<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss'><id>tag:blogger.com,1999:blog-7891989446850481622</id><updated>2010-03-05T01:08:23.062-03:00</updated><title type='text'>Blog Fiel</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7891989446850481622/posts/default'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.blogfiel.com.br/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7891989446850481622/posts/default?start-index=26&amp;max-results=25'/><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://www.blogfiel.com.br/atom.xml'/><author><name>Franklin Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09148827301010372094</uri><email>noreply@blogger.com</email></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>74</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7891989446850481622.post-8727075821041858840</id><published>2010-02-24T09:22:00.003-03:00</published><updated>2010-02-24T09:32:47.128-03:00</updated><title type='text'>A Cabana - A Perda da Arte de Discernimento Evangélico</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;p&gt;Prezados leitores,&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Aproveito o ensejo do texto anterior, em que lamento a perda da nobreza bereana entre o povo de Deus, para divulgar o excelente artigo de Dr. Albert Mohler sobre o livro Best-seller "A Cabana", de Willian Paul Young, publicado no Brasil pela Editora Sextante.&lt;/p&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.blogfiel.com.br/uploaded_images/a_cabana-737621.jpg"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 187px; height: 268px;" src="http://www.blogfiel.com.br/uploaded_images/a_cabana-737605.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Nesta análise, Dr. Mohler chama a atenção para os aspectos doutrinários que estão implícitos na estória. Ele diz: "A teologia de &lt;em&gt;A Cabana&lt;/em&gt; não é incidental à história. De fato, em muitos pontos a narrativa serve, principalmente, como uma estrutura para os diálogos. E estes revelam uma teologia que, no melhor, é não-convencional e, sem dúvida, herética em certos aspectos.".&lt;br /&gt;Hoje cedo, em correspondência com um amigo sobre o texto, escrevi que: "...Assim como o apóstolo Paulo fez aos gálatas e aos Tessalonicenses (e a outros), e o Senhor, às sete igrejas, é preciso que os mestres na igreja estejam atentos para as ameaças / ensinos que são introduzidos ao povo de Deus e que podem causar confusão ou engano &lt;i&gt;entre o povo de Deus&lt;/i&gt;. Creio que foi nesse espírito que o autor do artigo produziu sua crítica."&lt;br /&gt;Recomendo, portanto, aos leitores deste blog que leiam o aludido artigo e, tanto quanto possível, divulguem-no em suas igrejas e entre seus amigos.&lt;br /&gt;Para acessar ao artigo:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=315" target="_blank" style="color: rgb(119, 153, 187);"&gt;CLIQUE AQUI&lt;/a&gt; ou acesse: &lt;a href="http://www.editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=315" target="_blank" style="color: rgb(119, 153, 187);"&gt;www.editorafiel.com.br/&lt;wbr&gt;artigos_detalhes.php?id=315&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;Caso queira comentar algum aspecto do artigo ou do próprio livro em questão, use o espaço de comentários deste blog.&lt;p&gt;Em Cristo Jesus, nosso Senhor,&lt;br /&gt;Tiago Santos&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7891989446850481622-8727075821041858840?l=www.blogfiel.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7891989446850481622/8727075821041858840/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=7891989446850481622&amp;postID=8727075821041858840&amp;isPopup=true' title='20 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7891989446850481622/posts/default/8727075821041858840'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7891989446850481622/posts/default/8727075821041858840'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.blogfiel.com.br/2010/02/cabana-perda-da-arte-de-discernimento.html' title='A Cabana - A Perda da Arte de Discernimento Evangélico'/><author><name>Tiago Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02988376439251260508</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='18183889654392532106'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>20</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7891989446850481622.post-2711688923615137228</id><published>2010-02-19T16:04:00.002-02:00</published><updated>2010-02-19T16:11:21.424-02:00</updated><title type='text'>Nobreza perdida</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Tiago Santos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.blogfiel.com.br/uploaded_images/bible_mag-789303.jpg"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 284px; height: 248px;" src="http://www.blogfiel.com.br/uploaded_images/bible_mag-789296.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div align="justify"&gt;Há certos assuntos sobre os quais não se fala muito hoje em dia. Vivemos em tempos em que as pessoas não gostam de ser importunadas ou confrontadas com certas questões. Alguns temas que tocam nossa vida diária, não podem mais ser abordados sem que se corra o risco de ofender uma consciência aqui e ali; afinal, alguns argumentam, esses assuntos incômodos encontram-se em um campo de conceitos subjetivos, submetidos ao crivo do particular. Ou seja, o que é para mim poderá não sê-lo para você. Aliás, essa é a principal característica de nossos tempos: relativismo. Tudo é relativo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas últimas décadas, essa mentalidade tem alcançado a igreja. Os valores cristãos, absolutos por definição, estão sendo devorados por essa forma de encarar as coisas. Assim, os púlpitos estão sendo esvaziados e não sobra espaço para se abordar temas considerados controversos e ultrapassados: pecado, inferno, evangelho, regeneração, ira de Deus, santidade, parecem temas que fazem parte de uma história remota e obscura da igreja cristã.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A agenda evangélica tem sido cada vez mais ocupada por assuntos do momento – via de regra, de cunho ecológico, social, ou, como alguns preferem, missional. Os proponentes desta nova agenda evangélica, articulistas, escritores, apóstolos e pastores, ao abandonarem a Escritura para lidar com as questões da vida e do momento, precisam cooptar com ideologias estranhas ao cristianismo, via de regra com viés político esquerdista e com as novas hermenêuticas que as filosofias pós-modernas têm proposto, oferecendo suas fórmulas como panacéia dos males mais profundos de que padece a humanidade – ignorando que a Queda e seus efeitos é que de fato causam a mais abissal miséria do homem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, uma das características mais marcantes dos proponentes desta nova agenda entre o povo evangélico, é a força de sua propaganda e a virulência de sua beligerância – intolerantes em nome da tolerância, não aceitam o contraditório e rejeitam o debate na arena bíblica. A defesa da fé é reputada como conduta reacionária fundamentalista, ao arrepio das Escrituras e de cartas bíblicas como a de Judas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O politicamente correto em que vivemos, parece ser incompatível com a velha idéia de buscar a orientação da Escritura para “ver se as coisas são mesmo assim”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso tudo se constitui num grande desafio para o cristão sincero hoje. Precisamos reaprender a pensar biblicamente e a submeter as questões mais complexas da vida ao crisol das Escrituras – no melhor espírito da nobreza bereana.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7891989446850481622-2711688923615137228?l=www.blogfiel.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7891989446850481622/2711688923615137228/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=7891989446850481622&amp;postID=2711688923615137228&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7891989446850481622/posts/default/2711688923615137228'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7891989446850481622/posts/default/2711688923615137228'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.blogfiel.com.br/2010/02/nobreza-perdida.html' title='Nobreza perdida'/><author><name>Tiago Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02988376439251260508</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='18183889654392532106'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7891989446850481622.post-3201452962495149707</id><published>2010-02-11T09:54:00.014-02:00</published><updated>2010-02-19T11:40:29.787-02:00</updated><title type='text'>Carta enviada à Revista Ultimato em referência ao texto "Deus – Pai ou Mãe?"</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Franklin  Ferreira&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Conquanto  a revista Ultimato tenha um lugar de importância entre os periódicos  evangélicos publicados no Brasil, alguns de seus autores têm difundido repetidas  vezes opiniões que vão além do que nos é revelado nas Escrituras e em oposição à  tradição evangélica. Em sua edição 318, de maio-junho de 2009, esta revista  publicou o texto "&lt;a href="http://www.ultimato.com.br/?pg=show_artigos&amp;amp;secMestre=2409&amp;amp;sec=2430&amp;amp;num_edicao=318" target="_blank" title="Deus – Pai ou Mãe?"&gt;Deus – Pai ou Mãe?&lt;/a&gt;",  escrito por Bráulia Ribeiro. Em 9 de junho de 2009 escrevi  uma carta para a revista sobre este texto. Somente em 26 de agosto de 2009  recebi um tipo de resposta-padrão da editora: "Recebemos seu comentário,  ele é sempre bem-vindo. Por uma questão de espaço nem toda  correspondência que recebemos é publicada. Suas críticas, sugestões e/ou  observações serão encaminhadas ao diretor-redator e articulistas para que eles  tomem conhecimento".&lt;/p&gt;Abaixo,  posto minha correspondência para a revista, ligeiramente revisada e editada.&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;hr align="center" width="100%" size="2"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Prezados  irmãos,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Preciso  confessar que já há algum tempo ando desencantado com a revista Ultimato.  Quando servi na equipe pastoral da Igreja Presbiteriana da Barra da  Tijuca, no Rio de Janeiro, entre 2000-2007, minha esposa cuidou da livraria  daquela comunidade. Fazíamos questão de promover a revista Ultimato, inclusive  por meio de assinaturas, mesmo discordando de um ou outro texto - especialmente  os de Ricardo Gondim e, algumas vezes, os de Robinson Cavalcanti e Paul  Freston. Aliás, antes disso até, minha esposa já divulgava a Ultimato através  de uma assinatura coletiva que mantinha com seus colegas de trabalho.&lt;/p&gt;Hoje sirvo  na equipe pastoral de uma igreja batista em São Paulo, e não  tenho mais como indicar a revista como referência para os membros desta  igreja. O último escrito da Bráulia é um exemplo do que quero dizer. O texto  intitulado "Deus - Pai ou Mãe?" é generalista, grosseiro e pagão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Por  exemplo, ela escreve a partir de sua &lt;em&gt;experiência pessoal&lt;/em&gt;: "Minha  experiência não é diferente do que é vivenciado pela maioria da população  brasileira e do mundo. Mãe pra nós é igual amor caloroso, quente, cheiroso,  vivo. Pai já é mais complicado. Pra muitos, infelizmente, pai significa abuso,  violência, abandono, dor". Bom, me permita compartilhar &lt;em&gt;minha experiência&lt;/em&gt;.  Eu sou pai de uma filha; ela tem oito anos. Não só a compreensão que tenho do  que a Bíblia ensina sobre Deus o Pai, mas o que ela ensina sobre a  paternidade me ajuda a agir para ser um pai de verdade para ela; duvido que  a minha filha (inteligente e perceptiva que só) concorde com o que a  Bráulia escreveu. E minha experiência como filho de igual forma não  me permite concordar. Aliás, preciso notar que a autora consegue saltar de  sua experiência pessoal para uma generalização infundada. Se ela supõe falar em  nome de "muitos", ela tem que provar seu argumento. Ela precisa mostrar quem  são a "maioria da população brasileira e do mundo" que concorda com ela.  Ou, se não, que ela restrinja-se a falar &lt;em&gt;somente a partir de sua  experiência pessoal&lt;/em&gt;, e pare de se esconder atrás  de supostos "muitos". Por outro lado, muito irônica a reportagem do  Fantástico no domingo retrasado (24 de maio de 2009); uma mãe  oferecendo sua filha para um "programa sexual" por... quatro garrafas de  cerveja. E, depois, querendo vender sua filha por míseros R$ 500,00. Puxa! Isto  é que é "amor caloroso, quente, cheiroso, vivo"! Segundo o Jornal  Nacional, essa mãe foi presa na terça-feira passada (2 de junho de 2009).  Mas esse é apenas um dos milhares de exemplos negativos em nosso país, em  que há fartos exemplos de mães abandonando seus filhos  ainda recém-nascidos. Menos generalidades superficiais, por favor. Em vez  de fazer uma caricatura da paternidade, contrapondo-a superficialmente à  suposta "perfeição" da maternidade (como se o pecado não desfigurasse  igualmente maternidade e paternidade), ela faria muito melhor se mostrasse o  que vem a ser a verdadeira paternidade e maternidade à luz da Bíblia.  Não será ridicularizando ou rebaixando a paternidade que ela ajudará os  homens a serem homens de verdade e verdadeiros maridos e pais.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mais  adiante, Bráulia escreveu: "Na América Latina, o continente onde o pai  veio de longe e ao nos estuprar nos concebeu bastardos, vivemos no vazio da  imagem masculina do amor. O pai se foi, e dói em nossa alma órfã". Presumo que  ela fale aí dos estrangeiros que vieram prá cá, para povoar e trabalhar nesta  terra, em meio a grande sacrifício, fugindo da fome e da guerra no Velho Mundo  e no Japão. Como muitos brasileiros, meu pai era português. O único membro da  família que se converteu ao evangelho. Literalmente, morreu de tanto trabalhar  (e ainda estudava num seminário teológico à noite,  pois almejava servir no ministério pastoral) para dar uma vida digna  para sua família. Exemplo de retidão e paixão pelo evangelho. Mais uma vez, Bráulia  só pode falar por ela. Generalizações são toscas.&lt;/p&gt;No fim, o  pior. Ela terminou o texto orando com um ímpeto típico daqueles influenciados pela teologia feminista: "Pai-Mãe  nosso celestial, acima do gênero e falhos modelos humanos, tenha piedade de  nós, nos ajude a conhecer o verdadeiro amor..." Tomo a liberdade de citar,  abaixo, o que escrevi com meu colega Alan Myatt na &lt;em&gt;Teologia Sistemática &lt;/em&gt;que  Edições Vida Nova publicou em 2007 (páginas 248-249). Respondemos ao uso  indevido de imagens femininas para caracterizar Deus – prática bastante comum  entre os pagãos do Antigo Testamento, que atribuíam sexualidade à divindade,  como Baal e Astarote. Ao ir além da linguagem bíblica inspirada, que, no que se  refere a Deus, é analógica – como ensinou João Calvino há muito tempo atrás, é  a linguagem da acomodação da misericórdia divina –, Bráulia se colocou ao lado  dos que abraçaram a teologia liberal e das feministas pagãs de nossa  era. Se ela não se limitar &lt;u&gt;agora&lt;/u&gt; à linguagem bíblica, não será um  suposto "bom senso" que irá impedi-la de, em pouco tempo, tratar a deidade  por... "Deus/a" ou, pior, "deusa".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.blogfiel.com.br/uploaded_images/12315dfsd-751779.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 221px; height: 271px;" src="http://www.blogfiel.com.br/uploaded_images/12315dfsd-751737.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Lamento  muito que a Ultimato promova este tipo de texto em suas páginas. Como disse,  não foi o primeiro texto publicado na revista a gerar forte desconforto em mim.  Por isto, reitero: &lt;em&gt;por amor aos membros da igreja em que sirvo,&lt;/em&gt; não  posso mais promover de boa fé a revista entre eles. Textos como este, longe de  edificar, semeiam a contenda, a confusão e, no fim, uma representação pagã do  Deus da Bíblia – majestoso, transcendente, cheio de glória, e que oferece  o seu único Filho, em quem ele tem todo o prazer, para morrer por pecadores.  Não preciso ir além da linguagem da Bíblia para, diante da revelação e beleza  do evangelho, afirmar com as Escrituras que Deus Pai &lt;em&gt;é&lt;/em&gt; amor,  e sabemos disto, pois ele ofereceu seu único Filho como &lt;em&gt;propiciação&lt;/em&gt; pelos nossos pecados, e este  amor experimentamos em toda a sua exuberância por o Espírito Santo ter sido  derramado sobre nós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Ao  responder às feministas, notamos que tanto o Antigo Testamento quanto o Novo  Testamento usam o gênero masculino quando se referem a Deus. Uma dessas  analogias é a analogia paterna.&lt;a href="#1_1" name="1" id="1"&gt;&lt;sup&gt;1&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;  Isto seria um indício de que Deus é do gênero masculino? Alister McGrath  escreve:&lt;/p&gt;&lt;table border="0" width="100%"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="6%"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style="font-size: 12px;" width="94%"&gt;&lt;p&gt;Falar em Deus como pai é dizer  que o papel do pai no antigo Israel permite compreendermos melhor a natureza de  Deus. Isso não significa dizer que Deus &lt;em&gt;seja&lt;/em&gt; do gênero masculino. Nem a  sexualidade masculina, nem a sexualidade feminina devem ser atribuídas a Deus.  Pois a sexualidade é um atributo que pertence à ordem da criação, sendo  inadmissível aceitar uma correspondência direta entre esse tipo de polaridade  (homem/mulher), conforme se observa na criação, e o Deus criador. &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style="font-size: 12px;"&gt;&lt;p&gt;Na verdade, o Antigo Testamento evita  atribuir funções sexuais a Deus, devido à ocorrência de fortes traços pagãos  nesses tipos de associações. Os cultos à fertilidade dos cananeus davam ênfase  às funções sexuais tanto dos deuses quanto das deusas; portanto, o Antigo  Testamento recusa-se a endossar a idéia de que o gênero ou a sexualidade de  Deus seja uma questão importante. &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;p&gt;Então,  para McGrath, qualquer tentativa de atribuir sexualidade a Deus representa uma  volta ao paganismo. Ele continua: "Não há a menor necessidade de trazer de volta  as idéias pagãs dos deuses e deusas para resgatar a noção de que Deus não é nem  masculino nem feminino; essas idéias já estão potencialmente presentes, se não  forem negligenciadas, na teologia cristã".&lt;a href="#2_2" name="2" id="2"&gt;&lt;sup&gt;2&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;Na  verdade, existem imagens maternais de Deus na Escritura. Deus é revelado como  uma mãe pássaro (Rt 2.12; Sl 17.8; Mt. 23.37), uma mãe ursa que luta para  proteger seus ursinhos (Os 13.8) e como uma mãe que consola seus filhos (Is  66.13). A presença de imagens paternais e maternais é evidência que apóia a  conclusão de McGrath. Deus transcende as categorias do gênero humano. Não  obstante, em lugar nenhum a Bíblia chama Deus de "mãe". Portanto o título "mãe"  não deve ser próprio para se falar da pessoa de Deus. Podemos reconhecer a  plenitude da riqueza das imagens bíblicas de Deus, sem ir além da linguagem que  a própria Bíblia emprega ao descrevê-lo.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;hr align="left" width="33%" size="1"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="#1" name="1_1" id="1_1"&gt;1&lt;/a&gt; - Cf. o capítulo 2, onde analisamos  a natureza analógica da linguagem teológica.&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="#2" name="2_2" id="2_2"&gt;2&lt;/a&gt; - &lt;em&gt;Teologia sistemática, histórica e  filosófica&lt;/em&gt;, p.  315-316. Vale a pena ler toda a argumentação de McGrath nesta obra, com  especial atenção para a citação final, da mística medieval Juliana de Norwich. &lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7891989446850481622-3201452962495149707?l=www.blogfiel.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7891989446850481622/3201452962495149707/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=7891989446850481622&amp;postID=3201452962495149707&amp;isPopup=true' title='37 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7891989446850481622/posts/default/3201452962495149707'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7891989446850481622/posts/default/3201452962495149707'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.blogfiel.com.br/2010/02/carta-enviada-revista-ultimato-em.html' title='Carta enviada à Revista Ultimato em referência ao texto &quot;Deus – Pai ou Mãe?&quot;'/><author><name>Franklin Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09148827301010372094</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='07043642003101200025'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>37</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7891989446850481622.post-7010124726088806339</id><published>2010-02-03T17:23:00.000-02:00</published><updated>2010-02-03T17:26:26.477-02:00</updated><title type='text'>O que estamos nos tornando?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;p style="font-weight: bold;"&gt;&lt;i&gt;Randy Alcorn&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.blogfiel.com.br/uploaded_images/question-mark-700950.jpg"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 284px; height: 248px;" src="http://www.blogfiel.com.br/uploaded_images/question-mark-700938.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Cada dia, nos tornamos alguém; a pergunta é: quem? O autor Jerry Bridges, ouvindo-me dizer isso, contou-me que Dawson Trotman, fundador de&lt;i&gt; The Navigators&lt;/i&gt;, costumava dizer: "Você será aquilo que está se tornando agora".&lt;p&gt;As Escrituras falam sobre esse processo de desenvolvimento do caráter: "E todos nós, com o rosto desvendado, contemplando, como por espelho, a glória do Senhor, somos transformados, de glória em glória, na sua própria imagem, como pelo Senhor, o Espírito" (2 Co 3.18).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Você se torna aquilo que resolve contemplar. Contemple a Cristo, você se tornará semelhante a ele. Contemple a superficialidade e a imoralidade, e será previsível o que você se tornará.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;i&gt;Aquilo que você se tornará será o resultado cumulativo de suas escolhas diárias.&lt;/i&gt;"A vereda dos justos é como a luz da aurora, que vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito" (Pv 4.18). Essa é a razão por que as Escrituras nos advertem contra as escolhas erradas: "Não entres na vereda dos perversos, nem sigas pelo caminho dos maus. Evita-o; não passes por ele; desvia-te dele e passa de largo" (Pv 4.14-15).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nossas escolhas fluem de nosso coração. Por isso, temos de guardá-lo da contaminação: "Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o coração, porque dele procedem as fontes da vida" (Pv 4.23). Qual é a maneira mais eficaz de contaminar uma fonte de água? Envenená-la em sua origem. Se você não guardar seu coração dos valores do mundo, se conformará ao mundo (Rm 12.1-2). Conformar-se ao mundo exige tanto esforço como o descer uma correnteza. Ser transformado pela renovação da mente é nadar para cima, contra a correnteza. Renovar a mente exige esforço deliberado e consciente.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;i&gt;Você se tornará o produto daquilo em que resolve se deleitar e meditar.&lt;/i&gt;O Salmo 1 contém uma fórmula poderosa para a perseverança: "Bem-aventurado o homem que não anda no conselho dos ímpios, não se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores. Antes, o seu prazer está na lei do &lt;span style="font-variant: small-caps;"&gt;Senhor&lt;/span&gt;, e na sua lei medita de dia e de noite".&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Todos nós meditamos e somos moldados pelo objeto de nossa meditação. Tiramos de nossa meditação as nossas sugestões de comportamento e de atitudes. Nesta semana, serei moldado pelas comédias situacionais, óperas, jornais ou serei moldado por Isaías, Lucas, A. W. Tozer, Charles Haddon Spurgeon? Depende de como resolvo gastar meu tempo.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7891989446850481622-7010124726088806339?l=www.blogfiel.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7891989446850481622/7010124726088806339/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=7891989446850481622&amp;postID=7010124726088806339&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7891989446850481622/posts/default/7010124726088806339'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7891989446850481622/posts/default/7010124726088806339'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.blogfiel.com.br/2010/02/o-que-estamos-nos-tornando_03.html' title='O que estamos nos tornando?'/><author><name>Tiago Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02988376439251260508</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='18183889654392532106'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7891989446850481622.post-2603289031831908061</id><published>2010-02-01T08:23:00.003-02:00</published><updated>2010-02-01T08:59:43.048-02:00</updated><title type='text'>A Cruz de Cristo</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.blogfiel.com.br/uploaded_images/Celtic_cross_Knock_Ireland-749060.jpg"&gt;&lt;img src="http://www.blogfiel.com.br/uploaded_images/Celtic_cross_Knock_Ireland-749055.jpg" alt="" width="289" height="216" border="0" style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 289px; height: 216px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sexta-feira da Paixão é a data tradicionalmente relembrada como sendo o dia em que Cristo foi crucificado.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A morte de Cristo na cruz é um fato central para o cristianismo. É  interessante que é da palavra latina “cruz” que vem a palavra “crucial”, isto é, central, importante. Para os budistas, não importa muito como Buda faleceu, mas faria toda a diferença do mundo para os cristãos se Jesus tivesse morrido de um ataque cardíaco nas praias do Mar da Galiléia.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A cruz é  o símbolo universal do cristianismo, mesmo num mundo onde mais e mais ela tem perdido o seu significado. Numa pesquisa recente feita na Austrália, Alemanha, Índia, Japão, Reino Unido e Estados Unidos, ficou claro que o símbolo da MacDonalds (o arco dourado) e o da Shell (uma concha amarela) eram muito mais conhecidos do que a cruz. 92% das pessoas reconheceram os cinco anéis como símbolo dos Jogos Olímpicos e 88% reconheceram o símbolo do MacDonalds e da Shell. Mas somente 54% identificaram a cruz como sendo o símbolo do cristianismo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Muitos dos que a identificam ofendem-se com ela. A cruz de Cristo é motivo de ofensa para muitos hoje, como foi na época em que os primeiros cristãos começaram a falar dela como o caminho de Deus para a salvação. O apóstolo Paulo escreveu: “Certamente, a palavra da cruz é loucura para os que se perdem, mas para nós, que somos salvos, poder de Deus... nós pregamos a Cristo crucificado, escândalo para os judeus, loucura para os gentios” (1 Coríntios 1:18,23). A feminista Dolores Williams é um exemplo moderno de pessoas que se ofendem com a cruz. Ela declarou: “Acho que não precisamos de uma teoria em que os pecados têm que ser pagos pela morte de alguém. Acho que não precisamos de um cara pendurado numa cruz, sangrando, e outras coisas desse tipo”.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Podemos compreender a repulsa natural que as pessoas sentem. A execução por morte de cruz era algo terrivelmente cruel. Na verdade, era sadismo legalizado. Foi provavelmente uma das formas mais depravadas de execução jamais inventada pelo homem. Nada mais era que morte lenta por tortura. E realmente funcionava. Ninguém jamais sobreviveu a uma crucificação.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mas para os que crêem, a cruz faz perfeito sentido. A salvação do homem só pode ocorrer através de uma satisfação dada à lei de Deus, que o homem quebrou e tem quebrado sempre. Somente Deus pode perdoar. Mas somente o homem pode pagar. Cristo colocou-se no lugar do homem, como representante dos que crêem, e sofreu a penalidade merecida, satisfazendo a justiça divina. Até mesmo pensadores não cristãos afirmam a necessidade da punição merecida. O pesquisador C. A. Dinsmore examinou as obras de Homero, Sófocles, Dante, Shakespeare, Milton, George Elliot, Hawthorne e Tennyson, e chegou à seguinte conclusão: “É um axioma universal na vida e no pensamento religioso que não pode haver reconciliação sem que haja satisfação dada pelo pecado”.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Portanto, para os que crêem, a cruz é mais que um símbolo a ser levado no pescoço ou pendurado nas paredes da igreja. É o caminho de Deus para salvar todo aquele que crê.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Quando a Igreja esquece o sentido da cruz, ela se desfigura. Ouçamos as palavras de Erwin Lutzer, em seu livro A Cruz de Hitler (1994): “Se as fornalhas de Auschwitz foram preparados nos corredores das universidades da Europa, podemos dizer também que aquelas fornalhas foram alimentados pela teologia liberal que dominou as igrejas e a teologia da Europa. Essa teologia glorificava o homem e declarava que Deus era irrelevante. Esse tipo de ensino amputou a capacidade da Igreja de tomar uma posição firme contra as atrocidades do Terceiro Reich. Ao substituírem a revelação de Deus contida nas Escrituras por ideais humanos, acabaram por reinterpretar a cruz de Cristo e usá-la para levar adiante uma agenda pagã.”&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Queira Deus sempre nos manter conscientes da cruz de Cristo e do seu sentido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Augustus Nicodemus é blogeiro (&lt;a href="http://tempora-mores.blogspot.com" target="_blank"&gt;tempora-mores.blogspot.com&lt;/a&gt;), pastor presbiteriano (IPB), mestre e doutor em Interpretação Bíblica (África do Sul, Estados Unidos e Holanda), chanceler da Universidade Presbiteriana Mackenzie, professor de exegese, Bíblia, pregação expositiva no Centro Presbiteriano de Pós Graduação Andrew Jumper, da IPB, e autor de vários livros.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7891989446850481622-2603289031831908061?l=www.blogfiel.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7891989446850481622/2603289031831908061/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=7891989446850481622&amp;postID=2603289031831908061&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7891989446850481622/posts/default/2603289031831908061'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7891989446850481622/posts/default/2603289031831908061'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.blogfiel.com.br/2010/02/cruz-de-cristo.html' title='A Cruz de Cristo'/><author><name>Franklin Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09148827301010372094</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='07043642003101200025'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7891989446850481622.post-2221141532129060087</id><published>2010-01-28T08:12:00.000-02:00</published><updated>2010-01-28T03:28:56.376-02:00</updated><title type='text'>Angra dos Reis</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;p&gt;“Se não fora o Senhor, que esteve ao nosso lado (...) as águas nos teriam submergido, e a torrente teria passado sobre nós; sim, as águas impetuosas teriam passado sobre nós.” (Salmo 124.2, 4-5)&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;p&gt;Ezequias Amancio Marins, Pastor da Igreja Batista Central em Japuiba, Angra dos Reis, Rio de Janeiro &lt;a href="http://www.ezequiaspastor.blogspot.com/" target="_blank"&gt;http://www.ezequiaspastor.&lt;wbr&gt;blogspot.com/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.blogfiel.com.br/uploaded_images/angra_-769867.jpg"&gt;&lt;img src="http://www.blogfiel.com.br/uploaded_images/angra_-769864.jpg" alt="" width="252" height="178" border="0" style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 252px; height: 178px;" /&gt;&lt;/a&gt;Foram 52 mortos! E, ainda temos um corpo para ser encontrado na Ilha Bananal – onde uma pousada foi destruída – e o corpo de uma garotinha que ainda não foi reconhecido pelo seu pai! Os dramas humanos são inúmeros: famílias inteiras foram varridas pelos deslizamentos aqui no centro da cidade. No “Morro da Carioca”, somente o Sr. Jorge Carvalho perdeu a esposa e quatro filhos e ainda aguarda reconhecer o corpinho de sua filha que aguarda por exame de DNA. Casas foram destruídas em fração de segundos devido às chuvas que, nas primeiras horas do primeiro dia de janeiro de 2010 caíram em nossa cidade no equivalente ao mês inteiro de Janeiro!&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Angra, para os leitores terem uma idéia, tem uma população de cerca de 140 mil habitantes, onde 65% moram em morros. Destes, cerca de 3500 pessoas estão desalojadas! E encontram-se impedidos de habitar em suas casas, procurando abrigo em casas de parentes, escolas e alugando outras residências com valores abusivos – para se ter uma idéia, casas que antes se pagava R$ 350,00 por mês, agora valem R$ 500,00.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.blogfiel.com.br/uploaded_images/angraencosta-770275.jpg"&gt;&lt;img src="http://www.blogfiel.com.br/uploaded_images/angraencosta-770226.jpg" alt="" width="246" height="158" border="0" style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 246px; height: 158px;" /&gt;&lt;/a&gt;Nossa igreja empenhou-se desde o inicio do ano em visitar as comunidades atingidas, mantendo um posto de arrecadação de doações em nosso templo, promovendo um cadastro de pessoas atendidas por cestas básicas e levantando recursos dentro e fora da igreja para minorar o sofrimento das pessoas. Já distribuímos até o presente momento cerca de 150 cestas básicas, roupas diversas, mais de 1000 litros de água potável e estamos mantendo três famílias da igreja com aluguel. Solidários com o que está acontecendo no Haiti, semana passada ofertamos R$ 600,00 para o país caribenho.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.blogfiel.com.br/uploaded_images/velorio-coletivo_-727224.jpg"&gt;&lt;img src="http://www.blogfiel.com.br/uploaded_images/velorio-coletivo_-727182.jpg" alt="" width="236" height="177" border="0" style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 236px; height: 177px;" /&gt;&lt;/a&gt;O quadro em nossa cidade é de pânico. Ainda não consegui ministrar uma mensagem nos nossos cultos de meio de semana (quinta-feira), pois sempre acontecem tempestades, ventanias, queda de energia elétrica e algo mais. Foram comprometidos os serviços de telefonia, energia elétrica, abastecimento de água, telefonia celular. Ainda mais, vamos ter de disponibilizar recursos aqui para uma obra em nosso templo, pois fomos “alagados” também pelas chuvas – ao todo, o investimento chegará aos R$ 5000,00.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Eu creio, junto com John Wesley, que Deus nada faz que não seja em resposta às nossas orações, e que os seus planos não podem ser frustrados nas orações e súplicas sinceras de seu povo. Lembrei à igreja o exemplo de Elias que segundo Tiago 5.17-18 era homem “sujeito às mesmas paixões que nós” e orou para que não chovesse, e por três anos não choveu! Creio em um Deus que age providente e sempre para cumprir primeiramente sua própria vontade, e em segundo plano, o nosso deleite no plano dele. Eu estou muito interessado em desfrutar do prazer do Senhor em meio a tudo isso que anda acontecendo em Angra dos Reis.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para terminar, considerações e aplicações bem pessoais:&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;1. Fiquei muito tocado na cena que presenciei no velório coletivo. A morte de fato não escolheu classe social em nossa cidade. Faleceram ilustres da classe média-alta, incluindo familiares e amigos do prefeito de Arujá, da região metropolitana de São Paulo. E, também pobres trabalhadores que lutavam para sobreviver com salário mínimo. É sempre assim, na morte todos os homens se prostram diante do mesmo patamar: a humanidade.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;2. Nossa igreja envolveu-se e ainda está “em alerta”, mas há muitos crentes que parecem que ainda estão de férias em seus mundos particulares. É triste, mas nem todos estão cumprindo o que eu recomendei desde o inicio do ano: cancelem os churrascos, as festas, os passeios, é tempo de chorarmos pelos nossos mortos. Eu mesmo, para dar exemplo, cancelei minhas férias. Nossa igreja precisa chorar mais!