo senso de humor britânico, contou a história de Jonas de um modo especial, com ricas e instrutivas ilustrações, exortações práticas e aplicações que haverão de provarem-se muito úteis a todo leitor. Ele dividiu suas mensagens em quatro pontos principais, que aqui foram divididos em quatro capítulos, nos quais temos as seguintes lições: Capítulo 1: “Você sabe o que Deus quer que você saiba?”, Capítulo 2: “Você ora?”, Capítulo 3: “O que você sabe sobre arrependimento?” e Capítulo 4: “Você está disposto a deixar Deus te ensinar?”.

Que Deus abençoe sua leitura.

São José dos Campos, Março de 2012.
Tiago J. Santos Filho
Editor-Chefe

Stuart Olyott O AUTOR: Stuart Olyott É Diretor Pastoral do Movimento Evangélico do País de Gales. Obteve sua graduação na Universidade de Londres e já pastoreou igrejas em Liverpool e Londres, no Reino Unido e em Lausanne, na Suíça. É preletor internacional de conferências e autor de vários livros, três deles publicados em português pela Editora Fiel: Pregação Pura e Simples, Ministrando como o Mestre e Ouse ser firme. É casado com Doris.

Leia um trecho do livro:

Resoluções

Terminou o ano de 2011.

Começa 2012.

Essas épocas de começo de ano são também épocas de novas resoluções, fruto normalmente de áreas de nossa vida que desejamos desempenhar melhor, ou projetos novos que desejamos começar. Pelo seu simbolismo, o começo de cada ano parece fornecer o momento ideal para as resoluções – afinal, sempre queremos começar novas coisas pelo começo, não é? Não é à toa que a segunda-feira é o dia favorito para aquelas decisões que tomamos ao longo do ano.

Mas, enfim, todos os anos saímos com aquelas listas cheias de atividades e decisões. Não raramente, repetimos algumas das decisões tomadas no ano anterior e que, por alguma razão, não fomos capazes de realizar.

Nossas decisões de começo de ano podem ser bem abrangentes, envolvendo atividades ligadas a rotinas e hábitos, como abandonar algum vício ou hábito ruim, ou fazer a leitura de um ou alguns livros, uma mudança no horário de acordar ou dormir, a realização de uma viagem ou mesmo a aquisição de novos bens, ou coisas ligadas à saúde ou aparência, como iniciar novas dietas, freqüentar uma academia, começar a praticar algum esporte, a renovação do guarda-roupas, ou ainda decisões relativas à formação ou ao trabalho, como iniciar algum curso, aprender um novo ofício, buscar uma promoção ou um novo emprego e ainda tem aquelas resoluções relacionais, que vão desde reparação de um relacionamento quebrado – perdoar e buscar perdão – até a decisão de formar uma nova família, noivar e casar. [...]

Enriquecendo-se com a Bíblia

Toda a Escritura é Inspirada por Deus…

Enriquecendo-se com a Bíblia No Brasil, houve um tempo em que o cristão era conhecido como “Bíblia” ou “aquela gente do livro de capa preta”.

Embora esse apelido fosse empregado de forma depreciativa pelos de fora da igreja, assim como quando o próprio termo “cristão” foi cunhado pela primeira vez, em Antioquia, ou “Puritanos”, na Inglaterra do século XVI, permanece o fato de que o apelido evidenciava a ênfase, os valores, as crenças daquele povo. De alguma maneira, o motivo da chacota era também o que tornava os cristãos distintos no mundo em que viviam. É uma pena que, em nossos dias, tal distinção já não seja tão evidente.

