Chega de “irmãos” – Eu quero amigos!
A amizade é um tema pouco tratado no meio cristão. Pare e pense em quantos livros você já leu sobre amizade cristã. São raros. Estamos tão acostumados em chamar os outros de “irmãos” que esquecemos que também precisamos de amigos.
No começo até imaginamos que, se temos irmãos, logo, temos amigos. Todavia, no primeiro pântano da amargura, percebemos que falta-nos amigos que chorem com a gente e estendam a mão para nos tirar de lá. Como pastor, tenho percebido cada dia mais a necessidade que as pessoas têm de encontrarem amigos. Estão cercadas de “irmãos”, mas dificilmente encontram neles algum amigo. Estranho, não é? Por quê isso?
Às vezes, penso ser por causa da superficialidade que ronda o ambiente cristão em geral. Muitos estão apegados à costumes e gírias cristãs (ex.: A Paz, irmão!… Na bênção?!… E aí, bênção?!), que, em essência, não significam absolutamente nada, que não, demonstrar que um ou outro é cristão. Me perdoem, mas eu detesto estas gírias e costumes. Se algum dia me virem as usando, estejam certos que eu surtei, enlouqueci, ensandeci.
Por exemplo, eu sei que alguém é meu irmão quando ele chega para mim e diz: “A paz, pastor!”… Opa, imagino que esse seja meu “irmão na fé”. Ou, quando estou comprando algo, e a moça do caixa me diz: “Deus abençoe o senhor”, daí penso: essa também é minha irmã em Cristo. Cenas assim acontecem sempre. Aparentemente, tenho uma grande família de “irmãos” e “irmãs”, que não sabem onde eu moro, como me chamo, minhas tristezas, minhas alegrias. Às vezes penso que o jargão “irmão” é igual ao “companheiro” do PT. Se chama todo mundo de “companheiro” sem se pensar no que se está dizendo.
Creio que Jesus, com seu exemplo, nos ensina muito sobre amizade e companheirismo. Jesus decidiu cercar-se de pessoas que o trairiam, negariam, e abandonariam. Ele sabia de tudo isso. Mesmo assim, ele decidiu.
Jesus não ficou esperando que as pessoas viessem procurá-lo para uma amizade. Ele não esperou que alguém o notasse, que alguém puxasse papo, que alguém se preocupasse com ele. Antes, ele decidiu ir e notar, puxar papo, se preocupar com pessoas de dentro e de fora de seu convívio. Se você quer ter amigos, vá e faça-os! Outro erro, é entendermos que amizade significa ter alguém que se preocupe com você. Totalmente anti-bíblico! Amizade significa você decidir se preocupar com alguém. Quando isso acontece, começasse uma amizade.
O cristianismo e a amizade cristã têm mais a ver com você dar do que receber, fazer do que esperar que façam, amar do que esperar que lhe amem, se preocupar do que esperar que se preocupem. A amizade cristã está sempre voltada para o próximo! Jesus disse que ele:
Não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos … Ninguém tem maior amor do que este: de dar alguém a própria vida em favor dos seus amigos... tenho-vos chamado amigos, porque tudo quanto ouvi de meu Pai vos tenho dado a conhecer. (Mc 10.45 e Jo 15.13-15)
Tendo estas palavras em mente, sejamos como Ele! Não nos esqueçamos que amizade cristã tem a ver em servir alguém hoje, e não esperar que alguém nos sirva. Saia! Sirva! Preocupe-se! Ame! Solidarize-se! Siga os passos de seu Mestre. Faça isso. Só não fique parado esperando que alguém se lembre de você e faça algo por você. Isso, pela graça de Deus, poderá ocorrer. Só não se esqueça que, amizade, aos olhos de Deus, tem mais a ver com o que você está decidindo fazer por alguém hoje (um telefonema, um passeio, uma conversa sincera) do que com o fato de ninguém estar se lembrando de você.
Chega de vivermos apenas como “irmãos”. Sejamos amigos, e verdadeiramente irmãos, de carne (pois comemos do mesmo “pão” que desceu do céu) e de sangue (pois estamos lavados e perdoados pelo, agora, nosso grande Amigo!).