&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;3. É tempo de clamor por Angra dos Reis! Nossa cidade é parasidíaca, atrai turistas o ano inteiro, artistas se amontoam aqui, mas, uma coisa precisa ser dita: Angra dos Reis precisa de Deus! Com o cancelamento da festa do primeiro dia de ano (procissão marítima, uma espécie de culto a Iemanjá, que na verdade representa uma entidade demoníaca) e aniversário da cidade (seis de janeiro, dia dos reis magos, onde a cidade é oferecida ao forte império católico que predomina aqui), penso que há um vácuo em nossa cidade que precisa ser preenchido com a pregação fiel do genuíno evangelho do Senhor Jesus Cristo. Não creio que temos de nos aquietar quando tudo isso passar, pelo contrário é mister que sejamos ousados para proclamar que, em toda a terra se verifica que há sinais se cumprindo, que devem ser considerados apenas como “prenúncios” de que algo de extraordinário está para acontecer! E aqui me refiro à segunda vinda do Senhor Jesus! (cf. Mateus 24)&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por fim, o apelo: visitem o site da nossa igreja (&lt;a href="http://www.ibacen.com.br/" target="_blank"&gt;www.ibacen.com.br&lt;/a&gt;) e caso sejam movidos a isto, depositem em nossa conta: IGREJA BATISTA CENTRAL EM JAPUIBA, Banco Bradesco, Ag. 0459-6; C/C 28972-8 um valor para acrescentar ao que temos investido nas seguintes frentes: compra de cestas básicas e ajuda para os aluguéis dos que perderam suas casas.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Não dá  para não relacionar o que estamos vivendo com a pungente poesia de John Donne, pastor anglicano em seu magistral poema, &lt;i&gt;Devotions Upon Emergent Occasions&lt;/i&gt;, em 1623:&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;Nenhum homem é uma ilha plena em si mesma.&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;Cada homem é uma parte do continente, uma parte do todo.&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;Se uma porção de terra é levada pelo mar,&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;a Europa é levada, como se um penhasco fosse,&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;como se a casa dos teus amigos ou a tua própria fosse.&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;Toda morte humana me diminui, porque sou parte da humanidade.&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;Então não queira saber por quem os sinos dobram:&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;eles dobram por ti.&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;São os sinos tocando, anunciando as notas tristes de nossa situação por aqui. Temos de chorar nossos mortos, levantar os que estão caídos, arrumar casas para quem está sem abrigo. Não podemos cruzar os braços e permanecer inertes. Deus nos cobrará em nosso empenho para amenizar a situação de tantos seres humanos como nós, e que estão sofrendo. O evangelho que não for compartilhado com uma toalha (símbolo de serviço) em uma das mãos e a Bíblia (nosso referencial de verdade) em outra, não tocará corações a ponto de haver genuínos sinais de um verdadeiro avivamento em nosso meio. Chega de indiferença! É tempo de crermos que “Deus não tem outras mãos, exceto as nossas”!&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7891989446850481622-2221141532129060087?l=www.blogfiel.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7891989446850481622/2221141532129060087/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=7891989446850481622&amp;postID=2221141532129060087&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7891989446850481622/posts/default/2221141532129060087'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7891989446850481622/posts/default/2221141532129060087'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.blogfiel.com.br/2010/01/angra-dos-reis.html' title='Angra dos Reis'/><author><name>Franklin Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09148827301010372094</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='07043642003101200025'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7891989446850481622.post-234085265240676724</id><published>2010-01-25T15:33:00.005-02:00</published><updated>2010-01-26T00:05:21.881-02:00</updated><title type='text'>Editora Fiel em 2010</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Tiago Santos&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Prezados leitores,&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Bem vindo ao Blog Fiel.&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Como de costume, aproveitamos esse espaço no começo do ano para informar aos amados irmãos acerca dos projetos e novidades planejados para o ano de 2010. Esta é uma maneira de renovar nosso compromisso com nossos leitores e pedir-lhes que, durante mais este ano, lembrem-se de nosso ministério em suas orações. E, embora este seja um texto um tanto longo, peço-lhes que leiam-no até o fim, para ajudar-nos de maneira mais específica, em suas orações.&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Livros:&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em 2009 lançamos diversos novos títulos, numa média de 1 novo título a cada mês. Nos alegramos também em 2009 pelo reconhecimento dado pelo prêmio &lt;i&gt;Aretè&lt;/i&gt; a dois de nossos títulos: Esposa Excelente e Deliberadamente Igreja. Há outros títulos publicados em 2009 aos quais reputamos especial importância, como: Salmos Vol. 4, A Cruz e o Ministério Cristão, Ateísmo Remix e Instruindo o Coração da Criança. Em 2010, desejamos manter o mesmo ritmo de lançamentos.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;table border="0" cellpadding="4" cellspacing="4" width="294"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;a href="http://www.lojafiel.net/produto.aspx?ProCodigo=52" title="Esposa Excelente" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://www.editorafiel.com.br/blog/Esposa_Excelente.jpg" title="Esposa Excelente" border="0" width="147" height="221" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;a href="http://www.lojafiel.net/produto.aspx?ProCodigo=40" title="Deliberadamente Igreja" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://www.editorafiel.com.br/blog/Delib_Igreja.jpg" title="Deliberadamente Igreja" border="0" width="147" height="221" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;table border="0" cellpadding="4" cellspacing="4" width="294"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;a href="http://www.lojafiel.net/produto.aspx?ProCodigo=191" title="Salmos Vol. 4" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://www.editorafiel.com.br/blog/Salmos4.jpg" title="Salmos Vol. 4" border="0" width="147" height="221" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;a href="http://www.lojafiel.net/produto.aspx?ProCodigo=38" title="A Cruz e o Ministério Cristão" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://www.editorafiel.com.br/blog/A_cruz_e_o_Ministerio.jpg" title="A Cruz e o Ministério Cristão" border="0" width="147" height="221" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;table border="0" cellpadding="4" cellspacing="4" width="294"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;a href="http://www.lojafiel.net/produto.aspx?ProCodigo=11" title="Ateísmo Remix" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://www.editorafiel.com.br/blog/Ateismo.jpg" title="Ateísmo Remix" border="0" width="147" height="221" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;a href="http://www.lojafiel.net/produto.aspx?ProCodigo=72" title="Instruindo o Coração da Criança" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://www.editorafiel.com.br/blog/Instruindo.jpg" title="Instruindo o Coração da Criança" border="0" width="147" height="221" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/center&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;i&gt;Obras de Calvino -&lt;/i&gt; O Pr. Franklin Ferreira está trabalhando com especial ênfase nas obras de João Calvino para 2010:  novos comentários e reedições de títulos publicados pela Parakletos,  e alguns de seus importantes tratados. Já está no prelo o comentário em Colossenses e Filipenses, que será editado num só volume junto de Galátas e Efésios. Vários outros estão sendo preparados para serem lançados neste ano: 1 e 2 Tessalonicenses; Hebreus; Carta de Calvino ao Cardeal Sadoletto; Harmonia dos Evangelhos, etc. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;i&gt;Títulos em geral -  &lt;/i&gt;Começamos bem o ano, com o lançamento de dois títulos muito importantes – aos quais desejo dar aqui um destaque especial: um na área de casamento e aconselhamento matrimonial: Quando Pecadores dizem “Sim”, de Dave Harvey. Clique &lt;a href="http://www.editorafiel.com.br/hotsites/quandopecadores/video.html" target="_blank" title="Quando Pecadores dizem “Sim”" style="color: rgb(119, 153, 187);"&gt;AQUI&lt;/a&gt; para assistir ao trailer do livro. O outro é: “Desejo e Engano – o verdadeiro preço da nova tolerância sexual”, do Dr. Albert Mohler. Livro muito bem escrito – conciso e direto, lida com as conseqüências vistas e sentidas na sociedade e, por extensão, entre o povo de Deus, da nova maneira de encarar valores ligados às questões sexuais e familiares. Mohler é muito eficiente em investigar a o origem da deturpação de valores básicos da ética cristão com respeito à sexualidade e demonstra como esta deturpação popularizou-se e arraigou-se em nossa cultura, através de novas filosofias e de uma forte propaganda. O ponto é: como devemos reagir a essa mudança? Como responder às questões mais relevantes da sexualidade hoje? Um livro que deve ser lido por todo cristão, sem dúvidas! Clique &lt;a href="http://www.editorafiel.com.br/fotos_produtos/pdfs/00038.PDF" target="_blank" title="Quando Pecadores dizem “Sim”" style="color: rgb(119, 153, 187);"&gt;AQUI&lt;/a&gt; para ler um capítulo deste livro,&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;table border="0" cellpadding="4" cellspacing="4" width="294"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;a href="http://www.lojafiel.net/produto.aspx?ProCodigo=225" title="Quando Pecadores dizem “Sim”" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://www.editorafiel.com.br/blog/Quando_Pecadores.jpg" title="Quando Pecadores dizem “Sim”" border="0" width="147" height="221" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;a href="http://www.lojafiel.net/produto.aspx?ProCodigo=231" title="Desejo e Engano – o verdadeiro preço da nova tolerância sexual" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://www.editorafiel.com.br/blog/Desejo_e_Engano.jpg" title="Desejo e Engano – o verdadeiro preço da nova tolerância sexual" border="0" width="147" height="221" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Além desses, estamos trabalhando também em diversos outros livros para 2010. Confira alguns deles:&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;1.       Firmes – Uma chamada para a perseverança dos santos. Editado por John Piper e Justin Taylor (com participações de John MacArthur, Jerry Bridges, entre outros).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;2.       Graça Abundante ao principal dos pecadores – John Bunyan&lt;/p&gt;&lt;p&gt;3.       João Calvino – Um Coração para a devoção, doutrina e doxologia. Editado por Burk Parsons e com participação de diversos autores (Jay Adams, Joel Beeke, Sinclair Fergunson, Michael Horton, Steven Lawson, John MacArthur, entre outros).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;4.       Cartas de Amor – A doçura e o amor do casamento na cartão de cristãos. Michael Haykin&lt;/p&gt;&lt;p&gt;5.       As Resoluções de Jonathan Edwards. Steven Lawson&lt;/p&gt;&lt;p&gt;6.       O que é um membro de igreja saudável? Thabiti Anyabwile&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Entre vários outros.&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;Conferências:&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;i&gt;Conferência Fiel para Jovens&lt;/i&gt; – Uma palavra especial: No fim da 1ª Conferência Fiel para Jovens, em 2003, fizemos a seguinte afirmação: “Cremos que os alicerces foram lançados em bases sólidas, e o primeiro passo rumo à concretização do ideal de vermos jovens servindo ao nosso Deus com fidelidade e alegria, foi dado.”. Nesses últimos 7 anos, temos procurado edificar a conferência sobre este alicerce. Pela graça de Deus, ao longo desses anos, temos visto muitos terem sua fé fortalecida, compromissos reassumidos, convicções tomadas, encorajamento e ânimo no espírito, e, até mesmo, encontrado seu futuro ou futura cônjuge. Em 2010, desejamos dar um passo adiante, pensando numa parcela de jovens cristãos mais maduros, que enfrentam lutas duras em nossa sociedade de valores corrompidos: Estamos preparando um formato voltado para jovens em idade universitária – uma conferência – não um acampamento - num ambiente mais adequado e com acomodações mais apropriadas. A conferência está agendada para os dias 3 a 6 de Junho, na Estância Palavra da Vida, em Atibaia. O tema deste ano é: “Jovens Fortes”, e os preletores são: Pr. John Crotts, Pr. Sillas Campos e Pr. Leonardo Sahium. Clique &lt;a href="http://www.editorafiel.com.br/conferencias_interna.php?id=9" target="_blank" style="color: rgb(119, 153, 187);"&gt;AQUI&lt;/a&gt; para obter mais informações.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;i&gt;Conferência Fiel em Moçambique&lt;/i&gt; -  Pedimos suas orações para o trabalho que a Fiel vem realizando em Moçambique, com a parceria dos missionários Dr. Charles Woodrow e Karl Peterson. Neste ano,  uma equipe de nossa Missão irá à Moçambique para auxiliar nos trabalhos da conferência, que acontece entre os dias 20 a 23 de Julho, e filmar um documentário sobre o trabalho da Fiel neste carente país de língua portuguesa. Em breve disponibilizaremos em nosso site o áudio e vídeo das pregações da conferência de 2009.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;i&gt;Conferencia Fiel em Portugal &lt;/i&gt;– A conferência em Portugal está agendada para os dias 13 a 16 de setembro de 2010. Já confirmamos as presenças de Dr. Luiz Sayão e Pr. Karl Peterson. Ainda estamos trabalhando o tema e outro preletor. Neste ano, pretendemos enviar um representante para Portugal para divulgar nossos títulos e a conferência Fiel naquele país. Pedimos suas orações para este e outros projetos em Portugal.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;i&gt;Conferência Fiel no Brasil&lt;/i&gt; – Está agendada para os dias 18 a 22 de outubro. Temos confirmado a presença dos seguintes preletores: Joel Beeke; Steven Lawson; Thabiti Anyabwile; Don Kistler e Luiz Sayão. A Sra. Martha Peace, autora do livro “Esposa Excelente”, realizará palestras para as mulheres. As inscrições já estão abertas.  Em breve disponibilizaremos mais informações.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;Revista Fé para Hoje:&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Planejamos um mínimo de duas edições de nossa revista Fé para Hoje. Como sabem os irmãos, esta revista é distribuída gratuitamente para pastores e líderes de todo Brasil. Até o momento, foram 35 edições e mais de 600 mil cópias distribuídas. Para receber ou continuar recebendo a revista, é necessário se recadastrar em nosso website. Este tem sido um ministério de grande importância da Editora Fiel e pedimos que orem especificamente pelo trabalho com a revista. Temos carecido de recursos para continuar a produção e envio da revista Fé para Hoje. Se você sentir o desejo de contribuir financeiramente com este ministério, faça contato conosco e lhe informaremos sobre os meios para tanto (&lt;a href="mailto:feparahoje@editorafiel.com.br" target="_blank" style="color: rgb(119, 153, 187);"&gt;feparahoje@editorafiel.com.br&lt;/a&gt;&lt;wbr&gt;).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;Website e Informativo Fiel:&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Temos procurado fazer de nosso &lt;i&gt;website &lt;/i&gt;uma biblioteca através da qual um conteúdo criteriosamente selecionado é oferecido ao usuário. Temos disponibilizado artigos, livros em áudio e eletrônico, arquivos em áudio e vídeo de nossas conferências, streaming ao vivo de conferências, Blog, e outros recursos, com a finalidade ampliar os recursos dos cristãos, servos do Senhor, para o estudo da Palavra de Deus. Pedimos que nos ajude a tornar conhecido o nosso &lt;i&gt;website&lt;/i&gt; e nosso informativo Fiel, para que alcancemos ainda mais obreiros em 2010.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;Educação Teológica, mudança de endereço e outros projetos missionários:&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em 2010 planejamos mudar o endereço de nosso escritório para um edifício maior e bem mais adequado para a realização de nosso trabalho, que está em fase de acabamento, aqui na cidade de São José dos Campos-SP mesmo.  Temos também o propósito de dar início ao projeto de educação teológica neste ano – para tanto, pretendemos utilizar as acomodações de nosso novo edifício. Em breve disponibilizaremos mais detalhes sobre este projeto em particular. Lembrem-se de nós em suas orações quanto este propósito. Além disso, temos trabalhado em diversas outras frentes, como no Projeto Biblioteca do Pastor, o qual desejamos ampliar; no estabelecimento de parcerias com ministérios congêneres, dos EUA, Europa e outros lugares, a fim de disponibilizarmos ainda mais conteúdo de qualidade aos nossos leitores; enfim, temos feito grande esforço, com uma equipe pequena, porém esforçada, competente e comprometida com o Senhor, a fim de oferecer um conteúdo rico em doutrina, fiel à Palavra de Deus, para a edificação da Igreja e glória de nosso Senhor, a quem servimos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Somos gratos a Deus pelo privilégio de ministrar aos irmãos e pedimos que continue nos acompanhando neste ano de 2010.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Encerro esta palavra com um versículo que expressa nosso sentimento com respeito a tudo quanto intentamos fazer: &lt;i&gt;“&lt;/i&gt;&lt;b&gt;Confia ao SENHOR as tuas obras, e os teus desígnios serão estabelecidos.&lt;/b&gt;”. Pv. 16.3&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7891989446850481622-234085265240676724?l=www.blogfiel.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7891989446850481622/234085265240676724/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=7891989446850481622&amp;postID=234085265240676724&amp;isPopup=true' title='15 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7891989446850481622/posts/default/234085265240676724'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7891989446850481622/posts/default/234085265240676724'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.blogfiel.com.br/2010/01/editora-fiel-em-2010_25.html' title='Editora Fiel em 2010'/><author><name>Tiago Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02988376439251260508</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='18183889654392532106'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>15</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7891989446850481622.post-3490872077517083023</id><published>2010-01-21T15:25:00.005-02:00</published><updated>2010-01-25T23:45:04.209-02:00</updated><title type='text'>Porventura não me é lícito fazer o que quero do que é meu?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Pr. Clodoaldo  Machado&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.blogfiel.com.br/uploaded_images/colheita-705712.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 246px;" src="http://www.blogfiel.com.br/uploaded_images/colheita-705706.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: center;"&gt;     &lt;b&gt;Ou são maus os teus olhos  porque sou bom? (Mt.20.15)&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Neste texto Jesus  está contando uma parábola a respeito do reino dos céus.  A expressão reino dos  céus aqui, fala do padrão de justiça do reino do Senhor Jesus. Em outras  palavras, a parábola mostra o que é justo aos olhos de Jesus e ao mesmo tempo  mostra como o homem tem outro padrão de justiça.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;     A parábola diz que o  reino dos céus é semelhante a um dono de casa que saiu para contratar  trabalhadores para sua vinha. Isto era comum naqueles dias em época de colheita.  Ele passou o dia trazendo homens para o trabalho, de forma que os trabalhadores  chegaram em horários diferentes. Quando terminou o dia, o dono da vinha foi  fazer o pagamento daquelas pessoas. Mandou que seu administrador começasse pelos  que chegaram por último. Ele então pagou um denário para aqueles que chegaram na  hora undécima (cinco da tarde no nosso horário). Assim ele fez até que chegou a  vez daqueles que chegaram primeiro, e receberam também um denário. Estes  começaram a murmurar, pois pensavam que tinham direito a receber mais por terem  chegado mais cedo (de fato trabalharam onze horas a mais do que aqueles que  chegaram por último). Eles, porém não se lembraram que quando foram contratados  o dono da vinha havia acertado com eles que receberiam um denário pelo dia  trabalhado. Assim não era injusto o que eles estavam recebendo.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;     Esta parábola nos  ensina algo muito interessante. Ela mostra como achamos que estamos sendo  injustiçados quando nos comparamos com outras pessoas ao nosso redor. Se somente  houvesse aqueles homens que chegaram primeiro na vinha, eles receberiam seu  dinheiro e ficariam satisfeitos. Porém, o fato de haver alguns que chegaram mais  tarde, recebendo o mesmo valor, deu a eles a possibilidade de fazer uma  comparação, e isso lhes fez muito mal.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;     Isto mostra que nosso  padrão de justiça está baseado nas comparações que fazemos com outras pessoas.  Olhamos para o lado, analisamos o que acontece na vida dos outros e então  concluímos que somos injustiçados. Achamos que, porque as outras pessoas têm  bens, têm uma situação diferente da nossa, também temos que ter. Muito da  insatisfação dos servos de Deus se dá pelas comparações que fazem com outras  pessoas. Se não houvesse pessoas para nos compararmos com elas, talvez não  pensássemos assim, não murmuraríamos e não reclamaríamos de nossas  vidas.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;     Esta parábola também  aborda o fato de não nos alegrarmos com o que Deus faz a outros. Os  trabalhadores que haviam chegado primeiro não se alegraram com o fato de aqueles  que chegaram por último estarem recebendo o mesmo que eles. Olhando para si  mesmos, achando-se merecedores de mais, esqueceram-se do trato que o dono da  vinha havia feito com eles e começaram a murmurar (v.11). Eles não se alegraram  ao saber que aqueles trabalhadores, que haviam esperado até as cinco da tarde  por um trabalho, finalmente conseguiram e poderiam agora suprir suas  necessidades e de suas famílias. Pensando somente em si, eles se sentiram  injustiçados.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;     Esta é uma triste  realidade. Há crentes que não se alegram quando Deus age bondosamente na vida de  outros. Eles nem sempre demonstram, mas internamente sofrem ao ver que alguns  irmãos receberam algo bom de Deus. A pergunta que o dono da vinha fez para  aqueles invejosos trabalhadores ainda cabe em muitas situações: &lt;b&gt;“Ou são maus  os teus olhos porque sou bom?”&lt;/b&gt; É um mandamento bíblico alegrar-se com os que  se alegram (Rm 12.15) e, como sempre, aquilo que Deus nos manda fazer é porque  Ele nos conhece perfeitamente e sabe que temos a tendência de fazer o contrário.  Devemos lutar contra a tendência de sofrer ao saber que alguém recebeu uma boa  dádiva de nosso Senhor. Nosso egoísmo é que nos leva achar que estamos sendo  injustiçados. Pensar somente em nós mesmos nos leva à inveja e ao sofrimento  pelas coisas boas que nossos irmãos recebem de nosso bondoso Pai  celestial.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;     O dono desta vinha  representa Deus, e quando ele diz que faz o que quer do que é seu, está  mostrando que tudo lhe pertence e tem o poder para fazer como melhor lhe apraz.  Esta parábola nos mostra que devemos nos contentar com o que Deus tem nos dado e  nos proporcionado. Se o dono da vinha não foi injusto com aqueles homens, Deus  também não é injusto conosco. Os servos do Senhor muitas vezes se esquecem que  eles têm um justo Juiz que está sempre julgando suas causas. Quando murmuramos  ou nos queixamos estamos acusando nosso Juiz de injustiça. O apóstolo Pedro em  sua primeira carta escreveu que devemos seguir os passos de Jesus, e que nosso  Senhor entregava-se àquele que julga retamente (1Pe 2.23). Da mesma forma,  devemos nos entregar ao nosso Deus, certos de que Ele está fazendo um julgamento  justo em nossas vidas. Deus apenas tem feito o que quer do que é seu, e não deve  nos fazer mal o fato de dEle fazer coisas boas para aqueles que estão ao nosso  redor. &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;     Devemos nos lembrar de  que Deus tem tratado conosco. Ele disse que olharia para dentro dos nossos  corações e nos trataria de acordo com o nosso procedimento, segundo o fruto de  nossas ações (Jr 17.10). Portanto Deus está dizendo para nós: &lt;b&gt;“Porventura não  me é lícito fazer o que quero do que é meu? Ou são maus os teus olhos porque sou  bom?”&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7891989446850481622-3490872077517083023?l=www.blogfiel.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7891989446850481622/3490872077517083023/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=7891989446850481622&amp;postID=3490872077517083023&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7891989446850481622/posts/default/3490872077517083023'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7891989446850481622/posts/default/3490872077517083023'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.blogfiel.com.br/2010/01/porventura-nao-me-e-licito-fazer-o-que.html' title='Porventura não me é lícito fazer o que quero do que é meu?'/><author><name>Franklin Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09148827301010372094</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='07043642003101200025'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7891989446850481622.post-7276128761012119955</id><published>2009-12-21T10:54:00.013-02:00</published><updated>2009-12-21T19:18:06.842-02:00</updated><title type='text'>Esboço de um Sermão para o Natal</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"  &gt;TEMA &lt;/span&gt;&lt;span   &gt;&lt;b&gt;A celebração do drama da redenção&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.blogfiel.com.br/uploaded_images/manger-cross-722203.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 238px; height: 244px;" src="http://www.blogfiel.com.br/uploaded_images/manger-cross-722201.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;As imagens &lt;span   &gt;de Cristo no Brasil se resumem a retratá-lo como o bebê inofensivo na manjedoura, numa espécie de mágico ou guru ou na figura impotente sangrando na cruz. A partir destas caricaturas, explica-se o abismo impressionante entre o que se afirma sobre o cristianismo e a ética dos que se chamam cristãos. Na epístola aos Filipenses temos o grande apóstolo dos gentios apelando apaixonadamente por unidade (Fp 2.2), humildade (2.3) e dedicação entre os crentes (2.3-4). Para que os cristãos vivam nesta nova vida, ele coloca diante deles o drama da redenção, numa das mais magníficas passagens da Bíblia.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;TEXTO&lt;/span&gt; Filipenses 2.5-11&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;ANÁLISE&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span   &gt;v. 5: “Tende” (φρονεῖτε): Tanto um apelo como uma exortação a se imitar a Cristo, por ser esta a regra da vida cristã. “Em vós” (ἐνὑμῖν): o apóstolo tem em mente a comunidade cristã. “Mesmo sentimento”: “Em seu ser interior continuem a pôr sua mente nisto, que também (está) em Cristo Jesus” ou “isto esteja constantemente posto em sua mente e em seu interior, aquilo que também está em Cristo Jesus”: a unidade, a humildade e a solicitude (cf Fp 2.1-4). “Em Cristo Jesus” (ἐν χριστῶ ἰησοῦ): Significa o drama da salvação, em que os crentes foram “inseridos” em sua conversão e batismo, quando os eventos salvadores da história de Cristo adquiriram significado pessoal, e os crentes passaram do domínio da velha natureza para a “nova vida” inaugurada pela vitória de Cristo sobre os poderes das trevas.&lt;/span&gt;&lt;span   &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span   &gt;v. 6: “Existindo” (ὑπάρχων): tem o sentido de permanente, isto é, Cristo Jesus existia e existe eternamente na forma de Deus. “Forma” (μορφῇ) se refere aquilo que é anterior, essencial e permanente na natureza de uma pessoa ou coisa, “sendo igual a Deus”; enquanto “reconhecido” (σχήματι) (2.7) aponta para seu aspecto externo, acidental ou aparente. “Cristo Jesus sempre foi (e continuará sendo) Deus por natureza, a expressa imagem da Deidade. O caráter específico da Divindade, segundo se manifesta em todos os atributos divinos, foi e é sua eternidade”. A fim de mostrar a grandeza do sacrifício de nosso Senhor, o ponto de partida é o Cristo pré-encarnado. E o que vem em seguida, necessariamente, é o Cristo em seu estado encarnado (cf. 2Co 8.9).&lt;/span&gt;&lt;span   &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span   &gt;v. 6-7: Ele não considerou sua existência numa forma igual a Deus (ἴσα, “numa forma de igualdade”) como um privilégio ao qual apegar-se ou a usurpar (ἁρπαγμὸν); mas “a si mesmo se esvaziou” (ἐκένωσεν), “deu-se a si mesmo”: Se uma pessoa recusa apegar-se a uma coisa, quer dizer que se despoja dela, ou “se esvazia” dela. Ao esvaziar-se ou despojar-se, Cristo se esvazia ou se despoja de algo. “O significado da sentença ‘a si mesmo se esvaziou’ ou ‘se despojou’ se explica de forma mais detalhada nas palavras que seguem, ou seja: ‘ao tomar a forma de servo ... ele a si mesmo se humilhou e se fez obediente até à morte, sim, e morte de cruz’”. Cristo jamais deixou de ser o Possuidor na natureza divina. “Mesmo em sua morte, ele teve que ser o poderoso Deus, a fim de, por sua morte, conquistar a morte” (R. C. H. Lenski). Ele renunciou suas riquezas (2Co 8.9), sua própria vida (Mt 20.28; Mc 10.45; Jo 10.11), sua própria glória celestial (Jo 17.5) e, em liberdade, o uso de seus atributos incomunicáveis.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span   &gt;“Assumindo a forma de servo”: está incluído aqui o assumir a aparência e maneiras de um ser humano, se  humilhando e sendo obediente até a morte, e morte de cruz. Ele se fez “servo” (δούλου). Cristo identificou-se com a humanidade não-redimida, escravizada às forças malignas, porque ele nasceu à semelhança dos homens,  trilhando o caminho da obediência no sofrimento. “Eis aqui uma grande notícia! De fato, é uma espantosa notícia! Ele, o soberano Dono de todas as coisas, se torna Servo de todos. E ainda mais: ele continua o Dono”. Martinho Lutero, &lt;i&gt;Canção infantil para o Natal de Cristo&lt;/i&gt;:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=";font-family:Times New Roman;font-size:95%;"  &gt;Atentem! Este é o sinal:&lt;br /&gt;No cocho, em fraldas, muito mal&lt;br /&gt;Deitado está o que mantém&lt;br /&gt;O céu e a terra, e os sustém.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/ul&gt;Ele assumiu a forma de servo enquanto que, ao mesmo tempo, conservava a forma de&lt;span   &gt;Deus. Servo (&lt;/span&gt;&lt;span   &gt;dou,lou&lt;/span&gt;) aqui faz referência aos cânticos do Servo em Isaías (cf. 42.1-9; 49.1-9a; 50.4-11; 52.13-53.12). A única pessoa no mundo que tinha razão de fazer valer seus direitos, abri umão deles (Mt 20.28; Mc 10.45; Lc 22.27), cumprindo sua missão como Servo de Yahweh. “Tornando-se em semelhança de homens”: assumiu a natureza humana em fraqueza. No fim, δούλου é usado em antítese direta com κύριος: aquilo que ele poderia ter usurpado, ele entregou, e aceitou justamente o oposto, uma vida de total dependência de Seu&lt;span   &gt; Deus, como um filho obediente.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;v. 8: As marcas da vida terrena de Cristo: “Se humilhou”, “se fez obediente”, “até a morte”, “morte de cruz”: dolorosa, ultrajante e maldita (cf. Is 53.12). Ele se entregou ao limite máximo da submissão, a um tipo de morte reservado para aqueles que não têm direitos na sociedade: “da luz de Deus para a escuridão da morte” (E. Lohmeyer). Todo&lt;span   &gt; o seu caminho é um caminho em direção a sua morte, morte de cruz.&lt;/span&gt;&lt;ul&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Times New Roman;font-size:95%;"  &gt;“Em outra passagem de Paulo, porém, existe alusão à relação da obediência de Cristo até a morte com o pecado de Adão, a saber, no hino cristológico de Fl 2.6-11. Se ali é dito a respeito de Jesus Cristo que ele não usurpou a igualdade com Deus como despojo (Fl 2.6), antes se humilhou na obediência a Deus até a morte na cruz (Fl 2.8), deverá existir &lt;br /&gt;nisso uma alusão à tentação de Eva pela serpente do paraíso, à qual também sucumbiu Adão juntamente com Eva: Sereis como Deus (Gn 3.5). A obediência filial de Jesus Cristo (Fl 2.8) se encontra, portanto, numa relação (contrária) com o ato de Adão, pelo fato de que Jesus Cristo justamente não sucumbiu à tentação de ser igual a Deus, como o primeiro ser humano – e isso apesar de ele, em sua preexistência, em contraste com Adão, com efeito, subsistiu ‘em forma de Deus’&lt;br /&gt;(Fl 2.6). Portanto, embora a obediência demonstrada por Jesus Cristo tenha outro conteúdo do que aquela outrora exigida de Adão, seu ato de obediência se encontra, não obstante, em correspondência antitética ao ato de Adão, conquanto a obediência procede da mentalidade de Cristo de não querer ser igual a Deus, mas de assumir a diferencialidade de Deus em subordinação a ele” (W. Pannenberg).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/ul&gt;v. 9: Enquanto nos versículos 6-8 a ênfase está naquilo que Cristo fez, agora acentua-se aquilo que Deus fez para ele e por ele. “Sobremaneira” (ὑπερύψωσεν): “Deus o exaltou ao máximo”: o mesmo que se humilhou foi exaltado, mas com uma diferença: ele foi “superexaltado”, enaltecido de uma forma “transcendentemente gloriosa” ou “à mais elevada excelsitude”. Estão implícitas aqui a ressurreição, a ascensão e a coroação&lt;span   &gt; – temos aqui uma &lt;i&gt;reascensão&lt;/i&gt; à glória.&lt;/span&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span   &gt;&lt;br /&gt;v. 10: A consumação de sua glória quando, no dia de sua vinda, todo joelho se dobrará diante dele e toda língua proclamará seu senhorio universal. “Deu o nome”: ἐχαρίσατο&lt;/span&gt;&lt;span   &gt;,&lt;/span&gt;&lt;span   &gt; graciosa e gratuitamente lhe deu não &lt;i&gt;um&lt;/i&gt; nome, mas&lt;i&gt; o&lt;/i&gt; nome que está acima de todo a criação. “Ao nome de Jesus”: o nome completo ainda é omitido, aguardando o clímax. “Se dobre todo joelho, nos céus, na terra e debaixo da terra”: Em seu regresso em glória, Jesus será adorado por todos – os anjos e os seres humanos redimidos farão isso com intensa alegria; os condenados farão isso com profunda tristeza e remorso, sem ocasião para arrependimento. Mas tão intensa será sua glória que todos, no céu, na terra e debaixo da terra, se sentirão impelidos a render-lhe adoração.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;v. 11: O clímax: “E toda língua confesse que Jesus Cristo é Senhor”. Toda a criação proclamará publicamente o soberano senhorio de Jesus, o ponto mais alto do drama da salvação. O humilde “servo” Jesus foi coroado com glória e honra, e como o grande Vencedor continua celebrando seu triunfo e governa ativamente todas as coisas no interesse de seu povo. Esta é a mais antiga confissão de fé da igreja: Jesus Cristo é o verdadeiro e único Senhor. “Pela virtude do poder e majestade de Jesus Cristo, e pelo reconhecimento de que ele é o Senhor, toda língua&lt;span   &gt; o proclamará”.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Times New Roman;font-size:95%;"  &gt;“Por causa de sua obediência, o Crucificado recebe com sua exaltação por Deus (Fp 2.9) o nome de &lt;i&gt;Kyrios&lt;/i&gt; (cf. 2.11), e com isso ele também está comprovado como o preexistente, que está com o Pai desde a eternidade” (W. Pannenberg).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/ul&gt;Cristo rege a criação “para glória (δόξαν) de Deus Pai”, que é sempre o alvo, o propósito final de todas as coisas. Por meio da proclamação universal do senhorio de Jesus, a glória de Deus o Pai, que o ressuscitou e o exaltou soberanamente, e lhe deu o mais excelente nome, naturalmente será intensificada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;IDÉIA CENTRAL&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todo o evangelho é resumido neste “cântico de salvação” que descreve o “caminho de Cristo”. O Filho, que é Deus em plena igualdade com o Pai na glória da Trindade, assumiu a humilhação da condição humana, exposto à miséria, pobreza e tentação. Permaneceu obediente e sem pecado, algo que ninguém mais conseguiu. E por isto foi morto na cruz por amor a pecadores. Mas, por sua morte foi exaltado sobre toda a criação, como&lt;span   &gt; o soberano Senhor de todo o universo – para a glória de Deus o Pai.