Mas, enfim, se há algo que pode ser dito sobre o verdadeiro cristão é de que este ama a Bíblia, o livro dos livros. A Bíblia tem o peso da autoridade da Palavra divina. Este é o argumento do apóstolo Paulo a Timóteo, quando disse que “Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda a boa obra.” (2 Tim 3.16,17)

Paulo, numa única sentença, afirma de forma clara e inquestionável a autoridade absoluta das Escrituras. E, uma vez esclarecido que Deus é o autor da Bíblia, o apóstolo passar a listar como podemos nos beneficiar dela. Por outro lado, podemos dizer que as Escrituras não serão nada proveitosas ou de muito pouca utilidade em nossas vidas, se antes não a reconhecermos como a Palavra de Deus. João Calvino desenvolveu bem esse raciocínio, ao comentar esse trecho das Escrituras: [...]

A Vida Cristã Não é Feita de Eventos

O título é meu. Mas creio que traduz bem o texto que segue abaixo, trecho do livro “Cave Mais Fundo“, de Joshua Harris. Uma boa palavra sobre a velha e mui necessária rotina da vida em igreja. – Tiago Santos

Joshua Harris

Olhando para trás, compreendo que meu estágio [na igreja local] não foi apenas um treinamento para o ministério. Foi um treinamento no entendimento do que é a vida da igreja. Em muitas maneiras, foi uma experiência árdua. Aprendi que a vida em uma igreja local não era, de modo algum, como uma conferência.

Nas conferências, era relativamente fácil ir a uma cidade num fim de semana, parecer impressionante às pessoas que não me conheciam e parecer bom quando ensinava uma mensagem que havia apresentado centenas de vezes. Ser um pastor em uma igreja local era totalmente diferente. Não parecia impressionante, quando as pessoas me viam diariamente. Não bastava eu ter algumas poucas mensagens inspiradoras. Eu precisava estudar a Palavra de Deus e ajudar as pessoas a aplicarem-na às situações da vida real. Tinha de aprender como a morte e a ressurreição de Jesus faziam a diferença nos vales de sofrimento sombrios – coisas que eu não tinha encarado quando ia de uma cidade para outra realizando conferências.

A vida na igreja local é muito mais difícil e menos glamorosa. Entretanto, é mais prazerosa e mais recompensadora do que qualquer coisa de que tenho participado. Vi o evangelho mudando pessoas. Não somente lágrimas e promessas de mudança nas respostas aos apelos ao final de cultos, mas também mudança verdadeira e permanente em pessoas e famílias. Vi o corpo de Cristo vivendo, respirando e agindo. Vi o amor de Jesus tornado real à medida que os membros choraram uns com os outros devido à morte de uma criança, socorreram uns aos outros em tempos de necessidade, encorajaram uns aos outros em tempos de tentação e dúvida. Como diz um antigo ditado, a igreja não é um edifício ou uma reunião – é um povo. Mas você nunca consegue ver isso se o seu envolvimento limita-se às reuniões em um prédio. A verdadeira beleza de pessoas sendo uma igreja só é vista quando você permanece por tempo suficiente para vê-los amando e servindo uns aos outros.

10 Lições sobre o Amor à Igreja

10 Lições sobre o Amor à Igreja

Paulo nos ensina, em 1 Tessalonicenses 3, dez importantes lições sobre como podemos expressar nosso amor ao povo de Deus:

1. Devemos amar nossos irmãos em Cristo. Temos de amar a igreja de nosso Senhor, a qual ele comprou com o seu sangue (Atos 20.28).

2. Devemos nos preocupar com o estado da fé da igreja. Nosso amor pela igreja passa direto pela condição de sua fé.

3. Devemos agir em favor da igreja. Paulo mandou Timóteo para lá. Diante de uma situação grave, Paulo fez sacrifícios pessoais que o privaram de seu principal ajudador para apoiar o povo de Deus em Tessalônica.

4. Devemos usar nossas próprias experiências de sofrimento, lutas e até mesmo nosso lidar com o pecado como um meio para encorajar e fortalecer nossos irmãos que passam pelos mesmos problemas. Podemos ter a tendência de ser duros com quem está fraco na fé ou esmorece, mas nossa fé é dádiva de Deus e deve ser um instrumento para ganhar nossos irmãos. Que, como Paulo, nos identifiquemos com nossos irmãos em sua fraqueza e compartilhemos com eles o que temos recebido graciosamente de Deus.

