A Cabana – A Perda da Arte de Discernimento Evangélico
Prezados leitores,
Aproveito o ensejo do texto anterior, em que lamento a perda da nobreza bereana entre o povo de Deus, para divulgar o excelente artigo de Dr. Albert Mohler sobre o livro Best-seller “A Cabana”, de Willian Paul Young, publicado no Brasil pela Editora Sextante.
Nesta análise, Dr. Mohler chama a atenção para os aspectos doutrinários que estão implícitos na estória. Ele diz: “A teologia de A Cabana não é incidental à história. De fato, em muitos pontos a narrativa serve, principalmente, como uma estrutura para os diálogos. E estes revelam uma teologia que, no melhor, é não-convencional e, sem dúvida, herética em certos aspectos.”.
Hoje cedo, em correspondência com um amigo sobre o texto, escrevi que: “…Assim como o apóstolo Paulo fez aos gálatas e aos Tessalonicenses (e a outros), e o Senhor, às sete igrejas, é preciso que os mestres na igreja estejam atentos para as ameaças / ensinos que são introduzidos ao povo de Deus e que podem causar confusão ou engano entre o povo de Deus. Creio que foi nesse espírito que o autor do artigo produziu sua crítica.”
Recomendo, portanto, aos leitores deste blog que leiam o aludido artigo e, tanto quanto possível, divulguem-no em suas igrejas e entre seus amigos.
Para acessar ao artigo:
CLIQUE AQUI ou acesse: www.editorafiel.com.br/
Caso queira comentar algum aspecto do artigo ou do próprio livro em questão, use o espaço de comentários deste blog.
Em Cristo Jesus, nosso Senhor,
Tiago Santos
41 Comentários para “A Cabana – A Perda da Arte de Discernimento Evangélico”
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Infelizmente as trevas em seus disfarces edenicos tem levado muitos ao distanciamento da verdade. "Errais não conhecendo as Escrituras e nem o poder de Deus"
Pr. Cilas Monteiro
De fato Mohler tem toda a razão em seu artigo. É impressionante como obras assim atraem multidões.
Isso me faz pensar que sucesso não combina com o evangelho. Se estamos remando contra a maré do mundo, é bastante provável que uma mensagem pura do evangelho não há de fazer tanto sucesso assim. Essas literaturas vem na tentativa de adequar a Palavra ao "zeitgeist", ou à ideologia corrente na atualidade, onde qualquer espiritualidade é tida como verdadeira.
Realmente o caminho não é proibir os crentes de lerem o livro, isso é impossível; mas devemos colaborar para que as pessoas busquem discernimento do Senhor mediante ao conhecimento da Palavra.
Filipe Arendt de Azevedo
Realmente esse livro tem arrebatado um numero extremamente grande de evangélicos, o livro parece deixar as pessoas fascinadas, quanta heresia, recomendo a leitura do Livro (Não entre nessa cabana) da chamda da Meia noite, este livro mostra claramente cada heresia de arrepiar que tem no Livro A Cabana.
Tenho ouvido no meio evangélico muitos comentários a respeito do livro "A Cabana", e realmente a maioria acha o livro espetacular, e mais compreensivo do que a leitura bíblica, também podemos perceber que esta maioria não conseguem discernir o que é correto,verdadeiro e acabam absorvendo muita ficção e formam em suas mentes uma teologia liberal. O artigo de Mohler abre um questionamento importante sobre a defesa da fé e como os cristão estão preparados para esta batalha que crescerá muito mais daqui para frente. Nós, como pastores, devemos preparar a igreja nesta investida.
Pr. Edson Sobreira Alves
Igreja Batista Regular Maranata -Crato-Ce
Gostaria de expressar a preocupação de muitos irmãos em relação a este assunto e lembrar que o mais importante do que lermos "ficção cristã" as quais as massas religiosas estão famintas é buscarmos discernimento e sabedoria no estudo sistemático da palavra de Deus "todo o Seu conselho" para discernirmos os tempos em que vivemos, será que os irmãos que estão consumindo este tipo de literatura não conhecem C.H Spurgeon, A.W.Tozer, Pink, Richard Baxter, Calvino, OS escritores Puritanos, W.Nee, J.Piper, e tantos outros irmãos que andaram com Deus?
