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Indo Além

A Editora Fiel visita a Igreja Reformada de Safenwil, Suíça.

Uma Causa Digna de Vida e de Morte

A Editora Fiel visita a Igreja St. Maurice em St. Maurice na Suíça.

31 de Outubro: Dia da Reforma (2)

Franklin Ferreira fala sobre a Reforma Protestante em Saint-Pierre-Église – Genebra, Suíça.

31 de Outubro: Dia da Reforma (1)

Franklin Ferreira fala sobre a Reforma Protestante na Luther Platz, próximo ao local onde aconteceu a famosa Dieta de Worms, na Alemanha.

O Cristianismo Continua Vivo e Presente na Alemanha

Culto evangélico no centro de Frankfurt, AL.

O Evangelho: Simples e Belo!

Por Wilson Porte Jr.

O Evangelho: Simples e Belo! Meu coração sempre se aquece quando leio ou ouço alguém falando sobre o verdadeiro Evangelho. Digo "o verdadeiro" pelo fato de muitos falsos evangelhos estarem sendo pregados em nossos dias. O verdadeiro Evangelho traz paz ao coração e enche a pessoa de alegria. Agora, por quê será que a maioria dos crentes não são felizes?

Vivemos dias tristes, dias sombrios, quando as pessoas que buscam a Deus testemunham de terem encontrado suas bênçãos, seus milagres, suas curas, mas não o seu perdão. São abençoados material e fisicamente, mas seus corações continuam os mesmos: infelizes. De onde vem tanta infelicidade, tanta insatisfação?

Orando pelo Japão

Jorge Issao Noda

Orando pelo JapãoHá poucos dias estava conversando pelo Skype com meu irmão que mora no Japão. No momento em que conversávamos, começou a ocorrer um novo tremor onde ele e sua família estavam. Era visível no rosto deles a preocupação, pois quando a terra começa a tremer, ninguém sabe qual vai ser a intensidade do tremor. Neste caso, meu irmão assistiu na televisão que havia sido 4.0 na escala Richter. Graças a Deus ele, sua família, e meus tios em Fukushima estão bem.

Ao mesmo tempo, é difícil imaginar a magnitude da tragédia no Japão. Dezenas de milhares de vidas perdidas, muitos feridos, famílias chorando a perda de entes queridos, perdas materiais incalculáveis e a ameaça de um acidente nuclear de grandes proporções.

Como orar pelo Japão? Ao nos colocarmos diante do trono de Deus, talvez nós mesmos fiquemos pasmos e confusos, e até silenciosos diante de tanta perda, dor e angústia. Por um lado, os defensores da teologia aberta afirmam que Deus não tem nada a ver com isso e os proponentes da teologia evangélica afirmam que Deus está no controle das tragédias. De fato, ao lermos as Escrituras, encontramos diversos exemplos da ação justa de Deus através de cataclismos como o próprio dilúvio. Ao mesmo tempo, ficamos como Jeremias, chorando pelos que, neste momento não encontram consolo para o presente e não conseguem identificar qualquer esperança para o futuro. Como orar pelo Japão? Meu irmão compartilhou-me algo que me fez pensar. Ele acredita que Deus permitiu o terremoto e o tsunami para levar o altivo povo japonês à humildade e ao arrependimento. De fato, a maior abertura para o evangelho ocorreu depois da II Guerra Mundial quando o imperador Hirohito, diante de uma nação devastada, assinou a rendição. O primeiro ministro do Japão declarou neste momento que o país passa por sua maior crise desde a guerra. [...]

Próximo Lançamento: O Evangelho Segundo os Apóstolos

Este livro estará disponível na Loja Fiel a partir do dia 21/02/2011.

Dr. Thomas Schirrmacher na Igreja Batista da Graça

A Editora Fiel e a Igreja Batista da Graça tem o prazer de convidar o amado leitor e leitora a celebrar a Deus conosco no próximo domingo, 6 de fevereiro, às 10h30, quando estará pregando as Escrituras o Prof. Dr. mult. Thomas Schirrmacher.

