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Ora vem, Senhor Jesus

"Aquele que testifica estas coisas diz: Certamente cedo venho. Amém. Ora vem, Senhor Jesus." Ap 22.20

Ora vem, Senhor Jesus

Entre os últimos versículos da Bíblia, encontramos essa promessa divina: Certamente cedo venho. Nosso Salvador, depois de detalhar os desafios e mistérios do apocalipse, nos assegura a iminência da sua volta. Num momento, num abrir e fechar de olhos  ele virá! Essa promessa é um grande conforto àqueles que têm o Espírito de adoção de filhos, pelo qual clamam "Aba, Pai" mas serve como um alerta solene àqueles que vivem ainda em rebelião contra seu Criador. Ele virá mais cedo do que você imagina e mais cedo do que você espera.

Paralelo a esta promessa divina, notamos neste versículo que há um desejo particular: Ora vem, Senhor Jesus. Este desejo denota, primeiramente, uma concordância com a proclamação do Deus Soberano. É o filho que olha para seu Pai e diz: "Venha o teu reino; seja feita a tua vontade, assim na terra, como no céu" (Lc 11.2). Mas não somente por submissão à vontade de Deus, mas por genuinamente ansiar que o Deus infalível cumpra seu querer. O filho verdadeiro sente conforto quando seu Pai está no controle. Creio que a oração Ora vem, Senhor Jesus é o desejo profundo do filho de Deus que tem deixado de ajuntar tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem tudo consomem, e onde os ladrões minam e roubam. É como se ele clamasse: Não há nada na depravação deste mundo que me satisfaz. Ora vem Senhor Jesus! Venha e salva-nos da miséria da nossa própria depravação. Venha e resgata-nos dos nossos planos e sonhos egoístas. Venha e mostre-nos o que é glória verdadeira e paz eterna. Ora vem Senhor Jesus!

Ao começar um ano novo, devemos refletir sobre a promessa que Deus nos deixou. Antes que termine o dia, pode ser que Cristo volte. Antes que chegue o final da semana, pode ser que ele venha. Antes que acabe este mês, pode ser que ele cumpra sua promessa. Que a iminência da sua volta leve-nos a clamar como clamou o apóstolo João: Ora vem, Senhor Jesus.  Venha antes do nascer do sol e leva-nos àquela cidade onde não há sol, porque a glória de Deus a tem iluminado, e o Cordeiro é a sua lâmpada (Ap 21.23). Ora vem, Senhor Jesus!

Você conhece Jesus Cristo como seu Salvador?

Você conhece Jesus Cristo como seu Salvador?

Você conhece Jesus Cristo como seu Salvador? Ele é o seu Redentor?

Talvez você participe dos cultos de uma boa igreja evangélica. É possível que tenha lido vários trechos da Bíblia e talvez tenha em sua biblioteca livros sobre a vida cristã. Já ouviu falar do Evangelho e da salvação. Pode até ser que você seja batizado e professe estar entre os salvos.

E mesmo assim, apesar da aparência exterior, pode ser que você ainda não siga a Cristo, pois Ele ainda não é seu Senhor. Independente da sua situação religiosa, peço que considere por um momento: você já foi perdoado por Cristo?

Onde há perdão, houve primeiramente uma ofensa. É fundamental que entendamos que nosso pecado é a nossa maior ofensa contra Deus. Recomendo a leitura do capitulo 9 de Esdras pois neste capitulo, ele confessa seu pecado junto com o pecado do povo de Israel. Lemos a partir do versículo 5: “Me pus de joelhos, e estendi as minhas mãos para o SENHOR meu Deus; e disse: Meu Deus! Estou confuso e envergonhado, para levantar a ti a minha face, meu Deus; porque as nossas iniqüidades se multiplicaram sobre a nossa cabeça, e a nossa culpa tem crescido até aos céus. Desde os dias de nossos pais até ao dia de hoje estamos em grande culpa…” A atitude de Esdras demonstra que ele enxergava seus pecados como sendo ofensivos ao próprio Deus santo. Esdras não fez de conta que seus pecados eram ocultos ou discretos e nem ainda uma “escolha pessoal”, mas admite que “nossa culpa tem crescido até aos céus“. Nossa culpa é vista por Deus, pois vivemos todo dia perante Seus olhos. O próprio Esdras reconheceu, “Eis que estamos diante de ti, na nossa culpa” (Esdras 9.5). O Rei Davi admitiu “Fiz o que é mal à tua vista” (Salmos 51.3) e o profeta Isaias confessou, “as nossas transgressões se multiplicaram perante ti, e os nossos pecados testificam contra nós” (Is 59.12). [...]

A Luz e a Escuridão

A Luz e a Escuridão E os homens, que iam com ele, pararam espantados, ouvindo a voz, mas não vendo ninguém. (Atos 9.7)

No capítulo 9 de Atos, é descrito o momento da conversão de Saulo, aquele que respirava ameaças e mortes contra os discípulos do Senhor. Lemos que um resplendor de luz do céu o cercou, a voz de Deus o confrontou, e a sua vida de perseguição e blasfêmia o condenou. Quando Cristo o chamou pelo nome, Saulo – tremendo e atônito – não pôde fugir do seu Salvador e simplesmente respondeu com um coração quebrantando: “Senhor, que queres que eu faça?” Imagine a alegria dos cristãos em Damasco quando ouviram que “aquele que já nos perseguiu anuncia agora a fé que antes destruía.” (Gal 1.23) [...]