5. Devemos viver e andar por fé. Nossa conduta deve ser determinada por princípios, não por circunstâncias. Não devemos responder aos problemas e aflições da vida segundo o calor do momento, mas tendo a eternidade diante de nós.

6. Devemos nos alegrar com o progresso da fé do povo de Deus. As vitórias e graça que Deus concede ao seu povo deve ser sempre motivo de regozijo e felicidade para nós. Temos de ter prazer nessas coisas, e isso só é possível se nosso coração e alegria estiverem no Senhor (Sl 37.4).

7. Devemos orar fervorosamente em favor do povo de Deus. Nossa lista de oração deve contemplar os problemas e situações da vida, certamente – mas, mais importante ainda, deve contemplar as necessidades espirituais e anelar pelo crescimento do povo na Palavra e nos dons divinos. Veja que Paulo, mesmo sabendo das lutas, ora por crescimento no amor. Ele sabia que era a fé forte e o amor inflado que dariam meios de resistência em meio as lutas.

8. Temos de ter um senso da providência de Deus. O Deus trino está governando toda nossa vida. Temos de entender os caminhos de Deus e reconhecer que ele é soberano em toda e qualquer situação. Isso deve afetar nossa conduta, a forma como vivemos e respondemos diante de adversidades. Jó disse: “Bem sei que tudo podes e que nenhum de seus planos podem ser frustrados”.

9. Devemos guardar nosso coração e pedir que Deus faça crescer nele amor para com nosso irmão na fé – isso nos levará a uma vida de “santidade e sem culpa” no meio da comunidade cristã, a igreja.  

10. Temos de ter a eternidade diante de nossos olhos. O toque da última trombeta deve ser tema de nossa mais profunda meditação. Jonathan Edwards, grande servo de Deus do passado, tinha esse senso da chegada de Cristo diante de si o tempo todo. Em suas resoluções, ele afirmou: “Resolvi jamais fazer qualquer coisa da qual eu deva ter medo, no caso de não restar mais do que uma hora para eu ouvir a última trombeta.”.

Encerro com as palavras do próprio Edwards, ao meditar sobre o retorno triunfante e definitivo de nosso Senhor Jesus Cristo:

“Cristo aparecerá na glória de seu Pai, junto de seus santos anjos, vindos nas nuvens do Céu…Essa será a mais inesperada visão para o mundo ímpio, a qual virá como um grito à meia noite. Mas com respeito aos santos, será uma visão de júbilo e a mais gloriosa de todas. Ver o Redentor vindo nas nuvens do Céu, encherá nosso coração da mais profunda e indizível alegria”.

Evangelização e Missões

Apresentação do livro “Evangelização e Missões”:

Deus.

Evangelização e Missões A maior motivação para a ação missionária é tornar Deus conhecido e levar todos os homens a adorá-lo. Esse é o argumento de Tom Wells em seu pequeno clássico sobre missões. É isso que move todo esforço missionário, todo chamado e sacrifício. É o senso da glória e majestade de Deus que deve levar homens e mulheres a deixarem tudo, seu lar, família, conforto, país, cultura, para lançarem-se na tarefa deanunciar entre as nações a sua glória e entre todos os povos, as suas maravilhas. O salmista, aliás, demonstra no Salmo 147.1 que adorar a Deus deve ser o desejo mais intenso de todo homem.

Esse é o eixo em torno do qual tem girado todo ministério de ensino de John Piper: A realidade de que adorar a Deus e gozar sua presença é o principal tesouro, a grande conquista, a melhor porção, o bem mais precioso, a maior alegria e o prazer mais doce e intenso que o homem pode ter. Sua famosa frase, que diz que “Deus é mais glorificado em nós quando somos mais satisfeitos nele”, aponta para a necessidade de tornar Deus conhecido em sua plenitude e glória e por isso ele tem afirmado que a missão de sua vida é “espalhar paixão pela soberania de Deus em todas as coisas, para a alegria de todos os povos”. [...]