Thomas Schirrmacher Atualmente Dr. Schirrmacher é o reitor do Martin Bucer Seminar, um seminário teológico reformado com centros de estudo em Berlin, Bielefeld, Bonn, Chemnitz, Hamburg, Pforzheim (Alemanha), Innsbruck, Linz (Áustria), Zürich (Suíça), Praga/Zlin (República Tcheca) e Istambul (Turquia). O MBS tem oferecido os graus de Bacharel e Mestre em Teologia, com ênfases de pesquisa nas áreas de ética, estudos islâmicos, missões e liberdade religiosa.

Dr. Schirrmacher leciona nas áreas de teologia sistemática, apologética e ética, é especialista em sociologia da religião e atuante na área dos direitos humanos e liberdade religiosa. É casado com Christine Schirrmacher, que é Doutora em Estudos Islâmicos pela Universidade de Bonn, na Alemanha. Algumas publicações do casal, em alemão, inglês e espanhol, podem ser lidas aqui: www.contra-mundum.org/schirrmacher.html. Ele estará acompanhado por Titus Vogt, Deão dos Programas Internacionais do MBS e professor de, entre outras matérias, hebraico, grego, teologia sistemática, historia da teologia e ética, nos diversos centros de estudos do MBS.

No site da Igreja Batista da Graça há um mapa e detalhes de como chegar à igreja.

Cristianismo na Alemanha: desilusão ou esperança?

Cristianismo na Alemanha

Oferecemos aos leitores um panorama introdutório sobre a situação da igreja evangélica na Alemanha. Os autores do texto que são: Matias Heidmann, Bacharel em Teologia pelo Martin Bucer Seminar, na Alemanha, membro da Igreja Batista do Morumbi, em São Paulo, onde dirige um grupo de estudo bíblico nos lares; e Gutierres Fernandes Siqueira, Bacharel em Comunicação Social, membro da Assembleia de Deus no Jardim das Pedras, em São Paulo, editor do blog Teologia Pentecostal.

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Cristianismo na Alemanha: desilusão ou esperança?
Matias Heidmann e Gutierres Siqueira

O livro Schluss mit Lustig (Chega de diversão), do apresentador de televisão Peter Hahne, foi o “bestseller do ano” da lista dos livros de não-ficção mais vendidos da revista alemã Der Spiegel em 2005. A obra vendeu oitocentos mil exemplares na Alemanha. Ao invés de tratar temas como autoajuda, crise econômica ou outros, que tanto fazem sucesso em terras brasileiras, esse livro é uma crítica à alienação da sociedade alemã (“Spassgesellschaft”, isto é, a sociedade de entretenimento) de uma perspectiva cristã conservadora.

Peter Hahne não é apenas uma das estrelas da TV aberta alemã, moderando programas de cunho jornalístico, mas também um bem-sucedido escritor de livros que fazem apologia ao cristianismo bíblico. Hahne é luterano praticante e membro do conselho da “Evangelische Landeskirche” (igreja protestante alemã estatal, formada por igrejas luteranas e reformadas). Ele já vendeu mais de seis milhões de seus diversos livros e ainda é colunista do principal jornal popular da Alemanha, o Bild am Sonntag, na sua edição de domingo. Um dos seus artigos dominicais trouxe como título “A Bíblia é mais emocionante que um romance policial”. Segundo a Der Spiegel, “as pessoas leem Hahne, pois não entendem Ratzinger”. [...]

Sobre o Recente Protesto Contra a Universidade Presbiteriana Mackenzie

Em protesto ao pronunciamento da Igreja Presbiteriana do Brasil (IPB), publicado desde 2007 no site da Universidade Presbiteriana Mackenzie contra o PL 122/2006 (conhecido como “lei anti-homofobia”), um grupo de ativistas organizou uma manifestação no dia 24 de novembro de 2010, por volta das 18h, em frente à universidade. Com previsão de mais de três mil participantes, o evento contou somente com cerca de 400, que se postaram diante dos portões da instituição, na Rua Itambé. Em seguida, o grupo deslocou-se do Mackenzie para a Avenida Paulista com um número já bastante reduzido, conforme anunciado por diversos veículos de comunicação como a Globo News, a Folha de São Paulo, a CET, o site da UOL e dezenas de outros sites informativos. Na universidade, as aulas transcorreram normalmente.