Excelente artigo! De fato, a raiz dos problemas teológicos atuais está na seguinte afirmação:
"A resposta não é banir A Cabana ou arrancá-lo das mãos dos leitores. Não precisamos temer livros – temos de estar prontos para responder-lhes"
Quando Jesus foi tentado no Monte, o inimigo ofereceu a Ele o mundo:
“e lhe disse: Tudo isto te darei se prostrado, me adorares.” (Mateus 4:9)
Contudo, Jesus não aceitou esta oferta que para muitos seria irrecusável. Graças ao conhecimento da Palavra de Deus (note que todas as ofertas feitas neste capítulo de Mateus eram recusadas com base nas Escrituras, um exemplo que todo cristão deveria colocar em prática) Jesus conseguiu livrar-se das artimanhas do inimigo e vencer as tentações.
"Dr. Albert Mohler é o presidente do Southern Baptist Theological Seminary, pertencente à Convenção Batista do Sul dos Estados Unidos; é pastor, professor, teólogo, autor e conferencista internacional, reconhecido pela revista Times como um dos principais líderes entre o povo evangélico norte-americano. É casado com Mary e tem dois filhos, Katie e Christopher". Pronto! Com este currículo esse americano poderia criticar até a bíblia que seria elogiado, por tão grande feito, no meio evangélico brasileiro. Particularmente, como eu desejaria que os sites e blogs evangélicos postassem matérias que nos fizessem crescer espiritualmente, não com discursos e atitudes contemplativas, porém com atos, diários e permanentes, ajudasse àqueles que querem realmente seguir a Jesus e atender o apóstolo dos gentios, o nosso apóstolo Paulo, que de forma suplicante, nos pede, em Rm 12.1-2. Porém a nossa natureza caída provoca nos "maiores" nomes da historia eclesiásticas contemporânea uma inveja tão demoníaca que chegam a esquecer o evangelho de Jesus Cristo. "Disse-lhe João: Mestre, vimos um homem que, em teu nome, expelia demônios, o qual não nos segue; e nós lho proibimos, porque não seguia conosco. Mas Jesus respondeu: Não lho proibais; porque ninguém há que faça milagre em meu nome e, logo a seguir, possa falar mal de mim. Pois quem não é contra nós é por nós. Porquanto aquele que vos der de beber um copo de água, em meu nome, porque sois de Cristo, em verdade vos digo que de modo algum perderá o seu galardão" Mc. 9.38-41. Perdoa-nos, Pai, em nome do Teu Filho Jesus Cristo, pelo Seu precioso Sangue que nos resgatou do império das trevas para a Luz. Amém!
Estou de acordo com que mohler fala sobre este livro. Lê este livro por indicações de varias pessoas, mais tive decepções sobre ele. Varias afirmativas – que são um bocado de heresias – fora do contexto bíblico, um deus "pai" que também tem as mãos furadas (não é o DEUS Pai que eu conheço da Bíblia); o espírito santo é chamado de criador (o criador é DEUS), um livro que fala que as autoridades foram constituídas pelo o homem (Romanos 13:1-2, leiam e verifique).
São vários erros que este livro tem, e imaginar que tem gente que o compara com o livro O Peregrino!
É necessário que o povo de DEUS leia a sua palavra pra que não caia em heresias, irmãos procure ler a Bíblia (somente ela que tem as palavras da vida).
Livro como esse não pode fazer sucesso no meio evangélico.
Mateus Porto
Anselmo,
Vc simplesmente caiu na falácia do argumento ad hominem. Vc atacou o autor do texto, mas não mostrou em nenhum momento onde ele está errado. Sobre a inveja e o demoníaco, lembre-se do que Cristo disse: "Não julgueis, e não sereis julgados" (Mt 7.1). Ao fim, daremos contas de todas as palavras que proferimos.
Convido vc a ler atentamente Mt 23, Gálatas e prestar atenção ao tratamento que Paulo dispensa ao jovem adúltero em 1Co 5, e a Demas, Alexandre e Himeneu. Vc tem todo o direito de não gostar do texto, mas será mais proveitoso se vc colocar argumento contra argumento, provando onde este livro pode levar alguém a "crescer espiritualmente". É justamente esta má vontade em argumentar que, em parte, levou o cristianismo no Brasil ao estado em que está.