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;APLICAÇÃO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. É necessário confessar Cristo como Senhor, pois somente por meio dele podemos nos aproximar de Deus como Pai. Por isto é necessário crer em Cristo e dobrar os joelhos diante dele. Para aqueles que ainda não crêem em Cristo, é necessário que ele se torne seu Senhor pessoal. E, para toda a igreja cristã, é imperativo reafirmar sempre esta confissão, “Jesus Cristo é Senhor”, crendo neste artigo de fé e o professando em entrega obediente ao senhorio de Cristo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Como aprendemos com Cristo, o poder de Deus não é simbolizado pela espada ou por uma carruagem ou palácio, símbolos do poder na época de Jesus, mas pela cruz, associada à infâmia e ao fracasso. A cruz nos ensina que Deus escolhe ficar ao lado das pessoas em sua dor. “Só o Deus que sofre é que pode ajudar” (D. Bonhoeffer), pois ele toma sobre si o peso dos nossos pecados, da nossa dor e da nossa angústia. O sentido da cruz de Cristo é que não existe sofrimento que não tenha sido padecido por Deus. E o Deus sofredor não abandona seu povo: o companheiro de nosso sofrimento triunfa sobre este na cruz, e conduz-nos a um lugar onde não haverá dor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Necessitamos reconhecer que Cristo governa nossas vidas e igrejas; por isso devemos imitar a Cristo no trato com aqueles que pertencem à comunidade da fé, inaugurada em Cristo, em unidade, humildade e entrega ao próximo (cf. Fp 2.1-4).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. Sob o senhorio de Cristo somos introduzidos numa nova dimensão da vida, recebendo a segurança e a certeza inquebrantável de que, sendo Cristo o Senhor de toda a criação, no último dia todo o universo se prostrará diante do Cristo triunfante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. Que nossa vida seja para o louvor, glória e exaltação de Deus o Pai – pois este é o fim e o alvo de todo o drama da redenção.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7891989446850481622-7276128761012119955?l=www.blogfiel.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7891989446850481622/7276128761012119955/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=7891989446850481622&amp;postID=7276128761012119955&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7891989446850481622/posts/default/7276128761012119955'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7891989446850481622/posts/default/7276128761012119955'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.blogfiel.com.br/2009/12/esboco-de-um-sermao-para-o-natal.html' title='Esboço de um Sermão para o Natal'/><author><name>Franklin Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09148827301010372094</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='07043642003101200025'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7891989446850481622.post-820500854762994754</id><published>2009-12-14T09:00:00.002-02:00</published><updated>2009-12-14T09:14:07.380-02:00</updated><title type='text'>Nossa Herança Espiritual</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Rev. Leonardo Sahium&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.blogfiel.com.br/uploaded_images/13-744432.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="http://www.blogfiel.com.br/uploaded_images/13-744427.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div align="justify"&gt;Existem  contextos diferentes nas cartas do Novo Testamento e estes devem nos desafiar a  uma reflexão sobre nossa herança espiritual. Até onde uma pessoa convertida, de uma  religião totalmente diferente dos princípios do cristianismo, espera  encontrar algo totalmente diferente de sua herança espiritual? Como identificar  esta herança em uma pessoa quem venha, por exemplo, do catolicismo romano e  agora vive como membro de uma igreja evangélica?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Observemos  um exemplo simples na carta aos Hebreus. Creio ser relevante dizer que este  artigo não espera ser uma análise exegética ou crítica de autoria e forma  destes livros que compõe o cânon. Dito isso, vamos adiante, apenas abrindo  portas para os leitores continuarem sua jornada. O livro de Hebreus foi escrito  provavelmente entre os anos de 64 d.C e 86 d.C&lt;a href="#_ftn1" name="_ftnref1" title="" id="_ftnref1"&gt;&lt;sup&gt;1&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt; e  tinha como público alvo um grupo de judeus que haviam se convertido ao  cristianismo.&lt;a href="#_ftn2" name="_ftnref2" title="" id="_ftnref2"&gt;&lt;sup&gt;2&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt; A carta  não se preocupa com os fariseus, publicanos, saduceus ou qualquer outro grupo  específico e sua possível influência na igreja. Várias questões teológicas  surgem ao longo de toda carta, onde  o autor percebe a necessidade de dialogar com a teologia do Antigo Testamento.  O autor escreve a respeito de  assuntos que não encontramos, com a mesma atenção, em outros lugares do Novo  Testamento, tais como: o sacerdócio de Melquisedeque, o tabernáculo no deserto  e o dia da expiação. Parece que a intenção do autor é escrever uma epistola que  contemple ao mesmo tempo doutrina e exortação.&lt;a href="#_ftn3" name="_ftnref3" title="" id="_ftnref3"&gt;&lt;sup&gt;3&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt; Guthrie destaca que o autor conhecia muito bem seus leitores, sua história e  situação. Ele sabia sobre o despojamento das suas propriedades (10.33-34) da  generosidade daqueles irmãos (6.10) e conhecia o estado de mente atual deles  (5.11ss.; 6.9ss.).&lt;a href="#_ftn4" name="_ftnref4" title="" id="_ftnref4"&gt;&lt;sup&gt;4&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt; O sacrifício  e o sacerdócio de Jesus Cristo é destaque nos capítulos 7-10, mas o que chama  atenção é quando o autor destaca a importância da comunhão na igreja e em suas  atividades, ele escreve: “Não deixemos de congregar-nos, como é costume de  alguns; antes, façamos admoestações e tanto mais quanto vedes que o dia se  aproxima” (Hb 10.25). Completando o quadro, o autor de hebreus discorre ainda sobre a questão da liderança e  a necessidade dos novos cristãos em respeitá-la: “Obedecei aos vossos guias e  sede submissos para com eles; pois velam por vossa alma, como quem deve prestar  contas, para que façam isto com alegria e não gemendo; porque isto não  aproveita a vós outros” (Hb 13.17).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Observem que estes dois assuntos, participação na igreja  e respeito à liderança espiritual são características muito comuns no contexto  da eclesiologia judaica. Quantas vezes encontramos no Antigo Testamento o  abandono à comunhão com Deus e o questionamento dos judeus aos seus líderes  espirituais? São muitas, como por exemplo: Moisés, Elias e Samuel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Estas  preocupações do autor de Hebreus não podem ser encontradas de maneira tão  específica em outras cartas do Novo Testamento. Cada carta tem um contexto, e  isso é obviamente gritante. Porque o contexto espiritual, a herança dos membros em cada comunidade difere uma da outra. Os  leitores de hebreus são frutos de uma geração e  cultura totalmente diferente dos irmãos que receberam a correspondência em  Filipos, Colossos ou Éfeso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Percebe-se,  portanto, que a herança espiritual e o contexto cultural fazem muita diferença  quando pensamos em uma comunhão dentro dos muros das igrejas. As pessoas que  encontram, pela graça de Deus, o novo e vivo caminho (Hb 10.20) não estão &lt;em&gt;desprovidas&lt;/em&gt; de uma herança litúrgica e  doutrinária. Aqueles que experimentaram uma fé judaica sentirão a diferença  litúrgica ritualística ortodoxa do judaísmo quanto comparado com o culto  cristão. Os que vieram do catolicismo romano estarão ainda carregando em suas  memórias vários elementos e vocabulários do romanismo. É comum encontrar  evangélicos provenientes do catolicismo romano usando expressões como “nossa  senhora”! Outros que tiveram uma fé anterior kardecista sentirão ainda a  necessidade de “fazer algo” para ser salvo. Afinal sua fé anterior era voltada  para os méritos, as boas obras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Cabe ao pastor e a liderança da igreja identificar este  universo pregresso e ensinar aquilo que Jesus Cristo afirmou: “Se alguém quer  vir após mim, a si mesmo se negue, tome a sua cruz e siga-me” (Mt 16.24). Jesus  sabia que para seguí-lo era e ainda é necessário abandonar o velho homem, suas  crenças e valores sem Cristo e assumir uma nova jornada com a fé verdadeira e  salvadora, com os valores e doutrinas do Deus triúno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O  autor da epístola aos Hebreus foi muito sábio ao identificar e tratar cada  dúvida que a igreja estava vivendo. Com muita autoridade, seriedade e piedade  amorosa percebe-se a maneira didática com que ele conduziu seu rebanho. Nossa  igreja precisa de uma liderança que saiba identificar quais elementos são  pressupostos hermenêuticos na expectativa e serviço dos membros da igreja.  Tanto para aquelas características que eles querem distância, por não trazer  uma memória positiva, quanto àqueles  que eles desejam reproduzir por sentirem uma saudade litúrgica. Quem determina  a forma e a essência da adoração é o nosso Senhor. “Deus é espírito; e importa  que seus adoradores o adorem em Espírito e em verdade” (João 4.24).  &lt;em&gt;Soli  Deo Gloria!&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div id="ftn1"&gt;&lt;a href="#_ftnref1" name="_ftn1" title="" id="_ftn1"&gt;&lt;sup&gt;1&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt; Barclay,  Willian. &lt;em&gt;Comentário al NuevoTestamento.&lt;/em&gt; (Barcelona: Editorial CLIE, 2008, p.883)&lt;/div&gt;&lt;div id="ftn2"&gt;    &lt;a href="#_ftnref2" name="_ftn2" title="" id="_ftn2"&gt;&lt;sup&gt;2&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt; Lightfood, Neil R.&lt;em&gt; Epístola aos Hebreus&lt;/em&gt;. (São Paulo: Editora Vida Cristã, 1981, p.31)&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div id="ftn3"&gt;    &lt;a href="#_ftnref3" name="_ftn3" title="" id="_ftn3"&gt;&lt;sup&gt;3&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt; Kistemaker, Simon. &lt;em&gt;Expositi&lt;/em&gt;&lt;em&gt;on of the Epistle to the Hebrews. &lt;/em&gt;(Grand    Rapids: Baker Academic, 2007, p.04)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="ftn4"&gt;    &lt;a href="#_ftnref4" name="_ftn4" title="" id="_ftn4"&gt;&lt;sup&gt;4&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt; Guthrie,  Donald. &lt;em&gt;Hebreus Introdução e Comentário.&lt;/em&gt; (São Paulo: Edições Vida Nova e Editora Mundo Cristão, 1987, p.20)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7891989446850481622-820500854762994754?l=www.blogfiel.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7891989446850481622/820500854762994754/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=7891989446850481622&amp;postID=820500854762994754&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7891989446850481622/posts/default/820500854762994754'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7891989446850481622/posts/default/820500854762994754'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.blogfiel.com.br/2009/12/nossa-heranca-espiritual.html' title='Nossa Herança Espiritual'/><author><name>Franklin Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09148827301010372094</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='07043642003101200025'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7891989446850481622.post-4811723452859280546</id><published>2009-12-08T14:36:00.003-02:00</published><updated>2009-12-08T14:44:22.943-02:00</updated><title type='text'>Pouco Tempo E Grande Profundidade</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Pr. Clodoaldo Machado&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.blogfiel.com.br/uploaded_images/file-731868.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 154px; height: 168px;" src="http://www.blogfiel.com.br/uploaded_images/file-731866.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;O tempo de conversão deveria corresponder à maturidade espiritual. Verdade é que isto não acontece em muitos casos. O que vemos são muitos crentes, mesmo tendo vários anos de conversão, agindo de forma imatura. Também vemos o contrário, crentes com pouco tempo de conversão demonstrando maturidade sobremodo elevada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Bíblia nos mostra este fato, e talvez o exemplo mais marcante seja o do ladrão na cruz. Lucas 23.39-42 conta-nos que um dos ladrões que foram crucificados com Jesus blasfemava contra ele dizendo que se ele era o Cristo devia salvar-se a si mesmo e também a eles. O outro ladrão o repreendeu e deu um impressionante testemunho de conversão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Somos tentados a pensar que este ladrão era bonzinho comparado ao outro que era mau. Achamos que a diferença entre os dois era algo que ambos já nutriam durante suas vidas. Um era mau e o outro não era tão mau assim, por isso na cruz um blasfemou e o outro demonstrou crer em Jesus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Bíblia, porém não nos permite este pensamento. Mateus 27.39-44 fala-nos que as pessoas que passavam por Jesus na hora da crucificação blasfemavam contra ele. Também os principais sacerdotes e escribas escarneciam de Jesus. O versículo 44 diz que &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;os mesmos impropérios lhe diziam também os ladrões que haviam sido crucificados com ele.&lt;/span&gt; Marcos 15.32 diz que &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;os que com ele foram crucificados o insultavam&lt;/span&gt;. Portanto ambos os ladrões eram iguais. Um não era melhor do que o outro como somos tentados a pensar. Ambos eram maus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante aquelas poucas horas da crucificação um deles foi transformado pela graça de Deus e passou a agir de forma diferente. Lucas nos fala com clareza sobre como aquele ladrão mudou.&lt;br /&gt;A primeira atitude dele foi defender seu Salvador. Ele não aceitou que seu companheiro de cruz continuasse ofendendo a Jesus daquela forma e o repreendeu: &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Nem ao menos temes a Deus estando sob igual sentença?&lt;/span&gt; (v.40) O verdadeiro servo de Deus defende os interesses de Deus. Davi enfrentou Golias porque estava defendendo os interesses do Deus de Israel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A segunda atitude dele foi demonstrar o conceito de justiça de Deus. Ele reconheceu que estava sendo crucificado porque merecera isto. Muitos quando estão em situações desagradáveis acham injusto que algo esteja acontecendo com elas. Perguntam o que fizeram para merecer aquilo. Aquele homem na cruz disse: &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Nós na verdade com justiça recebemos o castigo que os nossos atos merecem&lt;/span&gt;. (v.41) Estar pregado na cruz era uma situação dolorosa e vergonhosa, porém ele reconheceu que merecia aquilo. Quando alguém reconhece seu pecado sabe que tudo o que vier a acontecer com ele não pode ser injusto, visto ser ele um pecador que ofendeu a Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A terceira atitude dele foi reconhecer que Jesus é inculpável. No mesmo verso 41 ele disse que Jesus não tinha feito mal algum. Momentos antes ele estava blasfemando e insultando Jesus, mas agora ele está defendendo a santidade, a pureza e a inculpabilidade de Jesus. Ele reconheceu: Eu sou pecador, Jesus é Santo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A quarta atitude dele foi reconhecer o Senhorio de Jesus. Ele pediu humildemente a Jesus: &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Lembra-te de mim quando vieres no teu reino&lt;/span&gt;. (v.42) Ele não pediu que Jesus o tirasse daquela cruz, não pediu que Jesus o livrasse da dor que estava sentindo ou da vergonha pela qual estava passando. Somente pediu que Jesus lembrasse-se dele quando viesse em Seu reino. Muitos não querem que Jesus reine sobre suas vidas, orgulhosamente querem exercer o controle. Ele não somente reconheceu que Jesus é rei como humildemente pediu que Ele se lembrasse dele. Ele reconheceu algo que aquela multidão não havia reconhecido e que por isso estava crucificando Jesus: Ele é Rei, tem um reino e virá reinar neste mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jesus certamente surpreendeu aquele homem em sua resposta. Ele havia pedido algo para o futuro e Jesus lhe disse:&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; Hoje estarás comigo no paraíso&lt;/span&gt;. (v.43) Antes de Jesus voltar para reinar ele estaria aguardando este grande dia no paraíso. Jesus deixou claro que aquele homem se tornara um verdadeiro servo Seu, e que toda a mudança demonstrada naquelas poucas horas foram verdadeiras e profundas. Aquele homem foi crente aqui neste mundo somente por aqueles instantes, mas sua vida espiritual foi extremamente profunda. Sua vida cristã neste mundo teve &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;pouco tempo e grande profundidade&lt;/span&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7891989446850481622-4811723452859280546?l=www.blogfiel.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7891989446850481622/4811723452859280546/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=7891989446850481622&amp;postID=4811723452859280546&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7891989446850481622/posts/default/4811723452859280546'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7891989446850481622/posts/default/4811723452859280546'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.blogfiel.com.br/2009/12/pouco-tempo-e-grande-profundidade.html' title='Pouco Tempo E Grande Profundidade'/><author><name>Franklin Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09148827301010372094</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='07043642003101200025'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7891989446850481622.post-7067266671417218497</id><published>2009-12-02T20:01:00.003-02:00</published><updated>2009-12-03T10:14:08.781-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Institucional'/><title type='text'>Doutrinas da Graça em Portugal</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;p&gt;Amados irmãos, &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os textos que seguem, são três breves testemunhos, com abordagens e perspectivas diferentes, sobre a última conferência Fiel para pastores e líderes em Portugal, na última semana de outubro de 2009.  Os textos foram escritos, respectivamente, por Dr. Augustus Nicodemus, um dos preletores (que produziu um texto mais detido sobre sua visita a Portugal, o qual pode ser lido clicando &lt;a href="http://tempora-mores.blogspot.com/2009/11/impressoes-de-portugal.html" target="_black"&gt;aqui&lt;/a&gt;); Dr. Stuart Olyott, outro preletor e por Edvânio Silva, num texto um pouco mais longo e com mais detalhes sobre o trabalho da Fiel em Portugal. Edvânio é responsável pelo dpto. de Arte Final da Editora Fiel e um dos líderes na Igreja Batista do Parque Industrial, em São José dos Campos, SP.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Pedimos aos prezados leitores que orem pela igreja de nosso Senhor Jesus Cristo em Portugal. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Tiago Santos&lt;/p&gt;&lt;p&gt;_____________&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“Tive o privilégio de ser um dos palestrantes da 9ª. Conferência Fiel para Pastores e Líderes em Portugal em novembro deste ano (veja &lt;a href="http://www.editorafiel.com.br/conferencias.php" target="_blank"&gt;http://www.editorafiel.com.br/conferencias.php&lt;/a&gt;). O tema geral era “A Palavra e a Pregação”. O Pr. Stuart Olyott falou diversas vezes sobre pregação expositiva e como prepará-la, além de fazer duas excelentes exposições bíblicas. A mim coube falar sobre hermenêutica e fazer duas exposições em Tiago. O local não poderia ter sido melhor: o Acampamento Batista na cidade de Água de Madeiros, no litoral português. Cerca de 50 pessoas, entre elas muitos pastores de diversas denominações, estiveram presentes. Como sempre, a FIEL disponibilizou muitos de seus livros e de outras editoras confiáveis a excelentes preços. Apesar do pequeno número de presentes, se comparado com a conferência no Brasil, este é provavelmente o maior evento em Portugal promovido por evangélicos de persuasão reformada. A divulgação da fé reformada em Portugal é um grande desafio, bem como nos demais países da Europa, um continente pós-cristão. No caso de Portugal, lembremos que a situação é ainda mais difícil porque este país, juntamente com a Espanha, rejeitou a Reforma e aderiu à contra-Reforma. Some-se a isto o péssimo testemunho dado em Portugal pelas igrejas neo-pentecostais, falsos apóstolos e obreiros, que aumentaram ainda mais a desconfiança do já ressabiado povo português. Queira Deus sustentar a FIEL neste propósito e que no próximo ano tenhamos mais uma conferência para os pastores e líderes sedentos de boa doutrina bíblica.”&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt;Augustus Nicodemus Lopes&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt;------------------------------&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“Foi um grande privilégio estar presente na conferência Fiel para pastores e líderes em Portugal. Agradeço aos irmãos por haverem me convidado. Eu apreciei muitíssimo cada momento que tive: apreciei conhecer novos irmãos e irmãs em Cristo, me beneficiei muitíssimo de todo ministério da Fiel e fiquei muito grato a Deus pelo trabalho de edição de livros da Fiel e por seu recente ministério eletrônico [com transmissão ao vivo pela internet, o site e os livros em áudio]. Decidi que deveria dedicar-me à oração de um modo especial pela obra de Deus em Portugal.”&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Stuart Olyott&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;-----------------------------&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“Aconteceu entre os dias 26 e 29 de outubro de 2009 a 9a. Conferência Fiel para Pastores e Líderes em Portugal.Novamente o evento se deu nas dependências do Acampamento Baptista, localizado em Água de Madeiros, uma praia na Freguesia de Pataias, no concelho de Alcobaça, distrito de Leiria. &lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.blogfiel.com.br/uploaded_images/DSC_3496-734163.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 273px; height: 166px;" src="http://www.blogfiel.com.br/uploaded_images/DSC_3496-734079.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;p&gt;Esse ano os preletores convidados foram: Dr Augustus Nicodemus, chanceler da Faculdade Mackenzie (Brasil), Dr. Stuart Ollyott, escritor e pregador (Reino Unido - País de Gales), Pr John Folmar, que pastoreia uma igreja em Dubai (Emirados Árabes) e Pr Mike Gilbart-Smith, da Inglaterra. Esses dois irmãos representaram o Ministério Nove Marcas, idealizado pelo Pr Mark Dever, autor do livro "&lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.lojafiel.net/produto.aspx?ProCodigo=127" target="_blank"&gt;Nove Marcas de uma Igreja Saudável&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;" (Editora Fiel) e de outros títulos que tratam da área de Eclesiologia.&lt;/p&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.blogfiel.com.br/uploaded_images/DSC_3192-703660.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 266px; height: 182px;" src="http://www.blogfiel.com.br/uploaded_images/DSC_3192-703588.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;p&gt;O tema "A Palavra e a Pregação: edificando a Igreja de Deus" teve o foco em áreas como pregação expositiva, clareza no transmitir da mensagem, objetividade, cuidado com os sermões tediosos e pouco práticos, entre outras, que foram tratadas durante as preleções e os workshops que aconteceram durante as tardes com os irmãos representantes do Ministério 9Marcas. Estiveram presentes aproximadamente 50 pessoas mais a equipe da Editora Fiel que partiu do Brasil para a realização do evento: Rick Denham, presidente; Tiago Santos, editor-chefe e coordenador da conferência em Portugal; Edvânio Silva, responsável pela área de Áudio e Vídeo e Daniel Gardner, Apoio e transmissão &lt;em&gt;online&lt;/em&gt; da Conferência. Aliás, em relação à transmissão online, muitíssimas pessoas acompanharam a Conferência pela Internet de várias partes do mundo. Recebemos muitas mensagens de agradecimento pela bênção de poder acompanhar as pregações pela internet, fato que nos alegrou muito e nos encorajou a continuar implementando e melhorando esse sistema de transmissão online.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mais uma vez tivemos a livraria funcionando com a oferta de vários títulos e lançamentos da Editora Fiel e alguns de outras editoras excelentes editoras, como a &lt;a href="http://www.editorapes.com.br/" target="_blank"&gt;PES&lt;/a&gt;, e demais; muitos pastores aproveitaram para fazer suas compras e atualizar suas bibliotecas.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.blogfiel.com.br/uploaded_images/DSC_3003-727861.JPG"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 224px; height: 149px;" src="http://www.blogfiel.com.br/uploaded_images/DSC_3003-727797.JPG" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;    &lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.blogfiel.com.br/uploaded_images/DSC_3001-727756.JPG"&gt;  &lt;img style="cursor: pointer; width: 224px; height: 149px;" src="http://www.blogfiel.com.br/uploaded_images/DSC_3001-727681.JPG" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;Com a graça de Deus todo o evento transcorreu normalmente e a palavra do Senhor foi ali pregada e explanada por homens experientes, que marcaram o teor das pregações com um alto nível de conhecimento e unção. Alegra o nosso coração ver aqueles pastores e líderes se encaminharem ao Acampamento Baptista para passar aqueles dias a receber do Senhor Deus a mensagem que aponta para o Evangelho da Graça.&lt;/p&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.blogfiel.com.br/uploaded_images/DSC_2955-726696.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 224px; height: 149px;" src="http://www.blogfiel.com.br/uploaded_images/DSC_2955-726631.JPG" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;p&gt;Para mim foi uma experiência marcante. Diferentemente do ano passado, neste ano fui especialmente tocado pelo Senhor em relação ao trabalho que a Fiel desenvolve em Portugal. Durante todo o tempo que estivemos envolvidos com a Conferência, desde as semanas anteriores, até a semana do evento e nas seguintes, muito pensamos a respeito do que estamos a fazer e o que podemos fazer para melhorar nossa participação nesta grande tarefa de difundir o Reino do Senhor na querida nação portuguesa. Durante os vários contatos que tive com pastores e obreiros, líderes em suas igrejas e ministérios, pude ter um conhecimento maior de suas realidades e necessidades e, quase unanimemente, ouvimos que é necessário que a Fiel aumente sua participação em terras portuguesas. Obviamente, sabemos que essa não é uma tarefa simples. Envolve custos elevados, estrutura não muito simples, conhecimento da necessidade e das dificuldades, paciência para entender as diferenças de cultura, disposição, sabedoria, amor, etc, etc... &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Esperamos para breve, começar uma nova fase na distribuição de nossa literatura em Portugal. Alguns contatos realizados podem nos ajudar no sonho de ter uma loja online vendendo e distribuindo diretamente de Lisboa (ou outra cidade portuguesa), com preços acessíveis e entrega mais rápida. Oremos por isso, irmãos.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.blogfiel.com.br/uploaded_images/DSC_3179-708753.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 224px; height: 149px;" src="http://www.blogfiel.com.br/uploaded_images/DSC_3179-708703.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;    &lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.blogfiel.com.br/uploaded_images/DSC_3040-708667.JPG"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 224px; height: 149px;" src="http://www.blogfiel.com.br/uploaded_images/DSC_3040-708598.JPG" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;Oremos também pelo Pr. João Nunes, que durante todos os anos anteriores nos deu total apoio na organização da Conferência e neste último ano não pode fazê-lo, visto que está a passar por grandes lutas no que se refere a saúde de sua esposa, a irmã Celeste Nunes. Durante os dias da Conferência, Pr. Nunes precisou se ausentar para tratar da saúde da esposa, fato que nos levou a orar algumas vezes durante o evento. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Oremos pelos pastores que labutam pela causa do Senhor em Portugal. Todos têm suas lutas e dificuldades, especialmente com a frieza e a negação do povo, não só de portugal como de toda a Europa no que se refere às coisas do Senhor Deus. Oremos pelos pastores e líderes que não conhecem as doutrinas da graça, para que possam ter conhecimento e serem transformados, assim como seus rebanhos, para que o Evangelho possa ter o impacto que precisa ter e não ser confundido com qualquer outra coisa desse mundo. &lt;/p&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.blogfiel.com.br/uploaded_images/grupo_oficial-777365.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 196px;" src="http://www.blogfiel.com.br/uploaded_images/grupo_oficial-777322.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Enfim, oremos irmãos para que Deus nos dê a graça de ajudar, naquilo que nos for possivel, no espalhar das Boas Novas para a nação portuguesa. Nós, da Editora Fiel podemos fazer mais. Para isso, precisamos de ajuda dos irmãos. Se o leitor tiver algo no coração que creia que pode nos ajudar nessa tarefa, por favor, faça seus comentários ou mande um email para &lt;a href="mailto:edvanio@editorafiel.com.br" target="_blank"&gt;edvanio@editorafiel.com.br&lt;/a&gt;. &lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;Edvânio Silva&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7891989446850481622-7067266671417218497?l=www.blogfiel.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7891989446850481622/7067266671417218497/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=7891989446850481622&amp;postID=7067266671417218497&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7891989446850481622/posts/default/7067266671417218497'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7891989446850481622/posts/default/7067266671417218497'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.blogfiel.com.br/2009/12/doutrinas-da-graca-em-portugal.html' title='Doutrinas da Graça em Portugal'/><author><name>Tiago Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02988376439251260508</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='18183889654392532106'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7891989446850481622.post-7190740492934159437</id><published>2009-11-25T15:49:00.003-02:00</published><updated>2009-11-25T22:08:44.200-02:00</updated><title type='text'>Dia de ação de graças: A "História da Plantação de Plymouth", de William Bradford</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.blogfiel.com.br/uploaded_images/William-Bradford-743972.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0pt 10px 10px 0pt; WIDTH: 164px; FLOAT: left; HEIGHT: 320px; CURSOR: pointer" border="0" alt="" src="http://www.blogfiel.com.br/uploaded_images/William-Bradford-743968.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;(Escrita entre 1630 e 1648; publicada pela primeira vez nas “Atas” de 1856 da Sociedade Histórica de Massachusetts)&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;William Bradford, natural de Yorkshire, que se juntou à igreja separatista em Scrooby quando ainda menino, era membro do grupo que migrou para a Holanda e depois se fez de vela para a América no &lt;/span&gt;&lt;span style="FONT-STYLE: italic;font-size:85%;" &gt;Mayflower&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;. Eleito governador da Colônia de Plymouth em 1621, ocupou o cargo apenas por breves e infreqüentes intervalos até sua morte, ocorrida em 1657. Sua narrativa, da qual é tirado o trecho que se segue, proporciona manancial valiosíssimo para a história da colônia.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;... Depois de passar longo tempo no mar, toparam com a terra chamada Cabo Cod; a qual, tendo sido encontrada e reconhecida com certeza, os encheu de contentamento. Depois de terem deliberado um pouco entre si e com o capitão do navio, viraram de bordo e resolveram rumar para o sul (sendo o vento e o tempo favoráveis) a fim de encontrar algum lugar à beira do rio Hudson para sua habitação. Mas depois de terem singrado nesse rumo durante metade do dia, viram-se no meio de perigosas e atroadoras ondas de rebentação, e estavam ali tão embaraçados que se supunham em grande perigo; e como o vento, por outro lado, deixasse de soprar sobre eles, resolveram rumar de novo para o Cabo e julgaram-se felizes por safar-se desses perigos antes que a noite os alcançasse, o que, querendo a providência de Deus, conseguiram. E no dia seguinte entraram no fundeadouro do Cabo, onde ficaram em segurança...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tendo assim chegado a bom porto e desembarcado seguros em terra, caíram de joelhos e deram graças a Deus do céu, que os trouxera por sobre o vasto e furioso oceano, e os livrara de todos os perigos e misérias dele, para que pudessem novamente pôr os pés em terra firme e estável, seu elemento próprio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesses princípios duros e difíceis, encontraram descontentamentos e murmurações entre alguns, e falas e atitudes sediciosas em outros; mas estes foram logo debelados e superados pela sabedoria, pela paciência, e pela direção justa e igual das coisas por parte do Governador [John Carver] e seus auxiliares, que se mantiveram fielmente juntos, de um modo geral. Mas o mais triste e lamentável foi que, no espaço de 2 ou 3 meses, metade da companhia morreu, especialmente em janeiro e fevereiro, quando o inverno estava no auge e havia falta de casas e outros confortos; estando os homens atacados de escorbuto e outras moléstias, que a longa viagem e sua incômoda situação lhes acarretaram; desse modo, como morriam, às vezes, 2 a 3 por dia, na supradita ocasião; de cento e tantas pessoas, mal sobraram cinqüenta. E destas, no tempo de maior aperto, havia apenas 6 ou 7 sadias, as quais, seja dito em seu louvor, não se furtaram a trabalhos, nem de dia nem de noite, mas com abundância de lidas e risco da própria saúde, foram buscar lenha para os doentes, fizeram fogueiras para eles, cozinharam-lhes a carne, fizeram-lhes as camas, lavaram suas roupas nauseabundas, vestiram-nos e despiram-nos; numa palavra, realizaram todos os trabalhos grosseiros e necessários que os que têm estômagos delicados e sensíveis não suportam sequer ouvir nomeados; e tudo isso de bom grado e boa cara, sem a menor relutância, mostrando neste ponto o amor verdadeiro que consagravam aos amigos e irmãos. (...) E, todavia, o Senhor sustentou de tal maneira essas pessoas que, no meio da calamidade geral, não se deixaram infeccionar por moléstias nem por quebradeiras. E o que eu disse deles, posso estender a muitos outros que morreram nessa aflição geral, e a outros que ainda vivem, pois enquanto tiveram saúde, ou ainda tinham alguma força, não faltaram aos que deles necessitavam. E não duvido de que sua recompensa esteja com o Senhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas não posso deixar de referir aqui outra passagem notável que não se há de esquecer. Como essa calamidade surgiu entre os passageiros que deviam ser deixados aqui para plantar e foram desembarcados à pressa na praia... (...) Ora, a doença começou a alastrar-se entre os tripulantes também, de modo que quase metade da companhia morreu antes que o navio partisse dali, como aconteceu a muitos oficiais e homens mais vigorosos, como o contramestre, o artilheiro, 3 intendentes, o cozinheiro e outros. (...) Mas entre os da sua companhia surgiu então outro tipo muito diferente de atitude na miséria que afligia os passageiros; porque os que tinham sido antes bons companheiros na bebida e nas reuniões alegres no tempo da saúde e do bem-estar, começaram a desertar uns dos outros nesta calamidade, dizendo não querer arriscar suas vidas por eles, pois se tornariam infectados se fossem ajudá-los em suas cabinas, mesmo porque, depois que eles tivessem morrido por causa disso, pouco ou nada fariam por eles e, portanto, se tivessem de morrer, que morressem. Mas os passageiros que ainda se achavam a bordo lhes deram as mostras que puderam de misericórdia, o que abrandou alguns corações, como o contramestre (e outros), moço orgulhoso, que freqüentemente insultava e escarnecia os passageiros; mas quando ficou fraco, os demais, compadecidos, ajudaram-no; e ele confessou que não merecia ser tratado assim, uma vez que os maltratara por palavras e atos. Vejo agora, disse ele, que mostrais realmente vosso amor de Cristãos uns aos outros, mas nós nos deixamos uns aos outros jazer e morrer como cães...