43 Comentários para “Chega de “irmãos” – Eu quero amigos!”
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Pastor Wilson Porte Jr.! É muito interessante seu artigo no sentido de nos chamar a atenção sobre verdadeira amizade. Dentro de nossas igrejas encontramos o enfraquecimento espiritual que reflete negativamente em vários seguimentos do corpo de Cristo. Um dos segmentos afetados é a amizade. A amizade do mundo é baseada em interesses recíprocos, onde ser amigo um do outro é esperar algo em troca, o verdadeiro padrão cristão fica distorcido e cria grupos de crentes que refletem o padrão mundano. Alguns cristãos tem mais amizade com descrentes do que com os próprios irmãos em Cristo, com isso não estou dizendo que ter amigos descrentes é errado, pelo contrário a amizade com descrentes é necessária, desde que o objetivo seja conduzi-los para Cristo. Certa vez Cristo contou a parábola do bom samaritano e no final ele pergunta: “Que é o próximo?” E alguém responde: “é aquele que teve compaixão”. O próximo não é aquele que tinha necessidades, mas sim aquele que satisfez a necessidade do outro. Ser amigo é ser o próximo, procurar compreender, ajudar outras pessoas que estão passando dificuldades, é tratar os outros como superiores a nós, servindo constantemente como fez Cristo Jesus. Assim seremos amigos e teremos amigos, buscando a retomada da expressão “irmão” como sinônimo de “Amigo”.
Valeu Pastor Wilson! Deus lhe abençoe.
Pastor Edson Sobreira Alves
Igreja batista regular Maranata – Crato – Ce
Pr. Wilson porte Jr. foi Muito feliz por escrever essa mensagem expetacular pois em nossos dias o que acontece é uma exigência de que quem nao comprimenta ou nao quer comprimentar “a paz do senhor irmão” tem que avaliar sua vida ou conversão. Eu estou é saturada da hipocrisia cristã nesses dias e almas gemendo de dor por nao poder confiar em ninguem, na verdade passei muitos anos de minha vida sem acreditar em tiago 5:16 e proverbios 16:24 até o momento que encontrei e passei a ver que é raro mas existe e deve ser cultivado e valorizado e chegará um dia em que aprenderemos a confiar e sermos pessoas de confiança. finalizando quero deixar uma frase que vi e acho muito rica a sua mensagem:” Só encontrará amizade verdadeira quem for Capaz de oferecê-la a alguém e contrui-la juntos.
Viviane
Obrigado !!!
Caro pastor Franklin
Sua reflexão nos mostra o quão distantes estamos de Deus quando agimos, mesmo em nome de Deus, sem levar em consideração os significados que as coisas têm para Deus e segundo nossas preferências.
Amizade é artigo raro no meio cristão. Entende-se que amigo é com quem eu me dou bem, com quem me sinto bem e não com quem partilho do bem. O problema dessa postura é que amizade cristã passa a ter não só o mesmo significado que a amizade mundana, mas também a mesma significância, excetuando-se a adjetivação. Mas não foi com esse sentido que os escritores bíblicos falaram de amizade.
A ideia de amizade no mundo antigo é muito diferente da de hoje. Amigos viam as coisas sempre do mesmo jeito, concordavam com os mesmos objetivos, tinham as mesmas ambições e as mesmas atitudes, ainda que fosse por modos diferentes. Era como um casamento, uma aliança (Tg 2:23). Já inimizade era exatamente o oposto de amizade. É o que Tiago quer dizer quando afirma que amigo do mundo é inimigo de Deus (4:4).
Desse modo, se a amizade entre os filhos de Deus não está de acordo com os significados que os autores bíblicos deram quando o Texto Santo foi produzido, o que é chamado de amizade nas igrejas pode ser alguma coisa distinta dos objetivos bíblicos e, pior, pode ser inimizade com os irmãos e até com Deus.