A oposição da IPB ao projeto de lei se baseia não só no senso comum e em análises jurídicas especializadas (que consideraram o projeto “inconstitucional”), mas sobretudo nos princípios cristãos que norteiam tanto a denominação quanto o Mackenzie. Não há novidade nisso: quando se matriculam na instituição, os alunos assinam o contrato de serviços educacionais, em que há uma cláusula explicando esse caráter confessional. Isso não significa perseguição a quem não subscreve essas bases cristãs, muito pelo contrário: não há registro na história da universidade de casos de discriminação de qualquer tipo, seja contra alunos homossexuais, seja contra alunos que professam outras religiões, ou nenhuma. Todos têm acesso aos mesmos benefícios, como bolsas de estudo.

No entanto, desde o momento em que a publicação do texto da IPB no site do Mackenzie foi “descoberta” pelos ativistas neste ano, a igreja, a universidade e a pessoa de seu Chanceler têm sido duramente atacados e acusados de “homofobia”. Filmados em vídeo, os manifestantes pediam a demissão do Chanceler, cuja foto foi estampada em diversos sites homossexuais acompanhada de palavras de ódio. A virulência que caracterizou essas expressões de indignação, mesmo antes da aprovação do projeto, confirma o quanto é perigoso que a sociedade se veja refém de uma minoria militante, que procura impor seus pontos de vista por meio de pressão e difamação, não admitindo que pessoas, igrejas e organizações cristãs simplesmente afirmem ser a conduta homossexual um pecado.

Para detalhar melhor sua postura bíblica — que se fundamenta no amor, não no separatismo, e prega o respeito a todos —, cristãos que partilham da mesma visão sobre o homossexualismo se uniram para elaborar o manifesto “Universidade Mackenzie: Em Defesa da Liberdade de Expressão Religiosa”. O texto foi reproduzido em cerca de oito mil sites cristãos e conservadores, recebendo mais de 36mil citações na internet. Traduzido para idiomas como alemão, espanhol, francês, holandês e inglês, foi postado em sites de diversos países estrangeiros, como Estados Unidos, França, Alemanha e Portugal. Centenas de manifestações de solidariedade à postura do Mackenzie foram veiculadas em diversos meios, inclusive no conhecido blog de Reinaldo Azevedo (articulista da revista Veja), um dos comentaristas políticos mais lidos e respeitados do país. Respondendo às acusações de “homofobia” com argumentos sólidos e bíblicos, os cristãos creem que sua postura contribuiu para que a manifestação de repúdio ao documento da IPB tenha recebido tão pouca adesão do público.

Nós, cristãos, estamos alegres e gratos por todo o apoio recebido e pelas orações do povo de Deus em favor da Universidade Presbiteriana Mackenzie e de seu Chanceler, o Rev. Augustus Nicodemus Gomes Lopes. Instamos o povo de Deus a que se una também em súplicas e intercessões para que o Deus todo-poderoso derrame seu Espírito Santo sobre a igreja evangélica neste país. Necessitamos com urgência de um avivamento, de forma que o Cristo crucificado seja exaltado, os crentes sejam santificados, a Escritura Sagrada seja pregada com liberdade, pecadores se convertam e nosso país seja transformado, para a glória do Deus trino da graça.

Este pronunciamento é uma criação coletiva com vistas a representar o pensamento cristão brasileiro. Para ampla divulgação.

Universidade Mackenzie: Em Defesa da Liberdade de Expressão Religiosa

A Universidade Presbiteriana Mackenzie vem recebendo ataques e críticas por um texto alegadamente “homofóbico” veiculado em seu site desde 2007. Nós, de várias denominações cristãs, vimos prestar solidariedade à instituição. Nós nos levantamos contra o uso indiscriminado do termo “homofobia”, que pretende aplicar-se tanto a assassinos, agressores e discriminadores de homossexuais quanto a líderes religiosos cristãos que, à luz da Escritura Sagrada, consideram a homossexualidade um pecado. Ora, nossa liberdade de consciência e de expressão não nos pode ser negada, nem confundida com violência. Consideramos que mencionar pecados para chamar os homens a um arrependimento voluntário é parte integrante do anúncio do Evangelho de Jesus Cristo. Nenhum discurso de ódio pode se calcar na pregação do amor e da graça de Deus.