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante todo esse tempo, os índios se esgueiravam sorrateiramente por ali e, às vezes, mostravam-se à distância mas, quando alguém se aproximava, punham-se a correr. E, de uma feita, roubaram os instrumentos dos homens, onde estes tinham estado trabalhando e de onde se tinham ausentado para jantar. Mas lá pelo dia 16 de março, surgiu ousadamente entre eles certo índio e falou-lhes num inglês estropiado, mas que eles compreenderam muito bem, embora se maravilhassem disso. Por fim, interrogando-o, acabaram compreendendo que ele não era daquelas partes, mas pertencia às partes orientais, visitadas por alguns navios ingleses que lá tinham ido para pescar, e que ele ficara conhecendo, podendo nomear vários pelo nome, e com os quais aprendera a língua que falava. Esse índio lhes foi muito útil, familiarizando-os co inúmeras coisas relativas ao estado do país nas partes orientais em que vivia, o que se revelou mais tarde proveitoso para eles; e também com o povo daqui, seus nomes, seu número e sua força; sua situação e distância daquele lugar, e quem era seu chefe. Chamava-se Samaset; falou-lhes também de outro índio chamado Squanto, nativo daquele lugar, que estivera na Inglaterra e falava inglês melhor do que ele. Dispensado, após algum tempo de entretenimento e troca de presentes, voltou pouco depois, em companhia de mais 5, que trouxeram todos os instrumentos roubados dias antes, e preparou o caminho para a chegada do seu grande Sachem, chamado Massasoyt; o qual, 4 ou 5 dias mais tarde, veio com o chefe dos seus amigos e outra comitiva, da qual fazia parte o supracitado Squanto. Com o qual, depois de amistoso entretenimento, ajustaram uma paz (que continua agora há 24 anos)...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois dessas coisas, ele voltou para a sua terra, chamada Sowans, a umas 40 milhas daquele lugar, mas Squanto continuou com eles, e serviu-lhes de intérprete, e foi um instrumento especial mandado por Deus para ajudá-los além das suas expectativas. Ensinou-os a semear o milho, onde pegar peixe e arranjar outros bens, e folhes também piloto para levá-los a lugares desconhecidos em proveito deles, e nunca os deixou até morrer...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Harold C. Syrett (org.), &lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;Documentos Históricos dos Estados Unidos&lt;/span&gt; (São Paulo: Cultrix, 1980), p. 14-15, 19-21.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7891989446850481622-7190740492934159437?l=www.blogfiel.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7891989446850481622/7190740492934159437/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=7891989446850481622&amp;postID=7190740492934159437&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7891989446850481622/posts/default/7190740492934159437'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7891989446850481622/posts/default/7190740492934159437'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.blogfiel.com.br/2009/11/historia-da-plantacao-de-plymouth-de.html' title='Dia de ação de graças: A &quot;História da Plantação de Plymouth&quot;, de William Bradford'/><author><name>Franklin Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09148827301010372094</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='07043642003101200025'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7891989446850481622.post-318659608713465248</id><published>2009-11-23T16:50:00.004-02:00</published><updated>2009-11-23T17:04:21.788-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vida Cristã'/><title type='text'>A Esperança Que Não Morre</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Tiago Santos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.blogfiel.com.br/uploaded_images/1343654884_42db6b15be_b-792531.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 287px; height: 242px;" src="http://www.blogfiel.com.br/uploaded_images/1343654884_42db6b15be_b-792521.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div&gt;A esperança é um sentimento que faz parte do ideário de todo homem. É um sentimento que não requer muita elaboração. O substantivo é derivado do verbo “esperar” e tem suas origens no latim &lt;em&gt;sperantia. &lt;/em&gt;E, em sua acepção mais comum, embora esteja associada ao bem e a valores elevados, em sua essência é sentimento que subjaz nas recamaras mais íntimas de todo homem e pode estar ancorada n’algo nobre e bom, ou em desejos egoístas e maus. O ponto é todo homem aspira algo. Todo coração – sede dos sentimentos – deseja alguma coisa. Os anelos são característica comum ao homem, e, em grande medida, o propulsor de todo avanço humano. A história e a literatura são pródigas em fornecer exemplos que corroboram esta realidade. Desde motivos altivos, como a justiça de Sócrates, exibida em seu embate com Trasímaco no primeiro livro da República de Platão, bem como na epopéia de Camões, ao narrar a heróica empreitada de Vasco da Gama pelos “mares nunca d’antes navegados”, aonde chega a citar a esperança mais de uma dezena de vezes, até às aspirações de conquista e poder que permearam a história da humanidade, como seu viu no nascimento e queda de diversos impérios; enfim, a esperança é o sentimento por trás das ações que provocaram tais progressões.&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Mas, a Palavra de Deus tem empregado esta expressão sempre com um sentido muito próprio. Para o cristão, a esperança é um sentimento muito caro, que se expressa pela fé e ambos são, reconhecidamente, fruto da ação da graça de Deus no coração do homem. Nas Escrituras, a esperança está ligada à essência da vida cristã. Em várias oportunidades, o apóstolo Paulo emprega as expressões fé, esperança e amor para descrever o que deveria tipificar de forma mais fundamental a vida cristã [Rm. 5.2-5; Gl. 5.5,6; 1 Ts. 1.3; 5.8 e 1 Co. 13.13]. Na linguagem do apóstolo Paulo, esses três dons parecem ser essenciais ao cristão, de modo que a vida cristã poderia bem ser resumida pelo exercício deles. A Esperança é um dos &lt;em&gt;dorea&lt;/em&gt; de Deus que, como podemos ver em 1 Co. 13.13, está na galeria dos mais excelentes dons. A esperança do porvir é o que sustenta o cristão neste mundo de trevas e anima seu espírito a continuar caminhando. Na alegoria de John Bunyan, o Peregrino, um dos companheiros de viagem do protagonista era Esperança. Sempre que, em sua jornada, Cristão se via desanimado e em situação de pecado, Esperança foi-lhe um companheiro muito útil, que fazia-lhe lembrar de onde ele tinha saído e para onde estava indo; Esperança foi um grande consolo para Cristão nos momentos mais difíceis de sua jornada. Confortou-lhe quando seu companheiro, Fiel, foi martirizado e acompanhou-o até que Cristão contemplou a cidade celestial à sua frente. Assim deve ser conosco. Paulo tinha grande estima por este dom de Deus porque ele é, de alguma maneira, nosso senso de antecipação do tempo em que estaremos junto de Deus o Pai, na presença de todos os santos, no reino por vir. A esperança é o que distingue o cristianismo da maior parte das seitas. Nós temos um senso de espera; de antecipação; de aguardo, como a noiva aguarda o noivo na beira do altar, assim aguardamos a vinda do reino de Deus, cheio de expectativa e felicidade. Nós nos preparamos para a vinda do cordeiro. A esperança produz esse senso de preparação; de aperfeiçoamento. O Senhor Jesus estimula-nos a anelar pela vinda do reino em sua oração, o Pai nosso: &lt;strong&gt;Venha o teu Reino&lt;/strong&gt;, disse Jesus, como lemos em Mateus 6.9.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A vida de diversos dos heróis da fé é caracterizada justamente pela esperança. A vida de grandes homens de Deus, quando vistas em perspectiva, demonstram como a esperança no Senhor foi fonte de consolo diante de dificuldades e situações extremas cujo desfecho eles não conheciam, mas que, pela esperança na Palavra de Deus, viram sua fé fortalecida e sua confiança, renovada. Vemos isso nos patriarcas, em José, em Moisés, e em muitos outros fieis servos Deus com quem Ele entrou em aliança. A vida do rei Davi, todavia, é uma ilustração viva de como a esperança foi-lhe uma aliada sempre presente e companheira de seus triunfos. Vemos que, num dos momentos mais dramáticos de sua vida, quando, após haver sido ungido como futuro rei de Israel, haver vencido inimigos poderosos, tornado-se, ainda tão jovem, general do exército do rei, casado-se com sua filha, e encontrado grande fama e simpatia entre seus conterrâneos, enfim, após haver alcançado posição tal que, o que se esperaria era tão somente a confirmação da palavra profética de Samuel, então, conforme se acha registrado em 1 Samuel de 18 a 21, uma série de eventos trágicos se desencadeiam, e, perplexo, o grande herói se vê em fuga frenética daquele a quem, d’antes, defendera com a vida e com quem se aparentara, Saul; vê-se indiretamente responsável pela morte de vários dos profetas do Senhor e, finalmente, em desespero, em fuga para a nação mais odiosa, a terra dos filisteus, para a cidade de Golias, e, tendo como aparato de defesa, justamente a espada e escudo de Golias, o que seria, naturalmente, reconhecido pelo povo da cidade e tido como ato de provocação. No auge do desespero, Davi é capaz de lembrar-se da Palavra do Senhor, das promessas do Senhor e de expressar sua resoluta confiança em Deus. Vemos a certeza de sua esperança em todo o Salmo 56, especialmente quando Davi vincula sua esperança à Palavra – Palavra que ele exaltava e louvava. Davi celebrou seu livramento deste episódio pelas palavras do Salmo 34.&lt;/p&gt;A esperança do cristão está ligada à Palavra de Deus e à certeza de que, pela fé, ela se cumprirá.&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Salomão esboça esta realidade com grande destreza no texto de Provérbios 13.12, que diz “&lt;em&gt;A esperança que se adia faz adoecer o coração, mas o desejo cumprido é árvore de vida&lt;/em&gt;”. Aqui, ao empregar o paralelismo próprio dos provérbios judaicos, ele demonstra a realidade acerca da expectativa humana e corrobora o dito popular sobre a esperança: “a esperança é a última que morre”; de fato, a expectação não alcançada traz sofrimento, angustia e desânimo, fazendo “adoecer o coração”. Em palavras mais concretas, ao demonstrar que todo esforço e conquistas humanas são “vapor”, em Eclesiastes, somos confrontados com o fato que, todo esforço e toda esperança do homem são vapor, se não estiverem alicerçados na única fonte verdadeira de alegria e gozo: as promessas do Senhor. A expressão “árvore da vida” é emblemática nas Escrituras. Era a fonte da vida no Jardim e é a planta viçosa do reino porvir. Agostinho “brincou” com as árvores da perdição e da vida ao discorrer sobre sua perdição – na pereira – e sua salvação – no jardim onde havia uma árvore – em suas Confissões. Vemo-la ainda nos Salmo 1 e em Jeremias 17.8 como ilustração do homem que deposita sua confiança, sua esperança no Senhor e em sua Palavra.&lt;/p&gt;John Piper, ao citar Jonathan Edwards e C. S. Lewis em sua pequena obra Plena Satisfação em Deus&lt;a href="#12520d696847f198__ftn1" name="12520d696847f198__ftnref1" title="" id="12520d696847f198__ftnref1"&gt;[1]&lt;/a&gt;, lembra que o maior problema do homem não o fato dele buscar a felicidade, mas o de fazê-lo na fonte errada. A principal fonte de felicidade e alvo peremptório de esperança do homem é Deus, e Ele só pode ser achado em Cristo, o qual, por sua vez, é encontrado no Evangelho da Salvação, a qual encontra o coração do homem pela pregação da Palavra (Rm. 10.17).&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Assim, a santa aliança que Deus estabeleceu com o homem e o compromisso que Ele tem com sua própria glória e Palavra haverão de ser a fonte da mais resoluta, segura e firme esperança de todo homem. Esta esperança não morre, mas ela se cumprirá plenamente. Neste dia, ela se desvanecerá, e apenas o amor permanecerá (1Cor. 13.13).&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;  &lt;hr width="33%" align="left" size="1"&gt;&lt;br /&gt;  &lt;div&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="#12520d696847f198__ftnref1" name="12520d696847f198__ftn1" title="" id="12520d696847f198__ftn1"&gt;[1]&lt;/a&gt; Piper, John. Plena Satisfação em Deus 1ª Ed. (São José dos Campos, SP: Editora Fiel, 2009)&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7891989446850481622-318659608713465248?l=www.blogfiel.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7891989446850481622/318659608713465248/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=7891989446850481622&amp;postID=318659608713465248&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7891989446850481622/posts/default/318659608713465248'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7891989446850481622/posts/default/318659608713465248'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.blogfiel.com.br/2009/11/esperanca-que-nao-morre.html' title='A Esperança Que Não Morre'/><author><name>Tiago Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02988376439251260508</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='18183889654392532106'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7891989446850481622.post-8316070622373681349</id><published>2009-11-06T15:34:00.002-02:00</published><updated>2009-11-06T15:39:45.472-02:00</updated><title type='text'>Meditação Puritana: O Portão da Mente para o Coração</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center; font-weight: bold;"&gt;Stephen Yuille&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Uma definição&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Sobre o tema da meditação puritana, James Packer escreve: “Sabendo que eles próprios eram criaturas de raciocínio, afeições, e vontade, e sabendo que o caminho de Deus para o coração humano (a vontade) é através da cabeça humana (a mente), os puritanos praticaram a meditação, discursiva e sistemática, em todo escopo da verdade bíblica conforme viam-na sendo aplicada a eles mesmos”. De forma similar, Horton Davies descreve a meditação puritana como um “mover das questões intelectuais ao exercício das afeições do coração, a fim de libertar a vontade para se conformar a Deus”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.blogfiel.com.br/uploaded_images/christian-meditation-techniques-727452.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 270px; height: 179px;" src="http://www.blogfiel.com.br/uploaded_images/christian-meditation-techniques-727433.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Esta abordagem à meditação advém da convicção puritana que a vontade é uma faculdade “cega”. De acordo com Edward Reynolds (1599-1676), a vontade “não pode enxergar o bem devido que deveria influenciar sem a assistência de um poder informador” e nem “pode ver o caminho correto que deveria tomar para alcançar aquele bem, sem a direção de um poder condutor”. Este poder “informativo” e “condutor” é o entendimento: a faculdade principal da alma. Quando esta “mais nobre faculdade”, como Stephen Charnock (1628-1673) chama, é “empregada para o objeto mais excelente”, ela informa e conduz a vontade através das afeições para escolher o “bem correto”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com este paradigma firmemente reconhecido, George Swinnock (1627-1673) define a meditação como “uma séria aplicação da mente a algum assunto sagrado, até que as afeições sejam aquecidas e despertadas, e a resolução elevada e fortalecida através disso, contra aquilo que é mal, e por aquilo que é bom”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O método da meditação&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;De acordo com a definição de Swinnock, o método da meditação é uma séria aplicação da mente… até que as afeições sejam aquecidas e despertadas. Este método remonta a Joseph Hall (1574-1656), que afirma que “a prática da verdadeira piedade” depende da meditação – “o melhor aprimoramento do cristianismo”. Ele define essa meditação como “um voltar da mente para algum objeto espiritual, através de diversas formas de discurso, até que nossos pensamentos cheguem a uma conclusão”. Este voltar-se da mente se manifesta de duas formas: “extemporânea” e “deliberada”. Hall foca-se no segundo, buscando descrever o seu “processo”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resumindo, a meditação deliberada “começa no entendimento, e termina na afeição; começa no cérebro, desce ao coração; começa na terra, ascende aos céus, não de repente, mas por determinados passos e degraus até que estejamos no topo”. Hall divide estes “passos e degraus” em duas seções. A primeira se refere à prática da meditação no entendimento. Ela envolve o estudo das verdades divinas de acordo com determinadas “cabeças”: descrição, divisão, efeitos, assuntos, qualidades, contras, comparações, títulos e testemunhos. A segunda se refere à prática da meditação nas afeições. Para Hall, essa “é a própria alma da meditação, para a qual todas as coisas anteriores sevem apenas como um instrumento”. Ela envolve pressionar as verdades divinas sobre as afeições através de sete passos: experimentação, queixa, desejo do coração, confissão, petição, aplicação e confiança. James Ussher (1581-1656) também recomenda essa abordagem dupla, afirmando que o “trabalho” da meditação consiste de “duas faculdades principais da alma. Primeiro, o entendimento, o qual atribuo à memória; em segundo lugar a vontade, o qual atribui às afeições”. A primeira envolve um “chamado à mente”, onde as verdades bíblicas são lembradas e debatidas. A segunda envolve “depositar no coração” essas verdades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Swinnock descreve este “depositar no coração” como “uma consideração séria” ou “um ato de entendimento prático, mediante o qual reflete sobre suas ações e intenções, compara-as com a regra da palavra, e continua para colocar o seu mandamento sobre a vontade e afeições, a fim de colocar o que é bom em ação”. Essa “reflexão” geralmente consiste de solilóquios, que Richard Baxter (1615-1691) define como “questões despertadoras”. Seu objetivo é fazer com que as pessoas sintam a pulsação de sua alma com o propósito da auto-avaliação. Para Ussher, este é o “assunto mais importante” da meditação – “ver como a matéria se encontra entre Deus, e minha própria alma”. Com este objetivo em mente, ele sugere: “Primeiro olhe para trás, e diga, o que eu fiz? Depois olhe para frente e diga, o que farei?” De forma similar, William Gurnall (1617-1679) escreve: “Reflita sobre si mesmo, e pense seriamente sobre o seu próprio comportamento – o que ele tem sido diante de Deus e dos homens ao longo do dia”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O objeto da meditação&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Em sua definição, Swinnock descreve o objeto da meditação como “algum assunto sagrado”. De sua parte, Hall fala “daquelas questões divinas que podem mais que tudo produzir compulsão no coração e levar-nos à devoção”. Ao todo, existem sete assuntos “sagrados” que aparecem de forma proeminente na meditação puritana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro é a majestade de Deus. “Acima de tudo”, escreve Swinnock, “medite na infinita majestade, pureza e misericórdia daquele Deus contra quem tens pecado”. Charnock concorda: “Tenham sempre em vista as excelências de Deus”. Gurnall encoraja seus leitores a meditarem na “infinita santidade de Deus”. Similarmente, Baxter direciona seu público a “mergulhar nas meditações do Todo-Poderoso”, adicionando: “Alguém pensaria que se eu não lhes desse nenhuma outra tarefa, e nem falasse de nenhuma outra questão para a meditação, esta seria suficiente; pois esta é, de certa forma, tudo”. A urgência de Baxter origina-se de sua convicção que o “melhor cristão” é aquele “que tem a mais plena impressão sobre a sua alma, pelo conhecimento de Deus em todos os seus atributos”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O segundo assunto é a severidade do pecado. Para os puritanos, o conhecimento do pecado e o conhecimento de Deus estão inescapavelmente relacionados. Swinnock explica: “O homem nunca chega ao conhecimento apropriado de si mesmo, que miserável deplorável e abominável ele é, até que chegue ao conhecimento apropriado de Deus, a saber, que incomparável majestade Ele é”. Charnock concorda: “Na consideração da santidade de Deus somos relembrados da nossa própria impureza… de forma que sua imensidão deveria nos fazer, segundo nossa própria natureza, parecer pequenos aos nossos próprios olhos”. Em outras palavras, as pessoas chegam a um entendimento apropriado da escuridão do pecado somente à luz da santidade de Deus, porque é então que podem enxergar seu pecado como um ataque contra Deus. Com isto em mente, Joseph Alleine (1634-1668) insta seu público a meditar sobre o “número”, “gravidade”, “deformidade”, e “torpeza” de seus pecados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O terceiro assunto é a beleza de Cristo, que só pode ser devidamente apreciada sobre o pano de fundo da majestade de Deus e a severidade do pecado. De acordo com Alleine: “Enquanto os homens não estiverem cansados e oprimidos, e com seus corações aflitos, não buscarão a cura em Cristo nem perguntarão sinceramente: ‘O que devemos fazer?’”. Quando chegarem a esse ponto, eles verão a beleza do amor de Cristo conforme ele tapa a distância imensurável entre um Deus glorioso e uma criatura pecadora. Isso leva Gurnall a declarar: “Banhe a tua alma com a freqüente meditação do amor de Cristo”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O quarto assunto é a certeza da morte. “Se deseja se exercitar na santidade”, escreve Swinnock, “pense com freqüência no dia da sua morte”. Robert Bolton (1572-1631) direciona seus leitores a ponderar na certeza de que “todos os prazeres, tesouros, e confortos desta vida… precisam todos, diante do choque da morte... ser súbita, completa e eternamente deixados para trás.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O quinto assunto é a finalidade do julgamento. Gurnall lembra: “Certamente você não poderá dormir facilmente enquanto este trompete, que chamará toda a humanidade a julgamento, estiver tocando em seus ouvidos. A razão porque os homens dormem tão tranqüilamente em segurança é que ou não acreditam, ou pelo menos não pensam nisso com a seriedade que se espera”. Com esta letargia em mente, Bolton instrui as pessoas a ponderarem sobre como será dar um relato exato de “todas as coisas feitas na carne”, de testemunhar a revelação de todos os “pecados secretos” e as “vilanias escondidas”, e “ouvir a terrível sentença de condenação a tormentos e horrores eternos”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sexto assunto é a miséria do inferno. Swinnock descreve o inferno como uma miséria “pessoal”, porque os pecadores perdem os “prazeres terrenos”, os “contentamentos carnais”, o “favor espiritual”, “a sociedade de todos os piedosos”, a “esperança”, a sua “preciosa alma” e “o Deus infinitamente bendito”. Da mesma forma, Bolton fala da “privação da gloriosa presença de Deus, e a separação eterna daquelas alegrias, felicidades e bem-aventurança eternas”. Swinnock também descreve o inferno como uma miséria “positiva”, por causa do que os pecadores ganham, explicando que “os perversos deverão no outro mundo se separar de Cristo para o fogo… Eles não somente serão privados de tudo o que é bom… mas também serão cheios de tudo o que é mau”. Nesse momento, eles ganharão uma “perfeição de pecado” e uma “plenitude de angústia”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sétimo assunto é a glória do céu. Em termos de ganho “pessoal”, Swinnock diz que os cristãos obterão liberdade do mal do pecado, ou seja, liberdade de cometer o pecado e de ser tentado ao pecado. Eles também obterão liberdade do mal do sofrimento. Em termos de ganho “positivo”, eles receberão a companhia dos cristãos perfeitos, a comunhão mais próxima com Cristo, e a fruição plena e imediata de Deus. Para Baxter, esse ganho é da maior importância. “Eu não tiraria você de outras meditações”, ele diz, “mas certamente assim como o céu tem a preeminência na perfeição, deveria tê-la também em nossa meditação. Aquilo que nos dará a maior felicidade quando o possuirmos, nos fará mais alegres quando meditarmos nele”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O resultado da meditação&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Através da meditação, o significado destes assuntos “sagrados” é sentido na alma. Um vislumbre da majestade de Deus produz temor e amor. Um senso da severidade do pecado produz tristeza e ódio. Um gostinho da beleza de Cristo incita prazer e desejo. As verdades remanescentes, conhecidas como as “últimas quatro coisas”, produzem aquilo que os puritanos chamavam de uma “mentalidade celestial”. “A pessoa com uma mentalidade celestial”, explica o historiador Dewey Wallace, fica “absorvida nas coisas divinas, distante do mundo, e em profunda comunhão com Deus”. Seu objetivo é “meditar naquele estado, atando seu coração tão próximo de Deus que tudo o mais empalidece e se torna insignificante”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com a definição de Swinnock, este “aquecimento” e “despertar” das afeições levam a uma “elevação” e “fortalecimento” da “resolução” da vontade contra “aquilo que é mal e para o que é bom”. Como Gurnall explica: “As afeições são afetadas quando seu objeto está diante delas. Se amamos uma pessoa, o amor é excitado pela visão dela, ou qualquer coisa que a lembre; se odiamos alguém, nosso sangue ferve muito mais contra ela quando estamos diante da mesma”. Ao meditar nas verdades divinas, o amor é direcionado ao supremo bem (Deus) e o ódio ao supremo mal (pecado). Como resultado, a vontade fica resoluta em buscar a Deus e abandonar o pecado. Para os puritanos, esta “resolução” se manifesta em piedade: conformidade à vontade de Deus. Baxter estava tão convencido deste relacionamento entre meditação e piedade que escreve: “Se, por estes meios, tu não percebes um aumento de todas as tuas graças, não cresce além da estatura dos cristãos comuns, não te tornas mais útil em teu lugar, e mais precioso aos olhos de todas as pessoas com discernimento; se tua alma não desfruta de maior comunhão com Deus, e tua vida não se enche de conforto, e não estás mais preparado para a hora de tua morte: então jogue fora estes conselhos, e acuse-me eternamente de enganador”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Conclusão&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Para os puritanos, portanto, a meditação é essencial para a prática da piedade. Como Baxter observou, “o Espírito usa nosso entendimento para ativar nossas vontades e afeições”. Isto necessariamente implica que a meditação é um dos meios principais pelo qual o Espírito Santo santifica o cristão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É por esta razão que Hall muito lamentou a negligência generalizada da meditação em seus dias, comentando: “Se houver qualquer dever cristão cuja omissão é notoriamente vergonhosa e prejudicial para as almas dos professos, esse é o dever da meditação. Esse é o próprio fim para o qual Deus nos deu nossas almas, de forma que estaremos desperdiçando-a se não a usarmos assim”. As palavras de Hall são tão verdadeiras em nossos dias quanto no dia em que as escreveu, assim como Joel Beeke observa: “Um estorvo para o crescimento entre os cristãos hoje é o nosso fracasso em cultivar o conhecimento spiritual. Falhamos em dar tempo suficiente para a oração e a leitura da Bíblia, e temos abandonado o tempo para a prática da meditação”. Dado este fato, faríamos muito bem em escutar o pedido de Gurnall para “nos retirarmos freqüentemente para fazer algumas meditações que despertem a alma”, lembrando que “se a buscares como a prata e como a tesouros escondidos a procurares; então, entenderás o temor do SENHOR e acharás o conhecimento de Deus” (cf. Pv. 2:5).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Fonte:&lt;/span&gt; &lt;a href="http://www.banneroftruth.org/pages/articles/article_detail.php?834"&gt;http://www.banneroftruth.org/pages/articles/article_detail.php?834&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tradução: Mauricio Fonseca Jr.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7891989446850481622-8316070622373681349?l=www.blogfiel.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7891989446850481622/8316070622373681349/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=7891989446850481622&amp;postID=8316070622373681349&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7891989446850481622/posts/default/8316070622373681349'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7891989446850481622/posts/default/8316070622373681349'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.blogfiel.com.br/2009/11/meditacao-puritana-o-portao-da-mente.html' title='Meditação Puritana: O Portão da Mente para o Coração'/><author><name>Franklin Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09148827301010372094</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='07043642003101200025'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7891989446850481622.post-3565549139277732416</id><published>2009-10-30T14:33:00.001-02:00</published><updated>2009-10-30T14:39:32.033-02:00</updated><title type='text'>Debate para o Esclarecimento do Valor das Indulgências  (95 TESES)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;“&lt;em&gt;Disputatio pro declaratione virtutis  indulgentiarum 1517&lt;/em&gt;”&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;*  * *&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.blogfiel.com.br/uploaded_images/Martin-Luther-1532-799745.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 168px; height: 215px;" src="http://www.blogfiel.com.br/uploaded_images/Martin-Luther-1532-799740.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/center&gt;Por  amor à verdade e no empenho em elucidá-la, discutir-se-á o seguinte em  Wittenberg, sob a presidência do R. P. Martinho Lutero,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mestre de Artes e de Santa  Teologia e Professor Catedrático desta última, naquela localidade. Por esta  razão ele solicita que os que não possam estar presentes e debater com ele oralmente,  o façam por escrito, mesmo que ausentes. Em nome do nosso Senhor Jesus Cristo.  Amém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Ao dizer “Fazei penitência” [o  original apresenta “&lt;em&gt;penitentiam agite&lt;/em&gt;”,  que é citação da Vulgata. O texto grego usa “&lt;em&gt;metanoeite&lt;/em&gt;”, que Almeida RA reproduz mais adequadamente por  “arrependei-vos” (Mt 4.17).] etc., nosso Senhor e Mestre Jesus Cristo quis que  toda a vida dos fiéis fosse penitência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Esta expressão não pode ser  entendida no sentido do sacramento da penitência (isto é, da confissão e  satisfação celebrada pelo ministério dos sacerdotes).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Ela também não se refere  apenas a uma penitência interior; sim, ela não seria penitência se externamente  não produzisse toda sorte de mortificações da carne.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. Por isto a pena também perdura  enquanto houver o ódio da pessoa contra si mesma (isto é, a verdadeira  penitência interior), ou seja, até a entrada para o reino dos céus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. 0 papa não quer nem pode  dispensar de quaisquer penas senão daquelas que ele impôs por decisão própria  ou dos cânones.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6. 0 papa não pode fazer cessar  culpa alguma, senão declarar e confirmar que ela foi perdoada por Deus. Além  disso ele pode sem dúvida remiti-la nos casos reservados para si; se estes  forem desprezados, a culpa permanecerá por inteiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7. Deus não perdoa a culpa de  quem quer que seja, sem que se sujeite em completa humildade ao sacerdote como  a seu substituto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8. Os cânones penitenciais (que  são a prescrição do modo de confessar e expiar) são apenas impostos aos vivos;  nada se deve impor aos moribundos com base nos mesmos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9. Por isso o Espírito Santo nos  beneficia através do papa, quando este, em seus decretos, sempre exclui a  circunstância da morte e da necessidade extrema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10. Agem mal e sem conhecimento  de causa aqueles sacerdotes que ainda reservam aos moribundos penitências  canônicas para o purgatório.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;11. Essa erva daninha, de se  poder transformar a pena canônica em pena do purgatório foi semeada enquanto os  bispos estavam obviamente dormindo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;12. Antigamente se impunham as  penas canônicas não depois, mas antes da absolvição, como verificação da  verdadeira contrição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;13. Através da morte os  moribundos pagam tudo e já estão mortos para as leis canônicas, tendo, por  direito, isenção das mesmas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;14. Piedade ou amor imperfeitos  no moribundo necessariamente trazem consigo grande temor, e tanto mais, quanto  menor for o amor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;15. Este temor e horror por si só  já basta (para não falar de outras coisas) para produzir a pena do purgatório,  uma vez que estão muito próximos da angústia do desespero.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;16. Inferno, purgatório e céu  parecem diferir da mesma forma que o desespero, o semi-desespero e a segurança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;17. Tudo indica que é necessário  diminuir o horror das almas no purgatório, bem como promover o amor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;18. Parece não ter sido provado,  nem à base da razão e nem da Escritura, que elas se encontram fora do estado de  mérito ou da possibilidade de crescimento no amor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;19. Também parece não ter sido  provado que as almas no purgatório estejam certas e seguras de sua felicidade,  ao menos não todas, mesmo que nós, de nossa parte, tenhamos plena certeza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;20. Portanto, sob remissão plena  de todas as penas o papa não entende simplesmente de todas, mas somente  daquelas que ele mesmo impôs.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;21. Erram, portanto, aqueles  apregoadores de indulgências que afirmam que a pessoa é libertada e salva de  toda pena pelas indulgências do papa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;22. Com efeito, ele não dispensa  as almas no purgatório de um único castigo que elas, segundo os cânones (da  igreja), deviam ter saldado nesta vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;23. Se é que se pode dar algum  perdão de todos os castigos a alguém, este se dará somente aos mais perfeitos,  isto é, pouquíssimos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;24. Por isso a maior parte do  povo está sendo necessariamente ludibriada com essa magnífica e indistinta  promessa de absolvição do castigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;25. 0 mesmo poder que o papa tem  sobre o purgatório de modo geral, todo bispo e cura d’almas também o têm em sua  diocese e paróquia em particular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;26. 0 papa faz muito bem ao dar  remissão às almas não pelo poder das chaves (que ele não tem), mas por meio de  intercessão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;27. Pregam doutrina humana  aqueles que dizem, tão logo tilintar a moeda lançada na caixa, a alma sairá  voando (do purgatório).