Nossa relação fundamental uns com os outros deve continuar sendo a de irmandade, uma vez que somos unidos espiritualmente apenas pelo fato de termos o mesmo Pai. Mas isso não pode excluir a dimensão da amizade que é esperada entre irmãos, cujo Pai é Deus, e que têm por irmão Jesus Cristo que nos chama amigos (Jo 15:15).
Obrigada Pr. Wilson por seu artigo tão pertinente. Já experimentei na pele a falta de irmãos amigos em situações muito difícéis da vida, o que me alertou pra superficialidade de meus relacionamentos tb. Hoje em dia, tenho buscado de Deus, com toda honestidade, amar e me dar de verdade e tenho colhido bons frutos. Amar de verdade demanda tempo, empenho e graça, mas estamos aqui pra isso, né? Deus o abençoe! Abraço, Mirian
Oi Rubens,
Bom ‘ouvi-lo’ por aqui. Gostei muito do que vc escreveu. Mas não sou eu o autor do texto, mas de um bom amigo, Wilson.
Uau, pastor Wilson, ao ler seu texto, pensei cá comigo: por que não o escrevi? O tema e a forma como o senhor o expressou comunicam uma falha gritante em nossas comunidades. Acho que precisamos ser mais ‘irmãos’ e também mais ‘amigos’, sem superficialidade, sem modismos, sem gírias bobas, sem formatação, com ideias e sentimentos que nos distinguem e que também nos aproximam. Parabéns pela reflexão.
Tenho em mente que alguém, um dia deve levantar-se para resgatar a verdade. Sou de um tempo em que irmão em Cristo significava muito e isto não deve ser apagado da história, mas resgatado e que haja verdade nas palavras. Alguns homens do passado tiveram tal caráter, que entregavam um “fio de bigode em lugar de assinatura” e garantiram o maior negócio com esta prática. Por que seria diferente hoje? Devemos resgatar nossos valores que foram perdidos.
O Rev. Wilson Ponte Jr. foi feliz em levantar uma questão que vai girar o mundo e muitas serão as respostas, naturalmente serão prós e contras, mas vai valer a pena.
Jesus falou sobe os verdadeiros amigos e disse: “Vós sois meus amigos, se fazeis o que eu vos mando” (João 15.14). O amigo não é circunstancial, mas se revela nas aflições e o sábio Salomão disse: “Em todo tempo ama o amigo, e na angústia se faz o irmão” (Provérbios 17.17). Logo, chegamos à conclusão de que o irmão e o amigo são muito próximos. Mas hoje o que se vê é a vulgarização, o costume apenas, em se chamar irmão e isto precisa ser revisto e resgatado como um fato real. Deus nos abençoe, agoroa e sempre.
Pastor Franklin,
De fato, o excelente texto de Wilson Porte Jr embeveceu-me tanto que só vi o nome à sua esquerda.
Obrigado pela inclusão do teu “bom amigo” neste blog.
Oi Pr. Edson,
sem dúvida. Se, por um lado, a amizade no mundo é “baseada em interesses recíprocos”, por outro lado, na Bíblia somos incentivados a buscar amigos por causa de “mandamentos recíprocos” (ex. aconselhai-vos uns aos outros, exortai-vos uns aos outros, perdoai-vos mutuamente, etc.). A atitude sempre começa com a gente; não devemos ficar esperando do outro.
Abração!
Wilson
Oi Viviane,
obrigado pelo comentário. De fato, precisamos começar a reagir contra essa aparente hipocrisia. Não digo que devemos deixar de responder com “a paz” a quem nos saúda com ela. Às vezes, respondo a quem me saúda assim, com as seguintes palavras: “a paz, irmão”. Creio que o problema não está nisso. Mas, em não refletirmos no quanto aquela pessoa precisa, de fato, de um irmão ao lado dela.
Creio que, muito mais do que “A Paz!” na minha boca, ela precisa do meu amor sentido em seu coração. E, muitas vezes, eu não precisarei dizer nada para mostrar que me importo com ela, e estou disposto a caminhar com ela como um irmão na fé.