A Caminho de Frankfurt, AL

A Editora Fiel vai à Feira do Livro de Frankfurt.

In Memoriam

Amado leitor,

Dona Joana Mets Na manhã deste último dia 10 de Julho de 2011, aprouve ao Senhor chamar para si Dona Joana Mets, 77 anos, missionária no Brasil desde 1967,  esposa do missionário e membro do conselho da Editora Fiel Sr. Earl Mets, mãe e serva do Senhor.

O casal Mets teve papel importante no princípio do funcionamento das Edições Vida Nova, em São Paulo, trabalhando ao lado de seu amigo Sr. Russell Shedd por vários anos.

Casal Mets Em 1997, o casal Mets mudou-se para São José dos Campos a fim de ajudar com o ministério da Editora Fiel e, desde então, cooperava com Igreja Batista da Graça em São José dos Campos, SP. Ambos lecionavam na classe de adultos e eram muito queridos por seus alunos. Nos últimos 15 anos, se fizeram presentes nas conferências da Editora Fiel, sempre atuando com entusiasmo e dedicação na livraria Fiel.

Um Breve Histórico:

Dna. Joana nasceu em St. Joseph, no estado de Missouri, EUA, em 29 de dezembro de 1933. Ela dá conta que sua felicidade – característica tão marcante durante toda sua vida, até o seu último suspiro – começou quando ela conheceu ao Senhor Jesus Cristo, aos 12 anos de idade. D. Joana e Sr. Mets se encontraram pela primeira vez em uma sorveteria e ele encontrou-se com Cristo como resultado da pregação de uma Igreja Batista indicada por Joana em 1951, ano em que se conheceram. O casal namorou durante 1 ano e se uniram em matrimônio em 5 de setembro de 1952.

Tiveram três filhos, Diane Carol em 1954;  Susan Jo Anne em 1956; e Steve Earl em 1961. Todos seguiram o caminho do Senhor e ajudaram no ministério no Brasil antes de sair para estudos universitários nos EUA.  Steve adoeceu em 1991 e faleceu em 15 de setembro de 1996. Foi o momento mais triste destes 50 anos. O casal teve 5 netos. Os filhos de Diana são Joy e Ken. O filho de Susana é James Steven. Os filhos de Estevão são Micah James e Marcela Joy.

Nos últimos 4 anos, D. Joana foi acometida por um raro tipo de leucemia. Lutou com discrição contra a doença, sem nunca ter emitido uma só reclamação. Via de regra, quando alguém se aproximava para confortá-la, essa pessoa é quem saía confortada e encorajada. Nesses meses finais, tempo em que precisou passar pequenas temporadas em um hospital da cidade, D. Joana e Sr. Mets puderam evangelizar praticamente todos  os funcionários do hospital – mais de 60 deles tornaram-se próximo do casal e ouviram o evangelho. No dia de sua partida, a comoção no hospital por parte da equipe médica, de enfermeiros, funcionários era notória e muito sentida.

Homenagem:

Os irmãos da Igreja Batista da Graça e da Editora Fiel, conquanto orfanados pela partida da amada Sra. Joana, têm a segurança de que ela agora está reunida com a igreja glorificada, ao lado do Senhor Jesus, aguardando a ressurreição.