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;28. Certo é que, ao tilintar a  moeda na caixa, pode aumentar o lucro e a cobiça; a intercessão da igreja,  porém, depende apenas da vontade de Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;29. E quem é que sabe se  realmente todas as almas no purgatório querem ser resgatadas? Diz-se que este  não foi o caso com S. Severino e S. Pascoal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;30. Ninguém tem certeza da  veracidade de sua contrição, muito menos de haver conseguido plena remissão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;31. Tão raro como o que é  penitente de verdade é o que recebe autenticamente as indulgências, ou seja, é  raríssimo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;32. Serão condenados em  eternidade, juntamente com seus mestres, aqueles que se julgam seguros de sua  salvação através de carta de indulgência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;33. Deve-se ter muita cautela com  aqueles que dizem serem as indulgências do papa aquela inestimável dádiva de  Deus, através da qual a pessoa se reconcilia com Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;34. Isso porque aqueles favores  das indulgências se referem somente às penas de satisfação sacramental,  determinadas por homens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;35. Não pregam cristãmente os que  ensinam não ser necessária a contrição àqueles que querem resgatar as almas ou  adquirir privilégios confessionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;36. Qualquer cristão  verdadeiramente arrependido tem direito à remissão plena de pena e culpa, mesmo  sem carta de indulgência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;37. Qualquer cristão verdadeiro,  seja vivo, seja morto, tem participação em todos os bens de Cristo e da igreja,  por dádiva de Deus, mesmo sem carta de indulgência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;38. Mesmo assim a remissão e a  participação da mesma pelo papa de forma alguma devem ser desprezadas, porque  (como disse) constituem declaração do perdão divino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;39. Até mesmo para os mais doutos  teólogos é dificílimo exaltar, perante o povo, ao mesmo tempo a liberalidade  das indulgências e a verdadeira contrição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;40. A verdadeira contrição  procura e ama os castigos, ao passo que a abundância das indulgências os  afrouxa e faz odiá-los, havendo ocasião para tanto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;41. Deve-se pregar com muita  cautela sobre as indulgências apostólicas,  para  que o povo não as julgue erroneamente como preferíveis às demais boas obras de  caridade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;42. Deve-se ensinar aos cristãos  que não é pensamento do papa que a compra de indulgências possa de alguma forma  ser comparada com as obras de misericórdia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;43. Deve-se ensinar aos cristãos  que, dando ao pobre ou emprestando ao necessitado, procedem melhor do que se  comprassem indulgências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;44. Ocorre que através da obra de  caridade cresce o amor e a pessoa se torna melhor, ao passo que com as  indulgências ela não se torna melhor, mas apenas mais livre de castigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;45. Deve-se ensinar aos cristãos  que quem vê um carente e o negligencia para gastar com indulgências, obtém para  si não as indulgências do papa, mas a ira de Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;46. Deve-se ensinar aos cristãos  que, se não tiverem bens em abundância, devem conservar o que é necessário para  sua casa, e de forma alguma desperdiçar dinheiro com indulgências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;47. Deve-se ensinar aos cristãos  que a compra de indulgências é livre, e não constitui obrigação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;48. Deve-se ensinar aos cristãos  que o papa necessita mais de orações devotas a seu favor e portanto as deseja  mais, ao distribuir indulgências, do que o dinheiro que se está pronto a pagar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;49. Deve-se ensinar aos cristãos  que as indulgências do papa são úteis, enquanto não depositam nelas a sua  confiança, porém muito prejudiciais quando, de posse delas, perdem o temor de  Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;50. Deve-se ensinar aos cristãos  que, se o papa soubesse das extorsões feitas pelos apregoadores de  indulgências, ele preferiria reduzir a cinzas a basílica de S. Pedro do que  edificá-la com a pele, carne e ossos de suas ovelhas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;51. Deve-se ensinar aos cristãos  que o papa estaria disposto - como é seu dever - a dar do seu dinheiro àqueles  muitos de quem alguns apregoadores de indulgências extraem ardilosamente o  dinheiro, mesmo se para isto fosse necessário vender a basílica de S. Pedro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;52. Vã é a confiança de salvação  conferida pelas cartas de indulgências, mesmo que o comissário ou até mesmo o  próprio papa dessem sua alma como garantia pelas mesmas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;53. São inimigos de Cristo e do papa  aqueles que por causa da pregação de indulgências fazem calar por inteiro a  palavra de Deus nas demais igrejas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;54. Ofende-se a palavra de Deus  quando, em um mesmo sermão, se dedica tanto ou mais tempo às indulgências que  àquela palavra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;55. A atitude do papa é  necessariamente esta: se as indulgências (que são menos importantes) são  celebradas com um toque de sino, uma pompa e cerimônia, o evangelho (que é o  mais importante) deve ser anunciado com uma centena de sinos, pompas e  cerimônias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;56. Os tesouros da igreja, dos  quais o papa concede as indulgências, não são suficientemente mencionados nem  conhecidos junto ao povo de Cristo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;57. Eles, com certeza, não devem  ser de natureza temporal, senão muitos dos pregadores de indulgências não os  distribuiriam com tanta facilidade, antes apenas ficariam a ajuntá-los.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;58. Tampouco consistem eles dos  méritos de Cristo e dos santos, pois estes sempre operam, sem o papa, a graça  do homem interior e ao mesmo tempo a cruz, a morte e o inferno do homem  exterior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;59. S. Lourenço disse que os  pobres da igreja são os tesouros da mesma, empregando, no entanto, a palavra  como era usada em sua época.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;60. Não exageramos ao dizer que  as chaves da igreja, que lhe foram proporcionadas pelo mérito de Cristo,  constituem este tesouro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;61. Pois está claro que, para a  remissão dos castigos e para a absolvição em determinados casos, o poder do  papa por si só é suficiente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;62. 0 verdadeiro tesouro da  igreja é o santíssimo evangelho da glória e da graça de Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;63. Este tesouro, entretanto, é  muito odiado, e com razão, porque faz com que os primeiros sejam Os últimos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;64. Em contrapartida, o tesouro  das indulgências é com razão o mais benquisto, pois faz dos últimos os  primeiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;65. Por esta razão os tesouros do  evangelho foram as redes com que outrora se pescavam os homens de grandes  riquezas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;66. Os tesouros das indulgências,  por sua vez, são as redes com que hoje se pesca a riqueza dos homens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;67. As indulgências apregoadas  pelos seus vendedores como sendo a mais sublime graça, realmente podem ser  entendidas como tal, na medida em que dão boa renda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;68. Estas são, entretanto as  graças mais ínfimas, se comparadas com a graça de Deus e a devoção à cruz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;69. Os bispos e curas d’almas têm  a obrigação de admitir com toda reverência os comissários de indulgências  apostólicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;70. Têm, porém, a obrigação ainda  maior de observar com os dois olhos e atentar com ambos os ouvidos para que  esses comissários não preguem os seus próprios sonhos, em lugar do que lhes foi  incumbido pelo papa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;71. Quem fala contra a verdade  das indulgências apostólicas, seja excomungado e maldito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;72. Aquele, porém, que se  empenhar zelosamente contra a devassidão e licenciosidade de palavras do  pregador de indulgências, seja bendito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;73. Assim como o papa com razão  fulmina 0 aqueles que de alguma forma procuram defraudar o comércio de  indulgências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;74. muito mais deseja fulminar  aqueles que, a pretexto das indulgências, defraudam a santa caridade e verdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;75. A opinião de que as  indulgências papais são tão eficazes a ponto de absolver um homem que tivesse  violentado a mãe de Deus, caso isso fosse possível, é loucura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;76. Em contrapartida, afirmamos  que as indulgências papais não podem anular sequer o menor dos pecados veniais  no que se refere à sua culpa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;77. A afirmação de que nem mesmo  S. Pedro, caso fosse o papa atualmente, poderia conceder maiores graças, é  blasfêmia contra São Pedro e o papa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;78. Afirmamos, ao contrário, que  também este ou qualquer outro papa tem graças maiores a dar, quais sejam o  evangelho, as virtudes espirituais, os dons de curar, etc., como está escrito  em 1 Coríntios 12.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;79. Dizer que a cruz com as armas  do papa, altivamente erguida, se equipara à cruz de Cristo, é blasfêmia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;80. Terão que prestar contas de  sua atitude os bispos, curas d’almas, e teólogos que permitem que semelhantes  conversas sejam difundidas entre o povo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;81. Esta licenciosa pregação de  indulgências faz com que não seja fácil, nem para homens doutos, defender a  dignidade do papa contra calúnias ou perguntas, sem dúvida argutas, dos leigos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;82. Por exemplo: Por que o papa  não evacua o purgatório, por santíssimo amor às almas e pela suprema  necessidade das mesmas, sendo esta de todas as causas a mais justa, já que ele  redime inúmeras almas por meio do tão miserável dinheiro para a construção da  basílica, que constitui uma causa tão insignificante?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;83. Ou: Por que se mantêm as  missas em prol dos defuntos e a memória dos aniversários de falecimento e não  se restitui ou se permite que se recebam de volta as doações efetuadas em favor  deles, quando já não é justo orar pelos redimidos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;84. Ou: Que nova piedade, de Deus  e do papa, é esta, que se permita ao ímpio e inimigo redimir uma alma piedosa e  amiga de Deus mediante dinheiro mas mesmo assim não redime esta mesma alma  piedosa e dileta gratuitamente?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;85. Ou: Estando os preceitos  penitenciais em si já de há muito revogados e mortos de fato por desuso, por  que razão são eles assim mesmo pagos com dinheiro, pela concessão de  indulgências, como se ainda estivessem em pleno vigor?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;86. Ou: Por que o papa, cuja  fortuna hoje é maior que a dos mais ricos Crassos, não constrói com seu próprio  dinheiro, ao invés do de seus pobres fiéis, ao menos esta uma basílica de São  Pedro?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;87. Ou: 0 que é que o papa perdoa  e concede àqueles que pelo arrependimento completo têm direito ao perdão e à  participação plenários?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;88. Ou: Que benefício maior se  poderia proporcionar à igreja, se o papa, como agora o faz uma vez, concedesse  estas remissões e participações cem vezes ao dia a qualquer dos fiéis?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;89. Já que com as indulgências  ele procura mais a salvação das almas do que o dinheiro, por que suspende ele  as cartas de indulgencia outrora já concedidas, se são igualmente eficazes?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;90. Rebater estes argumentos  muito perspicazes dos leigos, somente pela força e sem motivos razoáveis,  significa expor a igreja e o papa à zombaria dos inimigos e desgraçar os cristãos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;91. Se, portanto, as indulgências  fossem apregoadas em conformidade com o espírito e a opinião do papa, estas  objeções poderiam ser facilmente respondidas e nem mesmo teriam surgido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;92. Fora, pois, com todos esses  profetas que dizem ao povo de Cristo “Paz,paz!” sem que haja paz!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;93. Abençoados, porém, sejam  todos os profetas que dizem ao povo de Cristo “Cruz! cruz!”, sem que haja cruz!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;94. Admoestem-se os cristãos que  procuram seguir seu cabeça, Cristo, através de penas, da morte e do inferno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;95. E assim confiem entrar no céu  passando antes por muitas tribulações do que pela segurança da paz infundada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Martinho Lutero. Pelo Evangelho  de Cristo: Obras selecionadas de momentos decisivos da Reforma. Trad.  Walter O. Schlupp. Porto  Alegre: Concórdia &amp;amp; São Leopoldo: Sinodal, 1984. pp. 33-43.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7891989446850481622-3565549139277732416?l=www.blogfiel.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7891989446850481622/3565549139277732416/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=7891989446850481622&amp;postID=3565549139277732416&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7891989446850481622/posts/default/3565549139277732416'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7891989446850481622/posts/default/3565549139277732416'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.blogfiel.com.br/2009/10/debate-para-o-esclarecimento-do-valor.html' title='Debate para o Esclarecimento do Valor das Indulgências  (95 TESES)'/><author><name>Franklin Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09148827301010372094</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='07043642003101200025'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7891989446850481622.post-7276373036338556648</id><published>2009-10-28T08:13:00.002-02:00</published><updated>2009-10-28T08:28:25.481-02:00</updated><title type='text'>Reencarnação e Ressurreição</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Publicado originalmente na Revista Ultimato, v. 270 (1 maio  2001), p. 28-29.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Creio... na ressurreição do corpo” – assim afirma o credo dos apóstolos,  e assim cristãos de tradições tão diversas como católicos, ortodoxos e protestantes  têm unanimemente confessado sua fé através dos séculos.&lt;sup&gt;&lt;a href="#1"&gt;1&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt; A  ressurreição é o alicerce da esperança do crente diante da morte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.blogfiel.com.br/uploaded_images/picture-of-the-garden-tomb-of-jesus-767765.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 264px; height: 185px;" src="http://www.blogfiel.com.br/uploaded_images/picture-of-the-garden-tomb-of-jesus-767723.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A reencarnação&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Dentre todas as idéias que  se opõem à doutrina cristã da ressurreição, talvez a reencarnação seja a alternativa  mais conhecida. Existem variações sobre a noção de reencarnação, mas a idéia  básica é que a nossa  vida atual neste mundo é uma repetição de outras existências vividas em outros  corpos – a alma da mesma pessoa  continua reencarnando, esquecendo as vidas passadas. As vidas futuras das  pessoas são determinadas pela lei do carma, que afirma que os maus atos  passados estão relacionados com a vida presente, e que as ações atuais da  pessoa têm implicações para as vidas futuras. O estado (social e físico) no  qual a pessoa nascerá no futuro é assim determinado. Alguns hindus e budistas  acreditam que a essência que é reencarnada é uma essência impessoal, que quer  dizer que a pessoa em si realmente não existe mais. Diferente do ensino  oriental, a idéia ocidental ressalta um conceito mais otimista da vida, sendo  que o objetivo de múltiplas reencarnações é finalmente unir-se à divindade, se  tornando divino. Em síntese, “todos os ensinos reencarnacionistas baseiam-se  numa cosmovisão monista, mística e ocultista, que promove a divindade essencial  da humanidade, nega a noção de um Deus pessoal soberano e oferece a promessa de  sabedoria esotérica”.&lt;sup&gt;&lt;a href="#2"&gt;2&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Cristo  ressuscitou&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Segundo  C. S. Lewis, “Jesus abriu à força a porta que estava fechada desde a morte do  primeiro homem. Ele encontrou, enfrentou e derrotou o Rei da Morte. Tudo é  diferente porque ele fez isso”. Por isto, a ressurreição de  Cristo faz parte essencial da pregação da Igreja em todos os tempos. A  esperança da futura ressurreição dos crentes depende da ressurreição de nosso  Senhor (1Co 15.1-19). Em sua ressurreição, Cristo venceu a morte para podermos  participar da justiça que em sua morte adquiriu para todos nós (1Co 15.17,  54-55; Rm 4.25; 1Pe 1.3,21). À luz dos métodos historiográficos, a ressurreição  de Jesus é o fato melhor atestado em toda a história. Algumas evidências  históricas da ressurreição são resumidas assim por Scott Horrell:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. O medo do  poder de Roma foi totalmente ignorado quando o selo romano posto sobre o túmulo  foi quebrado;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Tanto  judeus quanto os romanos admitiram que o túmulo estava vazio. Ninguém podia  achar ou mostrar o corpo – por isto, o silêncio dos judeus é tão significativo  quanto o falar dos cristãos;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. De alguma  maneira, diante da guarda romana, a pedra de quase duas toneladas foi removida  da entrada do túmulo;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. Uma guarda  militar romana, altamente disciplinada, deixou seu posto e precisou ser  subornada pelas autoridades para mentir sobre o que realmente aconteceu. Foi  justamente para evitar o roubo do corpo que a guarda foi exigida (Mt 27.64s);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. A mortalha,  intacta, não continha o corpo. João Crisóstomo, bispo de Constantinopla, notou  que ladrões não poderiam roubar o corpo nu, porque demora-se muito para tirar o  linho: “ele [o corpo] foi enterrado com muita mirra, que cola o linho ao corpo  assim como o chumbo” (&lt;em&gt;Hom&lt;/em&gt;. 54, sobre  João 4);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6. Mais tarde,  Cristo apareceu a mais de quinhentas testemunhas, em diferentes situações, e a  maioria ainda estava viva quando Paulo escreveu 1Coríntios, entre 55 e 56 d.C.  – cerca de 25 anos após a ressurreição;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7. Flavio  Josefo, historiador judeu do final do século I, disse: “Das mulheres, nenhuma  evidência será aceita, por causa da frivolidade e temeridade do seu sexo” (&lt;em&gt;Antiguidades&lt;/em&gt; iv.8.15). Por causa da desconsideração do judaísmo antigo em relação à  confiabilidade das mulheres, se a história da ressurreição fosse realmente uma  manipulação, elas nunca teriam sido escolhidas para serem as primeiras  testemunhas do fato;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8. A evidência  conclusiva contra a possibilidade de que os discípulos roubaram o corpo é a  disponibilidade dos discípulos de sofrer e até morrer por sua fé, crendo que  realmente houve a ressurreição do Senhor – e isto depois de terem fugido e se  escondido durante a crucificação;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9. É  importante perceber que não existe evidência para qualquer tentativa de  refutação da ressurreição de Cristo, por parte de seus adversários, nos  primeiros séculos do cristianismo. A igreja foi construída sobre este fato: que  Jesus Cristo, uma vez crucificado, ressuscitou dentre os mortos;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10. No fim, há  uma ausência total de outras explicações satisfatórias para o fenômeno da  ressurreição de Cristo; qualquer outra teoria não responde a toda a evidência.&lt;sup&gt;&lt;a href="#3"&gt;3&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Nossa ressurreição&lt;/strong&gt;&lt;sup&gt;&lt;a href="#4"&gt;4&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  As Escrituras são claras em prometer ressurreição aos que  crêem. Ela é ensinada no Antigo Testamento explicitamente (cf. 1Sm 1.6; Sl  16.10; Os 6.1s; Ez 37.1-14; Is 53.10-12; Is 26.13-19; Dn 12.1s) e  implicitamente (cf. Gn 5.24; Jó 33.18-28; Sl 30.3; 49.14s; 55.15s; 2Rs 2.9-11;  Jn 2.1-9). É significativo que Jesus e os autores do Novo Testamento  sustentaram que o Antigo Testamento ensina a ressurreição (Mc 12.24-27; At  2.24-32; 13.32-37; Hb 11.9). No Novo Testamento, esta foi uma das doutrinas  mais elaboradas, principalmente nas epístolas de Paulo (1Co 15.1-58; 2Co  5.15-17; 1Ts 4.16s), sendo mencionada em quase todos os escritos (At 1.22;  2.24, 32; 3.15; 13.29s; Hb 6.1s; 11.19, 35; 1Pe 1.3-4; 3.19s; Ap 1.5; 5.9-10;  20.5-15). O Novo Testamento afirma unanimemente que Deus vai ressuscitar os  mortos e que isso não é considerado algo difícil demais para Ele fazer (At  26:8).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A realidade de nossa ressurreição é ensinada através de  dois fatos. O primeiro é que Jesus foi ressuscitado no mesmo corpo no qual Ele  morreu. Em Lucas 23.39, vemos que Jesus não ressuscitou apenas na forma do  espírito, mas fisicamente. O segundo é que nós teremos corpos iguais ao corpo  de Cristo. Ele é “as primícias dos que dormem” (1Co 15.21). Esta ressurreição  implica uma continuidade entre o corpo físico que temos agora e o corpo que  teremos no futuro. Os próprios santos martirizados serão incluídos na  ressurreição (Ap 20.5) e haverá mútuo reconhecimento (Mt 8.11; Lc 13.28).  Quanto a outros benefícios que os crentes recebem de Cristo na ressurreição, o &lt;em&gt;Breve  Catecismo de Westminster &lt;/em&gt;afirma: “Na ressurreição, os crentes, sendo  ressuscitados em glória, serão publicamente reconhecidos e absolvidos no dia do  juízo, e tornados perfeitamente felizes no pleno deleite de Deus, por toda a  eternidade”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A continuidade  entre o corpo presente e o futuro é também marcada por algumas mudanças. Mateus  22.30 diz que no céu seremos como os anjos, não casados. É discutível se isso  quer dizer que não existirá macho e fêmea no céu, mas as relações sexuais não  continuarão. O corpo ressuscitado de Cristo tinha o poder de aparecer de  repente entre os discípulos (Lc 24.36), mas era ainda um corpo físico (Jo  20.24-28). O corpo no estado futuro terá capacidades além daquelas que tem  agora. O corpo será próprio para a existência celestial que teremos. Serão  corpos perfeitos, sem corrupção, poderosos e gloriosos (1Co 15.35-58).  Estaremos livres das imperfeições e das necessidades que tínhamos na terra. Em  1Co 15.50, Paulo diz que carne e sangue não podem herdar o reino de Deus, mas  isso não elimina a possibilidade de uma ressurreição física. O corpo pode ser  diferente do que é agora e ainda ser composto de matéria física. Como o  puritano Richard Sibbes disse, “Deus prepara nossa  alma aqui para possuir um corpo glorioso no porvir; e preparará o corpo para  receber uma alma gloriosa”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ressurreição:  obra do Deus triúno&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Todos os membros da Trindade estão envolvidos na ressurreição dos  crentes. Em alguns casos, se diz simplesmente que Deus ressuscita os mortos,  sem especificar nenhuma pessoa (Mt 22.29; 2Co 1.9). Mas a ressurreição é também  mencionada como obra do Pai por meio do Espírito Santo (Rm 8.11). Mais  particularmente, porém, a obra da ressurreição é atribuída ao Filho (Jo 5.21,  25, 28, 29; 6.38-40, 44, 54; 1Ts 4.16), sendo destacado que há uma ligação  especial entre a ressurreição de Cristo e a nossa ressurreição (1Co 15.12-14).&lt;sup&gt;&lt;a href="#5"&gt;5&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em conclusão, cristãos crêem com convicção que “aos  homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo, depois disto, o juízo” (Hb  9.27), e por isto têm repudiado o ensino da reencarnação como uma séria e mortífera  distorção da fé evangélica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;------------------------------------------------------------------------------&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Notas:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name="1" id="1"&gt;1.&lt;/a&gt; Este ponto precisa ser bem enfatizado, pois em anos  recentes, alguns têm suposto erroneamente que a igreja aceitava a reencarnação,  em seu início. A igreja cristã nunca ensinou ou creu na reencarnação. Isto pode  ser facilmente confirmado numa consulta ao &lt;em&gt;Didaquê&lt;/em&gt; 16.6 e às obras de  Inácio de Antioquia (&lt;em&gt;Trall&lt;/em&gt;. 9.2), Clemente de Roma (&lt;em&gt;1 Clem&lt;/em&gt;.  24-26), Justino (&lt;em&gt;1 Apol&lt;/em&gt;. 18s.), Irineu de Lião (&lt;em&gt;Adv&lt;/em&gt;. &lt;em&gt;haer&lt;/em&gt;.  1.6.2; 1.27.3; 5.1.2) e Tertuliano (&lt;em&gt;De ressurr&lt;/em&gt;. &lt;em&gt;carn&lt;/em&gt;.). Mesmo  Orígenes, o controverso pai alexandrino, cria na ressurreição do corpo (&lt;em&gt;De  princ&lt;/em&gt;. 2.10; 3.6.6). A reencarnação foi ainda repetidamente rejeitada pelos  Concílios de Lião (1274) e Florença (1439), bem como pelo do Vaticano II (1965, &lt;em&gt;Lumen Gentium&lt;/em&gt;, 48). Em anos mais recentes, Rudolf Bultmann tentou negar  a historicidade da ressurreição, reinterpretando-a em termos de linguagem  mitológica, sendo refutado pelos trabalhos de Oscar Culmann (&lt;em&gt;Christ and time&lt;/em&gt;;&lt;em&gt; Immortality of the soul or resurrection of the body?&lt;/em&gt;), Herman Ridderbos (&lt;em&gt;Bultmann&lt;/em&gt;)  e Wolfhart Pannenberg, entre outros. A importância da doutrina da ressurreição  na pregação e ensino cristãos pode ser facilmente comprovada a partir do estudo  das obras de cristãos com métodos teológicos tão diferentes como Agostinho de  Hipona (&lt;em&gt;Enchir&lt;/em&gt;. 84-87; &lt;em&gt;De civ. dei&lt;/em&gt; 22.20.1; 22.19), Tomás de  Aquino (&lt;em&gt;Expositio super Symbolo Apostolorum&lt;/em&gt;), João Calvino (&lt;em&gt;Inst&lt;/em&gt;.  3.25) e Karl Barth (&lt;em&gt;Church Dogmatics&lt;/em&gt; 3.2.47; 4.1.59), ou com uma  consulta aos principais catecismos e confissões de fé da igreja cristã.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name="2" id="2"&gt;2.&lt;/a&gt; R. M. Enroth, “Reencarnação” em Walter Elwell (ed.), &lt;em&gt;Enciclopédia histórico-teológica da Igreja cristã, &lt;/em&gt;vol. III(São  Paulo: Vida Nova, 1990), p. 248. Para um contraste entre a cosmovisão cristã e  a cosmovisão panteísta, ver Norman L. Geisler &amp;amp; J. Yutaka Amano, &lt;em&gt;Reencarnação:  o fascínio que renasce em cada geração&lt;/em&gt; (São Paulo: Mundo Cristão, 1994), p.  101, 134, 141.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name="3" id="3"&gt;3.&lt;/a&gt; J. Scott Horrell, &lt;em&gt;Apostila de teologia sistemática&lt;/em&gt;.  4a. ed. (São Paulo: FTBSP, 1990), p. 66-68.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name="4" id="4"&gt;4.&lt;/a&gt; Millard Erickson, &lt;em&gt;Introdução à teologia sistemática &lt;/em&gt;(São Paulo: Vida Nova,  1997), p. 502-505.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name="5" id="5"&gt;5.&lt;/a&gt; Louis Berkhof, &lt;em&gt;Teologia sistemática&lt;/em&gt; (Campinas: Luz para o Caminho, 1990), p.  728.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7891989446850481622-7276373036338556648?l=www.blogfiel.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7891989446850481622/7276373036338556648/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=7891989446850481622&amp;postID=7276373036338556648&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7891989446850481622/posts/default/7276373036338556648'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7891989446850481622/posts/default/7276373036338556648'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.blogfiel.com.br/2009/10/reencarnacao-e-ressurreicao.html' title='Reencarnação e Ressurreição'/><author><name>Franklin Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09148827301010372094</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='07043642003101200025'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7891989446850481622.post-5278401622837918727</id><published>2009-10-19T16:51:00.003-02:00</published><updated>2009-10-19T17:14:10.072-02:00</updated><title type='text'>Em Busca de uma Teologia da Estética!</title><content type='html'>&lt;b&gt;Pr Luiz Sayão&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.blogfiel.com.br/uploaded_images/Rembrandt_Christ_In_The_Storm_On_Th-757420.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 190px; FLOAT: left; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" border="0" alt="" src="http://www.blogfiel.com.br/uploaded_images/Rembrandt_Christ_In_The_Storm_On_Th-757419.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;A fé cristã teve uma trajetória traumática com as manifestações artísticas. Desde o início do cristianismo a relação entre fé e arte sempre foi de suspeita. Por que será que isso aconteceu? De onde veio essa ruptura? Tem explicação?&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os judeus e os primeiros cristãos sempre contemplaram as manifestações artísticas dos pagãos e dificilmente dissociavam uma coisa da outra. A arte dos egípcios, babilônios, filisteus, gregos e romanos estava repleta de idolatria e de imoralidade. Não é difícil entender a repulsa de judeus e cristãos a tais manifestações.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Além disso, foi o próprio Deus que proibiu a confecção de imagens de escultura (Êx 20.4-5) como objeto de culto. O mandamento foi levado a sério pelos judeus. Não temos quase nada de esculturas hebraicas dos tempos bíblicos. No cristianismo primitivo a tendência prosseguiu. Todos sabem que a controvérsia das imagens foi um dos principais problemas da história da igreja. Até hoje católicos e protestantes têm linhas demarcadas em torno da questão.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na área da música, as coisas também foram complicadas. O Novo Testamento fala pouco de música cantada na igreja. A igreja cristã sempre temeu que a música se tornasse um ídolo que prejudicasse a adoração genuína. O canto gregoriano tornou-se um estilo musical que evitava os desvios da alma. O problema persistiu na época da Reforma. O zelo por uma espiritualidade genuína e o medo da idolatria muito limitaram a expressão estética. Instrumentos musicais foram vistos com desconfiança. Os calvinistas mais radicais mostraram essa ruptura. Houve até mesmo uma destruição em massa de órgãos na Escócia. Graças à tradição luterana alemã, a música protestante teve força cultural e depois foi exportada para outros ambientes. O fato é que essa tradição de reticência com a arte teve efeito no evangelicalismo anglo-saxão e chegou também ao Brasil.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em terras brasileiras a arte entre evangélicos teve outro agravante. Como era proibido construir templos no início da história protestante, nossos templos pareciam “caixotes da fé”, com pouquíssima referência estética. Além disso, por sua identidade anti-católica, símbolos como a cruz entre outros também foram abolidos. Em resumo, nossa herança estética é mínima. Por que tão grande divórcio?&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Antes de iniciarmos qualquer preteritoclastia, é preciso observar que o problema da ruptura com a arte surgiu da leitura da própria Bíblia.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Quando lemos a gênese da arte nas Escrituras, ficamos assustados. Tudo começa com a família de Caim. A arte começa num ambiente anti-Deus, com características más como independência de Deus, imoralidade e violência. O toque final da estética de Caim aparece na figura da Cidade, resumo daquela civilização anti-Deus:&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN-BOTTOM: 0pt; MARGIN-LEFT: 35.4pt; MARGIN-RIGHT: 0cm" class="MsoNormal"&gt;&lt;sup&gt;&lt;span style="font-family:'Times New Roman',serif;font-size:10;"&gt;19&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;span style="font-family:'Times New Roman',serif;font-size:10;"&gt;&lt;span class="Apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;Lameque tomou duas mulheres: uma chamava-se Ada e a outra, Zilá.&lt;span class="Apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;sup&gt;20&lt;/sup&gt;&lt;span class="Apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;Ada deu à luz Jabal, que foi o pai daqueles que moram em tendas e criam rebanhos.&lt;span class="Apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;sup&gt;21&lt;/sup&gt;&lt;span class="Apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;O nome do irmão dele era Jubal, que foi o pai de todos os que tocam harpa e flauta.&lt;span class="Apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;sup&gt;22&lt;/sup&gt;&lt;span class="Apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;Zilá também deu à luz um filho, Tubalcaim, que fabricava todo tipo de ferramentas de bronze e de ferro. Tubalcaim teve uma irmã chamada Naamá.&lt;sup&gt;23&lt;/sup&gt;&lt;span class="Apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;Disse Lameque às suas mulheres: “Ada e Zilá, ouçam-me; mulheres de Lameque, escutem minhas palavras: Eu matei um homem porque me feriu, e um menino, porque me machucou. (Gn 4.19-23 – NVI)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Mas a pergunta que devemos fazer é: será que o início da estética compromete plenamente sua manifestação? O problema está na arte ou no coração do homem? Deus criou tudo bom e bonito (cf. o hebraico: Gn 1.31). Na verdade, Deus é o Senhor de toda arte! Ele é o Deus da estética. Por isso, vejamos outros enfoques estéticos nas Escrituras. Em Êxodo 31.1-7 (NVI), há um texto bíblico surpreendente:&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN-BOTTOM: 0pt; MARGIN-LEFT: 35.4pt; MARGIN-RIGHT: 0cm" class="MsoNormal"&gt;&lt;sup&gt;&lt;span style="font-family:'Times New Roman',serif;font-size:10;"&gt;1&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;span style="font-family:'Times New Roman',serif;font-size:10;"&gt;&lt;span class="Apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;Disse então o Senhor a Moisés:&lt;span class="Apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;sup&gt;2&lt;/sup&gt;&lt;span class="Apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;“Eu escolhi Bezalel, filho de Uri, filho de Hur, da tribo de Judá,&lt;span class="Apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;sup&gt;3&lt;/sup&gt;e o enchi do Espírito de Deus, dando-lhe destreza, habilidade e plena capacidade artística&lt;span class="Apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;sup&gt;4&lt;/sup&gt;&lt;span class="Apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;para desenhar e executar trabalhos em ouro, prata e bronze,&lt;span class="Apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;sup&gt;5&lt;/sup&gt;&lt;span class="Apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;para talhar e esculpir pedras, para entalhar madeira e executar todo tipo de obra artesanal.