Prezados senhores;
um artigo como este deveria ser veiculado como foi o livro , com direito a marketing de ponta em todo o mundo, quero felicitá-los por publicá-lo.
Por outro lado, vejo que as palavras de Jesus se fazem aplicáveis de forma inequívoca :" errais por não conhecer as escrituras".E desejo deixar registrado que o mundo verdadeiramente evangélico não se abalou diante de putrefatas heresias colocadas pelo autor. Lembro-me de Lutero quando se referia aos heréticos e todos aqueles termos cabem a este aqui.
Os que tremem diante destas grosserias teológicas são parte da multidão que invadiu as igrejas nos últimos tempos e que conhecimento algum possuem da Bíblia e de suas doutrinas,e que experiência nenhuma tiveram com Cristo.Mas,vejo nisto um alerta, no sentido de que se preocupem menos com números e mais com a qualidade dos "evangélicos".
Tudo que a Teologia da prosperidade quer é um Deus submisso a seus desejos mundanos.
Soli Deo Gloria.
valdir f brito diz;Não tive a oportunidade de ler este livro ainda,mas pelos comentários que lí vale á pena estar lendo,como aprendi sempre devemos reter aquilo que é bom e desprezar o que não serve para nós, obviamente quando vemos um livro ou o seu autor usar outros nomes e ou apelidos para a trindade ficamos ¨preocupados ¨, porém com tantas pessoas capacitadas e com a indicação da editora Fiel eu creio que vale a pena estar lendo, um abraço fraternal em Cristo.
Olá Valdir:
A Editora Fiel não recomenda a leitura deste livro para fins de edificação.
O artigo que publicamos é uma crítica, não uma recomendação.
Estamos chamando a atenção do leitor justamente para a necessidade de ser criterioso e ter discernimento bíblico para escolher e avaliar o que lê.
Um abraço,
Tiago Santos
O mais preocupante nisso é que temos Pastores indicando o livro de pulpito.
Devemos estar atentos a tudo que nos indica e não ir no embalo da multidão, porque muitos estão com os
olhos vendados espiritualmente.
Olá, Franklin:
Queria contribuir com a discussão, e certamente esse livro é muito mais perigoso do que, a primeira vista, algum leitor incauto possa imaginar. Me surpreende que tantos cristãos leiam e gostem do livro, talvez porque temos cada vez mais cristãos que são fortementes humanistas no seu pensamento e na sua teologia.
Coloquei varios argumentos no meu blog – e vários comentaram o que escrevi. Se quiser ver e analisar, fique à vontade:
http://vnoll.blogspot.com/
Abraços
Valdir.
Eu ganhei o livro "A cabana" de uma pastora muito querida e zelosa. Fiquei até admirado de receber dela o livro, pois segue uma linha bastante radical na questão de "batalha espiritual" e não vê o perigo do livro.
Li um pouco, mas a idéia de representar a Trindade como é representada no livro me afastou da leitura.
Acho a crítica de Mohler justa e não entendo, por que tantos cristãos sérios estão se afastando da simplicidade do evangelho para buscar em fontes que contém aguas turvas. "A cabana" é apenas mais um bestseller, sendo muito divulgado e consumido no meio evangélico (e fora dele, vd o rakning de venda de livros publicamdo semanalmente). E é endossado por pessoas sérias do nosso meio.
Como diz Paulo a Timóteo: Pois virá o tempo em que não suportarão a sã doutrina; ao contrário,
sentindo coceira nos ouvidos, juntarão mestres para si mesmos, segundo os seus próprios desejos.
Hoje os cristãos evangélicos estão sendo doutrinados por Young, Manning, Nouwen, McLaren etc. Não vou dizer que tudo o que estes pensadores escrevem está errado, mas sutilmente levam para um "outro evangelho" (universalista e um evangelho da graça barata, como dizia Bonhoeffer).
Precisamos alertar! Mas temo que cada vez mais seremos vistos como "fundamentalistas", mente fechada etc.