Abs
Wilson
Oi Osmar, de nada rs…
Oi Mirian,
sim, creio que estamos aqui pra isso. Acho que sua busca deve ser seguida com perseverança. Ainda que não façamos muitas (e verdadeiras) amizades deste lado da eternidade. Ainda que sejam poucas, mas que sejam boas, sinceras, dispostas, verdadeiras.
Abraço, minha irmã.
Wilson
Oi André, valeu pelo comentário.
Caro Pr. Jader,
interessante notar que, ainda hoje, muitas igrejas têm a tendência de chamar o incrédulo presente na reunião de “amigo” rs… e os demais, crentes, de “irmãos”…
Não sei, mas tenho a impressão de que isso não seja muito correto, biblicamente. Mas, acho que isso geraria certa polêmica, então, deixarei isso para outra reflexão.
Alguém já parou para pensar nisso? Seria correta essa diferenciação: crente = irmão; não-crente = amigo … ? Acho que não, mas…
Caro Pastor,
Asunto este que o irmão traz vem de encontro à necessidade de nós, povo, ovelhas, dessa gente que não é pastor ou presbítero. Já fui presbítero. Presbitero meia-boca, mas não estou sendo mais. Estou desistindo. A minha consciência já não suporta o peso. Estou cansado, não tenho feito nada além de me dirigir a mim e à minha família, e por ai vai… Mas, quando o sr fala nestes termos, nota-se que o sr é um pastor diferenciado que vai na veia das necessidades do povo. E falo agora como povo, ovelha. “No começo até imaginamos que, se temos irmãos, logo, temos amigos. Todavia, no primeiro pântano da amargura, percebemos que falta-nos amigos que chorem comvm a gente e estendam a mão para nos tirar de lá”.
Também concordo com a sugestão do Rev Jader Sathler, pastor de meus familiares, de que irmão é mais do que amigo. Se se não somos amigos é por que não somos irmãos.
Precisamos confrontar o fato e deixar de hipocrisia ou de atitude escapista em relação a tema.
Depois que Roberto Carlos cantou “eu quero ter um milhão de amigos…” todos também querem ter assim de amigos e se somos cristãos, um milhão de irmãos… e amigos. Banalizamos tanto a figura do amigo como a do irmão.
Devemos lembrar, ilustre Reverendo, que amigos e irmãos, irmãos e amigos, os temos no sentido abstrato e concreto. Nesse sentido, não podemos ter disposição mental para sermos abstratamente, como se estendessemos a mão a um milhão, amigos dos chamados inimigos de Deus, inimigos do mundo. Mas acabamos nos tornando amigos de um ou de outro que depois acaba se tornarem, ou não, nossos irmãos.
Abstratamente, devo, se sou crente, ter disposição mental para abrigar no coração todo o vero irmão. E milhões deles existem pelo mundo afora. Abstratamente sou irmão e amigo e compartilho do sofrimento com a nossa irmandade espalhada pelo mundo afora.
E aqui vejo que se devemos passar do abstrato para o concreto, com toda a correção, devemos admitir que não temos disposição mental para ser amigos de gente de outra denominação, religião, movimento ou sistema de doutrina que julgamos contrário ao nossso, mesmo que eles invoquem o nome de Cristo, amam a Cristo e é por ele amado. Em Cristo somos instados a amar nossos própríos inimigos. Seria incorreto pensar que deveriamos ter atitude mental de ser amigo até de testemunha de jeová, católicos e ateus, quanto mais irmãos com divergimos doutrinariamente?