&lt;span class="Apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;sup&gt;6&lt;/sup&gt;&lt;span class="Apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;Além disso, designei Aoliabe, filho de Aisamaque, da tribo de Dã, para auxiliá-lo. Também capacitei todos os artesãos para que executem tudo o que lhe ordenei:&lt;span class="Apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;sup&gt;7&lt;/sup&gt;&lt;span class="Apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;a Tenda do Encontro, a arca da aliança e a tampa que está sobre ela, e todos os outros utensílios da tenda...&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Como pode o Deus que proibiu “fazer imagens de escultura” ordenar a confecção artística do tabernáculo (Êxodo 25 a 40), o que incluía a imagem de dois querubins! E o texto ainda diz que a capacidade de criar e expressar o Belo veio do Espírito de Deus! Começa aqui uma história de redenção da arte. Deus condenava a idolatria, mas nunca foi seu objetivo destruir a própria arte.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Prosseguindo pela Bíblia, vamos encontrar arquitetura e estética espacial no templo de Salomão, música muito elaborada nos Salmos e em outras partes, muita poesia cuidadosamente trabalhada em grande parte de toda a Bíblia. Há inclusive uma espécie de encenação dramática nos profetas (Ezequiel). Deus é o Senhor de toda arte!&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mesmo que a motivação de muitos cristãos tenha sido sincera, muito da teologia da estética presente na Bíblia não foi percebido por eles. Por isso, herdamos um cristianismo de expressão tão sisuda, e às vezes melancólica, que tem dificuldades de dialogar com a estética e com a cultura nacional contemporânea.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A questão é muito séria porque a arte tornou-se fundamental para a sociedade contemporânea. É o principal meio de veiculação de conteúdo. O pensador Francis Schaeffer criticou a atitude de afastar-se da arte comum do evangelicalismo americano no início do século 20. Isso foi mortal para a igreja, pois a música e as artes cênicas tornaram-se monopólio do pensamento secular. O conservadorismo entregou as novas formas de expressão ao mundo não cristão, facilitando a formação de uma geração secular e pagã! Por isso, a igreja precisa redescobrir o valor e o poder da arte. Mesmo que seu início na história bíblica seja maculado e que seu transcurso histórico esteja muito marcado pelo pecado, na Bíblia Deus redime a arte, para a sua honra e sua glória. Hoje, é possível vermos criações artísticas que surgiram longe dos arraiais da fé, serem usados por Deus para o benefício do reino. O que era para o mal, tornou-se bem! Deus dá um nó no Mal!&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A vitória de Deus é extraordinária. Vale observar que o Apocalipse termina a Bíblia cheio de arte e cheio de muita música. Até a Cidade, símbolo da arte e do progresso do mal, é transformada em bênção (Ap 21.1-4). Que Deus use cada Bezalel e Aoliabe de hoje. Nunca a relevância do artista cristão foi tão importante na história!&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7891989446850481622-5278401622837918727?l=www.blogfiel.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7891989446850481622/5278401622837918727/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=7891989446850481622&amp;postID=5278401622837918727&amp;isPopup=true' title='24 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7891989446850481622/posts/default/5278401622837918727'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7891989446850481622/posts/default/5278401622837918727'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.blogfiel.com.br/2009/10/em-busca-de-uma-teologia-da-estetica.html' title='Em Busca de uma Teologia da Estética!'/><author><name>Franklin Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09148827301010372094</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='07043642003101200025'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>24</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7891989446850481622.post-5020576925174803057</id><published>2009-10-13T16:35:00.004-03:00</published><updated>2009-10-14T15:42:54.731-03:00</updated><title type='text'>A Cruz e o Ministério Cristão – D. A. Carson</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Prezados leitores,&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;A Editora Fiel acaba de lançar o livro “&lt;a href="http://editorafiel.com.br/detalhes.php?id=9163" target="_blank"&gt;A Cruz e o Ministério Cristão&lt;/a&gt;”, de D. A. Carson. É com alegria que anunciamos este lançamento e o recomendamos com muito vigor.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Embora este livro tenha sido composto originalmente há quase 16 anos, sua mensagem é muito atual e vital para todo cristão e, sobretudo, àqueles que se engajam no ministério cristão. Dr. Carson demonstrará, numa análise muito pertinente, precisa e exegética dos 4 primeiros capítulos e do capítulo 9 de 1 Coríntios, que a base de todo serviço cristão ao qual o homem foi por Deus comissionado é a cruz de Cristo. Muitos líderes cristãos que têm lido este livro têm-no reputado como uma obra de referência e uma leitura fundamental, inspiradora e instrutiva para quem está envolvido no ministério.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;O livro foi lançado na &lt;i&gt;25ª conferência Fiel para Pastores e Líderes&lt;/i&gt; em Águas de Lindóia, que aconteceu entre os dias 5 a 9 de outubro e teve o pró&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;prio Dr. Carson como um dos preletores. Mais de 500 cópias foram vendidas na livraria da conferência.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;O texto que segue, é a apresentação deste livro feita pelo Dr. Luiz Sayão.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic; "&gt;Tolle e Lege.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Tiago Santos&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align: center;"&gt;APRESENTAÇÃO À EDIÇÃO EM PORTUGUÊS DE:&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://editorafiel.com.br/detalhes.php?id=9163" target="_blank"&gt;A CRUZ E O MINISTÉRIO CRISTÃO – D. A. CARSON&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align: center;"&gt;&lt;img src="http://www.blogfiel.com.br/uploaded_images/a_cruz_e_o_ministerio-798356.jpg" style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 213px; height: 320px;" border="0" alt="" /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-size:13px;"&gt;Um dos temas mais discutidos atualmente no ministério cristão é questão da liderança. Centenas de títulos têm sido escritos sobre este assunto em todo o mundo evangélico. É fato consumado que o crescimento das igrejas evangélicas aliado ao apelo do enfoque gerencial e gestorial tem produzido uma efervescência sem precedentes sobre o assunto. Com toda a certeza, a palavra liderança está na ordem do dia.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-size:13px;"&gt;Apesar do grande interesse no assunto, poucos estudos bíblicos fundamentados numa exegese segura das Escrituras têm sido disponibilizados nos últimos tempos. Parece que a Bíblia tornou-se uma referência secundária para muitos. Em minha perspectiva, vivemos uma situação dramática: autores de perfil prático falam de liderança sem qualquer fundamentação exegética, enquanto que autores de perfil teológico e técnico pouco escrevem sobre questões práticas do cotidiano ministerial.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-size:13px;"&gt;Foi nesse incômodo vazio literário que surgiu este opúsculo elaborado pelo conhecido estudioso do Novo Testamento D A Carson. O renomado erudito canadense é hoje um dos autores mais prolíficos e premiados da área bíblica no mundo de fala inglesa. Sem dúvida alguma, trata-se de um nome de peso que em muito tem contribuído para os estudos teológicos e exegéticos nas últimas décadas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-size:13px;"&gt;A partir de uma exposição de trechos escolhidos da epístola de Paulo de 1 Coríntios, Carson aborda exegética e expositivamente elementos fundamentais do texto que são úteis para a condução do ministério cristão. Deve ser destacado aqui que esta carta paulina tem muito a nos ensinar, visto que o apóstolo dos gentios discute questões essenciais para a prática da liderança e a condução do ministério cristão no contexto confuso de Corinto.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-size:13px;"&gt;Como se pode facilmente perceber na leitura da obra, a ênfase do opúsculo de Carson é a cruz, marca do cristianismo bíblico. Em dias quando o mero pragmatismo tem sugerido que um bom líder cristão é apenas um gestor operacional eficiente que conhece elementos básicos de psicologia, Carson recupera o tom ético, marcado pela valiosa alteridade que permeia a espiritualidade neotestamentária. Em resumo, veremos que não é possível ser um líder sem desafiar o egoísmo e o pecado que está em nós e que prejudica o ministério cristão.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-size:13px;"&gt;Está de parabéns a Editora Fiel pela escolha de uma obra tão sucinta, prática, objetiva e séria. Absolutamente relevante e útil para a igreja evangélica brasileira.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-size:13px;"&gt;Luiz Sayão  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10pt;"&gt;Pastor da Igreja Batista Nações Unidas, em São Paulo&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7891989446850481622-5020576925174803057?l=www.blogfiel.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7891989446850481622/5020576925174803057/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=7891989446850481622&amp;postID=5020576925174803057&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7891989446850481622/posts/default/5020576925174803057'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7891989446850481622/posts/default/5020576925174803057'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.blogfiel.com.br/2009/10/cruz-e-o-ministerio-cristao-d-carson.html' title='A Cruz e o Ministério Cristão – D. A. Carson'/><author><name>Tiago Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02988376439251260508</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='18183889654392532106'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7891989446850481622.post-685998592147244328</id><published>2009-09-22T09:17:00.007-03:00</published><updated>2009-10-13T17:10:04.067-03:00</updated><title type='text'>O Cristão Como Embaixador de Cristo: Alguns Equívocos</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;Leonardo Sahium&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;“De sorte que somos embaixadores em nome de Cristo, como se Deus exortasse por nosso intermédio” 2 Co 5.20&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 281px; DISPLAY: block; HEIGHT: 108px; CURSOR: hand" border="0" alt="" src="http://www.blogfiel.com.br/uploaded_images/IMG_16-707969.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No artigo anterior &lt;a href="http://www.blogfiel.com.br/2009/07/o-cristao-como-embaixador-de-cristo.html" target="_blank"&gt;O Cristão Como Embaixador de Cristo&lt;/a&gt; escrevi sobre o cristão como embaixador de Cristo. Sempre que se faz uma exposição positiva de uma função, logo aparece o contraponto. Como vimos o embaixador tem grande responsabilidade, é bem preparado e desenvolve com seriedade e profundo compromisso sua missão. Busquei traçar em poucas linhas um perfil básico de um embaixador. Agora, neste artigo, farei uma análise dos equívocos desta função, quando exercida de maneira irregular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;Um embaixador cristão não é um representante de si mesmo&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um verdadeiro bombardeio de filosofias, e conceitos seculares, invade nossas casas todos os dias. A televisão, e suas novelas melosas, os programas de auto-ajuda, as famílias sendo expostas em seus conflitos mais íntimos, o sucesso de um e o fracasso do outro, tudo isso entra em nossa casa pela tela da televisão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se olharmos para o outro lado,observaremos a música, com uma letra que raras vezes se deixa embriagar pela boa poesia, mas que, na maioria das vezes se contamina pela insensatez egocêntrica. Milhares de livros de auto-ajuda decoram as prateleiras das livrarias, e seus autores rodam o mundo divulgando suas fórmulas repetitivas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O homem moderno descobre uma ausência de significado que aumenta a medida que se distancia mais e mais da proposta de Deus para ele.Este homem é o primeiro a buscar significado e realização em si mesmo. Romeiro comenta:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN-LEFT: 35.4pt"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;O desenvolvimento tecnológico das últimas décadas abriu largas avenidas para a pregação do Evangelho por meio da mídia, principalmente pelo rádio e pela televisão, dando assim acentuada visibilidade a um fenômeno muito antigo e nada recomendável: O culto à personalidade(ROMEIRO, 1995, p.51).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;Este homem, adorador por natureza, substitui o objeto de sua adoração, trocando o criador pela criatura(Rm 1.18-32). Quando falamos daqueles que deveriam ser os representantes de Cristo, percebemos que mesmo eles engrossam as fileiras do culto a personalidade. Na liderança evangélica este pecado é possível e se torna mais evidente e triste, pois abusa de uma qualidade que lhes é inerente, na maioria das vezes, o carisma. Este fator é muito parecido com o fermento dos fariseus, que eram movidos pelo desejo de alcançar o prestígio espiritual (MACARTHUR,1997).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este carisma a serviço do culto à personalidade é a grande armadilha em que muitos cristãos têm caído. No afã de alcançar o sucesso, de se firmar profissionalmente e de se auto-afirmar como pessoa, muitos têm se tornado embaixadores de si mesmos, e não de Cristo. Não é difícil encontrar cristãos recheados desta confusão de atributos; eles estão sempre procurando uma nova fórmula de bem-aventurança para ensinar, mas que não encontra em sua raiz a Palavra de Cristo e não caminha para a glória de Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;Um embaixador cristão não é alguém que escolheu ser embaixador&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O apóstolo Paulo tinha uma consciência muito grande do chamado de Deus. Em várias cartas ele escreve sobre a vontade de Deus sobre seu apostolado. Cada cristão foi chamado para viver como um proclamador da mensagem de Cristo, não como apóstolo, mas como um missionário que leva a palavra de salvação, a pregação do reino de Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deus é soberano. Como ser eterno, seus propósitos, projetos e planos não estão à mercê de uma vontade humana. Como diz Paulo, Deus é o oleiro e tem o direito de fazer com o barro (o homem) o que bem lhe aprouver, independente do querer humano, da permissão ou vontade desta criatura (Rm 9). Se existe uma mensagem que precisa ser resgatada com muita urgência, é a mensagem da soberania de Deus. O pecado nos conduz a uma degeneração de valores e visão acerca de nós mesmos, do próximo e de Deus.Lloyd-Jones explica:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN-LEFT: 35.4pt"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;A história da Igreja, no per passar dos séculos, mostra com muita clareza que não há nada de estático na vida da Igreja. Há sempre um processo de mudança e de desenvolvimento, e infelizmente, como se dá com a natureza, o processo de degeneração. Este é, naturalmente, um dos maiores resultados do pecado e da Queda. O pecado introduziu um elemento de degeneração na vida do homem, e como resultado disso, na vida da criação; assim é que, mesmo na Igreja, essa tendência estaria presente. Já no Novo Testamento vemos heresia, falso ensino surgindo, sutis mudanças ocorrendo com relação ao que é realmente a verdade cristã. O apóstolo Paulo, em seu grande discurso aos presbíteros da igreja de Éfeso, registrado em Atos, capítulo 20, adverte-os de como se levantariam dentre eles próprios, homens que ensinariam falsas doutrinas. Lobos, por assim dizer, entrariam e feririam o rebanho de Deus. E, daí em diante, isso sempre teve continuidade na história da Igreja (LLOYD-JONES, 1993, p. 03-04).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;Esta degeneração não pode conduzir o conceito de embaixador de Cristo a uma proposta abstrata. O embaixador de Cristo é um cristão chamado por Deus, para testemunhar dia-a-dia a presença transformadora de Jesus e a esperança do reino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;Um embaixador cristão não é alguém totalmente livre&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualmente, o conceito de liberdade está estritamente ligado ao da irrelevância de Deus. Em nossa sociedade pós-moderna, qualquer tentativa de se descobrir o caráter de Deus, revelado na Escritura, é visto como um acinte à liberdade humana. Ocristianismo neste tempo de pós-modernidade é altamente relativo. Veith chama este momento de “o novo tribalismo”. Ele comenta:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN-LEFT: 35.4pt"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Somos avisados de que vivemos numa sociedade pluralista, que trabalhamos numa economia global e que precisamos desenvolver uma percepção multicultural. Um efeito dessa percepção multicultural é a intensificação do relativismo. Se as diferentes culturas têm diferentes modos de pensar e de viver, quem dirá qual é o certo? Parece o cúmulo da arrogância dar a entender que nossa mentalidade ocidental é a unica certa e que todas as outras culturas estão erradas. Numa era pluralista, não existe aquele ponto de vista único com direito ao monopólio da verdade. Pensar diferente disso sujeita a pessoa a ser rotulada de etnocêntrica, de cega à diversidade do mundo, seja por ignorância ou intolerância. Como hoje é mais difícil desconsiderar a presença de outras culturas, para muitos o relativismo cultural torna-se inevitável (VEITH JR. 1999, p.137).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;Este conflito entre a liberdade desejada e a liberdade concedida por Deus ao ser humano redunda em grandes perdas dentro da comunidade cristã. Não são poucos que abandonam a jornada evangélica por repudiarem a necessidade de submissão a Deus. Não são poucos os líderes que deixam de pregar sobre a necessidade do crente se submeter à vontade de Deus –pelo contrário, boa parte da mensagem divulgada hoje pela mídia sequer faz menção ao serviço e labor do cristão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com demasiada ênfase, o cristão é convencido e ensinado que ele possui a total liberdade. Subentende-se por liberdade fazer o que quiser, quando quiser e do jeito que quiser. Ora, se o cristão é o embaixador do rei, como poderia ele ter tamanha liberdade? Impossível!Com certa timidez o cristianismo, com medo de ser rotulado de radical, tem se calado. Veith confirma esta afirmação:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN-LEFT: 35.4pt"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;O cristianismo foi excomungado da cultura geral – sistematicamente excluído das escolas, do sistema intelectual e da mídia. O estabelecimento de escolas, editoras, grupos de artes, radiodifusoras, empresas, etc. poderá ser uma das grandes realizações da igreja do século XX. À medida que as pressões pós-modernistas se intensificam, ter instituições contrárias ao sistema vigente já estabelecidas poderá provar ser de valor incalculável para que os cristãos possa apresentar uma resistência eficaz (VEITH JR. 1999, p.204).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;Portanto um embaixador não é alguém totalmente livre, pois a simples liberdade total já o desqualificaria como representante do reino de Cristo, pois se ele é representante de algo ou alguém deve se limitar a apresentar as propostas daquele que representa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta contradição entre o discurso e a prática abala a credibilidade da igreja frente à população, que é o seu campo missionário. E boa parte da informação que as pessoas de fora da igreja têm é verdadeira e saiu da própria igreja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;Um embaixador cristão não é um ícone do sobrenatural&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesta feira de vaidades que se tornou a liderança evangélica, a procura de um elemento sobrenatural que ratifique a posição de líder diante do povo é corriqueira. Mas o embaixador cristão não pode ser confundido como um ser com poderes sobrenaturais ou fantásticos. Milhares de pessoas não se vêem como representantes do reino de Cristo aqui na terra, mas apenas como passantes, itinerantes neste mundo pervertido e corrupto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para que a mensagem de Jesus alcance as pessoas com maior velocidade e impacto, muitos pregadores e crentes sem função específica na igreja iniciam uma busca frenética pelo sobrenatural, com características acentuadamente sensacionalistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sobrenatural é também uma oportunidade para que pessoas carentes de aceitação experimentem certa popularidade quando, em nome do Espírito, iniciam práticas carismáticas e assim conseguem visibilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Dr. Martin Lloyd-Jones faz uma análise sobre a motivação de pessoas que desejam viver a vida cristã dentro desta proposta carismática. Ele conclui:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN-LEFT: 35.4pt"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;A natureza de um indivíduo, as suas ambições ou sua preferência por certos ofícios ou trabalhos específicos podem criar nele o desejo de tornar-se pregador; e tal homem persuade a si mesmo de que isso é a orientação do Espírito de Deus. Já vi isso acontecer por muitas vezes; e uma das tarefas mais dolorosas, com que se confronta um ministro, consiste em desencorajar a um homem que se avizinha dele com essa atitude (LLOYD-JONES, 1986, p. 78).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;O embaixador não é uma pessoa que aparece. O bom embaixador é aquele que lança luz sobre o rosto de Jesus. Este embaixador não pode deixar aquela determinação de fazer Cristo conhecido, e fica bem evidente que boa parte dos milagres sobrenaturais que ocorrem até hoje são iscas poderosas para manipulação da fé.&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;Um embaixador cristão não é um burocrata da religião&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O outro extremo da liderança que supervaloriza o sobrenatural é o formalismo frio que dogmatiza a adoração, limitando-a a um conjunto de regras que impede a liberdade e a espontaneidade da adoração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A religião como instrumento de poder tem penetração em todas as áreas da sociedade, através de seus membros mais nobres. Pessoas de posição podem articular projetos de conquista em nome da fé. Esta manipulação tem se mostrado muito eficaz ao longo da história da igreja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim o embaixador pode pecar por ser um burocrata da forma ou um burocrata da política. Em nenhum dos dois aspectos Cristo é bem representado, quando valores do evangelho do reino são negociados em prol de projetos pessoais e preferências litúrgicas que se tornam dogmas, onde o diferente é excluído pela canonização de certo modo da adoração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que nosso Deus nos conduza à moderação nesta grande obra que Ele nos chamou. A Deus toda glória! &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7891989446850481622-685998592147244328?l=www.blogfiel.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7891989446850481622/685998592147244328/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=7891989446850481622&amp;postID=685998592147244328&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7891989446850481622/posts/default/685998592147244328'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7891989446850481622/posts/default/685998592147244328'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.blogfiel.com.br/2009/09/o-cristao-como-embaixador-de-cristo.html' title='O Cristão Como Embaixador de Cristo: Alguns Equívocos'/><author><name>Franklin Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09148827301010372094</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='07043642003101200025'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7891989446850481622.post-895123179590809534</id><published>2009-09-16T11:16:00.003-03:00</published><updated>2009-09-16T11:27:06.941-03:00</updated><title type='text'>O SENHOR É O MEU PASTOR...</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Pr. Clodoaldo Machado&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.blogfiel.com.br/uploaded_images/785507-718441.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 213px; FLOAT: left; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" border="0" alt="" src="http://www.blogfiel.com.br/uploaded_images/785507-718415.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;O salmo 23 é um dos mais conhecidos textos da Bíblia. Por suas palavras confortantes que falam sobre o cuidado de Deus, é um salmo muito querido. Muitos trazem o salmo em suas memórias podendo recitá-lo a qualquer tempo. É realmente um belo texto da Palavra de Deus.&lt;br /&gt;O salmo 23, no entanto faz afirmações interessantes sobre o relacionamento de Deus com seus servos. É um salmo onde Davi expressou toda a confiança no cuidado de Deus por sua vida. Ele sabia que estando sob o pastoreio do Senhor nada poderia lhe faltar. Esta é uma afirmação que traz grande responsabilidade sobre o servo de Deus. Quando afirmamos que o Senhor é o nosso pastor, estamos afirmando também que nada está nos faltando. Afirmar que o Senhor é nosso pastor e ao mesmo tempo entender que temos falta de algo faz com que somente uma de duas possibilidades seja verdadeira: O Senhor não é um bom pastor e não sabe cuidar de seus servos; ou Ele não é de fato o nosso pastor. Em outras palavras, se o Senhor é o pastor nada pode estar faltando.&lt;br /&gt;Este salmo responsabiliza o servo de Deus, pois não permite que ele murmure por qualquer que seja a sua situação. É uma verdade absoluta o fato do Senhor não deixar faltar nada àqueles que estão sob o seu pastoreio. Quando algo não está confortável para nós é necessário compreender que faz parte do pastoreio do Senhor em nossas vidas. Assim, o que para qualquer pessoa poderia ser falta de algo, para o servo de Deus é suprimento. Deus em seu pastoreio faz com que experimentemos situações que nos fazem depender dEle. As situações difíceis nos aproximam do nosso Grande Pastor para que percebamos como Ele está suprindo todas as nossas necessidades. O apóstolo Paulo conheceu muito bem o pastoreio do Senhor em sua vida. Aos filipenses ele escreveu: &lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;“...porque aprendi a viver contente em toda e qualquer situação. Tanto sei estar humilhado como também ser honrado; de tudo e em todas as circunstâncias, já tenho experiência, tanto de fartura como de fome; assim de abundância como de escassez; tudo posso naquele que me fortalece” (Fl.4.11-13)&lt;/span&gt;. Paulo sabia que nada havia faltado em sua vida desde que havia se colocado sob o pastoreio de Deus. Mesmo quando enfrentou difíceis situações ele não as viu como falta mas sim como suprimento, um suprimento tão poderoso que o fortalecia em sua vida espiritual. Ter o Senhor como Pastor tira do servo de Deus qualquer possibilidade de murmuração.&lt;br /&gt;Outra responsabilidade que o salmo 23 traz sobre o servo de Deus é a dependência. Ao chamar o Senhor de pastor Davi estava afirmando que estava totalmente nas mãos dEle, sob sua total dependência e cuidado. Davi sabia que o Senhor o estava guiando e tinha um objetivo para sua vida, que era levá-lo a um lugar tranqüilo. Dizer que o Senhor é o nosso pastor implica em que confiemos nEle sabendo que Ele está nos conduzindo e um bom lugar espera por nós. Isso significa que estamos no meio de um processo que está sendo conduzido por Deus. Deus não terminou conosco ainda, Ele é o pastor que tem ido a nossa frente e espera que nós o sigamos, na confiança de que algum lugar adiante será nosso descanso. Se estamos passando por momentos difíceis isso não será permanente em nossas vidas. Nosso Pastor está escolhendo o caminho que é sempre o melhor, pois contribuirá para que sejamos fortalecidos e possamos alcançar o pasto verdejante e as águas tranqüilas.&lt;br /&gt;Lembremos que na condução do povo de Israel à terra prometida, Deus escolheu o deserto. O deserto era um caminho mais longo, mais difícil onde as condições seriam totalmente desfavoráveis. O deserto, porém, seria o caminho onde o povo aprenderia a conhecer o seu Pastor e a depender dEle. Faltaria água, comida, sombra e luz. Mas Deus seria tudo isso em favor do seu povo. Acredita-se que, se seguisse em linha reta, o povo de Israel chegaria à terra prometida em apenas cerca de duas semanas. Mas o seu Pastor resolveu fazer outra rota que duraria quarenta anos e seria extremamente difícil. Certamente seria uma experiência que traria uma única conclusão: Dependência de Deus. Nosso Pastor nunca erra, Ele sabe por onde está nos conduzindo. O momento pode ser difícil, mas há pastos verdejantes e águas tranqüilas nos aguardando. Ter o Senhor como pastor implica em confiar nisto.&lt;br /&gt;O querido salmo 23, tão lido, tão amado, tão recitado fala-nos não somente do caráter cuidadoso de Deus por nós, também fala-nos de nossa responsabilidade ao afirmarmos que o&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt; &lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;Senhor é o nosso Pastor&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;. Nada está nos faltando e um lugar tranqüilo aguarda por nós adiante, confiemos nisso!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7891989446850481622-895123179590809534?l=www.blogfiel.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7891989446850481622/895123179590809534/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=7891989446850481622&amp;postID=895123179590809534&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7891989446850481622/posts/default/895123179590809534'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7891989446850481622/posts/default/895123179590809534'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.blogfiel.com.br/2009/09/o-senhor-e-o-meu-pastor.html' title='O SENHOR É O MEU PASTOR...'/><author><name>Franklin Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09148827301010372094</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='07043642003101200025'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7891989446850481622.post-2926777757921169082</id><published>2009-09-04T14:01:00.002-03:00</published><updated>2009-09-04T15:28:37.766-03:00</updated><title type='text'>A relação entre a FIEL e os fiéis da Liberdade</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Um testemunho de nosso louvor a Deus&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Pr. Wilson Porte Jr.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;A Editora Fiel tem sido uma grande bênção para a congregação que pastoreio. Além de ser à minha própria vida, bem como à de minha esposa, pois, realmente, não conseguimos medir o quanto a Fiel tem sido uma bênção em nossas vidas, esta missão literária tem servido como instrumento de Deus a todos os meus irmãos e irmãs na fé, pessoas que pastoreio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dos dias 10 a 13 de junho de 2009, participei do V Congresso da CRBB (Comunhão Reformada Batista do Brasil). Lá, numa das noites, compartilhei sobre a maneira como a congregação que pastoreio (Congregação Batista da Liberdade em Araraquara-SP) tem sido imensamente abençoada pela Editora Fiel. O irmão Franklin pediu que eu compartilhasse o impacto da literatura da Fiel sobre minha congregação e é isso que venho fazer, com muito prazer, através desse texto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Congregação Batista da Liberdade em Araraquara (SP) existe há pouco mais de dois anos. Ela nasceu sob a visão dos irmãos Oswaldo Cicogna e Pr. Eli Fernandes, da Igreja Batista da Liberdade, em São Paulo. Desde minha chegada, há um ano e nove meses, temos nos valido do ministério de publicações da Editora Fiel. Seus livros têm nos ajudado a buscarmos santidade na sã doutrina (Jo 17.17) bem como têm servido de guia para o discipulado e evangelização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Temos evangelizado e assistido com roupas e alimentos a quatro bairros bastante carentes de nossa cidade. Todas as segundas-feiras distribuímos cerca de mil lanches, além de cestas-básicas e outros itens básicos que faltam a muitas famílias dali. Nessa entrega dos lanches, muitos se interessaram em saber mais sobre o Pão que desceu dos céus, enviado por Deus, para saciar a fome da alma dos seres humanos. Duas pequenas congregações surgiram e, logo de imediato, o livreto &lt;em&gt;&lt;a href="http://www.editorafiel.com.br/detalhes.php?id=5009"&gt;Perguntas Cruciais&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;, de John Blanchard, nos serviu como instrução nos primeiros passos na fé das pessoas daquelas comunidades. Pela graça do Senhor algumas pessoas tiveram seus entendimentos abertos pelo Senhor a fim de que entendessem seu pecado bem como a graça de nosso Deus. Sete pessoas já foram batizadas, e hoje andam em novidade de vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já em nossa congregação-mãe (se assim podemos chamá-la, pois a congregação possui duas congregações) o livro &lt;em&gt;&lt;a href="http://www.editorafiel.com.br/detalhes.php?id=9075"&gt;Nove Marcas de Uma Igreja Saudável&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;, de Mark Dever, causou um grande impacto sobre os irmãos que, há anos em igrejas evangélicas, nunca tiveram contato com tais marcas tão distintivas de uma igreja verdadeiramente bíblica e, por conseqüência, saudável. Ainda hoje, após termos lido e estudado esta obra toda (durante várias quartas-feiras), o livro é citado e relido a fim de não nos esquecermos do que as Escrituras nos ensinam sobre como devemos proceder para Sua glória.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro livro que nos ajudou muito em nosso crescimento à imagem de Cristo foi &lt;em&gt;&lt;a href="http://www.editorafiel.com.br/detalhes.php?id=9036"&gt;Homens Fortes&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;, de John Crotts. Entendendo o chamado do Senhor aos homens da congregação para cumprirem seu papel no lar, na igreja, no trabalho e na sociedade, lemos e estudamos esta obra durante um ano. &lt;a href="http://www.editorafiel.com.br/detalhes.php?id=9036"&gt;&lt;em&gt;Homens Fortes&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; serviu para nos guiar através das Escrituras, nos ajudando a compreender o que Deus espera de nós, homens. No final do ano (2008), numa sessão de testemunhos, foram muitos os irmãos impactados e transformados pela Palavra de Deus estudada pela instrumentalidade de &lt;em&gt;&lt;a href="http://www.editorafiel.com.br/detalhes.php?id=9036"&gt;Homens Fortes&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mesmo eu posso dizer quanto às mulheres. O livro &lt;em&gt;&lt;a href="http://www.editorafiel.com.br/detalhes.php?id=9125"&gt;Esposa Excelente&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;, de Martha Peace, tem ajudado muitas mulheres que têm lutado com a ansiedade, com a dor da traição, e com tantas outras aflições da alma. &lt;em&gt;&lt;a href="http://www.editorafiel.com.br/detalhes.php?id=9125"&gt;Esposa Excelente&lt;/a&gt; &lt;/em&gt;tem dado uma perspectiva bíblica (não meramente conselhos psicológicos com terminologia cristã) e, nesse sentido, tem trazido a Lei do Senhor para restaurar a alma (Sl 19.7) de muitas mulheres – e homens também!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além desses livros usados por toda a congregação, muitos outros têm sido comprados para a edificação pessoal e familiar, tais como &lt;em&gt;&lt;a href="http://www.editorafiel.com.br/detalhes.php?id=8005"&gt;Pastoreando o Coração da Criança&lt;/a&gt; &lt;/em&gt;e &lt;em&gt;&lt;a href="http://www.editorafiel.com.br/detalhes.php?id=9035"&gt;Dicas para Pais&lt;/a&gt;&lt;/em&gt; (são referência para os casais com filhos de nossa congregação),&lt;em&gt; &lt;a href="http://www.editorafiel.com.br/detalhes.php?id=8010"&gt;Conduzindo os pequeninos a Deus&lt;/a&gt; &lt;/em&gt;e &lt;em&gt;O &lt;a href="http://www.editorafiel.com.br/detalhes.php?id=8012"&gt;Evangelho para Crianças&lt;/a&gt; &lt;/em&gt;(são usados em alguns lares como auxílio para crianças)&lt;em&gt;, &lt;a href="http://www.editorafiel.com.br/detalhes.php?id=1026"&gt;Nascido Escravo&lt;/a&gt; &lt;/em&gt;e&lt;em&gt; &lt;a href="http://www.editorafiel.com.br/detalhes.php?id=7006&amp;amp;tipo=1"&gt;Como tudo começou&lt;/a&gt; &lt;/em&gt;(lido por vários jovens da igreja)&lt;em&gt;, &lt;a href="http://www.editorafiel.com.br/detalhes.php?id=2034"&gt;O Peregrino&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.editorafiel.com.br/detalhes.php?id=9040"&gt;Penetrado pela Palavra&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.editorafiel.com.br/detalhes.php?id=9126"&gt;Humildade&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.editorafiel.com.br/detalhes.php?id=9130"&gt;Vencendo o Mundo&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;, dentre outros(que têm servido como livros devocionais).