Como cristãos, temos o mandato bíblico de oferecer o Evangelho da salvação a todas as pessoas. Jesus Cristo morreu para salvar e reconciliar o ser humano com Deus. Cremos, de acordo com as Escrituras, que “todos pecaram e carecem da glória de Deus” (Romanos 3.23). Somos pecadores, todos nós. Não existe uma divisão entre “pecadores” e “não-pecadores”. A Bíblia apresenta longas listas de pecado e informa que sem o perdão de Deus o homem está perdido e condenado. Sabemos que são pecado: “prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçaria, inimizades, contendas, rivalidades, iras, pelejas, dissensões, heresias, invejas, homicídios, bebedices, glutonarias” (Gálatas 5.19). Em sua interpretação tradicional e histórica, as Escrituras judaico-cristãs tratam da conduta homossexual como um pecado, como demonstram os textos de Levítico 18.22, 1Coríntios 6.9-10, Romanos 1.18-32, entre outros. Se queremos o arrependimento e a conversão do perdido, precisamos nomear também esse pecado. Não desejamos mudança de comportamento por força de lei, mas sim, a conversão do coração. E a conversão do coração não passa por pressão externa, mas pela ação graciosa e persuasiva do Espírito Santo de Deus, que, como ensinou o Senhor Jesus Cristo, convence “do pecado, da justiça e do juízo” (João 16.8).

Queremos assim nos certificar de que a eventual aprovação de leis chamadas anti-homofobia não nos impedirá de estender esse convite livremente a todos, um convite que também pode ser recusado. Não somos a favor de nenhum tipo de lei que proíba a conduta homossexual; da mesma forma, somos contrários a qualquer lei que atente contra um princípio caro à sociedade brasileira: a liberdade de consciência. A Constituição Federal (artigo 5º) assegura que “todos são iguais perante a lei”, “estipula ser inviolável a liberdade de consciência e de crença” e “estipula que ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política”. Também nos opomos a qualquer força exterior – intimidação, ameaças, agressões verbais e físicas – que vise à mudança de mentalidades. Não aceitamos que a criminalização da opinião seja um instrumento válido para transformações sociais, pois, além de inconstitucional, fomenta uma indesejável onda de autoritarismo, ferindo as bases da democracia. Assim como não buscamos reprimir a conduta homossexual por esses meios coercivos, não queremos que os mesmos meios sejam utilizados para que deixemos de pregar o que cremos. Queremos manter nossa liberdade de anunciar o arrependimento e o perdão de Deus publicamente. Queremos sustentar nosso direito de abrir instituições de ensino confessionais, que reflitam a cosmovisão cristã. Queremos garantir que a comunidade religiosa possa exprimir-se sobre todos os assuntos importantes para a sociedade.

Manifestamos, portanto, nosso total apoio ao pronunciamento da Igreja Presbiteriana do Brasil publicado no ano de 2007 e reproduzido parcialmente, também em 2007, no site da Universidade Presbiteriana Mackenzie, por seu chanceler, Reverendo Dr. Augustus Nicodemus Gomes Lopes. Se ativistas homossexuais pretendem criminalizar a postura da Universidade Presbiteriana Mackenzie, devem se preparar para confrontar igualmente a Igreja Presbiteriana do Brasil, as igrejas evangélicas de todo o país, a Igreja Católica Apostólica Romana, a Congregação Judaica do Brasil e, em última instância, censurar as próprias Escrituras judaico-cristãs. Indivíduos, grupos religiosos e instituições têm o direito garantido por lei de expressar sua confessionalidade e sua consciência sujeitas à Palavra de Deus. Postamo-nos firmemente para que essa liberdade não nos seja tirada.

Este manifesto é uma criação coletiva com vistas a representar o pensamento cristão brasileiro.
Para ampla divulgação.