Do abstrato para o contrato. Dos milhões, para uns poucos. Somos todos irmãos dentro de uma comunidade local? Partilhamos o mesmo pão e o vinho tipos de Cristo, por que não partilhamos das coisas da vida? Por que não nos tornamos irmãos? Por que simplesmente somos egoistas, egocêntricos, ciumentos, invejosos, desamorosos, e outras coisas, e criamos barreiras pecaminosas entre nós e as outras pessoas com quem somos obrigados a nos esbarrar, e o amor de Cristo ainda não impera no nosso coração. Julgamos as pessoas frias demais, quentes e meladas demais, feias e gordas demais, magras e esqueléticas demais, pecadoras demais, santas demais,… So vemos nas pessoas o que elas tem demais. E não vemos o que elas tem de menos, o que implica em mais necessidade, em sofrimento, em mais oportunidade para doarmos parte de nós, nosso tempo, nossos recursos, nossa simpatia… Somos seletivos demais, por que nos julgamos melhores demais, ou piores demais. Na concretude de nosso viver, nada impediria que eu tivesse pelo menos um amigo na igreja. UM. Será que eu posso dizer isso? E o problema está em mim ou nossos outros: será que pelo menos UM não gostaria de ser meu amigo? E se eu for um para alguém que deseja ser o um, mas se todos fizerem assim e se abrirem para pelo menos mais um, teriamos uma rede pequena de amigos, um circulo de amigos, que se comunicam com os outros circulos, e nos embraçaremos em sentido concreto com todo o mundo.
Para isso devemos exigir de cada um de nós que deixemos de ser crentes ou amigos de Deus, apenas no sentido abstrato, parar de contentarmos com essa miséria e começarmos a ser amigos do UM que é Deus, e enxergar o OUTRO do nosso lado como o OUTRO de Deus e fazer dele nosso irmão e amigo.
Vai por ai… Até falar nisso não é fácil, e mesmo assim é menos dificil falar do que praticar.
Não o conheço e não posso dizer do sr meu ammigo senão no sentido abstrato, frio e distante, mas ao mesmo tempo verdadeiro, mas não posso deixar de tentar ser amigo do meu semelhante a quem o tenho tão perto.
Querido Anamim,
obrigado pelo comentário. Sinto por perceber um certo tipo de ceticismo em você. Vejo que você está cansado e (quase) sem esperança. Creio que é possível termos amigos, apesar dos pesares de nosso tempo. Creio que devemos seguir o exemplo de Cristo e, quando pessoas nos buscarem, nos abrirmos para elas, com uma sincera motivação de sermos uma bênção em suas vidas.
Não estamos sozinhos! Cristo está em nós. E ele tem nos dado irmãos e irmãs de verdade. Tudo que o precisamos é de um pouco menos de egoísmo e correria, de valorizarmos aquilo que durará para a eternidade.
Que Deus lhe ajude em sua caminhada, Anamim.
Abs
Wilson
É A MAIS PURA VERDADE. QUANDO A IGREJA PRIMITIVA TRATAVA UNS AOS OUTROS COMO IRMÃO, CREIO ELES TRATAREM ESSAS PESSOAS COM A PROFUNDIDADE QUE O TERMO “IRMÃO” EQUIVALIA. HOJE EM DIAS USAMOS ESSA FORMA DE SI COMPRIMENTAR COMO IRMÃO. MAIS NA PRÁTICA É OUTRA QUE DEUS TENHA MISERICORDIA DE NOSSAS VIDAS.
Quando penso no Judas que me chamou de irmão e depois me vendeu por 30 moedas, me dá calafrios.Aí pergunto Wilson você já teve um Judas em sua vida?
[...] Leia na integra no link ao lado: http://blogfiel.com.br/2011/03/chega-de-irmaos-eu-quero-amigos.html [...]
[...] Chega de “irmãos” – Eu quero amigos! [...]
Como é bom vermos reflexões como essa…como é importante termos amigos mais chegados que irmão.Infelizmente é uma falha em nosso meio. mas ainda dá tempo de voltarmos aos bons tempos que podiamos contar com os irmãos que eram nossos amigos tamabem ha alguns anos atrás ( mais ou menos 30 anos )Parabens !!!!
“É melhor ser amigo do que ter amigos. Quem tem pode perdê-los, quem é nunca deixa de ser”.
“Assim como os perfumes alegram a vida, a amizade sincera dá ânimo para viver.” – Pv 27.9
Amizade cristã precisamos revive-la.
Muito obrigado Pastor Wilson !!!
Pela primeira vez, leio um artigo tão rico e biblico que fale sobre
a amizade. Muito obrigada.