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há três meses temos estudado a confissão &lt;em&gt;&lt;a href="http://www.editorafiel.com.br/feparahoje.php"&gt;Fé para Hoje&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;, como base para um estudo das doutrinas centrais da fé cristã. Louvo a Deus, pois já podemos perceber o quanto o estudo da sã doutrina traz vida e saúde às ovelhas de Cristo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Louvo a Deus pela visão dada aos irmãos para servirem às igrejas no Brasil bem como em outros países de língua portuguesa. Que o Senhor dê vida longa à Missão Evangélica Literária que, longe de ser uma simples editora, trata-se de uma missão comprometida com as doutrinas da graça, com a fé genuína, e com a edificação do povo de Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Testemunho alegremente que vocês, Editora Fiel, têm nos abençoado grandemente. Testemunho que Deus, pela instrumentalidade do serviço dos irmãos, têm nos mantido firmes no puro evangelho da graça, tem nos edificado e suprido, a fim de que continuemos crescendo em santidade. Testemunho tudo isso para o louvor do Senhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oramos, todos nós, para que o Senhor os mantenha e proteja sempre, para Sua glória e honra, e para a nossa alegria.&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Congregação Batista da Liberdade em Araraquara&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;Culto dominical&lt;a href="http://www.blogfiel.com.br/uploaded_images/1-701876.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" border="0" alt="" src="http://www.blogfiel.com.br/uploaded_images/1-701857.JPG" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.blogfiel.com.br/uploaded_images/2-701902.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" border="0" alt="" src="http://www.blogfiel.com.br/uploaded_images/2-701898.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Culto infantil&lt;a href="http://www.blogfiel.com.br/uploaded_images/3-720138.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" border="0" alt="" src="http://www.blogfiel.com.br/uploaded_images/3-720121.JPG" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.blogfiel.com.br/uploaded_images/4-720175.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" border="0" alt="" src="http://www.blogfiel.com.br/uploaded_images/4-720156.JPG" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;Culto dos adolescentes&lt;a href="http://www.blogfiel.com.br/uploaded_images/5-761856.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" border="0" alt="" src="http://www.blogfiel.com.br/uploaded_images/5-761837.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.blogfiel.com.br/uploaded_images/6-761898.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" border="0" alt="" src="http://www.blogfiel.com.br/uploaded_images/6-761877.JPG" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;div&gt;&lt;p align="center"&gt;Projeto A.M.O.R. (Agir, Mostrar, Orar, Repartir) – um trabalho social/evangelístico de nossa congregação.&lt;a href="http://www.blogfiel.com.br/uploaded_images/7-701642.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" border="0" alt="" src="http://www.blogfiel.com.br/uploaded_images/7-701616.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; Mil cachorros-quentes por semana Entrega dos lanches abrindo oportunidades para evangelização e socorro de necessitados. Além dos lanches nós realizamos umapartilha entre os irmãos para também entregarmos cestas-básicas, fraudas, roupas, cobertores, e até móveis em alguns casos (há casas sem nenhuma cama ou sofa, nem nada, onde todos dormem num tapete; em casos assim, partilhamos a fim de conseguirmos algum móvel também.)&lt;a href="http://www.blogfiel.com.br/uploaded_images/8-701671.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" border="0" alt="" src="http://www.blogfiel.com.br/uploaded_images/8-701667.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.blogfiel.com.br/uploaded_images/9-730376.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 239px; CURSOR: hand" border="0" alt="" src="http://www.blogfiel.com.br/uploaded_images/9-730355.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;p align="center"&gt;Culto em uma de nossas congregações fruto do Projeto A.M.O.R. Crianças assistidas com brinquedos.&lt;a href="http://www.blogfiel.com.br/uploaded_images/10-730401.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" border="0" alt="" src="http://www.blogfiel.com.br/uploaded_images/10-730397.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7891989446850481622-2926777757921169082?l=www.blogfiel.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7891989446850481622/2926777757921169082/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=7891989446850481622&amp;postID=2926777757921169082&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7891989446850481622/posts/default/2926777757921169082'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7891989446850481622/posts/default/2926777757921169082'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.blogfiel.com.br/2009/09/relacao-entre-fiel-e-os-fieis-da.html' title='A relação entre a FIEL e os fiéis da Liberdade'/><author><name>Franklin Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09148827301010372094</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='07043642003101200025'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7891989446850481622.post-8270579929814826850</id><published>2009-08-25T16:41:00.003-03:00</published><updated>2009-08-25T16:50:33.732-03:00</updated><title type='text'>Perguntas básicas acerca de Jesus Cristo</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.blogfiel.com.br/uploaded_images/cross-752872.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 275px; DISPLAY: block; HEIGHT: 192px; CURSOR: hand" border="0" alt="" src="http://www.blogfiel.com.br/uploaded_images/cross-752865.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Publicado originalmente na seção “Perguntas básicas: acerca de Jesus Cristo”, Revista Ultimato, v. 270 (1 maio 2001), p. 54 - 55.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Jesus é filho de José e Maria?&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jesus é o filho de Maria, gerado soberanamente pelo Espírito Santo, antes de seu casamento ter sido consumado (Mt 1:18-25; Lc 1:26-38; cf. Is. 7:14). Por causa do ser especial que Maria estava gerando, ela tem sido chamada por teólogos católicos e evangélicos de &lt;em&gt;theotokos&lt;/em&gt; (mãe de Deus). Este vocábulo ensina, simplesmente, que a encarnação aconteceu na concepção de Jesus. Ele não se tornou Cristo mais tarde. José é pouco mencionado nos Evangelhos, mas estes mostram que ele agiu como um pai para Jesus (Lc 2.22, 41).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Jesus ora se apresenta como Filho do Homem, outras vezes como Filho de Deus. Afinal, de quem Ele é Filho?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A expressão “Filho do Homem” é uma expressão idiomática hebraica que significa “participante da natureza humana”. Jesus foi verdadeiramente homem. Mas Jesus também é verdadeiramente Deus. Os credos antigos confessaram unanimemente, seguindo as Escrituras (Jo 1.1-14; Rm 1.1-6; Fp 2.5-11), que Jesus Cristo é a pessoa única, tendo a natureza divina e humana, “em duas naturezas, inconfundíveis e imutáveis, inseparáveis e indivisíveis”. Somente um Cristo que é verdadeiramente Deus e verdadeiramente homem pode salvar os homens (1Tm 2.5).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Jesus tinha doze anos quando conversou com os mestres do templo (Lc 2.46) e cerca de trinta quando começou o seu ministério (Lc 3.23). Nesse longo período de dezoito anos, o que se sabe a respeito dele?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Bíblia não menciona nada do que ocorreu neste longo período. Um aspecto interessante das religiões orientais que tem entrado no ocidente pós-cristão (apoiando-se em documentação extra-bíblica, como o &lt;em&gt;Evangelho de Tomé&lt;/em&gt;, ou interpretações esotéricas) é a noção de que Jesus gastou entre os doze e vinte e nove anos estudando misticismo no Tibet e na Índia, e que sua mensagem central era o ensino dos Vedas. Devemos notar que há vários relatos sobre estes supostos eventos – e todos eles têm se revelado fraudulentos, sem nenhuma base histórica ou arqueológica. Eles servem apenas para dar uma desculpa aos adeptos de religiões orientais para inventar um Jesus panteísta e reinterpretar o Novo Testamento em termos de pressupostos ocultistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Jesus é com certeza o Messias que havia de vir?&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Messias, em hebraico, significa “o ungido” (&lt;em&gt;Christos&lt;/em&gt; é a palavra grega com o mesmo significado). O Evangelho de Mateus parece ter sido escrito especialmente para este fim: demonstrar que Jesus era o messias prometido no Antigo Testamento. Daí a frase que ocorre dezesseis vezes: “tudo isso aconteceu para que se cumprisse o que fora dito pelo profeta...” Jesus Cristo é apresentado neste Evangelho como o Rei Messiânico, Filho da casa real de Davi, o leão da tribo de Judá (Mt 1.6, 16, 20; 9.17; 12.23; 15.22; 20.30; 21.9, 15, etc).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Na época de João Batista o batismo significava arrependimento. Se Jesus não tinha de que se arrepender, por que procurou João para ser batizado (Mt 3.13)?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para cumprir “toda a justiça” (frase que pode ser traduzida como “fazer tudo o que é direito”), identificando-se com seu povo, como aquele que leva seus pecados. Esta identificação incluiu seu batismo e morte, sua unção com o Espírito e sua vitória sobre a tentação. Submetendo-se ao batismo, Jesus estava aceitando seu destino – pois seu batismo aponta para sua morte como um “resgate por muitos” (Mt 20.28). Devemos notar que ele não se tornou Filho de Deus no batismo, como alguns mestres heréticos afirmaram no passado, antes, seu batismo marcou o começo do seu ministério terreno – é significativo saber que quando um sacerdote judeu começava seu ministério, com a idade de trinta anos, lavava-se com água.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Se Jesus sabia de antemão que Judas “estava destinado à perdição” (Jo 17.12 NVI) e que o trairia (Jo 13.21), por que o chamou para ser um dos doze apóstolos (Mc 3.13-19)?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O papel de Judas na morte de Jesus muitas vezes nos causa desconforto. Mas os discípulos entenderam, posteriormente, que a morte sacrificial de Cristo não foi obra do acaso, ou de mera permissão divina. Deus, o Pai, predestinou a morte de Seu único Filho, desde antes da fundação do mundo (Atos 2.22-24; 4.24-28), usando soberana e livremente, sem ser o autor do mal (Tg 1.12), a corrupção (do sinédrio), a covardia (de Pôncio Pilatos) e a traição (de Judas) de homens pecadores. Nos Evangelhos, tanto quanto nas Epístolas, a morte de Jesus é central para o propósito divino (Mc 10.45; Jo 3.16; Hb 2.9,14; 9.26; I Jo 3.5; Lc 9.31; Ap 5.8s) e ele mesmo disse repetidamente que iria morrer como o cumprimento de sua obra na terra (Mt 16.21; 17.22; 20.18s; Mc 9.31; Lc 9.44; ss.21s; Jo 10.18; 12.32s; 15.20).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O que João Batista queria dizer quando apresentou Jesus aos seus discípulos como “o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo” (Jo 1.29)?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Antigo Testamento, o sistema sacrificial exigia o contínuo sacrifício de cordeiros sem defeito e sem mancha pelos pecados do povo. Jesus é o sacrifício definitivo pelos nossos pecados (Hb 9.11-10.18). Este sacrifício é suficiente não apenas para João e sua comunidade imediata, mas é válido em qualquer lugar do mundo, para “homens de toda raça, tribo, língua e nação” (Ap 7.9-10). É um sacrifício que não precisa de qualquer acréscimo. Este foi o tema de um clássico cristão, escrito em 1648, por um puritano chamado John Owen. Este livro era intitulado “A morte da morte na morte de Cristo”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Qual o significado desta declaração de João: “O sangue de Jesus nos purifica de todo o pecado” (1Jo 1.7)?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este texto ensina que Deus faz mais que nos perdoar: ele apaga a mancha do pecado. E este é um processo contínuo. A morte de Cristo é um sacrifício de valor infinito para perdoar os que crêem, pois satisfez completamente a ira de Deus contra o pecado – este é o significado da palavra “propiciação”, usada em 1Jo 2.2.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Parece que a ressurreição do Senhor foi uma enorme surpresa para os apóstolos e para as mulheres da Galiléia que o serviam com seus bens (Lc 8.1-3). Por quê?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parece que os discípulos não entenderam todas as implicações dos ditos de Jesus. A ressurreição faz parte essencial da pregação da igreja em todos os tempos. A esperança da futura ressurreição corporal dos crentes depende da ressurreição corporal de Cristo (1Co 15.1-19).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A aparição de Jesus a mais de 500 irmãos de uma só vez, a Tiago e a Paulo (1Co 15.6-8) foi antes ou depois da ascensão?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Antes da ascensão. Neste texto Paulo demonstrou a veracidade da ressurreição corporal de Jesus Cristo, ao apelar para testemunhas oculares confiáveis, que viram nosso Senhor ressurreto. A expressão “por mais de quinhentos irmãos de uma só vez” é significativa, pois exclui qualquer idéia de que a ressurreição tenha sido uma mera alucinação pessoal. No caso específico de Paulo a aparição de Jesus Cristo foi depois da ascensão – a frase “e, afinal” indica que estas aparições já tinham cessado, sendo concedido ao apóstolo o privilégio de ver o Senhor ressurreto, por ocasião de sua conversão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Paulo diz que Jesus está reinando e colocando, agora, todos os inimigos debaixo de seus pés (1Co 15.25). Que inimigos são esses?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta é uma referência ao Salmo 110.1. É significativo que, no contexto, o único inimigo mencionado é a “morte”, que ainda não foi derrotada. Talvez esta exceção indique que os inimigos que Paulo tem em mente não são homens maus, mas os poderes espirituais da maldade. Uma implicação é que muitas vezes parece aos cristãos que os ímpios irão triunfar, mas esta aparência é temporária, pois, no fim, no clímax da história, Cristo Jesus, e mais ninguém, terá que reinar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A Epístola aos Hebreus ensina que Cristo “aparecerá pela segunda vez, não para tirar pecados, mas para salvar os que estão esperando por ele” (9.28 BLH). Trata-se de um acontecimento literal ou não?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sua volta será literal, num tempo desconhecido e inesperado, vista por todos, com conseqüências extraordinárias. Seu propósito é ressuscitar os santos, julgar o mundo e os ímpios, destruir os poderes malignos e restaurar a criação – este ensino é tão importante que é mencionado cerca de duzentas e cinqüenta vezes no Novo Testamento. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7891989446850481622-8270579929814826850?l=www.blogfiel.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7891989446850481622/8270579929814826850/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=7891989446850481622&amp;postID=8270579929814826850&amp;isPopup=true' title='25 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7891989446850481622/posts/default/8270579929814826850'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7891989446850481622/posts/default/8270579929814826850'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.blogfiel.com.br/2009/08/perguntas-basicas-acerca-de-jesus.html' title='Perguntas básicas acerca de Jesus Cristo'/><author><name>Franklin Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09148827301010372094</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='07043642003101200025'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>25</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7891989446850481622.post-4602420203379712150</id><published>2009-08-13T11:32:00.001-03:00</published><updated>2009-08-13T11:40:35.130-03:00</updated><title type='text'>Questão de família: Uma Breve Exortação sobre a Unidade da Igreja</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Por Tiago Santos &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;img style="margin: 10pt 10px 10px 10pt; float: left; width: 189px; height: 183px;" src="http://www.editorafiel.com.br/blog/Celtic-2C.jpg" /&gt;O assunto que trago aos prezados leitores neste texto é fruto duma mensagem que proferi na última conferência da CRBB (Comunhão Reformada Batista no Brasil). Na ocasião, introduzi a mensagem dizendo que o que desejava compartilhar naquela palavra era algo que julgava de grande importância e que, d’alguma maneira, parecia ser assunto muito mal tratado recentemente. Chamei de caso de família, porque a Escritura ensina que a igreja de Cristo é família de Deus e, visto que não poderia tratar do assunto de forma ampla, então pareceu-me adequado tão somente fazer uma breve exortação sobre o assunto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sigamos então: Ao dizer que desejo fazer uma exortação sobre a unidade cristã, não estou tentando advogar a união de todos os credos a qualquer custo, a fim de que, depois, desenvolvamos algum tipo de concórdia doutrinal. Isso não me parece possível e nem bíblico. Como dá para perceber, se olharmos ao nosso redor, vivemos em dias de Babel espiritual. A confusão e a balburdia se estabeleceram de vez. Como em Babel, todos querem chegar ao Céu. Fazem-no, porém, do seu jeito, não do jeito de Deus e o resultado é a confusão. São diversos os exemplos no campo eclesiástico e de ministérios para-eclesiásticos dessa confusão que tem se estabelecido. Basta refletirmos um instante sobre a realidade do movimento evangélico no Brasil e não será difícil associar muito do que temos visto e ouvido com a “Babel” a que me refiro. Temos visto várias tendências, das mais extravagantes e esdrúxulas tomando lugar nesses ministérios e, para nosso espanto, igrejas que se confessam evangélica. Mas, para não prosseguirmos num caminho extenso e espinhoso, podemos afirmar que essa “Babel evangélica”, se assim podemos chamá-la, tem como razão mais óbvia a total supressão da mensagem do Evangelho, ou sua deformação, ou subversão, ou adulteração, como queiram. Isso explica alguns fenômenos que estamos assistindo, estupefatos, em nosso país e em muitos outros lugares. Alguns desses ministérios, eu poderia arriscar, passaram de severa enfermidade para apostasia e, nesse caso, o que devemos fazer é pregar a Palavra da verdade e o Evangelho da salvação em Jesus Cristo e orar por sua conversão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha preocupação, porém, é com a verdadeira igreja de Cristo. Aquela composta dos santos de Deus, que já experimentaram a &lt;em&gt;palingenesis&lt;/em&gt;, o novo nascimento, a regeneração. Refiro-me àqueles que foram comprados pelo precioso sangue do Senhor Jesus Cristo; àqueles que manifestam e insondável sabedoria de Deus; sua “poilipoikilos” (multiforme sabedoria); o povo de Deus; os embaixadores do Reino do Senhor; aqueles que exalam o perfume de Cristo; os cristãos e discípulos; a família de Deus, a Igreja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda mais, impele-me tratar deste assunto o senso de que carecemos, com urgência imensa, firmar nossa identidade, enquanto servos de Jesus Cristo e povo dEle – O apóstolo Pedro identifica o povo de Deus como nação (etnia), o que remete nosso pensamento à identidade que há entre este povo – e, esta identidade deve ter sua base na unidade do Espírito, conforme veremos adiante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Devo acrescentar que o momento que a comunidade cristã de confissão evangélica e histórica vive é único neste quesito. Parece que estamos vivenciando um momento singular na história do povo de confissão evangélica; e de tradição histórica – se é que isso não soa redundante. Não são poucas as constatações de como a igreja de Cristo neste país e neste mundo está fragmentada, pulverizada, enfim, dividida. A quantidade de denominações evangélicas em geral já dá uma indicação do que estou tentando dizer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Dr. Martyn Lloyd-Jones chamou a atenção para o problema da divisão na igreja de confissão evangélica em várias de suas pregações e escritos. Num certo lugar ele chegou a afirmar que “a divisão entre católicos e protestantes, estou pronto a defender com a morte; porém as outras divisões, estou pronto a asseverar, foram pecaminosas. Foram manifestações de cisma, e todos os que se envolveram nela foram culpados, e nós somos culpados, aos olhos de Deus”. Alguns dos textos mais persuasivos, penetrantes e perceptivos dele sobre este assunto já foram publicados em português, pela Editora PES, no livro “Os Puritanos – suas origens e seus sucessores”, onde, principalmente nos capítulos sobre John Owen e o cisma e no capítulo intitulado “Podemos aprender da história? ele lida com o problema da divisão; neste mesmo livro o capítulo sobre John Bunyan e a pregação é de grande ajuda, principalmente aos batistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, esta é uma questão que penso ser motivo de nossa mais séria reflexão. Então, pretendo usar um texto bíblico para refletir neste assunto da unidade da igreja:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos considerar o texto de Efésios capítulo 4, versos de 1 a 6:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="margin: 0cm 42.55pt 0.0001pt 35.45pt; line-height: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Rogo-vos, pois, eu, o prisioneiro no Senhor, que andeis de modo digno da vocação a que fostes chamados, com toda a humildade e mansidão, com longanimidade, suportando-vos uns aos outros em amor, esforçando-vos diligentemente por preservar a unidade do Espírito no vínculo da paz;há somente um corpo e um Espírito, como também fostes chamados numa só esperança da vossa vocação; há um só Senhor, uma só fé, um só batismo; um só Deus e Pai de todos, o qual é sobre todos, age por meio de todos e está em todos.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Antes de nos adentrarmos no texto, penso ser interessante lembrarmos alguns fatos acerca dos destinatários desta carta:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;ol style="text-align: justify;"&gt;&lt;li&gt;O apóstolo Paulo havia passado 3 anos entre eles (como se vê nos Caps. 19 e 20 de Atos). Ali, naquela importante cidade, considerada a capital da Ásia, estabeleceu um dos mais importantes e frutíferos trabalho de formação de líderes e plantou igrejas. Tinha pelos efésios grande afeição, como podemos ver na oportunidade de sua despedida e orientações aos líderes que ficaram.&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;Na oportunidade em que escreveu para eles, anos após haver partido, estava em prisão domiciliar, em Roma.&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;Paulo dirige-se a uma igreja madura: “(...) &lt;em&gt;que tinha fé no Senhor Jesus e amor entre os irmãos...&lt;/em&gt;” 1.15; note que ele não faz uma censura específica, como aconteceu, por exemplo, em sua carta aos gálatas e aos tessalonicenses.&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;Por eles estava sempre em oração – menciona várias vezes: 1.16; 3.14.&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;Escreve-lhes uma carta riquíssima em conteúdo doutrinário e apresenta-nos a Igreja – sua natureza e sua edificação; o antes e o depois da salvação; a vida no Espírito: admoestações práticas para o viver diário.&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas o foco de nosso interesse está nesses 6 primeiros versículos do capítulo 4. Há pelo menos 6 pontos que podemos deduzir desta passagem, mas o seu foco, a sua mensagem, a preocupação do apóstolo Paulo é com a “&lt;em&gt;preservação da unidade do Espírito no vínculo da paz&lt;/em&gt;”; podemos dizer que este é o verso central da passagem, sobre o qual orbitam todos os demais. Na primeira metade da passagem, vemos o apelo de Paulo pela unidade, e, na segunda metade, vemos a natureza desta unidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adiante:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Verso 1:&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;Rogo-vos, pois, eu, o prisioneiro no Senhor a que andeis de modo digno da vocação a que fostes chamados.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É notável que antes de apresentar seu argumento aos efésios, no verso 4, o apóstolo inicia esta parte de sua carta com um apelo; com um pedido muito forte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O apóstolo implora. Ele roga (pedir com insistência e humildade); uma das formas de tradução deste termo “rogo-vos” é: “falar, instruir, confortar, tudo indicando exortação, uma preocupação amorosa para que a pessoa não se desvie do caminho da virtude cristã.” Esse parece ser um procedimento comum do apóstolo Paulo. Sempre que ele sente a urgência do assunto que deseja introduzir, ele faz uso deste expediente de rogar aos irmãos; de implorar; de apelar à sensibilidade de seus leitores. Muitas vezes ele o faz usando uma alavanca, um argumento. Em Romanos 12, por exemplo, quando Paulo inicia a série de exortações até o capítulo 15 e o encerramento da epístola, ele diz: “&lt;em&gt;&lt;u&gt;Rogo-vos&lt;/u&gt;&lt;/em&gt;, pelas misericórdias de Deus, que apresenteis vosso corpo como sacrifício vivo, santo e agradável ao Senhor”. Ali ele usa a misericórdia de Deus como razão de ser ouvido em seus rogos, em seus apelos. Ao usar a misericórdia de Deus para ser atendido, ele esvazia-se a si mesmo; não se vale de sua autoridade apostólica para requerer um determinado comportamento dos santos; antes ele traz à memória dos romanos que eles foram alvos das misericórdias de Deus, que entregou seu próprio filho, o Senhor Jesus Cristo, para a salvação deles, deixando de aplicar a pena que lhes era merecida., concedendo-lhes gratuitamente a justiça de Cristo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, esse então é o apelo do apóstolo. E ele o faz, desta vez, evocando toda a explanação que ele fizera nos capítulos anteriores. Os três primeiros capítulos dão a tônica do assunto que ele quer tratar nesta parte de sua carta, a preservação da unidade no vínculo da paz. O advérbio de ligação, “pois”, dá-nos esta dica. É como se ele dissesse o seguinte:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“ Diante de tudo que lhes expus, diante da realidade de que fomos chamados em Cristo Jesus, por iniciativa de Deus, ou, usando a linguagem do próprio apóstolo, pelo beneplácito de sua santa vontade e conselho, que nos predestinou para salvação, desde tempos eternos, tanto judeus como gentios, para, com fé nos méritos de Cristo, formar um só povo, a igreja, que manifesta a grande pintura de Deus na história, sua multiforme sabedoria, [que noutro lugar ele chama de profundidade da riqueza tanto da sabedoria quanto do conhecimento de Deus], nós, que fomos assim chamados, devemos todos andar de modo digno desta vocação; deste chamamento. Agora que o chamamento foi exposto de forma tão clara e persuasiva nos três primeiros capítulos, é próprio, é adequado, é coerente, enfim, é digno, que vivamos em conformidade com esta realidade..&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este apelo do apóstolo então já estabelece um critério para a unidade. A base da unidade está neste ensino que ele desenvolveu até aqui, ou seja, somente aqueles que possuem tal vocação, aqueles que se enquadram na realidade “pintada” nos três primeiros capítulos e que foram chamados para uma santa vocação; aqueles que são a igreja de Cristo, que têm paz com Deus, que não têm mais inimizade com Deus, pois a parede de separação fora derrubada, enfim, estes tais é que devem &lt;strong&gt;preservar a unidade&lt;/strong&gt;.O Dr. Lloyd-Jones, comentando esta passagem, diz que “não há unidade, não pode haver nenhuma unidade, sem a pessoa de Jesus Cristo, sem sua obra e sem a redenção que é pelo seu sangue. Isto é essencial à unidade na qual o Novo Testamento está interessado”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Verso 2:&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;com toda a humildade e mansidão, com longanimidade, suportando-vos uns aos outros em amor.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O apóstolo então prossegue, no verso 2, qualificando a conduta dos cristãos; demonstrando que é necessário que, para mantermos a vocação a que fomos chamados, precisamos daqueles dons que o Espírito nos concede, a humildade, mansidão e longo ânimo. Afinal de contas, a vida na igreja não está desprovida de lutas e dificuldades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora o apóstolo Paulo sempre se preocupe em estimular o desenvolvimento do fruto do Espírito na vida do cristão, é interessante que, das várias qualidades que o cristão deve ter, algumas delas está diretamente ligada à questão da unidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A humildade é colocada aqui logo após os cristãos serem lembrados que receberam vida quando estavam mortos em delitos e pecados. Não há mérito nosso; não nada de que possamos nos gloriar. Diante da imerecida graça de Deus, devemos nos humilhar. Além disso, conforme João Calvino coloca em seu comentário à epistola aos efésios, a humildade é a primeira virtude aqui porque sem ela é impossível atingirmos a unidade. Devemos ver a humildade não como se esta fora “ingenuidade” ou mera “simplicidade”, como muitas vezes temos a tendência de fazer. Aqui a humildade é o senso de que recebemos tudo pela graça e devemos nos portar desta mesma maneira diante de nossos irmãos. A humildade haverá de produzir um espírito dócil (manso); o Senhor Jesus era manso e humilde de coração (como vemos em Mt. 11). Isso não significa que ele era tímido ou que tolerava o erro e o pecado, mas significa que tinha compaixão e disposição para guiar os pequeninos; para pastorear as ovelhas aflitas e exaustas que não tinham pastor... O texto prossegue exortando-nos a termos &lt;em&gt;longo ânimo&lt;/em&gt;; que devemos suportar com ânimo a contrariedade, e que devemos nos suportar uns aos outros em amor, isto é, movidos pelo amor, devemos servir de suporte aos nossos irmãos, ajudando-os e caminhando pacientemente com eles. Richard Baxter, ao aconselhar o pastor sobre sua conduta diante de questões que possam causar divisão ou confusão no ensino da igreja, recomenda o seguinte:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“&lt;em&gt;Dediquemos amor a todos e, especialmente, aos santos. Façamos o bem a quanto pudermos. Sejamos mais justos que os divisionistas, mais misericordiosos, mais humildes, mais mansos e mais pacientes (...) Sobrepujemo-los com uma vida santa, não prejudicial, reta, misericordiosa, frutífera – uma vida que reflita o céu – como fazemos com relação à nossa firmeza doutrinária. Sejamos conhecidos por estes frutos. Então os irmãos mais fracos poderão ver a verdade em nossas vidas, quando são incapazes de vê-la na doutrina. Como teria sido feliz a igreja se em vez de brigarem por causa de erros e cisões, os ministros do evangelho seguissem esse modo de agir. Ela teria muito mais poder&lt;/em&gt;” .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Verso 3:&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;esforçando-vos diligentemente por preservar a unidade do Espírito no vínculo da paz. &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Finalmente chegamos ao nosso versículo chave. Aqui está o centro da argumentação de Paulo neste trecho de sua carta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Somos exortados aqui a nos esforçarmos grandemente para preservar a unidade do Espírito. O que podemos perceber a partir desta afirmação?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;ol style="text-align: justify; list-style-type: none;"&gt;&lt;li&gt;a) A unidade já existe para todos aqueles que foram detalhadamente definidos nos primeiros capítulos. Ela já é uma realidade para a igreja; o povo de Deus; os salvos; os regenerados pelo Espírito; já há algo comum a todos estes: todos receberam a salvação pela graça. Foram vivificados pelo Espírito. Depositaram sua fé na pessoa e obra do Senhor Jesus Cristo. Creram no santo Evangelho. Essa é uma unidade que existe a partir da salvação recebida pela graça, ou, empregando um termo jurídico, é uma unidade &lt;em&gt;ex post facto&lt;/em&gt; ( a partir do fato)&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;/ol&gt;&lt;ol style="text-align: justify; list-style-type: none;"&gt;&lt;li&gt;b) Somos então exortados a preservar esta unidade. Este é o nosso dever. Por isso o apóstolo evoca a doutrina ensinada como base da unidade. Agora ela precisa ser preservada; sua ênfase é que a unidade que já existe entre o povo de Deus seja preservada; seja mantida; seja guardada. A palavra grega “tereo” É a mesma palavra usada em Mateus 27 para referir-se aos centuriões que “guardavam” o túmulo do Senhor Jesus. O apóstolo então nos exorta a nos empenharmos (spoudazo), ou seja, fazermos todo o esforço possível. Deixe-me ilustrar isso: Luiz de Camões, nos primeiros versos de seu poema, ao celebrar as conquistas de Vasco da Gama, diz o seguinte: “Em perigos e guerras esforçados / mais do que prometia a força humana / e entre gente remota edificaram / novo reino, que tanto sublimaram”. Devemos prezar tanto a unidade que foi promovida na cruz, devemos amá-la tanto, que faremos um esforço “acima do que promete a força humana” para preservá-la; para guardá-la.&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;&lt;ol style="text-align: justify; list-style-type: none;"&gt;&lt;li&gt;c) A unidade é do Espírito; ou seja, a fonte da unidade é o Espírito Santo. Isto significa muita coisa. O Espírito nos dá. Temos de cuidar para não perder. Se o Espírito é a fonte, nós somos quem devemos ser responsáveis quando não temos unidade; significa que não estamos fazendo um grande esforço para preservá-la, para guardá-la. Nós fomos trazidos a esta unidade por ação da graça soberana de Deus pelo seu Espírito. Precisamos de unidade espiritual. Temos de nos unir em torno dos dons que recebemos do Espírito Santo. Não podemos nos esquecer do preço que custou a conquista da nossa cidadania; somos concidadãos, membros da mesma família. &lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Bem, então, uma vez que tenhamos atentado para o chamado do apóstolo à unidade, ele passa a demonstrar a natureza desta unidade: É uma unidade trinitária. Note que o verso 4 fala do Espírito, o verso 5 fala de Deus o Filho e o verso 6 fala de Deus o Pai. Um Deus, três pessoas. Pessoas distintas, com funções distintas; mas essencialmente iguais; harmonicamente ligados; que mistério glorioso, diriam os nossos irmãos pentecostais!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;No verso 4&lt;/strong&gt;, lemos o seguinte: &lt;em&gt;há somente um corpo e um Espírito, como também fostes chamados a uma única esperança da vossa vocação&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A igreja de Cristo é uma só. Há um só corpo, que é unido pelo único e mesmo Espírito. O apóstolo Paulo já utilizou esta definição antes, o corpo, quando, quando morava em Éfeso e escreveu sua primeira carta aos coríntios. Lá, no capítulo 12, ele descreve a igreja como sendo um organismo (v.12, 13), formado por vários membros distintos (v.14, 20); e que todos os membros têm funções igualmente distintas (vs. 15-19) , porém vital, orgânica e harmonicamente ligado. Ser parte do corpo de Cristo nos torna a família de Deus (Ef. 2.19). Isto permite ao corpo crescer e se desenvolver – o apóstolo usa a figura do corpo para estabelecer o princípio de uma realidade superior, justamente por ser algo de simples e fácil compreensão. Embora no texto aos coríntios ele esteja se referindo às demandas da igreja local, o exemplo e princípio podem bem ser aplicados aqui também.