Abraço,
Matias Heidmann
Muito oportuno o artigo. Informo também que Norman Geisler postou também sua opinião sobre a questão:
Norman L. Geisler* e Bill Roach
Original em HTTP://www.normangeisler.net/theshack.html
Grato
Fabiano Feitosa
1ªIgreja Batista de Vargem-MA
Eu ja ajudei a divulgar este livro tambem, infelizmente…
Mas depois de ter lido uma resenhas do Professor Carlos Osvaldo, reitor do SBPV, os meus olhos abriram para alguns "detalhes" que estao no livro.
Vale a pena conferir: http://sbpv.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=136:a-cabana-abrigo-para-a-alma-ou-barraco-teologico&catid=1:latest
Em Cristo,
Excelente o artigo de Albert Mohler Jr. Estou lendo o livro A CABANA, e no decorrer da leitura pude perceber alguns "furos" teológicos que me fizeram questionar o porque do grande sucesso de vendas. O artigo se tornou esclarecedor e já encaminhei para amigos que leram e aos que pretendem ler para que estejam esclarecidos sobre o conteúdo teológico apresentado e, principalmente, para que mantenham-se firmes nas convicções do verdadeiro evangelho do Senhor Jesus para que não sejam confundidos.
Aí, um leitor de Brasília, após algumas tentativas de usar nosso espaço para promover suas idéias pergunta: Quer dizer que vocês só publicam comentários que que vocês querem?
Eu respondo: Isso mesmo.
Aceitamos o contraditório quando os argumentos são apresentados contra argumentos; quando fazem algum sentido e quando julgamos, segundo nossos critérios, que possam contribuir à edificação ou, ao menos, à instrução.
Os comentários do leitor "tito" não se qualificam nem em uma nem em outra categoria.
Vão coçar macacos.
Graça e paz!
Vim conhecer seu Blog e quero te parabenizar pela bênção que pude ver aqui.
Já estou seguindo.
Venha dar a honra de sua visita no PASTORAGENTE.BLOGSPOT.COM e, se quiser seguí-lo, vai ser uma alegria para mim.
Lá eu exponho da forma mais realista e divertida possível as situações, dúvidas e experiências de uma simples pastora como eu.
Fique na paz e o Senhor abençôe você e toda sua família.
Abração!!!
Eu e minha esposa não conseguimos ler o livro até o fim, porém ficávamos surpresos ao ouvir os comentários entusiasmados de irmãos evangélicos. Chegamos a nos perguntar se não estávamos sendo muito críticos ou legalistas. Bem, graças a Deus que muitos pensam como nós e a verdade, a prudência e o bom senso ensinados na Bíblia ainda norteiam os nossos pensamentos e sentimentos. Que Deus não nos deixe errar! Samir e Angélica
Olá, estava passando e encontrei o seu blog. Muito interessante. Estou seguindo.
Se tiver um tempinho, visite o meu: http://ficcaodoreal.blogspot.com/
Será um grande prazer tê-lo entre os nosso.
Grande abraço!
O livro A Cabana em si é um livro com uma história legal e que realmente nos prende para ler mais, e mais… Porém devemos estar cientes que a história é uma ficção, e que não deve ser tomada como princípio bíblico e muito menos como princípio de vida.
Abraço.
Caroline:
Boa palavra.
O artigo de Mohler não questiona a qualidade literária da obra de Young.
Sua preocupação é com as afirmações doutrinárias tácitas e, às vezes, expressas do livro, bem como a recepção entusiasmada que muitos evangélicos deram ao livro, como algo que possa edificar ou instruir alguém na fé.
Esses pontos sim têm seus perigos.
ANSELMO, O FRANKLIN TEM TODA RAZÃO, VC Ñ MOSTROU ONDE O DR MOHLER ESTÁ ERRADO. VEJO CLARAMENTE QUE O SR MOHLER ANALIZA SOB A LUZ DA PALAVRA CADA DETALHE EXPOSTO NO LIVRO. E É DE TOTAL COERÊNCIA TUDO O QUE O SR MOHLER DIZ. ENTÃO, POR FAVOR APONTE BÍBLICAMENTE O QUE ESTÁ EM DESACORDO NO ARTIGO.