Clarice
Parabéns pelo artigo. Precisamos realmente de vivermos o que está escrito em Pv 17.17.
Tenho 20 anos de vida cristã e realmente poucas vezes se falou em amizade, principalmente para nós, homens. Concordo plenamente com o que foi escrito acima, digo amén! Mas devo confessar que em tantos anos deste caminhar com Cristo e com irmãos fui aos poucos sendo “esquecido” se não procurava, não era procurado e assim aos poucos fui me tornando crítico e percebi uma “pitada” de amargura, a qual o inimigo tenta se aproveitar. Passei muitas necessidades as alguns dos meus irmãos não ficaram sabendo. Hoje ainda estou passando por muitas lutas e umtanto afastado da comunhão. Nunca tive um irmão que fosse realmente um amigo ao qual pudesse conversar de forma profunda. Peço a graça de Deus me transformar.
Meu amado amigo e Pastor. desculpa por ter usado o termo amigo para o pastor. pois, a exposicao e revelacao foi profunda demais. sinto me na obrigacao de usar o termo como se fosse minha revelacao. nos dias que correm existem mais irmaos que amigos. Faltam me na verdade os AMIGOS.
Gostaria ter um exemplar do livro em primeira mao.
Pastor, quero ser seu primeiro amigo.
Deus lhe cuide que o livre que Ele esta lhe inspirando seja uma farramenta para ajudar a Igreja constituida de amigos nao apenas de irmaos.
Saudacoes para: Diacono Tiago Filho, Professor Franklim Ferreira e Pastor Mauricio Andrade. Podem aceitar a amizade de amigos? Obrigado por tudo.
Nampula Mozambique
Querido Cleyton,
lamentavelmente sim. Infelizmente, ao longo da vida, me deparei com pessoas em quem confiava (ainda as amo) mas que me trouxeram grande decepção. Graças a Deus não foram muitas, mas elas permanecem em minha memória.
Creio que em tudo devemos dar graças. Deus cuida de nós. Deus cuidou de Cristo, mesmo em meio a um falso amigo e traidor. Por isso, eu creio que amizade tem mais a ver com o que buscamos ser para os outros do que com o que os outros nos fazem. Cristo é nosso amigo por causa do que Ele quis fazer por nós e não por causa do que jamais fizemos para Ele. Glória a Deus!
Wilson
wilsonporte.blogspot.com
Querido Wesley,
obrigado pelas palavras de carinho. Obrigado, também, por suas palavras “É melhor ser amigo do que ter amigos. Quem tem pode perdê-los, quem é nunca deixa de ser”. Deus o abençoe.
Wilson
wilsonporte.blogspot.com
Queridos Casquinha Domingos e demais irmãos,
muito obrigado pelas palavras cheias de carinho e de reflexão. Que nos esforcemos para seguir os passos de nosso Grande Amigo, Senhor e Salvador. Que Ele nos inspire. Que saiamos e façamos amigos, para a glória a Deus!
Forte abraço a todos vocês!
Wilson
Bom dia, Pr. Wilson,
Sempre pensei que amizade fosse via de mão dupla e tenho repetido isso para mim e para pessoas com quem me relaciono. Algumas vezes por medo de me magoar novamente com “amigos”. Mas lendo o seu texto, vi que sou e posso ser muito mais amiga do que tenho sido. Queria saber se posso compartilhar seu texto com outros amigos.
Penso que Deus nos fez irmãos através de Jesus Cristo, independemente de qualquer coisa que tenhamos feito. Todos que crêm em Jesus Cristo como Deus, são irmãos. Porém, a amizade entre esses irmãos é um dever deles, de cada um nós. Realmente, usar expressãos decoradas tipo “paz irmão” sem realidade, não representa nada diante de Deus. A Bíblia fala muito sobre amigo e amizade.
Querida Ana Carla,
Obrigado por seu comentário. Fique a vontade para divulgar este texto com seus amigos.