Sr. Mets, no culto de gratidão pela vida de D. Joana, disse que ter servido a Deus e vivido ao lado de D. Joana por 59 anos, foi um privilégio imenso e uma felicidade constante. Aliás, a felicidade e amabilidade de D. Joana são características que eram evidentes em sua vida. Um simples olhar, gesto ou sorriso já demonstravam essa alegria que ela tinha no Senhor Jesus Cristo. Vários membros da Igreja Batista da Graça e amigos se manifestaram e deram testemunho sobre a vida de D. Joana. Reunimos aqui alguns poucos depoimentos, que ajudam a dar conta de quão especial era essa serva do Senhor:

“Dona Joana foi realmente um presente de Deus para todos nós que tivemos o privilégio de conviver com ela. O exemplo dela e do Sr. Mets é para mim o melhor de um casal cristão que eu já vi… a forma como eles se tratavam era encantadora… Que o Senhor Jesus a receba de braços abertos na glória!”

“Sentiremos muitíssimo a falta de D. Joana Mets – uma das pessoas mais singulares que já conheci – sua docilidade, amabilidade, gentileza, alegria, devoção ao Senhor, amor e respeito pelo esposo, preocupação com os outros, são virtudes que manterão seu nome e memória vivos entre nós. O Céu certamente a recebe com alegria e, que venha em breve o dia da ressurreição.”

Vou ficar com muitas saudades, uma mulher simples e de um coração imenso de uma voz suave, uma esposa dedicada. Irá fazer muita falta….Mas os céus estão em festa

“A mulher que é um exemplo pra mim!! Nunca conheci alguém que amasse tanto a Deus como ela. Já estou sentindo saudades de seu sorriso doce e de sua sabedoria!”

“Hoje o mundo ficou menos doce, pois a dona Joana Mets nos deixou para assentar-se ao lado do trono de Cristo, na presença do nosso Senhor Deus. Sentiremos saudades e nos lembraremos sempre do seu exemplo de serva fiel e esposa dedicada. No culto fúnebre, o sr. Earl Mets falou sobre como é gostoso termos como companheiro(a) para toda vida o seu melhor amigo(a). Foram 59 anos de um feliz e dedicado casamento. Ele falou também sobre a alegria e dedicação da dona Joana em evangelizar sempre que tinha oportunidade. Só no tempo em que passou no hospital nos últimos meses, a dona Joana falou de Cristo para cerca de 60 pessoas, individualmente. Que o Senhor faça frutificar essas sementes plantadas!”

“Recebemos a notícia com tristeza, mas lembramos que sempre que víamos a D. Joana, víamos Cristo. O espírito de Cristo sempre foi refletido mais que o dela, porque ela O amava com todo o seu ser, e era tão evidente este amor, tão visto e profundo! Que este amor nos motive, e nos leve para ser tão conhecidos pelo nosso Deus como ela foi e hoje e tão mais intimamente ainda!“

“A alegria verdadeira, não a euforia, mas a alegria que vem da comunhão com o Senhor era presença marcante no coração e na face sorridente da amada Joana Mets!”

“Hoje tivemos um grande perda, nossa querida e amada Dona Joana. Mas temos a certeza de que ela está desfrutando da plenitude de alegria ao lado de nosso Pai.”

O Sr. Earl Mets, viúvo, enviou uma pequena nota à igreja dizendo o seguinte:

Que privilégio viver ao lado de uma pessoa tão especial e preciosa por 59 anos! Obrigado, Senhor!

“Porque assim diz o SENHOR Deus, o Santo de Israel: Em vos converterdes e em sossegardes, está a vossa salvação; na tranqüilidade e na confiança, a vossa força…” Isaías 30.15

Deus Não Está em Silêncio

Albert Mohler Trecho do livro “Deus não está em silêncio”, de Albert Mohler que será lançando pela Editora Fiel em Junho de 2011.

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Receio que há muitos evangélicos hoje que creem que Deus falou, mas duvidam que ele fala. Sabem e conversam sobre o fato de que Deus falou no Antigo Testamento, porém acham que agora ele não faz mais isso e que devem, portanto, inventar novas maneiras de convencer as pessoas a amá-lo. Contudo, se você se declara um pregador da Palavra de Deus e acha que todo o falar de Deus aconteceu no passado, então, abandone o ministério. Se você não crê que Deus fala agora, em sua Palavra – a Bíblia, o que você está fazendo cada domingo de manhã? Se você não confia que Deus fala quando você lê e explica a Palavra de Deus, você deve desistir do ministério. [...]