MUUUUUUUUUUUUUUUUITO BEM TIAGO!!! EDIFICAÇÃO, ESTE ÉÉÉÉÉÉ O NOSSO OBJETIVO. QUE MILÍCIAS DE ANJOS SOB AS ORDENS DO ALTÍSSIMO TE GUARDE, A TÍ E AOS TEUS MEU AMIGO E IRMÃO. BRAVO !!!!!!!!!!!
É!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! SUTILMENTE. TOOOOODO O CUIDADO AINDA É POUCO NESTE MUNDO TENEBROSO. A MAQUIAGEM DAS TREVAS É REALMENTE “bem feita”. NÃO TEMA MATIAS,AINDA QUE SEJAM EM Nº MAIOR OS ENFEITIÇADOS, OS ENGANADOS, OS ENGANADORES; FAÇAMOS A NOSSA PARTE DE PROPAGAR O EVANGELHO PURO E SIMPLES, VALE A PENA REPETIR, PURO E SIMPLES, E CUJO CAMINHO ÉÉÉÉÉÉ ESTREITO E TEMOS SIM PRA NOSSO PRÓPRIO BEM, Q VENCERMOS O SONO, O DEVANEIO NO VALE DO ENCANTAMENTO (O PEREGRINO)
PROSSIGAMOS MATIAS,TENDO A PALAVRA PURA COMO LÂMPADA PARA NOSSOS PÉS E LUZ PARA NOSSOS CAMINHOS.
,ao ler as opinioes retratadas no blog resolvi expressar minha opiniao, li o livro a cabana ,gostei muito e o recomendei a varias pessoas porque mentes inteligentes nunca se deixam influenciar pela ficcao ,para mim o livro mostrou a um descrente de forma ludica a lidar com o sofrimento e depois de tudo ,ele teve fe
aprendeu amar deus e recorrer a biblia sempre.
(…) Pastor Altair – SP não tem moderação cada um é livre para se expressar comforme sua liberdade dada pela constituição.
Um leitor que identifica-se como Pastor Altair disse o seguinte: “O livro é otimo e recomendo quem está mais contra são esses lobos de pastores que querem engordar seus bolsos com o dinheiro do povo (…)”.
Eu respondo: Oras, compre o livro e leia-o. Só não venha fazer proselitismo em nosso espaço. Quer divulgar suas preferências e idéias? Justo! Faça um blog.
Digo mais: Não meça os outros com sua régua de medir. Seja prudente. Procure pesquisar um pouco mais sobre o autor do artigo e considerar sua crítica à luz do ensino bíblico. Você foi bastante pronto para ofender o autor e fazer afirmações difamatórias sobre ele sem, todavia, apontar uma única falha em seu raciocínio, em sua argumentação. Recomendo uma melhor composição entre o fígado e o tutano.
É lamentável ver que a igreja do Senhor Jesus Cristo perdeu a característica dos amados irmãos de Bereia que não deixava se levar por qualquer vento de doutrina, tinham o costume de tudo o que eles ouviam dos apóstolos verificavam se estavam de acordo com a Palavra, e por isso não se desviavam tão fácil com inovações doutrinárias. Acho muito bom e válido autores Como Albert se pronunciar contra doutrinas que estão ai para confundir a mente dos cristão, mas é bom lembrar que devemos estar firmes no que diz a Palavra de Deus e não em achismos humanos, que Deus nos ajude a perseverarmos na sã doutrina, um abraço a todos.
Concordo com o Albert Mohler. O livro é uma afronta ao credo apostólico.´É um livro típico de nossos tempos: estórinha para boi dormir, melodramatica – arrogando-se a instrumento de reflexão e espiritualidade – mas cheio de erros teológicos. Como falta discernimento ao povo de Deus.
Olá Tiago, confesso não ter lido o livro (A Cabana, mas a descrição (com citações inclusas) do Dr. Mohler confirmou minhas suspeitas. Quando um amigo neo-ortodoxo chegou até mim elogiando “A Cabana”, fiquei de orelha em pé, mas agora posso perceber o porque. Tal livro apresenta um caráter liberal repleto de universalismo e inclui o velho conceito pagão de um “Deus Pai-Mãe” (presente também no pensamento da “Ciência Cristã” de Mary Baker Eddy). Geralmente, em nome do amor e para excluir de Deus qualquer responsabilidade pelo mal no mundo, a posição liberal, tal qual o teísmo aberto, tende por roubar de Deus alguns de Seus atributos, sem falar em Sua absoluta soberania.