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A unidade é uma condição fundamental para o crescimento e desenvolvimento do corpo de Cristo, de sua santa família. Em efésios 2.21 lemos o seguinte sobre o crescimento da igreja: “... na qual todo edifício, bem ajustado, cresce...” Interessante perceber que a condição para o crescimento é estar “bem ajustado” (synarmologeô) o significado deste termo, bem ajustado, pode ser traduzido também como ajuntar, que por definição, quer dizer: “junto, unido, coligado”, logo, podemos inferir que o apóstolo está nos dizendo que a Igreja, quando está bem unida, cresce (auxanô) ( e este é a mesma palavra que foi usada para falar do crescimento do menino Jesus em Lc. 1.80 e 2.40, isto é, desenvolvimento, “aumentar em volume, grandeza ou extensão e maturidade”). Fica claro então que a unidade é condição fundamental para o crescimento e o desenvolvimento do corpo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Homens e mulheres livres, unidos no Espírito e unidos na esperança. Nosso chamamento das trevas para a Luz; da morte para a vida; da perdição para a salvação; da inimizade com Deus para sermos feitos membros de sua família e sermos chamados seus filhos. Nossa esperança é comum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Verso 5:&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;Um só Senhor, uma só fé e um só batismo.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só há um mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus o homem. Há só um Senhor: Jesus Cristo. Ele é o alfa e o ômega. É a sumula de todas as coisas. É o autor e consumador de nossa fé. Sua obra é perfeita. Ele é o fundamento dos apóstolos; é a pedra angular. Há um só Senhor! . Há uma só fé e um só batismo, parecem estar necessáriamente ligados ao Senhor, portanto, um só Senhor, em quem depositamos a nossa fé [para a salvação] e em nome de quem somos batizados. No batismo somos unidos ao povo de Deus. Faz muito sentido colocar o batismo como vínculo da unidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Verso 6:&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;Um só Deus e Pai de todos, o qual é sobre todos, age por meio de todos e está em todos.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lemos o seguinte em 1 Pedro 3.18: Cristo morreu, uma única vez, pelos pecados, o justo pelo injusto, para conduzir-vos a Deus”. John Piper proclama que Deus é o Evangelho. Ele é quem torna boas as boas novas; o evangelho não tem como alvo levar pessoas para o Céu, mas de levá-las à Deus, a fim de que possamos desfrutá-lo para sempre. Ele é o &lt;em&gt;summum bonum&lt;/em&gt;; o bem supremo; a Ele seremos final e definitivamente unidos, em Cristo, pelo Espírito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais uma vez vemos que a unidade só se aplica aos que podem ser chamados filhos de Deus. Você faz parte da família de Deus? Então deve viver em união com os demais filhos de Deus. Ele está em todos e age por meio de todos. Não podemos nos esquecer que estaremos na companhia dos santos de Deus por toda a eternidade. Não podemos nem devemos deixar o privilégio de iniciar esta união aqui, na terra, enquanto aguardamos o dia em que tudo será aperfeiçoado de uma vez e por todas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, diante do desafio lançado pelo apóstolo Paulo a que permaneçamos unidos, vejamos como podemos aplicar isso em nossas vidas:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;ol style="text-align: justify;"&gt;&lt;li&gt;A unidade orbita em torno da doutrina, não em torno da comunhão. Ela pode não ser obtida isoladamente. Precisa girar em torno da realidade da salvação em Cristo Jesus; em torno do Evangelho. O mínimo irredutível será a regeneração e a fé no Evangelho – e tudo que isso implica. Devemos nos esforçar por mantê-la – pois temos a tendência natural à separação e cismas. &lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;O que temos feito para preservar a unidade do Espírito no vinculo da Paz? Como lidamos com divergências que surgem em nosso arraial? Agimos com humildade, mansidão e longanimidade, suportando-nos uns aos outros em amor? Ou em nome da causa do evangelho estamos construindo muros mais altos e alargando os abismos? Quão pacientes temos sido com aqueles que não chegaram no mesmo nível de entendimento acerca de doutrinas que amamos e prezamos tanto? Qual o limite para que desfrutemos comunhão com o povo de Deus? Estamos dispostos a caminhar com aqueles de que [muitas vezes com razão] divergimos? De onde viemos? Será que temos sido cismáticos, brigões e inflexíveis, nos isolando da comunidade genuinamente cristã porque não mantém as mesmas práticas que mantemos? Quantos obstáculos somos culpados de construir? Quantas desculpas e razões temos elaborado, para não nos associarmos a nossos irmãos em Cristo, com os quais haveremos de passar a eternidade? Nós devemos ser UNIDOS pela verdade. &lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;Não podemos ser tolerantes com o erro; com o falso ensino; com a falsa doutrina; com uma prática errática e inconstante; com o pecado. Estou propondo que procuremos suportar – servir de suporte – os que são de Cristo em amor. Isto serve para a igreja local e para a comunidade cristã, como um todo. &lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;Pensando no problema da divisão entre os evangélicos, o Dr. Martyn Lloyd-Jones utilizou uma fórmula de concórdia entre o povo de Deus que fora elaborada a pedido do parlamento inglês, liderado por Oliver Cromwell, em 1654, em que ele trata sobre a unidade da igreja. Essa fórmula, que reproduzo abaixo, era considerada o mínimo irredutível em termos de concórdia de fé, para aqueles irmãos. Qualquer coisa menos do que aqueles termos era considerado heresia, e não poderia ser tido como evangélico. É claro que aquela foi uma resposta adequada àqueles tempos, contexto e realidades. Hoje lidamos com outras questões que aqueles irmãos não lidavam. Meu ponto aqui é honrar e resgatar o senso de união que houve entre aqueles irmãos e o esforço que fizeram para preservar a unidade da igreja, ainda que nas coisas mais básicas. A pergunta que faço é quão dispostos estamos nós de nos “empenharmos diligentemente para preservarmos a unidade do Espírito no vínculo da paz?”&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;Espero, no Senhor, que esta breve exortação ajude-nos a refletir a seriedade do assunto que falamos. Afinal, estamos tratando de assunto de família. Assim, para encerrar, valho-me da mente e pertinência de Calvino, citando um trecho de sua carta a Thomas Cranmer, em 1552:&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;&lt;p style="margin: 0cm 28.3pt 0.0001pt 63.8pt; text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;“Sem dúvida, uma das maiores desgraças de nosso século é o fato de as igrejas estarem assim separadas uma das outras... e que a santa comunhão dos membros de Cristo, que muitos professam com a boca, seja buscada com sinceridade apenas por poucos... Segue-se daí que estando os membros assim dispersos, o corpo da igreja fica sangrando. Até onde dependa de mim, se é que posso ser de qualquer utilidade, eu não temeria cruzar até dez oceanos para este propósito, se necessário fosse.”. &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;hr /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="margin: 0cm 28.3pt 0.0001pt 63.8pt; text-align: justify;"&gt;Fórmula de concórdia:&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;ol style="text-align: justify;"&gt;&lt;li&gt;Que as Escrituras Sagradas são a regra do conhecimento de Deus e da vida vivida para Ele, e que todo aquele que nelas não crer, não poderá ser salvo.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Que há um Deus, que é o Criador, o Governador e o Juiz do mundo, e que deve ser recebido pela fé, e todo e qualquer outro meio de conhecê-Lo é insuficiente.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Que este Deus, que é o Criador, é eternamente distinto de todas as criaturas em Seu ser e em Sua graça.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Que este Deus é um em três Pessoas ou subsistências.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Que Jesus Cristo é o único Mediador entre Deus e o homem, sem o conhecimento de quem não há salvação.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Que este Jesus Cristo é o verdadeiro Deus.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Que este Jesus Cristo é também verdadeiro homem.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Que este Jesus Cristo é Deus e homem em uma Pessoa.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Que este Jesus Cristo é o nosso Redentor, quem, pagando um resgate pelos nossos pecados e levando-os sobre Si, satisfez a justiça divina quanto a eles. &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Que este mesmo Senhor Jesus Cristo é Aquele que foi crucificado em Jerusalém, ressuscitou e ascendeu ao céu.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Que este mesmo Jesus Cristo, sendo o único Deus e homem em uma Pessoa, continua sendo para sempre uma Pessoa distinta de todos os santos e anjos, não obstante a união e comunhão deles com Ele.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Que, por natureza, todos os homens estavam mortos em ofensas e pecados, e nenhum homem pode ser salvo, a menos que nasça de novo, arrependa-se e creia.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Que somos justificados e salvos pela graça e pela fé em Jesus Cristo, e não pelas obras. &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Que continuar nalgum pecado conhecido, com base em seja qual for o pretexto ou princípio, é condenável.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Que Deus deve ser cultuado de acordo com a Sua vontade, e todo aquele que abandonar ou desprezar todos os deveres do Seu culto não pode ser salvo.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Que os mortos ressuscitarão, e que há um dia de juízo a que todos comparecerão, uns para irem para a vida eterna, e outros para a condenação eterna.&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Composição:&lt;/strong&gt; Dr. John Owen; Pr. Richard Baxter; Dr. Thomas Goodwin; Dr. Cheynel; Sr. Marshall; Sr. Reyner; Sr. Nye; Sr; Sydrach Simpson; Sr. Vines; Sr. Manton; Sr. Jacomb.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Para meditar mais profunda e apropriadamente no assunto, dentre os vários autores que tocam no tema, desejo recomendar aquele que julgo estar dentre as principais autoridades quando se fala em serviço cristão: o Dr. Martyn Lloyd-Jones. De sua vasta obra de ensino, destaco duas, que foram publicadas em português pela Editora PES, dirigida pelo Sr. Bill Barclay: Os Puritanos – suas origens e seus sucessores e Discernindo os Tempos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7891989446850481622-4602420203379712150?l=www.blogfiel.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7891989446850481622/4602420203379712150/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=7891989446850481622&amp;postID=4602420203379712150&amp;isPopup=true' title='20 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7891989446850481622/posts/default/4602420203379712150'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7891989446850481622/posts/default/4602420203379712150'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.blogfiel.com.br/2009/08/questao-de-familia-uma-breve-exortacao_13.html' title='Questão de família: Uma Breve Exortação sobre a Unidade da Igreja'/><author><name>Tiago Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02988376439251260508</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='18183889654392532106'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>20</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7891989446850481622.post-4995628009869109569</id><published>2009-08-05T14:52:00.004-03:00</published><updated>2009-08-05T14:24:17.891-03:00</updated><title type='text'>10ª Conferência FIEL para Pastores e Líderes em Moçambique</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Amados  leitores:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O  texto que segue é mais um relato sobre a última conferência Fiel para pastores  e líderes em Moçambique.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A  Conferência Fiel em Moçambique, coordenada pelos irmãos missionários Dr.  Charles Woodrow e Pr. Karl Peterson, aconteceu este ano,  entre os dias 9 a 12 de Junho, e recebeu 312  pessoas – a maioria pastores de diversas igrejas e cidades; vários deles  acompanhados de suas esposas e filhos. O tema da conferência foi “ &lt;strong&gt;A Família  Cristã&lt;/strong&gt;”, e os preletores foram &lt;em&gt;Pr. Wayne Mack&lt;/em&gt; (EUA) e &lt;em&gt;Pr. Jaime  Marcelino de Jesus&lt;/em&gt; (Brasil).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O  relato vem de nosso irmão Edvânio Silva, que é “graphic designer” e responsável  pela área de áudio e vídeo da Editora Fiel. Edvânio, que é um dos líderes da  Igreja Batista do Parque Industrial, em São José dos Campos, SP, pastoreada por  Pr. Clodoaldo Machado, foi enviado pela Fiel à Moçambique para registrar, pela  primeira vez, a conferência em vídeo. Em breve as pregações da conferência em  Moçambique, em áudio e vídeo, serão disponibilizadas gratuitamente no site da  Editora Fiel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Edvânio  faz um relatório bem detalhado, com informações sobre sua experiência na  África, a estrutura do evento, o trabalho dos irmãos envolvidos e algumas  percepções sobre as condições do país e da igreja. Os irmãos notarão que há  menção sobre a música entoada pelos africanos. No fim do texto, há alguns  arquivos de vídeo e áudio que os irmãos poderão executar, para que possam  conhecer um pouco melhor o modo como nossos irmãos moçambicanos cantam ao  Senhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que Deus  abençoe os irmãos,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Tiago  Santos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;10ª Conferência FIEL  para Pastores e Líderes em Moçambique&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Edvânio Silva&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.editorafiel.com.br/blog/Ed3.jpg" alt="10ª Conferência FIEL  para Pastores e Líderes em Moçambique" title="Edvânio Silva" width="127" height="120" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;O  relatório que segue, é um breve relato sobre minha participação na 10ª  Conferência Fiel para Pastores e Líderes em Moçambique, na África austral;  viagem que fiz acompanhado do Rev. Jaime Marcelino. Saímos no dia 5 de junho de  São Paulo às 18h30. Foi uma viagem tranquila. Chegamos em Johanesburgo no  sábado, dia 6, às 7h, hora local (2h no horário de São Paulo). Seguimos  para pegar o vôo para Maputo, às 9h45, com chegada às 11h10. Na chegada à  capital de Moçambique, dois  momentos mais tensos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os  funcionários da alfândega pediram para abrir todas as minhas malas e eu tive de  explicar, com detalhes, sobre a conferência e os equipamentos que levava  comigo. Reviraram um pouco, especialmente a mala com os equipamentos.  Perguntaram sobre os livros; falei que eram evangélicos. Foi quando vi um  primeiro sorriso e eles ficaram com alguns exemplares de presente... O  outro ponto de tensão foi a ”assessoria” dada por vários  guardadores/carregadores voluntários de malas. Homens que pegam suas malas sem  perguntar se você quer ou não, e vão colocando nos enormes carrinhos e levando...  Rapidamente dois se aproximaram, mas como tínhamos muitas malas, “precisamos”  da ajuda de mais um...  Quando vimos, estávamos na saída do aeroporto com  aqueles 3 homens esperando para receber o dinheiro deles. Nosso anfitrião em  Moçambique, Pr. Karl Peterson,&lt;a href="http://www.editorafiel.com.br/blog/01-CFM.JPG" target="_blank" title="Ampliar"&gt;&lt;img style="margin: 10pt 10px 10px 10pt; float: right; cursor: pointer;" src="http://www.editorafiel.com.br/blog/01-CFM.JPG" alt="10ª Conferência FIEL  para Pastores e Líderes em Moçambique" title="Ampliar" width="242" height="181" /&gt;&lt;/a&gt;missionário que  serve no país há muitos anos, ainda não havia chegado para nos recepcionar,  pois havia tido um problema na fronteira da África do Sul com Moçambique  (passou 4 horas lá). Ficamos preocupados, pois não sabíamos como proceder. Deus  nos abençoou, pois, apesar da aparente necessidade daqueles homens, eles se  mostraram pacientes, quando explicamos a situação. Um deles até nos cedeu seu  aparelho celular para ligarmos para o missionário. Isto fizemos e o Karl  apareceu pouco depois. Pagou os homens e colocou rapidamente as malas em sua  picape. Veio com seus dois filhos mais velhos (o menino Cole, 12, e  a  menina Elsa, 14 anos). Fui na carroceria com eles, enquanto Pr. Jaime ia na  cabine com o Karl. Ele levou-nos para uma casa de apoio chamada Koinonia,  mantida por missionárias  americanas. Descarregamos as malas. Fomos  almoçar em um restaurante de frente para o oceano índico. Comida brasileira,  música brasileira. Muitos guardadores de carros. A necessidade é bem visível...  Descansamos à tarde. À noite, depois do jantar fomos visitar um casal de  missionários (Marcos Augusto e Edna, com seu casal de filhinhos). Foi um  contato bastante interessante. Restaura o vigor ver vidas dedicadas à seara do  Senhor em terras africanas. Pr Karl estava conosco. Trouxe-nos de volta à casa  Koinonia. Dormimos bem, sem a presença dos temíveis e tão falados mosquitos  africanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.editorafiel.com.br/blog/02-CFM.JPG" target="_blank" title="Ampliar"&gt;&lt;img style="margin: 10pt 10px 10px 10pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://www.editorafiel.com.br/blog/02-CFM.JPG" alt="10ª Conferência FIEL  para Pastores e Líderes em Moçambique" title="Ampliar" width="243" height="180" /&gt;&lt;/a&gt;No domingo, dia 7, fomos à uma  igreja numa área afastada da capital. Região bastante pobre. Igreja bastante  animada, com média de 80 pessoas. Muitas crianças. A música, entoada sem  instrumentos, impressiona bela beleza do canto. Fomos almoçar na casa do pastor  da igreja, Patrick Mulenga, africano da Zâmbia, missionário em Moçambique.  Tivemos um tempo bastante abençoado.Mais uma vez, comida típica brasileira, com  um detalhe apenas: o milho é servido nas espigas, comido como nas festas  juninas. Muitas histórias engraçadas e muitas risadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após  o almoço, ficamos um pouco mais nesta casa, onde o Karl passava instruções para  sua nova ajudante, uma das filhas do pastor Mulenga. A Chula é  uma daquelas moças com quem a gente rapidamente se acostuma: muito feliz, um  sorriso marcante e uma boa fluência em inglês, português e outros dialetos  locais. Os filhos do Karl ficam nessa casa sempre que eles veem à Maputo.  Voltamos no fim da tarde e, antes de chegar à nossa casa, fomos visitar o Pr.  Pedro João. Foi uma visita muito interessante. Pr. Pedro sofreu um AVC  recentemente e está bastante abatido, já que está com alguns movimentos  paralisados, especialmente a mão. Pr  Marcelino deu-lhe algumas palavras  de encorajamento. Foi um belo momento...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No  dia seguinte, tínhamos de seguir viagem ao local da Conferência, na cidade de  Nampula (3ª. Maior cidade de de Moçambique). Apesar do nosso vôo estar marcado  para as 14h, saímos da Casa Koinonia às 9h, para receber outros irmãos que  vinham da África do Sul para juntar-se a nós. &lt;a href="http://www.editorafiel.com.br/blog/04-CFM.JPG" target="_blank" title="Ampliar"&gt;&lt;img src="http://www.editorafiel.com.br/blog/04-CFM.JPG" alt="10ª Conferência FIEL  para Pastores e Líderes em Moçambique" style="margin: 10pt 10px 10px 10pt; float: left; cursor: pointer;" title="Ampliar" width="242" height="179" /&gt;&lt;/a&gt;Pr.  Wayne Mack e sua esposa, o tradutor, Pr Sérgio Massinga, Pr. Doug, o presbítero  Barry (que o acompanhava),  os filhos do Pr. Karl Peterson (Cole e Elsa) e  a Chula. Embarcamos  às 14h com destino a Nampula, fazendo uma escala no  aeroporto da Beira (2ª. maior cidade do país). Chegamos às 17h45. Já era noite  (costuma ficar escuro bem cedo no inverno de Nampula). Noite agradável; como  foi igualmente agradável sermos recebidos pelo Dr. Charles Woodrow,médico  missionário que vive em Nampula com sua grande família há mais de 17 anos. Dr.  Woodrow chegou com uma Land Rover e um caminhão, muito parecido com aqueles do  exército. Colocamos as malas, subimos e fomos em direção à sua casa. Fomos  muitíssimo bem recebidos pela família Woodrow, que nos aguardava. Na entrada  pudemos ver  o início daquilo que é o sonho do Dr Charles, a construção de  um hospital. Tivemos um jantar à base de comida mexicana. Grande mesa com a  presença de vários outros missionários que ajudariam nos preparativos e na  realização da Conferência. Grande confraternização. Cada um dos presentes falou  um pouco de si mesmo, e isso serviu para termos uma idéia da profundidade  daquele pequeno exemplo da grande família de Cristo. Pessoas de várias partes  do mundo: África do Sul, Zâmbia, EUA, Suíça, Alemanha, Brasil... Após o jantar,  trabalhamos um pouco ajudando o Karl e sua equipe a separar o material das  pastas dos participantes da Conferência. Fomos conduzidos aos nossos quartos,  sob as orientações do Dr. Woodrow, especialmente enfatizada pelo cuidado em não  desperdiçar água, visto que o abastecimento na cidade não é constante (apenas  12 horas por dia). Chegou o fim do dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na  terça feira, dia 9, após o café da manhã, fomos para o local da Conferência. O  trajeto de aproximadamente 20 minutos é bem difícil. Quase não há estrada e a  sensação estranha de dirigir do lado direito do carro, andando pelo lado  esquerdo da estrada chega a confundir um pouco. É engraçado ver os carros  fugindo dos buracos, vindo para cima do nosso, tendo que desviar das pessoas  que andam na beira da estrada e das várias bicicletas e motos (aquelas antigas  de 50 cilindradas) com quase todos os pilotos andando sem capacete. Um quase  caos ignorado pelo Kent, filho mais velho do Dr Woodrow, já totalmente  acostumado com os zig-zagues do trajeto. Chegamos ao local da conferência, numa  ampla propriedade da S.I.L (Sociedade Internacional de Linguística - ministério  que desenvolve um bom trabalho de tradução da Bíblia e outros materiais para a  África) e fomos diretamente à tenda montar os equipamentos (sim, o evento  acontece numa grande tenda,&lt;a href="http://www.editorafiel.com.br/blog/06-CFM.JPG" target="_blank" title="Ampliar"&gt;&lt;img src="http://www.editorafiel.com.br/blog/06-CFM.JPG" alt="10ª Conferência FIEL  para Pastores e Líderes em Moçambique" style="margin: 10pt 10px 10px 10pt; float: right; cursor: pointer;" title="Ampliar" width="244" height="181" /&gt;&lt;/a&gt;visto que o local que era  usado antigamente já não comporta o número de participantes). O trabalho de  montagem foi rápido;  fui ajudado por outros dois filhos de missionários  que vivem na SIL. Graças a Deus todo o equipamento funcionou perfeitamente bem.  Às 15h começou a conferência, um verdadeiro alívio depois de tantos dias. Quase  todos os participantes já estavam lá e era visível o cansaço nos rostos, devido  a longa e difícil viagem que a maioria teve de fazer para chegar ali. Pr. Jaime  abriu os trabalhos, precedido pelo tempo devocional  e de alguns cânticos.  Fiquei esperando sentir a mesma sensação que tivemos naquela pequena igreja de  Maputo, quando ouvimos aquele coral espontâneo, mas aqui não aconteceu... Pr.  Wayne Mack falou após um intervalo de meia hora. Toda a conferência trataria do  assunto “Família Cristã”. Já era noite quando os trabalhos se encerraram. Vem o  jantar e voltamos após o longo dia para a boa e confortável casa da família  Woodrow. O Karl e sua “equipe” ainda permaneceram lá. Como é bom ver a energia  dele, e dos seus, no trabalho do Senhor. Fim de mais um dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na  quarta, dia 10, fomos para a SIL guiados pelo Barry (o presbítero Sul Africano  que veio com o Pr. Doug), já que era o mais acostumado com “o lado errado de  dirigir” também usado lá na África do Sul. Novamente os trabalhos começam  pontualmente, com os irmãos responsáveis pelo louvor. Começo a perceber que  realmente não iria ouvir o cântico espontâneo e vibrante dos africanos, porque  aqueles irmãos estavam tentando cantar do jeito ocidental. Dois irmãos  dividindo suas vozes, como uma daquelas duplas sertanejas do Brasil, dessas de  raiz. Estranhei um pouco o fato de não usarem, naquela oportunidade, os bons  aspectos de sua própria cultura no louvor ao Senhor. Bem, mais uma vez tudo  correu muito bem. Pude fazer bons contatos com pastores e irmãos e também com  algumas irmãs brasileiras, que estavam lá.  Foi tudo muito estimulante. Conhecemos uma irmã brasileira que se casara com um  moçambicano. Trouxe seu filhinho Isaac, de 2 anos, um lindo menino que reflete em suas feições a boa mistura das duas nações.  Nesse dia aconteceu o primeiro momento de perguntas e respostas, &lt;a href="http://www.editorafiel.com.br/blog/07-CFM.JPG" target="_blank" title="Ampliar"&gt;&lt;img src="http://www.editorafiel.com.br/blog/07-CFM.JPG" alt="10ª Conferência FIEL  para Pastores e Líderes em Moçambique" style="margin: 10pt 10px 10px 10pt; float: left; cursor: pointer;" title="Ampliar" width="244" height="182" /&gt;&lt;/a&gt;e é aí que se tem uma noção da necessidade que esses irmãos têm de instrução.  Percebe-se que há alguma dificuldade de entendimento por parte dos  moçambicanos. Há que se ter cuidado ao colocar as palavras, visto que há o  perigo delas serem entendidas de forma errada. Por isso, foi um momento  importante. Final do dia e voltamos para a casa do Dr. Charles. O trajeto, a  essa altura do longo dia (começo da noite) é bastante cansativo...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No  dia seguinte, quinta-feira, os trabalhos fluem normalmente. Os que ficaram  hospedados no local da conferência enfrentaram um problema de falta de água, o  que, para eles, parece ser uma coisa relativamente normal. Nos contatos que  tínhamos com vários outros irmãos, ficava cada vez mais clara a grande  necessidade material que há entre eles. Não assusta mais os relatos  particulares de suas necessidades. Alguns pastores dizem que não têm nenhum  apoio financeiro e, o pouco que conseguem, vem de trabalhos extras. Alguns até  trabalham, mas o salário aqui em Moçambique é muito baixo. O salário mínimo  local é de 2.000 meticais (1 dólar equivale a 30 meticais, aproximadamente).  Não se compra nada com 1 metical. Um pão, por exemplo, custa uns 3 meticais. A  moeda é muito desvalorizada. A pobreza é visível…  Antes da última sessão,  tive uma oportunidade para falar do trabalho da Editora Fiel, incluindo seus  ministérios, o site, etc. Exibimos uma apresentação com fotos das últimas 5  conferências e seus temas, incluindo esta de 2009. Houve um momento de  homenagens aos que participaram da primeira Conferência e para aqueles que  participam de todas. &lt;a href="http://www.editorafiel.com.br/blog/08-CFM.JPG" target="_blank" title="Ampliar"&gt;&lt;img src="http://www.editorafiel.com.br/blog/08-CFM.JPG" alt="10ª Conferência FIEL  para Pastores e Líderes em Moçambique" style="margin: 10pt 10px 10px 10pt; float: left; cursor: pointer;" title="Ampliar" width="239" height="177" /&gt;&lt;/a&gt;Surgiu um bolo decorado, com  o logotipo da Fiel, que foi cortado por esses irmãos. Momento de singeleza e  gratidão. No final dos trabalhos na tenda, ajudei a montar um pequeno “cinema”  para aqueles que estavam hospedados no local da conferência. Colocamos o  notebook e o projetor para rodar o DVD da vida de John Hus (servo de Deus que  foi queimado vivo). Quando foi anunciado que haveria a projeção do filme,  alguns poucos compareceram à sala. Coloquei o filme para rodar e fui jantar.  Quando voltei, a sala estava lotada, com pessoas em pé. Todos atentos e  reagindo a cada um dos atos do filme. Até aplaudiam quando John Hus respondia  ao rei e aos sacerdotes sobre sua fé. Foi incrível!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sexta-feira:  um dia especial. Houve uma pregação pela manhã e uma no final da tarde. Um  grande intervalo antes do almoço. Aproveitamos para ir à cidade. Fomos comprar  algumas coisas pequenas e medicamentos para socorrer o Dr. Wayne Mack e o  Barry. Os dois estavam passando mal do estômago e não conseguiram sequer ir ao  local da conferência. Após o almoço, foto oficial, &lt;a href="http://www.editorafiel.com.br/blog/09-CFM.JPG" target="_blank" title="Ampliar"&gt;&lt;img src="http://www.editorafiel.com.br/blog/09-CFM.JPG" alt="10ª Conferência FIEL  para Pastores e Líderes em Moçambique" style="margin: 10pt 10px 10px 10pt; float: right; cursor: pointer;" title="Ampliar" width="246" height="184" /&gt;&lt;/a&gt;mais  um momento de perguntas e respostas e a última pregação. Todos lá, e atentos!  Isso não deveria impressionar, mas impressiona! Há, de fato, grande fome pela  Palavra do Senhor por aqui. Eles receberam especialmente bem o Pr. Jaime  Marcelino, que subiu ao púlpito em lágrimas. Disse depois que passou um filme  na sua cabeça, e que a atmosfera do lugar, o canto de um grupo (esse sim  espontâneo e natural), as palavras anteriores de agradecimento por todos os  aspectos da Conferência, enfim, todas essas coisas, fizeram brotar nele um  agradecimento profundo ao Senhor Deus por aquela oportunidade ímpar. E eu senti  a mesma coisa... Terminamos os trabalhos cansados, mas com uma sensação de  grande alívio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No  sábado, dia 13, eu e Pr. Jaime fomos convidados para uma reunião de avaliação,  encabeçada por Dr. Charles Woodrow. Os problemas que aconteceram durante a  semana foram discutidos e algumas sugestões anotadas. É interessante participar  de uma reunião onde se fala português e inglês ao mesmo tempo, às vezes na  mesma frase! Despedimos da casa dos Woodrows, especialmente agradecidos à Sra.  Juli, esposa do Dr Charles, &lt;a href="http://www.editorafiel.com.br/blog/05-CFM.JPG" target="_blank" title="Ampliar"&gt;&lt;img src="http://www.editorafiel.com.br/blog/05-CFM.JPG" alt="10ª Conferência FIEL  para Pastores e Líderes em Moçambique" style="margin: 10pt 10px 10px 10pt; float: left; cursor: pointer;" title="Ampliar" width="239" height="178" /&gt;&lt;/a&gt;por todo o apoio dado e  pela hospitalidade. Fomos em direção ao Aeroporto de Nampula, com previsão de  vôo para as 14h30. Infelizmente, recebemos um aviso pelo sistema de som, que o  nosso vôo chegaria apenas às 16h30. Partimos às 18h30, com escala na cidade de  Beira. Chegamos à capital perto de 23h. Que longa noite!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No  domingo, fomos visitar uma igreja nos arredores da capital Maputo. Chegamos um  pouco atrasados porque havia um bloqueio na estrada. Um pouco de tensão, pois  alguns se aproximavam do carro com feições pouco amigáveis. O lugar é  assustador, com centenas de pessoas numa espécie de feira livre, mas o lixo  espalhado por todos os lugares e o esgoto, junto com algumas grandes poças de  água parada, dão uma péssima impressão. Tivemos que fazer um grande retorno. A  chegada à igreja é marcada pelo canto vibrante e pela sonoridade. É  simplesmente lindo o canto africano! Alguns corais se apresentavam um após o  outro sem introduções. Uma evolução de cânticos que começavam com alguém  sentado no meio da congregação, que depois se levantava e ia para a frente  cantando, seguido dos outros a medida que as vozes iam se integrando até fazer  o coro. Um espetáculo! Pessoas visivelmente carentes, ditando o ritmo com seus  chinelos, em passos coordenados e ritmados. Logo após isso, tive o grande  privilégio de pregar nessa igreja, com tradução para o dialeto local. Todos  bastante atentos... Inesquecível! Saímos dali para almoçar e depois para o  aeroporto, para pegar o vôo para Johanesburgo marcado para as 16h. Despedi-me  do Pr Karl Peterson depois de um abraço agradecido por tudo o que fez por nós e  faz pelo Senhor em Moçambique. Entrei no avião. Apenas uma hora de vôo, com  chegada tranqüila no grande aeroporto de Johanesburgo, indo depois dali para o  hotel, nesta altura, já estava sozinho, pois o Pr. Jaime seguira outro destino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois  da boa noite de descanso, na segunda-feira, dia 15 de Junho, o avião saiu   às 11h de Johanesburgo, com destino ao Brasil. Cheguei muito e muito grato a  Deus pela experiência de participar e servir na 10ª Conferência Fiel para  Pastores e Líderes em Moçambique. Foi uma viagem marcante, que não será  esquecida. Aproveito a oportunidade para pedir a todos que leram este texto que  orem pelo trabalho missionário nos países de língua portuguesa, e, em especial,  pelo trabalho que a FIEL tem feito, em Moçambique, com o inestimável apoio e  coordenação dos missionários Dr. Charles Woodrow, e sua família e de Pr. Karl  Peterson, e sua família. O sonho destes irmãos de integrar a cultura africana  aos valores do nosso Senhor deve ser também o nosso. Que todas as  línguas e nações possam adorar o nosso Deus.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;center&gt;&lt;a href="http://www.editorafiel.com.br/blog/10-CFM.JPG" target="_blank" title="Ampliar"&gt;&lt;img src="http://www.editorafiel.com.br/blog/10-CFM.JPG" alt="10ª Conferência FIEL  para Pastores e Líderes em Moçambique" style="margin: 10pt 10px 10px 10pt; cursor: pointer;" title="Ampliar" width="246" height="183" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Alguns vídeos:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Grupo de irmãos africanos:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="340" height="285"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/2G15w3kr_jI&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;rel=0&amp;amp;color1=0x2b405b&amp;amp;color2=0x6b8ab6&amp;amp;border=1"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/2G15w3kr_jI&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;rel=0&amp;amp;color1=0x2b405b&amp;amp;color2=0x6b8ab6&amp;amp;border=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="340" height="285"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Reunião de mulheres:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="340" height="285"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/9w-tMs7kfSY&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;rel=0&amp;amp;color1=0x2b405b&amp;amp;color2=0x6b8ab6&amp;amp;border=1"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/9w-tMs7kfSY&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;rel=0&amp;amp;color1=0x2b405b&amp;amp;color2=0x6b8ab6&amp;amp;border=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="340" height="285"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Pequena amostra do cântico africano:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;embed src="http://www.editorafiel.com.br/blog/podcast/embed/player.swf" bgcolor="undefined" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" flashvars="author=Blog Fiel&amp;amp;file=http://www.editorafiel.com.br/blog/podcast/CanticoCM.mp3" width="200" height="20"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Clique &lt;a href="http://www.editorafiel.com.br/blog/podcast/CanticoCM.rar" target="_blank"&gt;AQUI&lt;/a&gt; para fazer o download do áudio&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7891989446850481622-4995628009869109569?l=www.blogfiel.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='enclosure' type='audio/mpeg' href='http://www.editorafiel.com.br/blog/podcast/CanticoCM.mp3' length='0'/><link rel='enclosure' type='' href='http://www.youtube.com/watch?v=2G15w3kr_jI' length='0'/><link rel='enclosure' type='' href='http://www.youtube.com/watch?v=9w-tMs7kfSY' length='0'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7891989446850481622/4995628009869109569/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=7891989446850481622&amp;postID=4995628009869109569&amp;isPopup=true' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7891989446850481622/posts/default/4995628009869109569'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7891989446850481622/posts/default/4995628009869109569'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.blogfiel.com.br/2009/08/10-conferencia-fiel-para-pastores-e.html' title='10ª Conferência FIEL para Pastores e Líderes em Moçambique'/><author><name>Franklin Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09148827301010372094</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='07043642003101200025'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>8</thr:total></entry></feed>