Um Chamado para Angústia – David Wilkerson

As Coisas Pequenas

Charles Haddon Spurgeon

Charles Haddon Spurgeon C.H. Spurgeon (1834-1892) era pregador, autor e editor britânico. Foi pastor do Tabernáculo Batista Metropolitano, em Londres, desde 1861 até a data de sua morte. Fundou um seminário, um orfanato e editou uma revista mensal chamada “Sword na Trowel”. Conhecido como “Príncipe dos Pregadores”, Spurgeon escreveu muitos livros e artigos, particularmente na área devocional. Deixou um legado de vida piedosa, marcada por um profundo amor ao Senhor Jesus Cristo e por dedicados esforços ara alcançar almas perdidas.

Somos incapazes de realizar o mais humilde ato da vida cristã, se não recebemos de Deus o vigor do Espírito Santo. Com certeza, meus irmãos, é nestas COISAS PEQUENAS que geralmente percebemos, acima de tudo, a nossa fraqueza. Pedro foi capaz de andar sobre a água, mas não pôde suportar a acusação de uma criada. Jó suportou a perda de todas as coisas, porém as palavras censuradoras de seus falsos amigos (embora fossem apenas palavras) fizeram-no falar mais amargamente do que todas as outras aflições juntas. Jonas disse que tinha razão em ficar irado, até à morte, A RESPEITO DE UMA PLANTA.

Você não tem ouvido, com certa freqüência, que homens poderosos, sobreviventes de muitas batalhas, foram mortos por um acidente trivial? John Newton disse: “A graça de Deus é tão necessária para criar no crente a atitude correta diante da quebra de uma louça valiosa como diante da morte de um parente querido”. Estes pequenos vazamentos precisam dos mais cuidadosos tampões. Nas coisas pequenas, bem como nas coisas grandes, o justo tem de viver pela fé!

Crente, você não é suficiente para nada! Sem a graça de Deus, não pode fazer coisa alguma. Nossa força é fraqueza — fraqueza até para as coisas pequenas; fraqueza para as situações fáceis, bem como para as complexas; fraqueza nas gotas de tristeza, como também nos oceanos de aflição. Aprenda bem o que nosso Senhor disse aos seus discípulos: “Sem mim nada podeis fazer” (João 15.5).

Ser Jovem Não é Desculpa!

Em Jeremias 1.5-7, lemos o relato de Deus chamando Jeremias para ser um profeta, e exibir um testemunho santo e claro da verdade de Deus no meio do povo.

Diante  dessa enorme responsabilidade, Jeremias respondeu com uma desculpa: “Ah, Senhor DEUS! Eis que não sei falar; porque ainda sou um menino. Jeremias afirma que não tem nem capacidade nem idade para cumprir o chamamento de Deus. E o Senhor prontamente o repreende, como vemos no versículo 7: “Não digas: Eu sou um menino; porque a todos a quem Eu te enviar, irás; e tudo quanto te mandar, falarás“.

O cenário descrito acima me parece familiar. Tenho 25 anos e reconheço que há uma certa preguiça entre nós, os jovens, para obedecer a Deus. como se nós pensássemos que servir a Deus é coisa de gente grande e então damos a desculpa que somos apenas meninos. Somos a geração do “Diga Não ao Compromisso”. Relaxados espiritualmente e confortveis com o jeito do mundo, muitos jovens são como camaleões, se tornando parecidos com seu ambiente. Qual ambiente? A sociedade ao nosso redor, que não nos motiva a vivermos neste presente século de forma sóbria,  justa e piedosa (Tito 2.12). E as igrejas, por sua vez, tendem mais a mimar os jovens em lugar de exortá-los a serem para Cristo um povo seu especial, zeloso de boas obras (Tito 2.14).

Em Tito 2.6-8, o apóstolo Paulo chama os jovens a serem em tudo exemplo de boas obras, na doutrina sendo criteriosos, íntegros e reverentes, e com uma linguagem saudável e irrepreensível. Uma responsabilidade clara. O apóstolo não se preocupava em sobrecarregar os jovens, mas sim em exortá-los a “segundo é santo aquele que vos chamou, tornai-vos santos também vós mesmos em todo o vosso procedimento”(1 Pedro 1.15).

A história demonstra que Deus trabalha através de jovens dedicados e fiéis. Basta ler sobre as vidas de Jonathan Edwards, Adoniram Judson, David Brainerd, Jim Elliot, Henry Martin, Robert Murray McCheynne, Charles Spurgeon, entre tantos outros e veremos vidas jovens sendo dedicadas e gastas no serviço ao Senhor, como a de Jeremias. Nós, os jovens, precisamos de líderes e pastores que digam: “Cristo vos chama para exibir um testemunho santo e claro da verdade de Deus no meio do povo”. Você tem capacidade e idade sim! Sede santos e viva sua fé.

Ser jovem não uma desculpa para deixar de servir a Deus; é um motivo a mais para fazê-lo!

“Tu me tens ensinado, ó Deus, desde a minha mocidade; e até agora tenho anunciado as tuas maravilhas”. (Salmos 71.17).

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Daniel Gardner Daniel Gardner é o gerente de redes sociais e da comunidade Fiel, da Editora Fiel e serve na Igreja Batista Ebenézer em São José dos Campos – SP, onde auxilia no ministério de  ensino e pregação.