Escrevi recentemente em meu blog em texto intitulado “O ‘deus’ de amor dos ‘Teístas Abertos’ (‘Teólogos Relacionais’) e ‘Teólogos Liberais’” (http://emdefesadagraca.blogspot.com/2010/11/o-deus-de-amor-dos-teistas-abertos.html) onde abordo a questão da mutilação de Deus em nome do amor.
Abç, Soli Deo Gloria!
Temos que avaliar tudo a luz da bíblia sagrada
Meu nome é Luciana, sou evangélica e estudante do 3º ano de Teologia. Acabei de ler o livro “A Cabana”, e realmente, fiquei chocada e preocupada cpm seu conteúdo Teológico. A história é linda; o amor do “Papai” por ” Mack” é emocionante… o leitor desavisado, é envolvido por esse ambiente e não reflete sobre a teologia que o livro sutilmente defende. Chocou-me a triste interpretação (pessoal eu diria) da Trindade e seu relacionamento com a humanidade; além da tese da reconciliação universal/final. O que mais porém me preocupa, é a afirmação de que Deus supostamente usaria “todos os caminhos” para achegar-se ao homem… se for assim, então a morte expiatória de Cristo foi inútil (ou até mesmo uma farsa!), pois Ele mesmo declarou ser o único caminho entre Deus e o homem. Ora, um autor que confessa realmente a Cristo, jamais seria capaz de escrever tal absurdo! Amamdos, precisamos nos preparar para responder à estas questões, devido à popularidade deste lixo chamado “A Cabana”. Que o Senhor nos ajude a defender nossa fé, e a graça que há em Cristo Jesus. Não nos custa advertir: NÃO ENTRE NESSA CABANA!
Um abraço afetuoso!
A dor humana, a perda inexplicável de alguém tão querido e que parte tão precocemente faz com que esse livro se torne um dos mais vendidos.
Apesar de encontrar desvios doutrinários, deixei-me levar pelo sofrimento de Mack, era no sofrimento dele que revivia o meu sofrimento ao perder uma irmã tão precocemente, me identifiquei com ele, com sua dor, com sua perda, com suas angústias, com seus questionamentos feitos a Deus, com sua fraqueza.
Graças a Deus que encontramos pastores que nos chamam à razão e pude entender quão falha fui, pois em detrimento do meu sofrimento que me levou a uma depressão profunda, fechei os olhos para a sã doutrina. Dói perder quem amamos, dói tentar entender e não ter respostas, ou tê-las, mas não aceitá-las, somente Deus para nos consolar e como um Pai amoroso, nos conduzir a um artigo deste que nos abre os olhos e nos faz ver que somente Ele é o Consolo para a nossa angústia
Olá! Sou da igreja batista e, sobre este assunto, gostaria de dizer que estão indo um pouco além do necessario. A Cabana não é nem nunca será uma forma de evangelização. No máximo chamará a atenção dos leitores que não conhecem ao Senhor dando-lhes o desejo de busca-lo verdadeiramente. Quanto ao fato de cristãos gostarem do livro também não vejo problemas pois trata-se claramente de uma ficção. O verdadeiro filho de Deus saberá prontamente abstrair aquilo que não edifica e não descreve o carater de nosso Deus. Acho que trata-se de uma bela estoria, cheia de erros, mas uma bela estoria. Melhor fazer uma leitura de um livro que fala de Deus e não dar relevancia aos erros por parte do autor do que ler livro muito mais populares que pregam o diabo como um paulo coelho por exemplo.
Olá Jeferson,
O autor da crítica, Dr. Mohler, está chamando o povo de Deus ao discernimento. É isso que procuro fazer aqui também.
Embora o propósito do livro não seja o de ensinar doutrina, há muitos conceitos doutrinários subtendidos na trama, podendo levar o leitor desavisado a conclusões muito problemáticas acerca de ensinos teológicos muito importantes, como a doutrina da Trindade, da Providência, da Redenção, da Revelação, etc e tal.