Abs
Wilson
Pr Wilson, obrigado pelo seu artigo, ele me ajudou a refletir melhor sobre meu desejo de fazer amigos. Observa-se que as pessoas desejosas de fazer amigos, tem procurado estes nas redes sociais sendo o facebook o mais comentado atualmente, tais relacionamentos são superficiais. Espero me espelhar em Cristo e me tornar uma verdadeira amiga, pronta para ajudar meu próximo. Que Cristo continue usando sua pessoa para transformar as vidas de muitos.
Que a graça e a paz de Deus esteja com você.
Realmente por não compreendermos bem os ensinamentos de Cristo ou por termos refletido pouco em ralação a questão do amor, os relacionamentos se fragilizam. Pois, somos humanos e tendenciosos aos erros. O perfil do amigo verdadeiramente bíblico é aquele que perdoa, que releva, que é tolerante, que é flexível. Embora tenhamos praticado e pratiquemos atos pecaminosos Cristo se mantém nosso amigo, ou melhor, ainda que não tenhamos sido seus amigos, Ele é nosso amigo. A bíblia diz em Mt. 26.50 que Jesus tinha Judas (o traidor) como amigo, amizade não correspondida por parte de Judas, provando que a amizade não é via de mão dupla e muito menos interesseira. Quando somos traídos, magoados, trapaceados por alguém, logo desejamos o fim daqueles que nos complicaram, com certeza Jesus faria o contrário. Como podemos orar: perdoa as nossas dívidas, assim como temos perdoados aos nossos devedores? porquanto, é comum amizades se fragilizarem por causa de dívidas.São inúmeras as desculpas pelas quais as amizades se fragilizam, contudo penso que o verdadeiro amigo fará de tudo para conservar a amizade ainda que passe por muitos vendavais e saia ferido. O amor está contido na amizade, e o amor tudo sofre, tudo crê, tudo espera e tudo suporta. Cristo nos deu maior exemplo.
Prezado Pastor, apreciei seu artigo e concordo com suas colocações acerca do ser verdadeiro amigo e irmão em Cristo Jesus. Verdadeiramente desejo-lhe a Paz do SENHOR!
Caro Pr Wilson,
Fiquei muito feliz em ler o seu texto, pois venho refletido sobre o tema à algum tempo.
O que vejo na biblia é o contrario, viver unanime em Cristo (como em Atos), exige qualidade de amigos, como: Amor, Paciencia e Companherismo (de acompanhar, estar junto para o que der e vier) e não apenas irmandade superficial que acaba sendo mal usada e mal interpretada.
Esse tipo de irmãos pode nos colocar em situações pouco amistosas, como intrigas, pois acaba se metendo na vida do alheio e causando fofocas e difamações entre outras coisas.
Como no dito popular, conseguimos contar nos dedos de uma mão os nossos amigos e olhe-lá!
Abraços,
Oberdan
Edilma, muito obrigado por seu carinho. Eu, igualmente, sigo orando e me espelhando em Cristo a fim de conseguir ser um bom amigo para alguém.
Abraço
Wilson
Queridos Francisco, Rosemary e Oberdan,
é isso! Creio que vocês entenderam bem. Embora eu tenha dificuldade com termos (Paz do Senhor, Conta a Bênção, etc…), as vezes os uso por respeito àqueles que me saúdam com os tais. Por pura educação, às vezes respondo com um “A Paz”.
Creio que não podemos nos esquecer que, embora isso pareça nos reconhecer como “irmãos”, é a prática da amizade bíblica que fará grande diferença no final das contas; ainda que sem nenhum “A Paz”.
Um forte abraço!
Wilson
Amigos, não apenas irmãos. Excelente ponto de vista.
I Pedro 2.17 Honrai a todos. Amai aos irmãos. Temei a Deus.
Tiago 5.9 Não vos queixeis, irmãos, uns dos outros, para que não sejais julgados. Eis que o juiz está à porta.
Parabens pelo artigo ele visa justamente abrir as mentes com respeito ao termo “irmão”.Não tenho nenhum irmão de sangue,poucos amigos e inumeros irmãos na fé,e sinceramente,gostária que fosse ao contrário:poucos irmãos na fé,inumeros amigos e ao menos um irmão de sangue.