A Cruz de Cristo

D. A. Carson

A Cruz de Cristo

Segue mais um trechinho do excelente livro de D. A. Carson, próximo lançamento da Editora Fiel, Escândalo – A Cruz e a Ressurreição de Jesus.

Tiago Santos


Escândalo – A Cruz e a Ressurreição de Jesus Tudo que sabemos de Deus, tudo que apreciamos nele, tudo pelo que o louvamos, em toda a experiência cristã, tanto nesta vida como na vida por vir, flui desta cruz sangrenta.

Temos o dom do Espírito? Isso foi obtido por Cristo na cruz. Desfrutamos da comunhão dos santos? Isso foi obtido por Cristo na cruz. Ele vela por nós graciosa, providencial e fielmente, com base na aliança? Isso foi obtido por Cristo na cruz. Temos esperança do céu por vir? Isso foi obtido por Cristo na cruz. Aguardamos a ressurreição dos corpos no último dia? Isso foi obtido por Cristo na cruz. Há um novo céu e uma nova terra, a habitação da justiça? Isso foi obtido por Cristo na cruz. [...]

Pecado – Palavrinha incômoda…

D. A. Carson Por D. A. Carson

O texto abaixo foi extraído de um livro de D. A. Carson que será lançando em breve pela Editora Fiel: Escândalo, a morte e ressurreição de Jesus.

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“Vivemos numa época em que a única coisa errada é dizermos que o outro está errado.”

Pecado – Palavrinha incômoda Pecado é geralmente uma palavra que causa risadinhas sarcásticas: você a pronuncia, e todos riem. Não há vergonha vinculada a ela. É tão difícil comunicar quão ofensivo o pecado é para Deus. Quando falo sobre o pecado, estou me intrometendo. Não estou falando sobre um grupo de idéias externas em que as pessoas podem crer ou não crer. Estou falando sobre algo que pessoas sentem que devem repudiar. Há tanto em nossa cultura que nos ensina que nós definimos nossos próprios pecados, individual ou socialmente (por exemplo, pertencemos a determinada comunidade que estabeleceu sua própria herança de coisas certas e erradas). Alguém vir e dizer-nos: “Isto é certo” ou: “Isto é errado” parece manipulação procedente de fora da comunidade, e as pessoas acham que essa atitude deixa de reconhecer as origens sociais de todas as construções do bem e do mal. Às vezes, tais pessoas se mostram tão indignadas com essa noção de pecado, que tenho de gastar muito tempo falando sobre ela!

Tudo o que é, é!

As tragédias, o deus de Gondim e o Deus das Escrituras…

Perplexos. É assim que ficamos diante do sofrimento, das mazelas, das grandes tragédias.

O último terremoto que arrasou o norte do Japão, deixou-nos todos muito perplexos e apertou nossos corações. Mais perto de nós, no Brasil, no começo deste ano, as chuvas que fizeram desmoronar montanhas enormes sobre as casas no estado do Rio de Janeiro causou-nos também essa perplexidade, essa comoção que leva-nos à compaixão.

É normal nutrimos simpatia pelo nosso semelhante, pelo nosso próximo. Aliás, a palavra simpatia é a aglutinação de dois termos gregos, sún, que quer dizer ‘juntamente’ e  páthos, eos-ous, que quer dizer ‘o que se experimenta’. Simpathos é a  “participação no sofrimento de outrem”, “comunhão de sentimentos”. E sentimos isso. Afinal, os que sofrem são nossos próximos, nossos semelhantes.

E Deus? Sente ele também simpatia pelos que sofrem, pelos que são vitimados pela tragédia, pelas guerras, fomes, doenças e miséria? [...]