Dizer algumas boas, ser uma bela estoria, enfim, não qualifica seu conteúdo para o bem e edificação do povo de Deus ou evangelização de incrédulos, como muitos entusiastas de “A Cabana” vêm dizendo. Em rigor, até o papa de Roma terá coisas boas para dizer sobre Deus – muitas seitas ditas cristãs alegarão o mesmo: testemunhas de Jeová, Mormons, entre outros. O grande problema do erro é que ele vem sutilmente misturado, imiscuido com elementos de verdade. Dr. John MacArthur, pastor batista e autor de vários livros, faz um bom alerta acerca disso em seus escritos, particularmente nos livros “A Guerra pela Verdade” e “Ouro de Tolo”.
Quanto ao desejo de conhecer verdadeiramente o Senhor, é só o Espírito de Deus que o faz, pela regeneração – e Ele usa a Palavra, a Verdade para levar o incrédulo a Jesus (Cf. Jo 3.3-8, Rm 10.17, Jo 8.32, Jo 17.17, Jo 14.16).
Algo que seja “cheio de erros” não pode ser bom. Só leva à confusão.
Proveitoso ver criticas com embasamento bíblico de livros que vem sendo publicados e amplamente lidos. É fato que Satanás tem usado muito a literatura para expansão de doutrinas espíritas e heresias sob a capa de “autoajuda espiritual” tão valorizadas pelo mundo.
Jesus disse que veio para os seus, mas os seus nao o receberam, pois amaram mais as trevas, e a luz revelaria que suas obras eram más. O mundo rejeita a sã doutrina, faz coceira nos ouvidos, mas aquele que crer não perecerá, mas tem a vida eterna. E esta vida está em Jesus. DEle, de Seu Espírito vem a verdadeira luz que nos guia, e nos diz “Este é o caminho, andai por Ele”.
Obrigado aos irmãos que nos apoiam, com criticas literarias como esta, no ministerio apologético e evangelistico, que é um de nossos maiores desafios, nós que desejamos e trabalhamos para que venha o Seu Reino.
Quiçá sejam feitas outras mais. Sugiro criticas para os livros de Augusto Cury, O Mestre dos Mestres.
Aliás, sinto muita falta de livros (ou indicações) que possam ser usados como instrumento na evangelização. Claro que as Escrituras são ‘O Livro’, mas esta estratégia de livros com historias que conduzam a Cristo parece pouco usada. Recentemente fiz uso do “Cristianismo puro e simples” de C S Lewis. Outro que fiz, semana passada foi “O que Jesus espera de seus seguidores”. Aceito sugestões dos amados irmaos deste blog.
Graça e paz,
Li o livro ” A CABANA”, e achei-o interessante, quanto as alegorias usadas para a a Trindade. Acredito que não precisamos mesmo temer livros, poderia até dizer como Paulo, disse a respeito de idolos: – ” os idolos ( ou aqui, os livros) nada são” – Tive a oportunidade de conversar com alguns adolescentes que leram o livro, e de poder debater com eles a respeito do mesmo, e aproveitar a abertura que o mesmo me deu para a partir da alegoria apresentar a Verdade. Realmente aprendi que nada pode contra a Verdade, e que o Conhecimento da Verdade conduz a Libertação. Infelizmente o que observei é que muitos pastores se deram a criticar o livro e condenar o Autor, quase que numa atitude de inquisição romana da Idade Média, sem aproveitar o fato que a leitura do livro levou e continuará levando muitos a uma busca mais profunda de Deus. E como foi dito, a falta de conhecimento Biblico, e de uma Teologia centrada em Deus, em Cristo e no Espirito Santo, dificulta um dialógo com os leitores do livro, e até mesmo com os admiradores desse tipo de leitura. A atitude radical de critica e condenação mostra extamante o despreparo de muitos para enfrentar essa onda de literatura espiritualizada e de cunho esotérico que invade as livrarias e as casas dos cristãos modernos.
É sempre bom termos a mente aberta, e o discernimento aguçado pelo Espirito de Deus.
Abraços.